SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 32
Biologia
Tema:
Ecologia
Prof. Marcos
Corradini
marcosgdr@hotmail.com
Relações EcológicasRelações Ecológicas
1) Introdução
A interação dos diversos organismos que constituem uma comunidade
biológica são genericamente denominadas relações ecológicas, e costumam
ser classificadas pelos biólogos em intra-específicas, interespecíficas,
harmônicas e desarmônicas.
 Relações intra-específicas: São as que se estabelecem entre indivíduos de
uma mesma espécie.
 Relações interespecíficas: São as que se estabelecem entre indivíduos de
espécies diferentes.
 Relações harmônicas: Pelo menos uma das espécies se beneficia e não há
prejuízo para nenhuma das partes associadas.
 Relações desarmônicas: Uma ou ambas as espécies são prejudicadas.
Relações EcológicasRelações Ecológicas
2) Resumo
Relações Harmônicas
Intra-Específica Colônias
Sociedades
Interespecífica
Mutualismo
Protocooperação
Comensalismo
Relações Desarmônicas
Intra-Específica Competição intra-específica
Canibalismo
Interespecífica
Competição interespecífica
Predatismo
Parasitismo
Amensalismo
Esclavagismo
Relações EcológicasRelações Ecológicas
3) Relações Intra-específicas Harmônicas
I) Colônia: São associações entre indivíduos da mesma espécie, unidos
fisicamente entre si, podendo ou não ocorrer divisão de trabalho.
Ex: Corais, bactérias (estreptococos), caravela
II) Sociedade: São associações entre indivíduos da mesma espécie, organizados
de modo cooperativo e não ligados anatomicamente.
Ex: sociedade dos insetos: abelhas, formigas, vespas.
Obs.: Na sociedade das abelhas as funções dos indivíduos são bem definidas,
havendo três castas sociais: rainha, zangão e operárias.
Relações EcológicasRelações Ecológicas
Vídeo
Sociedade
Vídeo
Colônia
3) Relações Intra-específicas Harmônicas
I) Colônia - Caravela
Relações EcológicasRelações Ecológicas
3) Relações Intra-específicas Harmônicas
II) Sociedade: Abelhas
Relações EcológicasRelações Ecológicas
4) Relações Interespecíficas Harmônicas
I) Mutualismo: É a associação entre indivíduos de espécies diferentes, necessária
à sobrevivência dos participantes e que beneficia ambos.
Ex:
o Líquens: (associação entre algas ou cianobactérias e fungos)
o Bacteriorriza: Associação formada por bactérias do gênero Rhizobium com
raízes de leguminosas, como o feijão.
o Herbívoros e Protozoários.
Relações EcológicasRelações Ecológicas
Bactérias em raízes de leguminosas
4) Relações Interespecíficas Harmônicas
II) Protocooperação: É a associação entre indivíduos de espécies diferentes em
que ambos se beneficiam, mas a existência não é obrigatória.
Ex:
o Paguro e anêmonas do mar
o Cervo e pássaro anu
o Pássaro palito e jacaré
o Insetos polinizadores e angiospermas
Relações EcológicasRelações Ecológicas
Vídeo Protocooperação
4) Relações Interespecíficas Harmônicas
III) Comensalismo: É a associação entre espécies diferentes, na qual uma
espécie é beneficiada sem causar prejuízo ou benefício a outra.
 Comensalismo típico: Relação em que uma espécie se alimenta de restos
alimentares de outra, sem prejudicá-la. Ex: Abutres, que aproveitam restos
das presas dos leões.
 Inquilinismo: Relação ecológica em que uma espécie inquilina vive sobre
ou no interior de uma espécie hospedeira, sem prejudicá-la. Nos vegetais
essa associação recebe o nome de epifitismo. Ex: Bromélias.
 Forésia: Relação na qual uma espécie usa a outra como meio de
transporte. Ex: Tubarão e rêmoras.
Relações EcológicasRelações Ecológicas
5) Relações Intra-específicas Desarmônicas
I) Competição Intra-específica: Ocorre entre indivíduos da mesma espécie, e é
motivada por disputas por território, alimento e companheiro sexual.
Obs.: A competição é um fator que regula o tamanho da população
II) Canibalismo: Relação na qual um organismo se alimenta de outro da mesma
espécie.
Ex: Louva-Deus; Aranha viúva negra.
Relações EcológicasRelações Ecológicas
6) Relações Interespecíficas Desarmônicas
I) Competição Interespecífica: Ocorre entre indivíduos de espécies diferentes.
Geralmente ocorre quando duas espécies apresentam sobreposição de nichos
ecológicos.
 A disputa pelo mesmo recurso ambiental é um importante fator no
controle do tamanho das populações.
 Quando uma competição é muito severa uma das espécies pode ser
eliminada (extinta) ou obrigada a emigrar.
 A introdução de espécies exóticas têm causado graves impactos ambientais
devido ao fato dessas espécies competirem pelos mesmos recurso que
espécies nativas.
Relações EcológicasRelações Ecológicas
6) Relações Interespecíficas Desarmônicas
I) Competição Interespecífica
Relações EcológicasRelações Ecológicas
Paramécios cultivados isolados
apresentam elevada densidade
populacional
Cultivados juntos a espécie de
Paramecium caudatum tem sua
população reduzida devido à intensa
competição com Paramecium aurelia.
6) Relações Interespecíficas Desarmônicas
II) Predatismo: Ocorre quando organismo predadores matam indivíduos da
população de presas para deles se alimentarem.
Ex: Leões e girafas.
Obs.: A relação presa-predador pode ser um fator regulador da densidade
populacional de ambos.
Presa
Predador
Nº de indivíduos
Tempo
Relações EcológicasRelações Ecológicas
6) Relações Interespecíficas Desarmônicas
II) Predatismo:
Relações EcológicasRelações Ecológicas
6) Relações Interespecíficas Desarmônicas
II) Predatismo:
Relações EcológicasRelações Ecológicas
Vídeo: Predatismo Percevejo e formigas Vídeo: Predatismo Aranha e Abelha
