1 introdução à missiologia

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1 introdução à missiologia

  1. 1. INTRODUÇÃO À MISSIOLOGIA I
  2. 2. INTRODUÇÃO INTRODUÇÃO À MISSIOLOGIA I
  3. 3. Enviado em cumprimento à promessa divina Após a queda do homem Deus toma a iniciativa de ajudar o homem. Tendo infringido a ordem divina que proibia o homem de comer do fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal. Apesar da gravidade desse ato de desobediência, Deus se inclinou por ajudá-lo, prometendo um Redentor vindouro (Gn 3.15). INTRODUÇÃO À MISSIOLOGIA I
  4. 4. A humanização de Jesus se constitui num grande milagre na Bíblia, Jesus, o verdadeiro e eterno Deus (1Jo 5.20). “Aniquilou- se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens” (Fp 2.7). Era o verbo eterno assumindo carne humana (Jo 1.14; 1Tm 3.16). Este milagre foi possível devido à ação soberana do Espírito Santo no ventre de Maria (Lc 3.15). INTRODUÇÃO À MISSIOLOGIA I
  5. 5. DESENVOLVIMENTO INTRODUÇÃO À MISSIOLOGIA I
  6. 6. A ordem missionária de Jesus A quem foi dada a ordem missionária? A Grande Comissão de Jesus não foi dada aos líderes religiosos de Israel, tampouco aos membros do Sinédrio de Jerusalém, etc. A ordem missionária foi dada aos discípulos. No momento da ascensão de Jesus, os discípulos com Ele reunidos, representavam a Igreja na sua vocação e missão no mundo. INTRODUÇÃO À MISSIOLOGIA I
  7. 7. A ordem missionária foi dada a Igreja hodierna. A Igreja de hoje está ligada à Igreja primitiva, não apenas por suas raízes históricas. Esta se identifica com aquela na responsabilidade de evangelizar os povos em todas as nações. Por isto, os seus membros devem ser treinados para serem testemunhas de Jesus até aos confins da terra (At 1.8). INTRODUÇÃO À MISSIOLOGIA I
  8. 8. O conteúdo da ordem missionária Obediência Inquestionável A primeira palavra da ordem missionária de Jesus é “ide”. Esta palavra é um verbo no modo imperativo, exigindo uma ação decisiva. Apesar disto, muitas vezes o trabalho de evangelização não vai além de projetos e de planejamento. Ainda se repete em nossos dias aquilo que Débora, no seu cântico sobre os reis de Canaã, falou sobre a tribo de Rubem. INTRODUÇÃO À MISSIOLOGIA I
  9. 9. Ela disse: “Nas correntes de Rubem foram grandes as resoluções do coração ... Porque ficaste tu entre os currais? ... Nas divisões de Rubem tiveram grandes esquadrinhações do coração” (Jz 5.15,16). Rubem não fez como a tribo de Zebulom, que “expôs a sua vida à morte” (Jz 5.18). Ela ficou no meio dos currais com grandes planos e projetos. Jesus não convidou os discípulos para somente fazerem planos e projetos. Ele os mandou ir ao campo, que é o mundo. INTRODUÇÃO À MISSIOLOGIA I
  10. 10. “Ensinando as nações” A palavra “ensinando” vem da palavra grega “matheteuo” o que significa “fazer discípulos”. Neste sentido ele só aparece, aqui e em Atos 14.21. Jesus disse, conforme Marcos 16.15 – “Ide por todo o mundo e pregai o evangelho”. É pelo poder do evangelho que os homens são transformados em discípulos de Jesus (Rm 1.16). A Palavra da cruz tem poder (1Co 1.23,24; 2.1-4). INTRODUÇÃO À MISSIOLOGIA I
  11. 11. Até aos Confins da Terra Jesus disse: “Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda a criatura” (Mc 16.15). Conforme Lucas, Ele também disse que eles pregassem a todas as nações, começando por Jerusalém (Lc 24.47; At 1.8). Para Deus o mais importante é que todos os homens venham ao conhecimento da verdade (1Tm 2.4), estejam eles perto ou longe. INTRODUÇÃO À MISSIOLOGIA I
