Perspectivas deInvestimentos noTransporte   Hostilio Xavier Ratton Neto
Perspectivas de Investimentos nosTransportes   Sumário:       Ciclos econômicos e desenvolvimento dos transportes      ...
Ciclos econômicos e odesenvolvimento dos transportes   Crescimento da economia brasileira depois    da segunda guerra mun...
Ciclos econômicos e odesenvolvimento dos transportes   Transportes são um fator relevante para o    desenvolvimento econô...
Evolução da malha rodoviária
Ciclos econômicos e odesenvolvimento dos transportes   Impactos da recessão deflagrada pela crise    do petróleo (meados ...
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O Plano Nacional de Viação –PNV   Instrumento que permite a intervenção do    poder público para estabelecer as ligações ...
O Plano Nacional de Viação –PNV   Última revisão do PNV:       Lei 5917, de 1973       Fim do planejamento sistêmico do...
O Plano Nacional de Viação –PNV
Ação do Estado e participaçãoprivada nos transportes   Difusão e aceitação da tese da incapacidade do    Estado para atua...
Ação do Estado e participaçãoprivada nos transportes   Redução drástica da tarefa de operar e    manter diretamente infra...
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Limitações e riscos do modelode gestão dos transportes   A política de transferência de infraestruturas    para a iniciat...
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Limitações e riscos do modelode gestão dos transportes
Limitações e riscos do modelode gestão dos transportes   Transporte rodoviário:       Anacronismo da malha:           C...
Limitações e riscos do modelode gestão dos transportes   Bitrem e rodotrem:       Bitrem:       Rodotrem:
Limitações e riscos do modelode gestão dos transportes   Principais eixos rodoviários
Limitações e riscos do modelode gestão dos transportes   Transporte hidroviário:       Hidrovias do interior       Nave...
Limitações e riscos do modelode gestão dos transportes   Hidrovias do interior       Extensão da rede hidroviária       ...
Limitações e riscos do modelode gestão dos transportes   Hidrovias do interior
Limitações e riscos do modelode gestão dos transportes   Principais eclusas
Limitações e riscos do modelode gestão dos transportes   Navegação de cabotagem       Extensão de costa atlântica: 7.500...
Limitações e riscos do modelode gestão dos transportes   Navegação de cabotagem       Medidas tomadas para reverter o qu...
Limitações e riscos do modelode gestão dos transportes   Portos       Peça fundamental na logística das operações de com...
Limitações e riscos do modelode gestão dos transportes
Limitações e riscos do modelode gestão dos transportes   Transporte aéreo:       No mundo:           2% de toda a carga...
Limitações e riscos do modelode gestão dos transportes   Transporte aéreo       Deficiências de infraestrutura         ...
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Limitações e riscos do modelode gestão dos transportes       Transporte dutoviário                                       ...
Limitações e riscos do modelode gestão dos transportes
O Plano Nacional de Logística eTransportes – PNLT   Retomada do processo de planejamento dos    transportes   Conteúdo d...
O Plano Nacional de Logística eTransportes – PNLT   Objetivos pretendidos:       Conhecimento dos custos de toda o proce...
O Plano Nacional de Logística eTransportes – PNLT   Indicação de investimentos em infraestrutrura:       Rodovias: 332 p...
O PAC Transportes   O Programa de Aceleração do Crescimento –    PAC:       Instituído pelo Decreto nº 6.025/07       M...
O PAC Transportes   O Programa de Aceleração do Crescimento – PAC:       Eixos de investimento:           Infraestrutur...
O PAC Transportes   Primeira fase (até 2009):       investimentos de R$ 40 bilhões em:          Eixos          Empreendi...
O PAC Transportes   Segunda fase:       Previsões de investimentos (em R$ bilhões):                                    P...
O PAC Transportes   Diretrizes para as rodovias       Expansão do sistema rodoviário (R$ 23,4 bilhões):           Dupli...
O PAC Transportes   Diretrizes para as rodovias       Manutenção e segurança rodoviárias (R$ 11,8        bilhões):      ...
O PAC Transportes   Diretrizes para as rodovias       Estudos e projetos (R$ 8,4 bilhões):           Garantir carteira ...
O PAC Transportes   Rodovias (Região Norte)
O PAC Transportes   Rodovias (Região Nordeste)
O PAC Transportes   Rodovias (Região Sudeste)
O PAC Transportes   Rodovias (Região Sul)
O PAC Transportes   Rodovias (Região Centro-Oeste)
O PAC Transportes   Rodovias (3ª etapa de concessões)
O PAC Transportes   Diretrizes para ferrovias (R$ 13,6 bilhões):       Expansão da malha ferroviária         Construção...
