N.SRA. DO ROSÁRIO
Festa de São Cristóvão
reúne centenas de
fiéis em carreata,
celebração e churrasco de
confraternização.
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Rua 6 - Qd. 11 Lt. 11 - Vila Verde - Rio Verde-GO
CEP: 75.909-150
CNPJ - 02.832.606/0001-19 - Insc. Estadual - 10.460.404-...
3JORNAL DA DIOCESE|Nº 130 |AGOSTO DE 2014| WWW.DIOCESEDEJATAI.ORG
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do de Jesus a pregar
a palavra de ...
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Frei Saulo Ferreira, apresenta o trabalho que está sendo realizado frente ao Hospital Pe. Tiago na Providência de Deus, ressaltando a alegria de viver sua consagração na vida fraterna franciscana.

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  1. 1. N.SRA. DO ROSÁRIO Festa de São Cristóvão reúne centenas de fiéis em carreata, celebração e churrasco de confraternização. PASCOM Onze comunicadores da Diocese participam do 4º Encontro Nacional realizado emAparecida-SP. ANO 14 Nº 130 AGOSTO DE 2014 DIOCESE DE JATAÍ www.diocesedejatai.org VOCAÇÃO:UM CHAMADO DE DEUS ITAJÁ Seminaristas da Arquidiocese de Goiânia realizam missão na Paróquia São João Batista. CHAPADÃO DO CÉU Caminhada de Fé, Arraial da Catequese e Retiro Espiritual na Paróquia Nossa Senhora Rainha do Céu. ENCONTRO VOCACIONAL JovensdediversasparóquiasdaDioceseparticipamdeEncontro“VindeeVede” em Jataí e mostram interesse em participar do Acompanhamento Vocacional que terá início este mês. SANTA RITA DO ARAGUAIA Devoção ao Divino Pai Eterno com festa na Paróquia Santa Rita dos Impossíveis. PAG. 08 HOSPITAL PE. TIAGO Frei Saulo fala sobre a vocação franciscana no atendimento aos doentes da cidade de Jataí e região. PAG. 03 PAG. 05 PAG. 02 CAÇU Primeiro pároco da Paróquia Sagrado Coração de Jesus participa da celebração de seu Jubileu de Ouro. PAG. 07 PAG. 11 SANTA HELENA Paróquia se prepara para sua grandiosa festa e novena em louvor à sua padroeira. PAG. 06 DOM JOAQUIM CARLOS DE CARVALHO É ELEITO ADMINISTRADOR DIOCESANO APÓS TRANSFERÊNCIA DE DOM MAJELLA “Vem e Segue-me!” Esse é o convite que o Senhor continua fazendo, pois “A messe é grande e faltam operários” 1ª PARÓQUIA DA DIOCESE 166 anos da Paróquia N.sra. das Dores em Rio Verde. MUTIRÃO DE CASAMENTO EM MINEIROS 11 casais recebem o Sacramento do Matrimônio. PAG. 04 PAG. 10 PAG. 12 PAG. 04
  2. 2. Rua 6 - Qd. 11 Lt. 11 - Vila Verde - Rio Verde-GO CEP: 75.909-150 CNPJ - 02.832.606/0001-19 - Insc. Estadual - 10.460.404-2 DomJoséLuizMajellaDelgado -BispoDiocesano Pe.CristianoFariadosSantos -ChancelerdaCúriae Ecônomo JesusCatarinodeOliveira-DiretorGeral OníriaGuimarãesdeOliveira-DiretoradeRedação Diagramação-JesusCatarinodeOliveiraFone (64) 3622-4556 email:jornal@diocesedejatai.org CIRCULAÇÃO - Rio Verde, Jataí, Montividiu, Santa Helena, SantoAntônio da Barra, Mineiros, Quirinópolis, Gouvelândia, São Simão, Maurilândia, Paranaiguara, Castelândia, Caçu, Serranópolis, Aporé, CachoeiraAlta, Itarumã, Chapadão do Céu, Portelândia, Lagoa Santa, Santa Rita doAraguaia,Aparecida do Rio Doce, Itajá, Perolândia, Lagoa do Bauzinho e Ouroana. 2JORNAL DA DIOCESE|Nº 130 |AGOSTO DE 2014| WWW.DIOCESEDEJATAI.ORG DOM JOAQUIM CARLOS DE CARVALHO OSB É ELEITO ADMINISTRADOR DIOCESANO MISSA DE DESPEDIDA DE DOM MAJELLA NA CATEDRAL EM JATAÍ Maria Regina Prado Pinto Aconteceu no dia 26 de ju- lho, na Catedral Divino Espíri- to Santo, em Jataí, uma Missa em ação de graças pelos quatro anos e quatro meses de pasto- reio de Dom Majella na Dioce- se de Jataí e também de envio. Acelebração contou com a par- ticipação do clero, religiosos e religiosas, seminaristas, diver- sas autoridades, da população de Jataí e caravanas das demais paróquias da Diocese. Dom José Luiz Majella Delgado foi nomeado Bispo da Diocese de Jataí aos 16/12/2009, assumin- do o governo da Diocese em março de 2010. No dia 28 de maio de 2014 o Santo Padre nomeou-o Arcebispo de Pouso Alegre-MG, transferindo-o da Diocese de Jataí. Ao assumir seu trabalho na Diocese de Jataí, Dom Majella implantou uma ampla reforma administrativa, demonstran- do transparência em todas as atividades da Igreja. O tempo de pastoreio de Dom Majella da evangelização, sinal da cor- responsabilidade existente na missão de construir uma Igreja viva, mais participativa. De coração a Diocese de Jataí agradece o trabalho de foi um tempo de bênçãos, foi Deus agindo nas nossas Igrejas e comunidades. Dom Majella lançou sementes. Agora ele parte para uma nova missão. Um novo pastoreio. É preciso continuar regando as sementes plantadas para que deem fru- tos. É preciso continuar o tra- balho que tem nos sacerdotes, religiosos e religiosas, leigos e leigas os grandes executores Dom Majella. Agradece o exemplo de fé e dedicação neste curto, mas profícuo, espaço de tempo que desem- penhou sua função como pas- tor deste rebanho. Desejamos muita saúde, perseverança e sabedoria para que possa con- tinuar servindo a Deus com o mesmo entusiasmo. Que Deus o recompense por tudo. Conte com nossas orações. A Arquidiocese de Pouso Alegre acolheu na tarde de sá- bado, 02 de agosto, o seu novo pastor Dom José Luiz Majella Delgado, C.Ss.R. A catedral Metropolitana estava cheia do povo de Deus, sacerdotes e lei- gos, vindos das 62 paróquias que compõem a arquidiocese. Estiveram presentes à cele- bração o Núncio Apostóli- co no Brasil Dom Giovanni D’Aniello, Dom Raymundo Damasceno Assis, Cardeal Arcebispo deAparecida e atu- al presidente da CNBB, Dom Odilo Pedro Scherer, Cardeal Arcebispo de São Paulo, di- versos Arcebispos, Bispos e POSSE DE DOM MAJELLA EM POUSO ALEGRE-MG padres de outras dioceses e também religiosos. Após a chegada, o novo arcebispo foi acolhido pelo ca- bido à porta da Catedral com a apresentação do crucifixo e em seguida, o novo arcebispo aspergiu os fiéis, foi à capela e visitou o santíssimo. Feita a procissão de entrada a abertura e a saudação inicial foi realizada pelo Núncio.Em seguida, aconteceu a apresen- tação ao cabido das letras e lei- tura do documento. Aentrega do báculo foi rea- lizada por Dom Ricardo Pedro Chaves Pinto Filho, O. Praem, o primeiro Arcebispo Emérito da diocese, juntamente com Dom Giovanni D’Anniello, Núncio Apostólico. Entregue a sede e a presidência da ce- lebração o clero diocesano in- cardinado fez sua promessa de obediência. Dom Majella em sua ho- milia ressaltou o exemplo do servo de Deus Mons. Alderigi Maria Torriani, que em um cer- to dia questionado porque não sorria para foto afirmou que seu sorriso era ser pároco de Santa Rita de Caldas, do mes- mo modo Dom Majella disse que seu sorriso é por ser bispo de Pouso Alegre, ele que vem como aquele que serve por amor. Expressou também seu desejo de proximidade com seu novo rebanho. “Trago para vo- cês a minha pequenez. É isso que eu tenho”. Dom Majella se emocionou ao apresentar os padres da Diocese de Jataí, pre- sentes na celebração. Ao final aconteceu a saudação a Dom Majella: Dom José Alberto Moura CSS – Presidente do Regional Leste II da CNBB; Pe. Simão Ciri- neu – representante do clero; Agnaldo Perugini – prefeito municipal de P. Alegre e repre- sentante das autoridades; Dr. Virgínio Tosta – representando os fiéis leigos. Fiéis de despedem de Dom Majella e prestam-lhe homenagens durante a missa na Catedral Padres Cristiano e Humberto durante homenagens na missa de despedida CÚRIA Colégio de Consultores - Padres Ueliton, Nixon, Vicente, Frei Cícero, Padres Sérgio, Valdinei, Cristiano, Dom Joaquim e Padre Denerval D om Joaquim Carlos Carvalho, OSB, foi eleitoAdministrador Diocesano da Diocese de Ja- taí, dia 4 de agosto de 2014, durante reunião do Colégio de Consultores Diocesanos realizada na Cúria Dio- cesana. Com a posse do Bispo de Ja- taí, José Luiz Majella Delgado, como Arcebispo da Arquidiocese de Pouso Alegre-MG, sábado 02 de agosto, a diocese ficou vacante. Um administrador diocesano é um presbítero eleito através do Colégio de Consultores Diocesano no prazo de oito dias após a diocese entrar em pe- ríodo de sede vacante. Seu cargo cessa quando o novo bispo toma posse. Dom Joaquim Carlos, monge be- neditino do Priorado de São José, Mi- neiros, Goiás, natural desta cidade, 60 anos de idade, foi ordenado presbítero em dois de fevereiro de 1982. Ele es- tudou Teologia em ITER, São Paulo, e Psicologia na Universidade Católica de Goiânia. Ocupou várias posições administrativas como Prior do Priora- do São José, Pároco da Paróquia Divi- no Espirito Santo, professor e diretor em escola estadual, e atualmente Pre- sidente do Conselho Superior da UNI- FIMES em Mineiros, GO. Desde 2012 ele é Vigário Geral da Diocese de Ja- taí. Dom Joaquim tem uma larga expe- riência em conduzir retiros espirituais para clero, religiosos/as, seminaristas e grupos de leigos.
