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MODELO
TEXTO BÍBLICO
• 3 entre os quais também todos nós andamos outrora,
segundo as inclinações da nossa carne, fazendo a vontade
da carne e dos pensamentos; e éramos, por natureza, filhos
da ira, como também os demais.
•1 Ele vos deu vida, estando vós
mortos nos vossos delitos e pecados,
•2 nos quais andastes outrora,
segundo o curso deste mundo,
segundo o príncipe da potestade do
ar, do espírito que agora atua nos
filhos da desobediência;
• 4 Mas Deus, sendo rico em misericórdia, por causa do grande
amor com que nos amou,
• 5 e estando nós mortos em nossos delitos, nos deu vida
juntamente com Cristo, – pela graça sois salvos,
• 6 e, juntamente com ele, nos ressuscitou, e nos fez assentar
nos lugares celestiais em Cristo Jesus;
• 7 para mostrar, nos séculos vindouros, a suprema riqueza da
sua graça, em bondade para conosco, em Cristo Jesus.
• 8 Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem
de vós; é dom de Deus;
• 9 não de obras, para que ninguém se glorie.
• 10 Pois somos feitura dele, criados em Cristo Jesus para boas
obras, as quais Deus de antemão preparou para que
andássemos nelas.
DESTAQUES
Efésios 2:8,9
• 8 Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não
vem de vós; é dom de Deus;
• 9 não de obras, para que ninguém se glorie.
LEITURA DEVOCIONAL
OBJETIVOS
• Salientar a nossa condição espiritual antes da salvação.
• Enfatizar que a salvação é pela graça de Deus.
• Destacar que o cristão foi salvo para praticar boas obras.
1 - Quem nós éramos antes
de estar em Cristo
• Cronologicamente a vida do crente está dividida em duas
partes: antes e depois daquele momento em que foi salvo
pela graça de Deus. Ele deve lembrar constantemente o que
era em Adão e o que é agora em Cristo Jesus. Não se deve
negar nenhum lado da questão.
• João disse: “...Quem comete o pecado é do diabo; porque o
diabo peca desde o princípio. Para isto o Filho de Deus se
manifestou: para desfazer as obras do diabo. Qualquer que
é nascido de Deus não comete pecado; porque a sua
semente permanece nele; e não pode pecar, porque é
nascido de Deus. Nisto são manifestos os filhos de Deus, e os
filhos do diabo. Qualquer que não pratica a justiça, e não
ama a seu irmão, não é de Deus,...” 1Jo 3:8-10.
• Agora que somos nascidos de novo e temos a vida eterna de
Deus, fomos feitos filhos de Deus e não praticamos o pecado.
• http://pt.slideshare.net/slidexpositivo/estudos-porque-no-pecar-63428578
• OS CONTRASTES
• Condenados ou justificados? A Bíblia é clara em seu ensino
que todos os descendentes de Adão estão debaixo da mesma
condenação. Esta doutrina é chamada “depravação
hereditária total.” Não há nenhuma pessoa isenta desta
depravação. Todos nós somos filhos de Adão, portanto filhos
da desobediência. “Isto é, a justiça de Deus pela fé em Jesus
Cristo para todos e sobre todos os que crêem; porque não há
diferença. Porque todos pecaram e destituídos estão da
glória de Deus,” Ro 3:22-23. “Portanto, como por um homem
entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim
também a morte passou a todos os homens por isso
que todos pecaram,” Ro 5:12. não há diferença, nem
distinção. “Pois assim como por uma só ofensa veio o juízo
sobre todos os homens para condenação, assim também por
um só ato de justiça veio a graça sobre todos os homens para
justificação da vida,” Ro 5:18.
• “Mas a Escritura encerrou tudo debaixo do pecado, para que
a promessa pela fé em Jesus Cristo fosse dada aos
crentes,” Gl 3:22.
• Todos pecamos, mas nem todos estão justificados. O mundo
está dividido entre os culpados e os justificados. A
justificação é restrita aos verdadeiros crentes em Jesus
Cristo. Paulo usou o exemplo da justificação de Abraão pela
fé, sem obras e antes da circuncisão para mostrar que
ninguém é justificado pela lei ou cerimônia.. A circuncisão
representa a lei.
• Abraão foi justificado quando creu na palavra de Deus muitos
anos antes da sua própria circuncisão e mais de quatro
séculos antes da Lei de Moises!
• Antes de crer em Cristo, estávamos condenados? Claro que
sim. Agora que cremos, somos justificados perante o tribunal
do céu? Claro que sim, pois não há condenação contra os
justificados.
