Lição 09 - O PRENUNCIO DO TEMPO DO FIM

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Aula referente Capitulo 08 do Livro de Daniel.

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Lição 09 - O PRENUNCIO DO TEMPO DO FIM

  1. 1. O PRENÚNCIO DO TEMPO DO FIM 4º Trimestre de 2014 Lição 9 Prof. Fabio Silva
  2. 2. Prof. Fabio Silva 2
  3. 3. 3 Prof. Fabio Silva
  4. 4. 4 Prof. Fabio Silva
  5. 5. OBJETIVOS Prof. Fabio Silva 5 Após esta aula, o aluno deverá estar apto a: • Conhecer os símbolos proféticos do carneiro e do bode. • Identificar a visão do chifre pequeno. • Compreender o período do tempo do fim
  6. 6. Esboço da Lição I. - A VISÃO DO CARNEIRO E DO BODE (Dn 8.3-5) 1. A visão do carneiro (Dn 8.3,4,20). 2. Os chifres do carneiro. 3. A visão do bode (Dn 8.5-8). II. O CHIFRE PEQUENO (Dn 8.9) 1. A visão da ponta pequena. 2. A ultrajante atividade desse rei contra Israel (Dn 8.10,11). 3. A purificação do santuário (Dn 8.14). III. ANTÍOCO EPIFÂNIO, O PROTÓTIPO DO ANTICRISTO 1. Antíoco Epifânio. 2. A visão do anjo Gabriel (Dn 8.16). 3. O tempo do fim (Dn 8.17). Prof. Fabio Silva 6
  7. 7. Palavra chave Prof. Fabio Silva 7
  8. 8. 8 Prof. Fabio Silva
  9. 9. INTRODUÇÃO • O livro de Daniel é um tratado de Escatologia histórica e profética. • Nele encontramos diversas profecias acerca do “tempo do fim” (Dn 8.17,19; 11.6,13,27,35,40; 12.4,9). • No capítulo 2 a Pérsia e a Grécia são simbolizadas pelos braços de prata e ventre de cobre; • No capítulo 7 elas são simbolizadas por um urso com três costelas em sua boca e um leopardo com quatro asas e quatro cabeças; • Já no capítulo 8, ele descreve uma visão de um carneiro e um bode, que representam também essas duas potências. • Nesta visão, estes dois animais domésticos, exibem de forma precisa o surgimento, ascensão e queda destes impérios como veremos a seguir. Prof. Fabio Silva 9
  10. 10. I. -A VISÃO DO CARNEIRO E DO BODE (Dn 8.3-5) • 1. A visão do carneiro (Dn 8.3,4,20). • 2. Os chifres do carneiro. • 3. A visão do bode (Dn 8.5-8). Prof. Fabio Silva 10
  11. 11. 11 Prof. Fabio Silva
  12. 12. I. -A VISÃO DO CARNEIRO E DO BODE (Dn 8.3-5) 12 1. A visão do carneiro (Dn 8.3,4,20). • A Época e local da visão (Dn 8.1,2). • Antônio Gilberto (2010, p. 41) aponta algumas perspectivas em relação a esta época: • Cronologicamente, este capítulo vem antes do 5. • O capítulo 8 tem lugar no ano terceiro de Belsazar, ao passo que o capítulo 5, como já vimos, marcou o final do governo de Belsazar (Dn 5.30). Prof. Fabio Silva
  13. 13. I. -A VISÃO DO CARNEIRO E DO BODE (Dn 8.3-5) 13 1. A visão do carneiro (Dn 8.3,4,20). • Portanto, quando esta visão ocorreu a Daniel, o seu povo continuava exilado em Babilônia. • A visão ocorreu em Susã, que era a capital de Elão e a residência de inverno dos reis persas. • Aí tem lugar a história de Neemias e Ester. • A visão ocorreu próximo ao rio Ulai, que é modernamente chamado de Chapur. Prof. Fabio Silva
  14. 14. I. -A VISÃO DO CARNEIRO E DO BODE (Dn 8.3-5) 14 1. A visão do carneiro (Dn 8.3,4,20). • O carneiro identificado como o império medo-persa venceu e derrotou o império babilônico quando Belsazar estava no poder. • No mesmo dia em que Belsazar zombou de Deus ao utilizar os utensílios sagrados do templo de Jerusalém, ele caiu nas mãos dos medo-persas. Prof. Fabio Silva
  15. 15. I. -A VISÃO DO CARNEIRO E DO BODE (Dn 8.3-5) 15 1. A visão do carneiro (Dn 8.3,4,20). • Nota-se que há uma repetição do predito na visão do capítulo sete sobre o segundo e o terceiro impérios, porém, Deus de maneira especial mostrou a Daniel o que estaria fazendo no futuro desses impérios e com o próprio povo de Israel. Prof. Fabio Silva
