Seminário Temático II
<ul><li>APRESENTAÇÃO DO TEMA </li></ul><ul><ul><li>ESPECIFICAÇÃO </li></ul></ul><ul><ul><li>JUSTIFICATIVA </li></ul></ul><...
<ul><li>APRESENTAÇÃO DOS RESULTADOS </li></ul><ul><li>DESENVOLVIMENTO DO TRABALHO </li></ul><ul><li>DIFICULDADES ENFRENTAD...
<ul><li>TEMA-TÍTULO: A economia de Imperatriz do Pós Belém-Brasília </li></ul><ul><li>JUSTIFICATIVA:  Importância Econômic...
<ul><li>METODOLOGIA: Análise de textos específicos e complementares. Debates em grupo. Pesquisas de temas paralelos </li><...
<ul><li>Magda Castro ( [email_address] ) </li></ul><ul><li>Felipe Girão ( [email_address] ) </li></ul><ul><li>Renata Lobat...
<ul><li>ACOMPANHEM COM A GENTE! </li></ul>
<ul><li>Como era a ligação de Imperatriz com o restante do Brasil antes da Belém-Brasília? </li></ul><ul><li>Como se deu a...
<ul><li>Em 1952 Imperatriz completava 100 anos, sendo a única cidade da região que não possuía estradas e aonde não se che...
<ul><li>A comunicação mais efetiva se dava com Belém, para onde iam toda a produção regional  e de onde viam os produtos i...
<ul><li>O que levou Imperatriz para novos patamares de desenvolvimento econômico foi a possibilidade de ligação com outras...
Construção mata a dentro da rodovia
<ul><li>HISTÓRIA </li></ul><ul><li>Rodovia que liga Belém, capital do Pará, a Brasília capital do Brasil, com 2.070 Km de ...
<ul><li>FATORES QUE CONTRIBUIRAM PARA SUA REALIZAÇÃO </li></ul><ul><li>FRENTES DE TRABALHO </li></ul>
<ul><li>A EXPLOSÃO DEMOGRÁFICA DE IMPERATRIZ </li></ul><ul><li>A cidade recebia diariamente dezenas de pessoas, de diverso...
<ul><li>PONTE PRESIDENTE JUSELINO KUBITSCHEK DE OLIVEIRA OU PONTE DO ESTREITO </li></ul><ul><li>A grande obra de arte era ...
<ul><li>A TRÁGICA MORTE DE BERNADO SAYÃO </li></ul><ul><li>Uma tragédia ocorreu na fase final de aberturada estrada em ter...
Bernardo Sayão observa as obras
<ul><li>A INAUGURAÇÃO </li></ul>
<ul><li>VÍDEO SOBRE A ESTRADA </li></ul><ul><li>COLUNA NORTE </li></ul>
<ul><li>As atividades econômicas e o comércio de Imperatriz, desenvolveu-se apoiado na agricultura especialmente a do arro...
<ul><li>O censo do IBGE de 1960, acusou que o município havia recebido mais de 4.247 migrantes , em um período de cinco an...
<ul><li>Extração da Madeira em 1950 </li></ul><ul><ul><li>50 léguas de riqueza, “ainda não tocada pela mão do home, existe...
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<ul><li>“ Enquanto o desmatamento avançava, reduzia-se o espaço da pequena agricultura e abriam-se áreas para a plantação ...
<ul><li>Em 1970 63% das pessoas trabalhavam com agricultura, silvicultura, extrativismo e a pesca </li></ul><ul><li>Em 197...
<ul><li>“ Da paisagem da cidade passam a fazer parte indissociável as cargas de arroz e o caminhão madereiro.” </li></ul>
<ul><li>CIDA </li></ul><ul><ul><li>Financiado pela Sudam e o Banco da Amazônia </li></ul></ul><ul><ul><li>Às margens do To...
<ul><li>Problemas enfrentados pelo Ciclo da Madeira </li></ul><ul><ul><li>O natural </li></ul></ul><ul><ul><li>A infra-est...
<ul><li>Exportação de madeira na década de 80 </li></ul><ul><li>Porém, dados da Receita do Estado das cidades de Imperatri...
<ul><li>O País ficou marcado pela grande quantidade de ouro encontrado durante os séc. XVII E XVIII </li></ul><ul><li>Acre...
