SlideShare uma empresa Scribd logo
INDÚSTRIA DO AÇO NO
FUTURO
Bryan Gileade Stuhler
“
”
A BOLSA DE METAIS DE LONDRES LANÇOU OS CONTRATOS FUTUROS
DE AÇO EM ABRIL DE 2008, PASSANDO A NEGOCIAR TARUGO COM O
EXTREMO ORIENTE E COM A REGIÃO DO MEDITERRÂNEO. ESTES
CONTRATOS FORAM FUNDIDOS EM UM ÚNICO CONTRATO GLOBAL DE
FUTUROS DE TARUGO EM JULHO DE 2010.
Bolsa Mercantil de Nova Iorque (NYMEX, em
inglês), divisão do CME Group, começou a
negociar futuros de bobina a quente em outubro
de 2008. O contrato é definido financeiramente
em relação a um preço publicado pelo mercado
do centro-oeste dos EUA.
ALGUNS ESCLARECIMENTOS SOBRE CONTRATOS FUTUROS DE
AÇO
APESAR DE EXISTIREM POUQUÍSSIMOS CONTRATOS
FUTUROS DE AÇO NO MERCADO HOJE, O COMÉRCIO POR
FUTUROS ESTÁ PRESENTE HÁ MUITO TEMPO E É USADO POR
MUITAS INDÚSTRIAS PARA GERENCIAR RISCO. A BOLSA DE
METAIS DE LONDRES (LME) AFIRMOU RECENTEMENTE QUE
INICIARÁ O PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DE
CONTRATOS FUTUROS DE AÇO
Contratos futuros são ferramentas para o
gerenciamento do risco financeiro que permitem às
companhias fazerem o hegde do preço do aço ao
concordar em comprar ou vender um volume
específico com entrega futura por um preço acordado
hoje.
OUTROS INFORMATIVOS SOBRE CONTRATOS FUTUROS DE AÇO
UMA VISÃO GERAL SOBRE O HEDGE DE PREÇO DO AÇO SOBRE O
BALCÃO - O QUÊ, COMO, QUEM E PORQUÊ? LEIA O PONTO DE
VISTA DA KOCH STEEL COMO UMA INCENTIVADORA DO MERCADO
DE AÇO SOBRE O BALCÃO.
QUAIS SÃO AS IMPLICAÇÕES A LONGO PRAZO PROVÁVEIS PARA
AS MATÉRIAS-PRIMAS DO AÇO? LEIA UMA REVISÃO DETALHADA
DOS EFEITOS DO COMÉRCIO DE FUTUROS DE AÇO SOBRE
MINÉRIO DE FERRO E SUCATA, ESCRITO POR NOSSO EDITOR DE
MATÉRIAS-PRIMAS HENRY COOKE.
A HISTÓRIA ESTÁ SE REPETINDO? LEIA UMA REVISÃO ESCRITA
POR JAY SIRDESHPANDE SOBRE A EXPERIÊNCIA DA INDÚSTRIA
DO ALUMÍNIO QUANDO INICIARAM COM FUTUROS.
O PRODUTO É ENTREGUE OU É APENAS TROCA DE PAPÉIS?
CONHEÇA A VISÃO DA SEMPRA METALS SOBRE COMO O
PROCEDIMENTO DA ENTREGA DE BOBINAS A QUENTE PODERIA
FUNCIONAR.
FOTOS SOBRE O AÇO
Peças de Aço
INSTITUTO AÇO BRASIL - 50 ANOS
0S 50 ANOS DO INSTITUTO AÇO BRASIL REFLETEM O