6) Relações Interespecíficas Desarmônicas
III) Parasitismo: Relação na qual uma das espécies, o parasita, obtêm
nutrientes e moradia no corpo de indivíduos vivos da espécie hospedeira.
Endoparasitismo: O parasita vive no interior do corpo do hospedeiro.
Ex: Protozoários flagelados e cupim.
Ectoparasitismo: Quando o parasita vive na superfície do hospedeiro.
Ex: Piolho e homem.
Holoparasita: Planta parasita que obtém seiva bruta e elaborada as custas da
planta hospedeira. Ex: Cipó-chumbo.
Hemiparasita: Planta parasita que obtém somente seiva bruta as custas da
planta hospedeira. Ex: Erva de passarinho.
Relações EcológicasRelações Ecológicas
 O parasitismo é fator regulador do tamanho de uma população.
 Geralmente os parasitas não matam os hospedeiros, pois dependem destes para
sobreviverem.
 O parasitismo é fator regulador do tamanho de uma população.
 Geralmente os parasitas não matam os hospedeiros, pois dependem destes para
sobreviverem.
6) Relações Interespecíficas Desarmônicas
III) Parasitismo
Erva-de-passarinho Cipó chumbo
Pernilongo
Relações EcológicasRelações Ecológicas
6) Relações Interespecíficas Desarmônicas
III) Parasitismo
Relações EcológicasRelações Ecológicas
Vídeo: Endoparasitismo Mosca-do-Berne
6) Relações Interespecíficas Desarmônicas
IV) Amensalismo: Também chamado de antibiose, uma espécie denominada
inibidora libera substâncias que impedem o crescimento e a reprodução de
outra denominada amensal.
Ex: Algas pirrófitas e animais marinhos (Maré vermelha).
Algas Pirrófitas
Relações EcológicasRelações Ecológicas
6) Relações Interespecíficas Desarmônicas
V) Esclavagismo: Uma espécie se beneficia do trabalho de outra.
Ex: Chupim.
Essa espécie de pássaro bota seus ovos no ninho de outras espécies, que passa
a chocá-los até a eclosão.
Relações EcológicasRelações Ecológicas
Pássaro Chupim
Vídeo
Resumo
Relações EcológicasRelações Ecológicas
(+) espécie beneficiada
(-) espécie prejudicada
7) Formas Especiais de Adaptação
a) Camuflagem: Forma de adaptação na qual um organismo se parece com o
ambiente, confundindo-se com ele na cor e/ou na forma.
b) Mimetismo: Forma de adaptação na qual uma espécie se beneficia por
assemelhar-se a outras
Relações EcológicasRelações Ecológicas
7) Formas Especiais de Adaptação
a) Camuflagem: Forma de adaptação na qual um organismo se parece com o
ambiente, confundindo-se com ele na cor e/ou na forma.
Relações EcológicasRelações Ecológicas
7) Formas Especiais de Adaptação
Relações EcológicasRelações Ecológicas
7) Formas Especiais de Adaptação
b) Mimetismo: Forma de adaptação na qual uma espécie se beneficia por
assemelhar-se a outras
Relações EcológicasRelações Ecológicas
7) Formas Especiais de Adaptação
b) Mimetismo
Relações EcológicasRelações Ecológicas
7) Formas Especiais de Adaptação
c) Aposematismo: Forma de adaptação na qual uma espécie exibe cores
chamativas para advertir seus possíveis predadores quanto a seu paladar
desagradável ou pelo veneno que possui.
Relações EcológicasRelações Ecológicas
5) Relações Ecológicas - Exercícios
1) A associação de bactérias que vivem na pança de mamíferos ruminantes, com esses
animais, é classificada como:
a) Comensalismo
b) Amensalismo
c) Inquilinismo
d) Parasitismo
e) Mutualismo
2) (UFMG) Para proteger os ovos das galinhas, o homem mata o gambá. A relação
ecológica que se estabelece entre o homem e o gambá, denomina-se:
a) Competição
b) Mutualismo
c) Parasitismo
d) Predação
e) Protocooperação
Resposta: Letra e
Resposta: Letra d
Relações EcológicasRelações Ecológicas
5) Relações Ecológicas - Exercícios
3) (FUVEST) Várias espécies de eucaliptos produzem certas substâncias que, dissolvidas
pelas águas da chuva e transportadas dessa maneira ao solo, dificultam o crescimento
de outros vegetais. Por essa razão, muitas florestas de eucaliptos no Brasil não
possuem plantas herbáceas ou gramíneas à sua sombra. O fato descrito ilustra um
exemplo de:
a) Competição intra-específica
b) Mutualismo
c) Comensalismo
d) Predatismo
e) Amensalismo
4) (PUC-MG) Não é relação harmônica interespecífica
a) Protocooperação
b) Inquilinismo
c) Mutualismo
d) Sociedade
e) Comensalismo
Resposta: Letra e
Resposta: Letra d
Relações EcológicasRelações Ecológicas
5) Relações Ecológicas - Exercícios
5) (UFMG) Podem organizar-se em sociedades
a) As aranhas
b) Os besouros
c) Os gafanhotos
d) As traças
e) As vespas
6) (PUC-MG) Não é relação harmônica intra-específica
a) Sociedade
b) Colônia
c) Canibalismo
d) Mutualismo
Resposta: Letra e
Resposta: Letra d
Relações EcológicasRelações Ecológicas
UFMG
2004
Resposta: Letra b
5) Relações Ecológicas - Exercícios
8) (PUC-MG) Entre as abelhas melíferas que não possuem ferrão, existe uma espécie que
invade a colméia de outra, a fim de roubar o mel elaborado por elas. O tipo de relação
ecológica descrito é:
a) Parasitismo
b) Predatismo
c) Amensalismo
d) Esclavagismo
e) Mutualismo
9) (UERJ) Ervas de passarinho são plantas que retiram de outras plantas água e sais
minerais. Seus frutos atraem aves que, por sua vez, irão dispersar as suas sementes.
Os tipos de interações entre seres vivos exemplificadas acima também são
desenvolvidas, respectivamente pelas seguintes duplas:
a) Carrapato e cachorro; boi e anu
b) Boi e anu; tamanduá e formiga
c) Orquídea e árvore; tamanduá e formiga
d) Orquídea e árvore; tamanduá e cachorro
Resposta: Letra d
Resposta: Letra a
Relações EcológicasRelações Ecológicas

