MODELO
TEXTO ÁUREO
• “...De todo vacilará a terra como o ébrio e será
movida e removida como a choça de noite e a sua
transgressã...
LEITURA DIÁRIA
• SEG: Gn 41:30 – 1 Rs 18:2
A natureza perdeu o equilíbrio ecológico: fome.
• TER: Êx 9:3 – Jl 2:25
A natur...
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
• Romanos 8:19-23
• 19 - Porque a ardente expectação da criatura espera a
manifestação dos filho...
SINTETIZANDO
Sintetizando
Deus criou um mundo pacífico e harmonioso.
O leão e o cordeiro pastavam juntos.
Um dia, porém, t...
INTRODUÇÃO
• Nesta lição veremos que, após a Queda do homem, o
caos se instalou na natureza.
• Tudo isso como conseqüência...
I – A NATUREZA E A QUEDA
1- Natureza: uma definição.
2- Exagero ecológico – o perigo do panteísmo.
• O Pr. Claudionor de Andrade (In Dicionário Teológico),
assim define a natureza (do latim natura).
• Conjunto das coisas ...
• Um fenómeno natural (português europeu)
ou fenômeno natural (português brasileiro) é um
acontecimento não artificial, ou...
• Na linguagem vulgar, contudo, dado o sentido comum
do termo "fenômeno", esta expressão refere-se, em
geral, aosfenômenos...
Os cristãos amam a natureza, mas não a adoram como
fazem os panteístas, os quais acreditam que Deus é
tudo e tudo é Deus.
...
• O panteísta é aquele que acredita e/ou tem a percepção
da natureza e do Universo como divindade.
• Ao contrário dos deís...
• PANTEÍSMO
• Nome criado no século XVIII, do grego pan (tudo)
e theos (Deus).
• 1) em sentido próprio, significa as diver...
• b) ou não há outro ser além do universo concebido
como uma totalidade onde Deus se dissolve: é o
panteísmo defendido por...
• 2) em sentido amplo, o panteísmo é a atitude de espírito,
muito espalhado na Antiguidade Tardia – desde os estóicos –
e ...
• Esta atitude (de origem aparentemente “arcaica”, o
politeísmo grego é, sob muitos aspectos, um panteísmo
dividido e disp...
II – MUDANÇA GENÉTICA
1- Na serpente.
2- Na mulher.
3- Nos vegetais.
• Como conseqüência do pecado Deus amaldiçoou a
serpente.
• Ela doravante, rastejaria e também comeria poeira todos
os dia...
• As cobras usam quatro métodos de locomoção que lhes
permitem uma mobilidade substancial mesmo perante a
sua condição de ...
• A porção anterior agarra o tronco em seguida e a porção
posterior é propelida para a frente.
• Este ciclo pode ocorrer e...
• Outro método comum de locomoção é locomoção
retilínea, em que uma cobra se mantém recta e se
propele como se de uma mola...
• Nem todas as serpentes são capazes de usar todos os
métodos.
• A velocidade máxima conseguida pela maioria das
cobras é ...
• Se na mulher a alteração aconteceu na maneira de se
locomover, na mulher a mudança se deu no sistema de
reprodução (Gn 3...
• Desde as mais suaves até as mais chatinhas, elas são
um incômodo comum e onipresente. "As dores na
gestação são alteraçõ...
• Também nas plantas aconteceu uma mudança
importante: o surgimento de espinhos e cardos, que são
mecanismo de defesa as a...
• Cardo deriva do latim cardùus, que significa "fazer sinal com a
cabeça", em alusão à flor de forma ovóide apoiada no cau...
• Espinho, em botânica, é um órgão axial ou apendicular, duro e
pontiagudo, tais como os encontrados nas laranjeiras,
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III – O CATIVEIRO DA NATUREZA
1- Natureza em escravidão.
2- Natureza que geme.
3- Natureza que espera.
• O “poder destruidor” (ver. 21).
• Não se trata de evolução, nem de seleção natural, mas
de degradação e de tragédias.
• ...
• Um desastre natural ocorre quando um evento físico muito
perigoso (tal como um sismo, um desabamento, um furacão,
inunda...
• Em decorrência desse drama, toda natureza geme e
sofre (Rm 8:22), como se fosse prisioneira em uma
masmorra e estivesse ...
• A natureza que, com uma estrela, “aplaudiu” o
nascimento do filho de Deus.. Que protestou, com
veemência, quando da mort...
