Seminários em Fitopatologia II - Apresentador Jefferson Lucas de Araújo Silva

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Becktell, M. C., Daughtrey, M. L., and Fry, W. E. 2005. Epidemiology and management of petunia
and tomato late blight in the greenhouse. Plant Dis. 89:1000-1008.

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Seminários em Fitopatologia II - Apresentador Jefferson Lucas de Araújo Silva

  1. 1. Epidemiologia e manejo da requeima da Petúnia e do tomate em estufa. Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí. Curso de Agronomia Disciplina de Fitopatologia II Apresentador: Jefferson Lucas de A. Silva BECKTELL,M.C.,DAUGHTREY,M.L.,eFRY,W.E.2005.Epidemiologyandmanagementofpetuniaandtomatolateblightinthegreenhouse.PlantDis. 89:1000-1008. 1
  2. 2. 2
  3. 3. Introdução •PetúniasetomatessãosuscetíveisaPhytophthorainfestans,agentecausaldarequeima. •Ocorrênciadadoençanascultivares,aolongodosanos(Califórnia,1998;NovaYork,2000; EUA,2003;Maryland,2005). •Produçãodasculturasnaestufa. •Sistemadeirrigaçãoutilizadonaestufa. 3
  4. 4. Objetivo Osobjetivosdesteestudoforam:compararospapéisdepetúniasinfectadasetomateinfectadascomofontesdeinoculoparapetúniasoutomateemestufa; compararosefeitosdosistemadeirrigaçãoparanãomolharafolhagem,irrigaçãodirigidaàsuperfíciesobreaincidênciaderequeima;determinaraeficáciadeváriosfungicidas,controlebiológicos,eativadoresdedefesadaplantaparaasupressãodarequeimadepetúniaedotomatenaestufa. 4
  5. 5. 5
  6. 6. 6
  7. 7. 7
  8. 8. Material e Métodos Petúnias(Petúnia×hybridacv.BrancoLoucura)foramsemeadasemflats(25,4×50,8centímetros),contendooitopacotesdeseis;cadapacoteemúltimaanálisecontinhade12a30plantas,dependendodataxadegerminação. Tomate(Lycopersiconcvesculentum,Sunrise),foramsemeadasemflats(25,4×50,8centímetros),contendo24célulasindividuais;cadacélulacontinhaduasplantas.Assementesforamplantadasnaestufaemumamisturasemsolo(misturadeCornell)consistindode1:2:2(vol/vol)deperlite,turfa,evermiculitacom4kgdecalcáriodolomítico,0,33kgdenitrogênio(N)epotássio(K2O),e0,16kgdefosfato(P2O5)pormetrocúbicodemistura. Aluzsolarfoisuplementadacomlâmpadasdesódiodealtapressãode400Wemumaprogramaçãode12h/noitedia.Astemperaturasforammantidasentre25e30°C.,asplantasforamadubadasumavezouduasvezesporsemanacomfertilizantelíquidocontendode200a300ppmdenitrogênio. 8
  9. 9. Material e Métodos P.infestansforampreparadasapartirdoisoladoUS970001dosEUA-17linhagensforamutilizadasparatodasasinoculações;Oisoladofoioriginalmenteobtidoem1996apartirdetomatesnaFlórida,e,posteriormente,mantidosemacoleçãodeculturanaUniversidadedeCornellemmeiodeAgardecenteio. Osesporângiosforamlavadosapartirdaslesõesdarequeimaem100mldeáguadestiladaeaconcentraçãodeesporosdeterminadacomumhemacitômetro(médiadetrêsleituras)eajustadasconformenecessário.Esporângiossuspensõesforamincubadasa4°Cdurante1a2hparainduziraproduçãodezoósporos.Asplantasforaminoculadascomumpulverizadordemão. OsexperimentosforamconduzidosentreFevereiroeAbrilde2003, emumaestufadedimensões,7,3×15,2×4,9m(543m³), coberturadupladepolietilenoinfladocomarcondicionadoeumpisodeardósia. 9
  10. 10. Resultados e Discussões 10
  11. 11. Tabela 3. Efeito da planta fonte do inoculo na incidência da doença na estufa 11
  12. 12. Fig. 1. Esporângios lançado a partir de plantas de origem infectadas e deposição de esporos ao longo do efeito estufa quando petúnias infectadas (A e C) e tomates infectados (B e D) pela requeima foram utilizados como fontes de inoculo. A e B, cada ponto de dados representa uma estimativa do número total de esporângios em toda a área de estufa (543 m³) ao longo de uma epidemia e assume uma mistura homogênea de ar e esporângios em toda a estufa. C e D, cada ponto de dados representa o número total de esporângios recolhido em 7,6 ×2,5 centímetros localizados a várias distâncias da fonte de inoculo. 12
  13. 13. Tabela 5. Efeito da técnica de rega sobre a gravidade da doença na estufa 13
  14. 14. Tabela 1. Produtos e doses testadas para efeitos fitotóxicose supressão da requeima em petúnias e tomate em estufa 14
  15. 15. Fig4.Efeitodeumavariedadedefungicidas,antagonistasbio,eativadoresdedefesadaplantasobreagravidadedadoençadarequeimaempetúnias(A)etomate(B).Asbarrasdeerrorepresentamoerropadrãodetrêsquartosedoisensaiosreplicados(n=6).*=SignificativamentediferentedoscontrolesemP=0,05.DM/MZ=dimethomorph/mancozeb,FOS-Al=fosetil-Al,AZOX=azoxystrobin,GRT=alecrim/ óleogault�iadióxidoHD=hidrogênio,PBI=bicarbonatodepotássio,T22=Trichodermaharzianum, G41=Gliocladiumvirens,bsub=Bacillussubtilis,ASM=acibenzolar-S-metilo,Dppf=dipotassiumfosfonato/fosfato(foliar),DPPD=dipotassiumfosfonato/fosfato(rega),HRP=proteínaharpina,PGcontrole=polietilenoglicol,WC=águacontrole,UC=nãopulverizadocontrole. 15
