O Que E Interacao Cap1 Ihc

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O QUE É INTERAÇÃO/INTERFACE HUMANO-COMPUTADOR

Referência Bibliográfica:
ROCHA, Heloisa Vieira da; BARANAUSKAS, Maria Cecília C. Design e Avaliação de Interfaces Humano-Computador. Campinas, SP:NIED/UNICAMP, 2003. p.03 - p.24.

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O Que E Interacao Cap1 Ihc

  1. 1. Referência Bibliográfica:<br />ROCHA, Heloisa Vieira da; BARANAUSKAS, Maria Cecília C. Design e Avaliação de Interfaces Humano-Computador. Campinas, SP:NIED/UNICAMP, 2003. p.03 - p.24. <br />O QUE É INTERAÇÃO/INTERFACE HUMANO-COMPUTADOR<br />
  2. 2. O QUE É INTERAÇÃO/INTERFACE HUMANO-COMPUTADOR<br />SUMÁRIO<br />Dinâmica em Grupo - Aplicação de usos de linguagem através de códigos novos e aleatórios.<br />O que é interação/Interface Humano Computador:<br />- Interface Humano Computador<br />- Evolução de Interfaces e sua Conceituação<br />- Metáforas de Interface<br />- Interação Humano Computador<br />- Desafios de IHC<br />- A Multi (inter) (Trans)Diciplinaridade em IHC<br />
  3. 3. O QUE É INTERAÇÃO/INTERFACE HUMANO-COMPUTADOR<br />Dinâmica em Grupo - Aplicação de usos de linguagem através de códigos novos e aleatórios.<br />
  4. 4. O QUE É INTERAÇÃO/INTERFACE HUMANO-COMPUTADOR<br />DIVIDAM-SE EM GRUPOS DE NO MÁXIMO 7 INTEGRANTES;<br />EXERCÍCIO: <br />PERÍODO: 20 MIL ANOS<br />DESENVOLVAM UMA LINGUAGEM PRÓPRIA ATRAVÉS DE PICTOGRAMAS (PINTURAS RUPESTRES) E TRANSFIRAM ESSE CONHECIMENTO PARA UM OUTRO POVO QUE NÃO CONHECEM A SUA LINGUAGEM.<br />
  5. 5. Referência Bibliográfica:<br />ROCHA, Heloisa Vieira da; BARANAUSKAS, Maria Cecília C. Design e Avaliação de Interfaces Humano-Computador. Campinas, SP:NIED/UNICAMP, 2003. p.03 - p.24. <br />Porqueestudar IHC?<br />
  6. 6. Slides baseados no livro:<br />Design e Avaliação de Interfaces Humano Computador<br />Heloísa Vieira da Rocha<br />M.Cecília C. Baranauskas<br />Escola de Computação 2000 (ESGOTADO)<br />
  7. 7. Usabilidade, um direito.<br />INTERFACE HUMANO-COMPUTADOR<br />
  8. 8. Usabilidade, um direito?<br />Por que estudar IHC ? Heloísa Vieira da Rocha - IHC&apos;2002<br />
  9. 9. Usabilidade, um direito ?<br />Por que estudar IHC ? Heloísa Vieira da Rocha - IHC&apos;2002<br />
  10. 10. Urna Eletrônica - 1998<br />Por que estudar IHC ? Heloísa Vieira da Rocha - IHC&apos;2002<br />Concebida para suprimir as possibilidades de fraudes e diminuir o tempo de contagem dos votos <br />só permitia aos cegos treinados em Braille (15% dos cegos) a realização do voto sem erro. <br />Feedback somente em 2002<br />Idosos (analfabetos?) que tiveram sucesso no voto tiveram auxilio de mesários<br />votar deve ser um ato civil natural e a tecnologia não deve se colocar como obstáculo<br />
  11. 11. Por que estudar IHC ? Heloísa Vieira da Rocha - IHC&apos;2002<br />
  12. 12. Por que estudar IHC ? Heloísa Vieira da Rocha - IHC&apos;2002<br />
  13. 13. Por que estudar IHC ? Heloísa Vieira da Rocha - IHC&apos;2002<br />
  14. 14. Por que estudar IHC ? Heloísa Vieira da Rocha - IHC&apos;2002<br />
  15. 15. Interfaces e Tecnologia<br />Por que estudar IHC ? Heloísa Vieira da Rocha - IHC&apos;2002<br />“O sistema idealesconde tanto a tecnologiaque o usuárionem nota suapresença.”<br />“O objetivo é deixar as pessoas realizarem suas atividades, com a tecnologia aumentando sua produtividade, seu poder, e seu divertimento, cada vez mais por ser invisível, fora de vista, fora da mente.”<br />“As pessoasdeveriamaprender a tarefa, não a tecnologia.”<br />