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  1. 1. MODELO
  2. 2. TEXTO ÁUREO • “...De todo vacilará a terra como o ébrio e será movida e removida como a choça de noite e a sua transgressão se agravará sobre ela, e cairá e nunca mais se levantará...” (Is 24:20)
  3. 3. LEITURA DIÁRIA • SEG: Gn 41:30 – 1 Rs 18:2 A natureza perdeu o equilíbrio ecológico: fome. • TER: Êx 9:3 – Jl 2:25 A natureza perdeu o equilíbrio biológico: peste. • QUA: Mt 27:54 – Ap 16:18 O interior da terra perdeu o equilíbrio: terremoto. • QUI: Mt 8:24 – At 27:20 O mar e o ar perderam o equilíbrio: tempestade. • SEX: 1 Sm 17:34,35 – 1 Rs 13:24 Equilíbrio: ferocidade • SAB: Mt 24:29 – Ap 16:8 Os astros celestes perderam o equilíbrio
  4. 4. LEITURA BÍBLICA EM CLASSE • Romanos 8:19-23 • 19 - Porque a ardente expectação da criatura espera a manifestação dos filhos de Deus. • 20 - Porque a criação ficou sujeita à vaidade, não por sua vontade, mas por causa do que a sujeitou, • 21 - Na esperança de que também a mesma criatura será libertada da servidão da corrupção, para a liberdade da glória dos filhos de Deus. • 22 - Porque sabemos que toda a criação geme e está juntamente com dores de parto até agora. • 23 - E não só ela, mas nós mesmos, que temos as primícias do Espírito, também gememos em nós mesmos, esperando a adoção, a saber, a redenção do nosso corpo.
  5. 5. SINTETIZANDO Sintetizando Deus criou um mundo pacífico e harmonioso. O leão e o cordeiro pastavam juntos. Um dia, porém, tudo ficará como era antes. E, até lá, a natureza geme, suspira esperando esse tempo.
  6. 6. INTRODUÇÃO • Nesta lição veremos que, após a Queda do homem, o caos se instalou na natureza. • Tudo isso como conseqüência do pecado e da morte.
  7. 7. I – A NATUREZA E A QUEDA 1- Natureza: uma definição. 2- Exagero ecológico – o perigo do panteísmo.
  8. 8. • O Pr. Claudionor de Andrade (In Dicionário Teológico), assim define a natureza (do latim natura). • Conjunto das coisas criadas por Deus compreendidas na dimensão física do universo: flora, fauna, minerais, corpos celestes e o ser humano. 1 – Natureza : uma definição
  9. 9. • Um fenómeno natural (português europeu) ou fenômeno natural (português brasileiro) é um acontecimento não artificial, ou seja, que ocorre sem a intervenção humana. • Note-se que até as ações humanas (um automóvel em andamento, por exemplo) continuam sempre sujeitas às leis naturais, contudo, não são consideradas, neste sentido, fenômenos naturais, já que dependem do arbítrio ou vontade humana. • Os fenômenos naturais podem, isso sim (ou não), influenciar a vida humana que a eles está sujeita, como a epidemias, às condições meteorológicas, desastres naturais, etc.
  10. 10. • Na linguagem vulgar, contudo, dado o sentido comum do termo "fenômeno", esta expressão refere-se, em geral, aosfenômenos naturais perigosos também designados como "desastres naturais". • A chuva, por exemplo, não é, em si, um "desastre", mas poderá sê-lo, na perspectiva humana, caso algumas condições se conjuguem. • Deficiente manutenção dos equipamentos de drenagem da água, mau planejamento urbanístico, com a construção de estruturas em locais vulneráveis a cheias ou outros podem ocasionar efeitos desastrosos para o ser humano.
  11. 11. Os cristãos amam a natureza, mas não a adoram como fazem os panteístas, os quais acreditam que Deus é tudo e tudo é Deus. Isso é profundamente contrário às Escrituras. Traços de panteísmo são vistos freqüentemente em filmes americanos, como exemplos: “Pocahontas” e “Avatar” . O fato relevante é que, separados de Deus, muitos homens cultivam uma espiritualidade ecológica, moderna, esotérica, que afasta as criaturas, ainda mais, do criador. 2 – Exagero ecológico – o perigo do panteísmo.
  12. 12. • O panteísta é aquele que acredita e/ou tem a percepção da natureza e do Universo como divindade. • Ao contrário dos deístas, ele não advoga a existência nem de um Deus criador do Universo, tão pouco das divindades teístas intervencionistas, mas simplesmente especula que tudo o que existe é manifestação divina, autoconsciente.
