2014 imp-crit.aval-horta

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2014 imp-crit.aval-horta

  1. 1. CRITÉRIOS DEAVALIAÇÃO |1 O primeiro pressuposto para avaliar competências é trabalhar e ensinar para que os alunos desenvolvam solidamente competências construídas sobre os saberes e os saberes fazer, sedimentando capacidade e disponibilidade para compreender e agir. (Roldão, 2003, p.48)
  2. 2. CRITÉRIOS DEAVALIAÇÃO |2 Critérios de Avaliação Documento aprovado em Conselho Pedagógico (22 . março . 2007) 6ªAtualização (04 . novembro. 2013)
  3. 3. CRITÉRIOS DEAVALIAÇÃO |3 Introdução | 4 Enquadramento Legal | 6 Critérios de Avaliação Pré-Escolar | 19 1º Ciclo | 24 Oportunidade | 74 Ensino Artístico | 99 Índice
  4. 4. CRITÉRIOS DEAVALIAÇÃO |4 Introdução O sistema de avaliação deve incidir no desenvolvimento de competências que se consideram necessárias ao indivíduo do século XXI, constituindo ferramentas essenciais ao longo da vida social e profissional, permitindo-lhe saber ler e assimilar o conhecimento, interpretando informação e avaliando o seu significado. Avaliar competências é, sobretudo, entendido como um processo regulador da vivência dos alunos durante as experiências de aprendizagem. Um processo intencional e continuado, que se desenvolve no dia a dia da sala de aula, num ambiente de confiança, onde errar é visto como natural e não penalizador, e onde se privilegia a observação formativa como fonte de autorregulação. O uso sistemático da avaliação diagnóstica e formativa pelos professores, como parte integrante do processo de ensino/aprendizagem, tem revelado efeitos significativos na aprendizagem dos alunos, porquanto qualquer currículo, atualmente, requer o desenvolvimento de instrumentos de avaliação criados com o propósito de se constituirem como uma influência positiva no ensino e na aprendizagem, permitindo a reflexão necessária à mudança de objetivos e estratégias. A junção e confrontação dos dados parcelares fornecidos pelos diversos instrumentos de avaliação formativa, permite a formulação de um juízo globalizante, traduzido na avaliação sumativa, efetuada no final de cada período letivo, ano letivo e ciclo de ensino. Mas, a questão fundamental deste sistema de avaliação de competências é, tal como propõe Roldão (2003), Que competências manifestam os alunos, esperadas como resultado da aprendizagem que a escola ofereceu? A avaliação assenta num referencial comum, as Metas de Aprendizagem e as Metas Curriculares (estas últimas implementadas no presente ano letivo para as áreas curriculares disciplinares de Português, nos 1º, 3º, 4º e 5º anos de escolaridade; Matemática, nos 1º, 3º e 5º anos de escolaridade; e para a área curricular disciplinar de Educação Visual e Tecnológica, nos 5º e 6º anos de escolaridade), assim entendidas como evidências de desempenho das competências que deverão ser manifestadas pelos alunos no final do ciclo de estudos a que respeitam, sustentadas na aquisição dos conhecimentos e capacidades inscritos nos currículos formais e nos programas e/ou orientações curriculares das diferentes áreas disciplinares, constituindo por isso resultados de aprendizagem esperados em cada uma dessas áreas. A adoção deste referencial comum não descura, contudo, a necessária diferenciação na senda do sucesso das aprendizagens, o que
  5. 5. CRITÉRIOS DEAVALIAÇÃO |5 implica na prática docente uma eventual reorientação, operacionalizada no âmbito do projeto curricular de turma, de acordo com os contextos dos aprendentes e com vista à efetiva consecução da(s) meta(s). Afigurou-se como igualmente importante, associar um leque diversificado de instrumentos de avaliação que permitam averiguar se os alunos dominam as aprendizagens que são parte do percurso necessário à consecução das metas definidas, e de que modo e com que qualidade as dominam. Para estes instrumentos foram definidas ponderações, no sentido de tornar a avaliação o mais objetiva, transparente e justa possível, tal como determinam os dispositivos legais que a regulamentam, e conferir-lhe uma eficácia que se pretende reconhecida não só por professores, mas também por alunos e pais/encarregados de educação.
  6. 6. CRITÉRIOS DEAVALIAÇÃO |6 Enquadramento Legal Avaliação na educação pré-escolar A avaliação das crianças inscritas na educação pré-escolar é regu- lamentada pela Portaria 1/2002 de 3 de janeiro. Este diploma legal determina: A avaliação na educação pré-escolar é de cariz essencialmente formativo e contempla uma avaliação diagnóstica, a qual permite a ob- tenção de dados necessários à elaboração do projeto curricular e à re- gulação do processo ensino/aprendizagem, partindo do contexto e características do grupo de crianças; Ao educador compete proceder à avaliação contínua do desen- volvimento da criança e das aprendizagens concretizadas, tendo por referência as orientações curriculares e aquisições básicas definidas para a componente educativa da educação pré-escolar; Pelo menos uma vez em cada trimestre, o educador comunica ao encarregado de educação da criança, uma informação suficientemen- te globalizante e explicita dos aspetos positivos e obstáculos à aprendi- zagem da criança, suportada nas observações realizadas, de modo a permitir aos familiares da criança o desenvolvimento de esforços ade- quados em articulação com o contexto educativo escolar. Essa comuni- cação ocorre em simultâneo com a da avaliação final de período do 1º ciclo. Avaliação no ensino básico A avaliação dos alunos do ensino básico é regulamentada, na Re- gião Autónoma dos Açores, pela Portaria 9/2013 de 11 de fevereiro. Esta portaria determina: Princípios da avaliação no ensino básico
  7. 7. CRITÉRIOS DEAVALIAÇÃO |7 Consistência entre os processos de avaliação e as aprendizagens e competências desenvolvidas, de acordo com os contextos em que ocor- rem; Utilização de técnicas e instrumentos de avaliação diversificados; Primazia da avaliação formativa, com valorização dos processos de autoavaliação regulada, e da sua articulação com os momentos de avaliação sumativa; Valorização da evolução do aluno; Transparência e rigor do processo de avaliação, nomeadamente através da clarificação e explicitação dos critérios adotados; Diversificação dos intervenientes no processo de avaliação. Intervenientes na avaliação A avaliação é da responsabilidade do professor, do conselho de turma, dos órgãos de gestão da Unidade Orgânica e da Direção Regio- nal da Educação. No processo de avaliação intervêm: O professor; O aluno; O conselho de núcleo, no 1º ciclo; O conselho de turma, no 2º ciclo; O órgão de gestão da Unidade Orgânica; O encarregado de educação; O docente de educação especial e outros profissionais que acompanham o desenvolvimento do processo educativo do aluno; A Direção Regional da Educação. Modalidades de Avaliação A avaliação das aprendizagens compreende as modalidades de avaliação diagnóstica, avaliação formativa e sumativa (interna e exter- na). A avaliação diagnóstica conduz à adoção de estratégias de dife- renciação pedagógica e contribui para facilitar a integração escolar do aluno, apoiando a orientação escolar e vocacional. A avaliação formativaé a principal modalidade de avaliação, as- sume carácter contínuo e sistemático e visa a regulação do ensino e da aprendizagem, recorrendo a uma variedade de instrumentos de recolha de informação, de acordo com a natureza das aprendizagens e dos contextos em que ocorrem. A avaliação formativa fornece ao professor, ao aluno, ao encarregado de educação e aos restantes intervenientes,
  8. 8. CRITÉRIOS DEAVALIAÇÃO |8 informação sobre o desenvolvimento das aprendizagens e competências de modo a permitir rever e melhorar os processos de trabalho A avaliação sumativa consiste na formulação de um juízo globali- zante sobre a aquisição das aprendizagens do aluno e o desenvolvimen- to das competências definidas para cada disciplina e área curricular. A avaliação sumativa inclui a avaliação sumativa interna e a avaliação sumativa externa nos 4º e 6º anos. A avaliação sumativa interna realiza-se no final de cada período e ano letivos e realiza-se através de um dos seguintes processos: avaliação pelos professores, no 1º ciclo e pelo conselho de turma, no 2º ciclo e através de provas de equivalência à frequência. Nos 1º, 2º e 3º anos do 1º ciclo do ensino básico, a avaliação sumativa interna expressa-se, de forma descritiva e qualitativa, em todas as áreas curriculares, de acordo com as menções de Não Satisfaz, Satisfaz, Satisfaz Bem ou Satisfaz Muito Bem. No 4º ano de escolaridade, a avaliação sumativa interna, em cada período letivo, nas áreas curriculares disciplinares de português e mate- mática, expressa-se numa classificação de 1 a 5, acompanhada de uma apreciação descritiva sobre a evolução do aluno. Nas áreas curriculares disciplinares de Estudo do Meio, de Expressões e de enriquecimento, bem como nas áreas curriculares não disciplinares, a avaliação expressa-se de forma descritiva e qualitativa de acordo com as menções supracitadas. No 2º Ciclo, esta avaliação expressa-se numa escala de 1 a 5, nas áreas curriculares disciplinares, podendo ser acompanhada por uma aprecia- ção descritiva sobre a evolução do aluno. Na área curricular não discipli- nar a avaliação sumativa interna utiliza elementos provenientes das diferentes áreas curriculares e expressa-se de forma qualitativa através da menção de Não Satisfaz, Satisfaz, Satisfaz Bem ou Satisfaz Muito Bem, podendo também ser acompanhada por uma apreciação descritiva sobre a evolução do aluno. Por deliberação do Conselho Pedagógico desta Unidade Orgânica, a avaliação sumativa interna do 1º período resulta da média ponderada de todos os resultados obtidos nesse período, nos instrumentos de avalia- ção aplicados no âmbito dos domínios cognitivo e atitudinal. A avalia- ção sumativa do 2º período resulta da média ponderada de todos os resultados obtidos no 2º período e a avaliação sumativa do 3º período resulta da média ponderada de todos os resultados obtidos ao longo do ano letivo (1, 2º e 3º períodos). A avaliação sumativa externaé da responsabilidade da Secretaria Regional da Educação, Ciência e Cultura, em articulação com o Ministé- rio da Educação e Ciência e compreende a realização de provas, no final de cada ciclo do ensino básico, incidindo sobre as competências e aprendizagens previstas para o respetivo ciclo de ensino, nas áreas curri- culares disciplinares de: a) Português e Matemática; b) Português Língua Não Materna e Matemática, para os alunos que se encontram abrangidos pelo Portaria nº101/2012, de 1 de