<ul><li>Essa área foi invadida por milhares de pessoas, cerca de 150.000 homens </li></ul><ul><li>Além de ser a cidade com...
Imperatriz em 1975 – época de efervescência de Serra Pelada
Imperatriz na década de 70 – algumas ruas e avenidas
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<ul><li>O governo Federal interveio na administração do garimpo, ficando seu funcionamento subordinado ao Serviço Nacional...
Trabalhadores em Serra Pelada
Trabalhadores em Serra Pelada
<ul><li>Entre 1986 e 1992 deu-se o fechamento do garimpo </li></ul><ul><li>O garimpo teve um trágico fim por falta de apoi...
<ul><li>Uma operação articulada pelo senador e ex-ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, está por trás do projeto de r...
<ul><li>Com aval do governo, a exploração será feita pela Serra Pelada Companhia de Desenvolvimento Mineral, empresa criad...
<ul><li>Como podemos observar, Imperatriz sempre ficou em segundo plano para os governos estaduais, nascendo paraense, foi...
<ul><li>Como toda cidade de crescimento acelerado Imperatriz enfrenta diversos problemas, como o crescimento urbano irregu...
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Seminario Temático II - UEMA - Imperatriz

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Apresentação sobre a Economia de Imperatriz/MA Pós Belém-Brasília.

Trabalho apresentado na cadeira de Seminário Temático II no Cesi/UEMA, sob a orientação do Professor Siney.

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Seminario Temático II - UEMA - Imperatriz

  1. 1. Seminário Temático II
  2. 2. <ul><li>APRESENTAÇÃO DO TEMA </li></ul><ul><ul><li>ESPECIFICAÇÃO </li></ul></ul><ul><ul><li>JUSTIFICATIVA </li></ul></ul><ul><ul><li>OBJETIVOS </li></ul></ul><ul><ul><li>FUNDAMENTOS TEÓRICOS </li></ul></ul><ul><ul><li>METODOLOGIA </li></ul></ul><ul><ul><li>DIVULGAÇÃO </li></ul></ul>
  3. 3. <ul><li>APRESENTAÇÃO DOS RESULTADOS </li></ul><ul><li>DESENVOLVIMENTO DO TRABALHO </li></ul><ul><li>DIFICULDADES ENFRENTADAS </li></ul><ul><li>APRESENTAÇÃO EM SALA </li></ul><ul><ul><li>DIVULGAÇÃO OBJETIVA </li></ul></ul><ul><ul><li>CONCLUSÕES </li></ul></ul><ul><ul><li>MOMENTO PARA DEBATE </li></ul></ul>
  4. 4. <ul><li>TEMA-TÍTULO: A economia de Imperatriz do Pós Belém-Brasília </li></ul><ul><li>JUSTIFICATIVA: Importância Econômica de Imperatriz para a Região Sul do Maranhão e Região Tocantina </li></ul><ul><li>OBJETIVOS: Buscar entender de que forma a construção da Belém-Brasília afetou o desenvolvimento da cidade. </li></ul><ul><li>FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA: Livro de Adalberto Franklin, alguns Blogs e Artigos da Internet, Fotos e Vídeos que documentam a construção da Rodovia </li></ul>
  5. 5. <ul><li>METODOLOGIA: Análise de textos específicos e complementares. Debates em grupo. Pesquisas de temas paralelos </li></ul><ul><li>DIVULGAÇÃO </li></ul><ul><ul><li>Panfleto: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Entregues em mãos </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Blog: http://seminariotema.blogspot.com/ </li></ul></ul><ul><ul><li>Apresentação: </li></ul></ul><ul><ul><li>http://www.slideshare.net/fmgirao/seminario-tematico-iiuemasiney </li></ul></ul>
  6. 6. <ul><li>Magda Castro ( [email_address] ) </li></ul><ul><li>Felipe Girão ( [email_address] ) </li></ul><ul><li>Renata Lobato ( [email_address] ) </li></ul><ul><li>Maria Soares ( [email_address] ) </li></ul><ul><li>Jéssica Moraes ( [email_address] ) </li></ul><ul><li>Thays Andressa ( [email_address] ) </li></ul><ul><li>Edlayne Alves ( [email_address] ) </li></ul><ul><li>Maurício Cantanhede ( [email_address] ) </li></ul><ul><li>Iara Régila ( [email_address] ) </li></ul>
  7. 7. <ul><li>ACOMPANHEM COM A GENTE! </li></ul>
