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CURSO PARA OS
ORIENTADORES
DE ESTUDO
Retomada de Língua
Portuguesa - Leitura
Equipe RN
Julho/agosto – 2014
Denise Maria de Carvalho
Lopes
Elaine Santana de Oliveira
PAUTAPAUTA – 29/07/2014 (terça-feira- tarde)– 29/07/2014 (terça-feira- tarde)
Retomada de Língua Portuguesa
FOCO TEMÁTICO: Ensino-aprendizado da LEITURA
OBJETIVO:
Refletir sobre situações didáticas que propiciem o
aprendizado e desenvolvimento de conceitos,
procedimentos e atitudes necessárias à leitura para
quem ainda não sabe ler e escrever.
PAUTAPAUTA – 29/07/2014 (terça-feira- tarde)– 29/07/2014 (terça-feira- tarde)
1. Leitura Deleite: A encantadora canção do pássaro mágico,
Nelson Mandela
2. Exposição dialogada - Retomada dos “Direitos de
Aprendizagem”/Objetivos gerais de Língua Portuguesa, com
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3. Vídeo em debate: Ler para aprender (PROFA, BRASIL, 2001)
4. Atividade em grupos: Elaboração, em pequenos grupos, de
atividades para o aprendi leitura.
1. Leitura deleite1. Leitura deleite::
A encantadora canção do pássaro mágico”,
Nelson Mandela (Conto africano)
Nelson Mandela foi um líder rebelde e, posteriormente,
presidente da África do Sul de 1994 a 1999. Seu nome
verdadeiro é Rolihlahla Madiba Mandela. Principal
representante do movimento antiapartheid, foi considerado
pelo povo um guerreiro em luta pela liberdade. Era tido pelo
governo sul-africano como um terrorista e passou quase três
décadas na cadeia.
De etnia Xhosa, Mandela nasceu num pequeno vilarejo na
região do Transkei. Aos sete anos, tornou-se o primeiro
membro da família a frequentar a escola, onde lhe foi dado o
nome inglês "Nelson". Seu pai morreu logo depois e Nelson
seguiu para uma escola próxima ao palácio do Regente.
Em 1934, Mandela mudou-se para Fort Beaufort. Lá, começou
o curso para se tornar bacharel em direito na Universidade de
Fort Hare.
Como jovem estudante de direito, Mandela se envolveu na oposição ao regime
do apartheid, que negava aos negros (maioria da população), mestiços e
indianos (uma expressiva colônia de imigrantes) direitos políticos, sociais e
econômicos. Uniu-se ao Congresso Nacional Africano em 1942 e dois anos
depois fundou, com Walter Sisulu e Oliver Tambo, entre outros, a Liga Jovem do
CNA.
No decorrer dos 27 anos que ficou preso, Mandela se tornou de tal modo
associado à oposição ao apartheid que o clamor "Libertem Nelson Mandela" se
tornou o lema das campanhas antiapartheid em vários países.
Em junho de 2004, aos 85 anos, Mandela anunciou que se retiraria da vida
pública. Fez uma exceção, no entanto, por seu compromisso em lutar contra a
AIDS.
Faleceu em 2013, aos 95 anos, em sua casa na África do Sul.
Disponível em: http://educacao.uol.com.br/biografias/nelson-mandela.jhtm, em 26 de julho de 2014.
 
1. Leitura deleite1. Leitura deleite::
A encantadora canção do pássaro mágico”,
Nelson Mandela (Conto africano)
2. O que os alunos têm direito de aprender da
Língua Portuguesa? E de Leitura?
Direitos gerais/objetivos de aprendizagem
Dentre os propostos – Caderno 1 Ano 1
Apreciar e compreender textos do universo
literário (contos, fábulas, crônicas, poemas,
dentre outros), levando-se em conta os
fenômenos de fruição estética, de imaginação e
de lirismo, assim como os múltiplos sentidos
que o leitor pode produzir durante a leitura.
• Compreender e produzir textos destinados à
organização e socialização do saber
escolar/científico (textos didáticos, notas de
enciclopédia, verbetes, resumos, resenhas,
dentre outros) e à organização do cotidiano
escolar e não escolar (agendas, cronogramas,
calendários, cadernos de notas...).
• Participar de situações de leitura/escuta
e produção oral e escrita de textos
destinados à reflexão e discussão acerca
de temas sociais relevantes (notícias,
reportagens, artigos de opinião, cartas
de leitores, debates, documentários...).
Conhecimentos básicos sobre Leitura
• Sobre o princípio alfabético: decodificação
• Sobre a linguagem, a temática, os portadores, os
gêneros e suas características
• Sobre procedimentos específicos de leitura:
- antecipação de sentidos
- identificação do tema do texto
- identificação de informações explícitas e implícitas
- verificação de hipóteses (antecipações e
inferências).
• Identifica letras
• Decodifica sílabas canônicas (c+v)
• Decodifica sílabas, mas não faz síntese – não faz leitura
global de palavras
• Faz reconhecimento global de palavras – sem atentar para
suas partes menores
• Decodifica sílabas, mas não faz síntese – não faz leitura
global de palavras
• Faz reconhecimento global de palavras – sem atentar para
suas partes menores
• Decodifica palavras – mas não atribui sentido – não entende seu
significado
• Lê e compreende palavras isoladas ou em listas
• Lê e compreende frases – textos articulados com conectivos
e compreende seu significado.