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Mais procurados (20)

Reino animal
Reino animalReino animal
Reino animal
 
Ecologia
Ecologia Ecologia
Ecologia
 
Relações ecológicas entre seres vivos
Relações ecológicas entre seres vivosRelações ecológicas entre seres vivos
Relações ecológicas entre seres vivos
 
Os cinco Grandes Reinos- classificação dos seres vivos.
Os cinco Grandes Reinos- classificação dos seres vivos. Os cinco Grandes Reinos- classificação dos seres vivos.
Os cinco Grandes Reinos- classificação dos seres vivos.
 
Ecossistemas
EcossistemasEcossistemas
Ecossistemas
 
Taxonomia
TaxonomiaTaxonomia
Taxonomia
 
Ecologia comunidades
Ecologia comunidadesEcologia comunidades
Ecologia comunidades
 
Ciclos Biogeoquímicos
Ciclos BiogeoquímicosCiclos Biogeoquímicos
Ciclos Biogeoquímicos
 
Pirâmides ecológicas
Pirâmides ecológicasPirâmides ecológicas
Pirâmides ecológicas
 
Nomenclatura taxonomia
Nomenclatura taxonomiaNomenclatura taxonomia
Nomenclatura taxonomia
 
Fluxo de energia e pirâmides ecológicas
Fluxo de energia e pirâmides ecológicasFluxo de energia e pirâmides ecológicas
Fluxo de energia e pirâmides ecológicas
 
Genética
GenéticaGenética
Genética
 
IV. 1 Formação de novas espécies
IV. 1 Formação de novas espéciesIV. 1 Formação de novas espécies
IV. 1 Formação de novas espécies
 
Diversidade da vida - Reinos e domínios
Diversidade da vida - Reinos e domíniosDiversidade da vida - Reinos e domínios
Diversidade da vida - Reinos e domínios
 
Filogenia e a Árvore da Vida
Filogenia e a Árvore da VidaFilogenia e a Árvore da Vida
Filogenia e a Árvore da Vida
 
Aula ecologia.
Aula ecologia.Aula ecologia.
Aula ecologia.
 
Ecologia - Introdução
Ecologia - IntroduçãoEcologia - Introdução
Ecologia - Introdução
 
Reino Monera
Reino MoneraReino Monera
Reino Monera
 
Os Vertebrados
Os VertebradosOs Vertebrados
Os Vertebrados
 
Reino Fungi
Reino FungiReino Fungi
Reino Fungi
 

Destaque (20)

Romantismo
RomantismoRomantismo
Romantismo
 
Aula Relações Ecológicas
Aula Relações EcológicasAula Relações Ecológicas
Aula Relações Ecológicas
 
Relações ecológicas
Relações ecológicasRelações ecológicas
Relações ecológicas
 
Relações ecológicas
Relações ecológicasRelações ecológicas
Relações ecológicas
 
Relacoes ecologicas
Relacoes ecologicasRelacoes ecologicas
Relacoes ecologicas
 
Aula de relações ecológicas
Aula de relações ecológicasAula de relações ecológicas
Aula de relações ecológicas
 
7 ano relações ecológicas seres vivos e o sol
7 ano relações ecológicas seres vivos e o sol7 ano relações ecológicas seres vivos e o sol
7 ano relações ecológicas seres vivos e o sol
 
Relações ecológicas 6º ano
Relações ecológicas 6º anoRelações ecológicas 6º ano
Relações ecológicas 6º ano
 
3 mitose-e-meiose3 (1)
3 mitose-e-meiose3 (1)3 mitose-e-meiose3 (1)
3 mitose-e-meiose3 (1)
 
Reprodução humana
Reprodução humanaReprodução humana
Reprodução humana
 
Mitose e Meiose
Mitose e MeioseMitose e Meiose
Mitose e Meiose
 
M1c
M1cM1c
M1c
 
Cpiaderepresentaescartogrficasescalaseprojees 120518171158-phpapp02 (1)
Cpiaderepresentaescartogrficasescalaseprojees 120518171158-phpapp02 (1)Cpiaderepresentaescartogrficasescalaseprojees 120518171158-phpapp02 (1)
Cpiaderepresentaescartogrficasescalaseprojees 120518171158-phpapp02 (1)
 
SEMANA 23
SEMANA 23SEMANA 23
SEMANA 23
 
SEMANA 14
SEMANA 14SEMANA 14
SEMANA 14
 
SEMANA 13
SEMANA 13SEMANA 13
SEMANA 13
 
SEMANA 18
SEMANA 18SEMANA 18
SEMANA 18
 
Revisão de Física 1
Revisão de Física 1Revisão de Física 1
Revisão de Física 1
 
SEMANA 24
SEMANA 24SEMANA 24
SEMANA 24
 
SEMANA 17
SEMANA 17SEMANA 17
SEMANA 17
 

Semelhante a Relações Ecológicas

Aula 6º e 7º ano BOMM - Relações Ecologicas - Muito BOMMM.ppt
Aula 6º e 7º ano BOMM - Relações Ecologicas - Muito BOMMM.pptAula 6º e 7º ano BOMM - Relações Ecologicas - Muito BOMMM.ppt
Aula 6º e 7º ano BOMM - Relações Ecologicas - Muito BOMMM.pptRodrigoLucas51
 
Aula relações ecológicas
Aula relações ecológicasAula relações ecológicas
Aula relações ecológicasMarcia Bantim
 
Relações ecológicas
Relações ecológicasRelações ecológicas
Relações ecológicasURCA
 
Aula Ecologia introdução para o setimo ano
Aula Ecologia introdução para o setimo anoAula Ecologia introdução para o setimo ano
Aula Ecologia introdução para o setimo anoPatriciaZanoli
 
Aula_Ecologia_Geral Cetisa.ppsx
Aula_Ecologia_Geral Cetisa.ppsxAula_Ecologia_Geral Cetisa.ppsx
Aula_Ecologia_Geral Cetisa.ppsxFranciscoSallas1
 