  16. 16. Interfaces e Tecnologia<br />Por que estudar IHC ? Heloísa Vieira da Rocha - IHC&apos;2002<br />“Deveríamospoderempregar a ferramentanatarefa, e nãocomo é hoje, ondetemosqueadequar a tarefa à ferramenta.”<br />“E essasferramentasdeveriamseguirostrêsaxiomas do design: simplicidade, versatilidade e satisfatoriedade. “<br />
  17. 17. Design de Interfaces<br />Por que estudar IHC ? Heloísa Vieira da Rocha - IHC&apos;2002<br />Observar e analisar as características de design do ambientecotidiano é um modo de desenvolverumasensibilidadeaomundodesenhadoemquevivemos e trabalhamos<br />
  18. 18. Fogão<br />Por que estudar IHC ? Heloísa Vieira da Rocha - IHC&apos;2002<br />
  19. 19. Fogão<br />Por que estudar IHC ? Heloísa Vieira da Rocha - IHC&apos;2002<br />
  20. 20. Por que estudar IHC ? Heloísa Vieira da Rocha - IHC&apos;2002<br />
  21. 21. Por que estudar IHC ? Heloísa Vieira da Rocha - IHC&apos;2002<br />
  22. 22. Por que estudar IHC ? Heloísa Vieira da Rocha - IHC&apos;2002<br />
  23. 23. Por que estudar IHC ? Heloísa Vieira da Rocha - IHC&apos;2002<br />
  24. 24. Como ajustar o relógio?<br />Por que estudar IHC ? Heloísa Vieira da Rocha - IHC&apos;2002<br />
  25. 25. Como “ajustar” cadeiras?<br />Por que estudar IHC ? Heloísa Vieira da Rocha - IHC&apos;2002<br />
  26. 26. 1 - Situação : Ajustar a altura da cadeira<br />O usuário tenta abaixar ou levantar a cadeira enquanto está sentado, mexendo na alavanca.<br />Problema: o usuário puxa e empurra a alavanca porém a cadeira não se move.<br />Por que estudar IHC ? Heloísa Vieira da Rocha - IHC&apos;2002<br />
  27. 27. Procedimento correto<br />Para se abaixar a cadeira, deve-se levantar a alavanca e a cadeira ao mesmo tempo e depois empurrá-la.<br />Para levantar a cadeira, deve-se puxar com força o assento, segurando com o pé as rodas da cadeira.<br />Por que estudar IHC ? Heloísa Vieira da Rocha - IHC&apos;2002<br />
  28. 28. “Erro Humano”<br />Por que estudar IHC ? Heloísa Vieira da Rocha - IHC&apos;2002<br />
  29. 29. Máquina de Café expresso <br />Máquina de café expresso sem instruções de uso em restaurante universitário<br />De que torneira sairá o café?<br />Devo observar outra pessoa fazendo antes?<br />Por que estudar IHC ? Heloísa Vieira da Rocha - IHC&apos;2002<br />
  30. 30. Máquina de Café Expresso<br />Quando devo colocar as moedas?<br />Como funcionam os menus?<br />Má disposição dos menus<br />Falta de indicação da saída do café<br />Por que estudar IHC ? Heloísa Vieira da Rocha - IHC&apos;2002<br />
  31. 31. O Crime<br />A Máquina da Tess<br />Esta máquina aparentemente inofensiva possui o péssimo hábito de “assaltar” as pessoas que nela colocam seu dinheiro pensando que, em troca, receberão um cartão com crédito para seu celular.<br />Isso acontece toda vez que alguém coloca nela o seu dinheiro e não existem mais cartões disponíveis na máquina. Só depois ela avisa que não existem mais cartões com o número de unidades que você deseja. Não existem quaisquer instruções de comorecuperar o dinheiro.<br />Por que estudar IHC ? Heloísa Vieira da Rocha - IHC&apos;2002<br />
  32. 32. A Vítima<br />?<br />@#!<br />$<br />Tudo aconteceu quando uma das integrantes do nosso grupo resolveu adquirir um cartão. Ela colocou duas notas de 10 reais e somente depois de muito esperar foi avisada de que não havia cartões de 20 reais disponíveis. Não havia instruções de como recuperar o dinheiro.<br />Por que estudar IHC ? Heloísa Vieira da Rocha - IHC&apos;2002<br />
