SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 26
Baixar para ler offline
Professor : Filipe Marinho
Turma: 10º D
Vila Real, 4 de Dezembro de 2014
A localização tectónica dos Açores tornam-no numa região geologicamente
ativa:
A expansão oceânica na DMO e no RT permitiu a construção destas ilhas,
por fenómenos de vulcanismo, que ainda se mantém ativo.
A interação entre as placas tectónicas Norte-americana, Euroasiática e
Africana, no seu ponto de junção, expressa-se sismicamente nos Açores
sendo possível inferir, no âmbito da tectónica global do planeta, aspetos
da evolução da dinâmica do planeta Terra.
O motor desta atividade vulcânica e
sísmica é a energia interna da geosfera.
Diversas idades radiométricas permitem fazer-se uma ideia razoável
da idade das ilhas.
–S. Miguel
Ilha Idade
Santa Maria 8,12 Ma
São Miguel 3,1 Ma
Terceira 0,9 Ma
Graciosa 0,62 Ma
São Jorge
0,45 Ma
Faial
0,4 Ma
Pico 0,25 Ma
Erupções
Explosivas
Erupções
efusivas
Erupção da Serreta
"(...) É a primeira vez, nos últimos 30
anos, que se observa um fenómeno
deste tipo no Atlântico, e esta será a 2ª
missão científica de sempre para o
estudo de uma erupção com estas
características (...)" (05-04-99, DN)
"(...) as pedras "ocas" que ascendem à
superfície, assemelham-se a pipocas a
estalar (...)" (07-04-99, Público)
"(...) Aquilo é uma coisa nunca vista,
dizem os pescadores (...)" (18-12-98,
DN)
"(...) cientistas regressaram ao último
vulcão dos Açores. Nunca, o modelo
eruptivo deste vulcão havia sido
observado, nem descrito na literatura
científica (...) (26-09-2002, Público)
Nos Açores encontram-se registos de erupções efusivas e explosivas,
num quadro regional complexo.
É o vulcão mais
recente e
estudado no
contexto dos
Açores, tendo
ocorrido alguns
episódios
vulcânicos curtos
nos últimos 5000
anos(dois
históricos),de
carácter explosivo.
Em 1630, uma erupção com formação de
escoadas piroclásticas terá morto 195 pessoas
na ilha.
Lagoa das Furnas –S. Miguel
O vulcão do Fogo, na
parte central, apresenta
uma caldeira com 3,25
km de diâmetro, com
um lago no seu centro.
A erupção de 1563, na
Lagoa do Fogo, foi
descrita por Gaspar
Frutuoso, um cronista do
século XVI, no seu livro
IV de “Saudades de
Terra”, que refere:
“Também se alevantou muito vento que trazia nos ares aquella cinza com que
cobrio toda a vila, ruas, praça e telhados; e então se acabou de despejar a dita
villa sem ficar pessoa nella, porque todos fugiram para diversas partes sem
esperança de nunca mais a tornar a povoar”
Gaspar Frutuoso
(1522-1591)
In: IV de “Saudades de Terra
Serrano Pinto (1998) considera que a
obra de Frutuoso, acima referenciada, é
“uma extraordinária contribuição para
a história da geologia e da
vulcanologia, em particular”.
Considerado como o primeiro
vulcanólogo português e do Mundo.
Estudos clássicos Estudos modernos Estudos recentes
• Gaspar Frutuoso
(1522-1591)
• Mouzinho de
Albuquerque &
Menezes (1826)
• Senna Freitas
(1845)
Darwin, 1836
• Afonso Chaves
(1908)
• José Agostinho
(1927)
• Mendonça Dias
(1947)
• Frederico
Machado
• V. H. Forjaz
• Zilda França
• Nicolau
Wallenstein
• João Carlos Nunes
Fernando Barriga
Erupção 1720
Em Dezembro de 1720,
uma erupção originou
uma ilha com 1,5 km de
comprimento e 250
metros de altitude, que
acabou por sofrer um
intenso processo de
erosão que culminou
com o seu
desaparecimento ao fim
de dois anos.
Erupção 1720
Importante campo fumarólico localizado no
Banco D. João de Castro, um monte
submarino implantado entre as ilhas
Terceira e São Miguel
Montes submarinos dos Açores é a designação dada ao
conjunto de picos submarinos, parte da Crista Média do
Atlântico, a que estão associados extensos campos de fontes
hidrotermais, existente nos fundos marinhos em torno do
arquipélago dos Açores.
"Campo Hidrotermal
Lucky Strike",
descoberto em
1992;
Campo Hidrotermal
Menez Gwen",
descoberto em
1994;
"Campo Hidrotermal
Rainbow",
descoberto em
1997;
"Campo Hidrotermal
Ewan", descoberto
em 2006;
"Campo Hidrotermal
Seapress",
descoberto em
2009;
"Campo Hidrotermal
Moytirra",
descoberto em 2011.
Campo Hidrotermal Saldanha
Em Julho de 1998
Primeiro cientista português a
estudar as fontes hidrotermais
submarinas
Professor Doutor
Fernando Barriga
Lagoa das Furnas –S. Miguel
Ocorrem manifestações secundárias nalgumas ilhas, expressas
quer como nascentes termais, quer como fumarolas e
emanações gasosas difusas em solos, nomeadamente nas ilhas
de São Miguel, Terceira, Graciosa, Faial, Pico e Flores.
É a mais alta montanha
de Portugal e a terceira
maior montanha que
emerge do Atlântico,
atingindo 2 351 metros
de altitude.
Professor : Filipe Marinho
Turma: 10º D
Vila Real, 4 de Dezembro de 2014
Lagoa das Furnas –S. Miguel
Localização do Arquipélago da Madeira entre as grandes unidades geológicas
da parte imersa da Placa Africana. A vermelho: a Crista Média do Atlântico e as
grandes falhas ativas.
Lagoa das Furnas –S. Miguel
O arquipélago da Madeira, que
compreende as ilhas da Madeira,
de Porto Santo, Selvagens e
Desertas, é de origem vulcânica.
A maioria das ilhas atlânticas e o
Arquipélago da Madeira em
particular, está intimamente
ligado à abertura do Atlântico,
processo que se iniciou há cerca
de 200 M.a.
“Pluma” quente, de longa duração,
originada a partir no Manto Superior.
Origem em
Vulcanismo extinto
As escoadas lávicas fluem
através de canais como os
que se observam, por
exemplo, no Paul da
Serra.
Cones vulcânicos como o da Sra.
da Piedade (Ilha da Madeira),
constituem formas de relevo
primário das regiões vulcânicas
Filão basáltico do Pico do
Areeiro, (Ilha da Madeira).
Disjunção prismática
em Marocos (Ilha da
Madeira)
Apesar de o vulcanismo primário estar inativo há
M.a., é possível encontrar testemunhos dessa
atividade no passado, nomeadamente, na
Extremadura (Lisboa, Mafra, Monsanto, Loures e
Odivelas), no Algarve, no Alentejo e em Trás os-
Montes
Localização dos pontos de
aproveitamento termal em
Portugal continental.
Em Portugal Continental
as termas existentes
resultam todas do
aquecimento de água
subterrânea (aquífero
termal), pelo calor
causado pelo gradiente
geotérmico.
Formação Prismática de Basalto
em Portela da Teira (Rio Maior).
Disjunção colunar em
rochas basálticas.
Local: Penedo de Lexim,
Mafra.

