2 demonstrações financeiras

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Apresentação da DFC, elaborada pelo mestre GILSON CHAGAS - Faculdade Processus - Brasília - DF

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2 demonstrações financeiras

  1. 1. Demonstrações Financeiras – a Sintaxe das Contas
  2. 2. Capa da Obra Após as alterações introduzidas pela Lei nº 11.638/2007, são estas das DEMONSTRAÇÕES FINANCIERAS que a Lei nº6.404/76 prevê e normatiza: - Balanço Patrimonial; - Demonstração de Lucros ou Prejuízos Acumulados; Demonstração do Resultado do Exercício; - Demonstração dos Fluxos de Caixa; - Demonstração do Valor Adicionado. Capítulo 8 Demonstrações Financeiras – a Sintaxe das Contas 8.1 Quantas...
  3. 3. Capa da Obra Obs.: Essa demonstração é conceituada pelas Normas Brasileiras de Contabilidade, mais precisamente a NBC T 3.5, que também dispõe sobre os elementos de sua composição. Capítulo 8 Demonstrações Financeiras – a Sintaxe das Contas 8.1 Quantas... 8.1.1 Demonstração das Mutações do PL
  4. 4. Capa da Obra Demonstra o patrimônio da entidade. É elaborado no encerramento de cada exercício. Poder-se-ia conceituá-lo como a relação nominal de todos os componentes de certo patrimônio, com seus valores finais, no último dia do exercício social. Capítulo 8 Demonstrações Financeiras – a Sintaxe das Contas 8.2 Como, quando e por quê 8.2.1 Balanço Patrimonial
  5. 5. Capa da Obra A demonstração de lucros ou prejuízos acumulados (DLPA) expressa a composição do lucro ou prejuízo da entidade, seus “dispositivos de entrada e de saída”. Capítulo 8 Demonstrações Financeiras – a Sintaxe das Contas 8.2 Como, quando e por quê 8.2.2 Demonstração de Lucros ou Prejuízos Acumulados (DLPA)
  6. 6. Capa da Obra Essa demonstração financeira retrata o montante de receitas e despesas ocorridas na entidade durante o exercício. Capítulo 8 Demonstrações Financeiras – a Sintaxe das Contas 8.2 Como, quando e por quê 8.2.3 Demonstração do Resultado do Exercício (DRE)
  7. 7. Capa da Obra De forma reduzida, essa demonstração registra a origem do dinheiro que entrou nos cofres da empresa e o destino do que saiu. Ela apresenta também o resultado financeiro, evidenciando os saldos inicial e final do período levantado. A DFC pode ser feita em qualquer fase do exercício, dependendo da necessidade ou interesse momentâneo, posto tratar-se de importante instrumento de uso gerencial. Capítulo 8 Demonstrações Financeiras – a Sintaxe das Contas 8.2 Como, quando e por quê 8.2.4 Demonstração dos Fluxos de Caixa (DFC)
  8. 8. Capa da Obra A DVA é um demonstrativo destinado a evidenciar, de forma resumida, dados e informações atinentes à riqueza gerada pela entidade em determinado período, bem como sua forma de distribuição. Capítulo 8 Demonstrações Financeiras – a Sintaxe das Contas 8.2 Como, quando e por quê 8.2.5 Demonstração do Valor Adicionado (DVA)
  9. 9. Capa da Obra A DMPL evidencia as variações ocorridas com as contas do Patrimônio Líquido, tais como: saldos iniciais e ajustes de exercícios anteriores, aumentos de capital e reversões de reservas. Capítulo 8 Demonstrações Financeiras – a Sintaxe das Contas 8.2 Como, quando e por quê 8.2.6 Demonstração das Mutações do PL (DMPL)
  10. 10. Capa da Obra Doar é sua “alcunha de família”. “O fim especial desta” é identificar as modificações ocorridas na estrutura financeira da empresa, via Capital Circulante Líquido, além de outras que não transitam pelo CCL. Capítulo 8 Demonstrações Financeiras – a Sintaxe das Contas 8.2 Como, quando e por quê 8.2.7 Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos (DOAR)