  8. 8. <ul><li>Como era a ligação de Imperatriz com o restante do Brasil antes da Belém-Brasília? </li></ul><ul><li>Como se deu a construção da Belém-Brasília? </li></ul><ul><ul><li>Ano de início e fim, motivos que levaram a sua construção, processo político, processo prático da construção </li></ul></ul><ul><li>Quais as influências direta da Belém-Brasília para Imperatriz? </li></ul><ul><li>Quais as influências indiretas? </li></ul><ul><li>Quais os pontos positivos e os pontos negativos da construção? </li></ul><ul><li>Foi a Belém-Brasília o principal combustível da ebulição econômica de Imperatriz? </li></ul>
  9. 9. <ul><li>Em 1952 Imperatriz completava 100 anos, sendo a única cidade da região que não possuía estradas e aonde não se chegara ainda um único caminhão. </li></ul><ul><li>Todo o transporte da economia local se dava basicamente pela “estrada líquida” que era o Rio Tocantins. </li></ul>
  10. 10. <ul><li>A comunicação mais efetiva se dava com Belém, para onde iam toda a produção regional e de onde viam os produtos industrializados e para onde iam os estudantes que queriam prosseguir nos estudos. </li></ul><ul><li>Após a construção da estrada que dava ligação a Grajaú, Imperatriz compra seu primeiro caminhão. </li></ul>
  11. 11. <ul><li>O que levou Imperatriz para novos patamares de desenvolvimento econômico foi a possibilidade de ligação com outras cidades do Nordeste, principalmente a cidade de Recife, de onde era possível comprar produtos a preços bem menores do que os de Belém. </li></ul>
  12. 12. Construção mata a dentro da rodovia
  13. 13. <ul><li>HISTÓRIA </li></ul><ul><li>Rodovia que liga Belém, capital do Pará, a Brasília capital do Brasil, com 2.070 Km de extensão, inaugurada em 1960. Atravessa o leste do Pará, o sudoeste do Maranhão, Goiás quase todo, de norte a sul, e o sudoeste do Distrito Federal. A rodovia Belém-Brasília tem oficialmente o nome de rodovia Bernardo Sayão e é formada por um conjunto de trechos de outras seis rodovias. O trecho que passa por Imperatriz é parte da BR-010 ele se inicia em santa Maria do Pará (PA) e vai até Estreito. </li></ul>
  14. 14. <ul><li>FATORES QUE CONTRIBUIRAM PARA SUA REALIZAÇÃO </li></ul><ul><li>FRENTES DE TRABALHO </li></ul>
  15. 15. <ul><li>A EXPLOSÃO DEMOGRÁFICA DE IMPERATRIZ </li></ul><ul><li>A cidade recebia diariamente dezenas de pessoas, de diversos pontos do país, na quase totalidade nordestino. Muitos chegavam com a família. A cidade não possuía casas nem sequer alojamentos para abrigá-los Alguns se acomodavam debaixo das mangueiras existente na Rua 15 de Novembro. </li></ul>
  16. 16. <ul><li>PONTE PRESIDENTE JUSELINO KUBITSCHEK DE OLIVEIRA OU PONTE DO ESTREITO </li></ul><ul><li>A grande obra de arte era a ponte sobre o rio Tocantins, em Estreito, que deveria ter o maior vão livre central em viga reta de concreto dentre todas as já construídas no mundo; um largo de 140 metros entre cada pilastra. </li></ul>
  17. 17. <ul><li>A TRÁGICA MORTE DE BERNADO SAYÃO </li></ul><ul><li>Uma tragédia ocorreu na fase final de aberturada estrada em território paraense na área denominada “Ligação” trecho assumido pela base de Imperatriz, o engenheiro Bernardo Sayão, comandante de toda essa epopéia foi atingido gravemente por uma árvore. </li></ul>
  18. 18. Bernardo Sayão observa as obras
  19. 19. <ul><li>A INAUGURAÇÃO </li></ul>
  20. 20. <ul><li>VÍDEO SOBRE A ESTRADA </li></ul><ul><li>COLUNA NORTE </li></ul>
  21. 21. <ul><li>As atividades econômicas e o comércio de Imperatriz, desenvolveu-se apoiado na agricultura especialmente a do arroz. </li></ul><ul><li>Com a invasão de migrantes, cearenses, piauienses, paraibanos e demais; os mesmos foram ocupando os babaçuais ,expulsando os índios e cultivando a terra com varias culturas, entre elas: o milho, arroz, feijão e mandioca.Formando então excedentes cada vez maiores, o que favoreceu com que comerciantes imperatrizenses passarem a investirem em maquinas de beneficiamento. </li></ul>