O PAC Transportes   Ferrovias de bitola larga
O PAC Transportes   Ferrovias de bitola estreita
O PAC Transportes   Expansão da malha ferroviária
O PAC Transportes   Diretrizes para hidrovias (R$ 1,9 bilhão) :       Ampliação e melhoria da navegabilidade dos rios   ...
O PAC Transportes   Hidrovias
Desafios para a sustentabilidade ea competitividade dos transportes   Coerência e articulação dos instrumentos de    plan...
Desafios para a sustentabilidade ea competitividade dos transportes   Intermodalidade e multimodalidade       Diretrizes...
Desafios para a sustentabilidade ea competitividade dos transportes   Equilíbrio da repartição modal       Matriz de tra...
Desafios para a sustentabilidade ea competitividade dos transportes   Equilíbrio da repartição modal       Matriz de tra...
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Desafios para a sustentabilidade ea competitividade dos transportes   Sistema rodoviário       Aspectos institucionais: ...
Desafios para a sustentabilidade ea competitividade dos transportes   Sistema rodoviário       Aspectos técnicos:       ...
Desafios para a sustentabilidade ea competitividade dos transportes   Qualificações profissionais necessárias para a    g...
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  1. 1. Perspectivas deInvestimentos noTransporte Hostilio Xavier Ratton Neto
  2. 2. Perspectivas de Investimentos nosTransportes Sumário:  Ciclos econômicos e desenvolvimento dos transportes  O Plano Nacional de Viação – PNV  Ação do Estado e participação privada  Limitações e riscos do modelo de gestão dos transportes no Brasil  O Plano Nacional de Logística e Transportes – PNLT  O PAC Transportes  Desafios para a sustentabilidade e a competitividade dos transportes
  3. 3. Ciclos econômicos e odesenvolvimento dos transportes Crescimento da economia brasileira depois da segunda guerra mundial até meados dos anos 70; Dificuldades ao longo das décadas de 80 e 90; e Retomada do crescimento a partir da década passada.
  4. 4. Ciclos econômicos e odesenvolvimento dos transportes Transportes são um fator relevante para o desenvolvimento econômico, que, por sua vez, também influencia o seu desenvolvimento. Na história do Brasil recente, o grande ciclo de desenvolvimento econômico, iniciado no pós- guerra, até meados da década de 70, foi resultado de uma política de desenvolvimento industrial fortemente alicerçada na siderurgia e na instalação de montadoras de veículos no País. Dentre os impactos resultantes, houve um grande desenvolvimento no sistema de transportes, com ênfase na expansão das rodovias.
  5. 5. Evolução da malha rodoviária
  6. 6. Ciclos econômicos e odesenvolvimento dos transportes Impactos da recessão deflagrada pela crise do petróleo (meados dos anos 70)  Processo de desenvolvimento incompleto  Insustentabilidade do modelo de desenvolvimento econômico:  Forte dependência do modo rodoviário  Petróleo era importado e consumidor de divisas  Redução dos investimentos em infraestrutura
  7. 7. Ciclos econômicos e odesenvolvimento dos transportes Impactos da recessão deflagrada pela crise do petróleo (meados dos anos 70)  Revisão dos princípios norteadores do desenvolvimento:  Gerenciamento do dia-a-dia da crise  Redução do papel do Estado nas atividades econômicas
  8. 8. O Plano Nacional de Viação –PNV Instrumento que permite a intervenção do poder público para estabelecer as ligações viárias entre as diversas regiões do País. Engloba os princípios fundamentais e as disposições a serem seguidas para que o sistema de transporte seja estabelecido e funcione de forma integrada. Contém o conjunto de ligações que podem ser implantadas.
  9. 9. O Plano Nacional de Viação –PNV Última revisão do PNV:  Lei 5917, de 1973  Fim do planejamento sistêmico dos transportes  Inclusões de novas ligações por dispositivos legais complementares  Os planos governamentais que se sucederam, de fato indicavam apenas intervenções pontuais para fins específicos, do interesse do momento
  10. 10. O Plano Nacional de Viação –PNV
  11. 11. Ação do Estado e participaçãoprivada nos transportes Difusão e aceitação da tese da incapacidade do Estado para atuar diretamente nas atividades econômicas e consumidor de recursos que poderiam ser mais bem dirigidos para outras frentes, como a área social. Seguindo essa ótica, o estado brasileiro se considerou incapaz de cumprir com a responsabilidade de garantir eficácia ou eficiência no desempenho da infraestrutura de transporte.
