3º trimestre 2015 lição 11 adultos

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Paulo mostra, na Carta a Tito, que não era apenas pregador, ensinador e "doutor dos gentios", mas também um administrador eclesiástico.

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3º trimestre 2015 lição 11 adultos

  1. 1. MODELO
  2. 2. VERDADE PRÁTICA • A igreja local deve subordinar-se à orientação de Deus, através de sua Palavra, que é o "Manual de Administração Eclesiástica" por excelência.
  3. 3. LEITURA DIÁRIA • Segunda - At 18.11 Um ano e meio ensinando a poderosa Palavra de Deus • Terça - At 18.23 Indo de um lugar para o outro animando os irmãos • Quarta - Ef 5.19 Animando os irmãos com salmos, hinos e canções espirituais • Quinta - Mt 28.19,20 A ordenança do Senhor Jesus para que a Igreja ensine a todos • Sexta - 1 Co 4.1,2 A fidelidade dos servidoresde Cristo Jesus • Sábado - Rm 16.5; 1 Co 16.19 Saudação aos crentes que se reuniam nas casas dos irmãos
  4. 4. OBJETIVO GERAL • Apresentar os requisitos bíblicos para formar um ministro do Evangelho.
  5. 5. OBJETIVOS ESPECÍFICOS • Explicar: O panorama da epístola a Tito. • Conscientizar: Sobre as qualificações dos pastores segundo a epístola. • Destacar: A percepção de pureza que a epístola apresenta.
  6. 6. ESBOÇO DA LIÇÃO I. A EPÍSTOLA ENVIADA A TITO • 1. O intento da Epístola. • 2. Data em que foi escrita. • 3. Um viver correto. II. O PASTOR PRECISA PROTEGER O REBANHO DE DEUS • 1. Qualificação dos pastores. • 2. Crentes, porém problemáticos. • 3. Não dar ouvidos a ensinos falsos. III. A PERCEPÇÃO DA PUREZA PARA OS PUROS E PARA OS IMPUROS • 1. Tudo é puro para os puros (v. 15). • 2. Nada é puro para os impuros (v. 15). • 3. Conhecem a Deus, mas o negam com as atitudes (v. 16).
  7. 7. PONTO CENTRAL • A epístola de Paulo a Tito demonstra com vigor as qualificações honestas para quem se pretende pastor.
  8. 8. LEITURA BÍBLICA EM CLASSE Tito 1.4-14 • 4 - a Tito, meu verdadeiro filho, segundo a fé comum: graça, misericórdia e paz, da parte de Deus Pai e da do Senhor Jesus Cristo, nosso Salvador. • 5 - Por esta causa te deixei em Creta, para que pusesses em boa ordem as coisas que ainda restam e, de cidade em cidade, estabelecesses presbíteros, como já te mandei: • 6 - aquele que for irrepreensível, marido de uma mulher, que tenha filhos fiéis, que não possam ser acusados de dissolução nem são desobedientes.
  9. 9. • 7 - Porque convém que o bispo seja irrepreensível como despenseiro da casa de Deus, não soberbo, nem iracundo, nem dado ao vinho, nem espancador, nem cobiçoso de torpe ganância; • 8 - mas dado à hospitalidade, amigo do bem, moderado, justo, santo, temperante, • 9 - retendo firme a fiel palavra, que é conforme a doutrina, para que seja poderoso, tanto para admoestar com a sã doutrina como para convencer os contradizentes. • 10 - Porque há muitos desordenados, faladores, vãos e enganadores, principalmente os da circuncisão,
  10. 10. • 11 - aos quais convém tapar a boca; homens que transtornam casas inteiras, ensinando o que não convém, por torpe ganância. • 12 - Um deles, seu próprio profeta, disse: Os cretenses são sempre mentirosos, bestas ruins, ventres preguiçosos. • 13 - Este testemunho é verdadeiro. Portanto, repreende- os severamente, para que sejam sãos na fé, • 14 - não dando ouvidos às fábulas judaicas, nem aos mandamentos de homens que se desviam da verdade.
  11. 11. TEXTO ÁUREO "Por esta causa te deixei em Creta, para que pusesses em boa ordem as coisas que ainda restam e, de cidade em cidade, estabelecesses presbíteros, como já te mandei.“ (Tt 1.5)
  12. 12. INTRODUÇÃO • Com esta lição estaremos iniciando o estudo da Epistola de Tito. • Timóteo recebeu a incumbência de exortar uma igreja que estava sofrendo com os ataques dos falsos mestres. • A missão de Tito era semelhante a de Timóteo, mas com um encargo a mais, que foi o de estabelecer presbíteros, "em cada cidade", pondo "em ordem" a Igreja. • Paulo mostra, na Carta a Tito, que não era apenas pregador, ensinador e "doutor dos gentios", mas também um administrador eclesiástico.