2 - Salvo pela graça mediante a fé
• O que é Graça?
• “...Por meio de quem obtivemos acesso pela fé a esta graça
na qual agora estamos firmes; e nos gloriamos na esperança
da glória de Deus..." (Romanos 5: 2)
• Que é Graça?
• Graça, na teologia cristã, é favor imerecido, livremente
concedido por Deus aos indivíduos que são por meio dela
redimidos e santificados. Graça (do hebraico hen) é
mencionada neste sentido na escritura hebraica. No novo
testamento, graça (do grego charis) é associada quase
exclusivamente com a figura de Cristo. Pela morte expiatória
de Cristo, foi revelado o ilimitado favor de Deus.
• Graça é dar a alguém algo que não merece (vida eternal).
Misericórdia é não dar a alguém algo que merece (morte
eterna).
• Graça é favor imerecido. Os anjos, que nada conhecem de
pecado, não compreendem o que seja a aplicação da graça
para com eles; mas nossa pecaminosidade requer a concessão
da graça por parte de um Deus misericordioso.
• “Em 1512, antes que Lutero ou Zwínglio houvessem iniciado a
obra da Reforma, Lefèvre, escreveu:
• ‘...É Deus que dá, pela fé, a justiça que, somente pela graça,
justifica para a vida eterna...’ – Wylie. B. 13, cap. 1.
• Tratando dos mistérios da redenção, exclamou: "Oh! que
indizível grandeza a daquela permuta - é condenado Aquele
que não tem pecado, e o que é culpado fica livre; o Bem-
aventurado suporta a maldição, e o maldito recebe a bênção;
a Vida morre, e os mortos vivem; a Glória é submersa em
trevas, e é revestido de glória aquele que nada conhecia além
da confusão de rosto!" - D'Aubigné, London ed., b. 12, cap. 2.
GC 212.
Graça é Poder
• [O Senhor] me disse: “...A
Minha graça te basta, por que
o Meu poder se aperfeiçoa na
fraqueza. De boa vontade, pois,
me gloriarei nas minhas
fraquezas, para que em mim
habite o poder de Cristo..." 2
Corintios 12:9.
• “Sem a graça de Cristo acha-se o pecador em estado
desesperador; coisa alguma pode ser feita em seu favor; mas
pela graça divina é comunicado ao homem poder
sobrenatural, que opera em seu espírito, coração e caráter.
• É pela comunicação da graça de Cristo que se discerne o
pecado em sua natureza odiosa, sendo afinal expulso do
templo da alma.
• É pela graça que somos levados em comunhão com Cristo,
para com Ele sermos associados na obra da salvação.
• A fé é a condição sob a qual Deus houve por bem prometer
perdão aos pecadores; não que exista na fé qualquer virtude
pela qual se mereça a salvação, mas porque a fé pode
prevalecer-se dos méritos de Cristo, o remédio provido para
o pecado.”
“...A fé é a mão que recebe o que Deus oferece...”
3 - Uma vida de amor e de boas obras
• Jesus Cristo disse: “Eu sou a videira, vós os ramos. Quem
permanece em mim, e eu, nele, esse dá muito fruto (Jo. 15:6).
• Com estas palavras, o mestre nos ensinou que a nova vida é
evidenciada através dos seus frutos.
• As doutrinas da graça, longe de ensinarem um cristianismo
apático e meramente teórico, nos estimula a ação.
• Temos a promessa de que o Filho trabalhará por nosso
intermédio.
• Seremos instrumentos de Jesus Cristo, logo é natural que os
frutos seja evidentes (Lc. 6:43-44).
I - O que são boas obras
• As boas obras são todo o
cumprimento da vontade de
Deus.
• Tudo aquilo que ele nos pede
em sua palavra.
• Sejam preceitos que regulam
a nossa conduta como
indivíduos diante de Deus,
em relação ao próximo ou à
sociedade em geral.
1 - São provenientes da fé
• Quando falamos de boas obras, precisamos ter em mente que
nem tudo o que costumamos chamar de boas obras, na
realidade o são segundo critérios bíblicos.
• Podemos fazer muitas coisas que tenham uma boa aprovação
social. Os ímpios inclusive também o fazem (Mt. 7:11; Rm.
2:14). Porém, a questão é, qual o princípio que nos leva a
praticar boas ações? Quais os requisitos para que elas sejam
consideradas boas obras diante de Deus? Pois a própria Bíblia
afirma que os nossos melhores atos são considerados
como “trapo da imundícia” (Is. 64:6). Se esta é a nossa
situação e todas as nossas ações estão contaminadas pelo
pecado, e não há ninguém bom sobre a terra (Sl. 14:1-3; Mt.