  3. 3. 3JORNAL DA DIOCESE|Nº 130 |AGOSTO DE 2014| WWW.DIOCESEDEJATAI.ORG O bedientes ao chama- do de Jesus a pregar a palavra de Deus e curar os doentes, e inspirados pelo mestre São Francisco deAssis, cuja vida de- dicou-se totalmente aos pobres, a Associação e Fraternidade Lar SãoFranciscodeAssisnaProvi- dência Deus vem dando ao logo de 29 anos um grande exemplo de vocação como serviço aos pobres e doentes. Desde 1985 a Associação desenvolve obras assistenciais que englobam a gestão de hospitais, ambulató- rios médicos de especialidades, comunidades terapêuticas de recuperação, prontos-socorros e farmácias de alto custo, entre outras. Em 2013 a Associação veio para a cidade de Jataí e em par- ceria com a Diocese e a Prefei- tura Municipal reformou o pré- dio do antigo Hospital Regional (fechado desde o ano de 2010) e reabriu suas portas, agora com o nome de Hospital Padre Tiago na Providência de Deus. O antigo Hospital Padre Tiago também passou a funcionar nas novas instalações, com mais es- paço e conforto para os pacien- tes. Só no mês de julho o hos- pital realizou 2.500 consultas, 60 internações e vários proce- dimentos. Além das interna- ções, 15 consultórios são dis- ponibilizados para a realização de atendimentos médicos, nas chamadas clínicas integradas. Aequipe da nova unidade conta com ginecologistas e obstetras, cirurgiões gerais, pediatras, or- topedistas, urologistas, cardiolo- gistas e infectologistas.Além da equipe médica e de atendentes, num total de 73 funcionários. O hospital é administrado pelos frades franciscanos, cuja palavra de Deus e acompanhamento es- piritual, tão necessários na recu- peração dos pacientes, prestam diariamente no local, inclusive todos os dias são celebradas missas na capela. Frei Saulo Ferreira da Silva, diretor do Hospital e enfermeiro HOSPITAL PADRE TIAGO NA PROVIDÊNCIA DE DEUS VOCAÇÃO PARA CUIDAR E CURAR OS ENFERMOS falou sobre os desafios enfrenta- dos desde que chegou em Jataí. “Quando chegamos em Jataí em fevereiro de 2013 fizemos uma série de estudos de mapea- mento e de conhecimento sobre a saúde no Estado de Goiás, que não só para nós, mas para todo o país é um grande desafio. E hoje estamos aqui, abrimos as portas do hospital e modificamos o an- tigo HospitalAna Izabel.Ao fa- zer esse trabalho foram muitos os desafios, mas nenhum deles impediu que reformássemos e revitalizássemos esse lugar. O novo hospital foi totalmen- te modificado, é um ambiente acolhedor, que dá conforto e qualidade ao paciente que busca atendimento. Se muito foi feito, muito ainda temos que fazer em prol do nosso hospital. Após a inauguração demos andamento às consultas, às in- ternações, ao setor de energia que foi colocada de acordo com os padrões da ANVISA e Vi- gilância Sanitária, compramos novos equipamentos que dão suportes aos nossos médicos para poder atender melhor os pacientes. Todas as empresas que fornecem esses equipamen- tos dão treinamento aos nossos profissionais, creio que nesse mês de agosto as empresas vi- rão colocar os equipamentos no setor de imagem, como o apa- relho de mamografia, tomogra- fia e raio X. Se atendemos um paciente por dia, é uma vida que salvamos e os desafios que tive- mos e estamos tendo, estamos superando a cada dia, mas o bom de tudo isso é que esses de- safios não superamos sozinhos, há sempre alguém que caminha conosco, que acredita em nosso trabalho e assim, podemos fazer as coisas acontecerem. Estamos com novo proje- to, além de 60 internações, um bloco com três salas cirúrgicas e sala de RPA (Recuperação pós- -anestésico), instalamos nossos focos cirúrgicos, compramos uma autoclave de barreira para esterilização dos equipamentos, tudo isso pensando na qualida- de dos serviços que oferecemos aos nossos pacientes. Estamos também com o projeto de cons- trução de dez leitos de UTI. Estamos aqui para somar e acreditamos que podemos fa- zer a diferença”, afirma Frei Saulo. Em relação ao carisma fran- ciscano, percebido em todos os setores do hospital, Frei Saulo destaca o propósito de sua con- gregação. “Nós sempre nos pre- ocupamos em oferecer ao outro aquilo que queremos para nós. Se eu me acolho bem eu tenho que acolher o outro que bate a minha porta da mesma forma e sempre frisamos: o acolher tam- bém é evangelizar. Se acolhen- do bem nós ajudamos no pro- cesso de cura do paciente, nós colocamos aqui nosso jeito de ser. Franciscanos somos e fran- ciscanos queremos ser, na en- fermidade, na vida do outro, na acolhida, no desespero e no so- frimento do próximo; nós que- remos ser esse franciscano por- que nós levamos essa paz e esse bem aonde as pessoas buscam e quando o paciente vem a nossa casa ele não busca apenas o me- dicamento,maselequeronosso sorriso,elequerumbomdia,ele quer ouvir: Seja Bem Vindo! O que você precisa? Pode contar conosco, em que posso ser útil? E isso já ajuda no processo de recuperação. Todo nosso am- biente fala de Deus. Ao entrar no hospital o primeiro olhar do paciente é para a capela e Deus diz: Eu estou aqui, você não está sozinho. Também nas enferma- rias o paciente verá um sinal de Deus, um sinal franciscano; eles vêm a nossa cruz, um sinal de injeção de amor. Todo ambien- te deste hospital fala de Deus e mostra Deus. Além de acolher e evangelizar, o paciente sente que é acolhido por Deus em cada colaborador que o recebe”, explica o franciscano. Quanto a manutenção fi- nanceira da unidade, Frei Saulo lembra que enfrenta constan- temente grandes desafios e só consegue mantê-la graças a parcerias e apoio da sociedade. “Hoje a questão financeira é um grande desafio e é a nossa filial em São Paulo que mantém o Hospital Padre Tiago porque ele ainda não tem o suporte fi- nanceiro para se manter. Mas, o importante é que ainda existem pessoas do bem e essas pesso- as fazem o bem acontecer. Es- sas pessoas se unem a nós e ao lançarmoscampanhasnacidade elas são muito bem aceitas e as pessoas se unem a nós, porque queremos fazer o bem e não o fazemossozinhos,fazemoscom o outro. Um dia perguntaram as irmãs nos Estados Unidos: Por- que vocês fazem tantas campa- nhas e pedem tanto dinheiro? E elas responderam: “Não se faz caridade sem dinheiro e nós também não fazemos caridade semdinheiro”,porissoapartici- pação das pessoas e de toda so- ciedade é tão importante na ma- nutenção desse hospital. Temos muitos passos a serem dados nesse hospital, mas aos poucos nós vamos concretizando com a ajuda de cada um que acredita e nos apoia nesse sonho. Convido você, leitor, a des- frutar dessa nova beleza que é o Hospital Padre Tiago na Pro- vidência de Deus, daquilo que construímos para você. Venha nos conhecer, pois conhecendo ohospitalvocêestaráconhecen- do um pouquinho do céu.Venha conheceressehospitalquenãoé nosso, é de todos nós e colabore em mais essa obra social que é sua, é de toda cidade de Jataí e região” Concluiu Frei Saulo. Vista da parte externa do hospital na Avenida Joaquim Cândido esq. c/ Rua Castro Alves Leitos Capela no interior do HospitalFreis Jordão e Saulo no Jardim na parte interna do Hospital VOCAÇÃO