  16. 16. 16 Prof. Fabio Silva
  17. 17. I. -A VISÃO DO CARNEIRO E DO BODE (Dn 8.3-5) 17 2. Os chifres do carneiro. • “E levantei os meus olhos e vi, e eis que um carneiro estava diante do rio...” (8.3). • Esse carneiro representa a segunda potência mundial, a saber, o Império Medo-persa (Dn 8.20). • Ele tinha dois chifres (Almeida Revista e Atualizada), ou pontas (Almeida Revista e Corrigida), que representavam, exatamente, a união dos dois povos, a saber, os medos e os persas. • O chifre que subiu por último representa a Pérsia, a qual se tornou o reino dominante com a subida de Ciro ao trono. Prof. Fabio Silva
  18. 18. I. -A VISÃO DO CARNEIRO E DO BODE (Dn 8.3-5) 18 2. Os chifres do carneiro. • “Daniel contempla na sua visão da noite, que o audacioso carneiro se encontrava “diante do rio”. Isso descreve o momento em que o general Ciro, comandando seus exércitos medo-persas já se encontrava as margens do rio Ulai preparando-se para o “assalto” a Babilônia” (SILVA, 1986, p. 150). Prof. Fabio Silva
  19. 19. I. -A VISÃO DO CARNEIRO E DO BODE (Dn 8.3-5) 19 2. Os chifres do carneiro. • “Vi que o carneiro dava marradas para o ocidente, e para o norte e para o meio dia; e nenhum dos animais lhe podiam estar diante dele... ” (Dn 8.4). • A expressão “dar marradas” significa bater forte com a cabeça. • Esta profecia anuncia as conquistas do império medo-persa, que guerreou fortemente contra o ocidente (Babilônia); contra o norte (Lídia) e contra o sul, descrito no texto como “meio dia” referindo-se ao (Egito). • Essa é também a interpretação das três costelas na boca do urso (Dn 7.5). Prof. Fabio Silva
  20. 20. I. -A VISÃO DO CARNEIRO E DO BODE (Dn 8.3-5) 20 2. Os chifres do carneiro. • “Ciro, não só conquistou as potências acima mencionadas, mas ainda todas as demais nações daqueles dias. Foi, realmente o que diz e representa a visão contemplada: “Nenhuns dos animais [povos e reinos] podiam estar diante dele” (SILVA, 1986, p. 151 – acréscimo nosso). Prof. Fabio Silva
  21. 21. I. -A VISÃO DO CARNEIRO E DO BODE (Dn 8.3-5) 21 2. Os chifres do carneiro. • “... e ele fazia conforme a sua vontade e se engrandecia” (Dn 8.4b). • Em 550 a.C., Ciro, o persa, se rebelou contra os medos, que até então detinha o poder e se tornou cabeça dos dois povos; esse acontecimento fez com que a Pérsia se elevasse sobre a Média. • Esse também é o significado das passagens registradas em: • Daniel 7.5, onde lemos que o urso “se levantou sobre um dos seus lados”; • E de Daniel 8.3 onde lemos que um chifre era “mais alto que o outro; e o mais alto subiu por último”. Prof. Fabio Silva
  22. 22. I. -A VISÃO DO CARNEIRO E DO BODE (Dn 8.3-5) 22 2. Os chifres do carneiro. • Os dois chifres do carneiro não eram iguais, pois um dos chifres era maior que o outro. • O maior representava Ciro, o persa (v.3) e o menor representava Dario, da Média. • Na cronologia histórica, Ciro sucedeu a Dario. Prof. Fabio Silva
  23. 23. 23 Prof. Fabio Silva
  24. 24. I. -A VISÃO DO CARNEIRO E DO BODE (Dn 8.3-5) 24 3. A visão do bode (Dn 8.5-8). • A figura do bode, na mitologia do mundo de então, simbolizava o poder e a força. • Na visão de Daniel, o bode arremeteu contra o carneiro com muita força, ferindo-o e quebrando os seus dois chifres. Prof. Fabio Silva