19:7; Rm. 3:10-12), como elas podem ser consideradas boas
obras?
• A resposta está em Hebreus
11:6 onde lemos que “...sem fé
é impossível agradar a
Deus...” .
• Isto significa que os nossos atos
de justiça ou as nossas boas
obras, elas são aceitas diante de
Deus, porque elas foram
santificadas pelo sacrifício de
Cristo Jesus.
2 - São para a glória de Deus
• Outro princípio que devemos avaliar para sabermos se
estamos ou não praticando boas obras, são as nossas
intenções. Jesus advertiu severamente aos seus discípulos
para que se guardassem de “exercer a justiça diante dos
homens, como o fim de serdes vistos por eles” (Mt. 6:1) e
também para que não fizéssemos nada pensando em
recompensa (Mt. 6:3).
• O que nos deve motivar à práticas das boas obras é nosso
desejo de obedecer a Deus, que o seu nome seja glorificado
(Mt. 5:16) e que seu reino seja estabelecido. “Portanto, quer
comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo
para a glória de Deus” (1 Co. 10:31).
• Contudo, é importante salientar que mesmo trabalhando
sempre para a glória de Deus, ele prometeu nos recompensar
de uma forma justa no dia do seu juízo (Ec. 12:14; Mt. 16:27; 1
Co. 15:58; Hb. 6:10; 1 Pd. 1:17; Ap. 14:13; 22:12).
II - Chamado para as boas obras
1 - Evidência da salvação
• Nós não somos salvos pelas nossas boas obras.
• Aliás, para que elas sejam boas, elas precisam brotar de um
coração regenerado, precisa ser fruto de fé.
• Contudo, também não fomos salvos para a inatividade (Mt.
3:8-10; 7:16-20; 12:33; 13:8; Lc. 3:8-9; 6:44; At. 2:10; Rm.
6:22; Cl. 1:10; 2 Ts. 2:16-17; 1 Tm. 2:10; 5:10; 2 Tm. 2:21; 3:17;
Tt. 1:16; 2:7, 14; 3:8, 14; Hb. 10:24; Tg. 2:17; 1 Pd. 2:12)
III - Obras de caráter pessoal
• Por obras de caráter pessoal
queremos somente reforçar
aquilo que aprendemos
quando estudamos sobre
santificação.
• São aquelas obras que tem a ver com o meu relacionamento
com Deus. Podemos descrevê-las através das palavras do
apóstolo Paulo: “Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria,
paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade,
mansidão, domínio próprio. Contra estas coisas não há
lei.” (Gl. 5:22-23).
• A pergunta que nos fazemos é, onde se dá o desempenho
deste serviço e qual serviço é este?
• Será somente o evangelismo?
• Creio que não?
• Jesus Cristo, como rei sobre todas as coisas, deseja que
sejamos agentes transformadores numa sociedade
corrompida e que através do nosso viver o seu reino seja
proclamado. Isso inclui todas as áreas da nossa vida.
• Portanto, o local do nosso “serviço” é o nosso trabalho, a
política, o meio-ambiente, a família, a igreja, ou seja, cada
local onde as leis do nosso Senhor Jesus Cristo precisam ser
obedecidas.
• Por isso, podemos falar de obras de caráter social.
IV - Obras de caráter social
Anthony Hoekema (1913-1988), teólogo reformado, escreveu:
• “Somos santificados não apenas como membros do corpo de
Cristo, mas como cidadãos do Reino de Deus. O reino de
Deus é o seu reinado sobre todo o universo criado,
dinamicamente ativo da história humana através de Jesus
Cristo. Estar sujeito a esse reino significa obediência a Deus
em cada área da vida.”
• “Vós sois o sal da terra (...) Vós sois a luz do mundo. Não se
pode esconder a cidade edificada sobre um monte; nem se
acende uma candeia para colocá-la debaixo do alqueire, mas
no velador, e alumia a todos os que se encontram na casa.
Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens, para que
vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está
nos céus.” (Mt. 5:13-16)
• Este ensinamento nos mostra que temos uma
responsabilidade social muito grande, principalmente por que
ela é produzida pelo motivo certo: a glória de Deus, e é fruto
da nossa fé em Jesus Cristo. Porém , antes de prosseguirmos,
precisamos fazer algumas considerações para que não
percamos o foco de como deve ser o envolvimento social da
igreja evangélica.