  4. 4. 4JORNAL DA DIOCESE|Nº 130 |AGOSTO DE 2014| WWW.DIOCESEDEJATAI.ORG O mês de agosto é dedicado às vo- cações, vocações em todos os sen- tidos humanos, seja para o matrimônio, sacerdócio, vida consagrada ou não. Todas elas têm suas raízes no matri- mônio, sacramento do servi- ço, do amor e da união entre homem e mulher. A partir da união matrimonial criada pelo próprio Deus e nos apresen- tada no livro do Gênesis 2, 18 “Não é conveniente que o homem esteja só; vou dar- -lhe uma auxiliar semelhante a ele.” Deus deixa claro que homem e mulher se unem para dar vida à humanidade, para gerar filhos (as). Ser pai e mãe é ser respon- sável por novas vocações, é a partir do matrimônio que essas são suscitadas. E ser pai e mãe é para muitos, motivo de ren- der constantemente graças a Deus, pois as vocações susci- tadas no seio familiar são res- ponsáveis por transformar vi- das.Assim foi com o Sr. Jalmo Custódio da Silva, 49 anos, pai do padre Jalmo Custódio da Silva Filho, vigário da Paró- quia Nossa Senhora D’Abadia de Quirinópolis-GO. Para esse pai, a paternidade responsável e cristã gerou no seio de sua família uma grande alegria, VOCAÇÃO: PATERNIDADE “Não existiria o padre sem o matrimônio e muito menos o sacramento do matrimônio, sem o padre.” pois um de seus filhos optou pela vocação sacerdotal e a partir desta têm realizado um trabalho pastoral que também busca suscitar nas comunida- des, novas vocações. “Quando você pensa em unir-se em matrimônio a al- guém, você não tem noção do que é essa vocação, vamos des- cobrindo com a convivência marido e mulher. Essa compre- ensão surge a partir do momen- to em que você busca conciliar família, trabalho e Igreja, até então você vai se deixando le- var, talvez até deixando a de- sejar com seus compromissos com a família, como buscando outros prazeres longe da esposa e filhos, em pescarias, bebidas em bares com amigos, entres outros que nem sempre condi- zem com o verdadeiro sentido do matrimônio. Antes dessa compreensão, muitos pais de família acabam deixando a desejar em sua vocação. Con- sidero muito importante ao ho- mem, ter a consciência de que estar junto com a família é o melhor, os negócios fluem me- lhor, a vida social se torna mais agradável e quando se tem Deus na família, aí sim, tudo se torna melhor e mais prazeroso no âmbito familiar. Quanto a ser pai de um pa- dre, eu só compreendi com a convivência que fui tendo com meu filho, a partir do momento em que ele foi ordenado e com as pessoas que também faziam parte do seu meio, entre estes os seminaristas na caminhada de preparação para o sacerdó- cio. Compreendi o verdadeiro sentido da vocação sacerdotal e a grande responsabilidade que meu filho estava assumin- do, acompanhei suas angústias e provações, pois muitos são contrários a essa escolha e fa- zem comentários maldosos, principalmente em relação ao celibato. E essa compreensão só se dá a partir da nossa fé e foi essa fé que me manteve fir- me, apoiando o meu filho em sua escolha. Essa compreensão se deu com o tempo, foi um processo lento, eu entendi que Deus escolhe quem Ele quer, a vocação é um chamado de Deus, não é uma escolha mi- nha. Não coube a mim decidir o que o meu filho queria para a sua vida, mas a Deus e não cabe a mim ou a ninguém bana- lizar essa escolha, ao contrário, eu como pai sempre apoiei e continuo apoiando o meu filho. Nem todos têm essa compre- ensão, mas é a partir da fé que a adquirimos. Não somos me- lhores por sermos pai e mãe de um padre ou por ter essa com- preensão, mas tanto a compre- ensão como a graça de ser pai de um padre vieram a partir da participação na Igreja, do nosso engajamento e das visitas que fazíamos ao seminário, quan- do entendemos que a vocação sacerdotal não é algo imposto pelos pais ou pela Igreja, mas um chamado de Deus. Hoje depois de quase dez anos de caminhada, entre es- tudos e ordenação é que eu descobri essa felicidade, não por gostamos ou não que nos- so filho seja padre, mas a partir do nosso relacionamento, pois meu filho foi sempre muito aberto e nos deu oportunidade para conhecer os seminários onde estudou, de acompanhar seu trabalho de estágio nas paróquias; tivemos a graça de estar juntos em vários momen- tos de sua preparação para o sacerdócio, ele esteve em nos- sa casa em vários momentos e nós tivemos a graça de acom- panhar de perto o seu trabalho e as famílias que passaram a fazer parte da vida dele como uma nova e numerosa família. A partir dessa aproximação vi a alegria do meu filho na esco- lha que fez. Quanto ao relacionamen- to com o meu filho padre e o outro que não é padre, acho que não mudou em nada, a não ser que hoje o meu filho padre me pede a bênção e eu também peço-lhe a bênção. É claro que houve uma mudan- ça no sentido de respeito, mas no relacionamento entre pai e “Sugiro que os pais sejam amigos de seus filhos, que deem liberdade a eles, independente de suas escolhas” Jalmo Custódio, pai do sacredote Jalmo Filho filho, nada mudou, meu filho continua o mesmo, inclusive com os mesmos gostos. Um tio questionou a questão do meu filho padre não gostar de gato, dizendo que ele como padre não poderia deixar de gostar de nenhum animal, mas eu contestei, pois meu filho nunca gostou de gato e não é porque hoje é padre que tem que gostar, ele é humano e tem sentimentos e algumas dificuldades como qualquer ser humano. Entendo que um padre no altar, consagrando a hóstia tem uma grande autori- dade concedida por Deus, ele tem um diferencial, mas como pessoa, para mim não mudou em nada, na minha concepção ele é igual ao irmão que não é padre. Concluo afirmando que não existiria o padre sem o matrimônio e muito menos o sacramento do matrimônio, sem o padre. Sugiro que os pais sejam amigos de seus filhos, que deem liberdade a eles, independente de suas escolhas, pois com essa aber- tura você poderá estar mais próximo de seu filho, pode- rá ajudá-lo em suas escolhas e orientá-los sobre escolhas erradas, do contrário continu- aremos a presenciar desajus- tes familiares. Eu, como pai, sempre me senti amigo dos meus filhos, próximo deles e buscando a cada dia me tornar melhor como pai; em nosso relacionamento nunca bus- quei as minhas vontades, mas busquei entender as vontades dos meus filhos, fui amigo, busquei sempre a fé para sa- ber orientá-los. Essa busca foi fundamental quando eu e minha esposa buscamos em Deus a força e a sabedoria para estarmos ao lado dos nossos filhos nos momen- tos de dúvidas e incertezas”, conclui Jalmo. Jalmo Custódio é coordenador da equipe de música na Comunidade Santo Antônio de Lisboa, na Paróquia Santo Antônio de Pádua em Rio Verde VOCAÇÃO Sob a coordenação dos pa- dres Jalmo, Cassiano e Nixon e com muitas bênçãos, aconte- ceu em Jataí, no Instituto Di- vino Espírito Santo, nos dias 18,19 e 20 de julho, o Encon- tro Vocacional Masculino com o tema “Vinde e Vede”. O encontro contou com a participação de 21 jovens de várias cidades da diocese e durante os três dias todos os padres das paróquias de Jataí e os padres Vicente de Santa He- lena; Humberto, de Santa Rita do Araguaia e Valcir de Itajá passaram pelo encontro, numa demonstração de apoio à ani- mação vocacional diocesana. A missa de abertura foi pre- sidida por Dom Majella que durante a homilia destacou a importância do encontro no despertar vocacional. O even- to deixou os organizadores e o clero esperançosos, já que muitos daqueles jovens apre- sentaram grande interesse em continuar o acompanhamento vocacional que terá início nos 23 e 24 de agosto no Instituto Divino Espírito Santo em Jataí. Os jovens que desejam par- ticipar do Acompanhamento Vocacional e que se sentem chamados à vocação religiosa devem estar cursando o 3º ano do Ensino Médio ou concluído o segundo grau. ADiocese de Jataí, nas pes- soas dos padres Jalmo, Cassia- no e Nixon agradece a todas as famílias que contribuíram para a realização do encontro, seja com doações materiais ou com orações e conclama a todos para que rezem pelas vocações sacerdotais e religio- sas, pois “a messe é grande e faltam operários”. ENCONTRO VOCACIONAL MASCULINO EM JATAÍ – “VINDE E VEDE”