  9. 9. CRITÉRIOS DEAVALIAÇÃO |9 outubro, nos níveis de proficiência linguística de iniciação ou in- termédio. A prestação de provas é obrigatória, pelo que a não realização das provas implica a retenção do aluno nos 4º ou 6º anos de escolaridade. No 1º ciclo, são admitidos às provas finais (1ªfase) todos os alunos como alunos internos, exceto os que se encontrem em situação de in- cumprimento reiterado do dever de assiduidade, nos termos do Estatuto do Aluno dos Ensinos Básico e Secundário. No 2º ciclo, e face à publicação do Despacho nº 8248/2013 de 25 de junho, que estabelece a realização das provas finais em maio, situa- ção não prevista na Portaria 9/2013 de 11 de fevereiro, a qual prevê a verificação das condições de admissão às provas finais na reunião de avaliação final do 3º período (que agora passa a ocorrer em data poste- rior à aplicação das provas), aguarda-se a publicação de nova portaria que defina as condições de admissão dos alunos deste ciclo de ensino às provas finais. Estão dispensados das provas finais os alunos que: a) Estejam abrangidos pelo Programa Oportunidade; b) Não tenham o Português como língua materna e tenham ingressa- do no sistema educativo português no ano letivo correspondente ao da realização das provas; c) Estejam abrangidos pelo regime jurídico da educação especial, e não sujeitos ao regime de transição de ano escolar, nem ao pro- cesso de avaliação do regime educativo comum; d) Se encontrem em situação considerada clinicamente muito grave. As provas finais de Português e Matemática são cotadas na escala percentual de 0 a 100, sendo a classificação final da prova expressa na escala de níveis de 1 a 5. A classificação final a atribuir às disciplinas de Português e Matemá- tica, na escala de 1 a 5, integra a classificação obtida pelo aluno na prova final, com uma ponderação de 30%. Avaliação dos alunos inseridos no Programa Oportunidade A avaliação dos alunos inseridos numa turma do Programa Oportu- nidade rege-se pelo definido na Portaria 60/2013 de 1 de agosto. Este diploma legal determina que: A avaliação dos alunos do Programa Oportunidade é predominan- temente formativa, permitindo a obtenção de informação sobre o de- senvolvimento das competências definidas para cada subprograma, com vista ao ajustamento de processos e estratégias de ensino e de aprendizagem;
  10. 10. CRITÉRIOS DEAVALIAÇÃO |10 No subprograma Oportunidade I, a avaliação sumativa tem caráter descritivo e quantitativo nas áreas de português e matemática, numa escala de níveis de 1 a 5, e caráter descritivo e qualitativo nas restantes áreas curriculares, de acordo com as menções de Não Satisfaz, Satisfaz, Satisfaz Bem ou Satisfaz Muito Bem; No subprograma Oportunidade II, a avaliação sumativa tem caráter descritivo e quantitativo em todas as áreas curriculares, expressa numa escala de níveis de 1 a 5, exceto nas áreas de formação pessoal e social e de projeto formativo, cuja avaliação tem caráter descritivo e qualitati- vo, de acordo com as menções de Não Satisfaz, Satisfaz, Satisfaz Bem ou Satisfaz Muito Bem. Avaliação dos alunos abrangidos pelo Regime Educativo Especial Os alunos abrangidos pela modalidade de educação especial são avaliados de acordo com o regime de avaliação definido no âmbito do Decreto Legislativo Regional nº 15/2006/A de 7 de abril, e na Portaria 9/2013 de 11 de fevereiro. Estes diplomas determinam que os alunos que tenham no seu projeto educativo individual (PEI) definidas condições de avaliação própria, devidamente explicitadas e fundamentadas, decor- rentes da aplicação de qualquer medida educativa da qual resultem alterações curriculares específicas, nomeadamente, projeto curricular adaptado (turma com projeto curricular adaptado - TPCA, currículo indi- vidual adaptado – CIA ou adequações curriculares), currículo específico individual - CEI, ou integração numa unidade especializada com currícu- lo adaptado - UNECA, serão avaliados nos termos previstos no supracita- do projeto educativo individual. A informação resultante da avaliação sumativa dos alunos do ensi- no básico abrangidos por um currículo específico individual (CEI) ou pro- grama do regime educativo especial similar expressa-se numa menção qualitativa deNão Satisfaz, Satisfaz, Satisfaz Bem ou Satisfaz Muito Bem, acompanhada de uma apreciação descritiva sobre a evolução do alu- no. Avaliação dos alunos inscritos no ensino artístico especializado A avaliação dos alunos inscritos no ensino artístico especializado encontra-se regulamentada na Portaria 60/2012 de 29 de maio. Este diploma determina que: A avaliação compreende uma componente interna e outra exter- na: a componente interna é da responsabilidade do professor a quem se encontra atribuída a lecionação da disciplina e assume as formas de avaliação formativa e sumativa; a componente externa assume a forma de uma audição pública, avaliada por um júri constituído para o efeito, ou prova individual equivalente a exame, no termo dos anos correspon- dentes ao fim de cada ciclo de escolaridade, onde são avaliadas todas
  11. 11. CRITÉRIOS DEAVALIAÇÃO |11 as componentes curriculares da modalidade de ensino artístico especiali- zado seguida. Podem candidatar-se a exame os alunos internos (com frequência e aproveitamento) e alunos autopropostos (sem matrícula na disciplina ou que anularam a matrícula em data anterior à estipulada por circular emitida, anualmente, pela Direção Regional da Educação). Avaliação dos alunos inscritos nos cursos de iniciação A avaliação dos alunos dos cursos de iniciação é contínua, da res- ponsabilidade dos docentes a quem esteja atribuída a turma e deve processar-se de acordo com as normas gerais aplicáveis ao 1º ciclo do ensino básico. Avaliação dos alunos inscritos nos cursos básicos e nos cursos secundá- rios/complementares A avaliação dos alunos dos cursos básicos e secundá- rios/complementares de Dança e de Música deve processar-se de acor- do com as normas gerais aplicáveis ao respetivo nível do ensino regular e as especificidades introduzidas pela Portaria 60/2012 de 29 de maio. A avaliação dos alunos é contínua, da responsabilidade do profes- sor a quem esteja atribuída a lecionação da(s) disciplina(s) do ensino ar- tístico especializado e assume as formas de avaliação formativa e sumativa. A avaliação sumativa da componente vocacional é expressa em níveis de 1 a 5 nos cursos básicos e numa escala de 0 a 20 nos cursos se- cundários/complementares. Por decisão do Conselho Pedagógico desta Unidade Orgânica, a avaliação das disciplinas terminais das componentes de formação cientí- fica e técnica-artística inclui a realização de provas globais no final do 5º grau. Efeitos da avaliação sumativa Progressão e Retenção De acordo com o disposto no artigo 13º da Portaria 9/2013 de 11 de fevereiro, a decisão de progressão de um aluno é uma decisão de cará- ter pedagógico e deverá ser tomada sempre que o professor titular da turma, em articulação com os restantes docentes do Conselho de Nú- cleo que lecionam o mesmo ano de escolaridade, no 1º ciclo, ou o Con- selho de Turma, no 2º Ciclo, considerem que:
  12. 12. CRITÉRIOS DEAVALIAÇÃO |12 a) Nos anos não terminais de ciclo, que as aprendizagens realizadas pelo aluno permitem o desenvolvimento das competências definidas para o final do respetivo ciclo; b) Nos anos terminais de ciclo, que o aluno realizou as aprendizagens e adquiriu os conhecimentos necessários para prosseguir com sucesso os seus estudos no ciclo ou nível de escolaridade subsequente, sem preju- ízo das classificações obtidas na avaliação externa. As áreas curriculares de enriquecimento, de Formação Pessoal e Social e curriculares não disciplinares, não são consideradas para efeitos de progressão dos alunos. As áreas curriculares disciplinares de caráter facultativo e as do en- sino artístico vocacional que, para o aluno, tenham substituído uma área curricular disciplinar do currículo educativo comum, não são considera- das para efeitos de progressão dos alunos. A avaliação sumativa, quando realizada no final de cada ano e ci- clo de escolaridade, dá origem a uma decisão pedagógica sobre a progressão ou retenção do aluno, expressa, respetivamente, através das menções de Transitou e Não Transitou, no final de cada ano, e Aprovado ou Não Aprovado. A aprovação dos alunos em qualquer subprograma do Progra- maOportunidade pode ocorrer no decurso do ano letivo ou no termo deste, sempre que se verifique que o aluno realizou as aprendizagens e adquiriu os conhecimentos necessários e correspondentes ao ano de es- colaridade em que ficou retido, devendo ser, de imediato e sem outros formalismos, integrado no ano de escolaridade subsequente ao qual fi- cou retido. A avaliação sumativa, quando realizada no final da frequên- cia do subprograma, dá origem a uma decisão pedagógica sobre a aprovação ou não aprovação do aluno e expressa-se através das men- ções, respetivamente de Aprovado ou Não Aprovado. A avaliação final de ano dos alunos do ensino artístico especializa- do que frequentam os cursos livres por especialidade expressa-se em Ap- to ou Não Apto, acompanhada sempre que se considere relevante, de uma apreciação descritiva sobre a evolução do aluno. No que concerne à retenção, de acordo com o disposto no artigo 14º da Portaria 9/2013 de 11 de fevereiro: No 1º ano de escolaridade só há lugar a retenção se: a) O aluno tiver ultrapassado o limite de faltas previsto no Estatuto dos Alunos dos Ensinos Básico e Secundário (Decreto Legislativo Regional 12/2013/A de 23 de agosto); b) O aluno tenha acumulado evidências claras de que não de- senvolveu as aprendizagens e as competências básicas que se consideram como requisitos fundamentais para assegurar a prossecução no 2º ano de escolaridade, das aprendizagens e competências previstas para o 1º ciclo do ensino básico.
  13. 13. CRITÉRIOS DEAVALIAÇÃO |13 Nos 2º e 3º anos de escolaridade, a retenção é uma medida peda- gógica de carácter excecional, a aplicar apenas quando se verifiquem cumulativamente as seguintes condições: a) O percurso escolar registe evidências claras de que no termo do prazo previsto para atingir o fim do 1º ciclo do ensino básico, o aluno não realizará as aprendizagens e desenvolverá as com- petências previstas para aquele ciclo; b) A escola possa assegurar as medidas específicas necessárias à recuperação da normal progressão do aluno; c) O aluno não tenha sido retido no ano letivo anterior. Por deliberação do Conselho Pedagógico desta Unidade Orgânica, sempre que um aluno no final do 1º ano, ou do 2ºano, ou do 3º ano de escolaridade, obtiver a menção de Não Satisfaz a Português e/ou obtiver consecutivamente no final de dois destes anos de escolaridade, menção de Não Satisfaz a Matemática, deve ficar retido no ano de escolaridade que frequenta, uma vez que estas são evidências claras de que não de- senvolveu as aprendizagens e as competências básicas que se conside- ram como requisitos fundamentais para assegurar a prossecução aos anos de escolaridade subsequentes e, como tal, das aprendizagens e competências previstas para o 1º ciclo do ensino básico. No 5º ano (por deliberação do Conselho Pedagógico desta Unida- de Orgânica) e no 6º ano de escolaridade, considera-se que o aluno não progride e obtém, respetivamente, as menções de Transitou e Não Transi- tou, no final do 5º ano, e Aprovado ou Não Aprovado, no final do 6º ano, se: a) Tiver obtido classificação inferior a três nas disciplinas de Portu- guês e Matemática; b) Não tenha realizado as aprendizagens e desenvolvido as com- petências necessárias, tendo assim obtido classificação inferior a três a mais de duas áreas curriculares disciplinares. Assim, o aluno transita/aprova: Nível inferior a três apenas a Português ou a Matemática; Nível inferior a três em duas áreas curriculares disciplinares (poden- do incluir o Português ou a Matemática). Pelo que, o aluno não transita/não aprova: Nível inferior a três a Português e a Matemática; Nível inferior a três, a três ou mais áreas curriculares disciplinares.
