Eixo de linguagem

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Apresentação de cliente sobre Português - Linguagem

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Eixo de linguagem

  1. 1. RedaçãoProfª. Cláudia Bergamini TEXTO DISSERTATIVO
  2. 2. INTERPRETAÇÃO DO TEMA Deve-se interpretar CUIDADOSAMENTE o tema proposto, pois a fuga total a este implica zerar a prova de redação.
  3. 3. TEMAS “À busca do Brasil de nossos sonhos, travar-se-á uma longa jornada.” Tudo vale a pena Se a alma não é pequena (Fernando Pessoa)
  4. 4. Levantamento de idéiasA melhor maneira de levantar idéias sobre o tema é a auto-indagação.
  5. 5. O QUE EU PENSO SOBRE OASSUNTO? Concordo? Por quê? Discordo? Por quê? Quais os problemas de se concordar ou discordar? De que modo posso ser questionado?
  6. 6. ELABORAÇÃO DO RASCUNHOConstrua o rascunhosem se preocupar com aforma. Priorize, nestaetapa, o conteúdo.Depois volte, observe aforma e escolha o título.
  7. 7. REVISÃO E ACABAMENTOFaça uma cuidadosa revisão do rascunho e as devidas correções.Observe a forma do texto.
  8. 8. NA CORREÇÃO Verificar a repetição de palavras; Verificar a conexão entre os parágrafos; Verificar os elementos coesivos; Sugestão: deixe o texto de lado e volta-se para as outras questões; Ao reler o texto depois de um tempo, sempre encontramos correções a serem feitas.
  9. 9. O QUE SE PODE EVITAR PARA ENRIQUECER O TEXTO Não se inclua na redação, não cite fatos de sua vida particular; Atente para as expressões vagas ou de significado amplo e sua adequada contextualização. Ex.: conceitos como “certo”, “errado”, “justiça”, “liberdade”, “felicidade” etc.
  10. 10.  Evite expressões como “belo”, “bom”, “mau”, “incrív el”, “péssimo”, “triste”, “pobr e”, “rico” etc.; são juízos de valor sem carga informativa, imprecisos e subjetivos.
  11. 11.  Fuja do lugar-comum, frases feitas e expressões cristalizadas: “a pureza das crianças”, “a sabedoria dos velhos”. A palavra “coisa”, gírias e vícios da linguagem oral devem ser evitados, bem como o uso de “etc.” e as abreviações.
  12. 12.  Caso você tenha feito uma pergunta na tese ou no corpo do texto, verifique se a argumentação responde à pergunta. Se você eventualmente encerrar o texto com uma interrogação, esta pode estar corretamente empregada desde que a argumentação responda à questão. Se o texto for vago, a interrogação será retórica e vazia.
  13. 13.  Verifiquese os argumentos são convincentes: fatos notórios ou históricos, conhecimentos geográficos, cifras aproximadas, pesquisas e informações adquiridas através de leituras e fontes culturais diversas.
  14. 14.  Se considerarmos que a redação apresenta entre 20 e 30 linhas, cada parágrafo pode ser desenvolvido entre 3 e 6 linhas. Você deve ser flexível nesse número, em razão do tamanho da letra ou da continuidade de raciocínio elaborado. Observe no seu texto os parágrafos prolixos ou muito curtos.
  15. 15. MODELO DE REDAÇÃOTEMA: Tudo vale a pena Se a alma não é pequena (Fernando Pessoa)
  16. 16. Sonhar é preciso (introdução)Nós somos do tamanho dos nossossonhos. Há, em cada ser humano, umsebastianista louco, vislumbrando o QuintoImpério; um navegador ancorado no cais, aidealizar „mares nunca dantes navegados‟;e um obscuro D. Quixote de alma grandeque, mesmo amesquinhado pelo atrito dahora áspera do presente, investe contraseus inimigos intemporais: o derrotismo, aindiferença e o tédio.
  17. 17. IntroduçãoA introdução encontra-se no 1° parágrafo, que faz uma espécie de síntese do texto, funcionando como uma espécie de índice das ideias e elementos que aparecerão no desenvolvimento (sebastianista, o navegador, o D. Quixote).
  18. 18. O desenvolvimento está explicam cada parágrafosseguintes, que retomam e nos cinco nouma dasideias e elementos apresentados início.  O desenvolvimento está nos cinco parágrafos seguintes, que retomam e explicam cada uma das ideias e elementos apresentados no início.  Sufocado pelo peso de todos os determinismos e pela dura rotina do pão-nosso-de-cada-dia, há em cada homem um sentido épico da existência, que se recusa a morrer, mesmo banalizado, manipulado pelos veículos de massa e domesticado pela vida moderna.
  19. 19.  É preciso agora resgatar esse idealista que ocultamente somos, mesmo que D. Sebastião não volte, ainda que nossos barcos não cheguem a parte alguma, apesar de não existirem sequer moinhos de vento. Senão teremos matado definitivamente o santo e o louco que são o melhor de nós mesmos; senão teremos abdicado dos sonhos da infância e do fogo da juventude; senão teremos demitido nossas esperanças.
  20. 20.  O homem livre num universo sem fronteiras. O nordeste brasileiro verde e pequenos nordestinos, ri sonhos e saudáveis, soletrando o abecedário. Um passeio a pé pela cidade calma. Pequenos judeus, árabes e cristãos, brincando de roda em Beirute ou na Palestina. E os vestibulandos, todos, de um país chamado Brasil, convocados a darem o melhor de si no curso superior que escolheram.
  21. 21. A conclusão realiza-se no últimoparágrafo, reafirmando a tese de que somos dotamanho de nossos sonhos e de nossas lutas pornossos ideais, sem os quais a alma seria mesquinhae pequena (e a vida não valeria a pena). Utopias? Talvez sonhos irrealizáveis de algum poeta menor, mas convicto de que nada vale a pena, se a alma é mesquinha e pequena.”  claudia.bergamini@colegiolondrinense.com.br

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