PROF: CÉCILIA
EURICO MARKES
GUILHERME DAMASCENO
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como outros aspectos relacionados à
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virtude do declínio do comércio do açúcar
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A invasão holandesa fez parte do projeto da
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A primeira expedição invasora ocorreu em
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Em 1630, houve uma segunda expedição
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Em 1637, a Holanda enviou o conde
Maurício de Nassau para administrar as
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O período de domíno não foi tranquilo para
os holandeses. Muitas revoltas aconteceram,
principalmente devido aos altos imp...
Em 1654, após muitos guerras e conflitos,
finalmente os colonos portugueses
(apoiados por militares de Portugal e
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Fim
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A economia na América portuguesa e o Brasil holandês.

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A economia na América Portuguesa , bem como outros aspectos relacionados à colonização e à exploração, está diretamente vinculada à expansão comercial da burguesia dentro do sistema político-econômico do capitalismo mercantil, difundido em toda a Europa. O território do pau-brasil não era a  única  colônia que ampliava o enriquecimento e sustentava a metrópole (Portugal), mas também,  algumas regiões da África faziam esse papel.
Para sustentar a Coroa e custear as discrepantes despesas provocadas pela nobreza portuguesa, destacamos a economia no Brasil, que pode ser analisada em diferentes pontos entre os séculos XVI e XVIII: exploração do pau-brasil, sociedade açucareira, ciclo do ouro e o comércio de escravos. Todos os pontos estão no contexto do Pacto Colonial, onde a colônia fornecia matéria prima e consumia produtos manufaturados na metrópole – processo dinâmico que fortalece o comércio e enriquece a economia portuguesa, uma vez que o comércio com outros países era proibido.

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A economia na América portuguesa e o Brasil holandês.

  1. 1. PROF: CÉCILIA
  2. 2. EURICO MARKES GUILHERME DAMASCENO
  3. 3. A economia na América Portuguesa , bem como outros aspectos relacionados à colonização e à exploração, está diretamente vinculada à expansão comercial da burguesia dentro do sistema político-econômico do capitalismo mercantil, difundido em toda a Europa. O território do pau-brasil não era a única colônia que ampliava o enriquecimento e sustentava a metrópole (Portugal), mas também, algumas regiões da África faziam esse papel.
  4. 4. Para sustentar a Coroa e custear as discrepantes despesas provocadas pela nobreza portuguesa, destacamos a economia no Brasil, que pode ser analisada em diferentes pontos entre os séculos XVI e XVIII: exploração do pau-brasil, sociedade açucareira, ciclo do ouro e o comércio de escravos. Todos os pontos estão no contexto do Pacto Colonial, onde a colônia fornecia matéria prima e consumia produtos manufaturados na metrópole – processo dinâmico que fortalece o comércio e enriquece a economia portuguesa, uma vez que o comércio com outros países era proibido.
  5. 5. Os portugueses iniciaram a exploração do novo território com a extração do pau-brasil. A espécie tinha alto valor comercial na Europa em virtude do uso de sua seiva avermelhada para tingir tecidos. O auge da exploração da madeira foi no final da década de 1520, até que a Coroa enviasse a primeira expedição para iniciar a colonização, com o objetivo de ampliar os lucros a partir do cultivo da cana-de-açúcar.
  6. 6. Entre as divisões de terras no Brasil pelas capitanias hereditárias, a de São Vicente, com Martim Afonso de Souza, é a primeira a adotar o cultivo da cana-de-açúcar. Com solo e clima favoráveis, mão de obra escrava e expansão do comércio e de consumo em toda a Europa, o apogeu dessa economia se dá entre 1570 e 1650. Com esse ciclo, Portugal conseguia manter a balança comercial favorável – comércio e altas taxas de impostos.
  7. 7. O plantio da cana era feito em grandes propriedades (latifúndios ou plantation), conhecidas também como engenhos. As unidades possuíam a casa grande (residência da família proprietária), senzalas (para os escravos) e maquinaria para o refinamento do açúcar. Roças para plantar produtos destinados à subsistência e para a pecuária faziam parte das fazendas. Algumas ainda contavam com escolas e capelas.
  8. 8. A expansão territorial pelo interior da colônia é feita, inicialmente, pelos bandeirantes, que buscam, além de jazidas de ouro e de diamante, aprisionar novos índios para a mão de obra escrava. O percurso segue pelas atuais áreas de Minas Gerais, Mato Grosso e Goiás. Os tropeiros abasteciam a “corrida do ouro” com o fornecimento de mantimentos.
  9. 9. O foco da Coroa portuguesa se volta agora para essas novas regiões em virtude do declínio do comércio do açúcar e é criado novo e abusivo imposto sobre todo ouro encontrado: o quinto correspondia a 20% de toda a pedra, cobrado nas casas de fundição.
  10. 10. A invasão holandesa fez parte do projeto da Holanda (Países Baixos) em ocupar e administrar o Nordeste Brasileiro através da Companhia Holandesa das Índias Ocidentais. Após a União Ibérica (domínio da Espanha em Portugal entre os anos de 1580 e 1640), a Holanda resolveu enviar suas expedições militares para conquistarem a região nordeste brasileira. O objetivo holandês era restabelecer o comércio do açúcar entre o Brasil e Holanda, proibido pela Espanha após a União Ibérica.
  11. 11. A primeira expedição invasora ocorreu em 1624 contra Salvador (capital do Brasil na época). Comandados por Jacob Willekens, mais de 1500 homens conquistaram Salvador e estabeleceram um governo na capital brasileira. Os holandes foram expulsos no ano seguinte quando chegaram reforços da Espanha.
  12. 12. Em 1630, houve uma segunda expedição militar holandesa, desta vez contra a cidade de Olinda (Pernambuco). Após uma resistência luso-brasileira, os holandeses dominaram a região, estabeleceram um governo e retomaram o comércio de açúcar com a região nordestina brasileira.
  13. 13. Em 1637, a Holanda enviou o conde Maurício de Nassau para administrar as terras conquistadas e estabelecer uma colônia holandesa no Brasil. até 1654, os holandeses dominaram grande parte do território nordestino.
  14. 14. O período de domíno não foi tranquilo para os holandeses. Muitas revoltas aconteceram, principalmente devido aos altos impostos cobrados pelos holandeses. Após muitos movimentos de resistências e revoltas, Nassau deixou seu cargo no ano de 1644. Com a saída de Nassau, os portugueses perceberam que era o momento de reconquistar o nordeste brasileiro. Tiveram vitórias contra os holandeses nas batalhas de Monte das Tabocas e na de Guararapes.
  15. 15. Em 1654, após muitos guerras e conflitos, finalmente os colonos portugueses (apoiados por militares de Portugal e Inglaterra) conseguiram expulsar definitivamente os holandeses do território brasileiro e retomar o controle do Nordeste Brasileiro...
  16. 16. Fim

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