DESENVOLVIMENTO DA INDÚSTRIA BRASILEIRA DO AÇO. A
PRODUÇÃO SUBIU DE 2 PARA 31,6 MILHÕES DE TONELADAS DE AÇO
BRUTO, POSICIONANDO O BRASIL COMO 9º MAIOR PRODUTOR
MUNDIAL. DE LÁ PARA CÁ, O INSTITUTO AÇO BRASIL CRESCEU
JUNTO COM A INDÚSTRIA DO AÇO E A ECONOMIA DO PAÍS. AJUDOU
AS EMPRESAS BRASILEIRAS A FORTALECER PILARES
ECONÔMICO, SOCIAL E AMBIENTAL EM PROL DO SEU
DESENVOLVIMENTO E DA SOCIEDADE.
NA DÉCADA DE 70, O INSTITUTO E SEUS ASSOCIADOS REALIZARAM O
PRIMEIRO ESTUDO COMPLETO DO MERCADO BRASILEIRO DE
AÇO, ESTIMANDO A DEMANDA PARA OS ANOS SEGUINTES. NÚMEROS
QUE SE TORNARAM REFERÊNCIA PARA O PLANO SIDERÚRGICO
NACIONAL. NAQUELE PERÍODO, O INSTITUTO DEBATIA COM O
GOVERNO E AS INDÚSTRIAS INVESTIMENTOS PARA AMPLIAR A
CAPACIDADE DE PRODUÇÃO. ERA PRECISO SUBSTITUIR AS
IMPORTAÇÕES ATÉ ENTÃO RESPONSÁVEIS POR 40% DO MERCADO.
A DÉCADA DE 90 FOI MARCADA PELA PRIVATIZAÇÃO A COMEÇAR PELA COSINOR, USIMINAS, AÇOS FINOS
PIRATINI, CST, ACESITA, CSN, COSIPA E AÇOMINAS, EMPRESAS RESPONSÁVEIS POR QUASE 70% DA
PRODUÇÃO NACIONAL DA ÉPOCA. ESSE MOVIMENTO LEVOU O INSTITUTO A ENVOLVER-SE NAS
GRANDES QUESTÕES NACIONAIS LIGADAS À INDÚSTRIA DO AÇO, COMO OS MARCOS REGULATÓRIOS
DE PORTOS, FERROVIAS, OS ASSUNTOS AMBIENTAIS, TRIBUTÁRIOS, TRABALHISTAS, ALÉM DOS
ACORDOS DE COMÉRCIO EXTERIOR. OUTRO MARCO FOI A FUSÃO DA ASSOCIAÇÃO DAS SIDERÚRGICAS
PRIVADAS (ASP) AO INSTITUTO.
NOS ANOS 2000, O INSTITUTO ACOMPANHAVA A CONSOLIDAÇÃO DAS EMPRESAS E SEUS AUMENTOS DE
ESCALA. NESSE MOMENTO FOI INAUGURADO CENTRO BRASILEIRO DE CONSTRUÇÃO EM AÇO PARA
FOMENTAR O USO DO AÇO NA CONSTRUÇÃO CIVIL. 2009 FOI OUTRO GRANDE MARCO: O ENTÃO
INSTITUTO BRASILEIRO DE SIDERURGIA PASSOU A SER INSTITUTO AÇO BRASIL, TRAZENDO A FORÇA DO
AÇO PARA SEU NOME, RESSALTANDO SUA IMPORTÂNCIA NO DIA A DIA DAS PESSOAS E DESTACANDO A
CONTRIBUIÇÃO DO PRODUTO PARA O DESENVOLVIMENTO DO PAÍS. NO ANO SEGUINTE FOI CRIADO O
CENTRO DE COPRODUTOS AÇO BRASIL NA LINHA DE INVESTIMENTO EM DESENVOLVIMENTO AMBIENTAL
PARA ESTUDAR MAIS OPÇÕES DE DESTINAÇÃO DAS SOBRAS DO PROCESSO PRODUTIVO DO AÇO.
FIM
Blumenau, 22 de março de 2014
Aluno: Bryan Gileade Stuhler