  22. 22. <ul><li>O censo do IBGE de 1960, acusou que o município havia recebido mais de 4.247 migrantes , em um período de cinco anos. A arrecadação do município que de 1952 era de 421 mil cruzeiros, pulava para 794 mil em 1953. </li></ul><ul><li>A partir de 1960, Imperatriz começa a consolidar –se como novo pólo econômico regional, pela nova força de produção advinda da Nova fronteira que passou a ser chamada “estrada do arroz”. </li></ul>
  23. 23. <ul><li>Extração da Madeira em 1950 </li></ul><ul><ul><li>50 léguas de riqueza, “ainda não tocada pela mão do home, existe em Imperatriz, por cerca de 50 léguas...” </li></ul></ul><ul><li>Prefeito de São Luís, Simplício Moreira </li></ul><ul><li>Visão do sertanejo sobre a mata </li></ul><ul><ul><li>Respeito </li></ul></ul><ul><ul><li>Proteção </li></ul></ul><ul><ul><li>Retirar apenas o necessário para cerca, casa, curral, pontes e fabricação de utensílios </li></ul></ul>
  24. 24. <ul><li>Extração da Madeira em 1974 </li></ul><ul><ul><li>A perspectiva de enriquecimento com essa atividade atrai milhares de pessoas para Imperatriz </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Principalmente Sul e Sudeste </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>A partir do asfaltamento da Belém-Brasília </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>A busca pela madeira é comparada a corrida do ouro e de diamante </li></ul></ul><ul><ul><li>O Ciclo da Madeira toma o lugar do Ciclo da Agricultura e forma caminha para Ciclo do Gado </li></ul></ul>
  25. 25. <ul><li>“ Enquanto o desmatamento avançava, reduzia-se o espaço da pequena agricultura e abriam-se áreas para a plantação de capim e criação de gado. Um ciclo começava a se sobrepor ao outro.” </li></ul>
  26. 26. <ul><li>Em 1970 63% das pessoas trabalhavam com agricultura, silvicultura, extrativismo e a pesca </li></ul><ul><li>Em 1971 a Cemar começa a instalar centrais elétricas em Imperatriz </li></ul><ul><li>De 1970 até 1980 a população de Imperatriz cresceu de 80.827 para 220.469. Em grande parte impulsionada pelo Ciclo da Madeira </li></ul>
  27. 27. <ul><li>“ Da paisagem da cidade passam a fazer parte indissociável as cargas de arroz e o caminhão madereiro.” </li></ul>
  28. 28. <ul><li>CIDA </li></ul><ul><ul><li>Financiado pela Sudam e o Banco da Amazônia </li></ul></ul><ul><ul><li>Às margens do Tocantins </li></ul></ul><ul><ul><li>50 mil hectares </li></ul></ul><ul><ul><li>Gerou diversas controvérsias, grilagem e conseqüente falência </li></ul></ul><ul><ul><li>Estrada de 70km ligando o “Entroncamento da Cida” </li></ul></ul><ul><ul><li>Se tornou povoado e em seguida a Cidade de Cidelândia </li></ul></ul>
  29. 29. <ul><li>Problemas enfrentados pelo Ciclo da Madeira </li></ul><ul><ul><li>O natural </li></ul></ul><ul><ul><li>A infra-estrutura </li></ul></ul><ul><li>Na década de 70 haviam mais de 300 estabelecimentos industriais e de serviço ligados a madeira </li></ul>
  30. 30. <ul><li>Exportação de madeira na década de 80 </li></ul><ul><li>Porém, dados da Receita do Estado das cidades de Imperatriz, Açailândia e Itinga dão conta de que em 1979 foi exportado 156.275 m3 de madeira beneficiada </li></ul>ANO QUANTIDADE 1976 187.251 m3 1977 108.305 m3 1978 126.861 m3 1979 51.530 m3 1980 21.690 m3
  31. 31. <ul><li>O País ficou marcado pela grande quantidade de ouro encontrado durante os séc. XVII E XVIII </li></ul><ul><li>Acreditava-se que não haveria mais nenhuma grande jazida de ouro </li></ul><ul><li>No entanto em 1980 surgiu Serra Pelada localizada no Estado do Pará </li></ul>