  14. 14. CRITÉRIOS DEAVALIAÇÃO |14 No 2º ciclo do ensino básico, quer no 5º ano quer no 6º ano de es- colaridade, a retenção traduz-se na repetição de todas as áreas e disci- plinas do ano em que o aluno ficou retido. Em situações de retenção, compete ao professor titular da turma, no 1º ciclo, e ao conselho de turma, no 2º ciclo, o preenchimento de um formulário de retenção, de modelo a aprovar pelo diretor regional com- petente em matéria de educação, identificando as aprendizagens e competências não desenvolvidas pelo aluno, as quais devem ser obriga- toriamente comunicadas ao encarregado de educação e tomadas em consideração na elaboração do projeto curricular da turma em que o aluno venha a ser integrado no ano letivo subsequente. Qualquer retenção é homologada exclusivamente pelo órgão exe- cutivo da unidade orgânica, no formulário elaborado pelo professor titu- lar de turma, no 1º ciclo, e pelo conselho de turma no 2º ciclo. Não é permitida a segunda retenção no mesmo ano de escolari- dade sem o parecer favorável do conselho pedagógico, que analisa, para o efeito, a informação disponibilizada pelo conselho de Turma. Sempre que se verifique uma segunda retenção no ciclo do ensino básico, o aluno é obrigatoriamente encaminhado para um programa específico de recuperação da escolaridade (Programa Oportunidade) Em situações excecionais, devidamente fundamentadas, o conse- lho de núcleo e o conselho de turma podem propor que um aluno com uma segunda retenção se mantenha no currículo regular, cabendo ao conselho pedagógico emitir parecer favorável e ao órgão executivo a homologação. Para os alunos abrangidos pelo regime educativo especial, é o projeto educativo individual que define condições de avaliação própria, a referência de base para a decisão relativa à sua progressão ou reten- ção num ano ou ciclo de escolaridade. Os alunos do ensino artístico especializado, dos regimes articulado e integrado, que no 6º ano de escolaridade, obtenham nível inferior a três em mais de uma disciplina da componente de formação vocacional, ficam impedidos de transitar para o 3º ciclo, num curso básico de música ou de dança. Nas situações em que os alunos obtenham nível inferior a 3 a uma só disciplina da componente vocacional e quando essa disciplina for, con- soante o curso, técnicas de dança, instrumento ou canto, deve o conse- lho de turma analisar e decidir da transição, ou não, do aluno para o 3º grau/ 7º ano de escolaridade na componente vocacional. A retenção em qualquer dos anos de escolaridade do ensino regu- lar, de um aluno que frequenta os cursos básicos do ensino artístico es- pecializado não impede a sua progressão na componente de formação vocacional. Nesta situação, a opção pela progressão na componente de formação vocacional implica a frequência em regime supletivo.
  15. 15. CRITÉRIOS DEAVALIAÇÃO |15 A conclusão de um curso básico do ensino artístico especializado implica a obtenção de nível igual ou superior a 3 em todas as disciplinas da componente de formação vocacional do 5º grau/9º ano de escolari- dade. Os alunos que frequentam os cursos básicos do ensino artístico es- pecializado em regime integrado ou articulado, têm de abandonar este regime de frequência quando numa das disciplinas da componente de formação vocacional não obtenham aproveitamento em dois anos con- secutivos ou excedam o número de faltas injustificadas previsto na lei. Os alunos dos cursos básicos do ensino artístico especializado que preencham qualquer dos requisitos consignados nas alíneas seguintes podem requerer à escola que ministra a componente vocacional a reali- zação de provas de avaliação para transição de ano/grau, apenas para as disciplinas desta componente de formação: a) Frequentem os cursos do ensino artístico vocacional em regime supletivo; b) Se encontrem a frequentar um curso secundário; c) Tenham iniciado os seus estudos num plano de estudos revoga- do pela portaria 60/2012 de 29 de maio e apresentem desfasa- mento relativo ao ano de escolaridade. Situações especiais de classificação Se por motivo da exclusiva responsabilidade da escola ou por falta de assiduidade do aluno, motivada por doença prolongada ou impedi- mento legal devidamente comprovados, não existirem em qualquer área disciplinar elementos de avaliação sumativa interna respeitantes ao 3º período letivo, a classificação dessas disciplinas é a que o aluno obteve no 2º período letivo. No 4º ano de escolaridade do 1º ciclo e no 2º ciclo, sempre que o aluno frequentar as aulas durante um único período letivo, por falta de assiduidade motivada por doença prolongada ou impedimento legal devidamente comprovados, fica sujeito à realização de uma prova ex- traordinária de avaliação (PEA) em cada disciplina, exceto naquelas em que realizar, no ano curricular em causa, prova final de ciclo. A classifi- cação anual de frequência a atribuir a cada disciplina é o resultado da PEA. Os alunos que sejam retidos nos anos terminais de ciclo podem candidatar-se à realização de exames terminais de ciclo de equivalência à frequência, elaborados tendo como referencial as aprendizagens e competências definidas para cada área curricular disciplinar do plano curricular aplicável, sob orientação e responsabilidade do conselho pe- dagógico.
  16. 16. CRITÉRIOS DEAVALIAÇÃO |16 Os exames de equivalência à frequência nos anos terminais dos 1º e 2º ciclos do ensino básico destinam-se aos candidatos autopropostos que se encontrem numa das seguintes situações: a) Frequentem estabelecimentos de ensino particular e cooperati- vo sem autonomia ou paralelismo pedagógico; b) Estejam abrangidos pelo ensino individual e doméstico; c) Estejam fora da escolaridade obrigatória e não estando a fre- quentar qualquer estabelecimento de ensino, se candidatem às provas de equivalência à frequência; d) Estejam no 4º ano de escolaridade e, não tendo obtido apro- vação na 1ª fase de exames ou na avaliação sumativa final no 3.º período, se candidatem às provas de equivalência à fre- quência; e) Estejam no 6º ano de escolaridade e, não tendo obtido apro- vação na avaliação sumativa final no 3.º período, se candida- tem às provas de equivalência à frequência nas disciplinas em que não obtiveram aprovação. Os candidatos aos exames de equivalência à frequência do 4º ano de escolaridade realizam obrigatoriamente, na 1ª fase, as provas finais do 1º ciclo de Português (nesta disciplina realizam também uma prova oral) e de Matemática e também a prova de equivalência à fre- quência de Estudo do Meio. Na 2ª fase, os candidatos autopropostos po- dem realizar as provas de equivalência à frequência nas áreas disciplinares às quais não obtiveram aprovação na 1ª fase ou não apro- varam no final do ano letivo. Os candidatos aos exames de equivalência à frequência do 6º ano de escolaridade também realizam em duas fases, com uma única cha- mada: a) Osexames de equivalência à frequência em todas as disciplinas do ciclo que incidem sobre as aprendizagens do 2º ciclo do en- sino básico, os quais contemplam ainda, no caso de Português e das línguas estrangeiras, uma prova oral de realização obriga- tória; b) As provas finais nas disciplinas de Português e de Matemática; c) Os exames nas disciplinas em que não obtiveram aprovação na 1º fase ou na avaliação sumativa final do 3º período, desde que aquelas lhes permitam a conclusão de ciclo. Os alunos internos dos 4º e 6ºanos de escolaridade que, após as re- uniões de avaliação final de ano não obtenham aprovação, podem usu- fruir do prolongamento do ano letivo a fim de frequentarem um período de acompanhamento extraordinário para recuperação das aprendiza- gens. Este período decorre até à realização da 2º fase das provas finais. A não realização de qualquer exame ou componente da prova de exame determina a não atribuição de classificação nessa disciplina e, consequentemente, a não conclusão do ciclo de estudos.
  17. 17. CRITÉRIOS DEAVALIAÇÃO |17 A classificação de exame é expressa pela classificação obtida pelo aluno na prova, arredondada às unidades, ou no caso dos exames cons- tituídos por mais de uma prova, é expressa pela média aritmética simples, arredondada às unidades, das classificações obtidas pelo aluno em ca- da uma das provas realizadas. Considera-se aprovado o candidato que obtenha na prova de exame classificação igual ou superior a 50%. Consideram-se aprovados no 2º ciclo, os alunos que não se encon- trem numa das seguintes situações: a) Tenham obtido classificação inferior a 3, em simultâneo, nas dis- ciplinas de Português e de Matemática; b) Tenham obtido classificação inferior a 3 em três ou mais discipli- nas. No programa Oportunidade, os alunos que frequentam os anos de escolaridade correspondentes ao ano terminal de ciclo, sem aprovação em qualquer um dos subprogramas, podem realizar exames para conclu- são de ciclo, na qualidade de autopropostos. Os alunos abrangidos pela modalidade da educação especial, com necessidades educativas especiais de caráter permanente, podem ver adequadas às suas necessidades as provas e condições de exame previstas para todos os restantes examinandos. A adoção de qualquer condição especial de exame exige que os candidatos com necessidades educativas especiais de caráter perma- nente tenham sido abrangidos pormedidas educativas, homologadas no seu projeto educativo individual. Os alunos com necessidades educativas especiais de caráter per- manente que, ao longo do seu percurso educativo, tenham tido ade- quações curriculares individuais com adequações no processo de avaliação nas disciplinas de Português e/ou de Matemática, constantes do seu projeto educativo individual, podem realizar exames a nível de escola. A autorização das condições especiais de exame é da responsabi- lidade do presidente do órgão executivo com a anuência expressa do encarregado de educação, nos termos estabelecidos no Regulamento de Exames. No ensino artístico especializado, os exames nas disciplinas terminais de ciclo, quer dos cursos básicos quer dos cursos complementares, são realizados em duas fases, cuja data é fixada pela escola, em função do calendário de épocas de exame definido por circular, emitida anual- mente pela Direção Regional da Educação. Todos os alunos têm acesso às 1ª e 2ª fases de exame, excetuando-se os alunos que reprovarem por faltas durante o ano letivo e os alunos que reprovarem por falta de apro- veitamento no final do ano letivo, os quais só têm acesso à 2ª fase, sen- do-lhes proibido o acesso à 1ª fase.
