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Paralelismo

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Paralelismo

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Paralelismo Gramatical
Professor Fábio Guimarães
A estrutura de um texto
Do Latim “Textum” = tecido
Parágrafos devidamente organizados e interligados entre si por meio de
harmoniosa junção de elementos coesivos, ideias dispostas em uma dada
sequência lógica, de modo a formar um “todo” coerente. Eis alguns dos
elementos essenciais à perfeita compreensão de qualquer discurso.
Você sabe o que são paralelismos?
O paralelismo consiste em criar uma sequência
de frases com estrutura idêntica. É a simetria da
frase. O princípio do paralelismo é facilitar a
leitura do enunciado e proporcionar clareza à
expressão. O paralelismo pode ser sintático e
semântico.
Paralelismo sintático
Quando os elementos coordenados apresentam estrutura
gramatical idêntica.
Ex.: "Funcionários cogitam uma nova greve e isolar o
governador".
Para que tivesse simetria, os núcleos do objeto direto
do verbo cogitar teriam de ser de mesma natureza (ambos
verbos ou ambos substantivos). Ficando, pois, assim:
“Funcionários cogitam uma nova greve e o isolamento do
governador" ou
"Funcionários cogitam fazer uma nova greve e isolar o
governador".
Paralelismo sintático
• O professor mandou Jacinto fechar o
livro e que pegasse um folha de papel.
• Tanto na sala de aula quanto ao
brincar no recreio, Alberto está
sempre implicando com algum colega.
Correção
• O professor mandou Jacinto fechar o
livro e pegar uma folha de papel.
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Paralelismo