  13. 13. QUEM ERA TITO • Seu nome significa “louvável”. Um cristão gentio, grego, convertido através da pregação de Paulo (1.4), e excelente ajudador no ministério do apóstolo. • Quanto Paulo partiu de Antioquia da Síria para defender seu evangelho em Jerusalém, levou Tito com ele (Gl 2.1-3). • A aceitação de Tito como cristão sem ser circuncidado deu força a tomada de posição de Paulo no Concílio de Jerusalém (Gl 2.3-5). • Supõe-se que Tito, que não é mencionado nenhuma vez em Atos, trabalhava com Paulo em Éfeso durante a terceira viagem missionária.
  14. 14. • Depois que Paulo foi solto do primeiro encarceramento em Roma (At 28), ele e Tito trabalharam por breve período em Creta (1.5), e em seguida ele comissionou Tito para permanecer ali como seu representante e completar alguns trabalhos necessários (1.5; 2.15; 3.12,13). • Paulo pedia a Tito que o encontrasse em Nicópolis (litoral oeste da Grécia) depois que chegasse em Creta um substituto na obra (3.12). • Posteriormente Tito foi em missão a Dalmácia (região da antiga Iugoslávia, atual Eslovênia, Croácia e Bósnia) e essas são as últimas informações que temos a respeito dele no Novo Testamento.
  15. 15. I. A EPÍSTOLA ENVIADA A TITO • 1. O intento da Epístola. • 2. Data em que foi escrita. • 3. Um viver correto.
  16. 16. • Qual era o principal propósito da Epístola de Tito? • O objetivo de Paulo era dar conselhos ao jovem pastor Tito a respeito da responsabilidade que ele havia recebido. • Tito recebeu a incumbência de supervisionar e organizar as igrejas na ilha de Creta. • Paulo havia visitado a ilha com Tito e o deixou ali com esta importante incumbência (v. 5). 1- O intento da Epístola.
  17. 17. • Os judeus, embora alguns deles se dissessem cristãos, consideravam Paulo o maior de todos os hereges, “o destruidor de Moisés”, porquanto grande parte dos primeiros convertidos ao cristianismo vinha do judaísmo, e esses se inclinavam para o legalismo.
  18. 18. • A aceitação de Paulo como ministro de Deus era relutante, e o décimo quinto capítulo do livro de Atos mostram-nos que muitos se opunham amargamente a ele, devido a questões doutrinárias. • O legalismo não desapareceu prontamente, e foi preciso que surgisse uma outra geração de crentes antes que as doutrinas da graça divina e da justificação pela fé tivessem ascendência no seio do cristianismo.
  19. 19. Os Motivos Da Carta • Essa carta, como também as cartas a Timóteo, não é endereçada a comunidade, mas aos seus “pastores”, a homens que exercem o ministério na igreja. • Sendo assim, talvez tenhamos nesses documentos os primeiros testemunhos de ordenação eclesiástica na Igreja Primitiva. • Neles podemos encontrar as normas e regulamentações de como deve ser o comportamento do ministro cristão. • Segundo parece, Paulo introduziu o cristianismo em Creta quando ele e Tito visitaram a ilha; depois disso deixou Tito ali para organizar as comunidades cristãs.
  20. 20. • Paulo enviou a carta junto com Zenas e Apolo numa viagem que incluía Creta no itinerário (3.13), a fim de dar a Tito autorização e orientação para enfrentar a oposição (2.1,7,8,15; 3.9), instruções a respeito da fé e da doutrina e advertências a respeito dos falsos mestres. • As igrejas em Creta vinham sendo perturbadas por falsos mestres, os quais por ganância estavam pervertendo casas inteiras (1.11). • Isso provavelmente se referia a congregações inteiras porque as igrejas primitivas se reuniam em casas de convertidos. • Paulo chama esses indivíduos de abomináveis e desobedientes (1.16) e diz que é preciso que esse pessoal tenha a boca fechada.
  21. 21. O gnosticismo foi uma praga no cristianismo pelo espaço de cento e cinqüenta anos; e se porventura tivesse ganhado a batalha, o cristianismo terse-ia tornado outra das religiões orientais misteriosas.
  22. 22. • Portanto, a «verdade», nestas «epístolas pastorais», consiste de «cristianismo ortodoxo», conforme é interpretado por Paulo. • E esse cristianismo é que é posto em contraposição à heresia gnóstica; e a autoridade apostólica de Paulo serve de pendão dessa causa da ortodoxia.
  23. 23. • Acredita-se que foi escrita no ano de 64.d.C., aproximadamente. • A carta a Tito foi escrita na mesma época da Primeira Carta a Timóteo. • Provavelmente foi redigida na Macedônia, durante as viagens que Paulo fez quando esteve sob a custódia dos romanos. 2- Data em que foi escrita.