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Paisagens geológicas
Paisagens geológicasPaisagens geológicas
Paisagens geológicasCatir
 
O ciclo das rochas
O ciclo das rochasO ciclo das rochas
O ciclo das rochasCatir
 
Ppt 22 Caracteristicas Do Vulcanismo AçOriano
Ppt 22   Caracteristicas Do Vulcanismo AçOrianoPpt 22   Caracteristicas Do Vulcanismo AçOriano
Ppt 22 Caracteristicas Do Vulcanismo AçOrianoNuno Correia
 
Princípios básicos do raciocínio geológico
Princípios básicos do raciocínio geológicoPrincípios básicos do raciocínio geológico
Princípios básicos do raciocínio geológicomargaridabt
 
Geologia 10 vulcanismo
Geologia 10   vulcanismoGeologia 10   vulcanismo
Geologia 10 vulcanismoNuno Correia
 
A terra e os seus subsistemas em interação
A terra e os seus subsistemas em interaçãoA terra e os seus subsistemas em interação
A terra e os seus subsistemas em interaçãoMarília Pereira
 
Subsistemas Terrestres - Geologia 10º Ano
Subsistemas Terrestres - Geologia 10º AnoSubsistemas Terrestres - Geologia 10º Ano
Subsistemas Terrestres - Geologia 10º Ano_Nunomartins_
 
Rochas Metamórficas
Rochas MetamórficasRochas Metamórficas
Rochas MetamórficasTânia Reis
 
O tempo em geologia - datação relativa e absoluta
O tempo em geologia - datação relativa e absolutaO tempo em geologia - datação relativa e absoluta
O tempo em geologia - datação relativa e absolutaAna Castro
 
Resumos Biologia & Geologia (GEOLOGIA) 11º Ano
Resumos Biologia & Geologia (GEOLOGIA) 11º AnoResumos Biologia & Geologia (GEOLOGIA) 11º Ano
Resumos Biologia & Geologia (GEOLOGIA) 11º AnoVitor Perfeito
 
Exercícios de aplicação Geologia 10 ano
Exercícios de aplicação Geologia 10 anoExercícios de aplicação Geologia 10 ano
Exercícios de aplicação Geologia 10 anoCatir
 
Rochas sedimentares - minerais e formação
Rochas sedimentares  - minerais e formaçãoRochas sedimentares  - minerais e formação
Rochas sedimentares - minerais e formaçãoIsabel Lopes
 
Ciências naturais 7 deriva dos continentes
Ciências naturais 7   deriva dos continentesCiências naturais 7   deriva dos continentes
Ciências naturais 7 deriva dos continentesNuno Correia
 
Geo 13 ambientes sedimentares
Geo 13   ambientes sedimentaresGeo 13   ambientes sedimentares
Geo 13 ambientes sedimentaresNuno Correia
 

Mais procurados (20)

9 vulcanologia
9   vulcanologia9   vulcanologia
9 vulcanologia
 
Paisagens geológicas
Paisagens geológicasPaisagens geológicas
Paisagens geológicas
 
O ciclo das rochas
O ciclo das rochasO ciclo das rochas
O ciclo das rochas
 
Ppt 22 Caracteristicas Do Vulcanismo AçOriano
Ppt 22   Caracteristicas Do Vulcanismo AçOrianoPpt 22   Caracteristicas Do Vulcanismo AçOriano
Ppt 22 Caracteristicas Do Vulcanismo AçOriano
 
Princípios básicos do raciocínio geológico
Princípios básicos do raciocínio geológicoPrincípios básicos do raciocínio geológico
Princípios básicos do raciocínio geológico
 
Geologia 10 vulcanismo
Geologia 10   vulcanismoGeologia 10   vulcanismo
Geologia 10 vulcanismo
 
A terra e os seus subsistemas em interação
A terra e os seus subsistemas em interaçãoA terra e os seus subsistemas em interação
A terra e os seus subsistemas em interação
 
Subsistemas Terrestres - Geologia 10º Ano
Subsistemas Terrestres - Geologia 10º AnoSubsistemas Terrestres - Geologia 10º Ano
Subsistemas Terrestres - Geologia 10º Ano
 
Mobilismo Geológico
Mobilismo Geológico Mobilismo Geológico
Mobilismo Geológico
 
Rochas Metamórficas
Rochas MetamórficasRochas Metamórficas
Rochas Metamórficas
 
O tempo em geologia - datação relativa e absoluta
O tempo em geologia - datação relativa e absolutaO tempo em geologia - datação relativa e absoluta
O tempo em geologia - datação relativa e absoluta
 
8 sismologia
8   sismologia8   sismologia
8 sismologia
 
Resumos Biologia & Geologia (GEOLOGIA) 11º Ano
Resumos Biologia & Geologia (GEOLOGIA) 11º AnoResumos Biologia & Geologia (GEOLOGIA) 11º Ano
Resumos Biologia & Geologia (GEOLOGIA) 11º Ano
 
