A Notícia daMinha MorteFoi um    366 Quinta-Feira | 16 de Junho 2011 | Ano VI | Telefone 234000031 | este suplemento seman...
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Galeria da Santa Casa da Misericórdia. AVEIRO                                                                             ...
À conversacom... MANUELAAZEVEDO DOS CLÃ                                                                                   ...
Aveiro. ESTALEIRO TEATRAL, 16, 17 e 18 de Junho às 21h30“Uma visão muito por-tuguesa, uma ironia      A Notícia da Minha M...
Ritinha LoboFestim!Estarreja, Praça FranciscoBarbosa, 9 de Junho 2011                                                     ...
POR CIMA DA CARNE SECA                                                                                                    ...
AGENDA de 16 a 22 de Junho 2011                                                                                           ...
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Sétima coluna no CLIP do Diário de Aveiro, Portugal. 26 de maio de 2011.

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  1. 1. A Notícia daMinha MorteFoi um 366 Quinta-Feira | 16 de Junho 2011 | Ano VI | Telefone 234000031 | este suplemento semanal de cultura é parte integrante do Diário de Aveiro www.diarioaveiro.pt www.focosonoro.pt focosonoro@sapo.pt fax|tel. 234 911 241 rua luís camões, 58 3800-543 CACIA 16 de Junho 2011 //3
  2. 2. 2 // 16 de Junho 2011
  3. 3. Galeria da Santa Casa da Misericórdia. AVEIRO ESTÚDIO DE ARTES PERFORMATIVAS 15 a 25 de Junho - Exibição Permanente The New Black Em “the new black”, primeira exposição individual do artista brasileiro Igor Vasconcelos é abordada a temática da identidade na sociedade contemporânea. Na presente exposição Igor Vasconcelos apresenta-nos criações realizadas em fotografia, vídeo e instalação que, partindo do mundo da moda e da publicidade, questionam o poder destas na definição e construção de uma identidade urbana individual e colectiva que caracteriza a realidade contemporânea. A expressão “the new black” usada para definir, no mundo da moda, algo que já existe e que encontra uma nova imagem, constitui uma metáfora que encerra uma crítica à busca incessante do novo, bem como, uma crítica ao consumo. 25 e 16 de Junho - 11.00 / 13.00 - 14.00 / 17.00 Workshop de Dança Contemporânea“ARTE & EMOÇÃO” de Jayr PenyUma panóplia de emoções que são transmitidas na galeria de Santa quadros, como se de um desenho se tratasse. Ainda a realçar a sé-Casa da Misericórdia em Aveiro através da criatividade exuberante rie “Dalírios Ópticos” onde Jayr Peny presta uma homenagem aodo brasileiro Jayr Peny. Natural da cidade de Natal no Estado do “senhor surrealismo” Salvador Dalí. Uma introdução à Dança Contemporânea com direcção deRio Grande do Norte foi desde muito cedo incentivado pelos seus Considera-se um “figurativista remanescente”, ao longo de sua Pedro Rosa. Inscrições Abertas.pais a desenvolver a sua veia artística o que se viria a tornar profis- carreira já realizou quase meia centena de exposições individuais Financiado por:sional no inicio da década de 80. Desde aí que o percurso é feito de nomeadamente em Portugal, Brasil, França e Estados Unidos da Ministério da Cultura / DGArtesuma panóplia de sucessos internacionais destacando-se a Grande América. Entidades promotoras: ACTO / ProformasMedalha de Prata da Sociedade Brasileira de Belas Artes no Rio de Estruturas Artísticas e Entidades Associadas: Estúdio Performas Teatro AvenidaJaneiro. Encher a mente de imagens desta brilhante exposição, que pode Ass. Estudantes do Conservatório de Música de Aveiro Largo do Mercado, 1 / Binaural/Nodar / Conservatório de Música de Aveiro performas.blogspot.comO mais português dos artistas plásticos brasileiros, traz-nos nessa ser vista gratuitamente até dia 31 de Julho, na galeria da Santa Casa / Gretua / Música.Com / Oficina de Música de Aveiro / www.performas.org Pantopeia / Projecto Transparências / Quad Productionsnova exposição um conjunto bastante equilibrado, onde aborda da Misericórdia, bem no centro de Aveiro. / Riff / Teatrus performas@performas.orgos mais virados temas e técnicas. Destacando-se o conjunto de Site: www.jayrpeny.blogspot.com Mecenas: Horário de funcionamento Officina Digital / VLM Consultores SA 4ª e 5ª Feira, das 21h00 às 02h00obras como os “desenhos pintados” ou “pinturas desenhadas”, Texto: Miguel Estima Parceiros preferênciais: 6ª Feira e Sábado, das 21h00 às 03h00onde Peny ilude o espectador ao “pintar” com tinta essa série de Castanheira - SóMúsica / Churrasqueira do Mercado / Foto: Jayr Peny Diário de Aveiro / Hotel Afonso V / Look Concepts / Horário da Recepção / Bilheteira Mercatu / Pedro Capão Design / Pizzarte / Zig Zag De 4ª a Sábado, das 21h00 às 02h00 Propostas na região Textos: Tiago CarvalhoDança, TEATRO AVEIRENSE, sábado dia 18 às 22h Música, CINE TEATRO DE ESTARREJA, sábado dia 18 às 22h Música, CENTRO CULTURAL DE ÍLHAVO, sexta dia 17 às 22hUma Coisa Em Forma de Assim Parabéns CTE! Mafalda Veiga 6º Aniversário da reabertura do Cine Teatro de EstarrejaComemorando uma data tão especial como o Dia Mundial da Mafalda Veiga desejava ver novamente as suas canções, desfocarDança (29 de Abril), a Companhia Nacional de Bailado presenteia- O “Festim” continua. Desta vez com “Le Trio Joubran”. para voltar a focar.nos assim como uma obra co-criada por alguns dos mais ilustres Composto por três irmãos herdeiros de uma tradição familiar Assim aproveitando o palco do Centro Cultural de Ílhavo esta fi-coreógrafos portugueses: Clara Andermatt, Francisco Camacho, ligada ao alaúde. Nascidos em Nazaré. Samir, Wissam e Adnan gura que já há algum tempo nos vem marcando com as suas obrasBenvindo Fonseca, Rui Lopes Graça, Rui Horta, Paulo Ribeiro, improvisam com o merecido mérito e marcam-nos com a inten- e participações, vem apresentar o seu trabalho. ZOOM de MafaldaOlga Roriz, Madalena Victorino e Vasco Wellenkamp. Esta união sidade impressa na sua música. É um grupo que já tem vindo a Veiga.entre criadores, com caminhos coreográficos bastante diferentes, conquistar alguma notoriedade internacional. Claro que para nos fazer uma agradável surpresa, as mesmas àsem torno da Companhia Nacional de Bailado, para além do sim- Deixam a sua precursão nas mãos do mestre Youssef Hbeisch que quais desde sempre fomos habituados pelo trabalho desta artista,bolismo inerente que pretendemos destacar, pretende também vai ao longo de todo o espectáculo enriquecendo os improvisos surge um zoom às canções de antes e de agora. Acompanhado pelaconjugar as qualidades dos corpos disciplinados dos intérpretes dos irmãos com as suas notas e ritmos. vontade de as reinventar.da Companhia, com a variedade de entendimentos sobre a criação Estes irmãos da Palestina, descendem de uma família de cons- Num espectáculo, onde os traços da música de Mafalda Veiga sãocoreográfica contemporânea. A Bernardo Sassetti caberá não só a trutores de alaúdes e tocadores desde há quatro gerações trans- complementados pela tecnologia dos dias de hoje. Porque paracomposição como a interpretação musical. mutando este instrumento numa arte, numa experiência que di- tudo há um progresso, uma evolução, a música não se deve deixar“Uma coisa em forma de assim”, é o título de trabalho desta obra, zem ser “irrepetível” aqueles que já desfrutaram dela. estagnar, relembrando sempre as suas raízes.irreverentemente subtraído a Alexandre O’Neil. TOME NOTA: bilhetes a partir de 3,50 euros TOME NOTA: bilhetes a partir de 12 eurosTOME NOTA: bilhtes entre os 5 e os 15 euros. 16 de Junho 2011 //3
  4. 4. À conversacom... MANUELAAZEVEDO DOS CLÃ Texto: MJAMaria João Azevedo - Temos Disco Voador, não é Manuela? MJA - Pessoalmente sinto alguma compaixão, pena pelas criançasManuela Azevedo - É verdade… Uma aventura para “super novos”! de hoje em dia, porque mal podem meter um pé fora de casa, par-(risos) tilhas desta opinião?MJA - E anda por aí a voar que se farta! MA - Partilho completamente, eu cresci numa aldeia onde aindaMA- Sim! E estamos muito contentes com esta nova aventura! Fomos vivo hoje, e nos meus tempos de criança passava bastante temporealmente surpreendidos com isto porque, se há partida o que nos a brincar na rua, ia a pé sozinha para a escola primária. Havia umatinha sido pedido em Maio do ano passado era construir um espectá- relação muito mais livre com o espaço onde eu vivia, com a aldeia,culo que viria a ser apresentado em Janeiro, em Vila do Conde, nunca as ruas, com as coisas que aconteciam... Aquela sensação de que éimaginámos na altura em que aceitámos o convite, que daí viria a re- tudo muito perigoso e violento não existia e não acho que tenhasultar um disco e que desse disco iria resultar uma digressão e que sido por uma questão de irresponsabilidade dos meus pais (risos),iríamos andar atrapalhados e tão ocupados como andamos agora... porque eu tinha também uma grande consciência da responsabili-mas estamos muito, muito contentes com tudo isto! dade que era preciso ter para ir sozinha de casa até à escola, tinhaMJA - As crianças que fazem parte do clã, “Clã”, participaram