  24. 24. • É possível que Paulo tenha escrito a carta na Macedônia, pois ainda não chegara a Nicópolis (3.12). • A carta foi escrita após sua soltura do primeiro encarceramento em Roma (At 28), provavelmente entre 63 e 65 d.C. • Foi escrita na mesma época da Primeira Carta a Timóteo. • «.. .Creta.. .» Essa é uma ilha montanhosa que fica no mar Mediterrâneo, ao sul do mar Egeu. Tem cerca de duzentos e cinqüenta quilômetros de comprimento, variando em largura de onze a cinqüenta e seis quilômetros.
  25. 25. • É provável que os «quereteus», que faziam parte da guarda pessoal de Davi, fossem provenientes da ilha de Creta, embora a própria ilha nunca seja chamada por nome nas páginas do A.T. • As referências a essa ilha, no N.T., ficam em Atos 27:7,12,13,21. • Ê dito, em Atos 2:11, que havia cretenses presentes no dia de Pentecoste, quando houve o derramamento inicial do Espírito Santo. • Paulo fez uma parada em Creta, durante a sua viagem a Roma, antes do seu primeiro período de encarceramento.
  26. 26. • Como ministro do evangelho, Paulo exige ordem na igreja e que os irmãos vivam de maneira correta, santa. • Segundo a Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal, a ilha de Creta era conhecida pela preguiça, glutonaria e maldade de seus habitantes. • Ao aceitar a Cristo como Salvador, o novo convertido torna-se santo pela lavagem da regeneração do Espírito (Tt 3.5), por meio da Palavra de Deus (Ef 5.26). 3- Um viver correto.
  27. 27. • A santificação é também um processo gradual e contínuo que conduz ao aperfeiçoamento do caráter e da vida espiritual do crente, tornando-o participante da natureza divina (2 Pe 1.4). • Sem a santificação, jamais alguém verá a Deus (Hb 12.14).
  28. 28. • Paulo instruiu Tito, no capítulo um, a auxiliar as igrejas da ilha de Creta a identificar e escolher presbíteros. • Uma das responsabilidades de tais homens seria confrontar indivíduos que estavam desencaminhando outros pelos seus ensinamentos de fábulas judaizantes e mandamentos dos homens. • Enquanto essas pessoas professavam que “conheciam” Deus, elas negavam sua própria afirmação por sua desobediência (1:10-16). • Agora, no capítulo 2, Paulo ordena a Tito que ensine, em contraste, como as pessoas devem comportar-se.
  29. 29. • Paulo continua observando em geral por que os cristãos deveriam viver de acordo com a sã doutrina (2:11-14). • Deus demonstrou sua graça para com a humanidade enviando seu “Filho - κτισις / κτίσις” para morrer na cruz. • κτισις / κτίσις = ktisis (qti-sis): 1. formação original 2. (propriamente) o ato 3. (por implicação) a coisa. • Hebreus 1:5 diz: “...Pois a qual dos anjos disse jamais: Tu és meu Filho, eu hoje te gerei? E outra vez: Eu lhe serei Pai, e ele me será Filho?..."
  30. 30. II – O PASTOR PRECISA PROTEGER O REBANHO DE DEUS • 1. Qualificação dos pastores. • 2. Crentes, porém problemáticos. • 3. Não dar ouvidos a ensinos falsos.
  31. 31. • Em sua carta a Tito, Paulo enfatiza as qualificações do bispo, em relação a família, como homem casado, fiel à sua esposa e na criação de seus filhos de forma exemplar (v. 6). • Paulo diz que os filhos dos ministros, presbíteros ou pastores, não devem ser "acusados de dissolução", nem de serem "desobedientes". • No original, tais adjetivos vêm de anupotaktos, "não sujeito", "indisciplinado", "desobediente". • O exemplo mau dos filhos do sacerdote Eli é referência negativa para a família dos pastores (1 Sm 2.12, 31). 1. Qualificação dos pastores.
  32. 32. • Paulo mostra que o bispo deve ser uma pessoa íntegra, irrepreensível, "como despenseiro da casa de Deus" (v.7); • Por outro lado, ensina também que o bispo não pode ser "soberbo", "iracundo", "dado ao vinho", "não espancador", "cobiçoso de torpe ganância" (vide os mercantilistas na atualidade que só trabalham por dinheiro); • Paulo instrui que o obreiro precisa ser "dado à hospitalidade, amigo do bem, moderado, justo, santo, temperante" (Tt 1.8).
  33. 33. «...marido de uma só mulher...» • Muita controvérsia gira em torno dessa exigência, a qual tem sido compreendida das mais diversas maneiras. • As sugestões são as seguintes: • 1. Seria uma proibição ao concubinato; • 2. Seria uma declaração contrária à poligamia; • 3. seria proibição de casamento após o divórcio; ou • 4. seria contra a digamia, isto é, segundo matrimônio, após o falecimento da primeira esposa.