1 - Não confundirmos Igreja com Estado
• É comum os ativistas sociais apelarem para os profetas do
Antigo Testamento buscando argumentos para o seu trabalho
social.
• É verdade que eles denunciaram a injustiça e a opressão.
• Porém, não podemos nos esquecer de que na nação
teocrática de Israel, estado era igreja e igreja era estado.
• Com isto não queremos dizer que não devamos ter uma
mensagem profética contra estes abusos.
• O que queremos enfatizar é que na nova dispensação há uma
diferença bem definida entre igreja e estado.
• Devemos denunciar e chamarmos os nossos governantes a
juízo, nos posicionando quando necessário.
• O que não podemos fazer é assumir o papel do Estado.
• A igreja deve preparar bons cidadãos, para que contribuam
com a formação de um bom Estado e não assumir a
responsabilidade deste.
2- O modismo
• Este é outro perigo.
• De tempos em tempos somos acometidos por modismo, e a
igreja também está sujeita a isto.
• O terceiro setor tem sido amplamente discutido. Debate-se
muito sobre a responsabilidade social.
• Porém, devemos trabalhar, não movidos por modismos e sim
pelas motivações corretas.
• Proclamar a glória de Deus, expressando assim a nossa fé em
Jesus Cristo.
• Se assim fizermos, os modismos virão e irão, mas nunca
abandonaremos o nosso trabalho e sempre teremos uma
perspectiva cristã correta do mesmo.
3- Não perdermos de vista as prioridades
• É importante e necessário o nosso envolvimento social,
porém a Bíblia nos dá algumas prioridades quanto ao
exercício do mesmo.
• Deus também manda chuva e sol sobre maus e bons (Mt.
5:45), concedendo fartura e alegria até mesmo aos pagãos
panteístas (At. 14:17).
• Logo, se devemos amar e fazer o bem até mesmo aos nossos
inimigos (Mt. 5:44), não deveríamos ajudar os nossos
compatriotas, aqueles que passam fome, desabrigados,
injustiçados e lembrarmo-nos dos encarcerados (Hb. 10:34;
13:1-3).
• Aliás, não seria a pregação do evangelho o maior bem que
poderíamos fazer a alguém? Não é este o maior tesouro que
possuímos e é justamente este que temos que repartir?
Porém, a Bíblia nos orienta a antes de sair e ajudar os
estrangeiros, lembrarmo-nos dos da nossa casa, os da família
da fé.
• Devemos ser diligentes no auxílio tanto aos de fora, como
aos da própria igreja, aos nossos irmãos, os quais o Senhor
chama de pequeninos (Mt. 10:42; 11:25; 18:6; 25:40, 45; Mc.
9:42 Lc. 10:21).
3.1 - Ação social - A igreja, quando possuir condições para tal,
ela pode e deve se envolver na ação social.
• Temos diversos exemplos bíblicos de como, tanto indivíduos
como igreja se envolviam nesta tarefa (At. 9:36; 2 Co. 9:8-11;
1 Tm. 6:17-18; Tt. 3:14; Hb. 10;24; Tg. 2:14-17). Isto pode ser
feito de duas formas:
a - envolvimento pessoal
• Não precisamos de uma instituição organizada para
ajudarmos aos pobres.
• Tal como Dorcas (At. 9:36), podemos nos envolver pessoal e
informalmente nesta tarefa.
B -envolvimento organizacional
• Podemos também, como igreja,
desenvolver alguma atividade
organizada, com pessoas
devidamente preparadas para
tal, a fim de atender alguma
necessidade da sociedade local.
• É importante que cada cristão
reconheça a sua vocação e seus
dons.
Conclusão
• “Concluímos que a santificação não é completa sem a
preocupação social.
• A santificação significa que devemos promover a justiça para
todos, através da legislação, da ação política e através da
mídia.
• Devemos nos opor a toda forma de injustiça: racismo,
opressão de minorias, o tratamento dos trabalhadores como
se fosse máquinas e não gente, etc. Santificação significa
oposição à demanda pelo aborto, pois causa a morte de
milhões de potenciais portadores da imagem de Deus.
• Santificação significa preocupação com a educação das
crianças; isso implica não só o estabelecimento e manutenção
de boas escolas cristãs, mas o cuidado com o bem estar das
escolas públicas.
• Crescer em santificação requer preocupação com o ambiente
– usando nossa influência para se opor à poluição do ar e da
água, ao corte irresponsável das florestas, etc.
• Isso significa sofrer pela fome mundial e trabalhar pelo alívio
da pobreza.