Ecologia com exercícios
Ecologia com exercíciosEcologia com exercícios
Ecologia com exercícioshelder raposo
 
população, Biologia, 4° Bimestre Professora Raquel
 população, Biologia,  4° Bimestre Professora Raquel população, Biologia,  4° Bimestre Professora Raquel
população, Biologia, 4° Bimestre Professora RaquelRaquel Alves
 
Cap 6 um jeito de se virar no ambiente
Cap 6 um jeito de se virar no ambienteCap 6 um jeito de se virar no ambiente
Cap 6 um jeito de se virar no ambienteSarah Lemes
 
Teste relações ecológicas
Teste relações ecológicasTeste relações ecológicas
Teste relações ecológicasCimá Ferreira
 
Factores bióticos
Factores bióticosFactores bióticos
Factores bióticosTânia Reis
 

Semelhante a Relações Ecológicas (20)

Aula 6º e 7º ano BOMM - Relações Ecologicas - Muito BOMMM.ppt
Aula 6º e 7º ano BOMM - Relações Ecologicas - Muito BOMMM.pptAula 6º e 7º ano BOMM - Relações Ecologicas - Muito BOMMM.ppt
Aula 6º e 7º ano BOMM - Relações Ecologicas - Muito BOMMM.ppt
 
Aularelaesecolgicas 120313120118 phpapp01 (1)
Aularelaesecolgicas 120313120118 phpapp01 (1)Aularelaesecolgicas 120313120118 phpapp01 (1)
Aularelaesecolgicas 120313120118 phpapp01 (1)
 
Aularelaesecolgicas 120313120118-phpapp01
Aularelaesecolgicas 120313120118-phpapp01Aularelaesecolgicas 120313120118-phpapp01
Aularelaesecolgicas 120313120118-phpapp01
 
Aula relações ecológicas
Aula relações ecológicasAula relações ecológicas
Aula relações ecológicas
 
Relacoes Ecologicas 2.ppt
Relacoes Ecologicas 2.pptRelacoes Ecologicas 2.ppt
Relacoes Ecologicas 2.ppt
 
Biologia Relações Ecologicas
Biologia Relações EcologicasBiologia Relações Ecologicas
Biologia Relações Ecologicas
 
Relações ecológicas
Relações ecológicasRelações ecológicas
Relações ecológicas
 
13 - ecologia II
13 - ecologia II13 - ecologia II
13 - ecologia II
 
Aula Ecologia introdução para o setimo ano
Aula Ecologia introdução para o setimo anoAula Ecologia introdução para o setimo ano
Aula Ecologia introdução para o setimo ano
 
Aula_Ecologia_Geral Cetisa.ppsx
Aula_Ecologia_Geral Cetisa.ppsxAula_Ecologia_Geral Cetisa.ppsx
Aula_Ecologia_Geral Cetisa.ppsx
 
Biologia Esquadrão do Conhecimento VIP 2013
Biologia Esquadrão do Conhecimento VIP 2013Biologia Esquadrão do Conhecimento VIP 2013
Biologia Esquadrão do Conhecimento VIP 2013
 
Ecologia com exercícios
Ecologia com exercíciosEcologia com exercícios
Ecologia com exercícios
 
Aula_Ecologia_Geral.ppsx
Aula_Ecologia_Geral.ppsxAula_Ecologia_Geral.ppsx
Aula_Ecologia_Geral.ppsx
 
população, Biologia, 4° Bimestre Professora Raquel
 população, Biologia,  4° Bimestre Professora Raquel população, Biologia,  4° Bimestre Professora Raquel
população, Biologia, 4° Bimestre Professora Raquel
 
Cap 6 um jeito de se virar no ambiente
Cap 6 um jeito de se virar no ambienteCap 6 um jeito de se virar no ambiente
Cap 6 um jeito de se virar no ambiente
 
Teste relações ecológicas
Teste relações ecológicasTeste relações ecológicas
Teste relações ecológicas
 
2 relações ecológicas
2   relações ecológicas2   relações ecológicas
2 relações ecológicas
 
3 ano relações ecológicas
3 ano relações ecológicas3 ano relações ecológicas
3 ano relações ecológicas
 
Aula ecologia
Aula ecologiaAula ecologia
Aula ecologia
 
Factores bióticos
Factores bióticosFactores bióticos
Factores bióticos
 

Mais de Evandro Batista (20)

Romantismo
RomantismoRomantismo
Romantismo
 
Bacterias e as doenças causadas por elas
Bacterias e as doenças causadas por elasBacterias e as doenças causadas por elas
Bacterias e as doenças causadas por elas
 
Classificação dos seres vivos
Classificação dos seres vivosClassificação dos seres vivos
Classificação dos seres vivos
 
POLÍTICA DE ARISTÓTELES
POLÍTICA DE ARISTÓTELESPOLÍTICA DE ARISTÓTELES
POLÍTICA DE ARISTÓTELES
 
A POLÍTICA - ARISTÓTELES
A POLÍTICA - ARISTÓTELESA POLÍTICA - ARISTÓTELES
A POLÍTICA - ARISTÓTELES
 
Estrutura Geológica do Planeta
Estrutura Geológica do Planeta Estrutura Geológica do Planeta
Estrutura Geológica do Planeta
 
Modelo de Fichamento
Modelo de FichamentoModelo de Fichamento
Modelo de Fichamento
 
Bioquímica 3
Bioquímica 3 Bioquímica 3
Bioquímica 3
 
Bioquímica 2
Bioquímica 2Bioquímica 2
Bioquímica 2
 
Bioquímica 1
Bioquímica 1Bioquímica 1
Bioquímica 1
 
Membrana Plasmática
Membrana PlasmáticaMembrana Plasmática
Membrana Plasmática
 
Movimento de Rotacao e Translacao
Movimento de Rotacao e TranslacaoMovimento de Rotacao e Translacao
Movimento de Rotacao e Translacao
 