  34. 34. • E embora talvez não nos pareça assim, a quarta possível é a que tem maiores probabilidades de estar com a razão. • A mesma regra é estabelecida no caso dos diáconos (ver I Tim. 3:12), como também no caso das viúvas que estão arroladas como tais, para serem sustentadas pela comunidade cristã (ver I Tim. 5:9); e é justamente esta última referência que torna quase necessário que esta expressão aluda a qualquer tipo de segundo casamento, porquanto essa proibição é inegavelmente exigida das viúvas. • Essa é a interpretação melhor confirmada pelos primeiros pais da igreja, embora algum exagero tenha sido criado em torno da questão.
  35. 35. • Espiritualmente falando, só pode haver uma mulher para cada homem; e pensava-se que essa era uma exigência que devia ser imposta aos líderes cristãos. • (Quanto a notas expositivas completas sobre essa questão, ver I Tim. 3:2).
  36. 36. • interessante que a igreja cristã não tem sentido que essa regra é obrigatória, e muitas exceções têm sido abertas, ainda que algumas secções da cristandade, numa época ou noutra, a tenham guardado zelosamente. • A moderna igreja evangélica a ignora, permitindo qualquer outra interpretação.
  37. 37. «...filhos crentes...» • No grego é usado o termo pistos, que pode significar «crente» ou «fiel», e os intérpretes têm compreendido esse adjetivo de uma maneira ou de outra. • No entanto, ser alguém fiel ou digno de confiança pressupõe que seja um crente em Cristo, pois de outra maneira, do ponto de vista do cristianismo, não poderia ser alguém chamado de «fiel». • Se um homem não pode conquistar para Cristo os seus próprios familiares, serão baldados os seus esforços por conquistar para o Senhor os «de fora» (os incrédulos).
  38. 38. • Ou então, se não puder manter seus próprios filhos na lealdade a Cristo, dificilmente se poderá esperar que consiga isso com os filhos dos outros, e nem com os membros das igrejas locais. • A passagem de I Tim. 3:4 diz, «...que governe bem a sua própria casa, criando os filhos sob disciplina, com todo respeito»; e o quinto versículo dá a razão disso: • «...(pois se alguém não sabe governar a própria casa, como cuidará da igreja de Deus?)...» • E a mesma regra geral se aplica aos diáconos, conforme se aprende em I Tim. 3:12 .
  39. 39. «...não... acusados de dissolução...» • No grego é «asotia», «deboche», «devassidão», forma privativa de «sodzo», isto é, aqueles não salvos dos excessos. • É provável que estejam em foco pecados de natureza sexual, pecados grosseiros como o alcoolismo, embora o termo aqui usado não se limite a tal significação. • Foi dito acerca do «filho pródigo» que ele vivia «dissolutamente». • E na narrativa a seu respeito é usado o mesmo termo empregado aqui, posto que sob forma adverbial. (Ver Luc. 15:13).
  40. 40. «...nem são insubordinados...» • No grego é «anupotaktos», que significa «não sujeito», «indisciplinado», «desobediente», «rebelde». • Isso é uma das tentações que assolam os jovens, cujas personalidades são instáveis, aos quais, naturalmente, falta o respeito pelos anciãos e pela autoridade devidamente constituída. (Ver Efé. 6:1 acerca da necessidade dos filhos serem «obedientes» os seus pais). • Os filhos que são «rebeldes» em casa, com freqüência se mostram rebeldes em sociedade, entrando em dificuldades perante as autoridades civis.
  41. 41. • Esses filhos desordeiros não mostrarão respeito pela posição de seus pais, na igreja, e nem por suas aspirações espirituais; e isso desqualifica seus pais para posições eclesiásticas. • Os filhos desses homens são motivo de má reputação para seus progenitores. • Todos os de fora perguntarão como é que alguém pode confessar-se religioso, ao mesmo tempo em que tem filhos profanos e indisciplinados. • No entanto, lembremo-nos que alguns filhos são extremamente difíceis de serem controlados, bem capazes de anular todo o bom treinamento no lar, porquanto, afinal de contas, são apenas indivíduos.
  42. 42. • Os filhos de Eli eram maus, e finalmente o desqualificaram para o sacerdócio”.
  43. 43. • (Ver I Sam. 2:12 e ss., 31 e ss.). Esses filhos também tiveram um mau fim, tendo sido julgados por Deus. Ser alguém líder na igreja de Deus é questão extremamente séria, que exige todo o nosso respeito. Nem todo o homem que se julga espiritual está qualificado para ser líder na igreja.
  44. 44. • Na primeira epístola a Timóteo é enfatizada a autoridade que o pai da família tem de manter a ordem no seu lar; neste ponto é salientada a necessidade de seus filhos se lhe submeterem.