Mais conteúdo relacionado

Destaque

Plano de Marketing para as Pequenas e Médias Empresas
Plano de Marketing para as Pequenas e Médias EmpresasPlano de Marketing para as Pequenas e Médias Empresas
Plano de Marketing para as Pequenas e Médias Empresas
Miguel Borges
 
Criação de novo produto - Prato Quente
Criação de novo produto - Prato QuenteCriação de novo produto - Prato Quente
Criação de novo produto - Prato Quente
Evelyn Oliveira
 
Marketing Lançamento de Produto
Marketing Lançamento de ProdutoMarketing Lançamento de Produto
Marketing Lançamento de Produto
Guilherme Vieira de Moraes
 
Plano De Marketing Modelo
Plano De Marketing ModeloPlano De Marketing Modelo
Plano De Marketing Modelo
Stevan Spiandorim
 
Apresentação - Projecto Final- Plano de Marketing
Apresentação - Projecto Final- Plano de MarketingApresentação - Projecto Final- Plano de Marketing
Apresentação - Projecto Final- Plano de Marketing
Mª Luisa Pires
 
Como Elaborar um Plano de Marketing
Como Elaborar um Plano de MarketingComo Elaborar um Plano de Marketing
Como Elaborar um Plano de Marketing
Deomari Fragoso
 
Apresentacao De Um Plano De Marketing
Apresentacao De Um Plano De MarketingApresentacao De Um Plano De Marketing
Apresentacao De Um Plano De Marketing
Cursos Profissionalizantes
 
Plano de Marketing Cacau Show (Chocolate Quente) 2010
Plano de Marketing  Cacau Show (Chocolate Quente) 2010Plano de Marketing  Cacau Show (Chocolate Quente) 2010
Plano de Marketing Cacau Show (Chocolate Quente) 2010
Léo Felipe Tobaldini Fröhlich
 
Plano de Marketing - passo a passo
Plano de Marketing - passo a passoPlano de Marketing - passo a passo
Plano de Marketing - passo a passo
Samantha Col Debella
 

Destaque (9)

Plano de Marketing para as Pequenas e Médias Empresas
Plano de Marketing para as Pequenas e Médias EmpresasPlano de Marketing para as Pequenas e Médias Empresas
Plano de Marketing para as Pequenas e Médias Empresas
 
Criação de novo produto - Prato Quente
Criação de novo produto - Prato QuenteCriação de novo produto - Prato Quente
Criação de novo produto - Prato Quente
 
Marketing Lançamento de Produto
Marketing Lançamento de ProdutoMarketing Lançamento de Produto
Marketing Lançamento de Produto
 
Plano De Marketing Modelo
Plano De Marketing ModeloPlano De Marketing Modelo
Plano De Marketing Modelo
 
Apresentação - Projecto Final- Plano de Marketing
Apresentação - Projecto Final- Plano de MarketingApresentação - Projecto Final- Plano de Marketing
Apresentação - Projecto Final- Plano de Marketing
 
Como Elaborar um Plano de Marketing
Como Elaborar um Plano de MarketingComo Elaborar um Plano de Marketing
Como Elaborar um Plano de Marketing
 
Apresentacao De Um Plano De Marketing
Apresentacao De Um Plano De MarketingApresentacao De Um Plano De Marketing
Apresentacao De Um Plano De Marketing
 
Plano de Marketing Cacau Show (Chocolate Quente) 2010
Plano de Marketing  Cacau Show (Chocolate Quente) 2010Plano de Marketing  Cacau Show (Chocolate Quente) 2010
Plano de Marketing Cacau Show (Chocolate Quente) 2010
 
Plano de Marketing - passo a passo
Plano de Marketing - passo a passoPlano de Marketing - passo a passo
Plano de Marketing - passo a passo
 

Semelhante a SENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Bryan Stühler

Pibid Quimica
Pibid QuimicaPibid Quimica
Pibid Quimica
PIBID QUÍMICA UFMS
 
Apresentação do Governo Federal: Marco Regulatório do Pré-sal
Apresentação do Governo Federal: Marco Regulatório do Pré-salApresentação do Governo Federal: Marco Regulatório do Pré-sal
Apresentação do Governo Federal: Marco Regulatório do Pré-sal
Aloizio Mercadante
 
Ed21marco08
Ed21marco08Ed21marco08
Ed21marco08
Rafael Mermejo
 
Organizações Reguladoras dos Principais Países Produtores de Petróleo e Gás N...
Organizações Reguladoras dos Principais Países Produtores de Petróleo e Gás N...Organizações Reguladoras dos Principais Países Produtores de Petróleo e Gás N...
Organizações Reguladoras dos Principais Países Produtores de Petróleo e Gás N...
Junior Ozono
 