  25. 25. I. -A VISÃO DO CARNEIRO E DO BODE (Dn 8.3-5) 25 3. A visão do bode (Dn 8.5-8). • “E, estando eu considerando, eis que um bode vinha do ocidente sobre toda a terra, mas sem tocar no chão; e aquele bode tinha um chifre notável entre os olhos” (Dn 8.5). • Este bode representa o reino da Grécia (Dn 8.5-8,21). • Daniel descreveu que ele vinha “sem tocar no chão”. • Isso significa que não houve dificuldade ou barreira durante o rápido processo de conquistas realizadas pelo Império Grego. Prof. Fabio Silva
  26. 26. I. -A VISÃO DO CARNEIRO E DO BODE (Dn 8.3-5) 26 3. A visão do bode (Dn 8.5-8). • “O “chifre notável entre os olhos” representava Alexandre o Grande. A história diz que Alexandre, quando jovem, educou-se aos pês de Aristóteles, como Paulo aos pés de Gamaliel (At 22.3). Aristóteles foi discípulo de Platão. Juntos, esses dois filósofos eram chamados de “os dois olhos da Grécia” (SILVA, 1986, p. 152 – acréscimo nosso). Prof. Fabio Silva
  27. 27. I. -A VISÃO DO CARNEIRO E DO BODE (Dn 8.3-5) 27 3. A visão do bode (Dn 8.5-8). • “Dirigiu-se ao carneiro que tinha as duas pontas, ao qual eu tinha visto diante do rio; e correu contra ele com todo o ímpeto da sua força. [...] e feriu o carneiro e lhe quebrou as duas pontas [...] e o lançou por terra e o pisou aos pés; não houve quem pudesse livrar o carneiro da sua mão” (Dn 8.6,7). Prof. Fabio Silva
  28. 28. I. -A VISÃO DO CARNEIRO E DO BODE (Dn 8.3-5) 28 3. A visão do bode (Dn 8.5-8). • Daniel descreve uma profecia que já teve seu cumprimento na história, a saber, o império Grego simbolizado pelo bode, guerreando contra o império Persa, simbolizado por um carneiro. • O poderoso bode não apenas feriu o carneiro como também lhe quebrou ambos os chifres. Prof. Fabio Silva
  29. 29. I. -A VISÃO DO CARNEIRO E DO BODE (Dn 8.3-5) 29 3. A visão do bode (Dn 8.5-8). • “O presente versículo foi escrito antes de seu cumprimento (talvez 200 anos antes). Alexandre combateu, de fato, o Império Medo-persa, mais ou menos em 331 a.C. E esta profecia foi escrita por Daniel, mais ou menos em 539 a.C. É uma predição notável o choque de dois Impérios mundiais” (SILVA, 1986, p. 153 – acréscimo nosso). Prof. Fabio Silva
  30. 30. I. -A VISÃO DO CARNEIRO E DO BODE (Dn 8.3-5) 30 3. A visão do bode (Dn 8.5-8). • “E o bode se engrandeceu em grande maneira; mas, estando na sua maior força, aquela grande ponta foi quebrada; e subiram no seu lugar quatro também notáveis, para os quatro ventos do céu” (Dn 8.8). Prof. Fabio Silva
  31. 31. I. -A VISÃO DO CARNEIRO E DO BODE (Dn 8.3-5) 31 3. A visão do bode (Dn 8.5-8). • A grande ponta, como já vimos, diz respeito a Alexandre, o Grande, • “um dos guerreiros mais brilhantes dos tempos antigos. Ele foi rei da Macedônia, fundador do helenismo, gênio militar e propagador da cultura grega e grande imperador grego. Em doze anos de reinado Alexandre tinha o mundo a seus pés. Morreu em 323 a.C., em Babilônia, aos 33 anos de idade. As quatro pontas notáveis que surgiram em seu lugar diz respeito a seus quatro generais que assumiram o império grego depois de sua morte: Cassandro ficou com a Macedônia; Lisímaco com a Trácia e quase toda a Ásia Menor; Selêuco ficou com a Síria, Babilônia e Palestina; Ptolomeu ficou com o Egito. Essas divisões correspondem hoje à Grécia, Turquia, Síria, Iraque e Egito” (GILBERTO, 2010, p. 41). Prof. Fabio Silva
  32. 32. 32 Prof. Fabio Silva
  33. 33. Perguntas 33 1. Quais são os dois animais da visão do capítulo oito?. R. Ciro, o persa; Dário da média. Prof. Fabio Silva
  34. 34. Perguntas 34 2. O carneiro simbolizava qual império? R. O império medo-persa. Prof. Fabio Silva
  35. 35. Perguntas 35 3. O que representava os dois chifres do carneiro? R. O carneiro e o bode. Prof. Fabio Silva