  12. 12. Ação do Estado e participaçãoprivada nos transportes Redução drástica da tarefa de operar e manter diretamente infraestruturas de transporte:  Transferências para outros entes estatais (estados e municípios)  Contratos de concessão
  13. 13. Ação do Estado e participaçãoprivada nos transportes Projeto de lei do Sistema Nacional de Viação (PL 1176/95):  Instrumento legal para determinar que a operação de transportes  passe a ser exercida, “sempre que possível, pela iniciativa privada” e  esteja “associada a contratos de concessão que também envolvam a construção ou o arrendamento e a construção da infra-estrutura”.  Aprovação pelo Congresso agora em dezembro de 2010
  14. 14. Ação do Estado e participaçãoprivada nos transportes Impactos da globalização dos mercados:  Conjuntura mais favorável para o Brasil  Modernização das empresas para concorrer até no mercado interno.  Evidência das deficiências de infraestrutura  Necessidade investimentos por conta da distância dos grandes mercados.  Obsolescência da infraestrutura, principalmente de ferrovias e rodovias.
  15. 15. Limitações e riscos do modelode gestão dos transportes A política de transferência de infraestruturas para a iniciativa privada:  não logrou superar as suas deficiências e  pode ser um entrave para fazer do Brasil um player de maior envergadura na economia e no comércio internacionais.
  16. 16. Limitações e riscos do modelode gestão dos transportes Transporte ferroviário:  Anacronismo da malha:  Extensão insuficiente para as necessidades  75% das vias em bitola métrica  Velocidades médias muito baixas (dados de 2008):  Comercial: 20 km/h  Percurso: 28 km/h  Limitação das possibilidades de mercado:  Modelo de gestão que prioriza os fluxos próprios dos controladores das concessões:  O minério de ferro corresponde a 75,6% do volume total transportado pelas ferrovias (CNT, 2009)  Falta de integração entre as operadoras:  Tráfego mútuo e direito de passagem: 6,5% do total de TKU em 2007
  17. 17. Limitações e riscos do modelode gestão dos transportes Principais produtos transportados pelas ferrovias em 2007 (ANTT, 2008) Produto Quantidade (10³ t) %Minério de ferro 307.431 74%Siderurgia, cimento e construção 51.683 12%Agricultura, extração vegetal e celulose 42.907 10%Soja e farelo de soja 19.236 5%Combustíveis 9.497 2%Outros 3.408 1%Total 414.926 100%
  18. 18. Limitações e riscos do modelode gestão dos transportes
  19. 19. Limitações e riscos do modelode gestão dos transportes Transporte rodoviário:  Anacronismo da malha:  Características técnicas de rodovias projetadas há mais de 40 anos não atendem aos requisitos de desempenho dos veículos homologados e licenciados para o tráfego  Imposição de restrições de peso e velocidade aos veículos  Inadequação da malha:  Ferrovias não chegam a muitas das regiões produtoras  Absorção do tráfego que seria ferroviário  Emprego dos CVCs – Conjuntos de Veículos de Carga, rodotrens, bi e tritrens e dos treminhões, verdadeiros trens rodoviários
  20. 20. Limitações e riscos do modelode gestão dos transportes Bitrem e rodotrem:  Bitrem:  Rodotrem:
  21. 21. Limitações e riscos do modelode gestão dos transportes Principais eixos rodoviários
  22. 22. Limitações e riscos do modelode gestão dos transportes Transporte hidroviário:  Hidrovias do interior  Navegação de cabotagem  Portos  Navegação marítima de longo curso
  23. 23. Limitações e riscos do modelode gestão dos transportes Hidrovias do interior  Extensão da rede hidroviária  Potencialmente utilizável: 40.000 km  Em utilização: 10.000 km (CNT, 2006)  Concentração das vias e cargas na Amazônia  59% da extensão navegável  81% das cargas (CNT, 2006)  Problemas de navegabilidade:  Dragagem  Correnteza  Transposição de barragens
  24. 24. Limitações e riscos do modelode gestão dos transportes Hidrovias do interior
  25. 25. Limitações e riscos do modelode gestão dos transportes Principais eclusas
  26. 26. Limitações e riscos do modelode gestão dos transportes Navegação de cabotagem  Extensão de costa atlântica: 7.500 km  Principal modo utilizado para o transporte de carga a granel até a década de 30  Investimentos nos transportes terrestres diminuíram a participação do setor
  27. 27. Limitações e riscos do modelode gestão dos transportes Navegação de cabotagem  Medidas tomadas para reverter o quadro não foram bem sucedidas:  estimular a construção naval,  estabelecer linhas de navegação regulares  Alocar recursos para investimentos em infra-estrutura portuária  adequar a frota de embarcações para atender à demanda.  Causas:  cenário inflacionário  custos da construção naval  perda de eficiência dos portos:  altos custos de movimentação  falta de equipamentos para garantir produtividade adequada  Como nas ferrovias, houve a concentração no transporte de cargas de granéis líquidos e sólidos, de grandes volumes e baixo valor agregado.