As aprendizagens
(direitos/objetivos) relacionadas à
LEITURA estão descritas:
• Eixo LEITURA (p. 33)
• Eixo ANÁLISE LINGUÍSTICA: APROPRIAÇÃO DO
SISTEMA DE ESCRITA ALFABÉTICA, p.37):
• DENTRE OS OBJETIVOS RELATIVOS À LEITURA
nesse encontro enfatizaremos:
1.Procedimentos/habilidades de
ANTECIPAÇÃO (no eixo LEITURA, p. 33) :
- Antecipar sentidos e ativar conhecimentos
prévios relativos aos textos a serem lidos pelo
professor ou pelas crianças);
O que as crianças precisam aprender para
conseguirem LER?
2. Procedimentos/habilidades de
DECODIFICAÇÃO
(eixo Análise Linguística: Apropriação dos
Sistema de Escrita Alfabética - p.37):
•Reconhecer e nomear as letras do alfabeto.
•Segmentar oralmente as sílabas de palavras e
comparar as palavras quanto ao tamanho.
•Dominar as correspondências entre letras ou
grupos de letras e seu valor sonoro, de modo a
ler palavras e textos.
•Ler, ajustando a pauta sonora ao escrito.
2. Exposição dialogada
É PRECISO LEMBRAR
Para ler, do mesmo modo que para escrever, o
aprendiz precisa compreender:
COMO FUNCIONA O SISTEMA DE ESCRITA
1.ENTENDER O QUE A ESCRITA REPRESENTA
2.COMO REPRESENTA
3.OUTRAS CONVENÇÕES
• O QUE representa? - os sons das palavras;
• COMO representa: “notando”/grafando o
som de cada fonema – menor unidade de som
das palavras;
• E outras convenções, tais como: que se
escreve/se lê fazendo correspondência entre
fonema-grafema/grafema fonema – que se
segue a pauta sonora da palavra, que se
escreve/se lê da direita para a esquerda; que
há espaçamentos entre as palavras...
É preciso perceber outras unidades/partes de
som das palavras, como sílabas (SEM TER QUE
MEMORIZÁ-LAS ANTES – e nem isoladamente,
MAS identificá-las nas palavras faladas, isolá-las –
oralmente).
Depois, fazer isso na escrita – compondo e
decompondo palavras – o que possibilitará fazer
“leitura global” – reconhecer palavras sem
atentar para partes menores que a compõem e
propiciará fluência na leitura.
2. Exposição dialogada
O QUE É PRECISO APRENDER PARA
ALCANÇAR O DOMÍNIO DESSES
PROCEDIMENTOS/HABILIDADES?
COMO ORGANIZAR O ENSINO PARA
QUE AS CRIANÇAS ALCANCEM ESSE
DOMÍNIO – QUE ATIVIDADES
DESENVOLVER?
O que fazer para que cada criança aprenda a:
1. Antecipar sentidos e ativar conhecimentos prévios
relativos aos textos a serem lidos pelo professor ou
pelas crianças – quer dizer, com base no que já sabe,
pensar/dizer/”adivinhar” o que virá a seguir.
• ANTECIPAÇÃO – envolve a ativação de
conhecimentos prévios sobre os textos já
lidos/conhecidos, sobre o assunto, sobre a
linguagem do texto, sobre o portador, sobre o
gênero, sobre o autor – e sobre a própria
atividade de “antecipar”.
2. Exposição dialogada
ATENÇÃO:
Como se aprende?
•Para que a criança aprenda a “antecipar”, ela
precisa interagir com práticas de antecipação,
ou seja, precisa vivenciá-las, observar pessoas
que fazem antecipações ao lerem textos.
•Para isso, é preciso que o/a professor/a, a
cada leitura – diariamente:
2. Exposição dialogada
a) Forneça informações sobre os textos a serem lidos
PARA as crianças e COM elas sobre:
- para que vai ler o texto – com que finalidade;
- seu portador – se é um livro, um jornal, uma folha,
um panfleto etc – e suas características;
- do que trata o texto – o que ele contém, o que ele
diz, em linhas gerais.
- quem o produziu/o escreveu e com que objetivo.
- Características do autor – para as crianças
aprenderem a pensar em quem escreve o
que/como.
2. Exposição dialogada
b) Após fornecer informações iniciais sobre o texto a ser lido,
faça perguntas sobre o texto, sua finalidade, seu conteúdo, seu
autor:
- antes de iniciar a leitura – o que eles pensam que vai dizer o
texto; a partir do título, (se é um conto), se é triste, alegre,
assustador, engraçado...
- durante a leitura – Questões tipo: e agora, o que será que vai
acontecer? Será que...?
- após a leitura - questões que façam as crianças “pensarem”
sobre o que leram, tipo; “e se” o final não fosse esse, como
poderia ser? E se...;
O que fazer para que cada criança consiga
DECODIFICAR palavras
A DECODIFICAÇÃO
•Consiste na conversão de grafemas (letras) em
fonemas (sons) - bem como outros sinais gráficos;
•exige a percepção/identificação de outras unidades
fonológicas que compõem as palavras, além dos
fonemas, como as sílabas;
•exige uma análise dessas unidades/partes de som;
•implica o conhecimento sobre as letras e seus valores
sonoros, bem como suas combinações, suas
aglutinações – e os sons que resultam.
2. Exposição dialogada
Assim, para decodificar, as crianças precisam perceber
que
Isso não significa que é preciso ensinar as letras ANTES de
iniciar o trabalho com as palavras;
É preciso FAZER AS DUAS COISAS AO MESMO TEMPO
•Ensinar as letras
•Introduzir o trabalho com as palavras e com as letras com as
quais podemos escrevê-las e lê-las quando estão escritas.
As palavras são compostas por partes de sons e que
estes são representados por determinadas letras
2. Exposição dialogada
• Como fazer para que as crianças
consigam:
 Dominar as correspondências entre
letras ou grupos de letras e seu valor
sonoro, de modo a ler palavras e textos.