  5. 5. 5JORNAL DA DIOCESE|Nº 130 |AGOSTO DE 2014| WWW.DIOCESEDEJATAI.ORG ARTIGO Pe. Vicente Duarte “ Mas de forma alguma considero minha vida preciosa a mim mes- mo, contanto que leve a bom termo a minha carreira e o ministério que re- cebi do Senhor Jesus: dar teste- munho do Evangelho da graça de Deus.” (At 20,24). Tomando esse versículo bí- blico, atrevo-me a escrever al- gumas linhas sobre o já muito saudoso Padre Chico, um ho- mem que adquiriu uma verda- deira consciência de seguidor de Jesus Cristo. Destaco três dimensões de sua consciência enraizada no seu ser discípulo e missionário, quais são: consciência de mo- tivação, consciência de missão e consciência de de valor. Qui- çá esteja aqui o fundamento da vida de um verdadeiro seguidor de Cristo. Sem medo de titubear em palavras, posso afirmar com propriedade que tive o privilé- gio de conhecer e, mais ainda, de conviver com um homem que muito mais que falar de fé, viveu a fé. Na simplicidade e na obe- diência, Pe. Chico ensinou- -me e, certamente ensinou aos que com ele conviveram, que é possível seguir a Cristo de perto e, é possível ainda tes- temunhar esse Cristo, se tiver- mos consciência do que é ser discípulo do mestre Jesus. Durante sua vida, não obs- tante suas limitações humanas, Pe. Chico procurou configu- rar-se a pessoa de Jesus. Viveu com intensidade sua vocação de homem consagrado e cum- priu sua missão de sacerdote de Cristo, na simplicidade, na humildade e na obediência. Aliás, essas três características bem definem a sua pessoa. Frei Chico, Padre Chico ou simplesmente Chico, como ficou conhecido, com sua ma- neira de viver, com gestos concretos de a amor a Deus e ao próximo e uma devoção toda especial a Virgem Santís- sima, quis e indicou-nos que quem segue a Jesus deve ser possuidor, por assim dizer, de uma consciência que retrate tal decisão crucial e vital para a existência humana e para a eternidade. É impossível seguir a Cristo de todo coração sem renunciar as vontades próprias. Sem voltar o coração a todo momento para Deus. São Paulo nos ajuda a iden- tificar três traços de consciência que devemos ter para realizar a missão que Deus nos confia. No versículo acima citado, es- ses três traços dessa consciência está muito latente. Paulo é côns- cio de que quem é chamado por Deus e quer seguir verdadeira- mente a Jesus, e mais ainda, de quem abraça a missão dada por Deus, de quem vive o ministério dado pelo Senhor e confirmado pela Igreja, precisa ter clareza da motivação, da missionarie- dade e do valor dessa missão. Seguindo essa indicação, pas- sando pelo ensinamento de São Paulo e lembrando da vivência de Pe. Chico, afirmo, portanto, que é impossível viver bem nos- sa condição de pessoas chama- das por Deus, se não levarmos em conta essas três dimensões da consciência de quem se faz seguidor de Jesus Cristo. A Consciência de Motiva- ção. São Paulo nos mostra que é preciso servir com alegria e, para tanto, é necessário que haja motivação. Ao dizer que deve- ria cumprir seu ministério “com alegria” ele me revela qual a ver- dadeira motivação que deve nos conduzir na execução de todo o serviço ao Senhor. Pe. Chico en- sinou a viver sempre motivado e fez isso com seu jeito de servir na alegria. Servir só é servir ver- dadeiro se motivado pela alegria de servir. Sendo assim, devo reco- nhecer que as motivações no ministério não podem ser a soberba, a competição, a ga- nância ou qualquer coisa dessa natureza; porém, da alegria in- dizível, da qual Jesus prometeu que “ninguém vo-la tirará”. É como se remetêssemos a visita que Jesus fez a Marta e Maria e escutássemos o que Jesus disse a Marta... Com efeito, Maria escolheu a melhor parte, que não lhe será tirada... (Cf. Lc 10,42). Não tenho dúvidas de que Pe. Chico com seu teste- munho demonstra que a alegria era a maior motivação para se- guir servindo ao seu mestre Je- sus. Todos sabemos que era um homem muito bem humorado. Estava sempre alegre! A Consciência de Missão. Chama-me a atenção na declara- ção de São Paulo nesse versícu- lo que me serve de inspiração o verbo“cumprir”. Quando perce- bo este verbo, na declaração de São Paulo, ele me fala de missão como objetivo, propósito e meta da existência na vida de todo vo- cacionadoporDeus.Istoé,servir é a grande missão na e da vida. Servir é viver. Viver é servir. É mesma linha de pensamento de Mahatma Gandhi que dizia: “quem não vive para servir, não serve para viver”. Aqui também identifico a pessoa de Pe. Chico. Ele não veio fazer uma tarefa aqui no Brasil e em especial na nossa “NA SIMPLICIDADE E NA OBEDIÊNCIA, PE. CHICO ENSINOU-ME” diocese, mas veio cumprir uma missão. Missão que caracteri- za seu ser pertencente a Deus a ponto de se doar até o último instante que Deus lhe concedeu a graça de exercer sua vocação, seu ministério sacerdotal. Pri- meiro ele responde ao chamado de Deus para ser cristão, depois irmão religioso da Ordem dos Frades Franciscanos da Recon- ciliação, depois para ser padre diocesano e por último para viver na eternidade com com Deus, como prêmio reservado a quem combateu o bom combate da fé e completou a corrida (cf. 1Tm 4, 6-8). A Consciência de Valor. Segundo São Paulo o adjetivo “preciosa”, em relação a sua própria vida, indica seu discer- nimento de valor na existência. São Paulo era alguém que sabia o que realmente valia. Mais do que a vida, a vontade do Senhor da vida que dá sentido à vida, vale mais que a própria vida. Se valorizamos mais nossa vida do que a vontade de Deus, não possuímos ainda consciência de valor. Certa feita, ao ensinar seus discípulos Jesus os orien- tava a buscar primeiro o “Reino de Deus e tudo mais lhes seria acrescentado” (cf. Mt 6,33). Assim, viveu padre Chico dire- cionando sua vida as coisas do alto. Aliás as pessoas bem sa- bem expressar o que elas valo- rizam a partir daquilo que elas vivem. Certamente Pe. Chico não teria deixado sua pátria (EUA), país de primeiro mun- do, para residir em nosso país que ainda padecia sob o regime militar, nos idos 1963 (o país vivia sob o poder da Ditadura Militar), se não tivesse desco- berto o valor de anunciar a Boa Nova até os confins da terra. Sim, levar pessoas simples ou não a descobrir o tesouro da Palavra de Deus, através do seu ensinamento e do seu testemu- nho de vida. Em suma acredito piamente que esse homem nos mostrou o valor do Reino de Deus através de sua consciên- cia de cristão seguidor de Jesus. E se Jesus garante que aquele que der um copo d’água a al- guém, por ser seu discípulo não será esquecido por Ele, então, podemos dizer que padre Chico deu muito mais que um copo de d’água, e por isso, jamais será esquecido por Jesus. Que do céu ele olhe por nós. VOCAÇÃO
  6. 6. 6JORNAL DA DIOCESE|Nº 130 |AGOSTO DE 2014| WWW.DIOCESEDEJATAI.ORG 4º ENCONTRO NACIONAL DA PASCOM NOVOSDESAFIOSDesafios e possibilidades para evangelização na era da cultura digital foram apresentados aos comunicadores católicos durante o 4º Encontro Nacional da PASCOM e 2º Seminário Nacional de Jovens Comunicadores realizado em Aparecida-SP M ais de novecen- tas pessoas en- tre membros da PASCOM e líde- res comunicadores de diversas dioceses do Brasil participaram do 4º Encontro Nacional da Pastoral da Comunicação e 2º Seminário Nacional de Jovens Comunicadores realizado de 24 a 27 de julho emAparecida-SP. A casa da Mãe Aparecida esteve de portas abertas para acolher os participantes que se inscreveram para este gran- dioso encontro que teve como tema: “Comunicação, desafios e possibilidades para evange- lizar na era da cultura digital”. O encontro teve início com as palavras de acolhida de Dom Darci José, bispo auxiliar de Aparecida, no ato representan- do o Cardeal Dom Raimundo Damasceno. O bispo referen- cial da juventude, Dom Edu- ardo Pinheiro fez questão de saudar a todos, em especial os jovens que estiveram presen- tes na Jornada Mundial da Ju- ventude realizada no Brasil há exatamente um ano e que se fizeram presentes no encontro. Também compuseram a mesa e acolheram os participantes, os representantes da RIIAL (Rede de Informática da Igreja naAmérica Latina), Daniel Ca- banã e Letícia Soberon; Cris- tiane Monteiro, missionária da Canção Nova e representante do Conselho de Comunicação da América Latina e a coorde- nadora Nacional da PASCOM, Irmã Élide Fogolari. Diretamente de Roma, por meio de videoconferência, o presidente do Pontifício Con- selho para as Comunicações Sociais, dom Claudio Maria Celli, recordou aos partici- pantes que a Igreja cresce por meio da atração fraterna, do testemunho. Segundo dom Celli, este é o tema forte da teia comunicativa da Igreja. O bispo citou a mudança cultural que as tecnologias oferecem, por já não serem instrumentos, mas ambientes de vida onde a Igreja precisa ser presença. Padre Antônio Spadaro, SJ, doutor em Teologia e escri- tor de várias obras na área da WEB foi um dos assessores que levou os participantes a refletirem sobre o verdadeiro sentido da comunicação nas re- des sociais. Pe. Antônio deixou claro que divulgar mensagens e imagens bonitas e de cunho reflexivo não significa manter uma comunicação que real- mente evangelize e que faça as pessoas se comunicarem da forma que Jesus Cristo pede que comuniquemos. “A rede formada por fios e um aparato tecnológico não existe, o que existe são pessoas que se inte- ragem. Ela não deve ser apenas