  13. 13. • PANTEÍSMO • Nome criado no século XVIII, do grego pan (tudo) e theos (Deus). • 1) em sentido próprio, significa as diversas doutrinas que identificam Deus com o Mundo. Esta identificação pode realizar-se em dois aspectos: • a) ou não há outro ser, em sentido absoluto, além de Deus, e o universo seria o conjunto das suas emanações (panteísmo de alguns neoplatónicos) ou ainda uma espécie de reflexo ou de fantasma de Deus, na sua forma mais radical. • Este panteísmo é o de Espinoza (ainda que use, por vezes, a fórmula Deus sive natura, “Deus ou a Natureza”, tomando assim a Natureza como um equivalente de Deus).
  14. 14. • b) ou não há outro ser além do universo concebido como uma totalidade onde Deus se dissolve: é o panteísmo defendido por Diderot e outros materialistas franceses do século XVIII, que se encontra nos pensadores românticos ingleses e em Feuerbach. • Podemos falar aqui de um panteísmo “racionalista”, ou de um panteísmo “deísta” para designar as doutrinas menos filosóficas do que morais de certos protestantes anglo-saxónicos dos séculos XVIII e XIX, preocupados em não atacar frontalmente as autoridades eclesiásticas e políticas.
  15. 15. • 2) em sentido amplo, o panteísmo é a atitude de espírito, muito espalhado na Antiguidade Tardia – desde os estóicos – e entre os românticos alemães, que consiste em representar a Natureza como um ser vivo dotado de um poder quase sobrenatural.
  16. 16. • Esta atitude (de origem aparentemente “arcaica”, o politeísmo grego é, sob muitos aspectos, um panteísmo dividido e disperso) aproxima-se noutros autores (por exemplo, em Goethe) do panteísmo em sentido filosófico. • A imprudência com que alguns heréticos, desde a Idade Média, professaram uma espécie de panteísmo, fez com que o panteísmo chegue sempre à negação de Deus como Ser distinto da humanidade.
  17. 17. II – MUDANÇA GENÉTICA 1- Na serpente. 2- Na mulher. 3- Nos vegetais.
  18. 18. • Como conseqüência do pecado Deus amaldiçoou a serpente. • Ela doravante, rastejaria e também comeria poeira todos os dias de sua vida (Gn 3:14). • Houve uma mutação no código genético, essa mutação genética, não ficaria restrita apenas aquela serpente, mas alcançaria toda sua descendência. 1- Na serpente.
  19. 19. • As cobras usam quatro métodos de locomoção que lhes permitem uma mobilidade substancial mesmo perante a sua condição de "répteis sem pernas". • Todas as serpentes têm a capacidade de ondulação lateral, em que o corpo é ondulado de lado e as áreas flexionadas propagam-se posteriormente, dando a forma de uma onda de seno propagando-se posteriormente. • Além disto, as serpentes também são capazes do "movimento de concertina", ou "movimento de sanfona". Este método de movimentação pode ser usado para trepar em árvores ou atravessar pequenos túneis. No caso das árvores, o tronco é agarrado pela parte posterior do corpo, ao passo que a parte anterior é estendida.
  20. 20. • A porção anterior agarra o tronco em seguida e a porção posterior é propelida para a frente. • Este ciclo pode ocorrer em várias secções da cobra simultaneamente (este método originou a afirmação errônea de que as cobras "andam nas próprias costelas"; na verdade, as costelas não movem para frente e para trás em nenhum dos 4 tipos de movimento). • caso de túneis, em vez de se agarrar, o corpo comprime-se contra as paredes do túnel criando a fricção necessária para a locomoção, mas o movimento é bastante semelhante ao anterior.
  21. 21. • Outro método comum de locomoção é locomoção retilínea, em que uma cobra se mantém recta e se propele como se de uma mola se tratasse, usando os músculos da sua barriga. • Este método é usado normalmente por cobras muito grandes e pesadas, como pítons e víboras. • No entanto, o mais complexo e interessante método de locomoção é o zigue-zague, uma locomoção ondulatória usada para atravessar lama ou areia solta.
  22. 22. • Nem todas as serpentes são capazes de usar todos os métodos. • A velocidade máxima conseguida pela maioria das cobras é de 13 km/h, mais lento que um ser humano adulto a correr, excepto a mamba-negra, que pode atingir até 20 km/h. • Nem todas as serpentes vivem em terra; serpentes marítimas vivem em mares tropicais pouco profundos.