Desenvolver, todos os dias, atividades em que as
palavras escritas a serem exploradas tenham
significado/sentido para as crianças e com as quais
possam ser exploradas as letras que as compõem.
1. Explorando seus próprios nomes
Atividades explorando os nomes das crianças:
•agrupar as fichas (ou crachás) com nomes que iniciem
(ou terminem) com a mesma letra – nomear essa letra,
explorá-la nos diferentes nomes;
Atividades explorando os nomes das crianças:
•agrupar as crianças, em determinados dias,
pela letra inicial;
Atividades explorando os nomes das
crianças:
•contar quantas letras tem cada nome;
•comparar qual o que tem mais e que tem
menos;
•relacionar a quantidade de letras com a
extensão do nome pronunciado
oralmente;
Atividades explorando os nomes das crianças:
•contar quantas sílabas tem cada nome;
•representar essa composição no quadro ou em grandes
papéis, dentro de espaços definidos, para que as crianças
vejam as partes – e que estas podem ter uma ou mais
letras.
Nome Partes do nome
AMANDA A - MAN - DA
JOSÉ JO - SÉ
JOAQUIM JO - A - QUIM
Explorar as combinações e o que produzem:
-mostrar que J junto com O fica JO;
-que o S junto com o O fica SÓ (pronunciar com
som de “Z”, tal como na palavra.
Em outro momento, informar a variabilidade de
som: s com som de z em determinadas situações –
entre vogais.
Atividades explorando os nomes das crianças
(antecipando/decodificando):
•mostrar uma ficha com o nome de uma criança e,
deixando visível somente a letra inicial, explorar com as
crianças que letra é (o que já ajuda a cada uma a
aprender cada letra – sua forma e valor sonoro) e de
quem é esse nome.
•Fazer o mesmo com os nomes que começam com a
mesma letra ao mesmo tempo, fazendo-as perceberem
que palavras diferentes podem iniciar com a mesma
letra – o que ajudará a consolidar a apropriação de seu
valor sonoro e sua forma;
• Explorar, também, junto com as iniciais, a
composição silábica – como as letras se
combinam para formar unidades sonoras
maiores que o fonema.
Ex:
• GABRIELA
• GERALDO
• GEILSON
Dar informações necessárias para que passem a
prestar atenção na composição das palavras –
em suas unidades menores (de som e de grafia);
-Dizer que GA é sempre escrito com G seguido
de A ou que G junto de A (seguido de A) é
sempre GA.
-Que G seguido de E é GE (não é sempre);
-Que GERALDO e GEILSON começam do mesmo jeito, embora
em GERALDO, a gente fale GÉ (com o E mais aberto) e em
GEILSON, falamos GÊ, com o E mais fechado, como Ê.
A atividade pode se desdobrar na identificação de
palavras que comecem com a mesma unidade sonora
silábica, por exemplo, identificado e demonstrado que GA
– de GABRIELA, se escreve com G seguido de A,
Propor que digam outras palavras que iniciem do mesmo
jeito: GATO, GATA, GAIOLA, GALEGO, GALINHA, GALO,
GARRAFA, GAROTA...
Escrever esses nomes, se possível um abaixo do outro,
para que percebam a permanência/estabilidade da grafia
GA. Em seguida, ler, para e com as crianças, todas as
palavras escritas ou pedir que as crianças tentem
identificá-las, antes de lê-las.
Atenção:
As crianças podem, nesses momentos, dizer palavras
do mesmo campo semântico (pensando no significado,
em vez de atentarem para o significante sonoro, como
por exemplo, após GATO, dizerem CACHORRO,
CAVALO);
Também podem ao ouvirem o final da palavra, dizer
palavras que terminem do mesmo modo, como:
GABRIELA, JANELA, AMARELA.
O/a professor/a deverá chamar a atenção para o início
da palavra, falar que o “jogo” é dizer com esse som.
O objetivo é ajudar as crianças a perceberem as
correspondências som-letra/letra-som (em unidades como
o fonema e a sílaba)
Isso as ajudará a decodificar outras palavras que nunca
viram ou sobre as quais não têm pistas a não ser o
conhecimento sobre as letras (suas formas e valores
sonoros) e suas combinações.
Essas explorações também as ajudarão a perceber que não
há, em nossa língua, sílaba sem vogal (por isso é
importante conhecer a categorização das letras em
consonantes e vogais e não antes).
2. Exposição dialogada
Atividades explorando as listas de palavras:
•Explorando nomes de coisas trabalhadas em sala:
SUCO
CUSCUZ
SOPA
MACARRONADA
CACHORRO-QUENTE
Com listas, a atividade é sempre
de:
•explorar a composição sonora das
palavras:
como começa
 como termina
Com listas, a atividade é sempre de:
•questionar as crianças sobre onde pensam que a
palavra está escrita – isso exige que ativem seus
conhecimentos sobre:
as letras e seus valores sonoros
COMO se decodifica – acompanhando a pauta
sonora da palavra, ou seja, fazendo uma
correspondência entre o escrito e o som e
buscando dar sentido
• É preciso atentar que...
É necessário FORNECER PISTAS que orientem os
procedimentos psicolinguísticos das crianças :
suas ações de análise,
seus conhecimentos sobre as letras,
seus conhecimentos sobre os temas/assuntos, sobre
as palavras.
Não é uma “adivinhação sem base”.
É uma “adivinhação informada”.
• E preciso decodificar e reconhecer globalmente as
palavras com base em alguns indícios – sem fazer a
análise de suas partes internas menores.