Exercícios de aplicação Geologia 10 ano
Exercícios de aplicação Geologia 10 anoExercícios de aplicação Geologia 10 ano
Exercícios de aplicação Geologia 10 ano
 
Sismologia
SismologiaSismologia
Sismologia
 
Rochas sedimentares - minerais e formação
Rochas sedimentares  - minerais e formaçãoRochas sedimentares  - minerais e formação
Rochas sedimentares - minerais e formação
 
Rochas sedimentares
Rochas sedimentaresRochas sedimentares
Rochas sedimentares
 
Ciências naturais 7 deriva dos continentes
Ciências naturais 7   deriva dos continentesCiências naturais 7   deriva dos continentes
Ciências naturais 7 deriva dos continentes
 
Sismos
SismosSismos
Sismos
 
Geo 13 ambientes sedimentares
Geo 13   ambientes sedimentaresGeo 13   ambientes sedimentares
Geo 13 ambientes sedimentares
 

Semelhante a Açores atividade vulcânica e sismos menos 40

Terramoto 1522
Terramoto 1522Terramoto 1522
Terramoto 1522aqmedeiros
 
Ficha de trabalho_ Visita Virtual ao Geopark Açores (Professor) (1).docx
Ficha de trabalho_ Visita Virtual ao Geopark Açores (Professor) (1).docxFicha de trabalho_ Visita Virtual ao Geopark Açores (Professor) (1).docx
Ficha de trabalho_ Visita Virtual ao Geopark Açores (Professor) (1).docxDinaBrtolo
 
Uma visita geo mad port
Uma visita geo mad portUma visita geo mad port
Uma visita geo mad portjuniortaro
 
MesozóIco
MesozóIcoMesozóIco
MesozóIcoCatir
 
Ppt 22 Caracteristicas Do Vulcanismo AçOriano
Ppt 22   Caracteristicas Do Vulcanismo AçOrianoPpt 22   Caracteristicas Do Vulcanismo AçOriano
Ppt 22 Caracteristicas Do Vulcanismo AçOrianoNuno Correia
 
A posição de Portugal
A posição de PortugalA posição de Portugal
A posição de PortugalIdalina Leite
 
Trabalho sobre Ilha Terceira
Trabalho sobre Ilha Terceira Trabalho sobre Ilha Terceira
Trabalho sobre Ilha Terceira margaridamtafonso
 
Powerpoint 7 Vulcanologia (MinimizaçãO Do Risco VulcâNico)
Powerpoint 7   Vulcanologia (MinimizaçãO Do Risco VulcâNico)Powerpoint 7   Vulcanologia (MinimizaçãO Do Risco VulcâNico)
Powerpoint 7 Vulcanologia (MinimizaçãO Do Risco VulcâNico)Nuno Correia
 
Erupã§ãµes vulcã¢nicas
Erupã§ãµes vulcã¢nicasErupã§ãµes vulcã¢nicas
Erupã§ãµes vulcã¢nicasXavier Santos
 
Geologia evoluçao da terra e fenomenos geologicos
Geologia evoluçao da terra e fenomenos geologicosGeologia evoluçao da terra e fenomenos geologicos
Geologia evoluçao da terra e fenomenos geologicosWander Junior
 
Continentes paisagens naturais
Continentes   paisagens naturaisContinentes   paisagens naturais
Continentes paisagens naturaisKaren Santos
 

Semelhante a Açores atividade vulcânica e sismos menos 40 (20)

Terramoto 1522
Terramoto 1522Terramoto 1522
Terramoto 1522
 
Joaograndao
JoaograndaoJoaograndao
Joaograndao
 
Ficha de trabalho_ Visita Virtual ao Geopark Açores (Professor) (1).docx
Ficha de trabalho_ Visita Virtual ao Geopark Açores (Professor) (1).docxFicha de trabalho_ Visita Virtual ao Geopark Açores (Professor) (1).docx
Ficha de trabalho_ Visita Virtual ao Geopark Açores (Professor) (1).docx
 
Uma visita geo mad port
Uma visita geo mad portUma visita geo mad port
Uma visita geo mad port
 
MesozóIco
MesozóIcoMesozóIco
MesozóIco
 
Ppt 22 Caracteristicas Do Vulcanismo AçOriano
Ppt 22   Caracteristicas Do Vulcanismo AçOrianoPpt 22   Caracteristicas Do Vulcanismo AçOriano
Ppt 22 Caracteristicas Do Vulcanismo AçOriano
 
A posição de Portugal
A posição de PortugalA posição de Portugal
A posição de Portugal
 
Vulcões
VulcõesVulcões
Vulcões
 
O Ceano.
O Ceano.O Ceano.
O Ceano.
 
Trabalho sobre Ilha Terceira
Trabalho sobre Ilha Terceira Trabalho sobre Ilha Terceira
Trabalho sobre Ilha Terceira
 
Sintra
SintraSintra
Sintra
 
Atividade vulcânica
Atividade vulcânicaAtividade vulcânica
Atividade vulcânica
 
Vulcanismo
VulcanismoVulcanismo
Vulcanismo
 
Unidade 3 temas 3 e 4
Unidade 3 temas 3 e 4Unidade 3 temas 3 e 4
Unidade 3 temas 3 e 4
 
Powerpoint 7 Vulcanologia (MinimizaçãO Do Risco VulcâNico)
Powerpoint 7   Vulcanologia (MinimizaçãO Do Risco VulcâNico)Powerpoint 7   Vulcanologia (MinimizaçãO Do Risco VulcâNico)
Powerpoint 7 Vulcanologia (MinimizaçãO Do Risco VulcâNico)
 
Tectônica global
Tectônica globalTectônica global
Tectônica global
 
Erupã§ãµes vulcã¢nicas
Erupã§ãµes vulcã¢nicasErupã§ãµes vulcã¢nicas
Erupã§ãµes vulcã¢nicas
 
