09h00 maria inês souza anp (noticias)

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09h00 maria inês souza anp (noticias)

  1. 1. • Ações da ANP emCONTROLE DE QUALIDADE EM BIOCOMBUSTÍVEIS Qualidade de Biodiesel Abril/2009
  2. 2. Base Legal
  3. 3. AtividadeRegulatória • Garantia da qualidade dos produtos Regulação• Estabelecimento das • Instituição de grupos especificações, de trabalho ferramentas de • Realização de monitoramento e reuniões e outras regras de workshops controle de qualidade • Elaboração de guias OutrasRegulamentação atividades regulatórias
  4. 4. Ações da SBQ Qualidade dos combustíveis:  estabelecimento das especificações dos combustíveis;  regulação da cadeia de abastecimento;  ações conjuntas com agentes econômicos, instituições de pesquisa para identificar e mitigar problemas; Monitoramento da Qualidade: avaliação do perfil de não-conformidades docombustível e lubrificantes comercializados em todo o território nacional (aprox.208.000 amostras em 2010 e 22 instituições contratadas); Grupos de Trabalho: participação junto ao Governo de GTs para redução debarreiras técnicas, bem como de Fóruns internacionais que tratam da especificaçãode produto e de sustentabilidade; Normalização: acompanhamento das ações no âmbito dos Comitês Técnicos daABNT, ASTM e ISO no âmbito da qualidade de produtos, de biocombustíveis, doscombustíveis aquaviários e de sustentabilidade;
  5. 5. Ações da SBQ Controle da Qualidade:  aumento da confiabilidade e rastreabilidade de análise da qualidade de biocombustíveis;  cadastro de laboratórios de biodiesel;  auditoria e registro de laboratórios e promoção de programas inter- laboratoriais; Uso Experimental e Específico: regulação de uso experimental e específicode novos combustíveis e acompanhamento dos resultados para subsidiar ogoverno quanto à entrada de novos combustíveis no mercado. Harmonização para Biocombustíveis: ação integrada com intenção dealinhamento da especificação dos biocombustíveis no âmbito internacional e doMercosul.
  6. 6. Regulamentação BiodieselRediscussão de características,limites e métodos constantes daespecificação do biodiesel:- Mono, di e triglicerídeos;- Teor de água;- PEFF;- Estabilidade à oxidação.
  7. 7. Misturas B6 a B20 Necessidade de aprimoramento dos estudos envolvendo misturasde óleo diesel e biodiesel com teores maiores que 5%.Atendimento a forte demanda do mercado. Existência de características próprias das misturas B6 a B20 quepoderão acarretar impactos no uso, devendo as mesmas seremdevidamente conhecidas. Havendo deliberação do Governo Federal para o aumento do teorde biodiesel no diesel, a ANP disporá de dados necessários parasubsidiar a elaboração de uma nova especificação para as possíveisnovas misturas.
  8. 8. Misturas B6 a B20 Solicitante Autorização Produto UF Uso do produto Consumo mensal (L) Camargo Correa nº 364/2009 B10 SC veículos 20.000 Fetranspor nº 438/2009 B20 RJ ônibus 40.000 Carnaval de Salvador 2010 nº 71/2010 B20 BA trios elétricos e veículos 80.000 Martin-Brower nº 167/2010 B20 SP veículos e equipamentos 14.500 B100 Participações Ltda. nº 170/2010 B20 SP 1871 ônibus 5.732.070 Fetranspor nº 172/2010 B20 RJ ônibus 40.000 URBS nº 285/2010 B100 PR 12 ônibus 98.640 Camargo Corrêa S.A. nº 498/2010 B20 SC 5 equipamentos 20.000 Cia. Vale do Rio Doce S.A. nº 188/2011 B25 ES/MG 8 locomotivas 800.000 Sambaíba Transporte Em análise B20 SP ônibus 3.100.00 Urbanos Ltda.Viasul Transportes Urbanos Em análise B20 SP ônibus 1.590.000 Ltda, Viação Cidade Dutra LTDA Em análise B20 SP ônibus 1.900.000 Viação Gato Preto Ltda. Em análise B10 SP ônibus 880.000 Tupi Transportes Urbanos Em análise B20 SP ônibus 700.00 Piratininga Ltda. Viação Campo Belo Em análise B20 SP ônibus 2.000.000 2.643.000 L/mês de biodiesel
  9. 9. Misturas B6 a B20 Uso Experimental: locomotivas •Envio de relatórios à ANP; • Estudo do uso de misturas com 25% de biodiesel para utilização em locomotivas;• Avaliação do óleo lubrificante após a utilização do B25;• Análise dos gases de emissão e comparação com os valores obtidosutilizando-se 5% de biodiesel;• Avaliação do combustível a ser utilizado;• Teste em andamento.
  10. 10. Cadastro de Laboratórios Número de Laboratórios Cadastrados por Região 3 6 7 Nº de laboratóriosX cadastrados: 44 18 10 Fonte: ANP, julhode 2011
  11. 11. Cadastro de Laboratórios Natureza do Laboratório 20 20Nº de Laboratórios Cadastrados 15 11 9 10 4 5 0 Instituto Prestador de Universidade Produtor Tecnológico serviço
  12. 12. Monitoramento da Qualidade dos Combustíveis