SEMANA 25
SEMANA 25SEMANA 25
SEMANA 25
 
SEMANA 22
SEMANA 22SEMANA 22
SEMANA 22
 
SEMANA 21
SEMANA 21SEMANA 21
SEMANA 21
 
SEMANA 20
SEMANA 20SEMANA 20
SEMANA 20
 
SEMANA 19
SEMANA 19SEMANA 19
SEMANA 19
 
SEMANA 16
SEMANA 16SEMANA 16
SEMANA 16
 
SEMANA 15
SEMANA 15SEMANA 15
SEMANA 15
 
Linguagens, códigos e suas tecnologias
Linguagens, códigos e suas tecnologiasLinguagens, códigos e suas tecnologias
Linguagens, códigos e suas tecnologias
 

Último

Sismologia_7ºano_causas e consequencias.pptx
Sismologia_7ºano_causas e consequencias.pptxSismologia_7ºano_causas e consequencias.pptx
Sismologia_7ºano_causas e consequencias.pptxpatriciapedroso82
 
Apresentação sobre Robots e processos educativos
Apresentação sobre Robots e processos educativosApresentação sobre Robots e processos educativos
Apresentação sobre Robots e processos educativosFernanda Ledesma
 
Produção de poemas - Reciclar é preciso
Produção  de  poemas  -  Reciclar é precisoProdução  de  poemas  -  Reciclar é preciso
Produção de poemas - Reciclar é precisoMary Alvarenga
 
prova do exame nacional Port. 2008 - 2ª fase - Criterios.pdf
prova do exame nacional Port. 2008 - 2ª fase - Criterios.pdfprova do exame nacional Port. 2008 - 2ª fase - Criterios.pdf
prova do exame nacional Port. 2008 - 2ª fase - Criterios.pdfssuser06ee57
 
CONCORDÂNCIA NOMINAL atividade ensino médio ead.pptx
CONCORDÂNCIA NOMINAL atividade ensino médio  ead.pptxCONCORDÂNCIA NOMINAL atividade ensino médio  ead.pptx
CONCORDÂNCIA NOMINAL atividade ensino médio ead.pptxLuana240603
 
O que é uma Revolução Solar. tecnica preditiva
O que é uma Revolução Solar. tecnica preditivaO que é uma Revolução Solar. tecnica preditiva
O que é uma Revolução Solar. tecnica preditivaCludiaRodrigues693635
 
Alemanha vs União Soviética - Livro de Adolf Hitler
Alemanha vs União Soviética - Livro de Adolf HitlerAlemanha vs União Soviética - Livro de Adolf Hitler
Alemanha vs União Soviética - Livro de Adolf Hitlerhabiwo1978
 
Slides Lição 8, Betel, Ordenança para confessar os pecados e perdoar as ofens...
Slides Lição 8, Betel, Ordenança para confessar os pecados e perdoar as ofens...Slides Lição 8, Betel, Ordenança para confessar os pecados e perdoar as ofens...
Slides Lição 8, Betel, Ordenança para confessar os pecados e perdoar as ofens...LuizHenriquedeAlmeid6
 
Slides Lição 8, Central Gospel, Os 144 Mil Que Não Se Curvarão Ao Anticristo....
Slides Lição 8, Central Gospel, Os 144 Mil Que Não Se Curvarão Ao Anticristo....Slides Lição 8, Central Gospel, Os 144 Mil Que Não Se Curvarão Ao Anticristo....
Slides Lição 8, Central Gospel, Os 144 Mil Que Não Se Curvarão Ao Anticristo....LuizHenriquedeAlmeid6
 
As Mil Palavras Mais Usadas No Inglês (Robert de Aquino) (Z-Library).pdf
As Mil Palavras Mais Usadas No Inglês (Robert de Aquino) (Z-Library).pdfAs Mil Palavras Mais Usadas No Inglês (Robert de Aquino) (Z-Library).pdf
As Mil Palavras Mais Usadas No Inglês (Robert de Aquino) (Z-Library).pdfcarloseduardogonalve36
 
Slides Lição 07, Central Gospel, As Duas Testemunhas Do Final Dos Tempos.pptx
Slides Lição 07, Central Gospel, As Duas Testemunhas Do Final Dos Tempos.pptxSlides Lição 07, Central Gospel, As Duas Testemunhas Do Final Dos Tempos.pptx
Slides Lição 07, Central Gospel, As Duas Testemunhas Do Final Dos Tempos.pptxLuizHenriquedeAlmeid6
 
Unidade 4 (Texto poético) (Teste sem correção) (2).docx
Unidade 4 (Texto poético) (Teste sem correção) (2).docxUnidade 4 (Texto poético) (Teste sem correção) (2).docx
Unidade 4 (Texto poético) (Teste sem correção) (2).docxRaquelMartins389880
 
análise obra Nós matamos o cão Tinhoso.pdf
análise obra Nós matamos o cão Tinhoso.pdfanálise obra Nós matamos o cão Tinhoso.pdf
análise obra Nós matamos o cão Tinhoso.pdfMaiteFerreira4
 
EBPAL_Serta_Caminhos do Lixo final 9ºD (1).pptx
EBPAL_Serta_Caminhos do Lixo final 9ºD (1).pptxEBPAL_Serta_Caminhos do Lixo final 9ºD (1).pptx
EBPAL_Serta_Caminhos do Lixo final 9ºD (1).pptxIlda Bicacro
 
Meu corpo - Ruth Rocha e Anna Flora livro
Meu corpo - Ruth Rocha e Anna Flora livroMeu corpo - Ruth Rocha e Anna Flora livro
Meu corpo - Ruth Rocha e Anna Flora livroBrenda Fritz
 
APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.
APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.
APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.HandersonFabio
 
Campanha 18 de. Maio laranja dds.pptx
Campanha 18 de.    Maio laranja dds.pptxCampanha 18 de.    Maio laranja dds.pptx
Campanha 18 de. Maio laranja dds.pptxlucioalmeida2702
 
Historia-em-cartaz-Lucas-o-menino-que-aprendeu-a-comer-saudavel- (1).pdf
Historia-em-cartaz-Lucas-o-menino-que-aprendeu-a-comer-saudavel- (1).pdfHistoria-em-cartaz-Lucas-o-menino-que-aprendeu-a-comer-saudavel- (1).pdf
Historia-em-cartaz-Lucas-o-menino-que-aprendeu-a-comer-saudavel- (1).pdfandreaLisboa7
 