JOÃO
ANA
FÁTIMA
MARCAS
• Portanto, para trabalhar a decodificação e o
reconhecimento global de palavras, é preciso
garantir que as crianças:
1. Pensem na composição sonora das palavras,
a. explorando inícios e finais,
b. brincando com rimas oralmente e observando a
“permanência”/semelhança na escrita;
c. identificando palavras escritas e agrupando as
que iniciam com a mesma letra e, assim, possam
fazer a relação entre o escrito e o oral (um leitor
as lê para elas);
2. Se familiarizem com as letras
a.Em atividades diversas com seus nomes,
b.Em bingos de letras e de palavras,
c.Em jogos como memória – com letras, sílabas;
d.dominó com letras, sílabas ou palavras;
e.“dedonha” (que pode ser feita oralmente e escrita no
quadro pela professora para todos, explorando-se a
escrita com a “estabilidade” da letra inicial)
f.outros jogos que explorem as letras;
suas formas seus nomes os valores sonoros
2. Exposição dialogada
3. Observem e pensem sobre as palavras escritas,
buscando identificá-las, com base em pistas que já
sabem ou que lhes são fornecidas;
Mostrar e ler, para as crianças, pequenas listas de palavras
como:
•MURIÇOCA
•BOI
•GATO
Perguntar qual é cada uma – onde está a palavra “muriçoca”?
Por que acham que é essa? Explorar as estratégias utilizadas
pelas crianças para identificar as palavras.
4. Fornecer fichas com grupos de palavras para as
crianças.
a.Pedir que identifiquem qual palavra está sendo falada a cada
vez
personagens de uma história
VOVÓ
CHAPEUZINHO VERMELHO
LOBO
CAÇADOR
5. Fornecer fichas com gravuras e nomes para que as
crianças identifiquem qual é o nome da gravura
a.a tarefa pode ser “complicada” colocando-se todas as
palavras de cada ficha com a mesma inicial. Pedir que
as crianças identifiquem o nome bicicleta e expliquem
suas escolhas.
BOLA
BICICLETA
6. Fornecer uma caixa com algumas (5 a 10) gravuras
selecionadas e com fichas com nomes para que elas
encontrem o “par” (cada gravura e seu nome).
BONECA
BOLICHE
TRATOR
7. Após conversa retomando os nomes dos jogadores
da seleção brasileira de futebol, fornecer um envelope
com fotos de alguns jogadores (ou de alguns, 5 a 10) e
com os nomes deles escritos em fichas. Pedir que as
crianças encontrem os nomes.
NEYMAR
DAVI LUÍS
FRED
JULIO CÉSAR
8. Após conversa sobre as músicas e cantores ou
bandas musicais preferidas das crianças, fornecer fichas
com nomes de cantores ou bandas e ditar os nomes,
um a um, para que elas encontrem/identifiquem seus
nomes escritos
AVIÕES DO FORRÓ
ANITA
CAVALEIROS DO FORRÓ
JORGE E MATEUS
2. Exposição dialogada
• O que fazer para que cada
criança consiga aprender a:
3. Ler, ajustando a pauta sonora ao
escrito, mesmo antes de saberem
ler convencionalmente (para
aprenderem a fazê-lo).
Atividades explorando nomes diversos:
• Identificação, nas letras de música ou de poesias, de
palavras repetidas, explorando sua composição gráfica
– as letras que as compõem.
PIRULITO QUE BATE, BATE
PIRULITO QUE BATE, BATE
PIRULITO QUE JÁ BATEU
QUEM GOSTA DE MIM É ELA
QUEM GOSTA DELA SOU EU
• As mesmas atividades já descritas,
explorando a pauta sonora da palavra e
seu registro escrito – parte a parte, do
início ao final da palavra,
• Ajudar a criança a perceber que é preciso
corresponder/acompanhar cada parte
de som pronunciado a cada parte de
grafia – do início ao final da oralização e
da esquerda para a direita.
a) “Leitura” dos nomes próprios, de listas de nomes de
diferentes coisas (como as já sugeridas) – para e
com todas as crianças, coletivamente, no quadro
ou em grandes papéis, com letras visíveis a todas;
MÔNICA
MINGAU
CEBOLINHA
MAGALI
CASCÃO
ANJINHO
b) “Leitura” de textos que as crianças sabem de cor: a
professora ajuda as crianças a perceberem e fazerem o
“ajuste” da pauta sonora das palavras à grafia,
apontando com um instrumento;
DEDO MINDINHO
SEU VIZINHO
MAIOR DE TODOS
FURA BOLO
CATA PIOLHO
c) Ver atividades das páginas 38, 39 e 41 e 42 do
Caderno da UNIDADE 3, Ano 1.
3. Vídeo em debate – Ler para aprender
• Oitavo vídeo do Módulo I do Programa de Formação de
Professores Alfabetizadores (Profa), realizado pelo MEC em
2001.
• https://www.youtube.com/watch?v=PShxl_4EFwQ 7'13
• https://www.youtube.com/watch?v=fR54Ia0XXWo 8'37
• https://www.youtube.com/watch?v=dN2X_AIU9Zg 9'16
• https://www.youtube.com/watch?v=qGo8T8nx3QA 10'03
• https://www.youtube.com/watch?v=uwjbU6voVfs Tempo: 2'52
4. Atividade em grupos: Elaboração, em pequenos
grupos, de atividades relacionadas à leitura.
• ORIENTAÇÕES:
1. Tendo como base as orientações discutidas nesse
tópico, planejem uma atividade relacionada à leitura,
priorizando os Procedimentos/habilidades de
ANTECIPAÇÃO e DECODIFICAÇÂO;
2. Lembrem de fazer as adaptações necessárias para
incluir todas as crianças da turma pensada (pensar
numa turma com uma ou mais crianças do público
alvo da educação especial).