  11. 11. Capítulo 6 – BP e DRE – Aspectos Contábeis, Legais e Conteúdo do Balanço – até o exercício de 2007Conteúdo do Balanço – até o exercício de 2007 Balanço PatrimonialBalanço Patrimonial Ativo Passivo Ativo Circulante Passivo Circulante Ativo Realizável a Longo Prazo Passivo Exigível a Longo Prazo Ativo Permanente dividido em: Resultado de Exercícios Futuros Investimentos Patrimônio Líquido, dividido em: Ativo Imobilizado Capital Social Diferido Reservas de Capital Reservas de Reavaliação   Reservas de Lucro   Lucros (ou Prejuízos) Acumulados
  12. 12. Conteúdo do Balanço – válido para o exercício de 2008Conteúdo do Balanço – válido para o exercício de 2008 Balanço PatrimonialBalanço Patrimonial Ativo Passivo Ativo Circulante Passivo Circulante Ativo Realizável a Longo Prazo Passivo Exigível a Longo Prazo Ativo Permanente dividido em: Resultado de Exercícios Futuros Investimentos Patrimônio Líquido, dividido em: Imobilizado Capital Social Intangível Diferido Reservas de capital   Ajustes de avaliação patrimonial   Reservas de Lucro   Prejuízos) Acumulados(se houver)
  13. 13. A PARTIR DA MEDIDA PROVISÓRIA 449/2008 •       Art. 178. •          § 1º No ativo, as contas serão dispostas  em ordem decrescente de grau de liquidez  dos elementos nelas registrados, nos  seguintes grupos: •              I - ativo circulante; e  (Incluído pela Medida Provisória nº 449, de 2008) •         II - ativo não-circulante, composto por  ativo realizável a longo prazo,  investimentos, imobilizado e intangível. 
  14. 14. A PARTIR DA MEDIDA PROVISÓRIA 449/2008 •            § 2º No passivo, as contas serão  classificadas nos seguintes grupos: •         I - passivo circulante;  •         II - passivo não-circulante; e  (Incluído pela Medida Provisória nº 449, de 2008) •         III - patrimônio líquido, dividido em  capital social, reservas de capital, ajustes de  avaliação patrimonial, reservas de lucros,  ações em tesouraria e prejuízos acumulados.       
  15. 15. Conteúdo do Balanço – a partir do exercício de 2009Conteúdo do Balanço – a partir do exercício de 2009 Balanço PatrimonialBalanço Patrimonial Ativo Passivo ATIVO CIRCULANTE Passivo Circulante ATIVO NÃO CIRCULANTE PASSIVO NÃO CIRCULANTE Realizável a longo prazo Investimentos Patrimônio Líquido, dividido em: Imobilizado Capital Social Intangível Reservas de capital   Ajustes de avaliação patrimonial   Reservas de Lucro   Prejuízos) Acumulados(se houver)
  16. 16. ATIVO CIRCULANTE DISPONÍVEL: Caixa 21.000,00 Bancos conta Movimento 12.000,00 Aplicações financeiras diárias 2.000,00 OUTROS CRÉDITOS ICMS a recuperar..................................................... 5.000,00 CLIENTES Duplicatas a receber 15.000,00 ESTOQUES Mercadorias 30.000,00 DESPESAS ANTECIPADAS Alugueis a vencer 3.000,00 Seguros a vencer 2.000,00 TOTAL DO ATIVO CIRCULANTE 90.000,00 BALANÇO PATRIMONIALBALANÇO PATRIMONIAL
  17. 17. ATIVO NÃO CIRCULANTE REALIZÁVEL A LONGO PRAZO Adiantamento a diretores 2.000,00 INVESTIMENTOS Ações e Participações 3.000,00 Imóveis não de uso 40.000,00 IMOBILIZADO Móveis e utensílios 20.000,00 Máquinas e equipamentos 10.000,00 Veículos 30.000,00 INTANGÍVEL Marcas e patentes 20.000,00 TOTAL DO ATIVO 215.000,00 BALANÇO
  18. 18. BALANÇO CIRCULANTE Salários a pagar...............................................................30.000,00 Impostos a recolher...................................... 10;.000,00 Fornecedores 14.000,00 Duplicatas a pagar x2 10.000,00 PASSIVO NÃO CIRCULANTE Empréstimos bancários 20.000,00 Duplicatas a pagar em X3 Receitas Antecipadas 6.000,00 PATRIMÔNIO LÍQUIDO Capital social. 80.000,00 Reservas de capital 15.000,00 Ajustes de avaliação patrimonial................................... 10.000,00 Reservas de lucros........................................................ 20.000,00 TOTAL DO PASSIVO 215.000,00
