Ps 4 db.

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Ps 4 db.

  1. 1. e Avaliação do nível de consciência Abordagem Secundária
  2. 2. <ul><ul><li>No passo &quot;E&quot;, expor a vítima, à procura de lesões. </li></ul></ul><ul><ul><li>Entretanto, em nível pré-hospitalar, as roupas da vítima só serão removidas para expor lesões sugeridas por suas queixas ou reveladas pelo exame segmentar, respeitando seu pudor no ambiente público. </li></ul></ul>Abordagem Secundária
  3. 3. <ul><ul><li>Só iniciar a abordagem secundária depois de completada a abordagem primária. </li></ul></ul><ul><ul><li>Examinar todos os segmentos do corpo, sempre na mesma ordem (exame segmentar): crânio, face, pescoço, tórax, abdômen, quadril, membros inferiores, membros superiores e dorso. </li></ul></ul>Abordagem Secundária
  4. 4. <ul><ul><ul><ul><ul><li>Nesta fase, realizar: </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>Inspeção: cor da pele, sudorese, simetria, deformidade e ferimento; </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>Palpação: deformidade, crepitação, rigidez, flacidez, temperatura e sudorese; </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>Ausculta: tórax (campos pleuropulmonares e precordial) -procedimento exclusivo do médico. </li></ul></ul></ul></ul></ul>Abordagem Secundária
  5. 5. Exame Segmentar Durante todo o exame segmentar, manter-se atento a sinais de dor ou a modificações das condições constatadas na abordagem primária da vítima.
  6. 6. <ul><ul><ul><ul><ul><li>Palpar o crânio com os polegares fixos na região frontal, mantendo o controle cervical. </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>Palpar as órbitas e simultaneamente, inspecionar cor e integridade da pele da face, hemorragia e liqüorragia pelo nariz e ouvidos, hematoma retroauricular (sugestivo de fratura de coluna cervical alta ou base de crânio), simetria da face, hemorragia e laceração dos olhos e fotorreatividade pupilar (não a valorize em olho traumatizado). </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>corpos estranhos (lentes de contato e próteses dentárias móveis) eventualmente remanescentes . </li></ul></ul></ul></ul></ul>Exame Segmentar - Cabeça
  7. 7. <ul><ul><ul><ul><ul><li>Inspecionar o alinhamento do pescoço. </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>Inspecionar as veias jugulares: se ingurgitadas, principalmente com piora na inspiração, preocupar-se com lesão intratorácica grave (derrame de sangue no pericárdio, impedindo os movimentos normais do coração: hemopericárdio com tamponamento cardíaco). </li></ul></ul></ul></ul></ul>Exame Segmentar - Pescoço
  8. 8. <ul><ul><ul><ul><ul><li>Palpar as artérias carótidas separadamente e a coluna cervical, verificando alinhamento, aumento de volume, crepitação e rigidez muscular. Completado o exame, colocar o colar cervical . </li></ul></ul></ul></ul></ul>Exame Segmentar - Pescoço
  9. 10. <ul><ul><ul><ul><ul><li>Inspecionar a caixa torácica (face anterior), buscando simetria anatômica e funcional, respiração paradoxal, áreas de palidez, eritema ou hematoma (sinais de contusão) e ferimentos. </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>Palpar as clavículas separadamente, buscando dor e crepitação. </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>Palpar os arcos costais e esterno em busca de rigidez muscular, flacidez e crepitação. Examinar até a linha axilar posterior. </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>Realizar ausculta pulmonar e cardíaca (procedimento médico). </li></ul></ul></ul></ul></ul>Exame Segmentar - Tórax
  10. 11. <ul><ul><ul><ul><ul><li>Inspecionar sinais de contusão, distensão e mobilidade. </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>Palpar delicadamente, analisando sensibilidade e rigidez de parede abdominal </li></ul></ul></ul></ul></ul>Exame Segmentar - Abdome
  11. 12. <ul><ul><ul><ul><ul><li>Afastar e aproximar as asas ilíacas em relação à linha média, analisando mobilidade anormal e produção de dor. </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>Palpar o púbis no sentido antero-posterior. A região genital também deve ser avaliada, sugerindo haver lesão conforme as queixas da vítima ou mecanismo de trauma . </li></ul></ul></ul></ul></ul>Exame Segmentar - PELVE
  12. 13. <ul><ul><ul><ul><ul><li>Inspecionar e palpar da raiz das coxas até os pés. </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>Observar ferimento, alinhamento, deformidade, flacidez, rigidez e crepitação. </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>Cortar a roupa onde suspeitar de ferimento ou fratura. </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>Retirar calçados e meias. </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>Examinar a mobilidade articular ativa e passiva. </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>Executar movimentos suaves e firmes de flexão, extensão e rotação de todas as articulações. </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>Testar sensibilidade, motricidade e enchimento capilar. </li></ul></ul></ul></ul></ul>Exame Segmentar – MMII
  13. 14. <ul><ul><ul><ul><ul><li>Inspecionar e palpar dos ombros às mãos. </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>Observar ferimento, alinhamento, deformidade, flacidez, rigidez e crepitação. </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>Cortar a roupa onde suspeitar de ferimento ou fratura. </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>Palpar os pulsos radiais. </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>Testar a mobilidade ativa e passiva. </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>Executar movimentos suaves e firmes de flexão, extensão e rotação de todas as articulações. </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>Testar a simetria da força muscular nas mãos. </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>Verificar sensibilidade, motricidade e enchimento capilar. </li></ul></ul></ul></ul></ul>Exame Segmentar – MMSS
