Ensinai homilética 03

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Ensinai homilética 03

  1. 1. HOMILÉTICA
  2. 2. INTRODUÇÃO É desejo de todo pregador (ou deveria ser) que seus ouvintes entendam a sua mensagem. No entanto para atingir esse objetivo é preciso que o mesmo apresente ao povo um sermão bem preparado. A estrutura do esboço é a mesma da pregação. O esboço será um roteiro para o pregador não se perder durante a pregação, ou mesmo para não se esquecer dos pontos mais importantes da mensagem. Em outras palavras, é um mapa com alguns pontos de referência.
  3. 3. Portanto, veremos cinco elementos básico para preparar uma boa mensagem: 1) Compreender o texto bíblico. 2) Escolher o tema da mensagem. 3) Delinear de forma clara o assunto. 4) Esquematizar a mensagem ou esboço à luz do assunto. 5) Decidir como manter a atenção dos ouvintes mantendo-os interessados. Mas para conseguir transmitir ao povo uma mensagem clara e eficaz, é preciso preparar cuidadosamente cada parte do sermão.
  4. 4. São seis as partes principais do sermão: 1) Tema. 2) Texto. 3) Introdução. 4) Preposição. 5) Desenvolvimento. 6) Conclusão.
  5. 5. TEMA É o primeiro item do sermão a ser definido. Ele precisa ser estabelecido com muita clareza pelo pregador. É o assunto, a verdade principal vai expressar a ideia central do sermão. Todo sermão gira em torno tema e resume o conteúdo da mensagem.
  6. 6. Critérios para a escolha do tema Veremos três critérios: 1) Relevância. 2) Pertinência. 3) Afinidade com as Escrituras.
  7. 7. Relevância. O tema relevante é aquele que tem importância para os ouvintes (Jd 3). Perguntas que devem ser feitas pelo pregador:  O tema escolhido é relevante e despertará o interesse do público?  Ele exercerá efeito transformador sobre os ouvintes?
  8. 8. Pertinência. O tema também deve ser pertinente, apropriado aos objetivos do pregador. Um tema pertinente é aquele que vai valer apena ouvir. É preciso dar peso naquilo que vai ser apresentado. Declarações fracas, informações equivocados e divagações enfraquecem o tema. O pregador precisa estar seguro em suas afirmações. Conhecer a Bíblia é um bom começo! O desvio do tema torna-o cansativo e confuso.
  9. 9. Afinidade com as Escrituras. O sermão tem que ser essencialmente bíblico. A Bíblia é a fonte suprema da pregação cristã. Diferença entre tema e título: O tema é o assunto do sermão. O título é a palavra ou expressão que identifica o tema. O título embeleza o assunto.
  10. 10. TEXTO O texto é a passagem na qual o sermão é fundamentado. Proclamar as verdades das Escrituras deves ser a missão do pregador. O texto sagrado faz o pregador lembrar que a mensagem não é dele, e sim de Deus. A escolha do texto, assim como a do tema, deve obedecer a determinados critérios. Vejamos:
  11. 11. Relação direta com o assunto. O pregador deve encontrar o texto adequado ao tema. Clareza. O pregador deve preferir textos de conteúdo claro e com ideias inteligíveis. Deve evitar textos obscuro.
  12. 12. Objetividade. Um texto para ser objetivo é preciso oferecer uma resposta direta às necessidades do povo. É preciso ser objetivo em sua utilização. Portanto os textos que apresentam dificuldades hermenêutica devem ser evitados. Conformidade com os conhecimentos do pregador. Muitos pregadores arriscam discorrer sobre texto que não compreendem perfeitamente. Pregador inseguro não tem credibilidade. Os ouvintes percebem a sua insegurança e desconfiam de suas afirmações.
  13. 13. INTRODUÇÃO As ideias básicas do tema está implícito na introdução. É importante que introdução seja feita após a conclusão do sermão. Ela deve estar ligada ao pensamento central do sermão ou texto. Alguns critérios devem ser seguido pelo pregador na elaboração da introdução. Vejamos.
  14. 14. Alguns critérios devem ser seguido pelo pregador na elaboração da introdução. Vejamos:  Brevidade.  Objetividade.  Criatividade.  Verdade. PREPOSIÇÃO É uma declaração simples do assunto que o pregador se propõe:  Apresentar.  Desenvolver.  Provar.  Explicar. É uma afirmativa da principal lição espiritual ou verdade eterna do sermão.
  15. 15. DESENVOLVIMENTO É a parte principal do sermão, pois contém o corpo ou plano do mesmo. As divisões, subdivisões e a discussão do assunto são encontrado no desenvolvimento do sermão. Aqui, três elementos se destacam: 1) A transição. 2) As ilustrações. 3) A aplicação.
  16. 16. O sermão é uma unidade, porém cada divisão é diferente uma da outra. Para evitar mudanças bruscas de uma divisão para outra é preciso o recurso da transição, onde uma palavra-chave permite a ligação entre a preposição ou divisão. Divisões ou tópicos. Deve haver:  Distinção entre as divisões.  Harmonia das divisões.  Subdivisões.
  17. 17. Discussão ou argumentação. É o desdobramento das ideias que foram delineadas nas divisões e subdivisões. Cinco características deve ser apresentada na discussão. Veremos: 1) Unidade. 2) Proporção. 3) Progressão. 4) Brevidade. 5) Clareza.
  18. 18. Ilustrações. É a ação de esclarecer e transmitir as ideias. Ela dá ao sermão:  Vida.  Energia  Brilho. A ilustração embeleza a mensagem e facilita a sua compreensão. Vejamos algumas razões para o uso das ilustrações:
  19. 19. A ilustração:  Torna o sermão mais atraente.  Esclarece o conceito ou ideia do sermão.  Serve para provar o argumento ou discussão. Critérios para o uso das ilustrações:  Deve ser adequada.  Deve ter credibilidade.  Deve ter informações exatas. Fontes de ilustrações:  Experiências pessoais.  O cotidiano.  Literatura.  Manchetes.
  20. 20. Aplicação: É o momento em que o pregador vai levar o ouvinte a aceitação da mensagem. Por isso a aplicação envolve o apelo, e aqui o pregador precisa estar ciente da proposta que deseja fazer ao seu público. Conclusão: É o desfecho do sermão. Ela expõe de maneira breve e incisiva, a ideia principal do sermão levando o ouvinte a uma mudança de vida. É essa a ideia que pregador precisa ter em mente ao elaborar a conclusão.

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