  28. 28. Limitações e riscos do modelode gestão dos transportes Portos  Peça fundamental na logística das operações de comércio exterior:  concentram mais de 90% do volume da movimentação de cargas internacionais  Expansão da operação privada (Lei 8.630/93):  aquisição de equipamentos e  melhorias de infra-estrutura  aumento da produtividade  Concorrência pressiona a redução dos preços.  Deficiências:  acessibilidade  custos ainda altos,  burocracia e  filas.
  29. 29. Limitações e riscos do modelode gestão dos transportes
  30. 30. Limitações e riscos do modelode gestão dos transportes Transporte aéreo:  No mundo:  2% de toda a carga e  40% em valor agregado  No Brasil:  0,31% da matriz cargas (CNT, 2006) e  5,6% da receita líquida operacional dos transportes (IBGE, 2007)  0,66% do PIB  Produtos de maior valor agregado e perecíveis  Carga Geral (convencional)  Fracionada  Expressa  Específicas (perecíveis, perigosas e restritas a autorização)
  31. 31. Limitações e riscos do modelode gestão dos transportes Transporte aéreo  Deficiências de infraestrutura  Acessibilidade dos aeroportos  Integração intermodal  Congestionamento aéreo  Restrição de operação  Carência de espaços operacionais em aeroportos:  Hangares e  Terminais de Cargas
  32. 32. Limitações e riscos do modelode gestão dos transportes
  33. 33. Limitações e riscos do modelode gestão dos transportes Transporte dutoviário Dutos em operação Produtos movimentados Tipo de Função Quantidade Extensão (km) dutoviaPetróleo Oleoduto 24 1.903 Transferência Derivados (gasolina, óleo diesel, óleo combustível, 192 743querosene de aviação, GLP, propeno, butano, Transferêncialubrificantes, LGN, óleo tratado, resíduo, asfalto, nafta, Oleodutoóleos básicos, GEP, LCO, n-parafina, propano, Transporte 93 4.797querosene iluminante, extrato aromático, clarosresiduais) 57 2.213Gás Natural Gasoduto Transferência Transporte 22 5.412Outros (álcool anidro, álcool hidratado, aguarrás, 19 14 Polidutos Transferênciametanol e MEG) Transporte 4 16Total 411 15.098
  34. 34. Limitações e riscos do modelode gestão dos transportes
  35. 35. O Plano Nacional de Logística eTransportes – PNLT Retomada do processo de planejamento dos transportes Conteúdo de todos os principais dados de interesse do setor, quer na parte da oferta, quer na parte da demanda Suporte do planejamento de intervenções públicas e privadas na infraestrutura e na organização dos transportes
  36. 36. O Plano Nacional de Logística eTransportes – PNLT Objetivos pretendidos:  Conhecimento dos custos de toda o processo entre as origens e os destinos dos fluxos de transportes, visando à sua racionalização e / ou redução  Mudança para uma matriz mais equilibrada para o transporte de carga admitindo que a racionalização e / ou redução dos custos está associada ao uso das modalidades de transporte de maior eficiência produtiva.
  37. 37. O Plano Nacional de Logística eTransportes – PNLT Indicação de investimentos em infraestrutrura:  Rodovias: 332 projetos  Ferrovias: 96 projetos  Hidrovias: 51 projetos  Portos: 278 projetos  Aeroportos: 145 projetos Total dos investimentos:  R$ 291 bilhões até 2023
  38. 38. O PAC Transportes O Programa de Aceleração do Crescimento – PAC:  Instituído pelo Decreto nº 6.025/07  Medidas de:  estímulo ao investimento privado  ampliação dos investimentos públicos em infraestrutura e  melhoria da qualidade do gasto público.
