Uma VisãO Cristã Sobre Sexualidade

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Apresentação feita durante um seminário para adolescentes da Igreja Batista da Praia do Canto. Objetivo: diminuir os preconceitos já enraizados na igreja e desmistificar a homossexualidade.

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Uma VisãO Cristã Sobre Sexualidade

  1. 1. Uma visão cristã sobre HOMOSSEXUALIDADE Rafael Dias Flávia Martinelli
  2. 2. Pequeno Histórico <ul><li>1968 – Homossexualidade era considerada doença pelo DSM: Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais (e assim permaneceu até 1985) </li></ul><ul><li>27 de junho de 1969 – “ rebelião de Stonewall ” (Nova York) </li></ul><ul><li>Avanço dos direitos dos gays </li></ul>
  3. 3. As raízes da homossexualidade <ul><li>Existem duas teorias básicas: </li></ul><ul><li>Influência de “Modelos familiares” – hoje muito criticada por inúmeros profissionais (e defendida pela maioria cristã) </li></ul><ul><li>Influência da Genética – ainda com muitas pesquisas sendo feitas, com importantes descobertas </li></ul>
  4. 4. Influência dos Modelos Familiares <ul><li>Bebê no início da existência: mãe = bebê </li></ul><ul><li>Busca de uma identidade sexual: pai </li></ul><ul><li>Pai afirma seu filho (amor e carinho) </li></ul><ul><li>Filho deseja ser como o pai </li></ul>Fonte: Apostila Luz da Noite
  5. 5. Influência dos modelos familiares <ul><li>Falta da afirmação de sua masculinidade pela figura paterna </li></ul><ul><li>Identidade masculina do filho distorcida </li></ul><ul><li>Exemplos: </li></ul><ul><li>Falta da presença paterna </li></ul><ul><li>Pai que ridiculariza o filho </li></ul><ul><li>Pai alcoólatra, ausente, distante emocionalmente: filho não consegue se identificar com a imagem passada </li></ul>
  6. 6. <ul><li>Busca da masculinidade em outra pessoa; </li></ul><ul><li>Necessidade de afirmação (inicialmente emotiva e afetiva, depois sexual). </li></ul><ul><li>Outros fatores: </li></ul><ul><li>Mãe excessivamente dominante </li></ul><ul><li>Mãe que efemina o filho </li></ul>Influência dos modelos familiares
  7. 7. <ul><li>A menina já nasce com sua identidade anatômica “feminina” </li></ul><ul><li>Durante seu desenvolvimento, precisa da figura do pai para afirmar que essa identidade é positiva, algo bom </li></ul>Influência dos modelos familiares
  8. 8. <ul><li>Pai deve afirmar a filha em sua feminilidade (“princesinha”) </li></ul><ul><li>Tratamento da mãe pelo pai </li></ul><ul><li>Rompimento de laços afetivos com a mãe busca por uma figura materna </li></ul><ul><li>Abuso sexual trauma </li></ul>Influência dos modelos familiares
  9. 9. <ul><li>“ Culpar os pais pela orientação sexual dos filhos é saída simplista e preconceituosa” (Robert Epstein, professor de psicologia da Universidade da Califórnia em San Diego) </li></ul>Influência dos modelos familiares
  10. 10. Terapias reparatórias/reorientação <ul><li>Vários estudos sugerem que a eficácia dessas terapias é muito baixa (como o publicado em 2002 pelos psicólogos Ariel Shidlo e Michael Schroeder) </li></ul><ul><li>Por outro lado, a grande maioria dos indivíduos que deixaram de ser homossexuais passaram por algum tipo de terapia reparatória (de acordo com pesquisa de 2003, feita pelo psiquiatra Robert Spitzer do Inst. de Psiquiatria do Estado de NY) </li></ul>
  11. 11. Influência da Genética <ul><li>Duas questões: </li></ul><ul><li>Os genes de fato desempenham algum papel na determinação da orientação sexual? </li></ul><ul><li>Se essa hipótese for verdadeira, haveria apenas duas formas de expressá-la – homo e hétero – ou um continuum , uma variedade de possibilidades? </li></ul>
  12. 12. <ul><li>Quanto mais genes em comum com um parente homossexual </li></ul><ul><li>maior a probabilidade de a pessoa seguir a mesma orientação sexual </li></ul>Influência da genética Indício clássico de hereditariedade
  13. 13. <ul><li>“ A população não se divide em dois grupos discretos hetero e homossexuais. O mundo real é um continuum .” Alfred Kinsey, biólogo, num de seus relatórios publicado na década de 40 </li></ul>Influência da genética “ A orientação sexual tem distribuição contínua” Trecho de um documento recentemente assinado pela Academia Americana de Psiquiatria, pela Academia Americana de Pediatria e por mais oito organizações.
  14. 14. <ul><li>“ A influência genética sobre a sexualidade é similar ao processo que determina se a pessoa será destra ou canhota” </li></ul>Influência da genética Homossexual Heterossexual Meio determinante Canhoto Destro