  33. 33. O Problema<br />A Solução<br />?<br />Devolver Dinheiro<br />@#!<br />$<br />OU<br />Primeiro escolher opção...<br />...depois colocar dinheiro.<br />Por que estudar IHC ? Heloísa Vieira da Rocha - IHC&apos;2002<br />
  34. 34. A Situação:<br />Você<br />X<br />O Controle Remoto da Garagem<br />Por que estudar IHC ? Heloísa Vieira da Rocha - IHC&apos;2002<br />
  35. 35. 1. Esquema da Situação - Antes<br />Por que estudar IHC ? Heloísa Vieira da Rocha - IHC&apos;2002<br />
  36. 36. 1. Esquema da Situação - Depois<br />Por que estudar IHC ? Heloísa Vieira da Rocha - IHC&apos;2002<br />
  37. 37. 2. O que contribuiu para a Situação:<br />Falha de projeto:<br />Não é possível identificar os botões rapidamente, através do tato ou contato visual breve.<br />Pressa para acionar o botão, que pode ser causada por diversas razões:<br /><ul><li> Estar atrapalhando o trânsito
  38. 38. Medo de assaltos
  39. 39. Nervosismo
  40. 40. Ansiedade</li></ul>Por que estudar IHC ? Heloísa Vieira da Rocha - IHC&apos;2002<br />
  41. 41. 3. Como evitar ou sobreviver ao erro:<br />Diferenciar botões:<br /><ul><li> Cores (botão verde / vermelho)
  42. 42. Formas (botão triangular / redondo)
  43. 43. Textos (Entrada / Saída)
  44. 44. Teclas iluminadas</li></ul>Desenho do controle:<br /><ul><li> Formato diferenciado
  45. 45. Botões distanciados</li></ul>Por que estudar IHC ? Heloísa Vieira da Rocha - IHC&apos;2002<br />
  46. 46. “Erro” Humano<br />Caixa eletrônico:<br />Pagamento de Fatura Visa (Banco Real)<br />Por que estudar IHC ? Heloísa Vieira da Rocha - IHC&apos;2002<br />
  47. 47. Por que estudar IHC ? Heloísa Vieira da Rocha - IHC&apos;2002<br />
  48. 48. Galão de água<br />Remoção da tampa<br />Fatores<br />Tampa extremamente rígida e de difícil remoção;<br />Nenhuma estrutura auxiliar para ajudar a remoção da tampa.<br />“Erros” esperados<br />A pessoa precisará, obrigatoriamente utilizar de um instrumento cortante, como uma faca - que não foi desenhada especificamente para este tipo de uso, podendo ocasionar acidentes;<br />Dependendo do instrumento utilizado, pode-se contaminar a água.<br />Por que estudar IHC ? Heloísa Vieira da Rocha - IHC&apos;2002<br />
  49. 49. Galão de água<br />Colocação do galão no bebedouro<br />Fatores<br />Peso elevado do galão;<br />Tampa necessariamente aberta antes da colocação.<br />“Erros” esperados<br />É praticamente impossível virar o galão com sua tampa aberta e seu peso sem deixar a água cair;<br />Não é raro a pessoa deixar o galão cair neste momento, fazendo aquela aguaceira quando o galão “explode” no chão.<br />Por que estudar IHC ? Heloísa Vieira da Rocha - IHC&apos;2002<br />
  50. 50. Como sobreviver - Galão de água<br />Novos desenhos para o galão e bebedouro (vide esquema)<br />Vantagens:<br /> É fácil de carregar, pois existe uma alça desenhada para ser carregada com uma única mão, usando o contra-peso do corpo;<br />Não ocupa espaço, pelo menos não mais e nem menos do que uma bebedouropadrão;<br />É fácil de empilhar;<br />A maior facilidade, está no fato de que não é preciso abrir o garrafão antes de colocá-lo no bebedouro, evitando cortes com facas e desperdício de água.<br />Desvantagens:<br />Novos modelos de bebedouro necessários;<br />Chances de vazamento entre o galão e bebedouro.<br />Por que estudar IHC ? Heloísa Vieira da Rocha - IHC&apos;2002<br />