de regras que deveria cumprir para andar na rua, de ter cuidado comalguma forma com opiniões e sugestões neste “Disco Voador”? o transito e tudo isso. E às vezes o que me faz mais confusão, maisMA - Claro… foram colaborados preciosíssimos neste processo, não do que este sinal de que as crianças estão mais fechadas em casasó porque inevitavelmente os utilizámos como “cobaias” (risos), e que têm pouca liberdade de viver a cidade ou de viver a aldeiapara testarmos as canções, mas também na maneira em como onde vivem…ser um sinal de falta de segurança, que na verdadecolaboraram directamente no projecto. Durante o espectáculo acontece e de alguma violencia que de facto acontece e de o trânsitoao longo de algumas canções temos projecções de vídeos que são ter tomado conta de todo o nosso espaço, à outra coisa que me fazprotagonizados pelos nossos filhos, porque eram as crianças que muita confusão, é o facto de ao estarmos a proteger demasiado ostínhamos mais à mão para rapidamente podermos produzir essas nossos miudos, as nossas crianças, estamos a tirar-lhes autono-imagens. Têm-nos acompanhado sempre que possível na estrada, mia, a tirar-lhes essa sensação de responsabilidade, de serem ca-vão-nos ver aos concertos e estão atentos às notícias, são de facto pazes de fazerem as coisas, mas também de serem responsáveis por “(...)Uma das melhores coisas no meu crescimento foi o privilégio deuns grandes companheiros nesta aventura toda. si próprios e pela sua conduta, e às vezes tirar-lhes essa autono- poder pisar a terra com os pés descalços, ver as plantas a crescer e osMJA - Vocês passaram por aqueles dilemas do “ah! São crianças... mia e essa consciencia da responsabilidade pode ter consequências animais a nascer, apanhar batatas, escolher uvas (risos), essas coisasmas eles entendem...” muito graves. todas, é um privilégio privar assim com a natureza.(...)”MA- Como assim? MJA - Já te sentiste velha por conta deste Disco Voador, por estaresMJA - No sentido de terem que adaptar sempre o vosso diálogo e rodeada de tantas crianças?quererem comunicar com crianças supostamente puras, super MA - (risos) Não! A coisa maravilhosa com este projecto e penso MJA – Manuela, estás inspiradíssima! Até me estás a emocionar...inocentes e que ainda não percebem as coisas de adultos, mas por que posso falar pela banda é que há uma injecção de energia dos MA – Risos...outro lado, que entendem tudo... miúdos nos nossos dias e na nossa vida, que é preciosa (risos), que MJA - Olha não podia deixar-te ir embora sem perguntar: comoMA – Claro! Nós logo a partida não quisemos ter essa perspec- nos permite fazer coisas durante o espectáculo em palco que eu era a Manuela Azevedo em criança?tiva, houve duas coisas que nós tentámos evitar, por um lado ser acho que caso não fosse a energia que eles nos transmitem, não o MA - Era uma criança tranquila, muito feliz por viver no campo.pedagógicos, no sentido de ensinar coisas, ou passarmos alguma faríamos. Portanto está a funcionar ao contrário, está a ser uma es- Uma das melhores coisas no meu crescimento foi o privilégio demoralidade do que quer que fosse, não queríamos que o discurso pécie de elixir da juventude para nós! (risos) poder pisar a terra com os pés descalços, ver as plantas a crescerfosse dos crescidos para as crianças. Preferíamos muito mais que MJA - Qual é o nosso pior defeito hoje em dia enquanto pais, mães, e os animais a nascer, apanhar batatas, escolher uvas (risos), essasas histórias estivessem relacionadas com personagens com as quais educadores, o que é que nós podemos mudar, o que está aqui mes- coisas todas, é um privilégio privar assim com a natureza. Era umaeles se identificassem, com as suas realidades, queríamos histórias mo ao alcance das nossas mãos, mudar? criança normalíssima, feliz, com os seus amigos, tinha um grandeque fossem protagonizadas por super novos. A segunda preocupa- MA - Eu penso que há várias coisas fundamentais para termos sem- prazer em ir à escola, com uma família maravilhosa também. Fuição foi sem dúvida, respeitar as crianças como espectadores muito pre em mente, quer como pais quer como educadores. Por um lado uma criança feliz, como deve ser!inteligentes como são e muito mais inteligentes do que nós ima- temos que ter respeito pelas crianças, pelo indíviduo que é cada MJA - E quando eras criança qual era a tua história favorita?gi-namos e muito mais livres até (risos)…e por isso não pudemos criança, e isso eu acho que é fundamental, e esse respeito faz-se MA - Tinha muitas histórias que eu gostava. Eu tive poucos