Geologia evoluçao da terra e fenomenos geologicos
Geologia evoluçao da terra e fenomenos geologicosGeologia evoluçao da terra e fenomenos geologicos
Geologia evoluçao da terra e fenomenos geologicos
 
Ae vh madeira
Ae vh madeiraAe vh madeira
Ae vh madeira
 
Continentes paisagens naturais
Continentes   paisagens naturaisContinentes   paisagens naturais
Continentes paisagens naturais
 

Mais de Luís Filipe Marinho

Obtenção de matéria pelos seres heterotróficos
Obtenção de matéria pelos seres heterotróficosObtenção de matéria pelos seres heterotróficos
Obtenção de matéria pelos seres heterotróficosLuís Filipe Marinho
 
Ingestão, digestão e absorção (parte 2)
Ingestão, digestão e absorção (parte 2)Ingestão, digestão e absorção (parte 2)
Ingestão, digestão e absorção (parte 2)Luís Filipe Marinho
 
Transportes de materiais através da mambrana
Transportes de materiais através da mambranaTransportes de materiais através da mambrana
Transportes de materiais através da mambranaLuís Filipe Marinho
 
J1 gestão dos ecossitemas e desenvolvimento sustentável
J1   gestão dos ecossitemas e desenvolvimento sustentávelJ1   gestão dos ecossitemas e desenvolvimento sustentável
J1 gestão dos ecossitemas e desenvolvimento sustentávelLuís Filipe Marinho
 
I2 equilíbrio dinâmico e sustentabilidade da terra
I2   equilíbrio dinâmico e sustentabilidade da terraI2   equilíbrio dinâmico e sustentabilidade da terra
I2 equilíbrio dinâmico e sustentabilidade da terraLuís Filipe Marinho
 
Protocolo do trabalho prático - fatores abióticos luz e água
Protocolo do trabalho prático -  fatores abióticos luz e águaProtocolo do trabalho prático -  fatores abióticos luz e água
Protocolo do trabalho prático - fatores abióticos luz e águaLuís Filipe Marinho
 
Fatores abióticos - água e luz (continuação
Fatores abióticos - água e luz (continuaçãoFatores abióticos - água e luz (continuação
Fatores abióticos - água e luz (continuaçãoLuís Filipe Marinho
 
Aula 5 minimização dos riscos vulcanicos- previsão e prevenção
Aula 5  minimização dos riscos vulcanicos- previsão e prevençãoAula 5  minimização dos riscos vulcanicos- previsão e prevenção
Aula 5 minimização dos riscos vulcanicos- previsão e prevençãoLuís Filipe Marinho
 
Aula 3 tipos de erupções vulcãnicas
Aula 3  tipos de erupções vulcãnicasAula 3  tipos de erupções vulcãnicas
Aula 3 tipos de erupções vulcãnicasLuís Filipe Marinho
 
Ficha de trabalho - noções básicas vulcanologia
Ficha de trabalho - noções básicas vulcanologiaFicha de trabalho - noções básicas vulcanologia
Ficha de trabalho - noções básicas vulcanologiaLuís Filipe Marinho
 

Mais de Luís Filipe Marinho (20)

Obtenção de matéria pelos seres heterotróficos
Obtenção de matéria pelos seres heterotróficosObtenção de matéria pelos seres heterotróficos
Obtenção de matéria pelos seres heterotróficos
 
Ingestão, digestão e absorção (parte 2)
Ingestão, digestão e absorção (parte 2)Ingestão, digestão e absorção (parte 2)
Ingestão, digestão e absorção (parte 2)
 
Ingestão, digestão e absorção
Ingestão, digestão e absorçãoIngestão, digestão e absorção
Ingestão, digestão e absorção
 
Transportes de materiais através da mambrana
Transportes de materiais através da mambranaTransportes de materiais através da mambrana
Transportes de materiais através da mambrana
 
Membrana celular
Membrana celularMembrana celular
Membrana celular
 
Ficha 1 membrana plasmasmática
Ficha 1   membrana plasmasmáticaFicha 1   membrana plasmasmática
Ficha 1 membrana plasmasmática
 
J2 serviço dos ecossistemas
J2   serviço dos ecossistemasJ2   serviço dos ecossistemas
J2 serviço dos ecossistemas
 
J1 gestão dos ecossitemas e desenvolvimento sustentável
J1   gestão dos ecossitemas e desenvolvimento sustentávelJ1   gestão dos ecossitemas e desenvolvimento sustentável
J1 gestão dos ecossitemas e desenvolvimento sustentável
 
I2 equilíbrio dinâmico e sustentabilidade da terra
I2   equilíbrio dinâmico e sustentabilidade da terraI2   equilíbrio dinâmico e sustentabilidade da terra
I2 equilíbrio dinâmico e sustentabilidade da terra
 
I1 sucessões ecológicas
I1   sucessões ecológicasI1   sucessões ecológicas
I1 sucessões ecológicas
 
Protocolo do trabalho prático - fatores abióticos luz e água
Protocolo do trabalho prático -  fatores abióticos luz e águaProtocolo do trabalho prático -  fatores abióticos luz e água
Protocolo do trabalho prático - fatores abióticos luz e água
 
Fatores abióticos - solo e vento
Fatores abióticos - solo e ventoFatores abióticos - solo e vento
Fatores abióticos - solo e vento
 
Fatores abióticos - água e luz (continuação
Fatores abióticos - água e luz (continuaçãoFatores abióticos - água e luz (continuação
Fatores abióticos - água e luz (continuação
 
Fatores abióticos - água e luz
Fatores abióticos - água e luzFatores abióticos - água e luz
Fatores abióticos - água e luz
 
Ficha 5 medidas de minimização
Ficha 5   medidas de minimizaçãoFicha 5   medidas de minimização
Ficha 5 medidas de minimização
 
Aula 5 minimização dos riscos vulcanicos- previsão e prevenção
Aula 5  minimização dos riscos vulcanicos- previsão e prevençãoAula 5  minimização dos riscos vulcanicos- previsão e prevenção
Aula 5 minimização dos riscos vulcanicos- previsão e prevenção
 