  23. 23. • Se na mulher a alteração aconteceu na maneira de se locomover, na mulher a mudança se deu no sistema de reprodução (Gn 3:16). • A alteração genética foi decisiva na produção de dor, por ocasião do parto. • Na criação da mulher, Deus tirou uma costela de Adão e, no lugar, enxertou carne. • Entretanto, como isso de deu antes da Queda, os seres humanos nascem, hoje, sem faltar nenhuma costela, o que significa que Deus não alterou o código genético do homem naquela operação. 2 – Na mulher
  24. 24. • Desde as mais suaves até as mais chatinhas, elas são um incômodo comum e onipresente. "As dores na gestação são alterações usuais e normais", explica Daniela Maeyama, ginecologista e obstetra do Hospital São Luiz, de São Paulo, e especialista em reprodução humana. São diversos fatores que contribuem para o aparecimento delas, como o peso e o preparo físico materno, o tamanho do bebê e o quanto a mulher engorda ao longo do pré-natal.
  25. 25. • Também nas plantas aconteceu uma mudança importante: o surgimento de espinhos e cardos, que são mecanismo de defesa as agressões de outros seres vivos (Gn 3:18). Com isso Deus está dizendo que a natureza, dali em diante, se tornaria mais hostil. A sobrevivência na Terra, ora amaldiçoada, seria muito difícil, como se vê hoje. 3 – Nos vegetais
  26. 26. • Cardo deriva do latim cardùus, que significa "fazer sinal com a cabeça", em alusão à flor de forma ovóide apoiada no caule oscilante. • Na Argentina, o caule do cardo é muito apreciado na culinária, sendo consumido cozido e frito " à milanesa ". • Cardo é o nome comum dado diversas espécies de plantas pertencentes ao género Cynara da família das Asteraceae. • Os cardos crescem em locais rochosos, sobretudo em terrenos barrentos, podendo ser encontrado na forma selvagem ou cultivada na Península Ibérica, na costa Atlântica da Europa, incluindo a Grã-Bretanha e a Irlanda, nas zonas meridionais e ocidentais do Mediterrâneo, no norte da África, nos arquipélagos da Madeira e das Canárias e naArgentina.
  27. 27. • Espinho, em botânica, é um órgão axial ou apendicular, duro e pontiagudo, tais como os encontrados nas laranjeiras, resultantes sendo uma manifestação da modificação de um ramo, folha, estípula ou raiz, constituído por tecido lignificado e vascular, e que se arrancado destrói o tecido subjacente. • Existem também estruturas semelhantes encontradas nos vegetais da família rósea, por exemplo, os quais não são espinhos, na verdade são denominados de acúleos os quais são uma espécie de pêlos enrijecidos compostos pela presença de lignina ou acumulo de substancias inorgânicas impregnadas junto à parede celular.
  28. 28. III – O CATIVEIRO DA NATUREZA 1- Natureza em escravidão. 2- Natureza que geme. 3- Natureza que espera.
  29. 29. • O “poder destruidor” (ver. 21). • Não se trata de evolução, nem de seleção natural, mas de degradação e de tragédias. • Entretanto, temos a promessa de Deus de que a natureza será libertada “para a gloriosa liberdade dos filhos de Deus”. 1 – Natureza em escravidão
  30. 30. • Um desastre natural ocorre quando um evento físico muito perigoso (tal como um sismo, um desabamento, um furacão, inundação, incêndio ou algum dos outros fenômenos naturais listados abaixo) provoca direta ou indiretamente danos extensos à propriedade, faz um grande número de vítimas, ou ambas. Em áreas onde não há nenhuma presença humana, os fenômenos naturais “são chamados de eventos naturais”. • Porém isso é uma realidade Bíblica das Sagradas Escrituras. • Um desastre é uma destruição social que pode afetar um indivíduo, uma comunidade, ou um país. • A extensão dos danos à propriedade ou do número de vítimas que resulta de um desastre natural depende da capacidade da população a resistir ao desastre. • Esta compreensão é cristalizada na fórmula: os "desastres ocorrem quando os perigos se encontram com a vulnerabilidade.
  31. 31. • Em decorrência desse drama, toda natureza geme e sofre (Rm 8:22), como se fosse prisioneira em uma masmorra e estivesse olhando entre as grades, para o horizonte, esperando o momento da chegada do seu libertador, que a levará, de volta, “para a gloriosa liberdade dos filhos de Deus”. 2 – Natureza que geme
  32. 32. • A natureza que, com uma estrela, “aplaudiu” o nascimento do filho de Deus.. Que protestou, com veemência, quando da morte de Jesus (Mt 27:45,51-53) ressurgirá, por fim, em harmonia e para sempre, quando o pecado for vencido e o Universo for, mais uma vez inundado pela Glória de Deus. 3 – Natureza que espera

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