anosde forma alguma menosprezá-los e achar que temos que falar de respeitando e desafiando a sua inteligência. Portanto, há que não para privar com a minha avó materna, quando ela faleceu eu eraforma mais simples ou evitar ideias difíceis, porque eles não são menosprezar os miúdos, há que não os tomar também por garanti- ainda muito nova, tinha para aí uns cinco anos quando ela mor-capazes de as digerir... Porque isso é uma grande injustiça para as dos, é preciso olhar para as crianças como pessoas inteiras que são, reu, mas das memórias mais doces que tenho da infância é de estarcrianças. São espectadores que quando estão atentos, quando estão que merecem respeito, atenção, mas também merecem que se lhes com ela sentada num banquinho de madeira pequenino e ela estarinteressados dão tudo o que têm da sua atenção com todos os seus passe responsabilidade e que sejam sujeitos responsáveis também.. com um guarda-chuva para nos proteger do sol e contava-me assentidos e a melhor maneira de os respeitar é de facto, escrever e Por outro lado há outra coisa terrível nos dias de hoje que é a falta histórias clássicas, o Capuchinho Vermelho... e era uma delícia!...cantar e propor-lhes coisas que sejam exigentes e inteligentes. de tempo que as pessoas têm para lidar umas com as outras, já nem Mais do que as histórias, essa rotina, de cerimónia quase, de estar-MJA - Qual o maior desaforo que podemos dizer a uma criança? digo para os pais lidarem com os filhos, que é para nós sermos mais mos as duas sentadas ali, e a escutar a voz da minha avó debaixo doMA - Sei lá... (risos), eu acho que há uma expressão que eu con- sociais. Há de facto muitas redes sociais (risos), mas as relações hu- guarda-chuva que nos protegia do sol. Acho que isso é o que mesiderava horrível quando era criança e que curiosamente faz parte manas assim mais directas, pessoais, cara a a cara são cada vez mais encanta mais, mais que as histórias, o contar histórias.de uma das nossas canções, que é “Ainda não”. “Ainda não está raras e mais dificeis de acontecer, e enquanto pais e educadores eu MJA - Quando se fala na tua infância qual e o objecto que te vem àpronto”, “ainda não podes sair”, “ainda não estas preparado”, acho que temos o dever de o mais possível promover isso com os cabeça?“ainda não te posso ouvir” ou “ainda não te posso dar atenção”… nossos filhos e com a nossa família... porque é de facto isso que nos MA - Não é propriamente um objecto, é mesmo os pés na terra!“ ainda tens que crescer”... é uma expressão de facto terrível para define como espécie animal, é essa condição de sermos sociais, e MJA- E eu que pensava que ias dizer “uma cantarinha azul para iruma criança, o “ainda não” (risos). Não acho que seja um desaforo por mais difícil que a vida seja e por menos tempo que a gente tenha buscar água à fonte”!no sentido de elas se sentirem insultadas mas é talvez um grande é importante não perdermos esse foco e essa necessidade vital de MA- Risos!teste à sua paciência... (risos) sermos gente junta, de vivermos juntos. 4 // 16 de Junho 2011
  5. 5. Aveiro. ESTALEIRO TEATRAL, 16, 17 e 18 de Junho às 21h30“Uma visão muito por-tuguesa, uma ironia A Notícia da Minha Mortesobre nós que deve ser Foi Um Exagero de Susana Otero comassistida com boa dis- Sara Leite, Rui Marques e Flávio Rodriguesposição”. A NOTÍCIA DA MINHA MORTE FOI UM EXAGERO é a quinta produção do Ballet Contemporâneo do Norte desde que se iniciou a sua residência em Santa Maria da Feira, em Setembro de 2007, com o apoio e colaboração da Câmara Municipal de Santa Maria da Feira e da Feira Viva, EM, e a primeira obra de fundo de Susana Otero, bailarina do BCN desde 2002. Primeiro, uma ideia. meira vez que um livro lhe queimou os dedos. E Como em tudo. a alma. Na altura os olhos amigos funcionaram Depois vem a investigação, a recolha de mate- como bombeiros, deixando jorrar àgua sufici- rial. Deixa-se tudo em repouso, por um tempo ente para acalmar o espanto. determinado, até amadurecer. Agora, doze anos depois, inspirada nesta obra, O trabalho arduo, nunca é dispensado. Neste Susana Otero apresenta a peça “A Noticia da caso, foram 5 meses de preparação. O resultado Minha Morte Foi Um Exagero”, ballet contem- terá diversas expressões, de acordo com o rosto poraneo servido no palco do Estalerio teatral. que as observar. Diz que nunca pensou noutra carreira que não a TOME NOTA: bilhetes a 5 euros com desconto de bailarina. Diz também que não é fácil ser-se para portadores de cartão jovem ou de estu- seja o que for, em Portugal. dante (4 euros). As reservas