  45. 45. • 1:7: “...Pois é necessário que o bispo seja irrepreensível, como despenseiro de Deus, não soberbo, nem irascível, nem dado ao vinho, nem espancador, nem cobiçoso de torpe ganância;...” • São exigências mínimas, mas imprescindíveis. «...bispo...» • Devemos observar que o quinto versículo deste capítulo começa usando o plural, «anciãos», ao passo que aqui passa para o singular, «bispo».
  46. 46. • Portanto, (contudo) esses termos são usados intercambiavelmente, como é normal nas páginas do N.T.; contudo, destaca-se certa diferença de ofício, em três níveis, bispos, anciãos e diáconos, nestas «epístolas pastorais». • Isso também é refletido nas epístolas a Inácio, ainda que de maneira mais firme e formalizada. • Ver I Tim. 5: 17 quanto a notas expositivas sobre essa questão. • Ver notas adicionais a respeito, no quinto versículo deste capítulo.
  47. 47. • O bispo ou «supervisor» precisa possuir qualidades administrativas, além de mostrar-se apto na pregação da Palavra e no ensinamento das doutrinas cristãs. • Nem todos os «anciãos» precisam dessas qualidades no mais alto grau, mas alguns deles sãó levantados principalmente como «mestres». • Mas outros receberão a responsabilidade de guiar a igreja local, de administrar seus negócios; e o «supervisor» terá de agir como administrador de uma área maior, incluindo certo número de igrejas locais.
  48. 48. • Paulo ressalta o respeito que o presbítero deve ter à doutrina e a autoridade ministerial para argumentar com os contradizentes (vv. 9,10). • Entre os crentes da igreja de Creta, haviam os "complicados" e "contradizentes", "faladores", tipos não raros em igrejas nos tempos presentes. • Mas o apóstolo indicou a maneira de tratá-los. 2. Crentes, porém problemáticos.
  49. 49. • Aos contradizentes e desobedientes ao ensino da Palavra de Deus, Paulo demonstra não ter nenhuma afinidade com eles, pois são perigosos, não só para a igreja local, mas para as famílias cristãs, e devem receber a admoestação e repreensão à altura: “aos quais convém tapar a boca; homens que transtornam casas inteiras, ensinando o que não convém, por torpe ganância" (v.11). • O fato de tais falsos crentes terem espaço para transtornar "casas inteiras" se devia à realidade das igrejas cristãs em seus primórdios. • Elas funcionavam, em grande parte, nas residências dos convertidos (Rm 16.5; 1 Co 16.19; Cl 4.15). • Além de desordenados, eles são "faladores" e murmuradores.
  50. 50. «...te deixei em Creta...» • Na qualidade de «supervisor» daquele lugar, Timóteo tinha autoridade sobre a ilha inteira, com a responsabilidade de nomear pastores apropriados para as congregações locais dos cristãos. • Isso é mencionado para que todos vissem que Tito agia debaixo da autoridade de Paulo. • Portanto, Tito representa o «supervisor missionário», que trabalha em uma área onde já há igrejas locais, EMBORA FROUXAMENTE organizadas e firmadas, conforme este mesmo versículo passa-nos a dizer.
  51. 51. • «.. .para que pusesses em ordem as cousas restantes... » • Essa frase também poderia ter sido traduzida como «..para que corrigisses o que fosse defeituoso...» Havia certa desordem nas comunidades cristãs de Creta, tanto porque as igrejas dali ainda não se tinham desenvolvido corretamente em sua organização, como também porque os hereges tinham começado a agitar e a estragar o trabalho que se fizera. • Tito deveria fazer oposição aos hereges, ao mesmo tempo em que deveria encontrar homens qualificados que ensinassem aos crentes a autêntica tradição cristã.
  52. 52. • O original grego diz aqui, literalmente, «...endireitar...», palavra usada pelos médicos para indicar a correção de membros quebrados ou distorcidos. (Ainda que fosse necessário fazer uso da ortodoxia.
  53. 53. • Na passagem de Heb. 9:10 é usada uma forma dessa palavra, com o sentido de «reforma». • Esse vocábulo, «epidortoo», é usado exclusivamente aqui em todo ο N.T., sendo uma das cento e setenta e cinco dessas palavras nas «epístolas pastorais». • (Quanto às peculiaridades lingüísticas destas epístolas, e acerca do problema' de autoria por isso criado, ver a secção I, parte quarta, da introdução às mesmas).
  54. 54. • Tito, na condição de "supervisor", estabelecendo igrejas, "de cidade em cidade", tinha que ministrar a palavra de edificação e advertência contra os falsos cristãos. • Deveria repreendê-los de modo veemente. • Na verdade, eles eram desviados da verdade. • Mais adiante, Paulo resume como tratar os desviados e hereges: "Ao homem herege, depois de uma e outra admoestação, evita-o" (Tt 3.10). 3. Não dar ouvidos a ensinos falsos.