  18. 18. CRITÉRIOS DEAVALIAÇÃO |18 A classificação final das disciplinas do ensino artístico especializado é o resultado da média, arredondada às unidades, da classificação de frequência dos diferentes anos em que a disciplina é lecionada e da classificação obtida em exame final, esta última necessariamente positi- va. O cálculo da classificação final das disciplinas nucleares dos cursos de Formação Musical, Instrumento e Canto, será encontrada da seguinte forma: a) Se a média da classificação de exame for igual ou inferior à média da classificação de frequência, a classificação final da disciplina será a média das duas; b) Se a média da classificação de exame for superior à média da classificação de frequência, a classificação final da disciplina será igual à classificação de exame; c) A classificação final do Curso Complementar de Música será o resultado da média aritmética simples, arredondada às unida- des, das classificações finais obtidas pelo aluno em todas as dis- ciplinas do respetivo curso. Para a classificação final do Curso Complementar de Formação Musical deverá também ser con- siderada a classificação da disciplina de instrumento (5º grau), procedendo-se, quando necessário, à respetiva conversão de níveis em escala numérica. Comunicação dos resultados da avaliação De acordo com o estipulado no artigo 17º da Portaria 9/2013 de 11 de fevereiro, o aluno e o seu encarregado de educação têm direito ao conhecimento pleno de todos os elementos constantes do respetivo pro- cesso individual, sendo obrigatória a comunicação de todos os resulta- dos dos processos de avaliação a que o aluno seja submetido. Assim sendo, ao aluno e seu encarregado de educação, deve ser facultada informação sobre a pontuação e/ou apreciação obtidas nas fichas de avaliação e/ou trabalhos e/ou provas de exame, devendo-se exarar nestes instrumentos de avaliação o respetivo resultado, expresso qualitativamente e quantitativamente. As provas escritas e/ou práticas de avaliação são classificadas de acordo com a seguinte tabela:
  19. 19. CRITÉRIOS DEAVALIAÇÃO |19 A comunicação dos resultados da avaliação é obrigatória através da afixação de pautas e da entrega presencial pelo professor titular do 1º ciclo ou pelo diretor de turma no 2º ciclo, ao encarregado de educa- ção, de documento contendo os resultados da avaliação. A comunica- ção dos resultados da avaliação sumativa interna pode, ainda, ser feita por correio eletrónico. Pedido de revisão e recurso De acordo com o disposto no artigo 18º da Portaria 9/2013 de 11 de fevereiro, o Encarregado de Educação, até três dias úteis a contar da data da afixação da pauta ou da entrega da ficha de registo com a classificação da avaliação sumativa interna, por requerimento devida- mente fundamentado em razões de ordem técnica, pedagógica ou le- gal, dirigido ao presidente do órgão executivo, pode requerer a revisão das deliberações do conselho de turma. O requerimento apresentado é submetido ao conselho de núcleo, no 1ºciclo, ou ao conselho de turma, no 2ºciclo, para apreciação do pe- dido e deliberação sobre o mesmo. Nos casos em que o conselho de núcleo ou turma mantenha a sua deliberação, o processo aberto pelo pedido de revisão é enviado, pelo presidente do conselho executivo, ao conselho pedagógico, para apre- ciação fundamentada. Da deliberação do presidente do conselho executivo e respetiva fundamentação é dado conhecimento ao interessado, no prazo máximo de 10 dias úteis contados a partir da data da receção do pedido de revi- são. Da decisão do presidente do órgão executivo pode caber recurso para o Diretor Regional da Educação, a apresentar no prazo de cinco dias úteis, após conhecimento da mesma. Classificação Pontuação Fraco (nível 1) Não Satisfaz (nível 2) Satisfaz (nível3) Satisfaz Bem (nível 4) Satisfaz Muito Bem (nível 5) 0 - 19% 20 - 49% 50 - 69% 70 - 89% 90 - 100%
  20. 20. CRITÉRIOS DEAVALIAÇÃO |20 Critérios de Avaliação scolarPEré
  21. 21. CRITÉRIOS DEAVALIAÇÃO |21 PRÉ-ESCOLAR Critérios de Avaliação Pré-Escolar As atividades desenvolvidas nos Jardins-de-infância estão inseridas em três grandes Áreas de Conteúdo: Formação Pessoal e Social, Expres- são e Comunicação e Conhecimento do Mundo. A avaliação na Educação Pré-Escolar assume uma dimensão mar- cadamente formativa e deve ser: Integradora da Prática Educativa, como “ recolha de informações que permi- tem a formulação das decisões adaptadas às necessidades e capacidades dos alunos. Individualizada, respeitando a individualidade de cada aluno, tendo em atenção as suas capacidades, pontos de partida e necessidades. Reguladora, na prática pedagógica, dos métodos, recursos, determinando as diversas componentes do ensino/aprendizagem. Orientadora das atividades de todos os intervenientes. Sistemática, fazendo parte da planificação de ensino, exigindo momentos adequados para “ efetuar balanços “ e “ diálogo “ com os alu- nos, outros professores e encarregados de educação. A Avaliação Diagnóstica conduz à adoção de estratégias de dife- renciação pedagógica e contribui para elaborar, adequar e reformular o projeto curricular de turma, facilitando a integração escolar do aluno. Pode ocorrer em qualquer momento do ano letivo, quando articulada com a avaliação formativa. Avaliação Formativa consiste na recolha e tratamento de uma for- ma sistemática e contínua, dos dados relativos aos vários domínios da aprendizagem, com a finalidade de regulação e de orientação. A Educação Pré-Escolar é perspetivada ao longo da vida assegu- rando à criança condições para abordar com sucesso o 1º ciclo.
  22. 22. CRITÉRIOS DEAVALIAÇÃO |22 PRÉ-ESCOLAR Critérios de Avaliação Pré-Escolar A avaliação, neste nível de ensino assume essencialmente caráter formativo e deve reger-se pelos seguintes critérios gerais: Adaptação Interesse/motivação Participação/iniciativa Capacidade de organização Assiduidade e /ou pontualidade Criatividade Espírito de observação Espírito crítico / raciocínio Autonomia Cooperação Respeito e compreensão pelo outro
  23. 23. CRITÉRIOS DEAVALIAÇÃO |23 PRÉ-ESCOLAR Formação Pessoal e Social Expressão e Comuni- cação Estudo e Conheci- mento do Mundo Domínio da Linguagem e abordagem da escrita Domínio das Ex- pressões Domínio da Ma- temática Expressão Motora Expressão Dramática Expressão Musical Expressão Plástica Instrumentos de Avaliação Observação Direta Comportamento; Atitudes, Aprendizagens. Grelhas de Avaliação diagnós- tica Observação Indireta Registos gráficos individuais e coletivos; Registos das aprendizagens no final de cada Período.
  24. 24. CRITÉRIOS DEAVALIAÇÃO |24 Critérios de Avaliação Ciclo1º 1ºCiclo Português | 26 Inglês | 29 Matemática | 32 Estudo do Meio | 35 Expressão Plástica | 36 Expressão Musical e Dramática | 37 Educação Física | 39 Cidadania | 41 Domínio Atitudinal | 45
  25. 25. CRITÉRIOS DEAVALIAÇÃO |25 Critérios de Avaliação Domínio Cognitivo Os critérios definidos aplicar-se-ão também aos alunos do Programa Oportunidade, sendo salvaguardadas as especificidades dos instrumentos de avaliação a aplicar, que serão definidos em Conselho de Turma. 1ºCICLO
  26. 26. CRITÉRIOS DEAVALIAÇÃO |26 Critérios de Avaliação Português Domínios Metas de Aprendiza- gem/Curriculares Anos de Escolaridade Instrumentos de Avaliação 1 2 3 4 Compreensãodooral Interpreta enunciados de natu- reza diversificada. X X X X Fichas de Avaliação 55% Trabalhos escritos 20% Participa- ção oral 15% Sabe escutar para reproduzir pequenas mensagens e para cumprir ordens e pedidos. X X X X Presta atenção a breves discur- sos sobre assuntos que lhe são familiares, retendo o essencial da mensagem. X X X X Compreende o essencial de his- tórias contadas, de poemas e de textos da tradição oral. X X X X Expressãooral Fala de forma clara e audível de acordo com as regras da Língua Portuguesa. X X X X Relata acontecimentos e des- creve imagens. X X X X Reconta histórias e completa-as. X X X X Espera a sua vez, sabe pedir a palavra. X X X X Formula pedidos e perguntas tendo em conta a situação e o interlocutor. X X X X Narra situações vividas e imagi- nadas. X X X X Leitura Lê com progressiva autonomia e ritmo com vista à criação de hábitos de leitura. X X X X Lê com clareza textos variados com extensão e vocabulário adequados ao seu nível etário. X X X X Compreende o essencial dos textos lidos. X X X X 1ºCICLO
  27. 27. CRITÉRIOS DEAVALIAÇÃO |27 Critérios de Avaliação Português Domínios Metas de Aprendiza- gem/Curriculares Anos de Escolaridade Instrumentos de Avaliação 1 2 3 4 Leitura Cria o gosto pela leitura com finalidades diversas através de registos diversos (livros de histó- rias, de textos produzidos indivi- dualmente ou por colegas, como fonte de pesquisa e de informação ou de enriquecimen- to), com particular destaque pa- ra as problemáticas da Região. X X X Fichas de Avaliação 55% Trabalhos escritos 20% Participação oral 15% Desenvolve a competência da leitura relacionando os textos lidos com as suas experiências e conhecimento do mundo. X X X Escrita Escreve frases simples. X Copia com correção ortográfi- ca. X X X X Escreve textos curtos com respei- to pelo tema, pelas regras bási- cas de ortografia e pontuação, assegurando a continuidade referencial e marcando a aber- tura e fecho. X X X X Produz textos escritos com inten- ções comunicativas diversifica- das (histórias, cartas, banda desenhada, etc.). X X X Aperfeiçoa a competência da escrita utilizando técnicas de auto e hétero correção. X X Utiliza um texto aplicando-lhe diferentes recursos expressivos com determinada intenção co- municativa (dramatização, ban- da desenhada, cartazes, etc.). X X X Pratica a escrita como forma de desenvolver a compreensão da leitura. X X X X 1ºCICLO
  28. 28. CRITÉRIOS DEAVALIAÇÃO |28 Critérios de Avaliação Português Domínios Metas de Aprendiza- gem/Curriculares Anos de Escolaridade Instrumentos de Avaliação 1 2 3 4 FuncionamentodaLíngua Manipula e compara dados pa- ra descobrir regularidades no funcionamento da língua: flexão nominal e adjetival (nú- mero e género), pronominal e verbal. X X X Fichas de Avaliação 55% Trabalhos escritos 20% Participação oral 15% Distingue diferentes tipos de tex- to (prosa, poesia, banda dese- nhada, teatro, texto oral…). X X X Verifica a mobilidade de alguns elementos nas frases. X X X Distingue formas e tipos de fra- ses. X X X Estabelece relações entre os constituintes das frases. X X X Mobiliza os conhecimentos ad- quiridos na compreensão e pro- dução de textos orais e escritos. X X X Organiza ficheiros de palavras por famílias, áreas vocabulares, sinónimos, antónimos e segundo critérios diversificados. X X X 1ºCICLO
