Mergulho no texto Prof. Ewerton Rezer Gindri Apresentação baseada no programa GESTAR II – TP04
Por que e para que perguntar
O processo da leitura pode ser considerado uma sequência de perguntas/hipóteses que o leitor faz em torno do texto. Por is...
As perguntas exigem de nós posturas diferentes com relação às respostas dos alunos. <ul><li>A) Se a questão pede apenas a ...
<ul><li>B) Se a pergunta supõe inferências, e elas caminharam para uma compreensão inadequada ou incorreta, temos de busca...
<ul><li>C) Se a pergunta pressupõe respostas variáveis, em função de valores, nenhuma pode ser considerada “errada”, embor...
<ul><li>E) A pergunta em torno da relação do texto com outros textos ou outras manifestações artísticas, tem clara ligação...
As perguntas formuladas aos nossos alunos serão tanto mais pertinentes quanto mais “conhecemos” o texto e suas condições d...
Como chegar à estrutura do texto?
<ul><li>A organização do texto evidencia o plano do autor para fazer o leitor seu cúmplice na construção de um significado...
 
Como descobrir as partes que compõem o texto? <ul><li>Tome os parágrafos (ou estrofes) como ponto de partida. </li></ul><u...
O plano de criação do texto, consciente ou inconscientemente estabelecido pelo autor, evidencia-se numa estrutura, revelad...
Quando queremos aprender
<ul><li>Lentamente;  </li></ul><ul><li>Repetidamente;  </li></ul><ul><li>Atentamente;  </li></ul><ul><li>Sistematicamente....
Vamos pensar?  Leitura página 147.
A produção textual  Crenças, teorias e fazeres.
Crenças... <ul><li>Muitos acreditam que ser escritor é um dom que a pessoa desenvolveria naturalmente e que, mesmo sem a i...
<ul><li>Outras pessoas não acreditam na existência de um dom que se desenvolveria sem intervenção, mas que há pessoas que,...
<ul><li>Há, ainda, aqueles que acreditam no dom, mas que este deve ser despertado e desenvolvido com a contribuição da esc...
Qual é a sua crença?
A seguir enumeramos quatro hipóteses importantes que influenciam a pedagogia da escrita, além daquela do dom. <ul><li>A es...
 
O ensino da escrita como prática comunicativa
<ul><li>Os alunos, quando começam a desenvolver a escrita, produzem textos utilizando estratégias similares às usadas quan...
<ul><li>Os escritores maduros planejavam e revisavam antes, durante e depois da escrita, considerando elementos como o ass...
A ESCRITA E SEU DESENVOLVIMENTO COMUNICATIVO
A proposta de John Harris e Jeff Wilkinson sobre a hierarquização das dimensões dos gêneros, dependendo da situação socioc...
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Apresentação sobre a estrutura textual, baseada no TP04 do programa GESTAR II. Os textos são, em sua maioria, retirados do referido caderno de Teoria e Prática.

