Apresentação Seminário de Fitopatologia II - Ana Flavia de Jesus Pinto

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Apresentação Seminário de Fitopatologia II - Ana Flavia de Jesus Pinto

  1. 1. Krell,R.K.,Perring,T.M.,Farrar,C.A.,Park,Y.-L.,andGispert,C.IntraplantsamplingofgrapevinesforPierce’sdiseasediagnosis.PlantDisease. 90:351357.2006. Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí. Curso de Agronomia Disciplina de Fitopatologia II IntraplantAmostragem de Vinhas por Diagnóstico Doença de Pierce Apresentadora: Ana Flávia de Jesus Pinto
  2. 2. 3 INTRODUÇÃO DoençadePierce(PD)devideiraéhabitantedoxilemaetemcomoagentecausal-Xylellafastidiosa. PDfoiconsideradoumproblemaocasionalconfirmadoanortedaCalifórniaatéofinaldadécadade1990pelaprimeiravez. Vetormaisencontradofoiatiradorvítreo-de-asa(HomalodiscacoagulataSay).
  3. 3. 4 INTRODUÇÃO Folha Sadia. Folha infectada com Xylellafastidiosa. Fonte:http://www.comciencia.br/reportagens/genoma/genoma5.htm.2014 Fonte:http://blogdobrazcubas.blogspot.com.br/2012/07/vinhos-de-bordeaux-e-suas-uvas- mais.html.2014.
  4. 4. 5 Fonte:http://auburn.edu/research/wp- content/uploads/2010/06/Infected_leaf_4colHead.jpg.2014. Fonte:http://cisr.ucr.edu/temeculagwss/wp- content/uploads/2012/09/PD.jpg,2014. INTRODUÇÃO Folhas de videira infectadas com Xylellafastidiosa.
  5. 5. 6 Ossintomasdadoença,taiscomofolhadenecrosemarginalclorose,palitosdefósforo. IdentificaçãodePDcombaseemsintomasvisuaispodemresultaremdoistiposdeerro. Fonte:http://wwwplb.ucdavis.edu/labs/rost/virtual%20grape%20dreamweaver/Pests%20and%20Diseses%20.htm,2014. INTRODUÇÃO
  6. 6. 7 OBJETIVO Opresenteestudotevetrêsobjetivos: (i)DescreverarelaçãoentreossintomasfoliaresDPeX. fastidiosacomdetecção; (ii)CompararamorfologiadavideiraX.fastidiosa-positivase– negativas; (iii)determinaralocalizaçãoidealembastõesdequeparatomarpecíoloamostrasparatestesdeX.fastidiosa;
  7. 7. 8 MATERIAIS E MÉTODOS 1.AMOSTRARECOLHAEDETECÇÃOBACTERIANA Fonte: http://genome.jgi-psf.org/xylfd/xylfd.home.html AmostrascoletadasemquatrovinhedosdaCalifórnia: Bakersfield,Mecca,TemeculaeThermal. Todasasvideirasforamamostradoslogoapósasuvaseramcolhida. TodososbastõesdeMecaeThermalforamexaminadosmedindoocomprimentodecadapecíolo,distânciainternodal,eonúmeroderamificaçãodecadanó.
  8. 8. 9 TestedeELISAfoiutilizadoparatodosostestesdediagnóstico. ParatodosX.fastidiosa-positivosebastões-negativas, cadapecíoloprincipaleratestadoseparadamente. Pecíolos foram maceradas em amostra malotes de extração (AgdiaInc.), com 1,5 ml de tampão de extração geral (AgdiaInc.). Placas de micro titulação foram incubadas durante cerca de 30 min e lidas a 492 nmnum leitor de placas. MATERIAIS E MÉTODOS
  9. 9. 10 RELAÇÃO ENTRE OS SINTOMAS FOLIARES PD E DETECÇÃO DE X. FASTIDIOSA UtilizouobjetivamenteaeficáciadadossintomasfoliaresparadiagnosticarPD. Aquantidadedeverdeáreafoliareáreatotaldecadafolhaforammedidoporfotografia. Verdefoidefinidacomovaloresdevermelho-verde- azul. SintomasfoliaresPDforaminterpretadocomumagamade0%verdeáreafoliar(maissintomático)para100%áreafoliarverde(assintomática). AnalisedeconfiabilidadedesintomasfoliaresparaodiagnósticodePD.