  29. 29. CRITÉRIOS DEAVALIAÇÃO |29 Critérios de Avaliação Inglês – 1º e 2º anos Domínios Metas de Aprendizagem Instrumentos de Avaliação COGNITIVO90% Ouvir/ver Compreensãooral Identifica um número muito limitado de palavras isoladas e expressões bá- sicas em enunciados simples e curtos relativos a si próprio e aos contextos em que está inserido. Audição de textos Exercícios orais Pequenas dramati- zações e role plays Diálogos 45% Falar Interaçãooral Produçãooral Produz palavras e expressões simples memorizadas sobre si próprio e os con- textos em que está inserido. Estabelece contatos sociais em con- texto de sala se aula e responde a perguntas simples. Exercícios orais Diálogos 45% 1ºCICLO
  30. 30. CRITÉRIOS DEAVALIAÇÃO |30 Critérios de Avaliação Inglês – 3º e 4º anos Domínios Metas de Aprendizagem Instrumentos de Avaliação COGNITIVO90% Ouvir/ver Compreensãooral Identifica um número muito limitado de palavras isoladas e expressões básicas em enunciados simples e curtos relativos a si próprio e aos con- textos em que está inserido. Audição de textos Canções Pequenas dramati- zações e role plays Diálogos (15%) Falar Interaçãooral Produçãooral Exprime-se de forma muito simples para falar de si próprio, de outras pessoas e de lugares. Interage em situações do quotidiano escolar previamente preparadas. Exercícios orais. Diálogos 30% Ler Compreensãoescrita Identifica um número limitado de pala- vras e expressões básicas em textos simples e curtos, com ajuda visual, rela- tivos a si próprio e aos contextos em que está inserido. Exercícios de leitura de palavras, frases e pequenos textos Instruções Legendas Gráficos Cartazes 15% Escrever Produçãoescrita Interaçãoescrita Escreve palavras isoladas, frases sim- ples e curtas relativas a si próprio e aos contextos em que está inserido. Completa formulários simples com da- dos pessoais e escrever frases curtas e simples. Fichas de trabalho Trabalhos de projeto Cartões Convites 15% Testes escritos 15% 1ºCICLO
  31. 31. CRITÉRIOS DEAVALIAÇÃO |31 Critérios de Avaliação Inglês – 3º e 4º anos Domínios Metas de Aprendizagem Instrumentos de Avaliação ATITUDINAL10% Participação Intervém de forma oportuna. Participa ativamente e/ou quando soli- citado. Colabora nas atividades propostas ou da iniciativa do grupo. Grelhas de obser- vação direta 3% Autonomia Realiza tarefas individualmente. Ultrapassa dificuldades sem a ajuda contínua de outras pessoas. Reflete e toma decisões. Grelhas de obser- vação direta 2% Comportamento Respeita as regras de funcionamento da sala de aula. Utiliza uma linguagem adequada à sala de aula. Relaciona-se com os outros sem causar situações de conflito. Respeita as opiniões dos outros. Grelhas de obser- vação direta 2% Responsabilidade É assíduo e pontual. Traz os materiais necessários. Cumpre os prazos estabelecidos. Realiza os trabalhos solicitados. Demonstra atenção e empenho. Esforça-se por superar as suas dificul- dades. Grelhas de verifica- ção do TPC e ma- terial Portfólio 3% 1ºCICLO
  32. 32. CRITÉRIOS DEAVALIAÇÃO |32 Critérios de Avaliação Matemática Domínios Metas de Aprendiza- gem/Curriculares Anos de Escolaridade Instrumentos de Avaliação 1 2 3 4 Númeroseoperações Desenvolve o sentido de núme- ro. X X X X Registos de observação: (Realização de tarefas) 15% Trabalhos escritos: (Fichas de trabalho e/ou trabalho de grupo) 20% Fichas de avaliação 55% Compreende o sistema de nu- meração decimal (ler e escrever números). X X X X Compreende e é capaz de usar propriedades dos números natu- rais. X X X X Compreende os diversos sentidos da operação (adição e subtra- ção). X X X X Compreende os diversos sentidos da operação (multiplicação e divisão). X X X Efetua e utiliza estimativas e ava- lia a razoabilidade dos resulta- dos. X X X Desenvolve destrezas de cálculo numérico mental e escrito com vista à resolução de problemas em contextos diversos. X X X X Opera com números naturais. X X X X Identifica números racionais não negativos. X X X Compreende e é capaz de usar propriedades dos números raci- onais não negativos. X X Representa, compara, ordena e opera com números racionais não negativos (decimais). X X Aprecia ordens de grandeza de números e compreende o efeito das operações. X X X X Desenvolve ideias algébricas nas sequências de números. X X X X Resolve problemas, raciocina e comunica em contextos numéri- cos. X X X X 1ºCICLO
  33. 33. CRITÉRIOS DEAVALIAÇÃO |33 Critérios de Avaliação Matemática Domínios Metas de Aprendiza- gem/Curriculares Anos de Escolaridade Instrumentos de Avaliação 1 2 3 4 Geometriaemedida Usa o sentido espacial com vista à participação em atividades de orientação e movimento. X X X X Registos de observação: (Realização de tarefas) 15% Trabalhos escritos: (Fichas de trabalho e/ou trabalho de grupo) 20% Fichas de avaliação 55% Usa o sentido espacial na visuali- zação e na compreensão das propriedades das figuras geomé- tricas no plano e no espaço. X X X X Resolve problemas envolvendo a visualização e a compreensão de relações espaciais. X X X X Descobre os aspetos estéticos da Matemática e a estrutura abstra- ta presente em situações da na- tureza, culturais ou artísticas, envolvendo elementos numéri- cos, geométricos ou ambos. X X X Representa, descreve e constrói figuras no plano e no espaço e identifica propriedades que as caracterizam. X X X Conta e representa valores mo- netários. X X X X Ordena sequências de aconte- cimentos X X X X Compreende unidades de tem- po e medida do tempo. X X X Compreende a grandeza com- primento. X X X X Compreende as grandezas mas- sa, capacidade e área. X X X Compreende o que é a unidade de medida e o processo de me- dir. X X X X 1ºCICLO
  34. 34. CRITÉRIOS DEAVALIAÇÃO |34 Critérios de Avaliação Matemática Domínios Metas de Aprendiza- gem/Curriculares Anos de Escolaridade Instrumentos de Avaliação 1 2 3 4 Geometriaemedida Realiza medições. X X X X Registos de observa- ção: (Realização de tarefas) 15% Trabalhos escritos: (Fichas de trabalho e/ou traba- lho de grupo) 20% Fichas de avaliação 55% Efetua estimativas. X X X Relaciona diferentes unidades de medida. X X X Identifica no plano eixos de sime- tria de figuras. X X X Desenvolve ideias algébricas no estudo da simetria. X X X Resolve problemas, raciocina e comunica no âmbito deste te- ma. X X X X Organizaçãoetratamentodedados Classifica dados utilizando dia- gramas. X X X X Recolhe dados registando-os através de esquemas de conta- gem gráfica. X X X X Explora e interpreta dados orga- nizados de diversas formas. X X X X Utiliza o vocabulário próprio para as descrever (certo, possível, im- possível, provável e improvável) situações aleatórias que envol- vam o conceito de acaso. X X Interpreta e produz informação estatística, utiliza-a na resolução de problemas e na tomada de decisões informadas e argumen- tadas. X X X Utiliza recursos tecnológicos dis- poníveis no desenvolvimento compreensivo de destrezas e procedimentos e na visualização das ideias matemáticas, facili- tando a organização e a análise de dados. X X X 1ºCICLO
  35. 35. CRITÉRIOS DEAVALIAÇÃO |35 Critérios de Avaliação Estudo do Meio Domínios Metas de Aprendizagem Anos de Escolaridade Instrumentos de Avaliação 1 2 3 4 Àdescobertadesi mesmo Estrutura o conhecimento de si próprio e desenvolve atitudes de auto estima e de auto confiança, valorizando a sua identidade e raízes. X X X X Participa- ção oral 15% Trabalhos escritos: (Fichas de trabalho e/ou traba- lho de grupo) 20% Fichas de avaliação 55% Desenvolve e pratica hábitos de higiene pessoal e de vida saudá- vel, utilizando regras básicas de segurança e uma atitude atenta e crítica em relação ao consumo. X X X X Àdescobertadosoutrose dasinstituições Conhece e identifica os principais elementos do meio social que lhe proporcionam melhores condições de vida (família, escola, comuni- dade envolvente, serviços públi- cos, clubes, organizações, etc.). X X X X Identifica e valoriza alguns ele- mentos relativos à História e ao património do seu meio e do seu país, identificando noções de es- paço e de tempo diferente do atual. X X X Àdescobertadoambientenaturalesocial/À descobertadasinter-relaçõesentreespaços, materiaiseobjetos Conhece e identifica elementos básicos do meio envolvente (ser- ras, rios, plantas, animais, tempo, terra, etc.). X X X X Identifica problemas relativos ao seu meio e colabora em ações de melhoria do seu meio envolvente. X X X X Utiliza formas de conhecimento da realidade envolvente (observa, descreve, levanta questões e pro- blemas, levanta hipóteses, ensaia, verifica…) assumindo uma atitude de pesquisa e experimentação. X X X X Seleciona e utiliza diferentes fontes de informação, e formas de reco- lha e tratamento de dados. X X X X Comunica de diferentes formas a informação recolhida. X X X X 1ºCICLO
  36. 36. CRITÉRIOS DEAVALIAÇÃO |36 Critérios de Avaliação Expressão Plástica Domínios Metas de Aprendizagem Anos de Escolaridade Instrumentos de Avaliação 1 2 3 4 Modelagem Escultura. Construções Revela destreza manual na manipulação de materiais moldáveis. X X X X Observação e aprecia- ção direta dos traba- lhos realiza- dos: (Grelha de registos de observação) 90% Constrói formas a partir da sua imaginação. X X X X Executa construções a partir de representação do plano. X X Desenho e Pintura Exterioriza espontaneamente imagens que constróiinterior- mente. X X X X Ilustra visualmente temas e situações X X X X Domina técnicas simples de pintura X X X X Recorte co- lagem do- bragem Domina técnicas simples co- mo recorte, colagem e do- bragem. X X X X Impressão Utiliza com criatividade dife- rentes técnicas de impressão X X X Tecelagem e costura Domina técnicas simples de tecelagem e costura X X X Fotografia, Transparên- cias e Meios Audiovisuais Utiliza com autonomia a má- quina fotográfica. X X Constrói com criatividade transparências e diapositivos X X Fotografia, Transparên- cias e Meios Audiovisuais Realiza montagens audiovisu- ais simples X Cartazes Realiza composições com fim comunicativo (usando a ima- gem, a palavra, a imagem e a palavra). X X X 1ºCICLO