  16. 16. Fig4.Efeitodeumavariedadedefungicidas,antagonistasbio,eativadoresdedefesadaplantasobreagravidadedadoençadarequeimaempetúnias(A)etomate(B).Asbarrasdeerrorepresentamoerropadrãodetrêsquartosedoisensaiosreplicados(n=6).*=SignificativamentediferentedoscontrolesemP=0,05.DM/MZ=dimethomorph/mancozeb,FOS-Al=fosetil-Al,AZOX=azoxystrobin,GRT=alecrim/ óleogault�iadióxidoHD=hidrogênio,PBI=bicarbonatodepotássio,T22=Trichodermaharzianum, G41=Gliocladiumvirens,bsub=Bacillussubtilis,ASM=acibenzolar-S-metilo,Dppf=dipotassiumfosfonato/fosfato(foliar),DPPD=dipotassiumfosfonato/fosfato(rega),HRP=proteínaharpina,PGcontrole=polietilenoglicol,WC=águacontrole,UC=nãopulverizadocontrole. 16
  17. 17. Conclusão Aspetúniasliberarammenosesporosdoqueostomatesinfectados,poisaáreadalesãoempetúniasédeapenas20%otamanhodalesãodos,etambémelasproduzemmenosesporângiosporlesãodoqueotomate. Aincidênciadadoençafoimaioremplantasqueestavamrecebendoirrigaçãosuperior,ehouvetambémumatendênciaamaiorseveridadedadoençaemplantasquesofreramsobrecargadarega.Emgeral,sistemadeirrigaçãocrioucondiçõesdeumidadelivreeumidaderelativamaior,oquefoimaispropícioparaodesenvolvimentodadoençadoquearegadirigidaàbasedaplanta. Odiferençadeumidaderelativacriadapelaasduastécnicasderegafoimaioremtomatesdoqueempetúnias.Noentanto,dadoadiferençanaestruturadodossel(tomatestêmumdosselabertoemcomparaçãocompetúnias),essadiferençanãoésurpreendente.Sistemadeirrigaçãoquemolhaafolhagemécomumenteempregadaparaplantasdepetúniaedetomate.Amodificaçãodetalmétododeregapodeserumaferramentaimportantenagestãodarequeimaemestufas,particularmenteparaosprodutoresmaispequenasqueutilizamregamão. 17
  18. 18. •1. Alexander, D., Goodman, R. M., Gutrella, M., Glascock, C., Weymann, K., Friedrich, L., Maddox, D., Ahlgoy, P., Luntz, T., Ward, E., andRyals, J. 1993. Increasedtoleranceto twooomycetepathogensin transgenictobaccoexpressingpathogenesis-relatedprotein-1a. Proc. Natl. Acad. Sci. U.S.A. 90:7327-7331. •2. Aylor, D. E., Fry, W. E., Mayton, H., andAndrade-Piedra, J. L. 2001. Quantifyingtherate ofrelease andescape ofPhytophthorainfestanssporangiafroma potatocanopy. Phytopathology91:1189-1196. •3. Baider, A., andCohen, Y.2003. SynergisticinteractionbetweenBABA andmancozebin controllingPhytophthorainfestansinpotatoand tomatoandPseudoperonosporacubensisincucumber. Phytoparasitica31:399-409. •4. Becktell, M. C. 2005. Thehost pathogeninteractionsandepidemiologicalimplicationsofthePetunia×hybrida, CalibrachoahybridusandNicotianabenthamiana-late blightsystems. Ph.D. thesis. Cornell University, Ithaca, NY. •5. Becktell, M. C., Daughtrey, M. L., andFry, W. E. Temperatureandleafwetnessrequirementsfor pathogenestablishment, incubationperiod, andsporulationofPhytophthorainfestansonPetunia×hybrida. PlantDis. In press. •6. Caten, C. E., andJinks, J. L. 1968. SpontaneousvariabilityofsingleisolatesofPhytophthorainfestansI. Cultural variation. Can. J. Bot. 46:329-348. •7. Cohen, Y. 1994. Local andsystemiccontrolofPhytophthorainfestansin tomatoplantsbyDL-3-amino-n-butanoicacids. Phytopathology84:55-59. •8. Cohen, Y., Gisi, U., andMosinger, E. 1991. Sstemic resistanceofpotatoplantsagainstPhytophthora infestansinducedbyunsaturatedfatty-acids. Physiol. Mol. PlantPathol. 38:255-263. •9. Cohen, Y., Gisi, U., andNiderman, T. 1993. Local andsystemicprotectionagainstPhytophthorainfestansinducedin potatoandtomatoplantsbyjasmonicacidandjasmonicmethyl ester. Phytopathology83:1054-1062. •10. Cohen, Y. R. 2002. β-aminobutyricacidinducedresistanceagainstplantpathogens. Plant Dis. 86:448-457. •11. Deahl, K. L., and Fravel, D. R. 2003. Occur rence of leaf blight on petunia caused by Phytophthora infe stansin Maryland. Plant Dis. 87:1004. •12. Friedrich, L., Lawton, K., Ruess, W., Masner, P., Specker, N., Rella, M. G., Meier, B., Dincher, S., Staub, T., Uknes, S., Metraux, J. P., Kessmann, H., and Ryals, J. 1996. A benzothiadiazole derivative induces systemic acquired resistance in tobacco. Plant J. 10:61-70. Literatura citada 18
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  20. 20. OBRIGADO 20

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