  39. 39. O PAC Transportes O Programa de Aceleração do Crescimento – PAC:  Eixos de investimento:  Infraestrutura Logística:  construção e ampliação de rodovias, ferrovias, portos, aeroportos e hidrovias;  Infraestrutura Energética:  geração e transmissão de energia elétrica,  produção, exploração e transporte de petróleo, gás natural e combustíveis renováveis; e  Infraestrutura Social e Urbana:  saneamento,  habitação,  metrôs,  trens urbanos,  universalização do programa Luz para Todos e  recursos hídricos.
  40. 40. O PAC Transportes Primeira fase (até 2009):  investimentos de R$ 40 bilhões em: Eixos Empreendimentos Investimento (R$)Rodovias 4.731 km 27,7 bilhõesFerrovias 356 km 1,14 bilhõesPortos 4 empreendimentos 123,7 milhõesHidrovias 3 terminais 8,3 milhões 218 embarcaçõesMarinha Mercante 11,2 bilhões 2 estaleiros
  41. 41. O PAC Transportes Segunda fase:  Previsões de investimentos (em R$ bilhões): Período Eixos 2011-2014 Pós 2014 TotalRodovias 48,4 2,0 50,4Ferrovias 43,9 2,1 46,0Portos 4,8 0,3 5,1Hidrovias 2,6 0,1 2,7Marinha Mercante 36,7 - 36,7Total 136,4 4,5 140,9
  42. 42. O PAC Transportes Diretrizes para as rodovias  Expansão do sistema rodoviário (R$ 23,4 bilhões):  Duplicação, pavimentação, acessos aos portos, contornos e travessias urbanas  Eliminação de pontos de estrangulamento em eixos estratégicos  Incorporação de novas regiões ao processo de desenvolvimento  Ampliação da integração física nacional com os países vizinhos  Redução do custo de transporte  Melhoria do tráfego e da segurança
  43. 43. O PAC Transportes Diretrizes para as rodovias  Manutenção e segurança rodoviárias (R$ 11,8 bilhões):  Restauração, conservação, sinalização, controle de peso e velocidade  Melhoria da qualidade e da trafegabilidade  Redução do índice de acidentes  Contratos de manutenção de longo prazo
  44. 44. O PAC Transportes Diretrizes para as rodovias  Estudos e projetos (R$ 8,4 bilhões):  Garantir carteira de projetos para investimentos em infraestrutura rodoviária integrada aos demais modais de transporte  Concessões em rodovias com elevado volume de tráfego e necessidade de investimentos, garantindo modicidade tarifaria
  45. 45. O PAC Transportes Rodovias (Região Norte)
  46. 46. O PAC Transportes Rodovias (Região Nordeste)
  47. 47. O PAC Transportes Rodovias (Região Sudeste)
  48. 48. O PAC Transportes Rodovias (Região Sul)
  49. 49. O PAC Transportes Rodovias (Região Centro-Oeste)
  50. 50. O PAC Transportes Rodovias (3ª etapa de concessões)
  51. 51. O PAC Transportes Diretrizes para ferrovias (R$ 13,6 bilhões):  Expansão da malha ferroviária  Construção de ferrovias em bitola larga  Desenvolvimento de moderno sistema ferroviário integrado e de alta capacidade  Ligação de áreas de produção agrícola e mineral aos portos, indústrias e mercado consumidor  Revisão do modelo regulatório  Criar ambiente competitivo no transporte de cargas  Incentivar a utilização plena da capacidade da infraestrutura  Estimular novos investimentos  Estudos e projetos para integração multimodal  Garantir carteira de projetos para ampliação e melhor utilização da malha ferroviária, integrada aos demais modais de transporte.
  52. 52. O PAC Transportes Ferrovias de bitola larga
  53. 53. O PAC Transportes Ferrovias de bitola estreita
  54. 54. O PAC Transportes Expansão da malha ferroviária
  55. 55. O PAC Transportes Diretrizes para hidrovias (R$ 1,9 bilhão) :  Ampliação e melhoria da navegabilidade dos rios  Drenagem, derrocagem e sinalização  Terminais hidroviários de carga e passageiros  Estudos hidroviários  Aumento do transporte para reduzir o custo de frete  Incremento na segurança da navegação  Planejamento do crescimento da navegação nos rios
  56. 56. O PAC Transportes Hidrovias
  57. 57. Desafios para a sustentabilidade ea competitividade dos transportes Coerência e articulação dos instrumentos de planejamento:  PNV  PNLT  Projeto do SNV (aprovado em dezembro de 2010 no Congresso)  PAC Transportes Ausência de instrumentos de planejamento e de investimentos para o transporte de cargas em meio urbano.