  51. 51. Forno de microondas<br />Por que estudar IHC ? Heloísa Vieira da Rocha - IHC&apos;2002<br />
  52. 52. Por que estudar IHC ? Heloísa Vieira da Rocha - IHC&apos;2002<br />
  53. 53. O QUE É INTERAÇÃO/INTERFACE HUMANO-COMPUTADOR<br />Ferramentas computacionais específicas e ambientes de programação permitem construir protótipos rápidos como as ferramentas de auxilio ao design de produtos industriais. Muitos de nós usam vários produtos eletrônicos, como os gravadores de vídeo cassete, fornos de microondas, telefones, etc. Arte, música, esportes e entretenimento são atualmente auxiliadas e suportadas por sistemas computacionais.<br />
  54. 54. O QUE É INTERAÇÃO/INTERFACE HUMANO-COMPUTADOR<br />Profissionais das mais diferentes áreas têm contribuído significativamente para todo esse desenvolvimento, e dentre estes podemos destacar:<br />
  55. 55. O QUE É INTERAÇÃO/INTERFACE HUMANO-COMPUTADOR<br />Designers de software têm explorado maneiras melhores de organizar informação graficamente. Eles têm desenvolvido linguagens de consulta e facilidades visuais para entrada, busca e saída de informação. Têm usado sons (música e voz), representações tridimensionais, animação e vídeo para melhorar o conteúdo e a expressão das interfaces. Técnicas como manipulação direta, tele-presença, e realidade virtual mudam a maneira de interagir e de pensar sobre computadores.<br />
  56. 56. O QUE É INTERAÇÃO/INTERFACE HUMANO-COMPUTADOR<br />Desenvolvedores de hardware têm oferecido novos design de teclados e dispositivos de apontamento, além dos displays de alta resolução. Eles têm projetado sistemas com resposta rápida para complexas manipulações tridimensionais. Tecnologias que permitem entrada e saída por voz, entrada por gestos, telas de toque, em muito têm aumentado a facilidade de uso dos computadores. <br />
  57. 57. O QUE É INTERAÇÃO/INTERFACE HUMANO-COMPUTADOR<br />Desenvolvedores na área de tecnologia educacional estão criando tutorais online, e materiais de treinamento explorando novas abordagens de discussões em grupo, ensino a distância, apresentações de vídeo etc. <br />
  58. 58. O QUE É INTERAÇÃO/INTERFACE HUMANO-COMPUTADOR<br />Designers gráficos estão fortemente envolvidos com o layout visual, seleção de cores e animação.<br />
  59. 59. O QUE É INTERAÇÃO/INTERFACE HUMANO-COMPUTADOR<br />Sociólogos, antropólogos, filósofos, administradores estão tratando do impacto organizacional, ansiedade computacional, treinamento, grupos de trabalho distribuídos, suporte computacional ao trabalho cooperativo, e mudanças sociais em geral.<br />
  60. 60. O QUE É INTERAÇÃO/INTERFACE HUMANO-COMPUTADOR<br />Portanto, estamos vivendo um momento vital e estratégico para os desenvolvedores de interfaces. Pode-se dizer que a Tecnologia está pronta. Temos portanto as pontes e túneis construídos e agora as estradas precisam ser pavimentadas e as sinalizações pintadas para tornar possível o pesado tráfico da grande leva de usuários <br />(Schneiderman, 1998).<br />
  61. 61. O QUE É INTERAÇÃO/INTERFACE HUMANO-COMPUTADOR<br />INTERFACE HUMANO-COMPUTADOR<br />Quando o conceito de interface surgiu, ela era geralmente entendida como o hardware e o software com o qual homem e computador podiam se comunicar. A evolução do conceito levou à inclusão dos aspectos cognitivos e emocionais do usuário durante a comunicação.<br />