  10. 10. 11 COMPARAÇÃOMORFOLÓGICAENTREX.FASTIDIOSAPOSITIVOSENEGATIVOSBENGALA. NenhumforamcomparaçãoentreaX.fastidiosa-positivaebastõesdevideira-negativasporanálisedevariância(ANOVA)emultivariadaanálisedevariância(MANOVA) (PROCGLM;23).
  11. 11. 12 LOCALIZAÇÃO DE X. FASTIODIOSA-POSITIVOS E PECÍOLOS-NEGATIVAS EM BASTÕES. Cadanófoinumeradosequencialmente, sendo1onódemaisbasal. Nosforamcategorizados. FoirelacionadacomossintomasdeDPedetecçãodeX.fastidiosa,amédiaproporçãodeX.fastidiosapecíolos-positivafoiexaminadaporlocalizaçãodonó. Umsintomaíndicedeconfiabilidade(SRI)foicriadoparadeterminarsintomasdePD Aíndicefoicalculadocomo(GN-GP)/100paracadanó.
  12. 12. 13 Fig.1.PercentagemdeXylellafastidiosapecíolos-positivos(barraspretas)enegativos(barrascinza)corretamentediagnosticadodeX.fastidiosabastõespositivocombaseemquatroníveisdeáreafoliarverdeparaodiagnósticovisualdeumafolhapositivoounegativoA,Bakersfield,B,Meca,C,Temecula,eD,Thermal RESULTADOS
  13. 13. 14 Fig. 2. Porcentagem de Xylellafastidiosa pecíolos negativo de X. fastidiosa bastões negativo corretamente diagnosticada com base em quatro níveis de área foliar verde para diagnóstico visual de uma folha positivo ou negativo. O diagnóstico correto da doença de Pierce (PD) foi confirmado através de uma análise com imunoenzimático ensaio. A, Meca e B,Thermal. RESULTADOS
  14. 14. 15 Fig. 3. Probabilidade de detecção de Xylellafastidiosa de X. fastidiosa bastões positivo em A, Bakersfield, B, Meca, C, Temecula, e D, Thermaldiamantes mostram a probabilidade média de positivos em cada nó, a linha a tracejado representa o melhor ajuste dos dados, e as linhas contínuas representam confiança superior e inferior de 95% intervalos para a média. RESULTADOS
  15. 15. 16 Fig.4.Sintomaíndicedeconfiabilidade(SRI)pornóemA,Bakersfield,B,Meca,C,Temecula,eD, ThermalOSRIfoicalculadasubtraindoamédiapercentagemdeáreaverdedasfolhaspositivosdepercentagemmédiadeáreadoverdedasfolhasnegativosedividindopor100paraobterumvalorvariandode-1,0a1.0,-1.0,ondeindicaafiabilidadedossintomasmenos1,0eindicaamelhorfiabilidadedossintomasparadiagnosticaradoençadePierce.umasteriscoindicaqueovalornãopôdesercalculadoporquenãoháX.fastidiosapecíolos-negativoocorreunolocaldonó.
  16. 16. 17 CONCLUSÕES X.fastidiosaemvideirasfaznãosignifica,necessariamente, aplantavaidesenvolverPD. ÉpossívelqueoerronodiagnósticoPDpodeserreduzidacomautilizaçãodesensíveltécnicasdediagnóstico,taiscomoPCRoubacterianacultivo. PalitosdefósforofoiomelhorsintomadeconsiderarparaodiagnósticoPDvisual.