• Significa envolver-se na luta contra as drogas, na reabilitação
de drogados e na restauração dos alcoólicos.
• Isso inclui a preocupação com melhores prisões e por
programas de redução do crime.
• Significa diligência na obra pela paz mundial e o fim da
desastrosa corrida armamentista nuclear.”

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  • 2. TEXTO BÍBLICO • 3 entre os quais também todos nós andamos outrora, segundo as inclinações da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; e éramos, por natureza, filhos da ira, como também os demais. •1 Ele vos deu vida, estando vós mortos nos vossos delitos e pecados, •2 nos quais andastes outrora, segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe da potestade do ar, do espírito que agora atua nos filhos da desobediência;
  • 3. • 4 Mas Deus, sendo rico em misericórdia, por causa do grande amor com que nos amou, • 5 e estando nós mortos em nossos delitos, nos deu vida juntamente com Cristo, – pela graça sois salvos, • 6 e, juntamente com ele, nos ressuscitou, e nos fez assentar nos lugares celestiais em Cristo Jesus; • 7 para mostrar, nos séculos vindouros, a suprema riqueza da sua graça, em bondade para conosco, em Cristo Jesus. • 8 Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus; • 9 não de obras, para que ninguém se glorie. • 10 Pois somos feitura dele, criados em Cristo Jesus para boas obras, as quais Deus de antemão preparou para que andássemos nelas.
  • 4. DESTAQUES Efésios 2:8,9 • 8 Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus; • 9 não de obras, para que ninguém se glorie.
  • 6. OBJETIVOS • Salientar a nossa condição espiritual antes da salvação. • Enfatizar que a salvação é pela graça de Deus. • Destacar que o cristão foi salvo para praticar boas obras.
  • 7. 1 - Quem nós éramos antes de estar em Cristo
  • 8. • Cronologicamente a vida do crente está dividida em duas partes: antes e depois daquele momento em que foi salvo pela graça de Deus. Ele deve lembrar constantemente o que era em Adão e o que é agora em Cristo Jesus. Não se deve negar nenhum lado da questão. • João disse: “...Quem comete o pecado é do diabo; porque o diabo peca desde o princípio. Para isto o Filho de Deus se manifestou: para desfazer as obras do diabo. Qualquer que é nascido de Deus não comete pecado; porque a sua semente permanece nele; e não pode pecar, porque é nascido de Deus. Nisto são manifestos os filhos de Deus, e os filhos do diabo. Qualquer que não pratica a justiça, e não ama a seu irmão, não é de Deus,...” 1Jo 3:8-10.
  • 9. • Agora que somos nascidos de novo e temos a vida eterna de Deus, fomos feitos filhos de Deus e não praticamos o pecado. • http://pt.slideshare.net/slidexpositivo/estudos-porque-no-pecar-63428578
  • 10. • OS CONTRASTES • Condenados ou justificados? A Bíblia é clara em seu ensino que todos os descendentes de Adão estão debaixo da mesma condenação. Esta doutrina é chamada “depravação hereditária total.” Não há nenhuma pessoa isenta desta depravação. Todos nós somos filhos de Adão, portanto filhos da desobediência. “Isto é, a justiça de Deus pela fé em Jesus Cristo para todos e sobre todos os que crêem; porque não há diferença. Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus,” Ro 3:22-23. “Portanto, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens por isso que todos pecaram,” Ro 5:12. não há diferença, nem distinção. “Pois assim como por uma só ofensa veio o juízo sobre todos os homens para condenação, assim também por um só ato de justiça veio a graça sobre todos os homens para justificação da vida,” Ro 5:18.
  • 11. • “Mas a Escritura encerrou tudo debaixo do pecado, para que a promessa pela fé em Jesus Cristo fosse dada aos crentes,” Gl 3:22.
  • 12. • Todos pecamos, mas nem todos estão justificados. O mundo está dividido entre os culpados e os justificados. A justificação é restrita aos verdadeiros crentes em Jesus Cristo. Paulo usou o exemplo da justificação de Abraão pela fé, sem obras e antes da circuncisão para mostrar que ninguém é justificado pela lei ou cerimônia.. A circuncisão representa a lei. • Abraão foi justificado quando creu na palavra de Deus muitos anos antes da sua própria circuncisão e mais de quatro séculos antes da Lei de Moises! • Antes de crer em Cristo, estávamos condenados? Claro que sim. Agora que cremos, somos justificados perante o tribunal do céu? Claro que sim, pois não há condenação contra os justificados.