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Mergulho no texto

  1. 1. Mergulho no texto Prof. Ewerton Rezer Gindri Apresentação baseada no programa GESTAR II – TP04
  2. 2. Por que e para que perguntar
  3. 3. O processo da leitura pode ser considerado uma sequência de perguntas/hipóteses que o leitor faz em torno do texto. Por isso mesmo, nossas perguntas devem ajudar nosso aluno a avançar na formulação de suas próprias perguntas, caminhando para uma leitura autônoma.
  4. 4. As perguntas exigem de nós posturas diferentes com relação às respostas dos alunos. <ul><li>A) Se a questão pede apenas a extração de dados claros no texto, podemos pretender uma resposta praticamente igual de todos os alunos. Se houve discrepâncias, nosso trabalho será o de ajudar o aluno a reler o texto para encontrar o dado pretendido. </li></ul>
  5. 5. <ul><li>B) Se a pergunta supõe inferências, e elas caminharam para uma compreensão inadequada ou incorreta, temos de buscar, por meio de outras perguntas, a forma de garantir respostas possíveis para o texto. </li></ul>
  6. 6. <ul><li>C) Se a pergunta pressupõe respostas variáveis, em função de valores, nenhuma pode ser considerada “errada”, embora possa merecer comentários e registros do professor, se se tratar de um preconceito, de uma intolerância. </li></ul><ul><li>D) Se a pergunta vai no sentido da expressão do gosto do aluno, não há respostas erradas. No máximo, o professor pode registrar as opiniões para orientá-lo em outras escolhas de texto. </li></ul>
  7. 7. <ul><li>E) A pergunta em torno da relação do texto com outros textos ou outras manifestações artísticas, tem clara ligação com os conhecimentos prévios dos alunos. Podem ser acionados pelo professor, no caso de ele saber ou supor que eles têm conhecimentos relacionados com o texto. </li></ul><ul><li>Mas pode ocorrer que a turma tenha poucos conhecimentos a serem acionados. Nesse caso, podemos fazer o percurso inverso: se o texto interessar ao grupo, peça que procurem outros textos ou comunicações que se relacionem com o que foi lido. </li></ul>
  8. 8. As perguntas formuladas aos nossos alunos serão tanto mais pertinentes quanto mais “conhecemos” o texto e suas condições de produção, mas também quanto mais conhecemos nossa turma e temos claros os objetivos da leitura do texto escolhido.
  9. 9. Como chegar à estrutura do texto?
  10. 10. <ul><li>A organização do texto evidencia o plano do autor para fazer o leitor seu cúmplice na construção de um significado. Percebê-la é, pois, aproximar-se do significado pretendido pelo autor. </li></ul>Você concorda?
  11. 12. Como descobrir as partes que compõem o texto? <ul><li>Tome os parágrafos (ou estrofes) como ponto de partida. </li></ul><ul><li>Sublinhe a idéia ou as idéias que lhe parecem mais importantes em cada parágrafo. </li></ul><ul><li>Marque os termos de relação entre idéias, se as relações estão claramente apresentadas. </li></ul><ul><li>Escreva um texto de no máximo três frases apresentando o que compreendeu do texto. </li></ul>
  12. 13. O plano de criação do texto, consciente ou inconscientemente estabelecido pelo autor, evidencia-se numa estrutura, reveladora de seu pensamento. Por isso, estabelecer a estrutura do texto lido é um dos melhores caminhos para se chegar a seu significado global.
  13. 14. Quando queremos aprender
  14. 15. <ul><li>Lentamente; </li></ul><ul><li>Repetidamente; </li></ul><ul><li>Atentamente; </li></ul><ul><li>Sistematicamente. </li></ul><ul><li>... </li></ul>Quando se lê para aprender, lê-se...
  15. 16. Vamos pensar? Leitura página 147.
  16. 17. A produção textual Crenças, teorias e fazeres.
  17. 18. Crenças... <ul><li>Muitos acreditam que ser escritor é um dom que a pessoa desenvolveria naturalmente e que, mesmo sem a intervenção de alguém, de um professor, escreveria bem. </li></ul>
  18. 19. <ul><li>Outras pessoas não acreditam na existência de um dom que se desenvolveria sem intervenção, mas que há pessoas que, por algum motivo, desenvolveram uma habilidade diferenciada, uma facilidade para escrever. Se é assim, a escola, então, tem que dar todo o apoio a todos, mesmo sendo diferentes quanto ao domínio de habilidades e competências. </li></ul>
  19. 20. <ul><li>Há, ainda, aqueles que acreditam no dom, mas que este deve ser despertado e desenvolvido com a contribuição da escola. </li></ul>
  20. 21. Qual é a sua crença?
  21. 22. A seguir enumeramos quatro hipóteses importantes que influenciam a pedagogia da escrita, além daquela do dom. <ul><li>A escrita é uma transcrição da fala; </li></ul><ul><li>Só se escreve utilizando a norma padrão; </li></ul><ul><li>Todo bom leitor é um bom escritor; </li></ul><ul><li>Na escola escreve-se para produzir textos narrativos, descritivos e dissertativos. </li></ul>
  22. 24. O ensino da escrita como prática comunicativa
  23. 25. <ul><li>Os alunos, quando começam a desenvolver a escrita, produzem textos utilizando estratégias similares às usadas quando se comunicam oralmente com outra pessoa. </li></ul>
  24. 26. <ul><li>Os escritores maduros planejavam e revisavam antes, durante e depois da escrita, considerando elementos como o assunto, a audiência, o objetivo. </li></ul>
  25. 27. A ESCRITA E SEU DESENVOLVIMENTO COMUNICATIVO
  26. 28. A proposta de John Harris e Jeff Wilkinson sobre a hierarquização das dimensões dos gêneros, dependendo da situação sociocomunicativa: <ul><li>1- Consciência da audiência; </li></ul><ul><li>2- relevância do conteúdo; </li></ul><ul><li>3- sequência da informação; </li></ul><ul><li>4- nível de formalidade; </li></ul><ul><li>5- função da comunicação; </li></ul><ul><li>6- convenção (formato do documento). </li></ul>Todas essas dimensões se inter-relacionam

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