Último (20)

Sismologia_7ºano_causas e consequencias.pptx
Sismologia_7ºano_causas e consequencias.pptxSismologia_7ºano_causas e consequencias.pptx
Sismologia_7ºano_causas e consequencias.pptx
 
Apresentação sobre Robots e processos educativos
Apresentação sobre Robots e processos educativosApresentação sobre Robots e processos educativos
Apresentação sobre Robots e processos educativos
 
Produção de poemas - Reciclar é preciso
Produção  de  poemas  -  Reciclar é precisoProdução  de  poemas  -  Reciclar é preciso
Produção de poemas - Reciclar é preciso
 
prova do exame nacional Port. 2008 - 2ª fase - Criterios.pdf
prova do exame nacional Port. 2008 - 2ª fase - Criterios.pdfprova do exame nacional Port. 2008 - 2ª fase - Criterios.pdf
prova do exame nacional Port. 2008 - 2ª fase - Criterios.pdf
 
CONCORDÂNCIA NOMINAL atividade ensino médio ead.pptx
CONCORDÂNCIA NOMINAL atividade ensino médio  ead.pptxCONCORDÂNCIA NOMINAL atividade ensino médio  ead.pptx
CONCORDÂNCIA NOMINAL atividade ensino médio ead.pptx
 
O que é uma Revolução Solar. tecnica preditiva
O que é uma Revolução Solar. tecnica preditivaO que é uma Revolução Solar. tecnica preditiva
O que é uma Revolução Solar. tecnica preditiva
 
Alemanha vs União Soviética - Livro de Adolf Hitler
Alemanha vs União Soviética - Livro de Adolf HitlerAlemanha vs União Soviética - Livro de Adolf Hitler
Alemanha vs União Soviética - Livro de Adolf Hitler
 
Slides Lição 8, Betel, Ordenança para confessar os pecados e perdoar as ofens...
Slides Lição 8, Betel, Ordenança para confessar os pecados e perdoar as ofens...Slides Lição 8, Betel, Ordenança para confessar os pecados e perdoar as ofens...
Slides Lição 8, Betel, Ordenança para confessar os pecados e perdoar as ofens...
 
Slides Lição 8, Central Gospel, Os 144 Mil Que Não Se Curvarão Ao Anticristo....
Slides Lição 8, Central Gospel, Os 144 Mil Que Não Se Curvarão Ao Anticristo....Slides Lição 8, Central Gospel, Os 144 Mil Que Não Se Curvarão Ao Anticristo....
Slides Lição 8, Central Gospel, Os 144 Mil Que Não Se Curvarão Ao Anticristo....
 
Enunciado_da_Avaliacao_1__Sistemas_de_Informacoes_Gerenciais_(IL60106).pdf
Enunciado_da_Avaliacao_1__Sistemas_de_Informacoes_Gerenciais_(IL60106).pdfEnunciado_da_Avaliacao_1__Sistemas_de_Informacoes_Gerenciais_(IL60106).pdf
Enunciado_da_Avaliacao_1__Sistemas_de_Informacoes_Gerenciais_(IL60106).pdf
 
As Mil Palavras Mais Usadas No Inglês (Robert de Aquino) (Z-Library).pdf
As Mil Palavras Mais Usadas No Inglês (Robert de Aquino) (Z-Library).pdfAs Mil Palavras Mais Usadas No Inglês (Robert de Aquino) (Z-Library).pdf
As Mil Palavras Mais Usadas No Inglês (Robert de Aquino) (Z-Library).pdf
 
Slides Lição 07, Central Gospel, As Duas Testemunhas Do Final Dos Tempos.pptx
Slides Lição 07, Central Gospel, As Duas Testemunhas Do Final Dos Tempos.pptxSlides Lição 07, Central Gospel, As Duas Testemunhas Do Final Dos Tempos.pptx
Slides Lição 07, Central Gospel, As Duas Testemunhas Do Final Dos Tempos.pptx
 
Unidade 4 (Texto poético) (Teste sem correção) (2).docx
Unidade 4 (Texto poético) (Teste sem correção) (2).docxUnidade 4 (Texto poético) (Teste sem correção) (2).docx
Unidade 4 (Texto poético) (Teste sem correção) (2).docx
 
análise obra Nós matamos o cão Tinhoso.pdf
análise obra Nós matamos o cão Tinhoso.pdfanálise obra Nós matamos o cão Tinhoso.pdf
análise obra Nós matamos o cão Tinhoso.pdf
 
EBPAL_Serta_Caminhos do Lixo final 9ºD (1).pptx
EBPAL_Serta_Caminhos do Lixo final 9ºD (1).pptxEBPAL_Serta_Caminhos do Lixo final 9ºD (1).pptx
EBPAL_Serta_Caminhos do Lixo final 9ºD (1).pptx
 
Meu corpo - Ruth Rocha e Anna Flora livro
Meu corpo - Ruth Rocha e Anna Flora livroMeu corpo - Ruth Rocha e Anna Flora livro
Meu corpo - Ruth Rocha e Anna Flora livro
 
APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.
APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.
APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.
 
Campanha 18 de. Maio laranja dds.pptx
Campanha 18 de.    Maio laranja dds.pptxCampanha 18 de.    Maio laranja dds.pptx
Campanha 18 de. Maio laranja dds.pptx
 
Enunciado_da_Avaliacao_1__Direito_e_Legislacao_Social_(IL60174).pdf
Enunciado_da_Avaliacao_1__Direito_e_Legislacao_Social_(IL60174).pdfEnunciado_da_Avaliacao_1__Direito_e_Legislacao_Social_(IL60174).pdf
Enunciado_da_Avaliacao_1__Direito_e_Legislacao_Social_(IL60174).pdf
 
Historia-em-cartaz-Lucas-o-menino-que-aprendeu-a-comer-saudavel- (1).pdf
Historia-em-cartaz-Lucas-o-menino-que-aprendeu-a-comer-saudavel- (1).pdfHistoria-em-cartaz-Lucas-o-menino-que-aprendeu-a-comer-saudavel- (1).pdf
Historia-em-cartaz-Lucas-o-menino-que-aprendeu-a-comer-saudavel- (1).pdf
 