  17. 17. 18 OpróximopassoparamelhoraraamostragemPDserádesenvolverprogramasabrangentesdemonitoramentoPDemvinhas. OsresultadosserãoumaútilcomponentedeamostragemDPmodificadaprotocoloseminimizaráosdoistiposdeerrosereduziroscustosdeamostragem. CONCLUSÕES
  18. 18. 19 1.Bextine,B.R.,andMiller,T.A.2004.Comparisonofwhole-tissueandxylemfluidcollectiontechniquestodetectXylellafastidiosaingrapevineandoleander.PlantDis.88:600-604. 2.Blua,M.J.,andMorgan,D.J.W.2003.DispersionofHomalodiscacoagulata(Hemiptera: Cicadellidae),avectorofXylellafastidiosa,intovineyardsinSouthernCalifornia.J.Econ. Entomol.96:1369-1374. 3.Blua,M.J.,Phillips,P.A.,andRedak,R.A.1999.Anewsharpshooterthreatensbothcropsandornamentals.Calif.Agric.53:22-27. 4.Davis,M.J.,Purcell,A.H.,andThompson,S.V.1978.Pierce’sdiseaseofgrapevines:isolationofthecausalbacterium.Science199:75-77 5.Feil,H.,Feil,W.S.,andPurcell,A.H.2003.EffectsofdateofinoculationonthewithinplantmovementofXylellafastidiosaandpersistenceofPierce’sdiseasewithinfieldgrapevines. Phytopathology93:244-251. 6.Feil,H.,andPurcell,A.H.2001.TemperaturedependentgrowthandsurvivalofXylellafastidiosainvitroandinpottedgrapevines.PlantDis.85:1230-1234. 7.Flaherty,D.L.,Christensen,L.P.,Lanini,W.T.,Marois,J.J.,Phillips,P.A.,andWilson,L.T.,eds. 1992.GrapePestManagement,2nded.UniversityofCalifornia,DivisionofAgricultureandNaturalResources,Oakland. 8.Goodwin,P.H.,DeVay,J.E.,andMeredith,C.P.1988.PhysiologicalresponsesofVitisviniferacv. ChardonnaytoinfectionbythePierce’sdiseasebacterium.Physiol.Mol.PlantPathol.32:17-32. 9.Hashim,J.,Hill,B.L.,Kelly,M.,Shari,D.,andPurcell,A.H.2003.MonitoringandcontrolmeasuresforPierce’sdiseaseinKernCountyandepidemiologicalassessmentsofPierce’sdisease.Pages95-98in:Proc.Pierce’sDiseaseRes.Symp.Coronado,CA.M.A.Tariq,S.Oswalt,P.Blincoe,R. Spencer,L.Houser,A.Ba,andT.Esser,eds.CaliforniaDepartmentofFoodandAgriculture, Sacramento. LITERATURA CITADA
  19. 19. 20 10.Hewitt,W.B.,Frazier,N.W.,Freitag,J.H.,andWinkler,A.J.1949.Pierce’sdiseaseinvestigations. Hilgardia19:207-264. 11.Hopkins,D.L.1981.SeasonalconcentrationofthePierce’sdiseasebacteriumingrapevinestems, petioles,andleafveins.Phytopathology71:415-418. 12.Hopkins,D.L.,andPurcell,A.H.2002.Xylellafastidiosa:CauseofPierce’sdiseaseofgrapevineandotheremergentdiseases.PlantDis.86:1056-1066. 13.Krivanek,A.F.,Stevenson,J.F.,andWalker,M.A.2005.DevelopmentandcomparisonofsymptomindicesforquantifyinggrapevineresistancetoPierce’sdisease.Phytopathology95:36- 43. 14.Krivanek,A.F.,andWalker,M.A.2005.VitisresistancetoPierce’sdiseaseischaracterizedbydifferentialXylellafastidiosapopulationsinstemsandleaves.Phytopathology95:44-52. 15.Milholland,R.D.,Huang,P.Y.,Clayton,C.N.,andJones,R.K.1981.Pierce’sdiseaseonmuscadinegrapesinNorthCarolina.PlantDis.65:73-74. 16.Newman,K.L.,Almeida,R.P.P.,Purcell,A.H.,andLindow,S.E.2003.UseofagreenfluorescentstrainforanalysisofXylellafastidiosacolonizationofVitisvinifera.Appl.Environ.Microbiol. 