5. SOCIALIZAÇÃO DAS5. SOCIALIZAÇÃO DAS
ATIVIDADESATIVIDADES

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Terca tarde - retomada língua portuguesa leitura

  • 1. CURSO PARA OS ORIENTADORES DE ESTUDO Retomada de Língua Portuguesa - Leitura Equipe RN Julho/agosto – 2014 Denise Maria de Carvalho Lopes Elaine Santana de Oliveira
  • 2. PAUTAPAUTA – 29/07/2014 (terça-feira- tarde)– 29/07/2014 (terça-feira- tarde) Retomada de Língua Portuguesa FOCO TEMÁTICO: Ensino-aprendizado da LEITURA OBJETIVO: Refletir sobre situações didáticas que propiciem o aprendizado e desenvolvimento de conceitos, procedimentos e atitudes necessárias à leitura para quem ainda não sabe ler e escrever.
  • 3. PAUTAPAUTA – 29/07/2014 (terça-feira- tarde)– 29/07/2014 (terça-feira- tarde) 1. Leitura Deleite: A encantadora canção do pássaro mágico, Nelson Mandela 2. Exposição dialogada - Retomada dos “Direitos de Aprendizagem”/Objetivos gerais de Língua Portuguesa, com ênfase nos aspectos relativos à leitura e sugestões de atividades; 3. Vídeo em debate: Ler para aprender (PROFA, BRASIL, 2001) 4. Atividade em grupos: Elaboração, em pequenos grupos, de atividades para o aprendi leitura.
  • 4. 1. Leitura deleite1. Leitura deleite:: A encantadora canção do pássaro mágico”, Nelson Mandela (Conto africano) Nelson Mandela foi um líder rebelde e, posteriormente, presidente da África do Sul de 1994 a 1999. Seu nome verdadeiro é Rolihlahla Madiba Mandela. Principal representante do movimento antiapartheid, foi considerado pelo povo um guerreiro em luta pela liberdade. Era tido pelo governo sul-africano como um terrorista e passou quase três décadas na cadeia. De etnia Xhosa, Mandela nasceu num pequeno vilarejo na região do Transkei. Aos sete anos, tornou-se o primeiro membro da família a frequentar a escola, onde lhe foi dado o nome inglês "Nelson". Seu pai morreu logo depois e Nelson seguiu para uma escola próxima ao palácio do Regente. Em 1934, Mandela mudou-se para Fort Beaufort. Lá, começou o curso para se tornar bacharel em direito na Universidade de Fort Hare.
  • 5. Como jovem estudante de direito, Mandela se envolveu na oposição ao regime do apartheid, que negava aos negros (maioria da população), mestiços e indianos (uma expressiva colônia de imigrantes) direitos políticos, sociais e econômicos. Uniu-se ao Congresso Nacional Africano em 1942 e dois anos depois fundou, com Walter Sisulu e Oliver Tambo, entre outros, a Liga Jovem do CNA. No decorrer dos 27 anos que ficou preso, Mandela se tornou de tal modo associado à oposição ao apartheid que o clamor "Libertem Nelson Mandela" se tornou o lema das campanhas antiapartheid em vários países. Em junho de 2004, aos 85 anos, Mandela anunciou que se retiraria da vida pública. Fez uma exceção, no entanto, por seu compromisso em lutar contra a AIDS. Faleceu em 2013, aos 95 anos, em sua casa na África do Sul. Disponível em: http://educacao.uol.com.br/biografias/nelson-mandela.jhtm, em 26 de julho de 2014.
  • 6.   1. Leitura deleite1. Leitura deleite:: A encantadora canção do pássaro mágico”, Nelson Mandela (Conto africano)
  • 7. 2. O que os alunos têm direito de aprender da Língua Portuguesa? E de Leitura? Direitos gerais/objetivos de aprendizagem Dentre os propostos – Caderno 1 Ano 1 Apreciar e compreender textos do universo literário (contos, fábulas, crônicas, poemas, dentre outros), levando-se em conta os fenômenos de fruição estética, de imaginação e de lirismo, assim como os múltiplos sentidos que o leitor pode produzir durante a leitura.
  • 8. • Compreender e produzir textos destinados à organização e socialização do saber escolar/científico (textos didáticos, notas de enciclopédia, verbetes, resumos, resenhas, dentre outros) e à organização do cotidiano escolar e não escolar (agendas, cronogramas, calendários, cadernos de notas...).
  • 9. • Participar de situações de leitura/escuta e produção oral e escrita de textos destinados à reflexão e discussão acerca de temas sociais relevantes (notícias, reportagens, artigos de opinião, cartas de leitores, debates, documentários...).
  • 10. Conhecimentos básicos sobre Leitura • Sobre o princípio alfabético: decodificação • Sobre a linguagem, a temática, os portadores, os gêneros e suas características • Sobre procedimentos específicos de leitura: - antecipação de sentidos - identificação do tema do texto - identificação de informações explícitas e implícitas - verificação de hipóteses (antecipações e inferências).
  • 11. • Identifica letras • Decodifica sílabas canônicas (c+v) • Decodifica sílabas, mas não faz síntese – não faz leitura global de palavras • Faz reconhecimento global de palavras – sem atentar para suas partes menores • Decodifica sílabas, mas não faz síntese – não faz leitura global de palavras • Faz reconhecimento global de palavras – sem atentar para suas partes menores • Decodifica palavras – mas não atribui sentido – não entende seu significado • Lê e compreende palavras isoladas ou em listas • Lê e compreende frases – textos articulados com conectivos e compreende seu significado.