um instrumento de transmissão da fé, mas de transmissão de cultura através de experiên- cias. A novidade é a interação, compreendida como rede so- cial que transmite não só fotos e mensagens, mas as nossas próprias emoções. As redes sociais fizeram com que a co- municação mudasse totalmente o seu sentido, pois ela passa a necessitar não apenas das men- sagens, mas das relações, da in- teração e do envolvimento das pessoas” afirmou. Spadaro citou como exem- plo de comunicação, o diálogo entre Jesus e os discípulos no caminho de Emaús, quando Je- sus se fez um deles, caminhou ao lado dos discípulos e se dei- xou envolver pelos sentimentos de cada um deles. Outro grande exemplo de comunicador citado pelo palestrante foi o Papa Fran- cisco, cuja comunicação deixa fluir com envolvimento pessoal com o seu interlocutor. “O Papa Francisco em seus diálogos não busca recursos especiais, mas se faz sentir presença viva para seu interlocutor. Ele deu um gran- de exemplo do que realmente é um dos instrumentos da WEB ca falaram de suas experiên- cias na Pastoral da Comuni- cação, assim como irmã Élide que apresentou um breve rela- to sobre como a PASCOM foi e está estruturada atualmente no Brasil e de suas experiên- cias na coordenação nacional. Os temas “Comunicação e mudanças socioculturais pro- vocadas pelas tecnologias digi- tão famoso e utilizado pela ju- ventude, o “selfie”, pois se fo- tografou e se deixou aparecer para o outro de forma simples e acolhedora, como ele realmente é, simplesmente se deixou ver”, destacou padreAntônio. Spadaro lembrou ainda que quem evangeliza hoje na WEB não é chamado a pregar, mas a desenvolver uma relação entre as pessoas e o Evangelho, pois “não se comunica um conte- údo se não existem relações entre os comunicadores e a mensagem de Jesus”. Especialistas em comu- nicação como Elson Faxina, jornalista, professor e doutor em comunicação e outros que atuam na comunicação católi- tais” e “Ciberteologia: a vivên- cia da fé em tempos de rede” foram amplamente debatidos pelos assessores convidados, com tempo para questiona- mentos por parte dos comuni- cadores. Também foi apresen- tado no encontro o Diretório de Comunicação da Igreja no Brasil – Documento 99, texto aprovado dia 13 de março de 2014 durante a 83ª Reunião Ordinária do Conselho Perma- nente. Dois encontros importan- tes aconteceram no decorrer do evento, O Encontro com a Pastoral Juvenil e com os jovens que participaram da Jornada Mundial da Juventu- de e o Encontro com a RIIAL (Rede de Informática da Igreja na América Latina) e RIIBRA (Rede de Informática na Igreja do Brasil), ambos suscitaram debates e questionamentos com importantes propósitos de avanço para a Comunicação Católica, tendo como grande desafio a evangelização na era da cultura digital. Momentos de espiritualida- de também marcaram o encon- tro com celebração Eucarística na manhã de sexta-feira, ado- ração ao Santíssimo no sábado pela manhã e à tarde, missa no Santuário de Aparecida e no domingo a celebração eucarís- tica, presidida por Dom Dimas Lara Barbosa, Arcebispo de Campo Grande e presidente da Comissão Episcopal para a Co- municação da CNBB. A Diocese de Jataí foi re- presentada no 4º Encontro por membros da PASCOM das cidades de Rio Verde, Ja- taí, Mineiros e Santa Helena, acompanhados pelo diretor espiritual da PASCOM na Diocese, Padre Helenivaldo, vigário paroquial da Paróquia de Santa Helena. O bispo referencial do Re- gional Centro Oeste e da PAS- COM regional, Dom Messias dos Reis Silveira, bispo de Uruaçu-GO, acompanhou o grupo do Regional Centro-Oes- te durante o encontro e na via- gem de volta. Outro momento importante do evento foi a par- ticipação dos comunciadores no programa de premiação às emissoras católicas de televisão, transmitido ao vivo em rede na- cional pela TVAparecida. Além das emissoras de TV homenagedas, Padre Zezinho, SCJ também foi homeageado pela TV Aparecida e aprovei- tou para deixar sua mensagem aos participantes do 4º Encontro Nacional da PASCOM. PASTORAL Imagem de N.Sra. Aparecida, padroeira da Comunicação é conduzida até o palco na abertura do encontro Leandro (Shego), Jesús Catarino (Rio Verde) , Pe. Helenivaldo (Shego), Márcia (Jataí), Samuel (Shego), Fernanda (Jataí), Ana Cláudia (Shego) e Oníria (Rio Verde) Irmã Josilaine, Dom Vinícius (Mineiros) e Maria Rita (Jataí)
  7. 7. CAÇU-GOIÁS 7JORNAL DA DIOCESE|Nº 130 |AGOSTO DE 2014| WWW.DIOCESEDEJATAI.ORG Cinquenta anos após dar início ao seguimento de Jesus na disseminação da palavra, a Paróquia Sagrado Coração de Jesus, mostra-se uma evangeli- zadora, uma comunicadora do Reino de Deus. Todo esse tra- balho foi elaborado com muito esforço pelo primeiro pároco, Padre José Maria, a quem a paróquia teve a honra em tê-lo presente durante a celebração do seu Jubileu de Ouro. A comunidade se alegrou pela sua presença, pois mui- tos na paróquia receberam os sacramentos de suas mãos. Padre José Maria deixou sua mensagem à comunidade, lembrando grandes momentos vividos junto ao povo de Caçu. OArcebispo Dom Majella, em sua homilia saudou a todos com palavras de incentivo na caminha paroquial, mostran- do que “Jesus é o Caminho a Verdade e a Vida” e que Jesus poderia contar com cada fiel. O pároco, Padre José Geo- vane da Congregação dos Pe- quenos Irmãos do Santíssimo PRIMEIRO PÁROCO DA PARÓQUIA SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS DE CAÇU PARTICIPA DE SEU JUBILEU DE OURO Sacramento, também agrade- ceu o povo de Caçu e lembrou que ele apenas está dando continuidade aos trabalhos que há muitos anos vem sen- do realizado, pois cada padre que passou pela paróquia ao longo desses anos deu a sua contribuição na construção do Reino de Deus. Seminaristas do Seminário SantaCruz,daArquidiocesede Goiânia foram calorosamente recepcionados pelos membros do Serviço de Animação Vo- cacional (SAV), pelo grupo de jovens JUC e pelo pároco Pa- dre Valcir, no domingo dia 29 de junho na Paróquia São João Batista de Itajá. Os vinte e um seminaristas, acompanhados pelo padre José Luiz foram acolhidos com música e com um delicioso jantar preparado pelas legionárias e pelo conse- lho paroquial. Na oportunidade houve a santa missa com envio dos missionários, quando cada membro do SAV e do JUC, ITAJÁ-GOIÁS SEMINARISTA EM MISSÃO NA CIDADE DE ITAJÁ através de um sorteio ficou responsável por cuidar e rezar por um deles durante todos os dias, sendo chamados pela co- munidade de amigo anjo. Durante os dias em que se fizeram presença na paróquia, os missionários iniciavam os seus dias com a laudes e após o café da manhã saíam para a missão, visitando as casas e parando apenas para o almoço preparado com muito carinho pelas legionárias. Na segunda-feira às 19h e 30 min houve a missa com a benção das famílias. Já na ter- ça-feira à noite a missa foi de- dicada às crianças, com direi- to a muitas brincadeiras, logo após, no salão paroquial. Na quarta-feira à tarde o grupo visitou o presídio onde foi ce- lebrada a santa missa. À noi- te mais uma vez celebraram a santa missa com bênçãos aos enfermos. Na quinta-feira a missa foi celebrada de manhã com a benção do santíssimo, à tarde visitaram a creche, depois jo- garam futebol com os jovens e a noite realizaram um luau com todos os jovens. Na sexta a tarde houve uma confrater- nização com os membros do grupo JUC e SAV, quando foi revelado o amigo anjo. Cada um ganhou desse amigo uma camiseta e das legionárias, uma dezena. À noite partici- param da santa missa. No sábado o grupo apro- veitou para alguns momentos de lazer na Lagoa Santa onde também fizeram a missão, en- cerrando-a com a Santa Mis- sa. Chegando em Itajá, após o jantar o SAV preparou um bolo para o seminarista Manoel de Sousa Neto que completava mais um ano de vida. No do- mingo às 5h e30min eles foram acordados com uma serenata feita pelo SAV e JUC e as 8h houve a missa de encerramento com a benção dos veículos. Os fiéis da Paróquia São João Batista se alegraram com a presença do padre José Luiz e dos os seminaristas e é grata pelo belo trabalho que reali- zaram com o apoio do padre Valcir. COMUNIDADES