  55. 55. 1.Controvérsias estúpidas e insensatas. • (Ver I Tim. 1:4; 6:4 e II Tim. 2:23). O trech o de II Tim. 2:23 se u tiliz a do vocábulo grego zetesis («controvérsias», «querelas»), tal como o faz este versículo. (Ver também I Tim. 6:4). • E o trecho de II Tim. 2:23 tem a expressão exata que é aqui usada • Estão em foco os «enigmas teológicos», sem solução, especulações filosóficas ou teológicas tolas, que tentam entrar em esferas acerca das quais não têm qualquer conhecimento, ou sobre o que nenhum conhecimento é necessário e útil.
  56. 56. 2. Genealogias. • (Quanto a esse elemento da doutrina gnóstica, ver I Tim. 1:4). É possível que estejam em foco as genealogias judaicas; o mais provável, entretanto , é que o autor se referisse às «especulações dos gnósticos», acerca dos aeons angelicais (entram em êxtase e caem no chão).
  57. 57. • Éon, eão, eon ou ainda aeon do grego αιών (aión), na mitologia gnóstica, são entidades emanadas de Deus, geralmente em pares, ou Sizígias e que existem no Pleroma. • Seus nomes freqüentemente denotam atributos mentais ou espirituais como Pistis (fé), Sophia ou Protenoia (previsão), ou ainda conceitos importantes do gnosticismo como o anthropos (homem) ou spirito. • O éon mais comum na mitologia gnóstica é Sophia. • Freqüentemente um éon está envolvido na criação da humanidade conferindo-lhe espírito aos seres-humanos, contra o desejo do Demiurgo e seus arcontes que tipicamente criam a alma e o corpo.
  58. 58. • Os judeus tinham um orgulho todo particular em poder traçar a sua descendência desde os patriarcas; e todos eles davam grande ênfase a registros genealógicos completos sobre suas famílias. • No entanto, os gnósticos especulavam sobre a descendência, a ordem e as árvores genealógicas das emanações angelicais; e, posto que eles considerassem esses aeons como seus mediadores e salvadores, evidentemente essa seqüência lhes parecia importantíssima. • É isso que está em foco nesse ponto.
  59. 59. 3. Contendas. • (Ver I Tim. 6:4, onde é usado o termo grego eris, que é a palavra geral para «briga», «contenda»). • Havia intensa «discórdia» acerca das questões teológicas entre os gnósticos, o que dava lugar a tremendas «polêmicas de palavras», o que é mencionado em I Tim. 6:4.
  60. 60. 4. Debates sobre a lei! • (Ver os trechos de I Tim. 1:7-10 e II Tim. 2:23 acerca dessa questão). • E bem possível que os gnósticos tivessem incorporado em seu sistema certas porções das leis judaicas, especialmente aquelas porções que aludem ao ascetismo, com suas muitas exigências cerimoniais. • Parece que os gnósticos ultrapassavam até mesmo os limites da lei, tomando-se celibatários e vegetarianos, além de se absterem totalmente do vinho.
  61. 61. • «...evita...» • No grego é usado o verbo «paraiteomai», isto é, «pedir», o sentido da passagem. • «solicitar», mas que também era usado para indicar «declinar», «rejeitar», demasiado, no seio da igreja, para que as congregações locais pudessem «recusar». • Tanto a tradução RSV como a tradução de Williams, ambas em excluí-los. • Portanto, é antecipada aqui uma espécie de «exclusão» dentro da congregação.
  62. 62. III. A PERCEPÇÃO DA PUREZA PARA OS PUROS E PARA OS IMPUROS • 1. Tudo é puro para os puros (v. 15). • 2. Nada é puro para os impuros (v. 15). • 3. Conhecem a Deus, mas o negam com as atitudes (v. 16).
  63. 63. • Paulo diz que "todas as coisas são puras para os puros" (Tt 1.15), pois esses procuram viver segundo a Palavra de Deus. • Aqueles que vivem de modo santo não vêem mal em tudo, pois seus olhos são bons, santos. • Isso é reflexo de suas mentes e corações bondosos. • Deus nos chamou para sermos santos em todas as esferas e aspectos da nossa vida (1 Pe 1.15). • Quem despreza esse ensino não despreza ao homem, mas sim a Deus. 1- Tudo é puro para os puros.
  64. 64. «...todas as coisas são puras. ..» • É bem possível que encontremos aqui um provérbio, desenvolvido pela igreja cristã primitiva, a fim de combater a mera religião ritualista. • Os preceitos judaicos se tornaram intermináveis, e apontavam para um número infinito de coisas «impuras», com relação à vida pessoal ou com relação à adoração cerimonial.
