O fim do isolamento dos índios surdos
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Amarildo é surdo e se comunica na escola por meio de quatro linguagens diferentes.  Foto: Edu Lyra
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<ul><li>Há três anos, a surdez do garoto e de outras sete crianças da tribo foi identificada, levando a gerência regional ...
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O fim do isolamento dos índios surdos

  1. 1. O fim do isolamento dos índios surdos
  2. 2. <ul><li>Conheça o desafio das escolas indígenas em educá-los na língua portuguesa, no idioma da aldeia, na linguagem de gestuais própria da tribo e na língua brasileira de sinais </li></ul><ul><li>Thais Gurgel ( thais.gurgel @ abril.com.br ) </li></ul>
  3. 3. Amarildo é surdo e se comunica na escola por meio de quatro linguagens diferentes. Foto: Edu Lyra
  4. 4. <ul><li>Amarildo Inácio, índio da etnia caingangue, tem 15 anos e desde 2004 está vivendo uma experiência bastante rica: estudar de verdade. </li></ul><ul><li>Até então, a Escola Indígena de Educação Básica Cacique Vanhkre, em Ipuaçu, a 511 quilômetros de Florianópolis, onde está matriculado desde a 1ª série, não tinha uma política de inclusão de alunos com deficiência. Com surdez total em um ouvidoe parcial em outro, o garoto estava lá fazendo número, sem aprender. Amarildo sempre tentou se comunicar com os demais membros da aldeia, mas ninguém o entendia. Além de não conseguir pronunciar bem as palavras, misturava dois idiomas – o português e o caingangue. Seus gestos eram compreendidos por poucos e, durante muito tempo, ele foi considerado um deficiente mental.  </li></ul>
  5. 5. <ul><li>Há três anos, a surdez do garoto e de outras sete crianças da tribo foi identificada, levando a gerência regional da Secretaria de Educação de Santa Catarina a implantar um programa pedagógico para atender às necessidades do grupo. “Foi muito difícil estabelecer uma comunicação mínima com os estudantes no início do processo. Primeiro, tive de conquistar a confiança deles”, conta Marisa Giroletti, pesquisadora na área de processos inclusivos da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).  </li></ul>
  6. 6. <ul><li>Ministério da Educação (MEC) não informa quantos dos 163 693 indígenas matriculados na rede pública têm deficiência auditiva – entre os não-índios são 15 mil. Sem uma política nacional paraatendê-los, cada comunidade encontra suas próprias soluções para levar esses estudantes a avançar na aprendizagem. Em 2001, com a aprovação do Plano Nacional de Educação, as escolas indígenas conseguiram garantir a identidade cultural e lingüística de suas populações por meio de um currículo diferenciado. Das 2 323 escolas indígenas existentes no Brasil, 1 818 já oferecem Educação bilíngüe. </li></ul>
  7. 7. <ul><li>Preconceito cultural </li></ul><ul><li>A inclusão de crianças com deficiência, um dos maiores e mais complexos desafios nessa área, no entanto, está só começando, como mostra a experiência da Escola Cacique Vanhkre. Lá, como em outras populações do país, a dificuldade em colocar a criança deficiente estudando com as demais encontra barreiras na própria família. “Os deficientes geralmente são encarados como um impedimento à sobrevivência de um povo. O trabalho da equipe pedagógica é imenso para convencer os pais a permitir o convívio deles com outras pessoas da comunidade”, explica o antropólogo Giovani José da Silva, especialista em Educação Indígena, de Campo Grande. </li></ul>
  8. 8. <ul><li>No passado, era comum que, tão logo fosse detectada na criança indígena alguma característica diferente das apresentadas pelo restante do grupo, ela fosse abandonada e até morta. Ainda hoje, em muitos casos, ela é afastada do convívio social e não estuda </li></ul><ul><li>Vencida a barreira imposta pela família e pela cultura, e incluída a criança na escola, o próximo passo é garantir a aprendizagem dela. Amarildo esperou bastante tempo para que isso ocorresse. Imagine a dificuldade enfrentada por seus professores para se comunicar com ele. Como fazer com que um aluno assim aprenda de verdade e tenha os mesmos direitos assegurados aos outros estudantes? </li></ul>
  9. 9. <ul><li>O desafio levou a pesquisadora Marisa a aldeias caingangues. O objetivo dela era fazer com que crianças e jovens conhecessem a língua brasileira de sinais (libras), já que não conseguiu identificar uma linguagem de gestos própria naquele povo. “Com o passar do tempo, porém, percebi que havia sinais compartilhados pelos surdos da comunidade. Nós é que precisávamos conhecer o gestual para melhorar a comunicação e levar os surdos a avançar na aprendizagem.” Amarildo e seus colegas, portanto, tinham uma maneira de se comunicar que precisava ser valorizada . </li></ul>
  10. 10. <ul><li>Leia a reportagem completa em: </li></ul><ul><li>http://revistaescola.abril.com.br/inclusao/educacao-especial/fim-isolamento-indios-surdos-424770 . shtml </li></ul>
  11. 11. Grupo Graham Bell <ul><li>Vanilda Rosa Silva dos Santos </li></ul><ul><li>Simone de Fátima Mendes Pinto </li></ul><ul><li>Ana Paula Carneiro Rola </li></ul><ul><li>Fátima Roberto Marins </li></ul><ul><li>Turma: RJ 07 </li></ul><ul><li>Novembro de 2009 </li></ul>

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