  32. 32. <ul><li>Essa área foi invadida por milhares de pessoas, cerca de 150.000 homens </li></ul><ul><li>Além de ser a cidade com maior porte comercial e por estar a apenas 350 quilômetros do garimpo, Imperatriz detinha o maior número de habitantes trabalhando em Serra Pelada </li></ul>
  33. 33. Imperatriz em 1975 – época de efervescência de Serra Pelada
  34. 34. Imperatriz na década de 70 – algumas ruas e avenidas
  35. 35. <ul><li>Abastecendo Serra Pelada com pessoas, gêneros alimentícios, máquinas, implementos e mesmo financiamento de serviços, Imperatriz teve, de uma hora pra outra suas atividades voltadas para o garimpo e garimpagem </li></ul><ul><li>Se Imperatriz muito perdeu com a com a evasão de sua mão de obra, da agricultura e atividades urbanas(Comércio e Construção), foi favorecida com o fornecimento de boa parte da infra-estrutura e gêneros alimentícios necessários ao garimpo </li></ul>
  36. 36. <ul><li>O governo Federal interveio na administração do garimpo, ficando seu funcionamento subordinado ao Serviço Nacional de Inteligência(SNI) e ao Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) </li></ul><ul><li>Casos de enriquecimento eram propagados pela mídia (Bamburrados) </li></ul><ul><li>O garimpo tornou-se uma atividade de risco devido as condições precárias de trabalho, calor intenso, proliferação de doenças, monóxido de ferro no ar dentre outros </li></ul>
  37. 37. Trabalhadores em Serra Pelada
  38. 38. Trabalhadores em Serra Pelada
  39. 39. <ul><li>Entre 1986 e 1992 deu-se o fechamento do garimpo </li></ul><ul><li>O garimpo teve um trágico fim por falta de apoio do governo </li></ul><ul><li>A CVRD recebeu uma indenização de 59 milhões do governo, pois a empresa tinha direitos sobre as jazidas de ouro </li></ul><ul><li>A produção foi totalizada em 43 toneladas de ouro Paládio, registrado pela Caixa Econômica, responsável pela compra de toda a produção extraída </li></ul>
  40. 40. <ul><li>Uma operação articulada pelo senador e ex-ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, está por trás do projeto de retomada da exploração de ouro no lendário garimpo de Serra Pelada, município de Curionópolis </li></ul><ul><li>A Vale submeteu a proposta a seu conselho de administração, que concordou em atender ao pedido de Brasília e, em fevereiro de 2007, assinou um &quot;termo de anuência&quot; repassando à cooperativa dos garimpeiros o direito de explorar a mina principal </li></ul>
  41. 41. <ul><li>Com aval do governo, a exploração será feita pela Serra Pelada Companhia de Desenvolvimento Mineral, empresa criada a partir de um contrato entre a desconhecida Colossus Minerals , com sede em Toronto no Canadá, e a Cooperativa de Mineração dos Garimpeiros de Serra Pelada (Coomigasp), que reúne cerca de 40 mil garimpeiros e detém os direitos sobre a mina. </li></ul>
  42. 42. <ul><li>Como podemos observar, Imperatriz sempre ficou em segundo plano para os governos estaduais, nascendo paraense, foi explorada pelas províncias do Pará e antigo Goiás </li></ul><ul><li>Diversos fatores contribuíram para o crescimento de Imperatriz dentre eles a implementação de navegação aérea. Mas como principal fator tendo sido a construção da rodovia Bernardo Sayão (Belém-Brasilia) </li></ul>
  43. 43. <ul><li>Como toda cidade de crescimento acelerado Imperatriz enfrenta diversos problemas, como o crescimento urbano irregular, violência, infra estrutura e surgimentos de periferias e favelas. </li></ul><ul><li>Imperatriz é o maior centro de abastecimento regional e de prestação de serviço, influenciando fortemente a economia do nosso estado e do Pará. </li></ul>

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