A crise
financeira do RS
e seus
componentes
Porto Alegre,
14 de outubro de 2015
1º Componente: endividamento (
)
Discriminação
2010 2011 2012 2013 2014
R$
milhões
% PIB R$ milhões % PIB
R$
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% PIB...
2º componente: deterioração fiscal
DISCRIMINAÇÃO
2010 2011 2012 2013 2014
R$
milhões
% PIB
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% PIB R$ milhões % P...
INSUFICIÊNCIA FINANCEIRA
Especificação 2010 2011 2012 2013 2014
I- Disponibilidade de Caixa Bruta 651.518 700.062 646.062 ...
LIMITE DO ENDIVIDAMENTO
2010 2011 2012 2013 2014 2015
R$milhões R$milhões R$milhões R$milhões R$milhões R$milhões
43.437 4...
O que mais pesou para o quadro de crise?
A postura fiscal adotada no médio prazo
Política fiscal frouxa - esforço fiscal d...
Fundação de Economia e Estatística
Siegfried Emanuel Heuser
Diretoria
Presidente: Igor Alexandre Clemente de Morais
Direto...
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Apresentação do artigo divulgado na Carta de Conjuntura do mês de outubro: "A crise financeira do RS e seus componentes", do pesquisador da FEE Liderau Marques Jr. Confira o texto completo: http://carta.fee.tche.br/article/a-crise-financeira-do-rs-e-seus-componentes/

A Fundação de Economia e Estatística (FEE) é uma instituição de pesquisa, vinculada à Secretaria do Planejamento e Desenvolvimento Regional do Governo do Estado do Rio Grande do Sul. Foi instituída em 1973 (Lei n.6624 de 13/11/1973), tendo origem no antigo Departamento Estadual de Estatística (DEE).A FEE é a maior fonte de dados estatísticos sobre o Rio Grande do Sul. Dispõe de importante acervo de informações, pesquisas e documentos de natureza socioeconômica. Nela atua uma equipe multidisciplinar composta por profissionais que realizam estudos, pesquisas e análises, divulgados regularmente em publicações impressas e on-line.

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  1. 1. A crise financeira do RS e seus componentes Porto Alegre, 14 de outubro de 2015
  2. 2. 1º Componente: endividamento ( ) Discriminação 2010 2011 2012 2013 2014 R$ milhões % PIB R$ milhões % PIB R$ milhões % PIB R$ milhões % PIB R$ milhões % PIB (A) Dívida Mobiliária - - - - - - (B) Dívida Contratual 41.068 16,3 43.622 16,5 47.723 17,2 51.002 16,4 55.371 16,7 Dívida Interna 38.785 15,4 41.133 15,6 44.817 16,1 47.461 15,3 49.908 15,1 Dívida Externa 2.283 0,9 2.489 0,9 2.906 1,0 3.541 1,1 5.463 1,7 (C) Precatórios Posteriores a 5/5/2000 3.344 1,33.925,92 1,5 4.026 1,4 4.038 1,3 4.569 1,4 (D) Demais dívidas - - - - - (E)= (B)+(C) Dívida Consolidada 44.412 17,6 47.548 18,0 51.749 18,6 55.041 17,7 59.940 18,1 (F) Deduções 975 673 30 -4.374 -3.602 Disponibilidade de Caixa Bruta 652 700 646 4.809 2.256 Demais haveres financeiros 741 693 284 -8.580 -4.641 (-) Restos a Pagar Processados (Exceto Precatórios) 417 720 900 603 1.217 (G)=(E)-(F) DCL 43.437 17,2 46.874 17,8 51.719 18,6 55.041 17,7 59.940 18,1
  3. 3. 2º componente: deterioração fiscal DISCRIMINAÇÃO 2010 2011 2012 2013 2014 R$ milhões % PIB R$ milhões % PIB R$ milhões % PIB R$ milhões % PIB R$ milhões % PIB A - RECEITA TOTAL 28.626 11,3 29.609 11,2 32.587 11,7 36.328 11,7 41.538 12,6 (-) Rendimento de Aplicações Financeiras 199 117 105 117 175 (-) Operações de Crédito 791 247 943 542 2.189 (-) Alienação de Bens 4 4 42 99 98 (-) Amortização de empréstimos 35 38 16 67 166 (-) Anulação de restos a pagar 193 166 86 110 13 B - Receita Primária 27.404 10,9 29.037 11,0 31.395 11,3 35.393 11,4 38.898 11,8 C - DESPESA TOTAL 28.780 11,4 30.104 11,4 33.232 12,0 37.745 12,2 42.731 12,9 (-) Juros e Encargos da dívida 164 124 1.485 1.529 1.560 (-) Amortização da dívida 2.791 2.379 1.200 1.365 1.709 (-) Concessão de empréstimos 6 13 45 59 96 D - Despesa Primária 25.819 10,2 27.588 10,5 30.502 11,0 34.792 11,2 39.366 11,9 E - RESULTADO ORÇAMENTÁRIO (A - C) -154 -0,1 -495 -0,2 -645 -0,2 -1.417 -0,5 -1.193 -0,4 F - RESULTADO PRIMÁRIO (B – D) 1.585 0,6 1.449 0,5 893 0,3 601 0,2 -469 -0,1 META DE RESULTADO PRIMÁRIO 1.958 1.994 1.741 1.653 1.419
  4. 4. INSUFICIÊNCIA FINANCEIRA Especificação 2010 2011 2012 2013 2014 I- Disponibilidade de Caixa Bruta 651.518 700.062 646.062 4.809.488 5.385.772 II- Demais haveres financeiros 741.124 693.175 284.026 -8.579.908 -11.624.294 III- Restos a pagar processados (exceto Precatórios) 417.374 719.839 900.412 603.127 957.138 IV = I+II-III Insuficiência Financeira 975.268 673.398 29.677 -4.373.547 -7.195.660 Receita Corrente Líquida 20.297.847 21.927.905 23.710.654 26.387.876 28.633.466 Insuficiência/RCL 4,8 3,1 0,1 -16,6 -25,1
  5. 5. LIMITE DO ENDIVIDAMENTO 2010 2011 2012 2013 2014 2015 R$milhões R$milhões R$milhões R$milhões R$milhões R$milhões 43.437 46.874 51.719 55.041 56.673 62.000 Receita Corrente Líquida 20.298 21.928 23.711 26.388 27.692 29.089 214,00 213,77 218,13 208,58 204,66 213,14 Limite legal 229,09 224,24 219,39 214,54 209,69 204,85 Dívida Consolidada Líquida DCL/RCL Discriminação
  6. 6. O que mais pesou para o quadro de crise? A postura fiscal adotada no médio prazo Política fiscal frouxa - esforço fiscal de R$ 2,9 bilhões inferior ao serviço da dívida de R$ 9,8 bilhões entre 2011 e 2014 Se as metas de superávit primário tivessem sido ao menos cumpridas...
  7. 7. Fundação de Economia e Estatística Siegfried Emanuel Heuser Diretoria Presidente: Igor Alexandre Clemente de Morais Diretor Técnico: Martinho Roberto Lazzari Diretora Administrativa: Nóra Angela Gundlach Kraemer Rua Duque de Caxias, 1691 Centro Histórico, Porto Alegre CEP: 90010-283 (51) 3216.9000 Núcleo de Finanças Públicas FEE Apresentador: Liderau Marques Jr. (Economista/FEE) liderau@fee.tche.br

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