  19. 19. DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO 19
  20. 20. RECEITA BRUTA DAS VENDAS .........................150.000,00 DEDUÇÕES DAS VENDAS: ................................ (43.400,00) Vendas anuladas.................................................... 10.000,00 Descontos incondicionais concedidos.....................10.000,00 ICMS sobre vendas ........................ ................ 19.500,00 PIS/PASEP.......................................................... 1.300,00 COFINS......................................................................2.600,00 = RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA..................106.600,00 Custo das Mercadorias Vendidas -CMV -- *........ (70.000,00 ) = LUCRO OPERACIONAL BRUTO........................36.600,00 20
  21. 21. DESPESAS OPERACIONAIS: ............................. (16.600,00) Despesas de vendas: ............................................... 5.000,00 Despesas financeiras ................................................ 8.600,00 Receitas financeiras ................................................. (5.000,00) Despesas administrativas: ......................................... 8.000,00 =RESULTADO OPERACIONAL LÍQUIDO ..............20.000,00 Provisão para Contribuição Social: 10%.................... (2.000,00) Provisão para imposto de renda: ....20%................... (4.000,00) = RESULTADO DO EXERCÍCIO APÓS O IR (LAPIR) .......14.000,00 Participações: ........................................................... (4.000,00) = LUCRO LÍQUIDO DO EXERCÍCIO ....................... 10.000,00 21
  22. 22. ATIVIDADES EMPRESARIAIS – FLUXOS DAS OPERAÇÕES Segundo a natureza: > OPERAÇÕES > FINANCIAMENTOS > INVESTIMENTOS
  23. 23. Atividades Empresariais 1.1 Administração Financeira nas Empresas1.1 Administração Financeira nas Empresas Atividades de operações: existem em função do negócio da empresa. Objetivam proporcionar retorno adequado para os investimentos feitos pela empresa. Ou seja, geram lucro ou prejuízo; seus efeitos se refletem no resultado do exercício. Ex. Compras de mercadorias ou matérias- primas Vendas Salários Aluguel Segundo a natureza:
  24. 24. AINDA AS ATIVIDADES DA EMPRESA E SUA CLASSIFICAÇÃO: As atividades operacionais geram receitas e despesas operacionais antes das despesas financeiras. São de natureza comercial, produtiva e administrativa. As atividades não operacionais geram receitas e despesas financeiras e receitas e despesas não operacionais. OBS. O IR e a CSLL, bem como as participações nos resultados são calculados após os resultados das atividades operacionais e não
  25. 25. Atividades Empresariais Atividades de investimentos: relativas a aplicações de recursos em caráter temporário ou permanente, para dar suporte às atividades operacionais Ex.Compra de máquinas e equipamentos Integralização de capital em outras empresas Aplicações financeiras de curto e longo prazos Segundo a natureza:
  26. 26. Atividades Empresariais Atividades de financiamentos: refletem os efeitos das decisões tomadas sobre a forma de financiamento das atividades de operações e de investimentos. São classificáveis no passivo exigível (circulante e não circulante) e no patrimônio líquido. Ex.Captação de empréstimos bancários Emissão de debêntures Integralização de capital da empresa Segundo a natureza:
  27. 27. PAUSA PARA EXERCÍCIO • SUPONHA QUE VOCÊ É CANDIDATO À VAGA DE ADMINSITRADOR FINANCEIRO DA EMPRESA CAUTELOSA S.A. • COMO AVALIAÇÃO PRELIMINAR, O DIRETOR GERAL PROPÕS-LHE ESTE EXERCÍCIO:
  28. 28. PAUSA PARA EXERCÍCIO • A EMPRESA , NO ENCERRAMENTO DO ÚLTIMO EXERCÍCIO SOCIAL, APRESEENTOU AS SEGUINTES CONTAS E RESPECTIVOS SALDOS: •
  29. 29. PAUSA PARA EXERCÍCIO • Compras de mercadorias.....R$750.000,00 • Aplicações em RDB............ R$ 50.000,00 • Compra de ações no mercado R$30.000,00 • Aquisição de computadores..R$12.000,00 • Pagamento de salários.........R$240.000,00 • Vendas a prazo.................. R$800.000,00 • Vendas à vista..................... R$450.000,00 • Compra de veículos............ R$ 35.000,00 • Compra de matéria-prima....R$50.000,00 • Água, luz e telefone........... R$ 5.000,00 • Comissões a vendedores R$ 25.000,00
  30. 30. PAUSA PARA EXERCÍCIO • Materiais de expedientes.....R$ 5.000,00 • Aplicações em RDB............ R$ 50.000,00 • Integralização de capital • da empresa R$50.000,00 • Emissão de debêntures ..R$20.000,00 • Aluguéis do período ......... R$24.000,00 • Descontos de duplicatas... R$ 150.000,00 • Comissões a vendedores R$ 25.000,00 • Propaganda e publicidade. R$ 15.000,00 • Empréstimo bancário ....R$150.000,00
  31. 31. PAUSA PARA EXERCÍCIO • CALCULAR: • VALOR DAS OPERAÇÕES • DOS INVESTIMENTOS • DOS FINANCIAMENTOS
  32. 32. Demonstração dos Fluxos de Caixa – o Ir e Vir da Moeda
  33. 33. Demonstração do Fluxo de Caixa RECEBIMENTOSRECEBIMENTOS Vendas a vista Cobranças Descontos Dupl. Rec. Financeiras Aporte de Capital Empréstimos Outros CAIXA FLUXO DE CAIXA PAGAMENTOSPAGAMENTOS Fornecedores Pessoal Governo Desp. Financeiras Pgto. Dividendos Pgto.Empréstimo Outros
  34. 34. Capa da Obra Semanticamente, o termo “fluxo”, entre tantas acepções, significa passagem, movimento, ato de fluir. O Fluxo de Caixa, por seu turno, é uma ferramenta contábil, internacionalmente conhecida e adotada há tempos no Brasil, não obstante sua entrada recente no elenco das demonstrações financeiras obrigatórias. Destina-se a registrar a movimentação do dinheiro da entidade, em determinado período. Capítulo 35 Demonstração dos Fluxos de Caixa – o Ir e Vir da Moeda 35.1 O Sentido do Fluxo
  35. 35. Capa da Obra Chama-se, assim, Fluxo de Caixa, ou, mais recentemente, “demonstração dos fluxos de caixa”, conforme estabelece o texto legal. Tal denominação por certo objetiva dar ao usuário entendimento imediato sobre o real conteúdo do demonstrativo, “o dinheiro em si mesmo”. Capítulo 35 Demonstração dos Fluxos de Caixa – o Ir e Vir da Moeda 35.1 O Sentido do Fluxo
  36. 36. Capa da Obra De forma resumida, essa demonstração registra a origem do dinheiro que entrou nos cofres da empresa e o destino do que saiu. Ela apresenta também o resultado financeiro, evidenciando os saldos inicial e final do período levantado. A DFC pode ser feita em qualquer fase do exercício, dependendo da necessidade ou interesse momentâneo, posto tratar-se de importante instrumento de uso gerencial. Capítulo 35 Demonstração dos Fluxos de Caixa – o Ir e Vir da Moeda 35.2 Composição/Destinação
  37. 37. Capa da Obra O Fluxo de Caixa pode ser levantado a cada dia, para fins de acompanhamento e controle das disponibilidades e demandas imediatas. Esse serviço pode ser executado pela área financeira, mais precisamente, a tesouraria, por ser o departamento detentor dos dados instantâneos da movimentação monetária da empresa. Capítulo 35 Demonstração dos Fluxos de Caixa – o Ir e Vir da Moeda 35.3 Fluxo de Caixa Diário
