Distúrbios Respiratórios do Sono

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Distúrbios Respiratórios do Sono

  1. 1. UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAZONAS DEPARTAMENTO DE CLINICA MÉDICA DISCIPLINA DE PNEUMOLOGIA ETISIOLOGIA
  2. 2.  Sono é um estado de repouso periódico do corpo, especialmente do sistema nervoso, onde há uma redução do alerta em relação ao ambiente, redução das atividades dos órgãos dos sentidos e movimento. Adrian R. Morrison. Fishman’s Pulmonary Diseases and Disorders.Stages of Sleep. 4th ed. Part XIII,Cp.95. P.1679, 2008.
  3. 3.  Durante o sono os mamíferos ciclam em duas fases distintas: Sono REM e sono não-REM.  O sono não-REM sempre precede o sono REM.  Duração de cada ciclo dura em média 90 minutos.  As características fisiológicas de cada fase são dramaticamente diferentes.
  4. 4. Arquitetura do sono  Após 90 minutos de NREM (os 4 estágios), ocorre o primeiro REM. (1º ciclo)  Cerca de 5 a 6 ciclos de sono NREM-REM em uma noite de 8 horas de sono.
  5. 5.  SistemaCardiovascular: • PA e FC diminuem no sono NREM, aumentando na vigília e no sono REM.  Sistema Respiratório: • Perda do controle voluntário. • Decréscimo no padrão respiratório. • No sono REM, o padrão é irregular.  Sistema Digestório: • Diminuição da atividade.
  6. 6.  Sistema Endócrino: • GH atinge seu pico 90 minutos após início do sono (NREM) • Cortisol atinge o pico nas primeiras horas da manhã (4 a 8 horas), reduzindo ao longo do dia. Valor mínimo no início do sono.  Sistema Renal: • Fluxo de urina e excreção de eletrólitos são menores.  TemperaturaCorporal: • Reduz. Menores valores durante o sono NREM.
  7. 7.  Indivíduos indiferentes (78 a 82%): não têm horário preferencial para dormir ou acordar.  Indivíduos matutinos (10 a 12%): acordam espontaneamente bem cedo e preferem dor- mir mais cedo. Picos adiantados em relação aos indiferentes.  Indivíduos vespertinos (8 a 10%): tendem a acordar tarde e deitar tarde, preferindo realizar atividades à tarde e à noite. Picos atrasados em relação aos indiferentes.
  8. 8.  Média de sono da maioria da população: entre 6 horas e meia e 8 horas e meia.  Dormidor curto: precisa de no máximo 6 ho- ras e meia de sono.  Dormidor longo: precisa de no mínimo 8 ho- ras e meia de sono.
  9. 9.  Episódios recorrentes de obstrução parcial ou completa de vias aéreas superiores durante o sono, geralmente interrompidos por despertar.  A interrupção da ventilação resulta, em geral, em dessaturação e, ocasionalmente, em hipercapnia.
  10. 10.  Sonolência excessiva diurna  Fadiga  Sensação de sono não reparador  Irritabilidade  Dificuldades de concentração  Roncos  Episódios de apnéia noturna observado por terceiros.  Hipertensão arterial refratária  Cefaléia matinal  Disfunção erétil  Dificuldades de concentração
  11. 11.  1º passo: Investigar hábitos do sono (sonolência por privação do sono?)  2º passo: Não tratando-se de privação do sono. Aplicar a escala de sonolência de Epworth para avaliar se a sonolência é patológica.  > 10 pontos: sonolência excessiva.
  12. 12.  Obesidade  Circunferência cervical aumentada ▪ > 38 cm em mulheres ▪ > 43 cm em homens  Circunferência abdominal aumentada ▪ 85 cm em mulheres ▪ 95 cm em homens  Classificação de Mallampatti III e IV  Hipertrofia tonsilar III e IV (Brodsky)  Palato Ogival  Retrognatia
  13. 13.  POLISSONOGRAFIA
  14. 14.  Pelo número de episódios de hipopnéia e apnéia que ocorrem por hora. ▪ < 5/hora - normal ▪ 5 a 15/hora - leve ▪ 15 a 30/hora - moderada ▪ > 30/hora - grave  Pela ocorrência de quedas importantes nos níveis de saturação periférica de O2 durante os episódios.  Duração dos episódios de hipoxemia.  Duração dos episódios de apnéia.  Grau de fragmentação do sono.
  15. 15.  Comportamental – Higiene do sono  Clínico ▪ CPAP ▪ Aparelho intra-oral  Cirúrgico ▪ Traqueostomia ▪ Cirurgias de correção de vias aéreas superiores. ▪ Uvulopalatofaringoplastia ▪ Cirurgias ortognáticas
  16. 16.  Melhora em qualidade de vida e produtividade  Evitar os efeitos nocivos de hipoxemia prolongada (ex. HAP)  Redução de complicações neurocognitivas e Psicológicas.
  17. 17.  É o estudo eletrográfico do sono com vistas à avaliação de variáveis fisiológicas que podem estar comprometidas, nos vários distúrbios do sono.
  18. 18. Polissonógrafo
  19. 19.  Eletroencefalograma (EEG): • Registro da atividade elétrica cerebral.  Eletroculograma (EOG): • Registro dos movimentos oculares  Eletromiograma (EMG): • Registro do tônus muscular mentoniano. Componentes obrigatórios
  20. 20.  Movimentos dos membros inferiores  Fluxo aéreo nasal e bucal (temperatura)  Movimentos respiratórios (EMG intercostal)  Saturação de oxigênio  Eletrocardiograma  Outros Componentes opcionais

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