Governo do Estado da Bahia - Secretaria de EducaçãoColégio Estadual de Feira de Santana – Ano Letivo 2010Área de Conhecime...
linguagens e como afirma o PCN: “... das expressões dos conhecimentos históricos, sociais,científicos e tecnológicos, sem ...
•   Propor atividades à medida que o objeto de estudo vai colocando necessidades e       questionamentos novos que precisa...
•   Relações de Interdependência             entre os componentes de             ecossistemas naturais: níveis            ...
•   Benefícios.                                                                    •   Prejuízos/DoençasIII Unidade       ...
Exercícios em grupo: Integra o indivíduo fazendo-o discutir dando-lhe condições de       autonomia individual e no grupo, ...
Máquina de xérox;       Material de papelaria.VII - Referencias BibliográficasAMABIS e MARTHO. Conceitos de Biologia. Vol....
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

Proposta curricular tais, paula e charlene

612 visualizações

Publicada em

Publicada em: Tecnologia, Educação
0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
612
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
3
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
3
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Proposta curricular tais, paula e charlene

  1. 1. Governo do Estado da Bahia - Secretaria de EducaçãoColégio Estadual de Feira de Santana – Ano Letivo 2010Área de Conhecimento: Ciências da Natureza e suas Tecnologias.Componente Curricular – BiologiaProfessores Estagiários: Charlene Rodrigues Paula Gabriele Trindade Freitas Tais BraulioCurso: Formação Geral 1º e 2ºSegmento: Ensino Médio – Nº. de aulas semanais: 02 Proposta Curricular de Biologia 2010I - Justificativa Esta Proposta Pedagógica para os alunos do Ensino Médio visa demonstrar que oensino – aprendizagem pode ser construída a partir da pesquisa do “aluno”. E que não cabe ao“professor” produzir receitas prontas, mas estimular o educando dentro do seu estágio socialcientifico e intelectual de desenvolvimento, fazendo dele um parceiro de trabalho, interativo,participativo, produtivo e reconstrutivo para que possa pensar lógica e criticamente, sendo umcidadão autônomo em suas decisões. Através da interação social, que começa no berçário, o ser humano passa por umprocesso de socialização, maturação social ou aprendizagem social. Todavia é na escola que aaprendizagem é aprimorada e assume o seu papel. Como instituição ímpar no mundomoderno, a escola é responsável não só pela transmissão do conhecimento como também éresponsável pelo ensino de instrumentos indispensáveis à sobrevivência no mundo letrado dasmodernas sociedades. A função social da escola tem sido até hoje de “selecionar” os melhores em relação àsua capacidade. Por isso se valoriza, (não corretamente) determinadas aprendizagens acima deoutras para se alcançar objetivos propedêuticos. Mas como se sabe, o papel social da escolavai além do que se vê hoje, neste caos que se encontra. Sua função está justamente em“proporcionar um conjunto de práticas preestabelecidas e tem o propósito de contribuir paraque os alunos se apropriem de conteúdos sociais e culturais de maneira crítica e construtiva”(PCN 1998, 5ª a 8ª série p. 43). Em se falando de conteúdos, a escola deve selecioná-los tendo em vista qual cidadãoela quer formar. O mais coerente e que se forme um cidadão integral, crítico, autônomo,reflexivo e participativo. Para isso, deve-se considerar que os conteúdos de aprendizagens sãoinstrumentos de explicitação das intenções educativas. Através de pesquisas de Coll, Zabala eoutros estudiosos da área, foi constatado que a escola, querendo formar cidadãos capazes deatuar com competência e dignidade na sociedade, buscará eleger como objeto de ensino,conteúdos conceituais, procedimentais e atitudinais que estejam em consonância com asquestões sociais que marcam cada momento da história e o aluno como cidadão possamexercer sua cidadania. É preciso ressaltar que a escola precisa valorizar a cultura do seu grupo e ultrapassá-la,pois vivemos também num mundo globalizado. Deve-se favorecer a utilização de múltiplas