Ficha 3 tipo de erupções
Ficha 3  tipo de erupçõesFicha 3  tipo de erupções
Ficha 3 tipo de erupções
 
Aula 3 tipos de erupções vulcãnicas
Aula 3  tipos de erupções vulcãnicasAula 3  tipos de erupções vulcãnicas
Aula 3 tipos de erupções vulcãnicas
 
Ficha de trabalho - noções básicas vulcanologia
Ficha de trabalho - noções básicas vulcanologiaFicha de trabalho - noções básicas vulcanologia
Ficha de trabalho - noções básicas vulcanologia
 
introdução ao vulcanismo
introdução ao vulcanismointrodução ao vulcanismo
introdução ao vulcanismo
 

Último

Gametogênese, formação dos gametas masculino e feminino
Gametogênese, formação dos gametas masculino e femininoGametogênese, formação dos gametas masculino e feminino
Gametogênese, formação dos gametas masculino e femininoCelianeOliveira8
 
PROPUESTA DE LOGO PARA EL DISTRITO DE MOCHUMI, LLENO DE HISTORIA 200 AÑOS DE ...
PROPUESTA DE LOGO PARA EL DISTRITO DE MOCHUMI, LLENO DE HISTORIA 200 AÑOS DE ...PROPUESTA DE LOGO PARA EL DISTRITO DE MOCHUMI, LLENO DE HISTORIA 200 AÑOS DE ...
PROPUESTA DE LOGO PARA EL DISTRITO DE MOCHUMI, LLENO DE HISTORIA 200 AÑOS DE ...MANUELJESUSVENTURASA
 
POETAS CONTEMPORANEOS_TEMATICAS_explicacao.pptx
POETAS CONTEMPORANEOS_TEMATICAS_explicacao.pptxPOETAS CONTEMPORANEOS_TEMATICAS_explicacao.pptx
POETAS CONTEMPORANEOS_TEMATICAS_explicacao.pptxJMTCS
 
A Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão Linguística
A Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão LinguísticaA Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão Linguística
A Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão LinguísticaFernanda Ledesma
 
Estudo Dirigido de Literatura / Primeira Série do E.M.
Estudo Dirigido de Literatura / Primeira Série do E.M.Estudo Dirigido de Literatura / Primeira Série do E.M.
Estudo Dirigido de Literatura / Primeira Série do E.M.Paula Meyer Piagentini
 
TIPOS DE DISCURSO - TUDO SALA DE AULA.pdf
TIPOS DE DISCURSO - TUDO SALA DE AULA.pdfTIPOS DE DISCURSO - TUDO SALA DE AULA.pdf
TIPOS DE DISCURSO - TUDO SALA DE AULA.pdfmarialuciadasilva17
 
Slides Lição 2, Betel, Ordenança para participar da Ceia do Senhor, 2Tr24.pptx
Slides Lição 2, Betel, Ordenança para participar da Ceia do Senhor, 2Tr24.pptxSlides Lição 2, Betel, Ordenança para participar da Ceia do Senhor, 2Tr24.pptx
Slides Lição 2, Betel, Ordenança para participar da Ceia do Senhor, 2Tr24.pptxLuizHenriquedeAlmeid6
 
Slides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptx
Slides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptxSlides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptx
Slides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptxLuizHenriquedeAlmeid6
 
Estudo Dirigido de Literatura / Terceira Série do E.M.
Estudo Dirigido de Literatura / Terceira Série do E.M.Estudo Dirigido de Literatura / Terceira Série do E.M.
Estudo Dirigido de Literatura / Terceira Série do E.M.Paula Meyer Piagentini
 
As teorias de Lamarck e Darwin. Evolução
As teorias de Lamarck e Darwin. EvoluçãoAs teorias de Lamarck e Darwin. Evolução
As teorias de Lamarck e Darwin. Evoluçãoprofleticiasantosbio
 
v19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbb
v19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbv19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbb
v19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbyasminlarissa371
 
NOVA ORDEM MUNDIAL - Conceitos básicos na NOM
NOVA ORDEM MUNDIAL - Conceitos básicos na NOMNOVA ORDEM MUNDIAL - Conceitos básicos na NOM
NOVA ORDEM MUNDIAL - Conceitos básicos na NOMHenrique Pontes
 
A alimentação na Idade Média era um mosaico de contrastes. Para a elite, banq...
A alimentação na Idade Média era um mosaico de contrastes. Para a elite, banq...A alimentação na Idade Média era um mosaico de contrastes. Para a elite, banq...
A alimentação na Idade Média era um mosaico de contrastes. Para a elite, banq...azulassessoria9
 
UM CURSO DE INFORMATICA BASICA PARA IDOSOS
UM CURSO DE INFORMATICA BASICA PARA IDOSOSUM CURSO DE INFORMATICA BASICA PARA IDOSOS
UM CURSO DE INFORMATICA BASICA PARA IDOSOSdjgsantos1981
 
Simulado com textos curtos e tirinhas spaece
Simulado com textos curtos e tirinhas spaeceSimulado com textos curtos e tirinhas spaece
Simulado com textos curtos e tirinhas spaeceRonisHolanda
 
A Unidade de Espiritualidade Eudista se une ao sentimiento de toda a igreja u...
A Unidade de Espiritualidade Eudista se une ao sentimiento de toda a igreja u...A Unidade de Espiritualidade Eudista se une ao sentimiento de toda a igreja u...
A Unidade de Espiritualidade Eudista se une ao sentimiento de toda a igreja u...Unidad de Espiritualidad Eudista
 
Baladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptx
Baladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptxBaladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptx
Baladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptxacaciocarmo1
 
Modernidade perspectiva sobre a África e América
Modernidade perspectiva sobre a África e AméricaModernidade perspectiva sobre a África e América
Modernidade perspectiva sobre a África e Américawilson778875
 
PARC 2024 Cadastro de estudante, turma e enturmação - BAHIA (2).pdf
PARC 2024 Cadastro de estudante, turma e enturmação - BAHIA (2).pdfPARC 2024 Cadastro de estudante, turma e enturmação - BAHIA (2).pdf
PARC 2024 Cadastro de estudante, turma e enturmação - BAHIA (2).pdfceajajacu
 