  38. 38. Capa da Obra Mais abrangente do que o acompanhamento diário é o fluxo de caixa mensal. A movimentação retratada em períodos mais amplos terá correspondência com os balancetes mensais, gerados pelo departamento contábil, no que tange a recebimentos e gastos. Capítulo 35 Demonstração dos Fluxos de Caixa – o Ir e Vir da Moeda 35.4 Fluxo de Caixa Mensal
  39. 39. Capa da Obra Art. 188. As demonstrações referidas nos incisos IV e V (...) desta lei indicarão, no mínimo (...): I – demonstração dos fluxos de caixa – as alterações ocorridas, durante o exercício, no saldo de caixa e equivalentes de caixa, segregando—se essas alterações em, no mínimo, 3 (três) fluxos: a) das operações; b) dos financiamentos; e c) dos investimentos. Capítulo 35 Demonstração dos Fluxos de Caixa – o Ir e Vir da Moeda 35.5 Composição da Demonstração dos Fluxos de Caixa
  40. 40. Capa da Obra Diz respeito aos recebimentos e pagamentos que têm como portas de entrada e saída as contas de resultado e, como tais, consignados na DRE por seu último saldo no final do exercício. Capítulo 35 Demonstração dos Fluxos de Caixa – o Ir e Vir da Moeda 35.5 Composição da Demonstração dos Fluxos de Caixa 35.5.1 Fluxo da Operações
  41. 41. Capa da Obra O trânsito do dinheiro pelas vias dos financiamentos tem parada final nas contas do Passivo, particularmente em seus subgrupos Circulante, Exigível a Longo Prazo e Patrimônio Líquido. Tal fato reforça o entendimento dos que classificam o passivo como fonte de recursos. Capítulo 35 Demonstração dos Fluxos de Caixa – o Ir e Vir da Moeda 35.5 Composição da Demonstração dos Fluxos de Caixa 35.5.2 Fluxo dos Financiamentos
  42. 42. Capa da Obra A movimentação financeira própria desse grupo localiza- se no Ativo Realizável a Longo Prazo e no Ativo Permanente. Ali registram-se as entradas de valores referentes às vendas de bens já ativados e pagamentos relativos aos novos investimentos assumidos pela empresa. Capítulo 35 Demonstração dos Fluxos de Caixa – o Ir e Vir da Moeda 35.5 Composição da Demonstração dos Fluxos de Caixa 35.5.3 Fluxo dos Investimentos
  43. 43. Capa da Obra A construção do relatório dos fluxos de caixa é realizada com base nos dados do Balanço Patrimonial, DRE e até da DOAR, ou pela movimentação das contas que integram o subgrupo do Ativo Circulante, denominado “disponível” ou “disponibilidades”. Capítulo 35 Demonstração dos Fluxos de Caixa – o Ir e Vir da Moeda 35.6 Elaboração do Relatório
  44. 44. Demonstração do Fluxo de Caixa Integração • Balanço Patrimonial – É uma demonstração estática do Ativo, Passivo e do Patrimônio Líquido em determinada data. – É como se fosse tirada uma fotografia da situação patrimonial. – Não se observa por meio do balanço a evolução das contas, mas sim o saldo no início e o saldo final do período. • Demonstração do Resultado do Exercício – É uma demonstração dinâmica que informa os resultados das operações ocorridas ao longo de determinado período de tempo
  45. 45. Demonstração do Fluxo de Caixa Demonstração de Lucros ou Prejuízos Acumulados • A DLPAc é o instrumento de integração entre a DRE e o BP. – Apenas uma parte do lucro é distribuída para os proprietários da empresa em forma de dividendos. A maior parcela, normalmente, é retida na empresa e reinvestida no negócio. – Essa transação é evidenciada no DLPA, antes de ser indicada no BP. • Da DRE extrai-se o LL; • Transporta-se para a DLPAc para ser efetuada a distribuição; • O que fica retido é transportado para o BP, no grupo PL, havendo assim mais uma fonte de origem de recursos para ser aplicada no ativo.
