Apresentação bactérias

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Trabalho sobre As Bactérias - 2º período enfermagem

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Apresentação bactérias

  1. 1. MICROBIOLOGIA Profª Bárbara Gabrielly
  2. 2. AS BACTÉRIAS
  3. 3.  O termo Bacterium foi introduzido em 1828;  As bactérias se reúnem em dois grupos diferentes e antigos: Archea e Bactéria;  São os seres mais abundantes do planeta;  Vivem praticamente em todos os ambientes;  Na maioria de nutrição heterótrofa e vivendo do mutualismo e parasitismo.
  4. 4.  Elas cobrem nossa pele, revestem as passagens nasais, auditivas e bucais, vivem nas gengivas e entre os dentes, colonizam nosso trato digestivo;  São unicelulares e têm célula procariótica;  Tanto arqueas como bactérias sobrevivem numa extraordinária abrangência de habitats hostis aos seres eucarióticos.
  5. 5.  As bactérias de interesse médico podem apresentar diversas formas:  cocos, bacilos e de espiral;  Essas formas são uma característica genética e geralmente as bactérias são monomórficas, isto é, mantém uma única forma.
  6. 6.  COCOS  São redondos, mas podem ser ovais, alongados ou achatados em uma das extremidades;  Quando as bactérias em forma de coco se dividem, as células pode permanecer unidas umas às outras, surgindo assim cocos aos pares (diplococos), cadeias (estreptococos), cachos (estafilococos).
  7. 7.  BACILOS  Alguns bacilos assemelham-se a lanças, outros têm extremidades arredondadas ou retas. Outros bacilos assemelham-se tanto aos cocos que são chamados de cocobacilos.
  8. 8.  ESPIRAIS  Podem ter uma ou mais espirais;  Quando tem o corpo rígido e são como vírgulas, são chamadas vibriões;  Quando têm forma de saca-rolhas, são chamadas de espirilos;  Há também um grupo de organismos espiralados, mas de corpo flexível, chamado espiroquetas.
  9. 9. Vibrião Espirilo Espiroqueta
  10. 10.  A célula bacteriana apresenta várias estruturas, algumas das quais estão presentes apenas em determinadas espécies, enquanto outras são essenciais e, portanto, encontradas em todas as bactérias.
  11. 11.  MEMBRANA CITOPLASMÁTICA BACTERIANA  Estrutura vital para a célula, pois forma uma barreira responsável pela separação do meio interno e externo da célula.  Responsável por: transporte de solutos; Produção de energia; Biossíntese de enzimas e outras macromoléculas; Duplicação do DNA; e Secreção de enzimas e outras toxinas.
  12. 12.  PAREDE CELULAR  Uma estrutura complexa, semi-rígida, responsável pela forma da célula, que circunda a membrana citoplasmática, protegendo-a das alterações adversas no ambiente externo.  A principal função é prevenir a ruptura (proteção) das células bacterianas e serve como ponto de ancoragem para os flagelos.
  13. 13.  PAREDE CELULAR  De acordo com a constituição da parede, as bactérias podem ser divididas em dois grandes grupos: ▪ Bactérias Gram-negativas: se apresentam de cor avermelhada quando coradas pelo método de Gram; ▪ Bactérias Gram-positivas: se apresentam de cor roxa quando coradas pelo método de Gram.
  14. 14.  CÁPSULA  Muitas bactérias apresentam externamente à parede celular, uma camada viscosa denominada cápsula.  A cápsula constitui um dos antígenos de superfície das bactérias e está relacionada com a virulência da bactéria, uma vez que a cápsula confere resistência à fagocitose
  15. 15.  FLAGELO  Confere movimento à célula e apresenta- se ancorado a membrana plasmática e a parede celular por uma estrutura denominado corpo basal;
  16. 16.  CITOPLASMA  É o conteúdo celular bacteriano, onde há milhares de ribossomos, grânulos de reserva, mesossomo, cromossomo e plasmídios (menores que o DNA cromossômico)
  17. 17.  RIBOSSOMOS  Estão espalhados no interior da célula e conferem uma aparência granular ao citoplasma
  18. 18.  GRÂNULOS  As células procarióticas não apresentam vacúolos, porém podem acumular substâncias de reserva sob a forma de grânulos de reserva.
  19. 19.  MESOSSOMOS  São invaginações da membrana celular, que tanto, podem ser simples dobras como estruturas tubulares ou vesiculares.  Diversas funções têm sido atribuídas aos mesossomos, tais como: papel na divisão celular e na respiração.
  20. 20.  CROMOSSOMOS  As bactérias apresentam um cromossomo circular, que é constituído por uma única molécula de DNA.  O cromossomo bacteriano contém todas as informações necessárias à sobrevivência da célula e é capaz de autorreplicação.