Macae Offshore - Pre Sal
Macae Offshore - Pre SalMacae Offshore - Pre Sal
Conceitos sms
Conceitos smsConceitos sms
Conceitos sms
Paulo H Bueno
 
Ed27setembro08
Ed27setembro08Ed27setembro08
Ed27setembro08
Rafael Mermejo
 

Semelhante a SENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Bryan Stühler (7)

Pibid Quimica
Pibid QuimicaPibid Quimica
Pibid Quimica
 
Apresentação do Governo Federal: Marco Regulatório do Pré-sal
Apresentação do Governo Federal: Marco Regulatório do Pré-salApresentação do Governo Federal: Marco Regulatório do Pré-sal
Apresentação do Governo Federal: Marco Regulatório do Pré-sal
 
Ed21marco08
Ed21marco08Ed21marco08
Ed21marco08
 
Organizações Reguladoras dos Principais Países Produtores de Petróleo e Gás N...
Organizações Reguladoras dos Principais Países Produtores de Petróleo e Gás N...Organizações Reguladoras dos Principais Países Produtores de Petróleo e Gás N...
Organizações Reguladoras dos Principais Países Produtores de Petróleo e Gás N...
 
Macae Offshore - Pre Sal
Macae Offshore - Pre SalMacae Offshore - Pre Sal
Macae Offshore - Pre Sal
 
Conceitos sms
Conceitos smsConceitos sms
Conceitos sms
 
Ed27setembro08
Ed27setembro08Ed27setembro08
Ed27setembro08
 

Mais de FIESC

Relatório da jornada inovação e competitividade da indústria catarinense 2015
Relatório da jornada inovação e competitividade da indústria catarinense 2015Relatório da jornada inovação e competitividade da indústria catarinense 2015
Relatório da jornada inovação e competitividade da indústria catarinense 2015
FIESC
 
Relatório Campanha 65 anos
Relatório Campanha 65 anosRelatório Campanha 65 anos
Relatório Campanha 65 anos
FIESC
 
SENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Daniela Manfroi
SENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Daniela ManfroiSENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Daniela Manfroi
SENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Daniela Manfroi
FIESC
 
SENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Julia Romero Schardosin Bassegio
SENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Julia Romero Schardosin BassegioSENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Julia Romero Schardosin Bassegio
SENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Julia Romero Schardosin Bassegio
FIESC
 
SENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Cláudia Wiltgen
SENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Cláudia WiltgenSENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Cláudia Wiltgen
SENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Cláudia Wiltgen
FIESC
 
SENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Eduardo Brum
SENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Eduardo BrumSENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Eduardo Brum
SENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Eduardo Brum
FIESC
 
SENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Carlos Gabriel Campo
SENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Carlos Gabriel CampoSENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Carlos Gabriel Campo
SENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Carlos Gabriel Campo
FIESC
 
SENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Gláucia Freiberger
SENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Gláucia FreibergerSENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Gláucia Freiberger
SENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Gláucia Freiberger
FIESC
 
SENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Marcos Dos Santos Lima
SENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Marcos Dos Santos LimaSENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Marcos Dos Santos Lima
SENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Marcos Dos Santos Lima
FIESC
 
SENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Davi Nícolas Rodrigues Martins
SENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Davi Nícolas Rodrigues MartinsSENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Davi Nícolas Rodrigues Martins
SENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Davi Nícolas Rodrigues Martins
FIESC
 
SENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Andressa Samara Sostisso
SENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Andressa Samara SostissoSENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Andressa Samara Sostisso
SENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Andressa Samara Sostisso
FIESC
 
SENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Maurício De Souza
SENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Maurício De SouzaSENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Maurício De Souza
SENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Maurício De Souza
FIESC
 
SENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Sérgio Cordeiro Righi
SENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Sérgio Cordeiro RighiSENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Sérgio Cordeiro Righi
SENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Sérgio Cordeiro RighiFIESC
 
SENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Julia Pereira
SENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Julia PereiraSENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Julia Pereira
SENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Julia Pereira
FIESC
 
SENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Tamili Martins Schneider
SENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Tamili Martins SchneiderSENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Tamili Martins Schneider
SENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Tamili Martins Schneider
FIESC
 
SENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Ana Paula Golunski
SENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Ana Paula GolunskiSENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Ana Paula Golunski
SENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Ana Paula Golunski
FIESC
 
SENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Pedro Ernesto Freita Boeira
SENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Pedro Ernesto Freita BoeiraSENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Pedro Ernesto Freita Boeira
SENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Pedro Ernesto Freita Boeira
FIESC
 
SENAI
SENAISENAI
SENAI
FIESC
 
SENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Natália Parente De Melo
SENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Natália Parente De MeloSENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Natália Parente De Melo
SENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Natália Parente De Melo
FIESC
 
SENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Hellen Fischer
SENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Hellen FischerSENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Hellen Fischer
SENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Hellen Fischer
FIESC
 

Mais de FIESC (20)

Relatório da jornada inovação e competitividade da indústria catarinense 2015
Relatório da jornada inovação e competitividade da indústria catarinense 2015Relatório da jornada inovação e competitividade da indústria catarinense 2015
Relatório da jornada inovação e competitividade da indústria catarinense 2015
 
Relatório Campanha 65 anos
Relatório Campanha 65 anosRelatório Campanha 65 anos
Relatório Campanha 65 anos
 
SENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Daniela Manfroi
SENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Daniela ManfroiSENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Daniela Manfroi
SENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Daniela Manfroi
 
SENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Julia Romero Schardosin Bassegio
SENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Julia Romero Schardosin BassegioSENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Julia Romero Schardosin Bassegio
SENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Julia Romero Schardosin Bassegio
 
SENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Cláudia Wiltgen
SENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Cláudia WiltgenSENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Cláudia Wiltgen
SENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Cláudia Wiltgen
 
SENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Eduardo Brum
SENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Eduardo BrumSENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Eduardo Brum
SENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Eduardo Brum
 
SENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Carlos Gabriel Campo
SENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Carlos Gabriel CampoSENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Carlos Gabriel Campo
SENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Carlos Gabriel Campo
 
SENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Gláucia Freiberger
SENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Gláucia FreibergerSENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Gláucia Freiberger
SENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Gláucia Freiberger
 
SENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Marcos Dos Santos Lima
SENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Marcos Dos Santos LimaSENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Marcos Dos Santos Lima
SENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Marcos Dos Santos Lima
 
SENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Davi Nícolas Rodrigues Martins
SENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Davi Nícolas Rodrigues MartinsSENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Davi Nícolas Rodrigues Martins
SENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Davi Nícolas Rodrigues Martins
 
SENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Andressa Samara Sostisso
SENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Andressa Samara SostissoSENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Andressa Samara Sostisso
SENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Andressa Samara Sostisso
 
SENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Maurício De Souza
SENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Maurício De SouzaSENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Maurício De Souza
SENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Maurício De Souza
 
SENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Sérgio Cordeiro Righi
SENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Sérgio Cordeiro RighiSENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Sérgio Cordeiro Righi
SENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Sérgio Cordeiro Righi
 
SENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Julia Pereira
SENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Julia PereiraSENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Julia Pereira
SENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Julia Pereira
 
SENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Tamili Martins Schneider
SENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Tamili Martins SchneiderSENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Tamili Martins Schneider
SENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Tamili Martins Schneider
 
SENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Ana Paula Golunski
SENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Ana Paula GolunskiSENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Ana Paula Golunski
SENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Ana Paula Golunski
 
SENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Pedro Ernesto Freita Boeira
SENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Pedro Ernesto Freita BoeiraSENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Pedro Ernesto Freita Boeira
SENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Pedro Ernesto Freita Boeira
 
SENAI
SENAISENAI
SENAI
 
SENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Natália Parente De Melo
SENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Natália Parente De MeloSENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Natália Parente De Melo
SENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Natália Parente De Melo
 
SENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Hellen Fischer
SENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Hellen FischerSENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Hellen Fischer
SENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Hellen Fischer
 

SENAI 60 anos - Futuro da Indústria por Bryan Stühler

  • 1. INDÚSTRIA DO AÇO NO FUTURO Bryan Gileade Stuhler
  • 2. “ ” A BOLSA DE METAIS DE LONDRES LANÇOU OS CONTRATOS FUTUROS DE AÇO EM ABRIL DE 2008, PASSANDO A NEGOCIAR TARUGO COM O EXTREMO ORIENTE E COM A REGIÃO DO MEDITERRÂNEO. ESTES CONTRATOS FORAM FUNDIDOS EM UM ÚNICO CONTRATO GLOBAL DE FUTUROS DE TARUGO EM JULHO DE 2010. Bolsa Mercantil de Nova Iorque (NYMEX, em inglês), divisão do CME Group, começou a negociar futuros de bobina a quente em outubro de 2008. O contrato é definido financeiramente em relação a um preço publicado pelo mercado do centro-oeste dos EUA.
  • 3. ALGUNS ESCLARECIMENTOS SOBRE CONTRATOS FUTUROS DE AÇO APESAR DE EXISTIREM POUQUÍSSIMOS CONTRATOS FUTUROS DE AÇO NO MERCADO HOJE, O COMÉRCIO POR FUTUROS ESTÁ PRESENTE HÁ MUITO TEMPO E É USADO POR MUITAS INDÚSTRIAS PARA GERENCIAR RISCO. A BOLSA DE METAIS DE LONDRES (LME) AFIRMOU RECENTEMENTE QUE INICIARÁ O PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DE CONTRATOS FUTUROS DE AÇO Contratos futuros são ferramentas para o gerenciamento do risco financeiro que permitem às companhias fazerem o hegde do preço do aço ao concordar em comprar ou vender um volume específico com entrega futura por um preço acordado hoje.
  • 4. OUTROS INFORMATIVOS SOBRE CONTRATOS FUTUROS DE AÇO UMA VISÃO GERAL SOBRE O HEDGE DE PREÇO DO AÇO SOBRE O BALCÃO - O QUÊ, COMO, QUEM E PORQUÊ? LEIA O PONTO DE VISTA DA KOCH STEEL COMO UMA INCENTIVADORA DO MERCADO DE AÇO SOBRE O BALCÃO. QUAIS SÃO AS IMPLICAÇÕES A LONGO PRAZO PROVÁVEIS PARA AS MATÉRIAS-PRIMAS DO AÇO? LEIA UMA REVISÃO DETALHADA DOS EFEITOS DO COMÉRCIO DE FUTUROS DE AÇO SOBRE