Minha Luta (Mein Kampf), A História do País que Lutou contra a União Soviétic...
Minha Luta (Mein Kampf), A História do País que Lutou contra a União Soviétic...Minha Luta (Mein Kampf), A História do País que Lutou contra a União Soviétic...
Minha Luta (Mein Kampf), A História do País que Lutou contra a União Soviétic...nexocan937
 

Último (20)

Gametogênese, formação dos gametas masculino e feminino
Gametogênese, formação dos gametas masculino e femininoGametogênese, formação dos gametas masculino e feminino
Gametogênese, formação dos gametas masculino e feminino
 
PROPUESTA DE LOGO PARA EL DISTRITO DE MOCHUMI, LLENO DE HISTORIA 200 AÑOS DE ...
PROPUESTA DE LOGO PARA EL DISTRITO DE MOCHUMI, LLENO DE HISTORIA 200 AÑOS DE ...PROPUESTA DE LOGO PARA EL DISTRITO DE MOCHUMI, LLENO DE HISTORIA 200 AÑOS DE ...
PROPUESTA DE LOGO PARA EL DISTRITO DE MOCHUMI, LLENO DE HISTORIA 200 AÑOS DE ...
 
POETAS CONTEMPORANEOS_TEMATICAS_explicacao.pptx
POETAS CONTEMPORANEOS_TEMATICAS_explicacao.pptxPOETAS CONTEMPORANEOS_TEMATICAS_explicacao.pptx
POETAS CONTEMPORANEOS_TEMATICAS_explicacao.pptx
 
A Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão Linguística
A Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão LinguísticaA Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão Linguística
A Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão Linguística
 
Estudo Dirigido de Literatura / Primeira Série do E.M.
Estudo Dirigido de Literatura / Primeira Série do E.M.Estudo Dirigido de Literatura / Primeira Série do E.M.
Estudo Dirigido de Literatura / Primeira Série do E.M.
 
TIPOS DE DISCURSO - TUDO SALA DE AULA.pdf
TIPOS DE DISCURSO - TUDO SALA DE AULA.pdfTIPOS DE DISCURSO - TUDO SALA DE AULA.pdf
TIPOS DE DISCURSO - TUDO SALA DE AULA.pdf
 
Slides Lição 2, Betel, Ordenança para participar da Ceia do Senhor, 2Tr24.pptx
Slides Lição 2, Betel, Ordenança para participar da Ceia do Senhor, 2Tr24.pptxSlides Lição 2, Betel, Ordenança para participar da Ceia do Senhor, 2Tr24.pptx
Slides Lição 2, Betel, Ordenança para participar da Ceia do Senhor, 2Tr24.pptx
 
Slides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptx
Slides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptxSlides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptx
Slides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptx
 
Estudo Dirigido de Literatura / Terceira Série do E.M.
Estudo Dirigido de Literatura / Terceira Série do E.M.Estudo Dirigido de Literatura / Terceira Série do E.M.
Estudo Dirigido de Literatura / Terceira Série do E.M.
 
As teorias de Lamarck e Darwin. Evolução
As teorias de Lamarck e Darwin. EvoluçãoAs teorias de Lamarck e Darwin. Evolução
As teorias de Lamarck e Darwin. Evolução
 
v19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbb
v19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbv19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbb
v19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbb
 
NOVA ORDEM MUNDIAL - Conceitos básicos na NOM
NOVA ORDEM MUNDIAL - Conceitos básicos na NOMNOVA ORDEM MUNDIAL - Conceitos básicos na NOM
NOVA ORDEM MUNDIAL - Conceitos básicos na NOM
 
A alimentação na Idade Média era um mosaico de contrastes. Para a elite, banq...
A alimentação na Idade Média era um mosaico de contrastes. Para a elite, banq...A alimentação na Idade Média era um mosaico de contrastes. Para a elite, banq...
A alimentação na Idade Média era um mosaico de contrastes. Para a elite, banq...
 
UM CURSO DE INFORMATICA BASICA PARA IDOSOS
UM CURSO DE INFORMATICA BASICA PARA IDOSOSUM CURSO DE INFORMATICA BASICA PARA IDOSOS
UM CURSO DE INFORMATICA BASICA PARA IDOSOS
 
Simulado com textos curtos e tirinhas spaece
Simulado com textos curtos e tirinhas spaeceSimulado com textos curtos e tirinhas spaece
Simulado com textos curtos e tirinhas spaece
 
A Unidade de Espiritualidade Eudista se une ao sentimiento de toda a igreja u...
A Unidade de Espiritualidade Eudista se une ao sentimiento de toda a igreja u...A Unidade de Espiritualidade Eudista se une ao sentimiento de toda a igreja u...
A Unidade de Espiritualidade Eudista se une ao sentimiento de toda a igreja u...
 
Baladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptx
Baladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptxBaladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptx
Baladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptx
 
Modernidade perspectiva sobre a África e América
Modernidade perspectiva sobre a África e AméricaModernidade perspectiva sobre a África e América
Modernidade perspectiva sobre a África e América
 
PARC 2024 Cadastro de estudante, turma e enturmação - BAHIA (2).pdf
PARC 2024 Cadastro de estudante, turma e enturmação - BAHIA (2).pdfPARC 2024 Cadastro de estudante, turma e enturmação - BAHIA (2).pdf
PARC 2024 Cadastro de estudante, turma e enturmação - BAHIA (2).pdf
 
Minha Luta (Mein Kampf), A História do País que Lutou contra a União Soviétic...
Minha Luta (Mein Kampf), A História do País que Lutou contra a União Soviétic...Minha Luta (Mein Kampf), A História do País que Lutou contra a União Soviétic...
Minha Luta (Mein Kampf), A História do País que Lutou contra a União Soviétic...
 