  62. 62. O QUE É INTERAÇÃO/INTERFACE HUMANO-COMPUTADOR<br />INTERFACE HUMANO-COMPUTADOR<br />De acordo com Brenda Laurel (1990) a &quot;direção correta&quot; é aquela que leva o usuário a ter mais poder.<br />
  63. 63. O QUE É INTERAÇÃO/INTERFACE HUMANO-COMPUTADOR<br />UMA PRIMEIRA DEFINIÇÃO DE INTERFACES<br />Primariamente, como já dissemos, se visualiza uma interface como um lugar onde o contato entre duas entidades ocorre (por exemplo, a tela de um computador).<br />A forma das interfaces reflete as qualidades físicas das partes na interação.<br />
  64. 64. O QUE É INTERAÇÃO/INTERFACE HUMANO-COMPUTADOR<br />UMA PRIMEIRA DEFINIÇÃO DE INTERFACES<br />O que muitas vezes é esquecido é que a forma da interface também reflete o que pode ser feito com ela. Tomando o exemplo da maçaneta, podemos ver que no mundo existem diversos formatos de maçaneta e de acordo com o formato sabemos como deve ser aberta uma porta: girando a açanetano sentido anti-horário, empurrando a porta, puxando a porta, etc. (Norman, 1988).<br />
  65. 65. O QUE É INTERAÇÃO/INTERFACE HUMANO-COMPUTADOR<br />UMA PRIMEIRA DEFINIÇÃO DE INTERFACES<br />Podemos ter como uma definição de base que:<br />Uma interface é uma superfície de contato que reflete as propriedades físicas das partes que interagem, as funções a serem executadas e o balanço entre poder e controle (Laurel, 1993).<br />
  66. 66. O QUE É INTERAÇÃO/INTERFACE HUMANO-COMPUTADOR<br />EVOLUÇÃO DE INTERFACES E SUA CONCEITUAÇÃO<br />
  67. 67. O QUE É INTERAÇÃO/INTERFACE HUMANO-COMPUTADOR<br />Interface tornou-se uma tendência (ou moda, como nomeiam os mais incrédulos) como um importante conceito a ser explorado nos últimos anos, e isso é largamente atribuído a introdução dos computadores Macintosh da Apple. Certamente, quando se pensa hoje em dia em Interfaces Humano-Computador (IHC) imediatamente se visualiza ícones, menus, barras de rolagem ou talvez, linhas de comando e cursores piscando. Mas certamente interface não é só isso.<br />
  68. 68. O QUE É INTERAÇÃO/INTERFACE HUMANO-COMPUTADOR<br />Nielsen(1993) apresenta uma tabela onde ele faz esse relacionamento e também qualifica a categoria de usuários de computadores em cada geração, o que é de absoluta relevância para o desenvolvimento de interfaces (Tabela1.1).<br />
  69. 69.
  70. 70. O QUE É INTERAÇÃO/INTERFACE HUMANO-COMPUTADOR<br />Avanços da Lingüística têm demonstrado que diálogo não é linear, ou seja, quando dizemos alguma coisa, você pensa sobre o que dissemos e aí dá uma resposta, nós vamos pensar sobre a resposta e aí …., e assim por diante.<br />Portanto, para que o diálogo efetivamente ocorra é necessária a existência, ou a construção, de um meio comum de significados.<br />
  71. 71. O QUE É INTERAÇÃO/INTERFACE HUMANO-COMPUTADOR<br />As atuais interfaces gráficas explicitamente representam o que vem a ser esse meio de significados comum, pela aparência e comportamento dos objetos na tela. Este conceito dá suporte a idéia de que uma interface é um contexto compartilhado de ação no qual tanto o computador como o humano são agentes (Laurel, 1993).<br />
  72. 72. O QUE É INTERAÇÃO/INTERFACE HUMANO-COMPUTADOR<br />METÁFORA<br />Metáfora: do grego metaphorá, pelo latim metaphora, transporte.<br />
  73. 73. O QUE É INTERAÇÃO/INTERFACE HUMANO-COMPUTADOR<br />METÁFORAS DE INTERFACE<br />Metáforas são parte integrante de nosso pensamento e linguagem. Elas aparecem não somente na poesia ou literatura, mas em nossa linguagem cotidiana. E geralmente as pessoas não se dão conta de que estão usando metáforas, elas são invisíveis.<br />