  21. 21.  PLASMÍDEOS  São bactérias, menores de DNA, também circulares;  Estes elementos extracromossômicos, denominados plasmídeos são autônomos, isto é, são capazes de autoduplicação independente da replicação do cromossomo e podem existir em número variável no citoplasma bacteriano.
  22. 22.  ESPORO  Célula, formada no interior da célula vegetativa, altamente resistente ao calor, dessecação e outros agentes físicos e químicos, capaz de permanecer em estado latente por longos períodos e de germinar dando início à nova célula vegetativa;  A esporulação tem início quando os nutrientes bacterianos se tornam escassos, geralmente pela falta de fontes de carbono e nitrogênio.
  23. 23.  NUCLEÓIDE  Consiste em uma única grande molécula de DNA com proteínas associadas, sem delimitação por membrana, portanto não é um verdadeiro núcleo e o seu tamanho varia de espécie para espécie.
  24. 24.  PÍLI OU FÍMBRIAS  São apêndices filamentosos menores, mais curtos e mais numerosos que os flagelos e que não formam ondas regulares;  São encontrados tanto nas espécies móveis como nas imóveis e portanto, não desempenham papel relativo à mobilidade;  Podem funcionar como sítios de adsorção de vírus bacterianos, como mecanismo de aderência à superfícies e como porta de entrada de material genético durante a conjugação bacteriana.
  25. 25.  A estrutura das bactérias é formada por diferentes macromoléculas, como por exemplo: água, proteínas, lipídios e carboidratos;
  26. 26.  Os precursores das macromoléculas podem ser retirados do meio ambiente ou ser sintetizado pelas bactérias a partir de compostos mais simples;  As substâncias ou elementos retirados do ambiente e usados para construir novos componentes celulares ou para obter energia são chamados nutrientes.
  27. 27.  Os nutrientes podem se dividir em duas classes: macronutrientes (carbono, oxigênio, hidrogênio, nitrogênio e enxofre, que são usados com combustível celular) e micronutrientes (potássio, cálcio, ferro, manganês, etc).
  28. 28.  As bactérias podem ser divididas em grupos com base em suas exigências nutritivas;  A principal separação corresponde aos grupos:  Fototróficos (organismos que utilizam a energia radiante como fonte de energia);  Quimiotróficos (organismos incapazes de utilizar a energia radiante; dependem da oxidação de compostos químicos para a obtenção de energia).
  29. 29.  Fototróficos: existem bactérias que utilizam o CO2 como principal fonte de carbono; são as fotolitotróficas. Outras exigem um composto orgânico e são ditas fotorganotróficas.  Quimiotróficos: bactérias que utilizam o CO2 como fonte de carbono e oxidam compostos inorgânicos (como o nitrito) ou elementos químicos (como o enxofre) para obtenção de energia são chamadas quimiolitotróficas.  Outras: há ainda as que utilizam compostos orgânicos para obter energia, são chamadas quimiorganotróficas.
  30. 30.  Fotolitotróficas e quimiolitotróficas são conhecidas, comumente, como autotróficas;  E as espécies fotorganotróficas e quimiorganotróficas são designadas heterotróficas.
  31. 31.  As bactérias heterotróficas foram estudadas mais profundamente porque, sob certo aspecto, demonstram um interesse mais imediato;  As bactérias heterotróficas apresentam exigências nutritivas mais simples.  Neste grupo se encontram todas as bactérias patogênicas para o homem, para outros animais e para os vegetais, assim como a maior parte da população microbiana do ambiente humano.
  32. 32.  Uma vez garantidos pelo ambiente os nutrientes e as condições adequadas para assimilá-los, as bactérias irão absorvê-los e transformá-los para que cumpram suas funções básicas, quais sejam, o suprimento de energia e de matéria-prima;
  33. 33.  Como matéria-prima, os nutrientes vão ser transformados em estruturas celulares ou em moléculas acessórias à sua síntese e funcionamento;  A contínua tomada de nutrientes permite que a bactéria atinja seu objetivo máximo, que é o da multiplicação.
  34. 34.  O cultivo dos microrganismos em um meio de cultura, em condições laboratoriais, é um pré-requisito para seu estudo adequado. Para que isto possa ser realizado, é necessário o conhecimento de suas exigências nutritivas e das condições físicas requeridas.
  35. 35.  Meio de cultura é uma mistura de nutrientes necessários ao crescimento microbiano. Basicamente deve conter a fonte de energia e todos os elementos imprescindíveis à vida das células e deve ainda atender às necessidades específicas do grupo, família ou espécie que se deseja cultivar.
  36. 36.  Assim como as bactérias variam com relação às exigências nutritivas, também demonstram respostas diversas às condições físicas do ambiente;  Quanto a temperatura, o crescimento bacteriano pode ter seu ritmo e quantidade determinados pela temperatura, uma vez que esta influencia as reações químicas do processo de crescimento.