  • 13. 2 - Salvo pela graça mediante a fé
  • 14. • O que é Graça? • “...Por meio de quem obtivemos acesso pela fé a esta graça na qual agora estamos firmes; e nos gloriamos na esperança da glória de Deus..." (Romanos 5: 2) • Que é Graça? • Graça, na teologia cristã, é favor imerecido, livremente concedido por Deus aos indivíduos que são por meio dela redimidos e santificados. Graça (do hebraico hen) é mencionada neste sentido na escritura hebraica. No novo testamento, graça (do grego charis) é associada quase exclusivamente com a figura de Cristo. Pela morte expiatória de Cristo, foi revelado o ilimitado favor de Deus. • Graça é dar a alguém algo que não merece (vida eternal). Misericórdia é não dar a alguém algo que merece (morte eterna).
  • 15. • Graça é favor imerecido. Os anjos, que nada conhecem de pecado, não compreendem o que seja a aplicação da graça para com eles; mas nossa pecaminosidade requer a concessão da graça por parte de um Deus misericordioso.
  • 16. • “Em 1512, antes que Lutero ou Zwínglio houvessem iniciado a obra da Reforma, Lefèvre, escreveu: • ‘...É Deus que dá, pela fé, a justiça que, somente pela graça, justifica para a vida eterna...’ – Wylie. B. 13, cap. 1. • Tratando dos mistérios da redenção, exclamou: "Oh! que indizível grandeza a daquela permuta - é condenado Aquele que não tem pecado, e o que é culpado fica livre; o Bem- aventurado suporta a maldição, e o maldito recebe a bênção; a Vida morre, e os mortos vivem; a Glória é submersa em trevas, e é revestido de glória aquele que nada conhecia além da confusão de rosto!" - D'Aubigné, London ed., b. 12, cap. 2. GC 212.
  • 17. Graça é Poder • [O Senhor] me disse: “...A Minha graça te basta, por que o Meu poder se aperfeiçoa na fraqueza. De boa vontade, pois, me gloriarei nas minhas fraquezas, para que em mim habite o poder de Cristo..." 2 Corintios 12:9.
  • 18. • “Sem a graça de Cristo acha-se o pecador em estado desesperador; coisa alguma pode ser feita em seu favor; mas pela graça divina é comunicado ao homem poder sobrenatural, que opera em seu espírito, coração e caráter. • É pela comunicação da graça de Cristo que se discerne o pecado em sua natureza odiosa, sendo afinal expulso do templo da alma. • É pela graça que somos levados em comunhão com Cristo, para com Ele sermos associados na obra da salvação. • A fé é a condição sob a qual Deus houve por bem prometer perdão aos pecadores; não que exista na fé qualquer virtude pela qual se mereça a salvação, mas porque a fé pode prevalecer-se dos méritos de Cristo, o remédio provido para o pecado.”
  • 19. “...A fé é a mão que recebe o que Deus oferece...”
  • 20. 3 - Uma vida de amor e de boas obras
  • 21. • Jesus Cristo disse: “Eu sou a videira, vós os ramos. Quem permanece em mim, e eu, nele, esse dá muito fruto (Jo. 15:6). • Com estas palavras, o mestre nos ensinou que a nova vida é evidenciada através dos seus frutos. • As doutrinas da graça, longe de ensinarem um cristianismo apático e meramente teórico, nos estimula a ação. • Temos a promessa de que o Filho trabalhará por nosso intermédio. • Seremos instrumentos de Jesus Cristo, logo é natural que os frutos seja evidentes (Lc. 6:43-44).
  • 22. I - O que são boas obras • As boas obras são todo o cumprimento da vontade de Deus. • Tudo aquilo que ele nos pede em sua palavra. • Sejam preceitos que regulam a nossa conduta como indivíduos diante de Deus, em relação ao próximo ou à sociedade em geral.
  • 23. 1 - São provenientes da fé • Quando falamos de boas obras, precisamos ter em mente que nem tudo o que costumamos chamar de boas obras, na realidade o são segundo critérios bíblicos. • Podemos fazer muitas coisas que tenham uma boa aprovação social. Os ímpios inclusive também o fazem (Mt. 7:11; Rm. 2:14). Porém, a questão é, qual o princípio que nos leva a praticar boas ações? Quais os requisitos para que elas sejam consideradas boas obras diante de Deus? Pois a própria Bíblia afirma que os nossos melhores atos são considerados como “trapo da imundícia” (Is. 64:6). Se esta é a nossa situação e todas as nossas ações estão contaminadas pelo pecado, e não há ninguém bom sobre a terra (Sl. 14:1-3; Mt. 19:7; Rm. 3:10-12), como elas podem ser consideradas boas obras?