Relações Ecológicas

  • 2. 1) Introdução A interação dos diversos organismos que constituem uma comunidade biológica são genericamente denominadas relações ecológicas, e costumam ser classificadas pelos biólogos em intra-específicas, interespecíficas, harmônicas e desarmônicas.  Relações intra-específicas: São as que se estabelecem entre indivíduos de uma mesma espécie.  Relações interespecíficas: São as que se estabelecem entre indivíduos de espécies diferentes.  Relações harmônicas: Pelo menos uma das espécies se beneficia e não há prejuízo para nenhuma das partes associadas.  Relações desarmônicas: Uma ou ambas as espécies são prejudicadas. Relações EcológicasRelações Ecológicas
  • 3. 2) Resumo Relações Harmônicas Intra-Específica Colônias Sociedades Interespecífica Mutualismo Protocooperação Comensalismo Relações Desarmônicas Intra-Específica Competição intra-específica Canibalismo Interespecífica Competição interespecífica Predatismo Parasitismo Amensalismo Esclavagismo Relações EcológicasRelações Ecológicas
  • 4. 3) Relações Intra-específicas Harmônicas I) Colônia: São associações entre indivíduos da mesma espécie, unidos fisicamente entre si, podendo ou não ocorrer divisão de trabalho. Ex: Corais, bactérias (estreptococos), caravela II) Sociedade: São associações entre indivíduos da mesma espécie, organizados de modo cooperativo e não ligados anatomicamente. Ex: sociedade dos insetos: abelhas, formigas, vespas. Obs.: Na sociedade das abelhas as funções dos indivíduos são bem definidas, havendo três castas sociais: rainha, zangão e operárias. Relações EcológicasRelações Ecológicas Vídeo Sociedade Vídeo Colônia
  • 5. 3) Relações Intra-específicas Harmônicas I) Colônia - Caravela Relações EcológicasRelações Ecológicas
  • 6. 3) Relações Intra-específicas Harmônicas II) Sociedade: Abelhas Relações EcológicasRelações Ecológicas
  • 7. 4) Relações Interespecíficas Harmônicas I) Mutualismo: É a associação entre indivíduos de espécies diferentes, necessária à sobrevivência dos participantes e que beneficia ambos. Ex: o Líquens: (associação entre algas ou cianobactérias e fungos) o Bacteriorriza: Associação formada por bactérias do gênero Rhizobium com raízes de leguminosas, como o feijão. o Herbívoros e Protozoários. Relações EcológicasRelações Ecológicas Bactérias em raízes de leguminosas
  • 8. 4) Relações Interespecíficas Harmônicas II) Protocooperação: É a associação entre indivíduos de espécies diferentes em que ambos se beneficiam, mas a existência não é obrigatória. Ex: o Paguro e anêmonas do mar o Cervo e pássaro anu o Pássaro palito e jacaré o Insetos polinizadores e angiospermas Relações EcológicasRelações Ecológicas Vídeo Protocooperação
  • 9. 4) Relações Interespecíficas Harmônicas III) Comensalismo: É a associação entre espécies diferentes, na qual uma espécie é beneficiada sem causar prejuízo ou benefício a outra.  Comensalismo típico: Relação em que uma espécie se alimenta de restos alimentares de outra, sem prejudicá-la. Ex: Abutres, que aproveitam restos das presas dos leões.  Inquilinismo: Relação ecológica em que uma espécie inquilina vive sobre ou no interior de uma espécie hospedeira, sem prejudicá-la. Nos vegetais essa associação recebe o nome de epifitismo. Ex: Bromélias.  Forésia: Relação na qual uma espécie usa a outra como meio de transporte. Ex: Tubarão e rêmoras. Relações EcológicasRelações Ecológicas
  • 10. 5) Relações Intra-específicas Desarmônicas I) Competição Intra-específica: Ocorre entre indivíduos da mesma espécie, e é motivada por disputas por território, alimento e companheiro sexual. Obs.: A competição é um fator que regula o tamanho da população II) Canibalismo: Relação na qual um organismo se alimenta de outro da mesma espécie. Ex: Louva-Deus; Aranha viúva negra. Relações EcológicasRelações Ecológicas
  • 11. 6) Relações Interespecíficas Desarmônicas I) Competição Interespecífica: Ocorre entre indivíduos de espécies diferentes. Geralmente ocorre quando duas espécies apresentam sobreposição de nichos ecológicos.  A disputa pelo mesmo recurso ambiental é um importante fator no controle do tamanho das populações.  Quando uma competição é muito severa uma das espécies pode ser eliminada (extinta) ou obrigada a emigrar.  A introdução de espécies exóticas têm causado graves impactos ambientais devido ao fato dessas espécies competirem pelos mesmos recurso que espécies nativas. Relações EcológicasRelações Ecológicas
  • 12. 6) Relações Interespecíficas Desarmônicas I) Competição Interespecífica Relações EcológicasRelações Ecológicas Paramécios cultivados isolados apresentam elevada densidade populacional Cultivados juntos a espécie de Paramecium caudatum tem sua população reduzida devido à intensa competição com Paramecium aurelia.
  • 13. 6) Relações Interespecíficas Desarmônicas II) Predatismo: Ocorre quando organismo predadores matam indivíduos da população de presas para deles se alimentarem. Ex: Leões e girafas. Obs.: A relação presa-predador pode ser um fator regulador da densidade populacional de ambos. Presa Predador Nº de indivíduos Tempo Relações EcológicasRelações Ecológicas
  • 14. 6) Relações Interespecíficas Desarmônicas II) Predatismo: Relações EcológicasRelações Ecológicas
  • 15. 6) Relações Interespecíficas Desarmônicas II) Predatismo: Relações EcológicasRelações Ecológicas Vídeo: Predatismo Percevejo e formigas Vídeo: Predatismo Aranha e Abelha