  • 12. As aprendizagens (direitos/objetivos) relacionadas à LEITURA estão descritas: • Eixo LEITURA (p. 33) • Eixo ANÁLISE LINGUÍSTICA: APROPRIAÇÃO DO SISTEMA DE ESCRITA ALFABÉTICA, p.37):
  • 13. • DENTRE OS OBJETIVOS RELATIVOS À LEITURA nesse encontro enfatizaremos: 1.Procedimentos/habilidades de ANTECIPAÇÃO (no eixo LEITURA, p. 33) : - Antecipar sentidos e ativar conhecimentos prévios relativos aos textos a serem lidos pelo professor ou pelas crianças); O que as crianças precisam aprender para conseguirem LER?
  • 14. 2. Procedimentos/habilidades de DECODIFICAÇÃO (eixo Análise Linguística: Apropriação dos Sistema de Escrita Alfabética - p.37): •Reconhecer e nomear as letras do alfabeto. •Segmentar oralmente as sílabas de palavras e comparar as palavras quanto ao tamanho. •Dominar as correspondências entre letras ou grupos de letras e seu valor sonoro, de modo a ler palavras e textos. •Ler, ajustando a pauta sonora ao escrito.
  • 15. 2. Exposição dialogada É PRECISO LEMBRAR Para ler, do mesmo modo que para escrever, o aprendiz precisa compreender: COMO FUNCIONA O SISTEMA DE ESCRITA 1.ENTENDER O QUE A ESCRITA REPRESENTA 2.COMO REPRESENTA 3.OUTRAS CONVENÇÕES
  • 16. • O QUE representa? - os sons das palavras; • COMO representa: “notando”/grafando o som de cada fonema – menor unidade de som das palavras; • E outras convenções, tais como: que se escreve/se lê fazendo correspondência entre fonema-grafema/grafema fonema – que se segue a pauta sonora da palavra, que se escreve/se lê da direita para a esquerda; que há espaçamentos entre as palavras...
  • 17. É preciso perceber outras unidades/partes de som das palavras, como sílabas (SEM TER QUE MEMORIZÁ-LAS ANTES – e nem isoladamente, MAS identificá-las nas palavras faladas, isolá-las – oralmente). Depois, fazer isso na escrita – compondo e decompondo palavras – o que possibilitará fazer “leitura global” – reconhecer palavras sem atentar para partes menores que a compõem e propiciará fluência na leitura.
  • 18. 2. Exposição dialogada O QUE É PRECISO APRENDER PARA ALCANÇAR O DOMÍNIO DESSES PROCEDIMENTOS/HABILIDADES? COMO ORGANIZAR O ENSINO PARA QUE AS CRIANÇAS ALCANCEM ESSE DOMÍNIO – QUE ATIVIDADES DESENVOLVER?
  • 19. O que fazer para que cada criança aprenda a: 1. Antecipar sentidos e ativar conhecimentos prévios relativos aos textos a serem lidos pelo professor ou pelas crianças – quer dizer, com base no que já sabe, pensar/dizer/”adivinhar” o que virá a seguir. • ANTECIPAÇÃO – envolve a ativação de conhecimentos prévios sobre os textos já lidos/conhecidos, sobre o assunto, sobre a linguagem do texto, sobre o portador, sobre o gênero, sobre o autor – e sobre a própria atividade de “antecipar”.
  • 20. 2. Exposição dialogada ATENÇÃO: Como se aprende? •Para que a criança aprenda a “antecipar”, ela precisa interagir com práticas de antecipação, ou seja, precisa vivenciá-las, observar pessoas que fazem antecipações ao lerem textos. •Para isso, é preciso que o/a professor/a, a cada leitura – diariamente:
  • 21. 2. Exposição dialogada a) Forneça informações sobre os textos a serem lidos PARA as crianças e COM elas sobre: - para que vai ler o texto – com que finalidade; - seu portador – se é um livro, um jornal, uma folha, um panfleto etc – e suas características; - do que trata o texto – o que ele contém, o que ele diz, em linhas gerais. - quem o produziu/o escreveu e com que objetivo. - Características do autor – para as crianças aprenderem a pensar em quem escreve o que/como.
  • 22. 2. Exposição dialogada b) Após fornecer informações iniciais sobre o texto a ser lido, faça perguntas sobre o texto, sua finalidade, seu conteúdo, seu autor: - antes de iniciar a leitura – o que eles pensam que vai dizer o texto; a partir do título, (se é um conto), se é triste, alegre, assustador, engraçado... - durante a leitura – Questões tipo: e agora, o que será que vai acontecer? Será que...? - após a leitura - questões que façam as crianças “pensarem” sobre o que leram, tipo; “e se” o final não fosse esse, como poderia ser? E se...;
  • 23. O que fazer para que cada criança consiga DECODIFICAR palavras A DECODIFICAÇÃO •Consiste na conversão de grafemas (letras) em fonemas (sons) - bem como outros sinais gráficos; •exige a percepção/identificação de outras unidades fonológicas que compõem as palavras, além dos fonemas, como as sílabas; •exige uma análise dessas unidades/partes de som; •implica o conhecimento sobre as letras e seus valores sonoros, bem como suas combinações, suas aglutinações – e os sons que resultam.
  • 24. 2. Exposição dialogada Assim, para decodificar, as crianças precisam perceber que Isso não significa que é preciso ensinar as letras ANTES de iniciar o trabalho com as palavras; É preciso FAZER AS DUAS COISAS AO MESMO TEMPO •Ensinar as letras •Introduzir o trabalho com as palavras e com as letras com as quais podemos escrevê-las e lê-las quando estão escritas. As palavras são compostas por partes de sons e que estes são representados por determinadas letras
  • 25. 2. Exposição dialogada • Como fazer para que as crianças consigam:  Dominar as correspondências entre letras ou grupos de letras e seu valor sonoro, de modo a ler palavras e textos.