podem ser feitas Tinha dezasseis anos quando leu “De Profundis, para o número de telefone 234 38 65 24 ou para o Valsa Lenta” de José Cardoso Pires. Foi a pri- endereço electrónico efemero@mail.telepac.pt. (...)”Ele, o Outro. O outro de mim. Em menos de nada, já a Edite falava ao telefone com os médicos sobre esse alguém impessoal que eu estava a começar a ser. Ouvia-a do meio do hall em grande serenidade. Sabia, tenho essa ideia, que alguma coisa se estava a passar comigo, uma coisa oculta, activa, mas nessa altura já principiava a ouvir e a sentir só de passagem, sem registar. (Mesmo assim tinha algum conhecimento da ansiedade que me rodeava: Isto não vai ser nada, creio ter dito à Sylvie quando a descobri no corredor, atenta aos telefonemas da Edite.) Lembro-me de que essa manha foi invadida por um aguaceiro desalmado, ouvia-se uma chuva grossa e pesada lá fora mas deve ter sido passageira porque quando acabou a Edite ainda estava ao telefone. A partir de então tudo o que sei é que me pus ao espelho da casa de banho a barbear-me com a passividade de quem está a barbear um ausente e foi ali. Sim, foi ali. Tanto quanto é possível localizar-se uma fracção mais que secreta de vida, foi naquele lugar e naquele instante que eu, frente a frente com a minha imagem no espelho mas já desligado dela, me transferi para um Outro sem nome e sem memória e por consequência incapaz da menor relação passado-presente, de imagem-objecto, do eu com outro alguém ou do real com a visam que o abstracto contém. Ele. O mesmo que a mulher (Edite, chama-se ela mas nada garante que esse homem ainda lhe conheça o nome, que não a considere apenas um facto, uma presença) exacto, esse mesmo Ele, o tal que a Edite irá encontrar, não tarda muito, a pentear-se com uma escova de dentes antes de partirem de urgência para o Hospital de Santa Maria e o mesmo que, dias depois, uma enfermeira surpreenderá em igual operação ao espelho do lavatório do quarto. Dias depois, quando? Sem memória esvai-se o presente que simultaneamente já é passado morto. Perde-se a vida anterior. E a interior, bem entendido, porque sem referências do passado morrem os afectos e os laços sentimentais. E a noção do tempo que relaciona as imagens do passado e que lhes dá a luz e o tom que as datam e as tornam significantes, também isso. Verdade, também isso se perde porque a memória, aprendi por mim, é indispensável para que o tempo não só possa ser medido como sentido. Assim, ao ver o meu Outro eu a pentear-se com uma escova de dentes num quarto de hospital (conforme me contaram depois) pergunto-me quantas vezes lhe aconteceu aquilo e logo de instante vejo uma enfermeira a aparecer-lhe por trás e a trocar-lhe a escova pelo pente, sem um comentário, sem uma palavra sequer, pura e simplesmente na prática de quem executa uma rotina. E ele a obedecer-lhe sem a menor resistência, ele como que a cumprir a parte que lhe compete nessa rotina. Sempre este jogo?, pergunto.”(...) In de Profundis Valsa Lenta, José Cardoso Pires 16 de Junho 2011 //5
  6. 6. Ritinha LoboFestim!Estarreja, Praça FranciscoBarbosa, 9 de Junho 2011 Lúcia Moniz Cenicamente o concerto teve momentos muito interessantes, no- meadamente no que diz respeito à luz e aos candeiros que reme- tiam para um espaço mais familiar e tudo isto, sempre com um toque íntimista relembrando para este ultimo “fio de luz”. Gafanha da Nazaré, Centro O álbum fala de tudo o que há de positivo, e de como devemos Cultural, quinta, 9 de Junho encontrar sempre um fio de luz para abordar pelo lado positivo os desafios que se enfrentam ao longo da vida. 2011 “Try again”- um tema já conhecido do álbum Magnólia foi um dos momentos da noite, onde a actriz e cantora demonstrou um Na passada quinta-feira dia 09 de Junho Lúcia Moniz esteve no au- grande à-vontade com o público e através do qual conseguiu ou- ditório do Centro Cultural da Gafanha da Nazaré para apresentar vir a voz do mesmo. o seu novo trabalho, Fio de Luz. Infelizmente a sala esteve com muitas cadeiras vazias. No entanto Lúcia não se deixou desmotivar No fim, ouve ainda tempo para um encore não planeado com um e aproveitou para criar uma empatia muito especial com quem es- Ipad que não quis funcionar e que acabou por não ser preciso, teve presente, mostrando e partilhado momentos únicos. “Dizer que não”, mereceu de novo ter o auditório como coro, fi- O inicio do concerto ficou a cargo de temas como “Dança” e nalizando assim em grande a apresentação do seu novo trabalho. “Príncipe do Nada”, seguiram-se “Cover Me” do álbum Magnólia, nome do primeiro trabalho de Lúcia Moniz. Texto e Foto: Rita Silva Conta-mePouco passava das 22h quando Ritinha Lobo subiu ao palco insta-lado na praça Francisco Barbosa, bem no centro de Estarreja. O Como Foipublico começou a chegar formando uma assistência muito uni-forme logo no inicio do espectáculo. Ritinha Lobo, natural da Ilhado Sal, seja ela oriunda de uma família desde há muito ligada à Teatro Aveirense, 4 de Junhomúsica, revelando um talento ímpar, ganhando com naturalidadeo 1.