  • 24. • A resposta está em Hebreus 11:6 onde lemos que “...sem fé é impossível agradar a Deus...” . • Isto significa que os nossos atos de justiça ou as nossas boas obras, elas são aceitas diante de Deus, porque elas foram santificadas pelo sacrifício de Cristo Jesus.
  • 25. 2 - São para a glória de Deus • Outro princípio que devemos avaliar para sabermos se estamos ou não praticando boas obras, são as nossas intenções. Jesus advertiu severamente aos seus discípulos para que se guardassem de “exercer a justiça diante dos homens, como o fim de serdes vistos por eles” (Mt. 6:1) e também para que não fizéssemos nada pensando em recompensa (Mt. 6:3). • O que nos deve motivar à práticas das boas obras é nosso desejo de obedecer a Deus, que o seu nome seja glorificado (Mt. 5:16) e que seu reino seja estabelecido. “Portanto, quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus” (1 Co. 10:31).
  • 26. • Contudo, é importante salientar que mesmo trabalhando sempre para a glória de Deus, ele prometeu nos recompensar de uma forma justa no dia do seu juízo (Ec. 12:14; Mt. 16:27; 1 Co. 15:58; Hb. 6:10; 1 Pd. 1:17; Ap. 14:13; 22:12).
  • 27. II - Chamado para as boas obras 1 - Evidência da salvação • Nós não somos salvos pelas nossas boas obras. • Aliás, para que elas sejam boas, elas precisam brotar de um coração regenerado, precisa ser fruto de fé. • Contudo, também não fomos salvos para a inatividade (Mt. 3:8-10; 7:16-20; 12:33; 13:8; Lc. 3:8-9; 6:44; At. 2:10; Rm. 6:22; Cl. 1:10; 2 Ts. 2:16-17; 1 Tm. 2:10; 5:10; 2 Tm. 2:21; 3:17; Tt. 1:16; 2:7, 14; 3:8, 14; Hb. 10:24; Tg. 2:17; 1 Pd. 2:12)
  • 28. III - Obras de caráter pessoal • Por obras de caráter pessoal queremos somente reforçar aquilo que aprendemos quando estudamos sobre santificação.
  • 29. • São aquelas obras que tem a ver com o meu relacionamento com Deus. Podemos descrevê-las através das palavras do apóstolo Paulo: “Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio. Contra estas coisas não há lei.” (Gl. 5:22-23). • A pergunta que nos fazemos é, onde se dá o desempenho deste serviço e qual serviço é este? • Será somente o evangelismo? • Creio que não? • Jesus Cristo, como rei sobre todas as coisas, deseja que sejamos agentes transformadores numa sociedade corrompida e que através do nosso viver o seu reino seja proclamado. Isso inclui todas as áreas da nossa vida.
  • 30. • Portanto, o local do nosso “serviço” é o nosso trabalho, a política, o meio-ambiente, a família, a igreja, ou seja, cada local onde as leis do nosso Senhor Jesus Cristo precisam ser obedecidas. • Por isso, podemos falar de obras de caráter social.
  • 31. IV - Obras de caráter social Anthony Hoekema (1913-1988), teólogo reformado, escreveu: • “Somos santificados não apenas como membros do corpo de Cristo, mas como cidadãos do Reino de Deus. O reino de Deus é o seu reinado sobre todo o universo criado, dinamicamente ativo da história humana através de Jesus Cristo. Estar sujeito a esse reino significa obediência a Deus em cada área da vida.” • “Vós sois o sal da terra (...) Vós sois a luz do mundo. Não se pode esconder a cidade edificada sobre um monte; nem se acende uma candeia para colocá-la debaixo do alqueire, mas no velador, e alumia a todos os que se encontram na casa. Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus.” (Mt. 5:13-16)
  • 32. • Este ensinamento nos mostra que temos uma responsabilidade social muito grande, principalmente por que ela é produzida pelo motivo certo: a glória de Deus, e é fruto da nossa fé em Jesus Cristo. Porém , antes de prosseguirmos, precisamos fazer algumas considerações para que não percamos o foco de como deve ser o envolvimento social da igreja evangélica.
  • 33. 1 - Não confundirmos Igreja com Estado • É comum os ativistas sociais apelarem para os profetas do Antigo Testamento buscando argumentos para o seu trabalho social.