  37. 37. CRITÉRIOS DEAVALIAÇÃO |37 Critérios de Avaliação Expressão Musical e Dramática Domínios Metas de Aprendizagem Anos de Escolaridade Instrumentos de Ava- liação 1 2 3 4 Cognitivo80% 20% Perceção Sonora e Musical Saber ouvir e representar o som; Compreender sons, rit- mos, gestos, instrumentos e dominar técnicas simples; X X X X Audições (orienta- das); 15% Observação direta com registo em grelhas de obser- vação; 15% Fichas de trabalho com audições; 10% 20% Interpretação e Comunica- ção - Conhecer formas diversas de expressão musical; - Conhecer a escrita musical (não convencional e con- vencional) (*); - Saber interpretar; X X X X 15% Criação e Experimentação - Criar e compor; - Experimentar; X X X X Observação direta com registo em grelhas de obser- vação; 5% Interpretação de peças vocais e ins- trumentais; 5% Trabalhos individu- ais e/ou de grupos; 5% 5% Culturas Musicais nos Contex- tos (**) - Identificar diferentes culturas musicais e os contextos onde se inserem; X X Audições (orienta- das) e interpreta- ções; 3% Fichas de trabalho com audições; 2% (*) – O Parâmetro “Conhecer a escrita musical convencional” apenas se aplica aos 3º e 4º anos de escolaridade. (**) – Nos 1º e 2º anos de escolaridade a percentagem referente aos Parâmetros de Avaliação relativos a “Culturas Musicais nos Contextos” (5%) transita para “Interpretação e Comunicação” (2.5%) e “Perceção Sonora e Musical” (2.5%). 1ºCICLO
  38. 38. CRITÉRIOS DEAVALIAÇÃO |38 Critérios de Avaliação Expressão Musical e Dramática Cognitivo80% 10% Jogos de Exploração - Expressividade do corpo e da voz; - Exploração do espaço e dos objetos; X X X X Jogos de explora- ção (orientados); 5% Observação direta com registo em grelhas de obser- vação; 5% 10% Jogos Dramáticos - Capacidade de produzir e/ou criar personagens, histó- rias ou jogos de imaginação, utilizando linguagem não- verbal, verbal e gestual; X X X X Observação direta com registo em grelhas de obser- vação; 5% Interpretação de peças/jogos dra- máticos; 5% Atitudinal20% 5% Responsabilidade X X X X Observação direta com registo em grelhas de obser- vação / avaliação; 20% 5% Participação/cooperação X X X X 5% Comportamento X X X X 5% Autonomia X X X X 1ºCICLO
  39. 39. CRITÉRIOS DEAVALIAÇÃO |39 Critérios de Avaliação Educação Física METAS DE APRENDIZAGEM/NORMAS DE REFERÊNCIA PARA O SUCESSO 2º Ano e TPCA Domínios Metas de Aprendizagem Instrumentos de Avaliação Atividades Físicas O aluno cumpre as habilidades apre- sentadas para os subdomínios PERÍ- CIAS E MANIPULAÇÕES E DESLOCAMENTOS E EQUILÍBRIOS. Observação/Registo: -Exercícios critério -Percursos de habilida- des 4º Ano e Oportunidade Domínios Metas de Aprendizagem Instrumentos de Avaliação AtividadesFísicas O aluno cumpre as habilidades apre- sentadas para os subdomínios JO- GOS, GINÁSTICA e um subdomínio entre os restantes (ATIVIDADES RÍTMI- CAS E EXPRESSIVAS, PATINAGEM, PERCURSOS NA NATUREZA) Observação/Registo: -Exercícios critério -Situações de jogo reduzido, sequências gímnicas, e percursos de habilidades 1ºCICLO
  40. 40. CRITÉRIOS DEAVALIAÇÃO |40 Critérios de Avaliação Educação Física O Departamento de Educação Física definiu as seguintes condições de sucesso e de classificação dos alunos na Expressão e Educação Físico Motora (EEFM): 1º e 2º Ano 3º e 4º Ano Actividades Físicas Actividades Físicas Não Satisfaz Não coopera com os companheiros – Não cumpre tarefas nem regras – Recusa participar Satisfaz 2 Blocos (Perícias e Manipulações Deslocamentos e Equilíbrios) 3 Blocos (Jogos, Ginástica + 1 Bloco de entre os restantes: ARE, PAT, PN) Satisfaz 3 Blocos (PM e DE + 1 parte de 1 Bloco de entre os restantes) 3 Blocos (Jogos, Ginástica + 1 Bloco e + 1 parte de 1 Bloco de entre os restantes) SatisfazMuitoBem 3 Blocos (PM e DE + 1 Bloco de entre os restantes) 4 Blocos (Jogos, Ginástica + 2 Blocos de entre os restantes) Legenda: PM= Perícias e Manipulações; DE= Deslocamentos e Equilíbrios; ARE= Atividades Rítmicas e Expressivas; PAT= Patinagem; PN= Percursos na Natureza 1ºCICLO
  41. 41. CRITÉRIOS DEAVALIAÇÃO |41 Critérios de Avaliação Cidadania Domínios Metas de Aprendizagem Anos de Es- colaridade Instrumentos de Avaliação 1 2 3 4 APessoacomoagenteético-moral Manifesta interesse pelas ativi- dades propostas. X X X X Trabalhos es- critos: Trabalho de grupo; 30% Trabalhos indi- viduais; 30% Participação oral 30% Coopera com os outros, reco- nhece os seus defeitos, ameni- za e gere situações de conflito. X X X X Participa individualmente e coletivamente na resolução de problemas comunitários. X X X X A importância do pensar e do agir em conjunto (o significado da cooperação e o seu valor para os grupos). X X X X Respeita os grupos étnicos, reli- giosos e raciais que coexistem na Ilha. X X X X Interage, de forma autónoma e crítica, com informação em suportes digitais diversos (do- cumentos áudio e vídeo, cor- reio eletrónico, SMS, blogues, fóruns, ficheiros, catálogos, etc.), mobilizando ferramentas adequadas de pesquisa, sele- ção e tratamento de informa- ção. X X X Propõe atividades. X X X X Identifica, seleciona e aplica métodos de trabalho. X X 1ºCICLO
  42. 42. CRITÉRIOS DEAVALIAÇÃO |42 Critérios de Avaliação Cidadania Domínios Metas de Aprendizagem Anos de Es- colaridade Instrumentos de Avaliação 1 2 3 4 APessoacomoagente ético-moral Participa em projetos ou ativi- dades comuns em prol da de- fesa do património natural e cultural e da melhoria da qua- lidade de vida. X X X X Trabalhos es- critos: Trabalho de grupo; 30% Trabalhos indi- viduais; 30% Participação oral 30% Coopera em grupos locais de defesa da identidade cultural da Região. X X X X EducaçãoparaapreservaçãodoPa- trimóniohistórico-cultural Empenha-se na defesa dos di- reitos humanos, valorizando atitudes de diálogo, tolerância e solidariedade e discutindo pontos de vista. X X X X Compreende como a ciência e a tecnologia contribuem pa- ra a melhoria da qualidade de vida. X X Compreende o modo como a sociedade pode condicionar, e tem condicionado, o rumo dos avanços científicos e tec- nológicos. X X EducaçãoAmbiental Desenvolve capacidades de adaptação e de evolução fa- ce a adversidades. X X X X Compreende a importância do conhecimento científico e tec- nológico na compreensão de situações que contribuem para a sustentabilidade da vida na Terra. X X Valoriza a realização de ativi- dades intelectuais que envol- vam esforço, persistência, iniciativa e criatividade. X X X X 1ºCICLO
  43. 43. CRITÉRIOS DEAVALIAÇÃO |43 Critérios de Avaliação Cidadania Domínios Metas de Aprendizagem Anos de Escolaridade Instrumentos de Avaliação 1 2 3 4 Educaçãoparaoempreen- dedorismo Avalia os projetos realizados de forma a tomar consciência das suas dificuldades e capacida- des, com vista a melhorar a au- torregulação das aprendizagens. X X X X Trabalhos es- critos: Trabalho de grupo; 30% Trabalhos in- dividuais; 30% Participação oral 30% Cumpre as normas democrati- camente estabelecidas para o trabalho de grupo, gere os ma- teriais e equipamentos coletivos e partilha espaços de trabalho. X X X X EducaçãoparaaSociedadedaInformação Procura soluções originais, diver- sificadas e alternativas para os problemas. X X X X Reconhece as diferentes ferra- mentas digitais e acesso à in- formação. (busca de imagens) X X X X Seleciona, classifica e organiza, em conjunto com o professor, a informação selecionada, recor- rendo a ferramentas digitais adequadas (programas de grá- ficos e/ou de desenho, ferra- mentas para criação de mapas concetuais, etc.). X X Comunica, sob orientação do professor, com outras pessoas, utilizando as funcionalidades elementares das ferramentas de comunicação escolhidas e com respeito pelas regras de condu- ta subjacentes. X X 1ºCICLO
  44. 44. CRITÉRIOS DEAVALIAÇÃO |44 Critérios de Avaliação Cidadania Domínios Metas de Aprendizagem Anos de Escolaridade Instrumentos de Avaliação 1 2 3 4 EducaçãoparaaSociedadedaInformação Interage e colabora com outras pessoas, partilhando, sob orien- tação do professor, ideias e tra- balhos em espaços on-line previamente concebidos para o efeito (páginas, projetos escola- res, newsletter, jornal escolar, etc.) X X Trabalhos escritos: Trabalho de grupo; 30% Trabalhos individuais; 30% Participa- ção oral 30% Cria, sob orientação do profes- sor, documentos digitais simples (mapas de ideias, frase/textos, relatos, apresentações eletróni- cas, desenhos, etc.), como resul- tado de tarefas de aprendizagem. X X X X Valoriza as TIC como meios de comunicação, de construção e divulgação de conhecimento. X X X X Reconhece, com a ajuda do professor, a existência de peri- gos na utilização de ferramentas digitais (para o utilizador e para os equipamentos) e adota comportamentos de segurança. X X X X Respeita as normas de conduta acordadas socialmente para a utilização das TIC. X X X X 1ºCICLO
  45. 45. CRITÉRIOS DEAVALIAÇÃO |45 Critérios de Avaliação Domínio Atitudinal O conjunto de critérios definidos para o domínio atitudinal é comum às áreas de Português, Matemática, Estudo do Meio, Expressão Plástica e Cidadania. Cada uma destas áreas tem como ponderação para o do- mínio cognitivo 90%. Domínios Parâmetros Anos de Es- colaridade Instrumentos de Avaliação 1 2 3 4 Atitudes,comportamento,participaçãoeempenho Pontualidade X X X X Registos de observação direta 10% Assiduidade X X X X Faz os trabalhos de casa X X X X Traz o material necessário X X X X Respeito/Cumprimento de re- gras X X X X Preserva os materiais X X X X Participa na vida ativa da tur- ma, da escola e da comuni- dade X X X X Gere situações de conflito X X X X Manifesta um comportamento adequado nos diferentes es- paços: sala, refeitório e pátio X X X X Realiza tarefas por iniciativa própria X X X X Procura aprofundar os conhe- cimentos X X X X Revela empenho X X X X Procura superar as suas dificul- dades X X X X 1ºCICLO
  46. 46. CRITÉRIOS DEAVALIAÇÃO |46 Critérios de Avaliação º 2ºCiclo Domínio Atitudinal | 47 Português | 48 Inglês | 54 Matemática | 55 História e Geografia de Portugal | 57 Ciências da Natureza | 59 Educação Visual e Tecnológica | 61 Educação Musical | 64 Educação Física | 66 Educação Moral Religiosa e Católica | 70 Desenvolvimento Social e Pessoal | 72 Formação Pessoal e Social / Cidadania | 75 4 Ciclo2
  47. 47. CRITÉRIOS DEAVALIAÇÃO |47 Critérios de Avaliação Domínio Atitudinal O critérios definidos para o domínio atitudinal são comuns às áreas de Português, Inglês, Matemática, Ciências da Natureza e História e Geografia de Portugal. Domínios Instrumentosde Avaliação % ATITUDINAL10% Participação Intervém de forma oportuna. Participa ativamente e/ou quando solicitado. Colabora nas atividades propostas ou da iniciativa do grupo. Grelhas de ob- servação direta (participação; empenho; auto- nomia; compor- tamento) 2 Autonomia Realiza tarefas individualmente. Ultrapassa dificuldades sem a ajuda contínua de outras pessoas. Reflete e toma decisões. 2 Comportamento Respeita as regras de funcionamento da sala de aula. Utiliza uma linguagem adequada à sala de aula. Relaciona-se com os outros sem cau- sar situações de conflito. Respeita as opiniões dos outros. 3 Responsabilidade É assíduo e pontual. Traz os materiais necessários. Cumpre os prazos estabelecidos. Realiza os trabalhos solicitados. Demonstra atenção e empenho. Esforça-se por superar as suas dificul- dades. Grelhas de verifi- cação do TPC e material 3 2ºCICLO