Açores atividade vulcânica e sismos menos 40

  • 1. Professor : Filipe Marinho Turma: 10º D Vila Real, 4 de Dezembro de 2014
  • 2.
  • 3. A localização tectónica dos Açores tornam-no numa região geologicamente ativa: A expansão oceânica na DMO e no RT permitiu a construção destas ilhas, por fenómenos de vulcanismo, que ainda se mantém ativo. A interação entre as placas tectónicas Norte-americana, Euroasiática e Africana, no seu ponto de junção, expressa-se sismicamente nos Açores sendo possível inferir, no âmbito da tectónica global do planeta, aspetos da evolução da dinâmica do planeta Terra. O motor desta atividade vulcânica e sísmica é a energia interna da geosfera.
  • 4. Diversas idades radiométricas permitem fazer-se uma ideia razoável da idade das ilhas. –S. Miguel Ilha Idade Santa Maria 8,12 Ma São Miguel 3,1 Ma Terceira 0,9 Ma Graciosa 0,62 Ma São Jorge 0,45 Ma Faial 0,4 Ma Pico 0,25 Ma
  • 6.
  • 7. Erupção da Serreta "(...) É a primeira vez, nos últimos 30 anos, que se observa um fenómeno deste tipo no Atlântico, e esta será a 2ª missão científica de sempre para o estudo de uma erupção com estas características (...)" (05-04-99, DN) "(...) as pedras "ocas" que ascendem à superfície, assemelham-se a pipocas a estalar (...)" (07-04-99, Público) "(...) Aquilo é uma coisa nunca vista, dizem os pescadores (...)" (18-12-98, DN) "(...) cientistas regressaram ao último vulcão dos Açores. Nunca, o modelo eruptivo deste vulcão havia sido observado, nem descrito na literatura científica (...) (26-09-2002, Público)
  • 8. Nos Açores encontram-se registos de erupções efusivas e explosivas, num quadro regional complexo.
  • 9.
  • 10.
  • 11. É o vulcão mais recente e estudado no contexto dos Açores, tendo ocorrido alguns episódios vulcânicos curtos nos últimos 5000 anos(dois históricos),de carácter explosivo. Em 1630, uma erupção com formação de escoadas piroclásticas terá morto 195 pessoas na ilha. Lagoa das Furnas –S. Miguel
  • 12. O vulcão do Fogo, na parte central, apresenta uma caldeira com 3,25 km de diâmetro, com um lago no seu centro. A erupção de 1563, na Lagoa do Fogo, foi descrita por Gaspar Frutuoso, um cronista do século XVI, no seu livro IV de “Saudades de Terra”, que refere:
  • 13. “Também se alevantou muito vento que trazia nos ares aquella cinza com que cobrio toda a vila, ruas, praça e telhados; e então se acabou de despejar a dita villa sem ficar pessoa nella, porque todos fugiram para diversas partes sem esperança de nunca mais a tornar a povoar” Gaspar Frutuoso (1522-1591) In: IV de “Saudades de Terra Serrano Pinto (1998) considera que a obra de Frutuoso, acima referenciada, é “uma extraordinária contribuição para a história da geologia e da vulcanologia, em particular”. Considerado como o primeiro vulcanólogo português e do Mundo.
  • 14. Estudos clássicos Estudos modernos Estudos recentes • Gaspar Frutuoso (1522-1591) • Mouzinho de Albuquerque & Menezes (1826) • Senna Freitas (1845) Darwin, 1836 • Afonso Chaves (1908) • José Agostinho (1927) • Mendonça Dias (1947) • Frederico Machado • V. H. Forjaz • Zilda França • Nicolau Wallenstein • João Carlos Nunes Fernando Barriga
  • 15. Erupção 1720 Em Dezembro de 1720, uma erupção originou uma ilha com 1,5 km de comprimento e 250 metros de altitude, que acabou por sofrer um intenso processo de erosão que culminou com o seu desaparecimento ao fim de dois anos.
  • 16. Erupção 1720 Importante campo fumarólico localizado no Banco D. João de Castro, um monte submarino implantado entre as ilhas Terceira e São Miguel
  • 17. Montes submarinos dos Açores é a designação dada ao conjunto de picos submarinos, parte da Crista Média do Atlântico, a que estão associados extensos campos de fontes hidrotermais, existente nos fundos marinhos em torno do arquipélago dos Açores. "Campo Hidrotermal Lucky Strike", descoberto em 1992; Campo Hidrotermal Menez Gwen", descoberto em 1994; "Campo Hidrotermal Rainbow", descoberto em 1997; "Campo Hidrotermal Ewan", descoberto em 2006; "Campo Hidrotermal Seapress", descoberto em 2009; "Campo Hidrotermal Moytirra", descoberto em 2011. Campo Hidrotermal Saldanha Em Julho de 1998 Primeiro cientista português a estudar as fontes hidrotermais submarinas Professor Doutor Fernando Barriga
  • 18. Lagoa das Furnas –S. Miguel Ocorrem manifestações secundárias nalgumas ilhas, expressas quer como nascentes termais, quer como fumarolas e emanações gasosas difusas em solos, nomeadamente nas ilhas de São Miguel, Terceira, Graciosa, Faial, Pico e Flores. É a mais alta montanha de Portugal e a terceira maior montanha que emerge do Atlântico, atingindo 2 351 metros de altitude.
  • 19. Professor : Filipe Marinho Turma: 10º D Vila Real, 4 de Dezembro de 2014
  • 20. Lagoa das Furnas –S. Miguel Localização do Arquipélago da Madeira entre as grandes unidades geológicas da parte imersa da Placa Africana. A vermelho: a Crista Média do Atlântico e as grandes falhas ativas.
  • 21. Lagoa das Furnas –S. Miguel O arquipélago da Madeira, que compreende as ilhas da Madeira, de Porto Santo, Selvagens e Desertas, é de origem vulcânica. A maioria das ilhas atlânticas e o Arquipélago da Madeira em particular, está intimamente ligado à abertura do Atlântico, processo que se iniciou há cerca de 200 M.a. “Pluma” quente, de longa duração, originada a partir no Manto Superior. Origem em Vulcanismo extinto
  • 22. As escoadas lávicas fluem através de canais como os que se observam, por exemplo, no Paul da Serra. Cones vulcânicos como o da Sra. da Piedade (Ilha da Madeira), constituem formas de relevo primário das regiões vulcânicas
  • 23. Filão basáltico do Pico do Areeiro, (Ilha da Madeira). Disjunção prismática em Marocos (Ilha da Madeira)
  • 24. Apesar de o vulcanismo primário estar inativo há M.a., é possível encontrar testemunhos dessa atividade no passado, nomeadamente, na Extremadura (Lisboa, Mafra, Monsanto, Loures e Odivelas), no Algarve, no Alentejo e em Trás os- Montes
  • 25. Localização dos pontos de aproveitamento termal em Portugal continental. Em Portugal Continental as termas existentes resultam todas do aquecimento de água subterrânea (aquífero termal), pelo calor causado pelo gradiente geotérmico.
  • 26. Formação Prismática de Basalto em Portela da Teira (Rio Maior). Disjunção colunar em rochas basálticas. Local: Penedo de Lexim, Mafra.