  65. 65. • Certos tipos de carne eram proibidos; o casamento e o uso do sexo eram proibidos; o vinho entrava na lista das coisas proibidas. • Alguns gnósticos eram totais vegetarianos, o que vai alem de todas as exigências do A.T. e dos regulamentos mosaicos. • Também sabemos que muitos essênios eram celibatários e vegetarianos, mas isso não sugere, necessariamente, que tenham influenciado aos mestres gnósticos ou que tenham sido influenciados por eles.
  66. 66. • Os gnósticos se deixavam atrair por todas as formas de ascetismo, e além de criarem suas próprias práticas ascéticas, tomavam outras por empréstimo do judaísmo. (Ver Marc. 7:14,15, quanto a notas sobre essa atividade exagerada no judaísmo, que foi condenada pelo Senhor • Jesus. (Comparar também com Rom. 14:1-23, onde Paulo aborda esse problema).
  67. 67. • A passagem de I Tim. 4:3,4 mostra-nos que nessas proibições estavam envolvidos os alimentos e o matrimonio, não havendo duvidas sobre a existência de muitos outros tabus. • A doutrina paulina, em contraste com isso, abole todo e qualquer preceito cerimonial (ver Gal. 4:9-11), e, realmente, toda e qualquer lei mosaica (ver Gal., 2:16- 18 e Rom. 10:4) de natureza moral ou cerimonial.
  68. 68. • A Pedro foi necessário uma visão especial, para que pudesse aprender essa verdade. (Ver Atos 10:9 era. • Nesse primeiro versículo referido também há notas expositivas sobre o problema «legalista» que houve na igreja cristã primitiva, o que importou em autêntico «conflito». • Ver igualmente o décimo capítulo do livro de Atos, mormente os versículos décimo e décimo primeiro do mesmo.
  69. 69. • «...para os puros...» • Essas palavras aludem aos verdadeiros crentes e aos verdadeiros ministros do evangelho, os quais, por estarem informados sobre a verdade, chegaram a reconhecer que Cristo é a substância total da religião, e que as práticas ascéticas servem apenas para degenerar. E as pessoas aqui aludidas são puras porque se converteram verdadeiramente a • Cristo, tendo sido lavadas dos seus antigos pecados, tendo iniciado o processo de transformação segundo a imagem de Cristo. (Ver Gal. 5:22,23). Para esses não há mais qualquer coisa «impura», como alimentos, carnes, bebidas, etc.
  70. 70. • De fato, para os "contaminados e infiéis", tudo o que eles pensam e praticam é de má natureza. • O motivo pelo qual "nada é puro para os contaminados" é porque "confessam que conhecem a Deus, mas negam-no com as obras, sendo abomináveis, e desobedientes, e reprovados para toda boa obra" (v.16). • Esses são hipócritas e maliciosos, pois dizem uma coisa e fazem outra. 2. Nada é puro para os impuros.
  71. 71. «...impuros...» • No grego temos o particípio perfeito de «miaino», que significa «macular», «contaminar», sendo palavra usada para indicar os pecados e os vícios, que são contaminadores. • Embora os mestres gnósticos fossem ascetas em elevado grau, e pretendessem seguir uma adoração religiosa exata, com suas intermináveis listas de preceitos, nada disso conseguia convertê-los e lavá-los de seu paganismo e de sua culpa moral. • O autor sagrado não se deixava impressionar com todas aquelas formalidades externas.
  72. 72. • Pois sabia que a verdadeira religião cristã é muito mais profunda do que isso, ultrapassando o que é meramente formal e sacramental. • É mister que o homem interior, a alma, seja transformada segundo a imagem moral de Cristo. • Ora, isso o sistema gnóstico jamais conseguiu fazer.
  73. 73. • Há certo exagero de interpretação, da parte de certos estudiosos, os quais asseveram que as palavras que ora comentamos indicam que não existe qualquer coisa que seja má por si mesma, como se todas as ações se tornassem más quando sujeitas a abusos. • Mas isso não representa uma interpretação legítima, porquanto existem coisas que são más por si mesmas, como aquelas que são proibidas pelos dez mandamentos da lei de Deus. • O texto que ora comentamos refere-se a coisas «indiferentes», o que também é feito no décimo quarto capítulo da epístola aos Romanos.
  74. 74. • «...nada é puro...» • Nem qualquer tipo de carne, nem o uso moderado do vinho, e nem mesmo o matrimônio e o uso legítimo do sexo (ver 1 Tim. 4:3,4), além de muitas outras coisas, eram reputados puros pelos descrentes mestres gnósticos, ainda que Deus é quem tenha decretado que isso tudo fosse usado e desfrutado. • Os mestres gnósticos tinham sepultado a sua fé religiosa no negativismo, pervertendo o seu juízo moral.