  36. 36. II. O CHIFRE PEQUENO (Dn 8.9) • 1. Tronos, "ancião de dias" e juízo divino (vv.9-14). • 2. O "Filho do Homem" (vv.13,14). • 3. A Grande Tribulação (vv.24,25). Prof. Fabio Silva 36
  37. 37. 37 Prof. Fabio Silva
  38. 38. II. O CHIFRE PEQUENO (Dn 8.9) • “E de uma delas saiu uma ponta mui pequena, a qual cresceu muito para o meio dia, e para o oriente, e para a terra formosa” (Dn 8.9). 38 1. A visão da ponta pequena. Prof. Fabio Silva
  39. 39. II. O CHIFRE PEQUENO (Dn 8.9) • Essa "ponta pequena" refere-se a Antíoco Epifânio que tornou-se um opressor terrível contra os judeus. • Ele surgiu da partilha do império de Alexandre e a ele coube o domínio da Síria, Ásia Menor e Babilônia. 39 1. A visão da ponta pequena. Prof. Fabio Silva
  40. 40. 40 Prof. Fabio Silva
  41. 41. II. O CHIFRE PEQUENO (Dn 8.9) • Antônio Gilberto (2010, p. 41) esclarece bem algumas das posições deste rei quanto aos judeus: • Chegou a proibir o culto a Deus. • Recorreu a todo tipo de torturas para forçar os judeus a renunciarem à sua fé em Deus. Isto deu lugar à famosa Revolta dos Macabeus, uma das páginas mais heroicas da história de Israel. • Epifânio quer dizer o magnífico. • Ele era assim chamado por seus amigos. Seus inimigos o chamavam "Epimânio", que quer dizer “louco”. 41 1. A visão da ponta pequena. Prof. Fabio Silva
  42. 42. 42 Prof. Fabio Silva
  43. 43. II. O CHIFRE PEQUENO (Dn 8.9) 3. A purificação do santuário (Dn 8.14). • Mesmo diante de todos estes fatos temos uma certeza de que Deus é bom e misericordioso, para com seu povo. • Mesmo seu povo sendo infiel, Ele iria purificá-los e restaurá-los. Prof. Fabio Silva 43
  44. 44. 44 Prof. Fabio Silva
  45. 45. Perguntas 4. A ponta pequena do chifre refere-se a quem? 45 R. Essa "ponta pequena" refere-se à Antíoco Epifânio que tornou-se um opressor terrível contra Israel. Prof. Fabio Silva
  46. 46. III. ANTÍOCO EPIFÂNIO, O PROTÓTIPO DO ANTICRISTO • 1. A visão (vv.13,14). • 2. "Os santos do Altíssimo" (v.18). • 3. A destruição do Anticristo (vv.26,27). Prof. Fabio Silva 46
  47. 47. 47 Prof. Fabio Silva
  48. 48. III. ANTÍOCO EPIFÂNIO, O PROTÓTIPO DO ANTICRISTO 48 1. Antíoco Epifânio. Prof. Fabio Silva • Antônio (2010, p. 41) descreve este personagem da seguinte forma: • Ele é conhecido como o "Anticristo do Antigo Testamento", tal a perseguição que infligiu ao povo judeu no século II a.C., durante o chamado Período Inter-bíblico (período que vai de Malaquias a Mateus - cerca de 400 anos). • Antíoco reinou de 175 a 167 a.C. Ele decidiu exterminar o povo judeu e sua religião.
  49. 49. 49 Prof. Fabio Silva
  50. 50. III. ANTÍOCO EPIFÂNIO, O PROTÓTIPO DO ANTICRISTO • Em Dn 8.15-22 diz que o profeta procurou entender a visão, e se apresentou diante dele um ser semelhante a um homem. • Ele ouviu também uma voz nas margens do rio Ulai, que disse àquele ser: “Gabriel, dá a entender a este a visão” (Dn 8.16). • Quando o anjo aproximou-se do profeta, ele ficou assombrado e caiu sobre o seu rosto. E ele lhe disse: “Entende, filho do homem, porque esta visão se realizará no fim do tempo” (Dn 8.17). 50 2. A visão do anjo Gabriel (Dn 8.16). Prof. Fabio Silva
  51. 51. III. ANTÍOCO EPIFÂNIO, O PROTÓTIPO DO ANTICRISTO • O anjo Gabriel, então, deu a interpretação da visão. Vejamos: • O carneiro com duas pontas são os reis da Média e da Pérsia (Dn 8.20); • O bode peludo é o rei da Grécia; • E a ponta grande que tinha entre os olhos é o primeiro rei, referindo-se a Alexandre, o Grande (Dn 8.21). • No fim do seu reinado se levantará um rei feroz, e será entendido em adivinhações, referindo-se a Antíoco Epifânio (Dn 8.23). 51 2. A visão do anjo Gabriel (Dn 8.16). Prof. Fabio Silva