  12. 12. Se cada crente hoje obedecesse à ordem missionária de Jesus, e se cada Igreja estivesse disposta a ouvir Deus falar e a obedecer- lhe (Mt 13.1-4), enviando aqueles que Deus chamou para anunciar a sua Palavra, então o mundo inteiro receberia a Palavra salvadora. INTRODUÇÃO À MISSIOLOGIA I
  13. 13. “Batizando-as em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo” Como se vê, o batismo em água fazia parte da ordem missionária de Jesus. Os salvos devem, pelo batismo, unir-se à Igreja. Os apóstolos praticavam esta ordem. Deste modo “foram batizados os que de bom grado receberam a sua palavra; e naquele dia agregaram-se quase três mil almas” (At 2.41-47). INTRODUÇÃO À MISSIOLOGIA I
  14. 14. “Ensinando-as a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado” A palavra “ensinando” aqui usada vem da palavra grega “didasko” e significa dar instrução. Ensinar aos crentes é uma ordem de Jesus. Isto nos mostra a grande importância do ensino (Ef 4.11), mas todos os que evangelizam devem dar também a sua cooperação neste sentido, como o fez o casal Áquila e Priscila (At 18.26). INTRODUÇÃO À MISSIOLOGIA I
  15. 15. Estes Sinais Seguirão aos que Crerem O evangelista Marcos na Ordem Missionária, (Mc 16.15-18), se refere aos maravilhosos sinais que acompanhariam o batismo com o Espírito Santo, e acerca do qual Jesus havia orientado os seus discípulos a buscarem (Lc 24:49; At 1.4,5,6). Podemos então, observar que estes sinais realmente acompanharam a evangelização levada a efeito pelos apóstolos. Vede At 3.7- 16; 5.12-16; 9.32-35,37-42 etc. INTRODUÇÃO À MISSIOLOGIA I
  16. 16. Motivos da obra missionária A obra missionária significa o privilégio de levar, da parte de Cristo, a mensagem de reconciliação com Deus aos povos que vivem além das nossas fronteiras. Jesus entregou esta incumbência à sua Igreja confiando que ela prontamente atenderia a sua orientação. INTRODUÇÃO À MISSIOLOGIA I
  17. 17. Deus nos considera como seus despenseiros A Bíblia diz que somos “despenseiros da multiforme graça de Deus” (1Pe 4.10), e “despenseiros dos mistérios de Deus” (1Co 4.1). Ele deu à sua Igreja a incumbência de ministrar aquilo que Deus, pelo evangelho, oferece aos Povos. INTRODUÇÃO À MISSIOLOGIA I
  18. 18. Se alguém é nomeado tutor de bens de outro, não pode beneficiar-se a si mesmo, mas tem obrigação moral de cuidar que os tutelados venham a receber a sua parte integral. Deus espera que os seus despenseiros sejam fiéis (1Co 4.2), irrepreensíveis (Tt 1.7), e bons (1Pe 4.10). INTRODUÇÃO À MISSIOLOGIA I
  19. 19. A grande responsabilidade dada aos crentes A grande responsabilidade que pesa sobre os crentes conscientes da situação dos perdidos é deveras real. O fato que está registrado em At 16.6 ocorreu por ocasião da segunda viagem missionária de Paulo. INTRODUÇÃO À MISSIOLOGIA I
  20. 20. Depois de ter fundado várias Igrejas e visitado outras, Paulo regressou à Jerusalém onde foi tratar de assuntos referentes à obra do Senhor. Pretendendo partir para uma segunda viagem missionária, era seu propósito visitar as Igrejas já fundadas e levar palavras de estímulo e confiança aos crentes. INTRODUÇÃO À MISSIOLOGIA I
  21. 21. Mas o plano de Deus era bem outro, e por essa razão os planos de Paulo foram modificados. Paulo, nessa viagem, foi despertado por uma visão na qual ele viu um homem da Macedônia clamando: “Passa à Macedônia e ajuda-nos” (At 16.9). INTRODUÇÃO À MISSIOLOGIA I
  22. 22. Este homem representava as multidões que viviam na Europa, inteiramente dominadas pelo mais cruel paganismo. Quando Paulo o viu, concluiu que Deus o havia chamado para anunciar àqueles povos a palavra (At 16.10). Por isto ele logo providenciou transporte para lá. A atitude de Paulo é mais um belo exemplo para todos nós. Ele viu o resultado da obediência ao plano divino. INTRODUÇÃO À MISSIOLOGIA I