  2. 2. linguagens e como afirma o PCN: “... das expressões dos conhecimentos históricos, sociais,científicos e tecnológicos, sem perder vista a autonomia intelectual, moral do aluno...”. Por conseguinte a educação escolar deve constituir-se de uma ajuda intencional,sistemática planejada e continuada para crianças, adolescentes, jovens e adultos, pois aeducação tem o poder de transformar a sociedade. E só se transforma quando se dá igualdadede oportunidades entre as pessoas, quando se dá o direito de se exercer a sua cidadania. Tomando como referencial a proposta curricular apresentada nos PCNs + e anecessidade de uma seqüência lógica na mediação dos conteúdos de Biologia no EnsinoMédio, o programa de série foi alterado em 2010 na forma seguinte:Unidade/ I UNIDADE II UNIDADE III UNIDADE IV UNIDADESérie • Características • Noções básicas • Núcleo • Divisão dos seres vivos • Citologia (componentes. celular • Método • Membrana Estudo dos (Meiose e 1ª Científico Plasmática cromossomos, Mitose) • Origem da vida (transporte celular) ácidos • Embriologia: • Ecologia • Citoplasma nucléicos: DNA Noções (estudo das e RNA) básicas organelas) • Classificação • Reino Monera • Reino Planae • Reino Animal dos seres vivos • Reino Fungi Algas Vertebrados • Categoria • Reino Protista Briófitas Invertebrados 2ª taxonômica Pteridófitas Fisiologia • Nomenclatura Angiospermas animal científica Gimnospermas comparada • Vírus Vale ressaltar que não é difícil ensinar e aprender Biologia. Depende do olhar de cadaum. O nosso compromisso é convidar nossos alunos a participarem dessa grande orquestraque é a VIDA.II - Objetivos Gerais: • Incitar a curiosidade e o gosto de aprender, praticando efetivamente o questionamento, a investigação e a valorização da aplicação do vocabulário científico, favorecendo assim o desenvolvimento de posturas e valores que venham a contribuir para a melhoria da qualidade de vida e para a busca de autonomia e da responsabilidade do educando; • Observar a prática cotidiana como objeto de pesquisa, proporcionando oportunidades de troca de idéias entre os educando e educadores; • Criticar, analisar e interpretar fontes documentais da natureza diversa, reconhecendo o papel das diferentes linguagens, dos diferentes agentes sociais e dos diferentes contextos envolvidos em sua produção.
  3. 3. • Propor atividades à medida que o objeto de estudo vai colocando necessidades e questionamentos novos que precisam ser desenvolvido ou aprofundado, envolvendo alunos e professores. • Incentivar a formação de pesquisadores e pesquisa; • Educar permanentemente; • Superar a dicotomia ensino – pesquisa.III - Programa de Disciplina 1ª Série Ensino MédioEmenta Características dos seres vivos, método científico e origem da vida. Ecologia.Citologia: Cromossomos e ácidos nucléicos. Meiose e mitose. Embriologia.Objetivos Específicos:●Identificar a profunda interdependência entre os seres vivos e o meio ambiente e como ohomem pode interferir de modo a contribuir com sua preservação ou destruição, o quepossibilitará o desenvolvimento de uma consciência ecológica;●Reconhecer a célula como menor parte de um ser vivo, distinguindo sua estrutura, organelase funções.●Identificar a natureza do material hereditário em todos os seres vivos, analisando suaestrutura química para avaliar a universalidade dessa molécula no mundo vivo.●Analisar esquemas que relacionam os diferentes tipos de ácidos nucléicos, as organelascelulares e o mecanismo de síntese de proteínas.●Discutir as principais zoonozes, protozooses, bacterioses, viroses e micoses que acometem aespécie humana: hereditárias, congênitas ou adquiridas. Conteúdos Programáticos por Unidade.I Unidade II Unidade • Ecologia: Noções básicas: • Identidade e características dos seres vivos Ecossistemas, meio ambiente • Células: componentes químicos, estrutura Comunidades biológicas, (organização), funcionamento, tipos, processos (fatores bióticos), Fatores vitais, (transporte, reprodução). abióticos, População, Espécie, • Fotossíntese, respiração celular, quimiossíntese Nicho Ecológico, Hábitat, e fermentação. Biodiversidade. • Relações de Interdependência com o meio físico. • Cadeia e teia alimentar: Fotossíntese e Seres Produtores; Seres consumidores (herbívoros e carnívoros) Seres decompositores.