Notas do Editor

  1. Assim, existem registos de vinte e seis importantes erupções vulcânicas que ocorreram nas ilhas de S. Miguel, Terceira, S. Jorge, Pico, Faial e no mar entre elas. Destas vinte e seis erupções, doze foram subaéreas (São Miguel, Terceira, São Jorge, Pico e Faial), de natureza predominantemen-te efusiva. Contudo, há registo de erupções de natureza explosiva, nomeadamente as erupções subaéreas ocorridas na ilha de São Miguel, em 1439, nas Sete Cidades, em 1563, e as erupções de 1444 e de 1630, localizadas na Caldeira das Furnas.
  2. As últimas erupções importantes ocorridas nos Açores foram submarinas, nomeadamente, a erupção dos Capelinhos, em 1957/58, na extremidade ocidental da ilha do Faial. No dia 27 de Setembro de 1957, pelas 6:45 da madrugada, uma erupção vulcânica iniciou-se junto aos ilhéus dos Capelinhos, na Ilha do Faial – Arquipélago dos Açores, depois de 12 dias de abalos sísmicos. O fenómeno surgiu no mar, a 20-60 metros de profundidade, com a emissão de vapor de água e gases. Depois passou por várias fases subáereas e após treze meses, o vulcão adormeceu. No final da erupção, o cone principal tinha 160 metros de altura, o volume de materiais emitidos tinha sido de cerca de 174 milhões m3 e a ilha do Faial tinha crescido 2.4Km2. 
  3. A erupção do "Vulcão Oceânico da Serreta", entre 1998 e 2000, a cerca de 8,5 km para NW da Ponta da Serreta, ao largo da ilha Terceira.
  4. O arquipélago dos Açores está situado na confluência de três importantes placas litosférica- as placas Norte-Americana, Africana e Euro-Asiática. Este peculiar enquadramento geológico gerou um complexo sistema de estruturas tectónicas que afeta toda a região e quê se encontra na génese das ilhas.
  5. 0 rifte da Terceira, que passa pelas ilhas de São Miguel, Terceira e Graciosa, corresponde a uma região de expansão do fundo oceânico, embora de forma lenta, quando comparado com outros riftes- Rifte da Terceira está entre as mais lentas conhecida sem riftes ativos (daí a classificação de híper-lento) Os geólogos consideram que deverá ser responsável pelo vulcanismo em São Miguel, Terceira e Graciosa.
  6. S. Miguel iniciou a sua formação há 4,1 M.a. e foi sendo sucessivamente aumentada pelo material expelido em novas erupções. A actividade vulcânica mais recente encontra-se na parte Este da ilha (Sete Cidades e Picos).
  7. Uma vez que as observações a que procedeu e os respetivos textos consagrativos evidenciam um rigor e conhecimentos raros para tal época.
  8. Mouzinho fez uma completa descrição geológica de S. Miguel, ,Darwin quando embarcado no Beagle, visitou, sumariamente, a Terceira, no verão de 1836, tendo a oportunidade de se referir ao vulcanismo como expressão duma geografia atlântica. Afonso Chaves—militar--aperfeiçoamento da previsão do estado do tempo no continente europeu, e o início dos estudos de sismologia, geomagnetismo e vulcanismo no Atlântico nordeste José agostinho- militar e naturalista integrou diversas comissões internacionais nas áreas do geomagnetismo nos açores
  9. Muitas das erupções submarinas provocaram o aparecimento de ilhéus que após algumas décadas de erosão marinha desapareceram, enquanto outras permitiram acrescentar área a muitas das ilhas. Entre as ilhas de São Miguel e Terceira, é um vulcão submarino, cujo topo se localiza a 14 metros da superfície do oceano.
  10. Muitas das erupções submarinas provocaram o aparecimento de ilhéus que após algumas décadas de erosão marinha desapareceram, enquanto outras permitiram acrescentar área a muitas das ilhas. Entre as ilhas de São Miguel e Terceira, é um vulcão submarino, cujo topo se localiza a 14 metros da superfície do oceano.
  11. Em Julho de 1998 realizou-se a primeira expedição oceanográfica utilizando um submarino de grande profundidade, o Nautile, a bordo do navio oceanográfico Nadir, chefiada pelo cientista da universidade de Lisboa, o Professor Doutor Fernando Barriga.
  12. O Vulcão do Pico é muito recente (aproximadamente 750 mil anos de idade), entrando em atividade pela última vez no seu flanco sueste (São João) no século XVIII.
  13. As profundidades marinhas são representadas a – verde (0m - 2000m), azul (2000m - 4000m) e cinzento-escuro (superiores a 6000m). A Planície Abissal da Madeira, com profundidades da ordem dos 5000m, foi destacada a cinza.
  14. As escoadas lávicas fluem através de canais como os que se observam, por exemplo, no Paul da Serra. Estas estruturas reconhecem-se por apresentarem forte variação de espessuras do centro para as margens.
  15. Filão basáltico do Pico do Areeiro, fortemente fraturado e apresentando ligeira alteração com minerais argilosos de cores variadas nos planos de fracturação (Ilha da Madeira). Notar a definicao poligonal da base das colunas truncadas. A exigua alteracao que apresentam permite a instalacao de alguma vegetacao que lhes empresta magnificas tonalidades.