  14. 15. <ul><ul><ul><ul><ul><li>Realizar a manobra de rolamento a noventa graus para examinar o dorso. </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>Inspecionar alinhamento da coluna vertebral e simetria das duas metades do dorso. </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>Palpar a coluna vertebral em toda a extensão, à procura de edema, hematoma e crepitação. </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>Terminado o exame do dorso, rolar a vítima sobre a tábua de imobilização dorsal. </li></ul></ul></ul></ul></ul>Exame Segmentar – Dorso
  15. 16. <ul><ul><ul><ul><ul><li>Após completar o exame segmentar, fazer curativos, imobilizações e outros procedimentos necessários. </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>Fazem também parte da abordagem secundária os seguintes procedimentos, que são realizados por médicos no ambiente hospitalar: radiografias, sonda gástrica, toque re-tal, cateterismo vesical e lavagem peritonial. </li></ul></ul></ul></ul></ul>Exame Segmentar – Dorso
  16. 17. <ul><ul><ul><ul><ul><li>Durante a abordagem secundária, o socorrista deve reavaliar o ABCD quantas vezes forem necessárias, principalmente em vítimas inconscientes. </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>Após a abordagem secundária, realizar a verificação de dados vitais e escalas de coma e trauma. </li></ul></ul></ul></ul></ul>Exame Segmentar – Dorso
  17. 18. <ul><ul><ul><ul><ul><li>A Escala de Coma de Glasgow, baseia-se: </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>Na avaliação da abertura dos olhos (AO). </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>Na melhor resposta motora (MRM). </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>Na melhor resposta verbal (MRV). </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>É uma escala prática para se avaliar a evolução do nível de consciência da vítima. </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>Para cada um dos três itens avaliados é atribuído um número, conforme a resposta da vítima, que somados irão nos mostrar o nível de consciência da mesma no momento da avaliação. </li></ul></ul></ul></ul></ul>Escala de coma - Glasgow
  18. 19. Escala Glasgow
  19. 20. <ul><li>Verifique se o paciente abre os olhos espontaneamente. Se positivo, atribua o score “4” </li></ul><ul><li>2) Se não estiver com os olhos abertos, chame-a, com a voz forte e alta, pergunte-lhe o nome, observe se abre os olhos a estímulos sonoros. Mesmo que após abrir os olhos, não os mantenha abertos atribua o score “3”. </li></ul>Escala Ocular
  20. 21. 3) Se não obtiver reação, estimule-a dolorosamente e observe se há abertura ocular mesmo que por um breve instante, neste caso atribua o score “2”. 4) Se não obtiver abertura ocular, atribua o score “1”. Escala Ocular
  21. 22. Escala Ocular
  22. 23. <ul><li>Após chamá-la, pergunte-lhe o nome, o que ocorreu, se sabe onde esta. Caso apresente-se orientada, conversando, atribua score “5”. </li></ul><ul><li>2) Se o paciente lhe responde, mas demonstrar através da conversa que não tem noção do que esta ocorrendo, não sabe onde esta ou quem é, esta desorientada, atribua score “4”. </li></ul>Escala Verbal
  23. 24. 3) Se o paciente não conversa, mas apenas fala palavras ou frases soltas, desconexas, inapropriadas para a situação, atribua score “3”. 4) Se o paciente reage apenas com sons ou gemidos, mesmo a estímulos dolorosos, atribua score “2”. 5) Se não houver qualquer resposta atribua a score “1”. Escala Verbal
  24. 25. Escala Verbal
  25. 26. 1) Solicite ao paciente que execute algum gesto simples. Por exemplo, levante os dedos, aperte sua mão, pisque os olhos. Tal solicitação tem, por finalidade em verificar se a mesma compreende e atende alguma destas ordens simples. Se positivo, atribua score “6”. 2) Se o paciente não atende a solicitações, faça um estimulo doloroso breve, ( compressão e fricção esternal) e verifique se a mesma localiza e afasta o estimulo com as mãos. Se fizer, atribua score “5”. Escala Motora
  26. 27. 3) Se o paciente não chega a localizar e afastar o estimulo doloroso, verifique se ao menos ela esboça alguma reação, como pequena flexão dos cotovelos, aproximação dos membros ao tronco, mímica facial, retirada do membro quando estimulado ( compressão do leito ungueal). Se houver este tipo de reação, atribua score “4”. 4) Se o paciente reage ao estimulo doloroso com postura tipicamente conhecida como decorticação ( Flexão dos membros superiores e extenção da cabeça e dos pés), mesmo que em apenas uma metade do corpo atribua score “3” Escala Motora
  27. 28. 5) Se o paciente reage ao estimulo doloroso com postura tipicamente conhecida como descerebração (extensão dos membros superiores, cabeça e pés), mesmo que em apenas uma metade do corpo, atribua score “2”. 6) Se não houver reação atribua score “1”. Escala Motora
  28. 29. . Escala Motora
  29. 30. <ul><li>Se o paciente apresentar trauma torácico importante, não utilize a compressão esternal como estimulo doloroso. </li></ul><ul><li>Ao avaliar a melhor resposta, verifique antes se os movimentos dos membros da vítima não estão restringidos. </li></ul>Escala Motora
  30. 31. <ul><li>A avaliação da não resposta pode também ser confundida por uma paralisia localizada. </li></ul><ul><li>Em situações em que o paciente apresenta distúrbio de comportamento, a avaliação é bastante prejudicada, e a baixa pontuação pode não corresponder à realidade do problema. </li></ul>Escala de Glasgow
  31. 32. <ul><li>A soma de pontos para um paciente </li></ul><ul><li>completamente </li></ul><ul><li>lúcido e orientado é 15. </li></ul><ul><li>A soma para um paciente sem fala, imóvel </li></ul><ul><li>e sem abertura dos olhos é 3 (pior pontuação). </li></ul>Escala de Glasgow
  32. 33. Serve para classificar os pacientes em coma Classificação do paciente.

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