º prémio no concurso dos Pequenos Cantores, em 1987. Recebidos com direito a passadeira vermelha, o espectáculoFazendo parte de alguns dos eventos pluriculturais do nossos país “Conta-me como foi” pertencente à quinta edição do projectotendo como ponto alto as festas do Avante em 2006, veio desta “Dança Comigo” organizado pela Escola Mário Sacramento, dei-vez à região do Sal, para abrilhantar o já aclamado Festim – Festi- xou logo de início uma nostalgia típica dos anos 80.val Intermunicipal de Musicas do Mundo. Decorrendo através de histórias e êxitos dos anos 80 como BomAcompanhada por Yami no baixo e guitarras, Carlos Garcia no Jovi, Irene Cara, MC Hammer, A-Ha…acompanhados por váriasPiano e Marito Marques na bateria, o concerto foi uma mistura de coreografias, protagonizadas pelos alunos da escola.sonoridades fortemente vincadas pela atmosfera cabo-verdiana, Esta nostálgica aventura, fez recordar alguns dos episódios queque exuberava em todos os pequenos momentos do espectáculo. marcaram a infância dos mais experientes. Episódios aos quais osRazões mais que naturais para experimentar as propostas sempre mais novos têm acesso, através das histórias que vão ouvindo so-originais da programação do Festim, sendo que algumas delas são bre as noitadas e as experiências dos seus pais e avós.em espaços ao ar livre e de acesso grátis. Texto e fotos: Miguel Estima Texto e Foto: Tiago Carvalho 6 // 16 de Junho 2011
  7. 7. POR CIMA DA CARNE SECA Opinião de Ernesto Martins (cais-do-paraiso.blogspot.com)Cortina de vidro feliz na medida em que o espelho que te faz é o contrário do que te ausenta. A opacidade do verso é como a sombra que te persegue. Isso, enfim, define e se sente como sendo você. Você justifica sua atitude. Seu gesto personifica sua vontade. E isso gera grandes confusões psicológicas, o que mostra que somos tão frágeis quan- to nossos medos. Por isso buscamos a liberdade na seqüência do medo. Temos receio de onde ela nos levará, mas sabemos que viemos dela, que nos fizemos ali. Muitas vezes o medo esta ligado à consideração e confiança ao próprio sentimento. O que você real- mente quer? Não o que você aceita, mas o que quer. O grande problema de uma sociedade nova, crescente e de aces- sos distintos aos incrementos educacionais, é que a liberdade A FOREST OF STARS cultural pode “concretizar” uma destruição comunitária. Onde o entendido é que o dinheiro e a maneira a qual se pode alcançá-lo «Opportunistic Thieves of Spring» Crónica brasileira por Felipe Antunes é qualquer e acéfala. Isso é frustrante para os operários da suavi- (Lupus Lounge / Prophecy Productions, 2011) [9/10] http://porcimadacarnesecaemportugal.blogspot.com/ dade e abstração. A esperança é que o “concretizar” se transforme Publicado originalmente em meados de 2010, mas apenas do outro lado em “hologramar”, assim, um botão desintegraria a estupidez e do Atlântico, chega-nos agora às mãos este brilhante segundo opus dos o curto-circuito. Mas como esse botão não existe, continuemos A Forest of Stars, um álbum que podemos arriscar descrever como umaÀs vezes nós nos perguntamos coisas simples da vida. Coisas que aqui discutindo assuntos de interpretações diversas e de con- fusão muito particular de estéticas doom e black metal, com uma grandenos perturbam, perseguem, intrigam, mas que não queremos fusões ativas. variedade de aspectos ambientais, psicadélicos e sinfónicos. As com-polemizar pra nós mesmos, simplesmente não entendemos que Existem diversas palavras que buscamos definições, que apresen- posições são todas longas (entre 8 e 16’), desenvolvendo-se lenta e gradu-a coisa realmente é simples porque de fato temos medo de entrar tam significados interpretativos. Não sabemos ao certo até onde almente entre passagens ritualistas de violino, flauta (ambos executadosem sua complexidade! Isso ficou confuso, mas é verdadeiro. Não aquilo se enquadra no seu passo. Elas se jogam na complexidade pela ex-My Dying Bride, Kati Stone) e piano, e segmentos avassaladoresconseguimos entender o que a liberdade nos toma ao certo... E neurológica e tencionam a