  75. 75. • «...descrentes...» • Essa palavra poderia ser compreendida com o sentido de «infiel»; mas o termo português aqui usado, provavelmente é sua melhor tradução. O autor sagrado não aceita os hereges como crentes autênticos em Cristo; e, portanto, são incrédulos pervertedores, não estando sujeitos ao poder transformador que a fé em Cristo nos confere. Assim sendo, tinham destruído a verdadeira imagem de Cristo, já que o reduziam a apenas um • dos muitíssimos mediadores angelicais. Não tinham fé no verdadeiro Cristo,, e, por isso mesmo, permaneciam como indivíduos impuros, sem jamais terem sido lavados de seus antigos pecados.
  76. 76. • «...a mente...» • Temos aqui alusão à função intelectual da alma, mediada, pelo cérebro até ao corpo. Isso os mestres gnósticos haviam corrompido, levando as suas mentes a abrigarem idéias ridículas e prejudiciais, que distorciam a verdadeira natureza do mundo.
  77. 77. «...consciência...» • (Ver Rom. 13:5 quanto a notas expositivas a esse respeito). • Normalmente está em pauta a capacidade de a alma julgar entre o que é certo e o que é errado, em sentido moral, o que também é mediado por meio do cérebro, ainda que seja uma das propriedades da alma. • Vêem-se como as drogas e as enfermidades podem modificar a consciência humana.
  78. 78. • Atualmente muitos dizem conhecer a Deus, porém, se olharmos para suas atitudes veremos que estes nunca conheceram ao Senhor. • A nossa conduta revela a nossa fé e o nosso relacionamento com Deus. • O que as pessoas aprendem com você ao observar a sua conduta na igreja e fora dela? 3. Conhecem a Deus, mas o negam com as atitudes .
  79. 79. • «conhecer a Deus» • Por meio de todos esses métodos, mas suas ações negavam que realmente tivessem o conhecimento do Senhor. (Ver as notas expositivas sobre o «verdadeiro conhecimento de Deus», em Efé. 1:17 e Col.' 1 :10 ). • O autor sagrado, pois, não podia aprovar nem o ascetismo dos gnósticos (ver o décimo quinto versículo deste capítulo), e nem a licenciosidade deles (ver II Tim. 2:6), porquanto em nenhum desses excessos percebia provas de um verdadeiro conhecimento de Deus.
  80. 80. • Disse o Senhor Jesus, de certa feita: «Toda árvore que não produz bom fruto é cortada e lançada ao fogo. • “Assim, pois, pelos seus frutos os cònhecereis» (Mat. 7:19,20). • E assim, embora o chamem de Senhor e profetizem em seu nome, expulsando a demônios, supostamente através de seu poder (ver Mat. 7:21,22), na realidade não o reconhecem como Senhor.
  81. 81. • Os gnósticos alicerçavam seu sistema inteiro sobre o «conhecimento», que no grego é «gnosis», e do qual vocábulo se deriva a palavra que os designa. • Criam eles que o homem pode ser remido, não pela fé, mas antes, pelo conhecimento. • E o «conhecimento» que concebiam era esotérico, expresso por meio de um ascetismo ou de uma licenciosidade, tudo rebuscado em meio a fórmulas mágicas, encantamentos, ritos e cerimônias.
  82. 82. «...fala...» • Temos aqui o termo comum que indica «falar», usado para aludir às conversações normais ou para aludir a discursos formais, como na prédica cristã . • Porém, em qualquer atividade em que se envolva um «supervisor», isso deveria ser feito com o propósito de transmitir «doutrina significa «ser próprio», «ser conveniente». • A propriedade divinamente apontada é que deve caracterizar àqueles que estão seriamente' ocupados no pastoreio das almas. • Não poderão eles cumprir apropriadamente a sua missão, a menos que sintam esse «imperativo moral», ocupando-se no ensino da sã doutrina.
  83. 83. «...sã doutrina...» • Essa expressão pode ser encontrada em várias outras porções das epístolas pastorais, onde são amplamente anotadas. (Ver Tito 1:9 e I Tim. 1:10). • Trata-se de uma doutrina saudável, que promove o bem- estar espiritual, em contraste com as doutrinas doentias e destruidoras dos gnósticos.
  84. 84. • «...cristianismo paulino ortodoxo...» • A saber, a «fé normativa», em contraste com as novidades que os hereges procuravam introduzir na igreja. (Ver também as notas expositivas sobre a «doutrina», em I Tim. 1:10 e 4:1,6,13,16). • Notemos a importância dada ao «ensino», em todas estas «epístolas pastorais». • (Ver Mat. 28:20, quanto à «importância do ensino». Isso faz parte da Grande Comissão. • Ver ainda as notas expositivas em I Tim. 4:15,16). «A palavra grega ‘lalei’ enfatiza a importância do ensinamento oral».

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