  13. 13. Monitoramento da Qualidade dos Combustíveis B RASIL 10 8 6,5 6 3,9 3,8% NC 3,6 3,6 3,4 4 3,1 3,1 2,8 2,6 2,6 2,4 2,3 2,2 2,2 1,9 1,8 1,7 1,4 1,4 2 1,3 0 2005 2006 2007 2008 2009 2010 jan-jun/2011 Gasolina Óleo Diesel Etanol
  14. 14. Combustíveis Não-Conformes CRC Denúncias de SBQ / SAB / SRP Agentes Regulados Organizações Públicas,Inteligência de defesa dos consumidores, ANP/DPF FISCALIZAÇÃO de tributos e outros Ministério Monitoramento Público de Preços PMQC Organização Planejamento Execução
  15. 15. Combustíveis Não-Conformes Ações da ANP voltadas aos produtores de biodiesel:• 13 ações de fiscalização em produtores de biodiesel em 5 meses (janeiroa maio de 2011);• Ações direcionadas por denúncias do mercado e pelo Monitoramento daQualidade do Biodiesel;• 19 autuações por infrações identificadas;• 05 autos de interdição;• 01 auto de apreensão.
  16. 16. Uso Experimental e Específico Diesel renovávelProduto derivado de cana-de-açúcar. Combustível a partir de fermentaçãocom propriedades similares ao óleo diesel.Testes em 3 ônibus em São Paulo com 10% deste novo combustível.Volume utilizado é inferior a 10.000 L/mês Etanol em motores Ciclo DieselTestes em 50 ônibus em São Paulo com mistura de 95% etanol hidratado.Volume de 300.000 L/mêsAssinatura de Protocolo de entendimento entre empresas participantes e oGoverno do Estado.
  17. 17. Outras Atividades Regulatórias • Condução de programas interlaboratoriais; • Realização de reuniões técnicas internas e externas; • Coordenação de grupos de trabalho; • Participação em fóruns nacionais e internacionais.
  18. 18. Programa Interlaboratorial de Biodiesel O Centro de Pesquisas e Análises Tecnológicas da ANP – CPT, implementou oprograma interlaboratorial de Biodiesel com os principais objetivos: determinar o desempenho individual dos laboratórios para os ensaios propostos; monitorar continuamente o desempenho dos laboratórios; propiciar subsídios aos laboratórios para a identificação e solução de problemas analíticos; agregar valor ao controle da qualidade dos laboratórios e identificar diferençasinterlaboratoriais. 1ª Edição 26 laboratórios  7ª Edição  46 laboratórios 2ª Edição 30 laboratórios 3ª Edição 34 laboratórios 4ª Edição 42 laboratórios 5ª Edição 45 laboratórios 6ª Edição 53 laboratórios
  19. 19. Programa Interlaboratorial de BiodieselTERMO DE COOPERAÇÃO ANP – INMETROParceria entre a ANP e INMETRO para a realização de Ensaios de Proficiênciautilizando amostras com valores de referência certificados pelo INMETRO.A ANP disponibilizou as amostras para os diversos laboratórios participantes doprograma interlaboratorial que foram certificadas para várias característicasaplicadas aos biocombustíveis (etanol e biodiesel), contribuindo para o aumentoda confiabilidade e da rastreabilidade das medidas.N° de participantes: 56 laboratórios Instituto Nacional de Normalização, Metrologia e Qualidade Industrial
  20. 20. Outras Atividades Histórico• Relatos de problemas trazidos pela revenda no primeiro semestre de 2010.• Realização de reuniões internas e com agentes externos para avaliação do problema.• Realização de seminário técnico.• Criação de Grupos de Trabalho
  21. 21. Seminário Manuseio e Armazenagem de Óleo Diesel B• Objetivo: Discutir com o mercado os procedimentos e cuidados necessários no manuseio, transporte e armazenagem de óleo diesel B.• Local: Capitania dos Portos – Marinha do Brasil, no Rio de Janeiro.• Data: 9 de julho de 2010• Participantes: mais de 140 pessoas representando o mercado, o governo e institutos de pesquisa
  22. 22. Site: www.anp.gov.br
  23. 23. Folheto
  24. 24. Folheto
  25. 25. Grupos de Estudo• GT-1: Transporte• GT-2: Armazenagem• GT-3: Garantia das Especificações – Grupo 1: Acompanhamento da qualidade do biodiesel e do óleo diesel B, ao longo da cadeia de abastecimento, na região Sul. – Grupo 2: Avaliação das formas de mistura (óleo diesel/biodiesel) empregadas nas bases. – Grupo 3: Similar ao Grupo 1, na região de SP.
  26. 26. GT3 – Relatório Final• Levantamento de pontos relevantes: características importantes do biodiesel como higroscopicidade, comportamento ao longo da armazenagem de acordo com a matéria-prima de origem etc.• Propostas: Necessidade de revisão da especificação do biodiesel e de elaboração de uma forma de controle, na distribuição, de características consideradas críticas (teor de água principalmente).• Conclusões: Os problemas originais evidenciados em campo não foram observados nos estudos desenvolvidos pelo GT. Necessidade de continuidade dos estudos.
  27. 27. OBRIGADA! Maria Inês SouzaCoordenadora de Biocombustíveis Tel: 21 2112 8646 mines@anp.gov.br www.anp.gov.br

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