69:7319-7327. 17.Park,Y.L.,Perring,T.M.,Krell,R.K.,Farrar,C.A.,andGispert,C.SpatialdistributionofPierce’sdiseaseintheCoachellaValley:implicationsforsampling.Am.J.Enol.Vitic.Inpress. 18.Perring,T.M.,Gispert,C.,Farrar,C.A.,andKrell,R.2003.EpidemiologyofPierce’sdiseaseintheCoachellaValley.Pages107-110in:Proc.Pierce’sDiseaseRes.Symp.Coronado,CA.M.A.Tariq,S. Oswalt,P.Blincoe,R.Spencer,L.Houser,A.Ba,andT.Esser,eds.CaliforniaDepartmentofFoodandAgriculture,Sacramento. LITERATURA CITADA
  20. 20. 21 19.Perring,T.M.,Gispert,C.,Farrar,C.A.,Krell,R.K.,andY.L.Park.2004.Area-wideepidemiologyofPierce’sdiseaseintheCoachellaValley.Pages43-46in:Proc.Pierce’sDiseaseRes.Symp.Coronado,CA. M.A.Tariq,S.Oswalt,P.Blincoe,A.Ba,T.Lorick,andT.Esser,eds.CaliforniaDepartmentofFoodandAgriculture,Sacramento. 20.Pierce,N.B.1882.TheCaliforniavinedisease.U.S.Div.Veg.Physiol.Pathol.Bull.No.2. 21.Raju,B.C.,andGoheen,A.C.1981.RelativesensitivityofselectedgrapevinecultivarstoPierce’sdiseasebacterialinoculations.Am.J.Enol.Vitic.32:155-158. 22.Rost,T.L.,Matthews,M.A.,andStevenson,J.2004.MechanismsofPierce’sdiseasetransmissioningrapevines:thexylempathwaysandmovementofXylellafastidiosa,progressreportnumbertwo:greenislandsandmatchsticks.Pages50-53in:Proc.Pierce’sDis.Res.Symp.Coronado,CA.M. A.Tariq,S.Oswalt,P.Blincoe,A.Ba,T.Lorick,andT.Esser,eds.CaliforniaDepartmentofFoodandAgriculture,Sacramento. 23.SASInstitute.1999.SASOnlineDoc,Version8,SASInstituteInc.,Cary,NC. 24.Schaad,N.W.,Opgenorth,D.,andGausch,P.2002.Real-timepolymerasechainreactionforone- houron-sitediagnosisofPierce’sdiseaseofgrapeinearlyseasonasymptomaticvines. Phytopathology92:721-728. 25.Sorensen,J.T.,andGill,R.J.1996.ArangeextensionofHomalodiscacoagulata(Say)(Hemiptera: Cylpeorrhyncha:Cicadellidae)toSouthernCalifornia.Pan-Pac.Entomol.72:160-161. 26.Stevenson,J.F.,Matthews,M.A.,Greve,L.C.,Labavich,J.M.,andRost,T.L.2004.GrapevinesusceptibilitytoPierce’sdiseaseII:progressionofanatomicalsymptoms.Am.J.Enol.Vitic.55:238- 245. LITERATURA CITADA
  21. 21. 22 27.Stevenson, J. F., Matthews, M. A., and Rost, T. L. 2005. The developmental anatomy of Pierce’s disease symptoms in grapevines: green islands and matchsticks. Plant Dis. 543-548. 28.Tyson, G. E., Stojanovic, B. J., Kuklinski, R. F., DiVittorio, T. J., and Sullivan, M. L. 1985. Scanning electron microscopy of Pierce’s disease bacterium in petiolarxylem of grape leaves. Phytopathology75:264-269. 29.Varela, L. G., Smith, R. J., and Phillips, P. A. 2001. Pierce’sDisease. Univ. Calif. Agric. Nat. Resour. Publ. No. 21600. 30.Young, D. A, Jr. 1958. A synopsis of the species of Homalodiscain the United States (Homoptera: Cicadellidae). Bull. Brooklyn Entomol. Soc. 53:7-13 LITERATURA CITADA
  22. 22. 23 OBRIGADO.

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