  74. 74. O QUE É INTERAÇÃO/INTERFACE HUMANO-COMPUTADOR<br />METÁFORAS DE INTERFACE<br />As metáforas funcionam como modelos naturais, nos permitindo usar conhecimento familiar de objetos concretos e experiências para dar estrutura a conceitos mais abstratos. <br />
  75. 75. O QUE É INTERAÇÃO/INTERFACE HUMANO-COMPUTADOR<br />METÁFORAS DE INTERFACE<br />As características de metáforas em nossa linguagem são as mesmas que governam o funcionamento de metáforas de interfaces. Da mesma forma que metáforas invisíveis permeiam nossa linguagem cotidiana elas o fazem nas interfaces que usamos e projetamos (Erickson, 1990).<br />
  76. 76. O QUE É INTERAÇÃO/INTERFACE HUMANO-COMPUTADOR<br />METÁFORAS DE INTERFACE<br />Como as metáforas são usadas como modelos, uma metáfora de interface que sugira um modelo incorreto pode causar dificuldades para o usuário. <br />
  77. 77. O QUE É INTERAÇÃO/INTERFACE HUMANO-COMPUTADOR<br />METÁFORAS DE INTERFACE<br />Por exemplo, o clássico caso das funções cortar e colar dos editores atuais - quando se corta algum objeto ele fica guardado em um buffer (usuários principiantes acham que sumiu) e quando se cola em outra parte o objeto não cola como no real, ele &quot;empurra&quot; (para fazer a real função de colar é preciso marcar e depois colar).<br />
  78. 78. O QUE É INTERAÇÃO/INTERFACE HUMANO-COMPUTADOR<br />METÁFORAS DE INTERFACE<br />Não se pode pensar em interfaces sem considerar o ser humano que vai usá-la, e portantointerface e interação são conceitos que não podem ser estabelecidos ou analisados independentemente.<br />
  79. 79. O QUE É INTERAÇÃO/INTERFACE HUMANO-COMPUTADOR<br />INTERAÇÃO HUMANO-COMPUTADOR (IHC)<br />
  80. 80. O QUE É INTERAÇÃO/INTERFACE HUMANO-COMPUTADOR<br />INTERAÇÃO HUMANO-COMPUTADOR (IHC)<br />Para que os computadores se tornem amplamente aceitos e efetivamente usados eles precisam ser bem projetados. <br />
  81. 81. O QUE É INTERAÇÃO/INTERFACE HUMANO-COMPUTADOR<br />INTERAÇÃO HUMANO-COMPUTADOR (IHC)<br />Isso de maneira alguma quer dizer que o design deve ser adequado a todas as pessoas, mas os computadores devem ser projetados para as necessidades e capacidades de um grupo alvo.<br />
  82. 82. O QUE É INTERAÇÃO/INTERFACE HUMANO-COMPUTADOR<br />INTERAÇÃO HUMANO-COMPUTADOR (IHC)<br />Os usuários em geral não devem ser obrigados a pensar sobre como o computador funciona, da mesma forma que o funcionamento mecânico de um carro não é preocupação da maioria das pessoas.<br />
  83. 83. O QUE É INTERAÇÃO/INTERFACE HUMANO-COMPUTADOR<br />INTERAÇÃO HUMANO-COMPUTADOR (IHC)<br />Os usuários em geral não devem ser obrigados a pensar sobre como o computador funciona, da mesma forma que o funcionamento mecânico de um carro não é preocupação da maioria das pessoas. Entretanto, a posição dos pedais, direção e câmbio têm muito impacto sobre o motorista, como também o design de sistemas computacionais têm efeito sobre seus usuários.<br />
  84. 84. O QUE É INTERAÇÃO/INTERFACE HUMANO-COMPUTADOR<br />INTERAÇÃO HUMANO-COMPUTADOR (IHC)<br />Muito embora, ainda não exista uma definição estabelecida para IHC, acreditamos que a seguinte definição incorpora o espírito da área no momento: IHC é a disciplina preocupada com o design, avaliação e implementação de sistemas computacionais interativos para uso humano e com o estudo dos principais fenômenos ao redor deles tenta expressar o conjunto de componentescontidos nessa definição.<br />
  85. 85.