  58. 58. Desafios para a sustentabilidade ea competitividade dos transportes Intermodalidade e multimodalidade  Diretrizes para as ações governamentais:  Prioridade para os projetos de expansão do sistema ferroviário em bitola larga e do sistema hidroviário.  Ênfase na integração multimodal com o sistema rodoviário.
  59. 59. Desafios para a sustentabilidade ea competitividade dos transportes Equilíbrio da repartição modal  Matriz de transportes (em TKU) Rodoviário 4% 13% Ferroviário Aquaviário Dutoviário e Aéreo 25% 58% ANTT – 2005
  60. 60. Desafios para a sustentabilidade ea competitividade dos transportes Equilíbrio da repartição modal  Matriz de transportes  percentual da receita operacional líquida do setor na formação do PIB 7,3% 4,5% 7,9% Ferroviário/Metroviário Rodoviário de cargas Aeroviário 17,3% Aquaviário Dutoviário 63,0% IBGE - 2007
  61. 61. Desafios para a sustentabilidade ea competitividade dos transportes Intermodalidade e multimodalidade  Perspectivas dos operadores, clientes e reguladores:  Operadores e clientes  Necessidade de implantação da intermodalidade  Efetivação da atuação do CONIT  Necessidade de redução da burocracia  Necessidade de redução da carga tributária  Agilização dos procedimentos aduaneiros e fiscais  Melhor qualificação dos responsáveis na esfera governamental  Falta ou dificuldade de acessibilidade dos portos  Necessidade de incentivos para implantação de terminais intermodais  Reguladores:  Integração das bitolas ferroviárias  Revisão dos contratos de concessão e do direito de passagem
  62. 62. Desafios para a sustentabilidade ea competitividade dos transportes Intermodalidade e multimodalidade  Aspectos relevantes:  Diferenças de percepção entre intermodalidade e multimodalidade  Perspectiva da intermodalidade restrita aos grandes fluxos de granéis  Ausência de planos para o desenvolvimento de uma rede intermodal conectando fluxos internos  Ex: carga geral conteinerizada
  63. 63. Desafios para a sustentabilidade ea competitividade dos transportes Transporte ferroviário  Aspectos institucionais relevantes:  Investimentos privados com aporte de recursos públicos  Aspectos regulatórios relevantes:  Salvaguardas do equilíbrio econômico-financeiro das concessões  Lei nº 8.987/95, Art. 10:  “Sempre que forem atendidas as condições do contrato, considera-se mantido seu equilíbrio econômico-financeiro”  Limites para a compensação econômica das outorgas  Trechos sem exploração  Interesse econômico público x interesse financeiro dos operadores  Aspectos técnicos relevantes:  Malha de bitola métrica  Expansão da malha de bitola larga
  64. 64. Desafios para a sustentabilidade ea competitividade dos transportes Sistema rodoviário  Aspectos institucionais:  Estrutura e capacitação dos entes públicos responsáveis pela gestão das rodovias não concedidas  Aspectos regulatórios das concessões:  Revisão dos contratos:  “é pressuposto básico da equação econômica e financeira que preside as relações entre as partes, o equilíbrio, em caráter permanente, entre os encargos da Concessionária, previstos no Programa de Exploração da Rodovia, e as receitas da concessão”  “manutenção do inicial equilíbrio econômico e financeiro”
  65. 65. Desafios para a sustentabilidade ea competitividade dos transportes Sistema rodoviário  Aspectos técnicos:  Envolvimento dos entes públicos:  no desenvolvimento dos projetos executivos  No acompanhamento e fiscalização das obras
  66. 66. Desafios para a sustentabilidade ea competitividade dos transportes Qualificações profissionais necessárias para a gestão das infraestruturas  Formação,capacitação e recrutamento de engenheiros e técnicos para:  Estudos  Projetos  Construção  Operação  Manutenção  Estabelecimento de divisão de responsabilidades quanto à formação:  Habilitação (formação plena e geral para a profissão)  Treinamento (qualificação específica para atender a finalidades também específicas)
  67. 67. Perspectivas de Investimentos nosTransportes FIM MUITO OBRIGADO PELA ATENÇÃO! hostilio@pet.coppe.ufrj.br

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