  4. 4. • Relações de Interdependência entre os componentes de ecossistemas naturais: níveis troficos, fluxo de energia, ciclos biogeoquimicos (água, oxigênio, nitrogênio, carbono e fósforo). Relações Harmônicas: Colônia, Sociedade, mutualismo (obrigatório e não obrigatório) Comensalismo, Inquilinismo. Relações Desarmônicas: Predatismo, Canibalismo, Parasitismo, Competição, AmensalismoIII Unidade IV Unidade O núcleo • Divisão celular DNA: receita da vida e seus códigos genéticos (síntese de proteínas) Mitose Tecnologia de manipulação do DNA Meiose (engenharia genética, biotecnologia, clonagem etc) • Embriologia 2ª Série Ensino Médio Ementa Seres Vivos. Vírus. Reinos: Monera, Fungi, Protista, Plantae e Animália. Fisiologia animalcomparada.Objetivos Específicos● Identificar e listar as características dos seres vivos;●Reconhecer a importância da classificação biológica para a organização e compreensão daenorme diversidade de seres vivos;●Conhecer e utilizar os principais critérios de classificação, regras de nomenclatura ecategorias taxonômicas reconhecidas atualmente.●Reconhecer as principais características dos representantes de cada um dos cinco reinos,identificando especificidades relacionadas às condições ambientais.●Discutir o processo evolutivo dos seres vivos nos Reinos Animal e Vegetal.● Descobrir o funcionamento do seu corpo comparando-o com os demais grupos de animais,de forma que possam reconhecer o processo evolutivo pelo quais os sistemas que os formampassaram até a formação dos seres humanos, grupos considerados mais evolutivos dentre osanimais, bem como valorizar os conteúdos necessários a manutenção da saúde e da qualidadede vida; Conteúdos programáticos por UnidadeI Unidade II Unidade Classificação dos seres vivos Reino Monera, Protista e Fungi.. • Categoria Taxonômica • Características • Nomenclarura científica • Classificação/Estruturas dos • Vírus seres/Exemplos.
  5. 5. • Benefícios. • Prejuízos/DoençasIII Unidade IV Unidade Reino Vegetal Reino Animal • Divisões: Talófitos, Briófitas, • Filos: Poríferos, Celenterados, Platelmintos, Pteridófitas, Gimnospermas e Asquelmintos, Anelídeos, Artrópodes, Angiospermas. Moluscos, Equinodermos e Cordados. - (Estruturas evolutivas, adaptação, - (Anatomia, fisiologia e evolução dasfunções dos órgãos e utilidades). espécies). Fundamentos da anatomia e fisiologia humana. Sistemas: esquelético, digestório, circulatório, respiratório, urinário, endócrino, nervoso e reprodutor. A fotossíntese.IV- Procedimentos Metodológicos Visando a aprendizagem do aluno e contando com maior apreensão dos conteúdos aserem discutidos, de forma que eles venham a construir e reconstruir noções dos mesmospoderá ser inserido como procedimentos metodológicos as técnicas descritas abaixo, deacordo com a necessidade das turmas trabalhadas. Painel integrado: Equipes irão trabalhar assuntos diversificados e em uma segunda fase vão montar novas equipes com um componente de cada equipe anterior; tem como objetivo discutir em grupo vários temas sob o ponto de vista dos alunos. É encerrado com discussão em grupo e pequena dramatização ou apresentação dos temas. Aulas expositivas e participativas, demonstrações didáticas e aulas práticas- Apesar de parecer tradicional, podem ser usado sob outra ótica, pois os métodos têm pontos positivos, pois traz a discussão, levantamento de hipóteses e a participação interativa / participativa do aluno. Leva em conta a experiência do aluno. Seminários: Pode ser adaptada á realidade dos nossos alunos, criando oportunidade para que os alunos desenvolvam a investigação, a crítica e a independência intelectual. Este método estimula a produção de conhecimento e a interação professor / aluno. Pesquisa: É de vital importância, pois aciona várias fontes de consulta permitindo uma análise crítica sobre as mesmas. É importante valorizar consultas a fontes originais. Esta seleção de informações deve desencadear no aluno o pensamento reflexivo para que ampliem e transformem a informação recebida. Experiências: Devem ser práticas e levantar problemas, relacionando-os a uma situação real, aplicando princípios teóricos para sua resolução; concilia teoria / prática (Demonstração didática e/ou aulas práticas). Mesa redonda: Promove a discussão e busca no diálogo a solução dos problemas levantados. Desencadeia nas várias áreas de ensino a interdisciplinaridade, nos vários níveis de educação, criando oportunidade dos alunos analisarem problemas reais. Aulas práticas: Abre novas perspectivas para que o aluno possa expor verdadeiras questões, permitindo-lhe progredir. Textos informativos: Cria oportunidade de interdisciplinaridade, visto que envolve compreensão, comentários e interpretação das informações recebidas. Estudo dirigido: estimula o educando a seguir orientações didáticas, permitindo que o mesmo seja mais independente. Jogos: Permite que o educando aprenda com o lúdico.