interpretação. O que é o certo e o er- de riffs minimalistas e repetitivos de efeito hipnótico. Tirando a peça dese toma... Não se entende a esfera agressiva que ela esta contida. rado? O que é livre e qual a relação com a proibição? Qual a liga- abertura, “Sorrow’s impetus”, que é ao mesmo tempo a mais violenta eAo mesmo tempo em que ela agride, ela salva e abre espaço pro ção da liberdade com o acerto? Muitas vezes a privação limita a sombria e a menos interessante, tudo neste disco é grandioso e genial. Odesfile da vida. Sem ela sua cortina se fecha. vocalista, Mr Curse, tem aqui uma performance impressionante que so- projeção e sua amplitude. Mesmo que seja pro seu quarto, pra suaPor definição a liberdade sanciona, o que pode qualificar de ma- bressai na sonoridade geral. Cada frase é pronunciada com uma postura casa, seu bairro... E ao mesmo tempo a interpretação conforta eneira positiva e negativa os atos e motivações. A cultura é um ex- quase teatral; uma convicção torturada que é particularmente notável confunde o enquadramento limitante no uso de uma palavra. no doomy “Summertide’s approach”, talvez pela forma como a cadênciaemplo que só se expressa de maneira realmente completa quando As cortinas são de vidro, você pode ver do outro lado. Cabe a você do ritmo base enfatiza as linhas vocais proferidas. Conquanto preserve ose vale da liberação, quando a única regra é sua própria criação. abri-las e fechá-las convenientemente. O espetáculo começa. carácter estranho e oculto presente em «The Corpse of Rebirth», o discoÉ se permitir se libertar. Apesar de subjetivo o tema é compreen- Você é o autor. Você é o ator. Os personagens se desenvolvem den- anterior, este é, em média, um álbum bem mais fácil de assimilar, comsível, mas nunca explicável. Você o entende, mas não consegue tro de uma bolha de sentimentos que pode estourar. A barreira música mais dinâmica e temas mais variados entre si – um trabalho me-defini-lo. Talvez seja assim mesmo, o importante seja a sensação está no espelho que te limita. Esta na interpretação etimológica e lhor em todos os aspectos. Numa cena saturada de bandas sem imagina-e não a definição. O mundo é de todos, é pra lá que se vai, e de lá no botão desintegrador que você vai ajudar a criar. Cabe a cada um ção, lá surge uma de vez em quando com o condão de induzir aquele raroque se chega. Então qual é a limitação da liberdade? Qual a bar- contribuir na criação desse botão, soar as três campainhas e abrir arrepio na espinha que só acontece com as obras de excepção. Esta é umareira que te prende? as cortinas da libertação. Mas não se esqueça! Por prevenção, não delas.Completar um ato é como entender como se é completado. É estar custa blindar os vidros da cortina em casos de fechamento.Exposição, BRANCA, até dia 19 de JunhoExposição, Branca d’Espant’artBranca d’Espant’art é o título da exposição de espantalhos, inseridanas comemorações da vila da Branca, concelho de Albergaria-a-Ve-lha, que estará patente ao público até ao próximo dia 19 de Junho.A ideia partiu da Probranca, Associação para o Desenvolvimento So-ciocultural da Branca, que pretendeu, desta forma, transformar emexposição uma tradição inicialmente agrícola, em que os espantalhosserviam para afastar as aves das sementeiras e plantios. A mostra podeser visitada nos jardins da instituição.Uma aposta ganha que, segundo a organização, “pretende reavivartradições e memórias, fomentar a criatividade e valorizar o espírito decolaboração interinstitucional”, com a participação das IPSS do Con-celho, escolas e associações da Vila da Branca.Com a sua reinterpretação e o seu tema deram asas à imaginação e, oresultado aí está: várias dezenas de espantalhos grandes e pequenos,actuais, do antigamente e do futuro. Uma mostra que não deixa in-diferentes os transeuntes e os visitantes, mesmo os mais distraídos. Texto: Sérgio Pereira Fotos: Marco Fonseca 16 de Junho 2011 //7
