LITERATURA DE CORDELPIBID – AMÉRICA SARMENTORIBEIRO
O cordel como Gênero Textual• Ela pode ser conceituada comopoesia de cunho/teor popular,construída, linguisticamente,com b...
ORIGEM - HISTÓRICOHá notícias da existência do cordel emPortugal, Espanha, França muito antes dodescobrimento do Brasil.Aq...
Características do Cordel• Linguagem: Vocábulos simples;• Livretos com poucas páginas;• Histórias contadas em rimas;• Ilus...
Estrutura do Cordel• Quadra: estrofe de quatro versos.• Sextilha: estrofe de seis versos.• Septilha: é a mais rara, pois é...
• Décima: estrofe de dez versos.• Martelo: estrofes formadas por decassílabos(comuns em desafios e versos heroicos).
Temas mais abordadosHilário (Comédias)RomanceTexto ReportagemHistórias VerídicasHistórias de TrancosoReligiosidadeSituação...
COLETA SELETIVATiago MonteiroNosso meio-ambienteNecessita de cuidadoPois sua situaçãoJá me deixa preocupadoComo se pode no...
Pra cada materialExiste um recipienteE cada um é criadoCom uma cor diferentePra ser identificadoFacilitando pra genteNo VE...
E para finalizarO MARRON é moradiaDe todo lixo orgânicoQue sobrou naquele diaTodo o lixo separadoNo arco-íris da alegria.S...
Principais Autores• Leandro Gomes de Barros• João Martins de Athayde• Patativa do Assaré (Antônio Gonçalves daSilva)
LITERATURA DE CORDELFrancisco DinizLiteratura de CordelÉ poesia popular,É história contada em versosEm estrofes a rimar,Es...
Os folhetos de cordel,Nas feiras eram vendidos,Pendurados num cordãoFalando do acontecido,De amor, luta e mistério,De fé e...
Ai Se SêsseCordel do Fogo EncantadoSe um dia nois se gostasseSe um dia nois se queresseSe nois dois se empareasseSe juntim...
Material produzido por Ana Fabyely, paraexposição de aula sobre Literatura de Cordel nasturmas de 1° ano da Escola América...
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A Literatura de Cordel em Sala (Projeto Pibid 2013)

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Slide de exposição para aula sobre Literatura de Cordel: sua origem, estrutura, gênero textual e alguns autores brasileiros. Aula apresentada para prática de Projetos do Programa Pibid, aos alunos de 1° ano da Escola América Sarmento, localizada em Boa Vista- RR.

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A Literatura de Cordel em Sala (Projeto Pibid 2013)