  6. 6. Exercícios em grupo: Integra o indivíduo fazendo-o discutir dando-lhe condições de autonomia individual e no grupo, após a socialização do que foi pesquisado. Resumo / esquemas: Cria o hábito de estudar fazendo anotações que poderão ser utilizadas para tirar dúvidas posteriores. Elaboração de um dicionário científico: Leva o aluno a investigar o desconhecido fazendo-o melhor entender os termos que serão usados corriqueiramente durante seu processo ensino-aprendizagem. Elaboração de álbum seriado: Faz o aluno aprender com prazer, construir através da pesquisa de imagens e textos, material didático para estudos posteriores. Debates: Levam o aluno a expor seu ponto de vista sobre determinado assunto. Dramatizações: Trazem o lúdico para sala de aula estimulando o conhecimento. Redações: Estimulam o hábito de escrever, além de desenvolver o raciocínio. Desenhos: É de grande valia, pois desenvolve a coordenação, o gosto pela arte, além de aprender com prazer. Leituras diversas: Estimula o raciocínio e amplia o vocabulário.V- Avaliações Tendo em vista que avaliação é um processo contínuo que consiste em observar,perceber o aluno, o caminho que ele percorre, a avaliação usada será mediadora, que temcomo pressuposto qualidade total e desenvolvimento do aluno com objetivos claros e semlimites pré-estabelecidos. Visa conhecer melhor o aluno desafiando-o e se fica na autonomia,consciência crítica e competência do mesmo (qualidade). Com isso tem-se que verificar osconhecimentos dos alunos com vários instrumentos: mini-testes, trabalhos de pesquisa,experiências, debates, painéis integrados, testes e provas, lista de exercícios, seminários,participação em sala de aula, etc. Daí se retoma de onde o objetivo não foi atingido fazendocom que o aluno obtenha acesso ao saber, superando o estágio do senso comum(desorganização e o conteúdo) para consciência crítica (sistematização dos conteúdos) eutilização dos mesmos para resolver problemas do cotidiano. Quantitativamente ascompetências analisadas terão que perfazer um escore de 50% para aprovação em unidade e50% em recuperação paralela (reorientação) e recuperação final.VI - Recursos Data-show, telão, sala ambiente; Aparelho de DVD; Vídeo; Televisão; Fitas de vídeo, Mídias de DVDs; Quadro branco; Pilot, apagador; Livro texto do aluno e outros; Módulos, textos. Informes de revistas; Material de laboratório e outros; Atlas (fotos); Lápis de cor; lápis cera, hidrocor. Espaço da sala de aula, Sala de ciências. Maquetes diversas; Computador; Multifuncional;
  7. 7. Máquina de xérox; Material de papelaria.VII - Referencias BibliográficasAMABIS e MARTHO. Conceitos de Biologia. Vol. 1, São Paulo SP, Ed. Moderna, 2001CÉSAR e CEZAR. Biologia. Vol. 1, 2 e 3 Ed. Saraiva São Paulo, SP, 1995.DEMÉTRIO DELIZOICO V., José André Angiotti. Metodologia do Ensino de Ciências. São Paulo:Cortez, 1990.De ROBERTIS & De ROBERTIS, JR. Bases da Biologia Celular e Molecular. Guanabara Koogan,Rio de Janeiro, 2ª ed. 1993.FERRI, Mário G. Ecologia Geral. Belo Horizonte: Itatiaia, 1980. p. 71.LAGO. A e PADVA. J.A. O que é Ecologia. Coleção Primeira Passos n°116.2001. SP. Brasiliense.LAURENCE, J. Biologia: ensino médio, volume único/ J. Laurence, - 1. Ed.- São Paulo:Nova Geração, 2005.LOPES. Sônia Bio 3. São Paulo – SP, Saraiva 16ª ed. 1995NERICI, g. Imideo. Metodologia do Ensino: uma introdução - São Paulo: Atlas, 1981.Parâmetros Curriculares Nacionais. Ciências. Versão preliminar. Secretaria de ensino Fundamental– MEC, 1995._____________: Ensino Médio. Vol. 01 e 03 Salvador 2000._____________: Meio Ambiente na Escola – PCN em ação. Ministério da Educação – SEC – Livros,CD ROON e Fitas.PAULINO. Biologia. Série Novo Ensino Médio. Ed. Ática, São Paulo, SP, 2002.

×