  86. 86. O QUE É INTERAÇÃO/INTERFACE HUMANO-COMPUTADOR<br />INTERAÇÃO HUMANO-COMPUTADOR (IHC)<br />Concluindo, IHC trata do design de sistemas computacionais que auxiliem as pessoas de forma a que possam executar suas atividades produtivamente e com segurança.<br />
  87. 87. O QUE É INTERAÇÃO/INTERFACE HUMANO-COMPUTADOR<br />DESAFIOS DE IHC<br />Dado o rápido desenvolvimento da tecnologia, mais os conflitos e compromissos dos objetivos de um design e mais as diferentes componentes (e áreas de estudo) que caracterizam IHC, sem dúvida alguma ela é uma área com ricos desafios.<br />
  88. 88. O QUE É INTERAÇÃO/INTERFACE HUMANO-COMPUTADOR<br />DESAFIOS DE IHC<br />Como dar conta da rápida evolução tecnológica?<br />Como garantir que os design ofereçam uma boa IHC ao mesmo tempo que exploram o potencial e funcionalidade da nova tecnologia?<br />
  89. 89. O QUE É INTERAÇÃO/INTERFACE HUMANO-COMPUTADOR<br />OBJETIVOS DE IHC<br />Os objetivos de IHC são o de produzir sistemas usáveis, seguros e funcionais. Esses objetivos podem ser resumidos como desenvolver ou melhorar a segurança, utilidade, efetividade e usabilidade de sistemas que incluem computadores. Nesse contexto o termo sistemas se refere não somente ao hardware e o software mas a todo o ambiente que usa ou é afetado pelo uso da tecnologia computacional.<br />
  90. 90. O QUE É INTERAÇÃO/INTERFACE HUMANO-COMPUTADOR<br />A MULTI(INTER)(TRANS)DISCIPLINARIDADE EM IHC<br />
  91. 91. O QUE É INTERAÇÃO/INTERFACE HUMANO-COMPUTADOR<br />A MULTI(INTER)(TRANS)DISCIPLINARIDADE EM IHC<br />Estabelecidos os objetivos de IHC tem-se a parte mais difícil que é a de que forma conseguir estes objetivos. Isso envolve uma perspectiva multidisciplinar, ou seja, resolver os problemas de IHC analisando diferentes perspectivas em seus multifacetados fatores: segurança, eficiência e produtividade, aspectos sociais e organizacionais, etc.<br />
  92. 92. Fatores Organizacionais<br />treinamento, políticas, organização do trabalho, etc.<br />Fatores Ambientais<br />barulho, aquecimento, ventilação, luminosidade, etc.<br />Saúde e Segurança<br />estresse, dores de cabeça, perturbações musculares, etc.<br />capacidades e processos cognitivos<br />O Usuário<br />motivação, satisfação, personalidade, experiência, etc.<br />Conforto<br />posição física, layout do equipamento, etc.<br /> <br />Interface do Usuário<br />dispositivos de entrada e saída, estrutura do diálogo, uso de cores, ícones, comandos, gráficos, linguagem natural, 3-D, materiais de suporteaousuário, multimídia, etc.<br />Tarefa<br />fácil, complexa, nova,<br />alocação de tarefas, repetitiva,<br />monitoramento, habilidades, componentes, etc.<br />Restrições<br />custos, orçamentos, equipe,<br />equipamento, estrutura do local de trabalho, etc.<br />Funcionalidade do Sistema<br />hardware, software, aplicação<br />Produtividade<br />aumento da qualidade, diminuição de custos, diminuição de erros,<br />diminuição de trabalho, diminuição do tempo de produção,<br />aumento da criatividade , oportunidades para idéias criativas em direção a novos produtos, etc.<br />
  93. 93. O QUE É INTERAÇÃO/INTERFACE HUMANO-COMPUTADOR<br />A MULTI(INTER)(TRANS)DISCIPLINARIDADE EM IHC<br />
  94. 94. O QUE É INTERAÇÃO/INTERFACE HUMANO-COMPUTADOR<br />FIM<br />

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