  1. 1. LITERATURA DE CORDELPIBID – AMÉRICA SARMENTORIBEIRO
  2. 2. O cordel como Gênero Textual• Ela pode ser conceituada comopoesia de cunho/teor popular,construída, linguisticamente,com base na cultura da raçahumana. (FONSÊCA; FONSÊCA,2008)
  3. 3. ORIGEM - HISTÓRICOHá notícias da existência do cordel emPortugal, Espanha, França muito antes dodescobrimento do Brasil.Aqui, chegou com os colonizadores por voltado século XVI.No Brasil, começou a ser editado por volta de1893/1895 com o poeta de Pombal-PB,Leandro Gomes de Barros.
  4. 4. Características do Cordel• Linguagem: Vocábulos simples;• Livretos com poucas páginas;• Histórias contadas em rimas;• Ilustrações (xilogravuras) nas capas;• Pode ser declamada ou cantada em voz alta;• Folhetos podem ser: bibliográficos, didáticos,descritivos.
  5. 5. Estrutura do Cordel• Quadra: estrofe de quatro versos.• Sextilha: estrofe de seis versos.• Septilha: é a mais rara, pois é composta porsete versos.• Oitava: estrofe de oito versos.• Quadrão: os três primeiros versos rimam entresi, o quarto com o oitavo, e o quinto, o sexto eo sétimo também entre si.
  6. 6. • Décima: estrofe de dez versos.• Martelo: estrofes formadas por decassílabos(comuns em desafios e versos heroicos).
  7. 7. Temas mais abordadosHilário (Comédias)RomanceTexto ReportagemHistórias VerídicasHistórias de TrancosoReligiosidadeSituação SocialCordel EducativoCordel Engajado
  8. 8. COLETA SELETIVATiago MonteiroNosso meio-ambienteNecessita de cuidadoPois sua situaçãoJá me deixa preocupadoComo se pode notarTá tudo descontroladoO homem nem tá ligandoNo que pode acontecerDerrubando as florestasPiorando o viverDo jeito que a coisa andaNosso mundo vai morrerPara mudar esse mundoDeixemos de ser ingratosExistem várias maneirasDe mudar esse retratoBasta que a consciênciaExista em nós de fatoO lixo que produzimosTodo ele é reciclávelSeparando direitinhoEle é reutilizávelE nosso mundo se tornaUma lugar mais agradável
  9. 9. Pra cada materialExiste um recipienteE cada um é criadoCom uma cor diferentePra ser identificadoFacilitando pra genteNo VERDE coloque vidroNo AMARELO o metalO papel vai no AZULCom papelão e jornalUsamos a cesta BRANCAPra lixo de hospital.O plástico vai no VERMELHOE no PRETO a madeiraPra resíduos perigososO LARANJA é primeiraNo ROXO, radiativosE isso não é brincadeira.O lixo que é impossívelDe fazer separaçãoQue não vai ser recicladoOu com contaminaçãoSe coloca ele no CINZABasta ter muita atenção.
  10. 10. E para finalizarO MARRON é moradiaDe todo lixo orgânicoQue sobrou naquele diaTodo o lixo separadoNo arco-íris da alegria.Se essa ação for feitaE o lixo separadoCom certeza todo eleVai ser reaproveitadoAlém de diminuirO lixo acumulado.Surgirão outros produtosDesse lixo de outroraQue sem dúvida algumaIa ser jogado foraE só ia fazer malNo nosso país a fora.Espero que esse cordelAjude a implantarA coleta seletivaPara a vida melhorarPois com a nossa açãoNosso mundo vai mudar.
  11. 11. Principais Autores• Leandro Gomes de Barros• João Martins de Athayde• Patativa do Assaré (Antônio Gonçalves daSilva)
  12. 12. LITERATURA DE CORDELFrancisco DinizLiteratura de CordelÉ poesia popular,É história contada em versosEm estrofes a rimar,Escrita em papel comumFeita pra ler ou cantar.A capa é em xilogravura,Trabalho de artesão,Que esculpe em madeiraUm desenho com ponçãoPreparando a matrizPra fazer reprodução.Mas pode ser um desenho,Uma foto, uma pintura,Cujo título, bem à mostra,Resume a escritura.É uma bela tradição,Que exprime nossa cultura.Os folhetos de cordel,Nas feiras eram vendidos,Pendurados num cordãoFalando do acontecido,De amor, luta e mistério,
  13. 13. Os folhetos de cordel,Nas feiras eram vendidos,Pendurados num cordãoFalando do acontecido,De amor, luta e mistério,De fé e do desassistidoA minha literaturaDe cordel é reflexãoSobre a questão socialE orienta o cidadãoA valorizar a culturaE também a educação.Mas trata de outros temas:Da luta do bem contra o mal,Da crença do nosso povo,Do hilário, coisa e talE você acha nas bancasPor apenas um real.O cordel é uma expressãoDa autêntica poesiaDo povo da minha terraQue luta pra que um diaAcabem a fome e miséria,Haja paz e harmonia.
  14. 14. Ai Se SêsseCordel do Fogo EncantadoSe um dia nois se gostasseSe um dia nois se queresseSe nois dois se empareasseSe juntim nois dois vivesseSe juntim nois dois morasseSe juntim nois dois drumisseSe juntim nois dois morresseSe pro céu nois assubisseMas porém acontecesse de SãoPedro não abrissea porta do céu e fosse te dizerqualquer tuliceE se eu me arriminasseE tu cum eu insistisse pra que eu mearresolvesseE a minha faca puxasseE o bucho do céu furasseTarvês que nois dois ficasseTarvês que nois dois caisseE o céu furado arriasse e as virgi todafugisse
  15. 15. Material produzido por Ana Fabyely, paraexposição de aula sobre Literatura de Cordel nasturmas de 1° ano da Escola América SarmentoRibeiro, em que o grupo do Pibid atua.Boa Vista, 24 de abril de 2013.

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