  23. 23. O maravilhoso resultado do trabalho missionário Nos Atos lemos como nos rastros da Igreja missionária levantaram-se muitas Igrejas. Na Ásia Menor lemos a respeito das Igrejas em Éfeso, Colossos, Filadélfia, Esmirna, Sardes, etc. Na Europa lemos sobre Tessalônica, Filipos, Corinto etc. Mas temos exemplos muito mais próximos de nós. No Brasil o trabalho foi iniciado pela obra missionária. E o trabalho missionário, realizado pelas Igrejas brasileiras, tem o prazer de ver como várias Igrejas poderosas foram levantadas. INTRODUÇÃO À MISSIOLOGIA I
  24. 24. Métodos do trabalho missionário à luz do Novo Testamento Os motivos da obra missionária apresentados, devem impulsionar-nos à ação missionária e não somente fazer-nos parar em palavras e reuniões. Porque uma ação missionária somente se torna vitoriosa se for feita na trilha dos métodos apontados nas Escrituras. INTRODUÇÃO À MISSIOLOGIA I
  25. 25. Meditemos sobre os três “canais principais” da ação missionária: a) O envio de missionários ao campo; b) a intercessão com cooperação eficiente; e c) A contribuição para o suporte material da obra. INTRODUÇÃO À MISSIOLOGIA I
  26. 26. Qualificações do missionário A Evangelização de todos os seres humanos é a grande prioridade, finalidade e a mais sublime tarefa confiada pelo Senhor à sua Igreja. A ordem imperativa de Jesus. INTRODUÇÃO À MISSIOLOGIA I
  27. 27. “Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura” (Mc 16.15), deve ser obedecida na íntegra, pois o desafio atual das almas ainda não alcançadas pelo Evangelho de Jesus é muito grande, ou seja, cerca de 46% da população mundial, 2,6 bilhões de habitantes, ainda não ouviram a palavra de Deus uma única vez na vida, conforme demonstram as estatísticas atuais. INTRODUÇÃO À MISSIOLOGIA I
  28. 28. O Que é transculturação Vamos nos valer outra vez de Aurélio. Eis o que ele diz: Transculturação é o “processo de transformação cultural caracterizado pela influência de elementos de outra cultura, com a perda ou alteração dos já existentes”. INTRODUÇÃO À MISSIOLOGIA I
  29. 29. Aqui fica bem claro, de início, que evangelização transcultural não é substituir valores de uma cultura por outros de cultura diferente. O que importa, na evangelização, são os princípios bíblicos. Estes, sim, podem exercer influência a alterar situações contrárias à fé cristã. INTRODUÇÃO À MISSIOLOGIA I
  30. 30. O que é missão transcultural O prefixo trans deriva-se do latim e significa “movimento para além de”, “através de”. Portanto, em linhas gerais, missão transcultural é um movimento que, pelo caráter universal de sua mensagem, não se restringe a uma só cultura, mas tem alcance abrangente, em todos os quadrantes da terra, onde quer que haja uma etnia que ainda não tenha ouvido o evangelho. INTRODUÇÃO À MISSIOLOGIA I
  31. 31. CONCLUSÃO INTRODUÇÃO À MISSIOLOGIA
  32. 32. Esta é a visão panorâmica de um mundo que vive sem Deus, sem paz e sem salvação, a espera da esperança libertadora e salvadora do Evangelho de Cristo Jesus. INTRODUÇÃO À MISSIOLOGIA I
  33. 33. Não podemos nos conformar, nem encarar tal fato de maneira natural, este fato é inquietante, para os que amam a Cristo Jesus e querem ver cumprido o escrito em Ap 7.9 “Depois destas coisas olhei, e eis aqui uma multidão a qual ninguém podia contar, de todas as nações e tribos, e povos, e línguas que estavam diante do trono e perante o Cordeiro, trajando vestidos brancos e com palmas nas suas mãos”. INTRODUÇÃO À MISSIOLOGIA I

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