  • 34. • É verdade que eles denunciaram a injustiça e a opressão. • Porém, não podemos nos esquecer de que na nação teocrática de Israel, estado era igreja e igreja era estado. • Com isto não queremos dizer que não devamos ter uma mensagem profética contra estes abusos. • O que queremos enfatizar é que na nova dispensação há uma diferença bem definida entre igreja e estado. • Devemos denunciar e chamarmos os nossos governantes a juízo, nos posicionando quando necessário. • O que não podemos fazer é assumir o papel do Estado.
  • 35. • A igreja deve preparar bons cidadãos, para que contribuam com a formação de um bom Estado e não assumir a responsabilidade deste.
  • 36. 2- O modismo • Este é outro perigo. • De tempos em tempos somos acometidos por modismo, e a igreja também está sujeita a isto. • O terceiro setor tem sido amplamente discutido. Debate-se muito sobre a responsabilidade social. • Porém, devemos trabalhar, não movidos por modismos e sim pelas motivações corretas. • Proclamar a glória de Deus, expressando assim a nossa fé em Jesus Cristo. • Se assim fizermos, os modismos virão e irão, mas nunca abandonaremos o nosso trabalho e sempre teremos uma perspectiva cristã correta do mesmo.
  • 37. 3- Não perdermos de vista as prioridades • É importante e necessário o nosso envolvimento social, porém a Bíblia nos dá algumas prioridades quanto ao exercício do mesmo.
  • 38. • Deus também manda chuva e sol sobre maus e bons (Mt. 5:45), concedendo fartura e alegria até mesmo aos pagãos panteístas (At. 14:17). • Logo, se devemos amar e fazer o bem até mesmo aos nossos inimigos (Mt. 5:44), não deveríamos ajudar os nossos compatriotas, aqueles que passam fome, desabrigados, injustiçados e lembrarmo-nos dos encarcerados (Hb. 10:34; 13:1-3). • Aliás, não seria a pregação do evangelho o maior bem que poderíamos fazer a alguém? Não é este o maior tesouro que possuímos e é justamente este que temos que repartir? Porém, a Bíblia nos orienta a antes de sair e ajudar os estrangeiros, lembrarmo-nos dos da nossa casa, os da família da fé.
  • 39. • Devemos ser diligentes no auxílio tanto aos de fora, como aos da própria igreja, aos nossos irmãos, os quais o Senhor chama de pequeninos (Mt. 10:42; 11:25; 18:6; 25:40, 45; Mc. 9:42 Lc. 10:21).
  • 40. 3.1 - Ação social - A igreja, quando possuir condições para tal, ela pode e deve se envolver na ação social. • Temos diversos exemplos bíblicos de como, tanto indivíduos como igreja se envolviam nesta tarefa (At. 9:36; 2 Co. 9:8-11; 1 Tm. 6:17-18; Tt. 3:14; Hb. 10;24; Tg. 2:14-17). Isto pode ser feito de duas formas: a - envolvimento pessoal • Não precisamos de uma instituição organizada para ajudarmos aos pobres. • Tal como Dorcas (At. 9:36), podemos nos envolver pessoal e informalmente nesta tarefa.
  • 41. B -envolvimento organizacional • Podemos também, como igreja, desenvolver alguma atividade organizada, com pessoas devidamente preparadas para tal, a fim de atender alguma necessidade da sociedade local. • É importante que cada cristão reconheça a sua vocação e seus dons.
  • 42. Conclusão • “Concluímos que a santificação não é completa sem a preocupação social. • A santificação significa que devemos promover a justiça para todos, através da legislação, da ação política e através da mídia. • Devemos nos opor a toda forma de injustiça: racismo, opressão de minorias, o tratamento dos trabalhadores como se fosse máquinas e não gente, etc. Santificação significa oposição à demanda pelo aborto, pois causa a morte de milhões de potenciais portadores da imagem de Deus.
  • 43. • Santificação significa preocupação com a educação das crianças; isso implica não só o estabelecimento e manutenção de boas escolas cristãs, mas o cuidado com o bem estar das escolas públicas.
  • 44. • Crescer em santificação requer preocupação com o ambiente – usando nossa influência para se opor à poluição do ar e da água, ao corte irresponsável das florestas, etc. • Isso significa sofrer pela fome mundial e trabalhar pelo alívio da pobreza. • Significa envolver-se na luta contra as drogas, na reabilitação de drogados e na restauração dos alcoólicos. • Isso inclui a preocupação com melhores prisões e por programas de redução do crime. • Significa diligência na obra pela paz mundial e o fim da desastrosa corrida armamentista nuclear.”