  46. 46. Capa da Obra Período X2 – OFICINA E AUTOPEÇAS SUCATÃO Saldo inicial em X2...............................................30.000,00 Entradas (fontes) Recebimento de vendas.................(FO) 190.000,00 Empréstimos bancários..................(FF) 50.000,00 Integralização de capital................(FF) 30.000,00 Prestação de serviços...................(FO) 40.000,00 Venda de imobilizados...................(FI) 10.000,00 Capítulo 35 Demonstração dos Fluxos de Caixa – o Ir e Vir da Moeda 35.7 Modelo da Demonstração dos Fluxos de Caixa
  47. 47. Capa da Obra Saídas (aplicações) Aquisições de móveis e utensílios..... (FI) (15.000,00) Aquisições de terrenos.....................(FI) (20.000,00) Aquisições de ações.........................(FI) (2.000,00) Pagamento de compras.................(FO) (180.000,00) Despesas de vendas.....................(FO) (10.000,00) Despesas financeiras........................(FF) (5.000,00) Liquidação de empréstimos...............(FF)(30.000,00) Salários e comissões........................(FO) Capítulo 35 Demonstração dos Fluxos de Caixa – o Ir e Vir da Moeda 35.7 Modelo da Demonstração dos Fluxos de Caixa
  48. 48. Capa da Obra Excesso de entradas sobre as saídas (320.000,00 – 272.000,00 = 48.000,00). Saldo final em X2 (30.000,00 + 48.000,00)...................................78.000,00 Capítulo 35 Demonstração dos Fluxos de Caixa – o Ir e Vir da Moeda 35.7 Modelo da Demonstração dos Fluxos de Caixa
  49. 49. DFC - Método Direto -modelo 1 (resumido) BALANÇO PATRIMONIAL Ativo Circulante Ano 1 Ano 2 Caixa 150 100 DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA – Modelo direto (+) Saldo no final do ano 1 150 ENTRADAS (a) Recebimento de duplicatas 2700 (b) Novos empréstimos bancários 200 2900 SAÍDAS (c) Pagamento de fornecedores (1450) (d) Despesas operacionais pagas (vendas, administrativas e financ.) (900) (e) Novos investimentos (200) (f) Amortização de financiamentos (400) (2950) (=) Saldo no final do ano 2 100
  50. 50. DFC – Método Direto –DEMONSTRANDO OS 3 FLUXOS- modelo 2 -1º exemplo DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA – Modelo direto OPERAÇÕES (a) Receita recebida 2700 (c) Pagamento de fornecedores (1450) (d) Despesas operacionais pagas (vendas, administrativas e financ) (900) (=) Caixa gerado no negócio 350 FINANCIAMENTOS (b) Novos empréstimos bancários 200 (f) Amortização de financiamentos (400) (200) (=) Caixa após financiamento 150 INVESTIMENTOS (e) Aquisição de novos investimentos (200) (=) Resultado de caixa no período (50)
  51. 51. DFC – Modelo Direto – modelo 2 POR FLUXOS – 2º exemplo DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA – Modelo direto Saldo inicial de caixa em X2..........................................................30.000 OPERAÇÕES 1 Recebimento de vendas 190.000 2 Prestação de serviços +40.000 230.000 3 Despesas de vendas (10.000) 4 Pagamentos de compras (180.000) 5 Salários e comissões (10.000,) (200.000 (=) Saldo das operações 30.000
  52. 52. DFC – Método Direto – 2º Modelo -2º exemplo (POR FLUXOS) DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA – Modelo direto FINANCIAMENTOS 1 Empréstimos bancários 50.000 2 Integralização de capital +30.000 3 Despesas financeiras (5.000) 4 Liquidação de empréstimos (30.000) (=) Saldo de Caixa nos financiamentos 45.000
  53. 53. DFC – Método Direto – 2º MODELO - 2º EXEMPLO (POR FLUXOS) INVESTIMENTOS 1) Venda de imobilizados 10.000 10.000 2 Aquisição de móveis e utensílios (15.000 ) 3 Aquisição de terrenos (20.000) 4 Aquisição de ações (2.000) (=) Saldo de Caixa nos investimentos (27.000) Resultado do caixa no período(os 3 fluxos) 30.000.00 + 45.000.00 – 27.000,00 = 48.000 Saldo final em X2: 30.000,00 + 48.000,00 = 78.000
  54. 54. Demonstração do Fluxo de Caixa Forma – 3º modelo DataData DescritivoDescritivo EntradasEntradas SaídasSaídas SaldoSaldo 31 jul.31 jul. 1 ago. 5 ago. 8 ago. 10 ago. TotalTotal Saldo inicialSaldo inicial Pagamento de empréstimo Recebimento de duplicata Recebimento por venda a vista Pagamento de salários 500 300 800800 100 200 300300 250250 150 650 950 750 750750

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