  • 26. Desenvolver, todos os dias, atividades em que as palavras escritas a serem exploradas tenham significado/sentido para as crianças e com as quais possam ser exploradas as letras que as compõem. 1. Explorando seus próprios nomes
  • 27. Atividades explorando os nomes das crianças: •agrupar as fichas (ou crachás) com nomes que iniciem (ou terminem) com a mesma letra – nomear essa letra, explorá-la nos diferentes nomes;
  • 28. Atividades explorando os nomes das crianças: •agrupar as crianças, em determinados dias, pela letra inicial;
  • 29. Atividades explorando os nomes das crianças: •contar quantas letras tem cada nome; •comparar qual o que tem mais e que tem menos; •relacionar a quantidade de letras com a extensão do nome pronunciado oralmente;
  • 30. Atividades explorando os nomes das crianças: •contar quantas sílabas tem cada nome; •representar essa composição no quadro ou em grandes papéis, dentro de espaços definidos, para que as crianças vejam as partes – e que estas podem ter uma ou mais letras. Nome Partes do nome AMANDA A - MAN - DA JOSÉ JO - SÉ JOAQUIM JO - A - QUIM
  • 31. Explorar as combinações e o que produzem: -mostrar que J junto com O fica JO; -que o S junto com o O fica SÓ (pronunciar com som de “Z”, tal como na palavra. Em outro momento, informar a variabilidade de som: s com som de z em determinadas situações – entre vogais.
  • 32. Atividades explorando os nomes das crianças (antecipando/decodificando): •mostrar uma ficha com o nome de uma criança e, deixando visível somente a letra inicial, explorar com as crianças que letra é (o que já ajuda a cada uma a aprender cada letra – sua forma e valor sonoro) e de quem é esse nome. •Fazer o mesmo com os nomes que começam com a mesma letra ao mesmo tempo, fazendo-as perceberem que palavras diferentes podem iniciar com a mesma letra – o que ajudará a consolidar a apropriação de seu valor sonoro e sua forma;
  • 33. • Explorar, também, junto com as iniciais, a composição silábica – como as letras se combinam para formar unidades sonoras maiores que o fonema. Ex: • GABRIELA • GERALDO • GEILSON
  • 34. Dar informações necessárias para que passem a prestar atenção na composição das palavras – em suas unidades menores (de som e de grafia); -Dizer que GA é sempre escrito com G seguido de A ou que G junto de A (seguido de A) é sempre GA. -Que G seguido de E é GE (não é sempre); -Que GERALDO e GEILSON começam do mesmo jeito, embora em GERALDO, a gente fale GÉ (com o E mais aberto) e em GEILSON, falamos GÊ, com o E mais fechado, como Ê.
  • 35. A atividade pode se desdobrar na identificação de palavras que comecem com a mesma unidade sonora silábica, por exemplo, identificado e demonstrado que GA – de GABRIELA, se escreve com G seguido de A, Propor que digam outras palavras que iniciem do mesmo jeito: GATO, GATA, GAIOLA, GALEGO, GALINHA, GALO, GARRAFA, GAROTA... Escrever esses nomes, se possível um abaixo do outro, para que percebam a permanência/estabilidade da grafia GA. Em seguida, ler, para e com as crianças, todas as palavras escritas ou pedir que as crianças tentem identificá-las, antes de lê-las.
  • 36. Atenção: As crianças podem, nesses momentos, dizer palavras do mesmo campo semântico (pensando no significado, em vez de atentarem para o significante sonoro, como por exemplo, após GATO, dizerem CACHORRO, CAVALO); Também podem ao ouvirem o final da palavra, dizer palavras que terminem do mesmo modo, como: GABRIELA, JANELA, AMARELA. O/a professor/a deverá chamar a atenção para o início da palavra, falar que o “jogo” é dizer com esse som.
  • 37. O objetivo é ajudar as crianças a perceberem as correspondências som-letra/letra-som (em unidades como o fonema e a sílaba) Isso as ajudará a decodificar outras palavras que nunca viram ou sobre as quais não têm pistas a não ser o conhecimento sobre as letras (suas formas e valores sonoros) e suas combinações. Essas explorações também as ajudarão a perceber que não há, em nossa língua, sílaba sem vogal (por isso é importante conhecer a categorização das letras em consonantes e vogais e não antes).
  • 38. 2. Exposição dialogada Atividades explorando as listas de palavras: •Explorando nomes de coisas trabalhadas em sala: SUCO CUSCUZ SOPA MACARRONADA CACHORRO-QUENTE
  • 39. Com listas, a atividade é sempre de: •explorar a composição sonora das palavras: como começa  como termina
  • 40. Com listas, a atividade é sempre de: •questionar as crianças sobre onde pensam que a palavra está escrita – isso exige que ativem seus conhecimentos sobre: as letras e seus valores sonoros COMO se decodifica – acompanhando a pauta sonora da palavra, ou seja, fazendo uma correspondência entre o escrito e o som e buscando dar sentido
  • 41. • É preciso atentar que... É necessário FORNECER PISTAS que orientem os procedimentos psicolinguísticos das crianças : suas ações de análise, seus conhecimentos sobre as letras, seus conhecimentos sobre os temas/assuntos, sobre as palavras. Não é uma “adivinhação sem base”. É uma “adivinhação informada”.