  • 2. A estrutura de um texto Do Latim “Textum” = tecido Parágrafos devidamente organizados e interligados entre si por meio de harmoniosa junção de elementos coesivos, ideias dispostas em uma dada sequência lógica, de modo a formar um “todo” coerente. Eis alguns dos elementos essenciais à perfeita compreensão de qualquer discurso.
  • 3. Você sabe o que são paralelismos? O paralelismo consiste em criar uma sequência de frases com estrutura idêntica. É a simetria da frase. O princípio do paralelismo é facilitar a leitura do enunciado e proporcionar clareza à expressão. O paralelismo pode ser sintático e semântico.
  • 4. Paralelismo sintático Quando os elementos coordenados apresentam estrutura gramatical idêntica. Ex.: "Funcionários cogitam uma nova greve e isolar o governador". Para que tivesse simetria, os núcleos do objeto direto do verbo cogitar teriam de ser de mesma natureza (ambos verbos ou ambos substantivos). Ficando, pois, assim: “Funcionários cogitam uma nova greve e o isolamento do governador" ou "Funcionários cogitam fazer uma nova greve e isolar o governador".
  • 5. Paralelismo sintático • O professor mandou Jacinto fechar o livro e que pegasse um folha de papel. • Tanto na sala de aula quanto ao brincar no recreio, Alberto está sempre implicando com algum colega.
  • 6. Correção • O professor mandou Jacinto fechar o livro e pegar uma folha de papel. • Tanta na hora da aula quanto na hora do recreio, Alberto está sempre implicando com algum colega.
  • 7. Paralelismo semântico É a simetria no plano das idéias. Ex.: "O presidente brasileiro negocia com os Estados Unidos as novas propostas sobre a ALCA". O trecho fere o paralelismo semântico, visto que um presidente não negocia com um país, mas sim com outro presidente. Sugestão: "O presidente brasileiro negocia com o presidente americano as novas propostas sobre a ALCA" ou "O Brasil negocia com os Estados Unidos as novas propostas sobre a ALCA".
  • 8. Paralelismo Semântico • Ela tem cabelos negros, olhos azuis e muita inteligência • Na Europa, ele teve oportunidade de visitar Paris, Roma, Munique e sua avó.
  • 9. Correção • Ela tem cabelos negros e olhos azuis. Além disso possui muita inteligência. • Na Europa, ele teve oportunidade de visitar Paris, Roma, Munique. Aproveitou a oportunidade e visitou sua avó nesta cidade.
  • 10. Paralelismo gramatical A mãe pediu para a menina ir ao supermercado e que, na volta, passasse na farmácia. Se você prestou atenção à frase, percebeu que existe um problema na sua construção. Por quê? Vamos analisá-la.
  • 11. Paralelismo gramatical A oração para a menina ir ao supermercado é reduzida de infinitivo; a oração que, na volta, passasse na farmácia é uma oração desenvolvida. Tal estrutura apresenta incorreção, pois orações coordenadas entre si devem apresentar a mesma estrutura gramatical, ou seja, deve haver paralelismo. Veja como fica a frase, respeitando-se o paralelismo: A mãe pediu para a menina ir ao supermercado e, na volta, passar na farmácia. Segundo as regras da norma culta, não se podem coordenar frases que não comportem constituintes do mesmo tipo. O paralelismo dá clareza à frase ao apresentar estruturas idênticas, pois para idéias similares devem corresponder formas verbais similares.
  • 12. Paralelismo gramatical Segundo as regras da norma culta, não se podem coordenar frases que não comportem constituintes do mesmo tipo. O paralelismo dá clareza à frase ao apresentar estruturas idênticas, pois para idéias similares devem corresponder formas verbais similares.
  • 13. Paralelismo gramatical a) Ricardo estava aborrecido por ter perdido a hora do teste e porque seu pai não o esperou. Correção: Ricardo estava aborrecido por ter perdido a hora do teste e por seu pai não tê-lo esperado. Ricardo estava aborrecido porque perdeu a hora do teste e porque seu pai não o esperou.
  • 14. Paralelismo gramatical b) Manda-me notícias de minha prima Isoldina e se meu pai resolveu aquele problema que o atormentava. Correção: Manda-me notícias de minha prima Isoldina e descobre se meu pai resolveu aquele problema que o atormentava.
  • 15. Paralelismo gramatical a) Meu pai pratica tênis e faz um ótimo churrasco. Correção: Meu pai tem duas paixões: praticar tênis e fazer churrasco.
  • 16. • Quanto mais... (tanto) mais • Seja... seja; ora... ora • Não... e/nem • Tanto... quanto • Por um lado... por outro • Não só... Mas também Se eles comparecessem à reunião, ficaremos muito agradecidos. Se eles comparecessem à reunião, ficaríamos muito agradecidos. 
  • 17. Paralelismos mais comuns • Não só... mas (como) também No período de um ano, não só cresceu o número de assaltos e roubos na cidade, mas também o de assassinato por armas de fogo. Esse tipo de construção, além de apresentar a noção de adição (no caso, o número de assassinatos somado ao de assaltos e roubos), introduz com a expressão mas também a noção de destaque para um dos elementos – no caso, o crescimento do número de assassinatos por armas de fogo.
  • 18. Paralelismos mais comuns • Quanto mais... (tanto) mais... Hoje em dia, quanto mais uma pessoa estuda, (tanto) mais ela tem condições de competir no mercado de trabalho. Utiliza-se essa estrutura paralelística sempre que houver entre as partes uma noção de progressão e oposição.
  • 19. Paralelismos mais comuns • Seja...seja, quer...quer, ora...ora De qualquer forma, conte comigo, seja para ajudar na mudança, seja para limpar a nova casa, seja para o churrasco de inauguração. Emprega-se esse tipo de paralelismo quando se quer dar noção de alternância de ações (ora uma coisa, ora outra) ou de opção (por exemplo: quer vá, quer não vá...)
  • 20. Paralelismos mais comuns • Primeiro...; segundo... Ele (Dr. Paes de Barros) afirma que a pobreza no Brasil é erradicável. Para fazê-lo, são necessárias duas coisas: “primeiro, decidir que é isso que se quer; segundo, dar apoios institucionais a quem já trabalha com a pobreza, para viabilizar a decisão”. (Folha de S. Paulo) Utiliza-se esse tipo de recurso quando se deseja fazer uma enumeração sequencial de vários aspectos a serem considerados numa argumentação. É possível ordenar esses aspectos por grau de importância. Entre as partes dessa enumeração, é comum empregar o ponto-e-vírgula.
  • 21. Paralelismos mais comuns • Tanto...quanto... As estradas estão muito ruins, tanto para quem vai à capital quanto para quem vem dela. Essa estrutura paralelística, ao mesmo tempo que introduz a noção de adição, acrescenta também uma noção de equiparação ou de equivalência.
  • 22. Paralelismos mais comuns • Não... e não/nem Não pudemos viajar no carnaval passado, nem nas férias de julho, nem nas de janeiro. Emprega-se esse recurso quando se deseja fazer uma sequência de negativas.
  • 23. Paralelismos mais comuns • Por um lado... por outro... Se, por um lado, a venda do sítio resolveu nossos problemas financeiros, por outro (lado) perdemos o único meio de lazer da família. Esse paralelismo introduz uma comparação, geralmente demonstrando os aspectos negativos e positivos de algum ato.
  • 24. Paralelismos mais comuns • Tempos verbais Se todos colaborassem, tudo seria mais fácil. Se todos colaborarem, tudo será mais fácil. O emprego do pretérito imperfeito do subjuntivo (colaborassem), na oração subordinada condicional, obriga o emprego do futuro do pretérito (seria) na oração principal. Já o emprego do futuro do subjuntivo obriga o emprego do futuro do presente do indicativo, na principal.
  • 25. Paralelismos mais comuns • Orações ligadas sem conectivos Crianças famintas e magras chorando, mães implorando um saco de leite em pó, homens desempregados e sem perspectivas – esse é o quadro desolador do que vimos no povoado de Joaçaba. Normalmente se utiliza esse recurso quando há o interesse em formar a noção de conjunto ou de painel, a partir de uma sequência de enunciados.
  • 26. Paralelismos mais comuns • A quebra intencional do paralelismo Observe esta frase do protagonista da obra Memórias póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis: “Marcela amou-me durante quinze meses e onze contos de réis, nada menos.” Nessa frase, intencionalmente o autor quebra o paralelismo semântico, já que mistura elementos de natureza diferente: tempo e dinheiro. Como resultado, a quebra provoca o efeito de sentido pretendido pelo narrador: ironizar os interesses financeiros de Marcela.
  • 27. Exemplos • Atualmente, quanto mais se aperfeiçoa o profissionalismo, mais chances tem de se progredir.  • A cordialidade é uma virtude aplicável em quaisquer circunstâncias, seja no ambiente familiar, seja no trabalho. • Não poderemos contar com o auxílio de ninguém, nem dos alunos, nem dos funcionários da secretaria.  • Se por um lado, a desistência da viagem implicou economia, por outro, desagradou aos filhos que estavam no período de férias. 
  • 28. Pratiquemos • Assinale as alternativas nas quais ocorrem a quebra do paralelismo sintático. • Ora jogava videogame, ora fazia a lição de casa. • A educação das crianças não só é uma das funções dos professores. Os pais também são responsáveis por ela. • O estudante disse que foi a aula e foi para casa em seguida. • Após lavar o carro, Joana sentiu-se cansada e dormiu a tarde inteira. • Quanto mais estudamos, as chances de passarmos no vestibular aumentam.