  37. 37.  Cada espécie de bactéria cresce sob temperaturas situadas em faixas características e, sendo assim, são classificadas nos seguintes grupos:  Bactérias psicrófilas: são capazes de crescer a 0° C ou menos, embora seu ótimo seja entre 15° C ou 20° C;  Bactérias mesófilas: crescem melhor numa faixa de 25 a 40° C;  Bactérias termófilas: crescem melhor a temperaturas de 45 a 60° C.
  38. 38.  Quanto as exigências atmosféricas, os principais gases que afetam o crescimento bacteriano são o oxigênio e o dióxido de carbônico. Como as bactérias apresentam grande variedade de resposta ao oxigênio livre, elas são divididas em:  Bactérias aeróbias: crescem na presença de oxigênio livre;  Bactérias anaeróbias: crescem na ausência de oxigênio livre;  Bactérias anaeróbias facultativas: crescem tanto na presença como na ausência do oxigênio livre.
  39. 39.  Quanto a acidez e alcalinidade (pH): para a maioria das bactérias, o pH ótimo de crescimento localiza-se entre 6,5 e 7,5. Embora poucos microrganismos possam desenvolver-se nos limites extremos de pH, as variações mínimas e máximas, para a maior parte das espécies, estão entre pH 4 e pH 9.
  40. 40.  Bactérias geralmente reproduzem-se assexuadamente por fissão binária transversa;  Quando ocorre a replicação do cromossomo bacteriano e a célula desenvolve uma parede celular transversa, dividindo-se então em duas novas células;  Após a replicação do cromossomo, a parede transversa forma como uma invaginação da membrana plasmática e da parede celular;  Quando a nova parede formada não se separa completamente em duas paredes, pode-se formar uma cadeia (ou filamento) de bactérias.
  41. 41.  A fissão binária não é o único método reprodutivo entre as bactérias;  As espécies do gênero Streptomyces produzem muitos esporos reprodutivos por organismo, cada esporo dando origem a um novo indivíduo;  Bactérias do gênero Nocardia produzem extenso crescimento filamentoso, seguido pela fragmentação dos filamentos em pequenas células bacilares ou cocóides;  Espécies do gênero Hyphomicrobium podem reproduzir-se por brotamento: desenvolve-se um broto, a partir da célula-mãe e, depois de um período de aumento de tamanho, o broto se separa da célula original, formando um novo indivíduo.
  42. 42.  Embora não ocorra uma reprodução sexuada complexa nos moneras, algumas vezes as bactérias realizam troca de material genético.Tal recombinação genética pode ocorrer por transformação, conjugação ou transdução.
  43. 43.  Na transformação, a célula bacteriana "pega" fragmentos de DNA perdidos por outra bactéria que se rompeu.  Este mecanismo tem sido usado experimentalmente para mostrar que os genes podem ser transferidos de uma bactéria para outra;
  44. 44.  Na conjugação, duas células bacterianas geneticamente diferentes trocam DNA diretamente;  Este processo tem sido extensivamente estudado na bactéria Escherichia coli, que tem linhagens F- e F+;  As células F+ são cobertas com pêlos e contêm um plasmídeo conhecido como fator F, ou fator da fertilidade;  Quando uma célula F+ entra em contato com uma célula F-, os pêlos organizam um tubo de conjugação, chamado de pêlo sexual ou pêlo F, que conecta a célula F+ à célula F-;  O pêlo F é "oco", permitindo que o DNA passe de uma bactéria para outra.
  45. 45.  Na transdução, genes bacterianos são carregados de uma bactéria para outra, dentro de um bacteriófago (vírus bacteriano);  Quando o bacteriófago entra numa célula bacteriana, o DNA do vírus mistura-se com uma parte do DNA bacteriano, de modo que o vírus agora carrega esta parte do DNA;  Se o vírus infecta uma segunda bactéria, o DNA da primeira bactéria pode misturar-se com o DNA da segunda bactéria. Esta nova informação genética é então replicada a cada nova divisão.
  46. 46.  Como já foi mencionado, o processo de reprodução prevalecente entre as bactérias é a fissão binária; uma célula se divide, formando duas células;  O aumento populacional se faz em progressão geométrica.
  47. 47.  O tempo necessário para que uma célula se divida - ou para que a população duplique - é conhecido como tempo de geração, que não é o mesmo para todas as bactérias;  Para algumas, como a Escherichia coli, pode ser de 15 a 20 minutos; para outras pode ser de muitas horas;  O tempo de geração está na forte dependência dos nutrientes existentes.
  48. 48.  Primeiros organismos a aparecerem na superfície terrestre, há cerca de 4,6 bilhões de anos;  Penicilina;
  49. 49.  Doenças;
  50. 50.  Bactérias decompositoras e saprófitas;
  51. 51.  Presença de determinadas espécies no sistema digestório de animais ruminantes e de seres humanos;
  52. 52.  Na pele, contribuem na degradação de células mortas e eliminação de resíduos;  Cianobactérias.
  53. 53.  Superbactérias;

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