  8. 8. SANTA RITA DO ARAGUAIA - GO AGROVILA COMEMORA O DIVINO PAI ETERNO COM FESTA RELIGIOSA NA PARÓQUIA SANTA RITA DOS IMPOSSÍVEIS Pascom Sta. Rita Os 35 quilômetros feitos a pé pelo lavrador Benedito Quirino Moreira, de 48 anos, do centro de Santa Rita do Araguaia à comunidade ru- ral Divino Pai Eterno, têm um bom motivo. Foi assim que ele pagou a promessa por uma graça recebida. Há três anos o lavrador atingiu, de moto, uma mulher, que ficou bastante machucada na cabeça. Ele pagou o que foi necessário pelo tratamen- to, mas teve medo que ela fi- casse com sequelas. “Daí fiz a promessa e fui atendido: a mulher ficou boa”, disse. Benedito foi um dos últi- mos devotos a chegar ao local de partida da procissão em honra ao Divino Pai Eterno, por volta das 8h45 do domin- go (06 de julho), na Agrovi- la Ivapé, após caminhar por quase oito horas. “Estou ali- viado, graças a Deus! Cumpri meu compromisso”. Em seguida ocorreu a mis- sa em homenagem ao padro- eiro com a presença de cerca de 100 pessoas. Depois hou- ve leilão de prendas, almoço gratuito, rifa de boi e terço cantado no salão comunitário. Essa foi a programação da 9ª Festa do Divino Pai Eterno na Agrovila que teve como objetivo reunir a comunidade em oração e festa, e arrecadar fundos para terminar a cons- A dona de casa Ester Bor- ges dos Santos, de 37 anos, foi uma das pessoas que se- gurou o pequeno andor e cho- LÁGRIMAS DE AGRADECIMENTO rou de emoção. Suas lágrimas foram de agradecimento. Ela enfim, tinha em seus braços o homem amado, o motorista Roberto Cirino dos Santos, de 41 anos. A dona de casa Antônia Moreira Silva, de 40 anos, também se mostrou mui- to agradecida ao Divino Pai Eterno, por ter curado a fi- lha, Aline, de fortes dores na cabeça.”Em breve será a mi- nha vez de pagar a promessa, de andar mais de 30 quilôme- tros, só que da Agrovila até o centro de Santa Rita”. A lavradora Jardelina Ma- ria dos Santos, de 64 anos, também carregou com gosto a imagem durante procissão. Devota do Divino Pai Eterno, ela contou que recebeu a gra- ça de uma cura no joelho. 8JORNAL DA DIOCESE|Nº 130 |AGOSTO DE 2014| WWW.DIOCESEDEJATAI.ORG trução da capela. “Mas, na verdade... hoje é que começa a festa”, afirmou o lavrador, festeiro e lideran- ça comunitária, Mateus Qui- rino Moreira, de 50 anos. É que em nove anos seguidos essa foi a primeira vez que o Dia do Divino Pai Eterno teve um caráter unicamente religioso. “Antes era muita bebedeira, tinha briga, farra e quase ninguém entrava na capela pra assistir à missa”, explicou Mateus. A homenagem ao padro- eiro começou com cerca de 50 pessoas para participar da procissão, iniciada com a benção do pároco Humber- to de Freitas Vieira; esta foi a primeira vez que um padre integrou a caminhada. A procissão foi animada com a reza do terço, cantos, vivas e alguns foguetes. Na ca- minhada houve idosos, adultos, jovens, crianças e até bebês de colo. O grupo também contou com pessoas a cavalo, em mo- tos e automóveis.Aimagem do Divino Pai Eterno alternou de mãos a cada trecho. COMUNIDADES
  9. 9. 9JORNAL DA DIOCESE|Nº 130 |AGOSTO DE 2014| WWW.DIOCESEDEJATAI.ORG Oníria Guimarães Pelo segundo ano consecu- tivo, a Paróquia São Francisco deAssis realizou a Romaria do Divino Pai Eterno, quando os fiéis seguiram em procissão, saindo da paróquia, no Setor Morada do Sol até a Igrejinha da Serra, cerca de 6 km de ca- minhada. Este ano a Romaria aconteceu no dia 6, domingo, às 6 h da manhã com caminha- da Penitencial dirigida pelo pároco Pe. Mauro que às 8 h presidiu a celebração da missa e às 9 h Adoração do Santíssi- mo, no local. Dando continui- dade aos festejos religiosos, às 11 h houve o Terço com a Família Ataídes e durante todo o dia a visita de devotos à pro- priedade onde está situada a Igrejinha erguida pela família ataídes em devoção ao Divi- no pai Eterno. Todas as cele- brações foram acompanha- das por milhares de romeiros que começaram a chegar ao local no sábado dia 5. Mi- lhares de devotos do Divino Pai Eterno de Rio Verde e de várias cidades do estado vi- sitam o local há vários anos, numa manifestação de fé, gratidão e ação de graças. RIO VERDE - GO FESTA DO DIVINO PAI ETERNO NA PARÓQUIA SÃO FRANCISCO DE ASSIS P.Mauro,parocodaParóquiaSãoFranciscodeAssis,duranteaRomariadoDivinoPaiEternoàIgrejinhadaSerraemRioVerde Foto: Adão Rocha QUIRINÓPOLIS-GO DIA DOS AVÓS: CELEBRAÇÃO ESPECIAL A SANT’ANA E SÃO JOAQUIM Luciana Paula – PASCOM Quirinópolis No sábado, 26 de julho, a Igreja celebrou a Festa de Sant’Ana e São Joaquim, pais de Nossa Senhora e Avós de Jesus. Mãe da Virgem Maria, a santa é símbolo da incansá- vel dedicação e esforço fami- liar. Quando nos referimos a ela, não podemos deixar de engrandecê-la como o tronco, de onde nasceu a flor que nos deu o fruto, Jesus. Em nossa paróquia aconte- ceutríduoemhonraaSant’Ana, padroeira de uma de nossas co- munidades.Pe.Neiltoncelebrou Missa Solene no dia 26, sábado. Em sua homilia falou sobre os valores que nos são passados através da tradição que temos em nossa família. Conclamou todos a procurarem os ensina- mentos dos avós e pais e assim continuar passando para as ge- rações futuras. Salientou sobre o aspecto da vida em comuni- dade. Aos poucos a paróquia se vê como uma rede onde as comunidades caminhando jun- tas ganham força para a missão comum. Na oportunidade, os idosos receberam o sacramen- to da unção, que confere uma graça especial que une mais intimamente o doente à Paixão Ainda são fortes em nossa memória as palavras de Dom Orani Tempesta na Missa de abertura de JMJ 2013: “Jo- vens, andem por esta cidade, ABBÁ - RETIRO PAROQUIAL DE JOVENS EM QUIRINÓPOLIS testemunhem Jesus Cristo, comprometam-se com o mun- do novo, contagiem a todos com a alegria e a paz de Cris- to, como sentinelas da manhã, trabalhando na renovação do mundo à luz do plano de Deus.” Exatamente um ano após o evento que uniu a juventude do mundo inteiro na busca por Jesus, e impulsionados pelo calor dessa missão, a Paróquia Nossa Senhora d’Abadia pro- moveu nos dias 25, 26 e 27 de julho, um Retiro Paroquial de Jovens com o tema: “JOVEM, DEIXE-SE ENCONTRAR PELO SENHOR!”. Participaram mais de 80 jovens da paróquia, assim como da paróquia São João Batista de Gouvelândia. Con- tamos também com a presen- ça marcante do Ministério de Música, Missão Aliança, grupo que promove a evan- gelização animando retiros e encontros. Trouxeram para nossos jovens momentos de animação, fraternidade, soli- dariedade, louvor, partilha e muito amor. Aqui estão dois testemu- nhos que contam essa experi- ência tão próxima e viva que o retiro proporcionou: “Foi uma ótima experiência, foi um reti- ro que me fez pensar nas coisas boas e ruins que faço e o efeito que é causado nas outras pes- soas, os momentos de silêncio me fizeram refletir sobre as coi- sas que Deus fez para mim, nas oportunidades que Ele nos dá a cada dia, me ajudou a me apro- ximar mais Dele, a entender melhor as coisas que Ele faz por nós, me fez olhar a Deus de um modo diferente. Sempre participo desse retiro e esse ano foi inexplicável, valeu muito a pena, com momentos únicos.” Participante: Aline Franciele “A paróquia se alegra muito com a participação expressiva dos jovens no retiro. Eventos como este nos animam e reno- vam nossa esperança. Cabe ao jovem o futuro, a mudança da- quilo que há de vir, por isso, o olhar de extrema importância e ternura da Igreja. Olhar que revela também uma grande pre- ocupação sobre a responsabili- dade de cada jovem em assumir aquilo que é proposto pela Igre- ja, seus mandamentos, sua fé, contemplando sempre a figura do Filho de Deus, Jesus Cristo, servo fiel do povo.” Pe. Jalmo. E o trabalho da pastoral da juventude não para aqui! Para você que é jovem venha parti- cipar dos grupos de nossa paró- quia, temos o Grupo de Jovens Nefesh e o Grupo Peregrinos de Maria, fale com um dos jo- vens que participa e venha se juntar a essa Grande Família!!! “Queridos irmãos e irmãs, sejamos luzeiros de esperança! Tenhamos uma visão positiva sobre a realidade. Encorajemos a generosidade que caracteriza os jovens, acompanhando-lhes no processo de se tornarem pro- tagonistas da construção de um mundo melhor: eles são um mo- tor potente para a Igreja e para a sociedade. Eles não precisam só de coisas, precisam sobretudo, que lhes sejam propostos aque- les valores imateriais que são o coração espiritual de um povo, a memória de um povo.” (Papa Francisco, JMJ 2013). de Cristo, para o seu bem e de toda a Igreja, dando-lhe confor- to, paz, coragem, e também o perdão dos pecados, se ele não puder se confessar. E consente, por vezes, se for a vontade de Deus, também a recuperação da saúde física do fiel. Que Sant’Ana, expressão da sabedoria dos nossos ances- trais, nos ensine a ser uma Igre- ja que é grata pelo trabalho dos idosos, que acolhe as crianças e os jovens e anima os adultos a serem adultos também na fé. COMUNIDADES Idosos recebem de Padre Neilton, o sacramento da Unção dos Enfermos durante missa solene Pe. Jalmo e os jovens que participaram do retiro Paroquial