  15. 15. Influência da genética <ul><li>Se as pessoas crescessem em uma cultura neutra do ponto de vista da orientação sexual, como as pessoas expressariam sua sexualidade? </li></ul>
  16. 16. Afinal, os gays têm escolha? <ul><li>Naturalmente, é possível responsabilizar-se pelos próprios atos </li></ul><ul><li>Desejos e fantasias podem ser reprimidos ou negados, mas administrá-los de forma pragmática e consciente é mais difícil </li></ul><ul><li>Apesar de algumas pessoas mudarem sua orientação sexual, a maioria não consegue fazê-lo – pelo menos não de modo confortável. </li></ul>Se você é destro, tente comer essa semana com a mão esquerda
  17. 17. Influência genética – o cérebro homossexual <ul><li>Mecanismos que atuam na vida intra-uterina e na puberdade determinam a sensibilidade aos feromônios e constituem a base biológica da preferência sexual </li></ul>
  18. 18. Influência genética – o cérebro homossexual <ul><li>Os hormônios masculinos AND e femininos EST estimulam regiões semelhantes em homens heterossexuais e mulheres homossexuais. O mesmo ocorre com homens homossexuais e mulheres heterossexuais. </li></ul>Homem homo + Mulher hetero Homem hetero + Mulher homo
  19. 19. O cérebro homossexual
  20. 20. Homossexualidade à luz da Palavra <ul><li>Levítico 20:13 </li></ul><ul><li>Quando também um homem se deitar com outro homem, como com mulher, ambos fizeram abominação; certamente morrerão; o seu sangue será sobre eles. </li></ul>
  21. 21. Homossexualidade à luz da Palavra <ul><li>1 Coríntios 6:9-11 </li></ul><ul><li>Não sabeis que os injustos não hão de herdar o reino de Deus? </li></ul><ul><li>Não erreis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados , nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o reino de Deus. </li></ul><ul><li>E é o que alguns têm sido; mas haveis sido lavados, mas haveis sido santificados, mas haveis sido justificados em nome do Senhor Jesus, e pelo Espírito do nosso Deus. </li></ul>
  22. 22. Amor à luz da Palavra <ul><li>Um novo mandamento vos dou: Que vos ameis uns aos outros; como eu vos amei a vós. Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros (João 13:34-35) </li></ul>Sexxxchurch na parada Gay de SP
  23. 23. Igrejas alternativas <ul><li>Aceitam os homossexuais e permitem que eles desenvolvam sua identidade sexual dentro da igreja </li></ul><ul><li>Foi uma alternativa que os homossexuais encontraram em face da rejeição da igreja </li></ul>
  24. 24. Igrejas alternativas <ul><li>ICM ( Igreja das Comunidades Metropolitanas ) </li></ul><ul><li>Mais de 60 mil membros, 329 igrejas ao redor do mundo </li></ul>Rev. Brent Hawkes, ICM de Toronto, Canadá
  25. 25. Igrejas Alternativas <ul><li>Comunidade Cristã Nova Esperança (sede em São Paulo) </li></ul><ul><li>“ Achar uma igreja inclusiva é muito difícil. A Nova Esperança é algo que veio despertar uma verdade que eu sempre busquei.” Marcelo, 29 anos. </li></ul>Pastores Luis Justino e Pastor Kim Ferreira
  26. 26. A história de Mel White <ul><li>Casado </li></ul><ul><li>Dois filhos </li></ul><ul><li>Lecionava no Seminário Fuller </li></ul><ul><li>Pastor da Igreja Evangélica da Aliança </li></ul><ul><li>Fazia filmes e escrevia best-sellers cristãos. </li></ul>“ Mel, gay ? Só se o papa fosse mulçumano.”
  27. 27. A história de Mel White <ul><li>Tentou reprimir esses desejos e, quando adulto, buscou fervorosamente uma “cura” </li></ul><ul><li>Jejum, oração, unção </li></ul><ul><li>Rituais de exorcismos protestantes e católicos </li></ul><ul><li>Terapias rígidas choques elétricos </li></ul><ul><li>Tratamentos químicos </li></ul><ul><li>Tentativa de suicídio </li></ul>
  28. 28. A história de Mel White <ul><li>Oscilava entre momentos de promiscuidade e fidelidade </li></ul><ul><li>Mel concluiu que tinha que escolher entre insanidade ou integridade : abraçou sua identidade gay </li></ul>
  29. 29. <ul><li>Philip Yancey teve que buscar pessoas que já vinham trabalhando com homossexuais, numa tentativa de encontrar o modo ideal de se relacionar com eles. Conclusão : </li></ul><ul><li>É possível nós não aprovarmos a homossexualidade, mas é importantíssimo entender e amar os homossexuais (admitindo que a orientação sexual está entranhada na pessoa e que é quase impossível modificá-la). E que o pecado deles não é maior do que o nosso. “Pois todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus” Rm3:23 </li></ul>A história de Mel White
  30. 30. Referências <ul><li>Maravilhosa Graça – Philip Yancey </li></ul><ul><li>Mente e cérebro – ano XIV, nº165, outubro, 2006 </li></ul><ul><li>Primeira Mão, jornal experimental de comunicação social, pág. 10 e 11 </li></ul>

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