  • 16. 6) Relações Interespecíficas Desarmônicas III) Parasitismo: Relação na qual uma das espécies, o parasita, obtêm nutrientes e moradia no corpo de indivíduos vivos da espécie hospedeira. Endoparasitismo: O parasita vive no interior do corpo do hospedeiro. Ex: Protozoários flagelados e cupim. Ectoparasitismo: Quando o parasita vive na superfície do hospedeiro. Ex: Piolho e homem. Holoparasita: Planta parasita que obtém seiva bruta e elaborada as custas da planta hospedeira. Ex: Cipó-chumbo. Hemiparasita: Planta parasita que obtém somente seiva bruta as custas da planta hospedeira. Ex: Erva de passarinho. Relações EcológicasRelações Ecológicas  O parasitismo é fator regulador do tamanho de uma população.  Geralmente os parasitas não matam os hospedeiros, pois dependem destes para sobreviverem.  O parasitismo é fator regulador do tamanho de uma população.  Geralmente os parasitas não matam os hospedeiros, pois dependem destes para sobreviverem.
  • 17. 6) Relações Interespecíficas Desarmônicas III) Parasitismo Erva-de-passarinho Cipó chumbo Pernilongo Relações EcológicasRelações Ecológicas
  • 18. 6) Relações Interespecíficas Desarmônicas III) Parasitismo Relações EcológicasRelações Ecológicas Vídeo: Endoparasitismo Mosca-do-Berne
  • 19. 6) Relações Interespecíficas Desarmônicas IV) Amensalismo: Também chamado de antibiose, uma espécie denominada inibidora libera substâncias que impedem o crescimento e a reprodução de outra denominada amensal. Ex: Algas pirrófitas e animais marinhos (Maré vermelha). Algas Pirrófitas Relações EcológicasRelações Ecológicas
  • 20. 6) Relações Interespecíficas Desarmônicas V) Esclavagismo: Uma espécie se beneficia do trabalho de outra. Ex: Chupim. Essa espécie de pássaro bota seus ovos no ninho de outras espécies, que passa a chocá-los até a eclosão. Relações EcológicasRelações Ecológicas Pássaro Chupim Vídeo
  • 21. Resumo Relações EcológicasRelações Ecológicas (+) espécie beneficiada (-) espécie prejudicada
  • 22. 7) Formas Especiais de Adaptação a) Camuflagem: Forma de adaptação na qual um organismo se parece com o ambiente, confundindo-se com ele na cor e/ou na forma. b) Mimetismo: Forma de adaptação na qual uma espécie se beneficia por assemelhar-se a outras Relações EcológicasRelações Ecológicas
  • 23. 7) Formas Especiais de Adaptação a) Camuflagem: Forma de adaptação na qual um organismo se parece com o ambiente, confundindo-se com ele na cor e/ou na forma. Relações EcológicasRelações Ecológicas
  • 24. 7) Formas Especiais de Adaptação Relações EcológicasRelações Ecológicas
  • 25. 7) Formas Especiais de Adaptação b) Mimetismo: Forma de adaptação na qual uma espécie se beneficia por assemelhar-se a outras Relações EcológicasRelações Ecológicas
  • 26. 7) Formas Especiais de Adaptação b) Mimetismo Relações EcológicasRelações Ecológicas
  • 27. 7) Formas Especiais de Adaptação c) Aposematismo: Forma de adaptação na qual uma espécie exibe cores chamativas para advertir seus possíveis predadores quanto a seu paladar desagradável ou pelo veneno que possui. Relações EcológicasRelações Ecológicas
  • 28. 5) Relações Ecológicas - Exercícios 1) A associação de bactérias que vivem na pança de mamíferos ruminantes, com esses animais, é classificada como: a) Comensalismo b) Amensalismo c) Inquilinismo d) Parasitismo e) Mutualismo 2) (UFMG) Para proteger os ovos das galinhas, o homem mata o gambá. A relação ecológica que se estabelece entre o homem e o gambá, denomina-se: a) Competição b) Mutualismo c) Parasitismo d) Predação e) Protocooperação Resposta: Letra e Resposta: Letra d Relações EcológicasRelações Ecológicas
  • 29. 5) Relações Ecológicas - Exercícios 3) (FUVEST) Várias espécies de eucaliptos produzem certas substâncias que, dissolvidas pelas águas da chuva e transportadas dessa maneira ao solo, dificultam o crescimento de outros vegetais. Por essa razão, muitas florestas de eucaliptos no Brasil não possuem plantas herbáceas ou gramíneas à sua sombra. O fato descrito ilustra um exemplo de: a) Competição intra-específica b) Mutualismo c) Comensalismo d) Predatismo e) Amensalismo 4) (PUC-MG) Não é relação harmônica interespecífica a) Protocooperação b) Inquilinismo c) Mutualismo d) Sociedade e) Comensalismo Resposta: Letra e Resposta: Letra d Relações EcológicasRelações Ecológicas
  • 30. 5) Relações Ecológicas - Exercícios 5) (UFMG) Podem organizar-se em sociedades a) As aranhas b) Os besouros c) Os gafanhotos d) As traças e) As vespas 6) (PUC-MG) Não é relação harmônica intra-específica a) Sociedade b) Colônia c) Canibalismo d) Mutualismo Resposta: Letra e Resposta: Letra d Relações EcológicasRelações Ecológicas
  • 32. 5) Relações Ecológicas - Exercícios 8) (PUC-MG) Entre as abelhas melíferas que não possuem ferrão, existe uma espécie que invade a colméia de outra, a fim de roubar o mel elaborado por elas. O tipo de relação ecológica descrito é: a) Parasitismo b) Predatismo c) Amensalismo d) Esclavagismo e) Mutualismo 9) (UERJ) Ervas de passarinho são plantas que retiram de outras plantas água e sais minerais. Seus frutos atraem aves que, por sua vez, irão dispersar as suas sementes. Os tipos de interações entre seres vivos exemplificadas acima também são desenvolvidas, respectivamente pelas seguintes duplas: a) Carrapato e cachorro; boi e anu b) Boi e anu; tamanduá e formiga c) Orquídea e árvore; tamanduá e formiga d) Orquídea e árvore; tamanduá e cachorro Resposta: Letra d Resposta: Letra a Relações EcológicasRelações Ecológicas