  52. 52. 52 Prof. Fabio Silva
  53. 53. III. ANTÍOCO EPIFÂNIO, O PROTÓTIPO DO ANTICRISTO • Segundo a Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal, "o fim do tempo", 53 3. O tempo do fim (Dn 8.17). É uma alusão a todo o período entre o final do exílio e a segunda vinda de Cristo". Prof. Fabio Silva
  54. 54. III. ANTÍOCO EPIFÂNIO, O PROTÓTIPO DO ANTICRISTO • Os governantes e impérios visto por Daniel no capítulo oito já não existem mais. • Homens como Alexandre e Epifânio morreram e seus impérios chegaram ao fim, pois os reinos deste mundo são efêmeros. 54 3. O tempo do fim (Dn 8.17). Prof. Fabio Silva
  55. 55. III. ANTÍOCO EPIFÂNIO, O PROTÓTIPO DO ANTICRISTO • Quanto a profecia de Daniel 8.23- 26, muitas interpretações têm sido dadas pelos teólogos e comentaristas das profecias bíblicas: • Que ela já se cumpriu no passado, pois refere-se a Antíoco Epifânio; • Que ela refere-se a um tempo futuro, pois diz respeito ao Anticristo. 55 3. O tempo do fim (Dn 8.17). Prof. Fabio Silva
  56. 56. III. ANTÍOCO EPIFÂNIO, O PROTÓTIPO DO ANTICRISTO • Quanto a profecia de Daniel 8.23- 26, muitas interpretações têm sido dadas pelos teólogos e comentaristas das profecias bíblicas: • Que ela já se cumpriu no passado, pois refere-se a Antíoco Epifânio; • Que ela refere-se a um tempo futuro, pois diz respeito ao Anticristo. 56 3. O tempo do fim (Dn 8.17). Prof. Fabio Silva
  57. 57. III. ANTÍOCO EPIFÂNIO, O PROTÓTIPO DO ANTICRISTO • Mas, podemos dizer que ela tem uma dupla referência, pois, apesar de haver se cumprido no passado, na pessoa de Antíoco Epifânio, também refere-se ao líder mundial, o Anticristo, que surgirá no futuro, e dominará sobre todo o mundo, após o arrebatamento da Igreja (Dn 9.26,27; 11.36-45; II Ts 2.3-10; Ap 13.1-10). 57 3. O tempo do fim (Dn 8.17). Prof. Fabio Silva
  58. 58. III. ANTÍOCO EPIFÂNIO, O PROTÓTIPO DO ANTICRISTO 3. O tempo do fim (Dn 8.17). • Enfim somente um reino nunca terá fim o reino do Messias: • "O reino, e o domínio, e a majestade dos reinos debaixo de todo o céu serão dados ao povo dos santos do Altíssimo; o seu reino será reino eterno, e todos os domínios o servirão e Prof. Fabio Silva lhe obedecerão" (Dn 7.27). 58
  59. 59. 59 Prof. Fabio Silva
  60. 60. Perguntas 60 5. Alguns teólogos veem Antíoco como um protótipo de quem? R. Protótipo do Anticristo Prof. Fabio Silva
  61. 61. 61 Prof. Fabio Silva
  62. 62. Conclusão • Como pudemos ver, Deus mostrou ao profeta Daniel, em visões, um carneiro e um bode, que representavam os impérios que surgiriam depois da Babilônia, ou seja: • O império medo-persa e o império grego; • Bem como o surgimento de Alexandre, o grande; • E de Antíoco Epifânio, um tipo do Anticristo. Prof. Fabio Silva 62
  63. 63. Conclusão • Contudo, Deus é soberano e a história do mundo faz parte dos seus desígnios. • Ele conhece toda a história, começo e fim. • O futuro do homem e do mundo está sob o olhar do AltíssimoDeus é soberano e a história do mundo faz parte dos seus desígnios. • Ele conhece toda a história, começo e fim. • O futuro do homem e do mundo está sob o olhar do Altíssimo Prof. Fabio Silva 63
  64. 64. 64 Prof. Fabio Silva
  65. 65. Prof. Fabio Silva 65 Prof. Fabio Silva • Coop. na Assembleia de Deus em Maringá. • Bacharel em Teologia pela Faetesf. • Bacharel em Filosofia pelo Instituto de Filosofia Nossa Senhora de Guadalupe. • Palestrante de seminários, pregador de congressos, cultos e EBD. • Contato • Site: www.permaneceremjesus.com.br • Email: fabiojose@admaringa.com.br • Whattswapp: +554499269875

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