  48. 48. CRITÉRIOS DEAVALIAÇÃO |48 Critérios de Avaliação Português – 5º ano Domínios Instrumentosde Avaliação % COGNITIVO90% Oralida- de Grelhas de registo/avaliação de com- preensão do oral Grelha de observação da leitura Teste de leitura Grelhas de avaliação de apresentação de trabalhos escritos (grupo/ pesquisa) Produção de textos livres ou orientados Guiões de leitura Apresentação de leituras recreativas Fichas de trabalho Fichas de verificação de conhecimentos 5% Fichadeavaliaçãoformativa70% Leitura e Escrita 5% Educa- ção Lite- rária 5% Gramáti- ca 5% Nota: Consultar as Metas Curriculares de Português aprovadas em agosto de 2012. 2ºCICLO
  49. 49. CRITÉRIOS DEAVALIAÇÃO |49 Critérios de Avaliação Português – 6º ano Domínios MetasdeAprendizagem Instrumentosde Ava- liação % COGNITIVO90% Compreensãodooral Sabe escutar para reter informa- ção essencial, discursos breves, em português padrão, com algum grau de formalidade. Interpreta a informação ouvida, distinguindo o fato da opinião es- sencial do acessório a informação explícita da informação implícita. Compreende os diferentes argu- mentos que fundamentam uma opinião. Grelhas de regis- to/avaliação de compreensão do oral. 4% Fichadeavaliaçãoformativa–70% Expressãooral Relata ocorrências, fazer descri- ções e exposições sobre assuntos do quotidiano, de interesse pesso- al, social ou escolar, com algum grau de formalidade. Apresenta e defender opiniões, justificando com pormenores os exemplos e terminando com uma conclusão adequada. Produz discursos orais coerentes em português padrão, com voca- bulário adequado e estruturas gramaticais de alguma complexi- dade. Grelhas de regis- to/avaliação de:  Expressão oral;  Apresentação de trabalhos de grupo e/ou pes- quisa;  Debates;  Entrevista;  Reconto: Guiões de leitura; Portefólios; Apresentação de leitura recreativa. 4% 2ºCICLO
  50. 50. CRITÉRIOS DEAVALIAÇÃO |50 Critérios de Avaliação Português – 6º ano Domínios MetasdeAprendizagem Instrumentosde Ava- liação % COGNITIVO90% Leitura Lê textos variados em diferentes suportes, com precisão, rapidez e expressividade. Lê para entretenimento, concreti- zação de tarefas, recolha e orga- nização de informação, construção de conhecimento e fruição estética. Posiciona-se quanto à pertinência e validade da informação lida e quanto aos efeitos produzidos pe- los recursos verbais e não-verbais utilizados. Faz apreciações pessoais de textos de diferentes tipos, descobrindo significados implícitos e relacio- nando intenção, forma e conteú- do. Lê textos literários, tomando cons- ciência do modo como os temas, as experiencias e os valores são representados. Grelha de obser- vação da leitura expressiva Teste de leitura Grelhas de avali- ação de apre- sentação de trabalhos escritos (grupo/ pesquisa) 4% Fichadeavaliaçãoformativa–70% 2ºCICLO
  51. 51. CRITÉRIOS DEAVALIAÇÃO |51 Critérios de Avaliação Português – 6º ano Domínios Metasde Aprendizagem Instrumentos de Avaliação COGNITIVO90% Escrita Escreve para responder a diferen- tes propostas de trabalho, recor- rendo a técnicas de seleção, registo, organização e transmissão da informação. Utiliza com autonomia processos de planificação, textualização e revisão, com recurso a instrumentos de apoio e ferramentas informáti- cas. Escreve em termos pessoais e cria- tivos, em diferentes suportes e num registo adequado ao leitor visado, adotando as convenções próprias do tipo de texto. Produz textos coerentes e coesos em português padrão, com tema de abertura e fecho congruente, com demarcação clara de pará- grafos e períodos e com uso cor- reto da ortografia e da pontuação. Produção de tex- tos livres ou orien- tados; Guiões de leitura. 4% 2ºCICLO
  52. 52. CRITÉRIOS DEAVALIAÇÃO |52 Critérios de Avaliação Português – 6º ano Domínios Metasde Aprendizagem Instrumentos de Avaliação % COGNITIVO90% Conhecimentoexplícitodalíngua(CEL) Descobre regularidades na estrutu- ra e no uso da língua, com base em práticas de experimentação. Identifica e classificar unidades utilizando a terminologia adequa- da; explicitar regras e treinar pro- cedimentos do uso da língua nos diferentes planos. Mobiliza os conhecimentos adqui- ridos para aperfeiçoar o desem- penho pessoal na produção e receção de enunciados orais e escritos. Relaciona diferentes registos de língua com os contextos em que devem ser usados e distingue mar- cas específicas da linguagem oral e escrita. Respeita e valoriza as diferentes variedades do português padrão, reconhecendo o português pa- drão como a norma. Fichas de traba- lho; Fichas de verifi- cação de co- nhecimentos. 4% Fichadeavaliaçãoformativa–70% 2ºCICLO
  53. 53. CRITÉRIOS DEAVALIAÇÃO |53 Critérios de Avaliação Português – 6º ano Critérios gerais de correção dos momentos de ex- pressão escrita Tendo em consideração a dupla e simultânea dimensão da escrita, estabelece-se a divisão em partes iguais da cotação atribuída às ques- tões/exercícios de expressão escrita: Metade para o conteúdo (tema e tipologia, coerência e pertinên- cia da informação, estrutura e coesão, organização pessoal e diver- sidade vocabular); Outra metade para a forma (sintaxe, pontuação, ortografia e cali- grafia). Fatores de desvalorização: ERRO ORTOGRÁFICO 0,2% de penalização ERRO DE ACENTUAÇÃO 0,1% de penalização ERRO MORFOSSINTÁTICO entre 0,5% a 1% de penalização (1% no caso de se tratar de uma forma verbal) ERRO DE PONTUAÇÃO entre 0,5% a 1% de penalização (1% no caso de alterar significati- vamente o sentido da frase) Nota: No caso do erro se repetir, este só é descontado uma vez. Quando a resposta do aluno for ilegível, não lhe é atribuída qual- quer cotação. Se a resposta não se adequar totalmente à questão colocada, não lhe é atribuída qualquer cotação. Nota: Nas situações em que o Português não é a língua materna do alu- no (língua de acolhimento) os instrumentos de avaliação devem ser ela- borados em função do estádio de desenvolvimento linguístico, cognitivo e emocional do discente. 2ºCICLO
  54. 54. CRITÉRIOS DEAVALIAÇÃO |54 Critérios de Avaliação Inglês Domínios MetasdeAprendizagem Instrumentosde Avaliação % COGNITIVO90% Ouvir/verCompre- ensãooral Identifica palavras e frases simples e reconhece o assunto em enuncia- dos simples e curtos relativos a si próprio, ao seu quotidiano e aos contextos em que está inserido. Diálogos Canções Entrevistas Exercícios orais Anúncios Testes orais 15 Falar InteraçãooralProdução oral Interage em conversas curtas, bem estruturadas e previamente prepa- radas, relativas a situações familia- res, pede e dá informação e troca opiniões sobre situações do quoti- diano. Exprime-se de forma simples em monólogos curtos, previamente preparados, sobre assuntos que lhe são familiares. Diálogos Conversa / Debate Exercícios orais Testes orais 20 Ler Compreensão escrita Identifica palavras, frases simples e informação essencial em textos simples e curtos relacionados com experiencias pessoais, situações do quotidiano e o meio envolvente Questionários escritos Fichas de trabalho Testes de lei- tura 10 Escrever ProduçãoeInteraçãoes- crita Escreve textos simples e curtos rela- tivos a si próprio, a outros, ao seu quotidiano e ao meio envolvente. Escreve mensagens simples e cur- tas. Pede e dá informações sobre situa- ções do quotidiano e do meio en- volvente. Fichas de trabalho Cartões / Postais Composições Convites/E- mails Testes escritos 10 35 2ºCICLO
  55. 55. CRITÉRIOS DEAVALIAÇÃO |55 Critérios de Avaliação Matemática – 5º ano Nota: A avaliação é feita por referência às metas curriculares. Domínios Parâmetrosdeavaliação Instrumentosde Avalia- ção COGNITIVO90% Númeroseoperações Conhecimento de noções matemáti- cas (aquisição e compreensão de conceitos e regras); Aplicação dos conhecimentos na resolução de problemas; Capacidade de comunicar matema- ticamente e interpretar o real. Fichas de avaliação formativa 80% Fichas de trabalho; Rotinas de cálcu- lo/raciocínio mate- mático 5% Grelhas de observa- ção direta (aquisi- ção de conhecimentos; execução de tare- fas em contexto de sala de aula) 5% GeometriaÁlgebra Organizaçãoetratamento dedados(OTD) 2ºCICLO
  56. 56. CRITÉRIOS DEAVALIAÇÃO |56 Critérios de Avaliação Matemática – 6º ano Domínios MetasdeAprendizagem Instrumentosde Avaliação COGNITIVO90% Númeroseoperações Compreende a noção de número racional não negativo, representa e compara números racionais não ne- gativos; opera com números racionais não negativos e usa as propriedades das operações. Compreende a noção de número inteiro, representa e compara núme- ros inteiros; opera com números intei- ros. Fichas de avaliação formativa 80% Fichas de trabalho; Rotinas de cálcu- lo/raciocínio mate- mático 5% Grelhas de observa- ção direta (aquisi- ção de conhecimentos; execução de tare- fas em contexto de sala de aula) 5% Geometria Identifica e utiliza as propriedades dos sólidos geométricos. Compreende grandezas geométricas e respetivos processos de medida. Identifica e utiliza as propriedades das figuras geométricas no plano. Relaciona vários tipos de ângulos. Compreende as noções e proprieda- des da reflexão, translação e rota- ção. Usa a visualização e o raciocínio ge- ométrico na resolução de problemas em contextos diversos. Álgebra Usa expressões numéricas em contex- tos diversos. Explora e investiga regularidades. Compreende a noção de proporcio- nalidade direta. Usa o raciocínio proporcional na reso- lução de problemas. Organizaçãoetrata- mentodedados(OTD) Analisa e interpreta informação de natureza estatística. Recolhe e organiza dados estatísticos escolhendo um método apropriado. Usa informação estatística para resol- ver problemas e tomar decisões ar- gumentadas. 2ºCICLO
