HIPERÊMESE GRAVÍDICA

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A gravidez é um processo fisiológico que causa alterações no organismo da mulher. Muitas sofrem com náuseas e vômitos matinais, sintomas estes considerados normais no Primeiro trimestre da gravidez, pois decorrem de alterações hormonais emocionais e tendem a desaparecer. Contudo, em algumas mulheres, eles persistem e se tornam constantes e intensos, tornando a gravidez de alto risco, podendo levar a desnutrição. A este quadro denomina-se hiperêmese gravídica (HG). A hiperêmese deve ser considerada mais grave porque pode provocar desidratação, desequilíbrios ácido-básicos e eletrolíticos, perda de peso e, se perdurar por muito tempo, sofrimento fetal. (RICCI, 2008). Poucos admitiriam que quadros com essa intensidade poderiam ser benéficos para a gravidez (NEME, 2010).

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HIPERÊMESE GRAVÍDICA

  1. 1. AUTARQUIA EDUCACIONAL DO BELO JARDIM FACULDADE DE CIÊNCIAS DA SAÚDE DO BELO JARDIM CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM DISCIPLINAS: GENÉTICA E EMBRIOLOGIA/PAISM PROFESSORES: PATRÍCIA ARAÚJO E LUCIANO JÚNIOR DISCENTES: DÉBORA EMANUELLY FERNANDA MARINHO JÉSSICA LANE JOSIELMA MARINHO NATALIA MARQUES NYEDJA LUANA
  2. 2. AUTARQUIA EDUCACIONAL DO BELO JARDIM FACULDADE DE CIÊNCIAS DA SAÚDE DO BELO JARDIM CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM DISCIPLINAS: GENÉTICA E EMBRIOLOGIA/PAISM PROFESSORES: PATRÍCIA ARAÚJO E LUCIANO JÚNIOR HIPERÊMESE GRAVÍDICA
  3. 3. INTRODUÇÃO • O QUE É?
  4. 4. INTRODUÇÃO • O QUE É?
  5. 5. EPIDEMIOLOGIA • O índice da presença de hiperêmese na gravidez é encontrado na literatura de 0,04/1000 gestantes até 7,1/1000 gestantes; • Incidência em gestação de gêmeos com a presença de HG era de 14,2/1000 contra 3,58/1000 em gestações únicas;
  6. 6. EPIDEMIOLOGIA • As primigestas de raça branca também apresentam maior incidência de hiperêmese do que as multíparas de outras raças. (REZENDE, 2000); • Maior incidência da doença em gestantes nas quais os fetos eram do sexo feminino em relação àquelas em que os fetos eram do sexo masculino (REZENDE, 2000); • A mortalidade, devido a esta causa é muito rara nos dias atuais, diferentemente de 50 anos atrás; ▫ Hábitos saudáveis de vida, orientação no pré-natal, etc.
  7. 7. Sinais e Sintomas • A êmese gravídica se diferencia da hiperêmese gravídica pela intensidade de sintomas; • A hiperêmese gravídica pode levar a morte tanto a paciente quanto o feto, caso seja muito grave ou se a mulher não receber a devida atenção;
  8. 8. Sinais e Sintomas • Revista Veja – “O problema, conhecido como hiperêmese gravídica (HG), pode ter consequências que vão além da gravidez e atingir mais tarde as crianças.”
  9. 9. ETIOLOGIA • Obesidade; • Gestação com mais de um feto; • Hipertireoidismo; • Fatores emocionais (estresse psicológico, depressão, etc);
  10. 10. ETIOLOGIA • Fatores hormonais: ▫ níveis elevados de hCG durante a gestação. • Fatores imunológicos; • Fatores genéticos; • Deficiência de vitamina B6.
  11. 11. ETIOLOGIA • Infecção pelo Helicobacterium pylori está implicada na gênese da hiperêmese gravídica. ▫ A alteração do PH gástrico provocada pela elevação da hCG e pela própria gestação, em conjunto com alterações da imunidade celular e hormonal facilitam a infecção por este agente.
  12. 12. DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO • Diagnóstico diferencial: ▫ Como não há exames laboratoriais para se diagnosticar a HG. Normalmente são realizados exames como:  Hemograma completo;  Urocultura;  Sódio;  Potássio;  Ureia e Creatinina plasmática;  Ultrassonografia.
  13. 13. DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO • Algumas patologias que confundem se com a HG: ▫ Hepatite ▫ Pancreatite ▫ Doença ulcerosa péptica ▫ Colecistite ▫ Apendicite
  14. 14. DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO • Tratamento: ▫ Multidisciplinar e humanizado; ▫ Reestabelecer o estado nutricional e o equilíbrio eletrolítico; ▫ Reposição de sódio e Potássio; ▫ Administração de medicamentos como sedativos, antieméticos e antihistaminicos (E só será feita conforme prescrição médica).
  15. 15. TALIDOMIDA!
  16. 16. TALIDOMIDA!
  17. 17. AÇÕES DE ENFERMAGEM • A enfermagem deve avaliar: • Anorexia; • Indigestão; • Dor ou distensão abdominal; • Determinação diária de peso; • Alimentação; • Conhecimento dos padrões típicos de consumo que podem ou não desencadear distúrbio GI; • Fatores desencadeadores da dor que a mulher pode estar sentindo; • Tolerância a atividades profissionais ou rotina de exercícios diários; • Resultados de exames laboratoriais e diagnósticos; • Balanço hídrico; • Tipo e número de suplementos nutricionais tomados.
  18. 18. AÇÕES DE ENFERMAGEM • Além destas observações primordiais, a enfermagem deve: ▫ Observar ambiente hospitalar e terapêutico; ▫ Providenciar um acompanhamento psicológico; ▫ Estimular o paciente para que ponha-se em jejum nas primeiras 24 horas; ▫ Realizar a nutrição em pequenas porções; ▫ Temperatura dos alimentos; ▫ Orientar o paciente para não ingerir líquidos às refeições; ▫ Controle dos sinais vitais.
  19. 19. CONCLUSÃO
  20. 20. REFERÊNCIAS
  21. 21. OBRIGADA!

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