  10. 10. 10JORNAL DA DIOCESE|Nº 130 |AGOSTO DE 2014| WWW.DIOCESEDEJATAI.ORG MINEIROS-GO Dom Rui, vigário paroquial P or quatro séculos os mosteiros benediti- nos no Brasil ficaram concentrados no litoral, jun- to com centros urbanos po- pulosos. E lá perpetuava o conhecimento da pessoa de São Bento, de sua regra e a história da expansão dos Be- neditinos e Beneditinas pelo mundo. Com a chegada dos dois mosteiros em Mineiros (os primeiros no Centro Oes- te) aos pouco a devoção a São Bento cresceu. Com a construção da Igre- ja São Bento, inaugurada em 1999 e a criação da Paróquia São Bento em 2009, fiéis des- cobriram a força evangeliza- dora deste homem de Deus, “bento pelo nome e graça”, como diz seu biógrafo, Papa Gregório Magno, no início dos anos 600. A festa de São Bento é ce- lebrada no dia 11 de julho. Na Paróquia São Bento já virou costume um conjunto de ati- vidades para comemorar esta data. No dia 2 de julho teve início uma novena em prepa- ração para a festa. Cada noite, na Igreja, houve missa com invocação ao “Glorioso Pai São Bento”, pedindo a graça especial que cada fiel precisa. Houveram pregações de- pois da proclamação do Evan- gelho de cada dia, leitura de A Força evangelizadora de São Bento um dos 73 capítulos da Regra de São Bento e homilia, onde destaca um conselho de São Bento, uma aplicação concre- ta do Evangelho de Cristo na vida da comunidade. Seguiu- -se a ladainha e a bênção das centenas de fiéis participantes e de artigos religiosos; muitos com enfoque à devoção a São Bento – especialmente a tra- dicional medalha. Toda terça-feira, na missa vespertina, reza-se a novena perpétua, implorando a prote- ção divina pela intercessão de São Bento. Este ano durante a festa de São Bento, dia 11 de julho, com toda a comunidade mo- nástica do Mosteiro São José, os fieis alegraram-se com o ingresso no noviciado de dois jovens universitários, Irmãos Thiago e Felipe, investidos com o hábito monástico. Queira Deus que no ano que vem, nesta data, eles pronun- ciem seus primeiros votos be- neditinos nesta Igreja. Como momento cumu- lante das diversas atividades para festejar o padroeiro des- ta Paróquia, em forma social, celebrou-se a sexta edição do Castelão, um churrasco beneficente no pátio/jardim tão acolhedor da Igreja. Al- moçaram cerca de setecentas pessoas num ambiente frater- no e alegre, ao gosto de São Bento! Pascom: Diego Ribeiro Silva Onze casais prometeram amor e fidelidade um ao outro até o fim de suas vidas e con- firmaram o seu SIM diante do altar, na presença de Dom Vinícius, pároco da Paróquia São Bento. Familiares e ami- gos participaram do Casamen- to Comunitário ocorrido dia 4 de julho na Igreja São Bento. Foi uma noite muito especial para esses casais que ganha- ram a benção do sacramento do matrimônio. Para nós, cató- licos conscientes do nosso ba- tismo, o casamento não é uma simples formalidade religiosa ou civil. Pelo contrário, os noi- vos creem que o amor que os une é um sinal muito particu- lar do próprio amor de Deus e sinal do amor com que Jesus Cristo ama a Igreja. “Toda a vida cristã traz a marca do amor de Cristo e da Igreja. O Matrimônio cristão se torna, por sua vez, sinal efi- caz, sacramento da aliança de Cristo e da Igreja. O Matrimô- nio entre batizados é um ver- CASAMENTO COMUNITÁRIO dadeiro sacramento da nova aliança, pois significa e comu- nica a graça de Deus.” “A graça recebida nesse sacramento aperfeiçoa o amor humano dos esposos, dá fir- meza a sua unidade indissolú- vel e santifica-os no caminho da vida eterna.” “Deus é o autor do matrimô- nio, a vocação para o Matrimô- nio está inscrita na própria na- tureza do homem e da mulher, conforme saíram da mão do Criador.Ocasamentonãoéuma instituição simplesmente huma- na, apesar das inúmeras varia- ções que sofreu no curso dos séculos, nas diferentes culturas, estruturas sociais e atitudes es- pirituais. Essas diversidades não devem fazer esquecer os traços comuns e permanentes. Ainda que a dignidade des- ta instituição não transpareça em toda parte com a mesma clareza, existe, contudo, em todas as culturas, um certo sen- tido da grandeza da união ma- trimonial.Asalvação da pessoa e da sociedade humana está estreitamente ligada ao bem- -estar da comunidade conjugal e familiar.” (Catecismo da Igre- ja Católica §1603, 1617, 166 ). A comunidade é testemu- nha e une-se à oração e alegria dos noivos nessa etapa de suas vidas. CERCO DE JERICÓ Pascom: Diego Ribeiro Silva A Paróquia São Bento, juntamente com a Renovação Carismática Católica, gru- pos de serviços, movimentos, pastorais e paroquianos estão convidados a estarem diante de Jesus, presente no Santís- simo Sacramento, de 07 a 13 de agosto, num incessante “as- salto” de rosários, na capela Nossa Senhora Aparecida. Se- rão sete dias e seis noites com a presença constante dos fiéis diante de Jesus Eucarístico. 24 horas de oração em adoração contínua ao Santíssimo Sacra- mento. Iniciando no dia 07/08 com a celebração da Santa Missa às 06h45 e encerrando no dia 13/08 com a Santa Mis- sa às 19h. Entendendo o que é o “Cerco de Jericó” O Antigo Testamento, no livro de Josué, narra o primei- ro Cerco de Jericó da história. Quando Josué conduzindo o povo hebreu, atravessa o rio Jordão para que tomassem posse da terra prometida. Je- ricó era uma cidade toda mu- rada (uma fortaleza), ninguém saía e nem entrava. Ao chegar junto às muralhas Josué viu um anjo com uma espada na mão. E o anjo deu-lhe uma ordem. Que Deus estava en- tregando a cidade de Jericó em suas mãos. Josué foi fiel e executou as ordens. Durante seis dias, os valentes guerrei- ros de Israel deram uma volta em torno da cidade. No sétimo dia, deram seis voltas e na sé- tima volta o povo aclamava ao som da trombeta e pelo poder de Deus as muralhas caíram. (Josué 6) Esse, porém, não foi o úl- timo. Muitos outros foram realizados durante a trajetória cristã. No dia da Imaculada Conceição (8 de dezembro de 1978), Anatol Kazczuck, daí em diante promotor desses Cercos, apresentou a ordem da Rainha do Céu a Monsenhor Kraszewski, bispo auxiliar da Comissão Mariana do Epis- copado, onde dizia: “Para a preparação da primeira pere- grinação do Papa à sua Pátria, deve-se organizar na primeira semana de maio de 1979, em Jasna Gora, um Congresso do Rosário: 7 dias e 6 noites de rosários consecutivos, diante do Santíssimo Sacramento ex- posto”. Ele respondeu: “É bom rezar diante do Santíssimo Sa- cramento exposto; é bom rezar o terço pelo Papa; é bom rezar em Jasna Gora. Podeis fazê- -lo.” Como esse ‘assalto’ de rosários devia durar sete dias, e, tal como em Jericó, tinha-se certeza da vitória, deu-se lhe o nome de Cerco de Jericó. As autoridades recusaram o visto de entrada no país ao San- to Padre, como tinham feito a Paulo VI em 1966. Consterna- ção geral em toda a Polônia! O Papa não poderia visitar a sua Pátria. Foi, então, com redobra- do fervor que se organizou o “assalto” de rosários. E, no dia 7 de maio, ao mesmo tempo em que terminava o Cerco, caíram “as muralhas de Jericó”. Um comunicado oficial anunciava que o Santo Padre visitaria a Polônia de 2 a 10 de junho. “O Rosário tem um poder de exorcismo”, dizem os nos- sos amigos da Polônia, “ele torna o demônio impotente.” Noviços Thiago e Felipe COMUNIDADES