MINÉRIO DE FERRO E SUCATA, ESCRITO POR NOSSO EDITOR DE MATÉRIAS-PRIMAS HENRY COOKE. A HISTÓRIA ESTÁ SE REPETINDO? LEIA UMA REVISÃO ESCRITA POR JAY SIRDESHPANDE SOBRE A EXPERIÊNCIA DA INDÚSTRIA DO ALUMÍNIO QUANDO INICIARAM COM FUTUROS. O PRODUTO É ENTREGUE OU É APENAS TROCA DE PAPÉIS? CONHEÇA A VISÃO DA SEMPRA METALS SOBRE COMO O PROCEDIMENTO DA ENTREGA DE BOBINAS A QUENTE PODERIA FUNCIONAR.
  • 5. FOTOS SOBRE O AÇO Peças de Aço
  • 6. INSTITUTO AÇO BRASIL - 50 ANOS 0S 50 ANOS DO INSTITUTO AÇO BRASIL REFLETEM O DESENVOLVIMENTO DA INDÚSTRIA BRASILEIRA DO AÇO. A PRODUÇÃO SUBIU DE 2 PARA 31,6 MILHÕES DE TONELADAS DE AÇO BRUTO, POSICIONANDO O BRASIL COMO 9º MAIOR PRODUTOR MUNDIAL. DE LÁ PARA CÁ, O INSTITUTO AÇO BRASIL CRESCEU JUNTO COM A INDÚSTRIA DO AÇO E A ECONOMIA DO PAÍS. AJUDOU AS EMPRESAS BRASILEIRAS A FORTALECER PILARES ECONÔMICO, SOCIAL E AMBIENTAL EM PROL DO SEU DESENVOLVIMENTO E DA SOCIEDADE. NA DÉCADA DE 70, O INSTITUTO E SEUS ASSOCIADOS REALIZARAM O PRIMEIRO ESTUDO COMPLETO DO MERCADO BRASILEIRO DE AÇO, ESTIMANDO A DEMANDA PARA OS ANOS SEGUINTES. NÚMEROS QUE SE TORNARAM REFERÊNCIA PARA O PLANO SIDERÚRGICO NACIONAL. NAQUELE PERÍODO, O INSTITUTO DEBATIA COM O GOVERNO E AS INDÚSTRIAS INVESTIMENTOS PARA AMPLIAR A CAPACIDADE DE PRODUÇÃO. ERA PRECISO SUBSTITUIR AS IMPORTAÇÕES ATÉ ENTÃO RESPONSÁVEIS POR 40% DO MERCADO.
  • 7. A DÉCADA DE 90 FOI MARCADA PELA PRIVATIZAÇÃO A COMEÇAR PELA COSINOR, USIMINAS, AÇOS FINOS PIRATINI, CST, ACESITA, CSN, COSIPA E AÇOMINAS, EMPRESAS RESPONSÁVEIS POR QUASE 70% DA PRODUÇÃO NACIONAL DA ÉPOCA. ESSE MOVIMENTO LEVOU O INSTITUTO A ENVOLVER-SE NAS GRANDES QUESTÕES NACIONAIS LIGADAS À INDÚSTRIA DO AÇO, COMO OS MARCOS REGULATÓRIOS DE PORTOS, FERROVIAS, OS ASSUNTOS AMBIENTAIS, TRIBUTÁRIOS, TRABALHISTAS, ALÉM DOS ACORDOS DE COMÉRCIO EXTERIOR. OUTRO MARCO FOI A FUSÃO DA ASSOCIAÇÃO DAS SIDERÚRGICAS PRIVADAS (ASP) AO INSTITUTO. NOS ANOS 2000, O INSTITUTO ACOMPANHAVA A CONSOLIDAÇÃO DAS EMPRESAS E SEUS AUMENTOS DE ESCALA. NESSE MOMENTO FOI INAUGURADO CENTRO BRASILEIRO DE CONSTRUÇÃO EM AÇO PARA FOMENTAR O USO DO AÇO NA CONSTRUÇÃO CIVIL. 2009 FOI OUTRO GRANDE MARCO: O ENTÃO INSTITUTO BRASILEIRO DE SIDERURGIA PASSOU A SER INSTITUTO AÇO BRASIL, TRAZENDO A FORÇA DO AÇO PARA SEU NOME, RESSALTANDO SUA IMPORTÂNCIA NO DIA A DIA DAS PESSOAS E DESTACANDO A CONTRIBUIÇÃO DO PRODUTO PARA O DESENVOLVIMENTO DO PAÍS. NO ANO SEGUINTE FOI CRIADO O CENTRO DE COPRODUTOS AÇO BRASIL NA LINHA DE INVESTIMENTO EM DESENVOLVIMENTO AMBIENTAL PARA ESTUDAR MAIS OPÇÕES DE DESTINAÇÃO DAS SOBRAS DO PROCESSO PRODUTIVO DO AÇO.
  • 8. FIM Blumenau, 22 de março de 2014 Aluno: Bryan Gileade Stuhler