  8. 8. AGENDA de 16 a 22 de Junho 2011 Edição nº 366 Quinta-feira 16 de Junho Sábado 18 de Junho DJ| 22h Projecto MandalaMúsica| 19h 1/2 de Música DJ| 14h Peixinho @ MusPortugal DJ Contest- Etapa de Aveiro Espinho, Doo Bop Bar, na Praia da BaíaAveiro, Oficina de Música de Aveiro Aveiro, Rossio Com Sattaman e seus pares (reggae, soul, bossa, world).A Oficina de Música de Aveiro leva a efeito mais uma meia de DJ| 22H Peixinho no International Surf Day 2011.música desta vez dedicada ao canto, ao saxofone e á bateria. O Site http://www.oln.ptevento realiza-se a partir das 19h com alunos de canto do prof. Vagueira, Praia da Vagueira Recomenda:Pedro Figueira e a partir das 20h com alunos de sax e guitarra.Tome Nota: entrada livre. Multidisciplinar| 16h Artes & Palco DJ|23h R Sound Aveiro, Performas Sever de Vouga, Ovelha NegraDança| 21h30 A NOTÍCIA DA MINHA MORTE FOI UM EXAGERO Apresentação do exercício final da AEC, actividades de enriqueci-Aveiro, Estaleiro Teatral mento curricular do 1º Ciclo do Ensino Básico, “Artes&Palco”, Domingo 19 de JunhoÉ a quinta produção do Ballet Contemporâneo do Norte e a dos alunos do Nível II (3º e 4º anos), pela Pantopeia, em parceria Teatro| 16h A Loja dos Brinquedosprimeira obra de fundo de Susana Otero, bailarina do BCN desde com Performas. Espectáculo multidisciplinar em forma de viagem Ovar, Centro de Arte de Ovar2002. Tendo como matéria primeira e ponto de partida textos de guiada, com o tema “sonhos, pesadelos, histórias e personagens”. A Contacto vai apresentar em estreia absoluta nacional a sua maisJosé Cardoso Pires livremente adaptados. Tome Nota: Artes & Palco continua no domingo no mesmo local recente produção infanto-juvenil: “A Loja dos Brinquedos” ,Tome Nota: bilhete a 5 euros. Repete Sexta e Sábado. um original de Marcelino Costa, com adaptação e encenação de Manuel Ramos Costa. Uma história de magia e encantamento paraTeatro| 21h45 Or Not 2B toda a família… Tome Nota: mais informações em www.contact-Aveiro, Gretua Música| 16h Grotesque & Burlesque Show 2 ovar.comExercício final do 16º Curso de Iniciação Teatral, a partir de Aveiro, Associação Cultural Mercado Negro“Hamlet - Tragédia Cómica” de Luis Buñuel. Orientado por Tiago Segunda-feira 20 de JunhoCastro. Tome Nota: bilhetes a partir de 3 euros Música| 18h Concerto Cinema| 22h Poesia Aveiro, Conservatório Aveiro, Teatro AveirenseMúsica| 23h Frankie Chavez Pela Orquestra de Sopros e Coros do Conservatório de Música de Soon-mi vive com o neto, um rapaz problemático, numa pequenaAveiro, Auditório da Associação Cultural Mercado Negro Aveiro Calouste Gulbenkian, com direcção musical de Ana Maria cidade dos subúrbios de Seul, localizada junto ao rio Han. É umaMúsica alternativa, blues. Ribeiro e Nelson Aguiar. mulher vaidosa, que usa chapéus decorados com flores e roupas extravagantes. Mas revela, por vezes, uma personalidade imprevi- Sexta-feira 17 de Junho Dança| 21h45 Uma Coisa Em Forma de Assim sível e uma mente inquisitiva. Casualmente, começa a frequentarMúsica| 21h Yolanda Soares Aveiro, Teatro Aveirense um curso de poesia e, pela primeira vez na vida, é desafiada aAveiro, Centro Cultural e de Congressos de Aveiro Dança contemporânea pela CNB-Companhia Nacional de Bailado. escrever um poema. Começa assim a sua busca por inspiração.Metamorphosis apresenta música clássica, fado, a electrónica e Tome Nota: bilhetes entre os 5 e os 15 euros Ao mesmo tempo que procura encontrar a beleza presente no seuo rock, com vocalizações em inglês, alemão, italiano e português, quotidiano, enfrenta a realidade nua e crua que existe, muito alémora puro ora misturado com latim. Música| 22h Le Trio Joubran da sua imaginação, e apercebe-se de que talvez a vida não seja tão Estarreja, Cine Teatro de Estarreja bela como supunha...Dança| 21h30 A Bela e o Monstro Tome Nota: bilhetes a partir de 3,50 euros Tome Nota: bilhetes a 2.50 para sócios do Cinecube, 4 euros paraSanta Maria da Feira, Europarque estudantes e maiores de 65 anos, e 5 euros o bilhete normal.Dança Clássica, pelo Centro de Dança do Porto Música| 22h Orquestra Classica do Centro Ovar, Centro de Arte de Ovar Quarta 22 de JunhoMúsica| 21h45 Júlio Resende Trio Com o Orfeão de Ovar, Orfeão de Loureiro, Coro de Professores de DJ| 23h Pedro NavarroS. João da Madeira, Paços da Cultura Coimbra, Coro Carlos Seixas e Coro da Cãmara de Romariz Aveiro, Absoluto BarJazz, “You taste like a song” Tome Nota: bilhetes a 5 eurosMúsica| 22h Le Trio JoubranAlbergaria a Velha, Alameda 5 OutubroFestimMúsica| 22h The UnderdogsEspinho, Doo Bop Bar, na Praia da BaíaMúsica| 22h Mafalda Veiga - ZoomÍlhavo, Centro Cultural de ÍlhavoTome Nota: bilhetes a 12 eurosMúsica| 23h TempoAveiro, Ria CaféBanda de covers de clássicos pop-rockDJ| 23h Wah Wah Sound SystemAveiro, Café-Concerto do PerformasFICHA TÉCNICA::: Edição Diário de Aveiro ::: Director: Adriano Callé Lucas Director-Adjunto: Ivan Silva ::: Director de publicidade: Ivo Almeida (ivo.almeida@diarioaveiro.pt) ::: Editora: Maria JoãoAzevedo (clip.maria@gmail.com) ::: Design e Paginação: Mariana Castro (miiidemiii@hotmail.com)::: Impressão: FIG ::: Tiragem: 8000 exemplares 8 // 16 de Junho 2011

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