  11. 11. 11JORNAL DA DIOCESE|Nº 130 |AGOSTO DE 2014| WWW.DIOCESEDEJATAI.ORG CHAPADÃO DO CÉU Cristiano Lima No dia 23 de Junho, a Paró- quia Nossa Senhora Rainha do Céu realizou a quarta caminha- da da fé, quando contou com grande participação da comuni- dade. Foram mais de 60 pessoas que saíram da Capela São Fran- cisco deAssis, em Chapadão do Céu, por volta das 4h e 30min da manhã, com destino ao As- sentamento Pratinha, na Comu- nidade São João Batista, uma caminhada de 22 km percorrida com muita fé. Cada parada era momento de reflexão, quando pessoas falavam da experiência e até mesmo do propósito da caminhada, a fé. Durante o per- curso os participantes rezavam o santo terço e cantando, ali- mentavam ainda mais a sua fé. Foi uma experiência mara- vilhosa, quando ao final do per- curso os jovens da Juventude Missionária encenaram a Via- -Sacra, sentindo um pouco do que o nosso Senhor Jesus Cristo PARÓQUIA NOSSA SENHORA RAINHA DO CÉU E COMUNIDADE SÃO JOÃO BATISTA REALIZAM CAMINHADA DA FÉ 4ª CAMINHADA DA FÉ sentiu durante as 15 estações da via dolorosa que percorreu para salvar a humanidade. Durante a Caminhada padre Jacó levou os fiéis a refletirem sobre o grande testemunho de São João Batista, o percussor de Cristo. “Paulo acompanhava o ami- go Daniel à barca de jornal. Da- niel cumprimentou o jornaleiro amavelmente, mas, como retor- no recebeu um tratamento rude e grosseiro. Pegando o jornal que foi atirado em sua direção, Daniel sorriu atenciosamente e desejou ao jornaleiro um bom final de semana. Quando os dois amigos desciam pela rua, Paulo perguntou: -Ele sempre lhe trata com tanta grosseria? -Sim, infelizmente é sempre assim. -E você é sempre tão atencioso e amável com ele? -Sim, sou. -Por que você é tão educado, já que ele é tão rude com você? -Porque não quero que ele decida como devo agir. Esta história mostra como precisamos cuidar e controlar nossa vida cotidiana. A palavra de Deus nos diz: “SE VOSSA JUSTIÇA NÃO FOR MAIOR QUE A DOS ESCRIBAS E DOS FARISEUS, NÃO EN- TRAREIS NO REINO DOS CÉUS”. (Mt 5,20) . No mes- mo capitulo Jesus nos ensina: “Amai os vossos inimigos e orai por aqueles que vos perse- guem”. (Mt 5, 44). Será que nossa conduta e palavras manifestam o amor, a compaixão e a misericórdia de Deus ou tem efeito contrário?”, concluiu Pe. Jacó. No dia 1º junho, foi realizado na Paróquia Nossa Senhora Rainha do Céu, o 4º Arraiá da Catequese, com várias apresentações de quadrilhas dos catequisandos, onde participa- 4º ARRAIÁ DA CATEQUESE ram também os jovens e casais da paróquia, dançando a quadrilha. A presença da comunidade abrilhantou ainda mais o evento carinhosamente organizado pela ca- Nos dias 11 e 12 de Julho foi realizado na Paróquia N.Sra Rainha do Céu, o I Retiro Es- piritual de Cura e Libertação, onde esteve presente o Padre Cleodon, de São Pulo – SP. Através das suas orações o padre levou os participantes RETIRO ESPIRITUAL DE CURA E LIBERTAÇÃO a quebrar as barreias do mal e reencontrar-se com Cristo. Foi uma experiência fantástica, jamais vista em Chapadão do Céu, contando com a partici- pação de 150 pessoas, entre membros da comunidade e de outros lugares. Os participan- tes testemunharam que sen- tiram a mão de Deus agindo sobre eles, que sentiram o seu poder, numa experiência ma- ravilhosa, quando se sentiram totalmente aliviados. Foram 2 dias de muitas bênçãos, mila- gres, prodígios, cura e libertação. COMUNIDADES tequese. Esteve presente no Arraiá, o Arcebispo Dom Majella, que pre- sidiu a missa de abertura da festa, concelebrada por Padre Jacó, pároco da comunidade. Em sua homilia Dom Majella fa- lou do início da copa e de sua promo- ção pontifícia, quando tomará posse como Arcebispo da Arquidiocese de Pouso Alegre-MG, em agosto. A missa teve início às 17h, logo após teve início o Arraiá com comi- das típicas dos festejos do mês de junho, quando festejamos os santos mais populares da Igreja Católica, Santo Antônio de Pádua, o popular santo casamenteiro, cuja festa cele- bramos dia 13 de junho; São João Batista, o percussor, dia 24 de junho e São Pedro Apóstolo, o primeiro papa da história da Igreja, festa ce- lebrada dia 29 de junho.
  12. 12. 12JORNAL DA DIOCESE|Nº 130 |AGOSTO DE 2014| WWW.DIOCESEDEJATAI.ORG RIO VERDE - GO PARÓQUIA NOSSA SENHORA DAS DORES PRIMEIRA PARÓQUIA DA DIOCESE COMPLETA 166 ANOS JATAÍ - GO COMUNIDADES Oníria Guimarães A Paróquia Nossa Senhora das Dores, a primeira paró- quia da Diocese de Jataí, situada em Rio Verde, inaugurou na noite do dia 5, terça-feira, em seu aniversá- rio de 166 anos, uma capela dedicada a Nossa Sra. das Dores e São Sebastião. Nes- te dia a cidade de Rio Ver- de também comemorou 166 anos de emancipação políti- ca e para celebrar a data, um dos festejos no município foi a inauguração da nova cape- la, situada na frente da Igreja Matriz Nossa Sra. das Dores, ocupando parte da escadaria. Durante a missa de inau- guração da obra e em ação de graças pelo aniversário da paróquia e da cidade, Padre Olavo, pároco, destacou a im- portância da praça para a ci- dade de Rio Verde e para as famílias que residem no mu- nicípio. “Essa praça a partir de hoje será a praça das famí- INAUGURAÇÃO DA CAPELA NOSSA SENHORA DAS DORES E SÃO SEBASTIÃO lias e não mais dos usuários de droga ou de pessoas que desejam praticar o mal. Este lugar é dedicado ao lazer e a oração daqueles que querem o bem de Rio Verde. Muitos que aqui ficavam, quebravam garrafas de bebidas a noite toda, faziam xixi na porta da igreja, ou usavam o local para consumo de drogas, não terão mais espaço aqui, teremos câmaras para monitoramento da praça, as famílias volta- rão a frequentá-la e durante a semana passarão pela capela para fazerem suas orações, fazendo deste local, um local sagrado”, afirmou Pe. Olavo. A celebração contou com a presença de milhares de pessoas que lotaram a praça, entre estas autoridades políti- cas como os vereadores; a pri- meira dama, Clarice Martins e o prefeito Juraci Martins, além de autoridades militares e a Orquestra de Violeiros e Sanfoneiros que encantou o público com uma belíssima apresentação ao final da cele- bração. A missa foi em estilo ser- tanejo, quando o coral emo- cionou os fiéis com um vasto repertório de canções com música sertaneja e letras de cunho religioso. No final de celebração, Padre Olavo e Padre Paulo, vigário, convida- ram as autoridades políticas e os membros do Conselho Fi- nanceiro para o descerramento da placa inaugural, pedindo a todos que erguessem as mãos para o céu pedido bênçãos a Deus para a nova capela, para a praça central da cidade e para o município que come- mora mais um ano com uma linda história de progresso econômico, social e político. A história do município de Rio Verde culmina com a histó- ria da devoção a Nossa Senho- ra das Dores pelos primeiros habitantes do município, cujo primeiro passo para o início da Vila que mais tarde se torna- ria a cidade de Rio Verde, foi a construção de uma capelinha de palha e pau a pique dedica- da a Nossa Senhora das Dores, onde algum tempo depois foi chamada de “Vila das Dores”, “Arraial das Dores” e atual- mente Rio Verde. Por esse mo- tivo a matriz leva o seu nome. Quanto a São Sebastião, este mártir foi declarado padroeiro do município devido a grande devoção do povo em épocas de muitas pestes e doenças nos animais, quando o santo foi ar- dorosamente invocado contra esses males e sendo os mesmos extintos, quiseram por bem, nomeá-lo padroeiro da cidade. Portanto, a capela construída na praça central de Rio Verde é dedicada aos dois santos de maior devoção em Rio Ver- de, Nossa Senhora das Dores e São Sebastião, inclusive as festas em sua devoção recebem milhares de pessoas de todas as paróquias da cidade e são even- tos tradicionais em Rio Verde. A Paróquia Nossa Se- nhora do Rosário de Jataí, realizou a tradicional festa em louvor a São Cristóvão, padroeiro dos motoristas e agropecuaristas, dia 24 de julho, com carreata, bênção dos carros e missa festiva. Logo após a missa que con- tou com grande participação dos fiéis, foi realizado um grandioso churrasco e almo- ço festivo. PARÓQUIA N.Srª DO ROSÁRIO REALIZA FESTA DE SÃO CRISTÓVÃO Fiéis lotam a praça da matriz durante a celebração de aniversário da paróquia e da cidade

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