  • 42. • E preciso decodificar e reconhecer globalmente as palavras com base em alguns indícios – sem fazer a análise de suas partes internas menores. JOÃO ANA FÁTIMA MARCAS
  • 43. • Portanto, para trabalhar a decodificação e o reconhecimento global de palavras, é preciso garantir que as crianças: 1. Pensem na composição sonora das palavras, a. explorando inícios e finais, b. brincando com rimas oralmente e observando a “permanência”/semelhança na escrita; c. identificando palavras escritas e agrupando as que iniciam com a mesma letra e, assim, possam fazer a relação entre o escrito e o oral (um leitor as lê para elas);
  • 44. 2. Se familiarizem com as letras a.Em atividades diversas com seus nomes, b.Em bingos de letras e de palavras, c.Em jogos como memória – com letras, sílabas; d.dominó com letras, sílabas ou palavras; e.“dedonha” (que pode ser feita oralmente e escrita no quadro pela professora para todos, explorando-se a escrita com a “estabilidade” da letra inicial) f.outros jogos que explorem as letras; suas formas seus nomes os valores sonoros
  • 45. 2. Exposição dialogada 3. Observem e pensem sobre as palavras escritas, buscando identificá-las, com base em pistas que já sabem ou que lhes são fornecidas; Mostrar e ler, para as crianças, pequenas listas de palavras como: •MURIÇOCA •BOI •GATO Perguntar qual é cada uma – onde está a palavra “muriçoca”? Por que acham que é essa? Explorar as estratégias utilizadas pelas crianças para identificar as palavras.
  • 46. 4. Fornecer fichas com grupos de palavras para as crianças. a.Pedir que identifiquem qual palavra está sendo falada a cada vez personagens de uma história VOVÓ CHAPEUZINHO VERMELHO LOBO CAÇADOR
  • 47. 5. Fornecer fichas com gravuras e nomes para que as crianças identifiquem qual é o nome da gravura a.a tarefa pode ser “complicada” colocando-se todas as palavras de cada ficha com a mesma inicial. Pedir que as crianças identifiquem o nome bicicleta e expliquem suas escolhas. BOLA BICICLETA
  • 48. 6. Fornecer uma caixa com algumas (5 a 10) gravuras selecionadas e com fichas com nomes para que elas encontrem o “par” (cada gravura e seu nome). BONECA BOLICHE TRATOR
  • 49. 7. Após conversa retomando os nomes dos jogadores da seleção brasileira de futebol, fornecer um envelope com fotos de alguns jogadores (ou de alguns, 5 a 10) e com os nomes deles escritos em fichas. Pedir que as crianças encontrem os nomes. NEYMAR DAVI LUÍS FRED JULIO CÉSAR
  • 50. 8. Após conversa sobre as músicas e cantores ou bandas musicais preferidas das crianças, fornecer fichas com nomes de cantores ou bandas e ditar os nomes, um a um, para que elas encontrem/identifiquem seus nomes escritos AVIÕES DO FORRÓ ANITA CAVALEIROS DO FORRÓ JORGE E MATEUS
  • 51. 2. Exposição dialogada • O que fazer para que cada criança consiga aprender a: 3. Ler, ajustando a pauta sonora ao escrito, mesmo antes de saberem ler convencionalmente (para aprenderem a fazê-lo).
  • 52. Atividades explorando nomes diversos: • Identificação, nas letras de música ou de poesias, de palavras repetidas, explorando sua composição gráfica – as letras que as compõem. PIRULITO QUE BATE, BATE PIRULITO QUE BATE, BATE PIRULITO QUE JÁ BATEU QUEM GOSTA DE MIM É ELA QUEM GOSTA DELA SOU EU
  • 53. • As mesmas atividades já descritas, explorando a pauta sonora da palavra e seu registro escrito – parte a parte, do início ao final da palavra, • Ajudar a criança a perceber que é preciso corresponder/acompanhar cada parte de som pronunciado a cada parte de grafia – do início ao final da oralização e da esquerda para a direita.
  • 54. a) “Leitura” dos nomes próprios, de listas de nomes de diferentes coisas (como as já sugeridas) – para e com todas as crianças, coletivamente, no quadro ou em grandes papéis, com letras visíveis a todas; MÔNICA MINGAU CEBOLINHA MAGALI CASCÃO ANJINHO
  • 55. b) “Leitura” de textos que as crianças sabem de cor: a professora ajuda as crianças a perceberem e fazerem o “ajuste” da pauta sonora das palavras à grafia, apontando com um instrumento; DEDO MINDINHO SEU VIZINHO MAIOR DE TODOS FURA BOLO CATA PIOLHO
  • 56. c) Ver atividades das páginas 38, 39 e 41 e 42 do Caderno da UNIDADE 3, Ano 1.
  • 57. 3. Vídeo em debate – Ler para aprender • Oitavo vídeo do Módulo I do Programa de Formação de Professores Alfabetizadores (Profa), realizado pelo MEC em 2001. • https://www.youtube.com/watch?v=PShxl_4EFwQ 7'13 • https://www.youtube.com/watch?v=fR54Ia0XXWo 8'37 • https://www.youtube.com/watch?v=dN2X_AIU9Zg 9'16 • https://www.youtube.com/watch?v=qGo8T8nx3QA 10'03 • https://www.youtube.com/watch?v=uwjbU6voVfs Tempo: 2'52
  • 58. 4. Atividade em grupos: Elaboração, em pequenos grupos, de atividades relacionadas à leitura. • ORIENTAÇÕES: 1. Tendo como base as orientações discutidas nesse tópico, planejem uma atividade relacionada à leitura, priorizando os Procedimentos/habilidades de ANTECIPAÇÃO e DECODIFICAÇÂO; 2. Lembrem de fazer as adaptações necessárias para incluir todas as crianças da turma pensada (pensar numa turma com uma ou mais crianças do público alvo da educação especial).
  • 59. 5. SOCIALIZAÇÃO DAS5. SOCIALIZAÇÃO DAS ATIVIDADESATIVIDADES