  57. 57. CRITÉRIOS DEAVALIAÇÃO |57 Critérios de Avaliação História e Geografia de Portugal Domínios MetasdeAprendizagem Instrumentosde Avaliação COGNITIVO90% Subdomínio:HistóriadePortugal TratamentodeInforma- ção/Utilizaçãodefontes Interpreta fontes diversas e, com base na informação que seleciona e nos seus conhecimentos prévios, constrói conhecimento acerca do passado em estudo. Utiliza técnicas de investigação. Interpreta a informação histórica diversa e com diferentes perspeti- vas. Fichas de traba- lho. Fichas de verifi- cação /consolidação de conheci- mentos. Grelhas de ava- liação de traba- lho em grupo. Grelha de ava- liação de traba- lho de pesquisa. Grelhas de rea- lização de visi- tas de estudo. 20% Fichadeavaliaçãoformativa70% ComunicaçãoemHistória Temporalidade: Utiliza unidades/ convenções de datação para relacionar persona- lidades, acontecimentos, proces- sos e interações significativas, referentes à vida das comunida- des na Península Ibérica até ao século XII, e a Portugal desde a sua formação até finais do século XX. Reconhece conceções de mu- dança e continuidade em História, explicitando noções de diferentes ritmos de evolução (longa dura- ção e rutura) e admitindo diferen- tes perspetivas de mudança (progresso, declínio). Espacialidade: Utiliza diferentes formas de repre- sentação espacial como fonte para a compreensão da ação humana em diferentes espaços e tempos. 2ºCICLO
  58. 58. CRITÉRIOS DEAVALIAÇÃO |58 Critérios de Avaliação História e Geografia de Portugal Domínios MetasdeAprendizagem Instrumentosde Avaliação COGNITIVO90% Subdomínio:HistóriadePortugal ComunicaçãoemHistória Contextualização: Distingue caraterísticas concretas de sociedades que se constituíram no espaço português em diferen- tes períodos e estabelece relações entre os seus domínios, utilizando corretamente vocabulário especí- fico da disciplina. Comunica por escrito e oralmente os seus conhecimentos e conce- ções sobre o passado histórico a realidade geográfica de Portugal. Fichas de traba- lho. Fichas de verifi- cação /consolidação de conheci- mentos. Grelhas de ava- liação de traba- lho em grupo. Grelha de ava- liação de traba- lho de pesquisa. Grelhas de rea- lização de visi- tas de estudo. 20% Fichadeavaliaçãoformativa70% Subdomínio:Geografia Localização/conhecimentodoslugareseregiões Descreve a localização relativa do lugar e da região onde vive, do país e dos territórios de língua por- tuguesa, utilizando os rumos da rosa-dos-ventos e outros elemen- tos geográficos de referência. Compara representações da su- perfície da Terra, com escalas di- ferentes, na localização de lugares e na distribuição de fenó- menos naturais e humanos, recor- rendo à legenda e à orientação Descreve, compara e explica ca- racterísticas naturais e humanas de lugares e regiões em Portugal e na Península Ibérica, mobilizando terminologia geográfica. 2ºCICLO
  59. 59. CRITÉRIOS DEAVALIAÇÃO |59 Critérios de Avaliação Ciências da Natureza Domínios MetasdeAprendizagem Instrumentosde Avaliação % COGNITIVO90% Terranoespaço Estabelece relações entre diferentes componentes e ambientes do Planeta e explicita os seus contributos para a vida e o equilíbrio dinâmico da Terra. Fichas de avaliação formativa 70% Fichas de trabalho; Trabalhos de pes- quisa (individu- al/grupo/portefólio) 9% Relatórios 9% Grelhas de obser- vação direta: (aquisição de co- nhecimentos; exe- cução de tarefas na sala de aula) 2% Terraemtransformação Reconhece e interpreta a diversidade de ambientes, seres vivos, materiais e fenómenos existentes na Terra, alguns deles essenciais para a vida. Explica a dinâmica da Terra com base na multiplicidade de transformações que ocorrem no seu interior e exterior, especialmente na litosfera. SustentabilidadenaTerra Relaciona ocorrências e catástrofes naturais com mudanças no estado do tempo. Explica os principais fatores de poluição da água, do ar e do solo, os impactes dessa poluição e a necessidade da preservação dos ecossistemas. Reconhece e divulga medidas e ações tomadas e a tomar na defesa de ecos- sistemas. Reconhece e sistematiza o papel da Ciência e da Tecnologia na exploração e transformação dos recursos hídricos e geológicos, os impactes dessa explora- ção e transformação e lista medidas para a preservação desses recursos. 2ºCICLO
  60. 60. CRITÉRIOS DEAVALIAÇÃO |60 Critérios de Avaliação Ciências da Natureza Domínios MetasdeAprendizagem Instrumentosde Avaliação % COGNITIVO90% VivermelhornaTerra Identifica os caracteres sexuais (primá- rios e secundários) e explica as fun- ções principais dos órgãos bem como as funções vitais de sistemas humanos. Identifica agressões do meio e explica a sua influência no equilíbrio natural e na integridade dos organismos. Relaciona uma alimentação equili- brada com qualidade de vida e expli- ca o papel das plantas para a vida no Planeta. Sistematiza propriedades do solo, do ar e da água, verificadas por via ex- perimental e manipula dispositivos em projetos e investigações. Fichas de avaliação formativa 70% Fichas de trabalho; Trabalhos de pesquisa (individu- al/grupo/portefólio) 9% Relatórios 9% Grelhas de observa- ção direta (aquisição de conhecimentos; execução de tarefas na sala de aula) 2% 2ºCICLO
  61. 61. CRITÉRIOS DEAVALIAÇÃO |61 Critérios de Avaliação Educação Visual e Tecnológica Tendo em conta a estrutura aberta e flexível do programa da disciplina de Educação Visual e Tecnológica, quer a nível de temas, assuntos ou situações/problema, conteúdos e áreas de exploração, o seu desenvolvimento não é necessariamente tratado de forma sequencial. A avaliação, nesta disciplina, considerara os processos de aprendizagem, o contexto em que a mesma se desenvolve, as competências no domínio cognitivo e domínio sócio afetivo e será feita através de um processo contínuo, obtido através de uma observação permanente e por remediação imediata do erro. No tocante aos métodos de registo ou instrumentos de avaliação, estes devem ser pessoais, optando-se pela elaboração de grelhas de observação e avaliação, com vista ao registo sistematizado da progressão do aluno. 2ºCICLO
  62. 62. CRITÉRIOS DEAVALIAÇÃO |62 Critérios de Avaliação Educação Visual e Tecnológica Domínios Indicadoresb) Instrumentosde Avaliação % COGNITIVO85% Criatividade/Imagi nação É criativo; É inovador; Cria projetos executáveis; Propõe alterações pertinentes ao projeto. Processo (Grelhas de avaliação) Planos de traba- lho Estudos gráficos (esboços, es- tudos da cor, …) Produtos finais bidimensional e/ou tridimensi- onal. Debates (Grelhas de avaliação) Apresentação oral dos traba- lhos Auto- avaliação Heteroavalia- ção DomíniodaLínguaPortuguesana expressãooraleescrita Comunica- ção Visual Conhece a linguagem correta para cada forma de expres- são; Domina e utiliza as várias for- mas de expressão; Representa de forma clara aquilo que observa. Competên- cia na apli- cação de conheci- mentos Utiliza conhecimentos adquiri- dos; Elabora o projeto tendo em conta a solução em estudo; Executa aquilo que projetou; Utiliza elementos definidores da forma. Domínio de Técni- cas e Procedimen- tos Aplica corretamente as técni- cas escolhidas. Procura ser criativo na aplica- ção das técnicas. Aplica os conhecimentos a novas situações. Utilização das TICa) Pesquisa de informação. Trabalhos apresentados. 2ºCICLO
  63. 63. CRITÉRIOS DEAVALIAÇÃO |63 Critérios de Avaliação Educação Visual e Tecnológica Domínios Indicadoresb) Instrumentosde Avaliação ATITUINAL15% Assiduidade / Pon- tualidade É pontual. É assíduo. Processo (Grelhas de ob- servação) Debates Autoavaliação Heteroavalia- ção EducaçãoparaaCidadania Respeito por normas e va- lores Respeita os colegas e profes- sores. Não causa situações de confli- to. Ouve os colegas e respeita opiniões. Acata as ordens dos professo- res. Cumpre as regras estabeleci- das. Intervém oportunamente. Responsabili- dade É atento/concentrado. Executa as tarefas propostas. Traz o material necessário. Interes- se/Cooperação nas tarefas pro- postas É empenhado e trabalhador. Coopera no trabalho. Presta ajuda aos colegas. Autonomia Utiliza corretamente os materi- ais. Realiza tarefas simples sem apoio contínuo. Tenta superar as dificuldades. Organiza o seu espaço de tra- balho. Tem métodos de trabalho e estudo. Utiliza- ção/Organização de materiais Tem a capa organizada. Deixa o local de trabalho lim- po e arrumado. É cuidadoso com os instrumen- tos de trabalho. a) Apenas quando utilizado em sala de aula. b) A atribuição das ponderações a cada subdomínio faz-se tendo em conta a Unidade de Trabalho a desenvolver. Esta ponderação fica regis- tada nas Grelhas de Avaliação de cada Unidade de Trabalho. 2ºCICLO
  64. 64. CRITÉRIOS DEAVALIAÇÃO |64 Critérios de Avaliação Educação Musical Domínios ParâmetrosdeAvaliação Instrumentosde Avaliação % COGNITIVO80% Perceção Sonora e Musical Saber ouvir; Compreender sons, ritmos, instrumentos e dominar téc- nicas simples. Audições (orientadas) e fichas de trabalho com audições; 10% Execução e Interpreta- ção de peças vocais; 20% Execução e Interpreta- ção de peças; 20% Testes escritos; 20% Observação direta com registo em grelhas de observação/avaliação; 8% Auto e heteroavalia- ção; 2% 20 Interpretação e Comunica- ção Conhecer a escrita musical e formas diversas de expressão musical; Saber interpretar. 20 Criação e Experimentação Criar e compor; Experimentar; 20 Culturas Musicais nos Con- textos Identificar diferentes culturas musicais e os contextos onde se inserem; Recolher informação sobre processos vários de criação e interpretação musical. 20 2ºCICLO
  65. 65. CRITÉRIOS DEAVALIAÇÃO |65 Critérios de Avaliação Educação Musical Domínios ParâmetrosdeAvaliação Instrumentosde Avaliação % ATITUDINAL20% Responsabilidade Observação direta com registo em grelhas de observação/avaliação; 18% Auto e heteroavalia- ção. 2% 5 Participação/Cooperação 5 Autonomia 5 Comportamento 5 2ºCICLO
  66. 66. CRITÉRIOS DEAVALIAÇÃO |66 Critérios de Avaliação Educação Física – 5º ano e DOV METAS DE APRENDIZAGEM/NORMAS DE REFERÊNCIA PARA O SUCESSO Domínios MetasdeAprendizagem Instrumentosde Avaliação APTIDÃOFÍSICA O aluno demonstra capacidades em testes de Resistência Aeróbia e em testes de Aptidão Muscular adequadas às normas da aptidão física representativa da Saúde, pa- ra a sua idade. Provas de Aptidão Física da bateria de testes Fitnessgram ATIVIDADESFÍSICAS Metas intermédias O aluno cumpre o nível INTRODU- ÇÃO de TRÊS matérias diferentes nas seguintes: JOGOS, JOGOS DES- PORTIVOS COLETIVOS; GINÁSTICA (Solo, Aparelhos); ATLETISMO; PATI- NAGEM; DANÇA (Dança, Danças Tradicionais; Dança Aeróbica). Observação/Registo - Exercícios critério - Situações de jogo formal, sequências gímnicas, coreogra- fias, percursos de ha- bilidades 2ºCICLO
  67. 67. CRITÉRIOS DEAVALIAÇÃO |67 Critérios de Avaliação Educação Física – 6º ano METAS DE APRENDIZAGEM/NORMAS DE REFERÊNCIA PARA O SUCESSO Domínios MetasdeAprendizagem Instrumentosde Avaliação APTIDÃOFÍSICA O aluno demonstra capacidades em testes de Resistência Aeróbia e em testes de Aptidão Muscular adequadas às normas da aptidão física representativa da Saúde, pa- ra a sua idade. Provas de Aptidão Física da bateria de testes Fitnessgram ATIVIDADESFÍSICAS O aluno cumpre o nível INTRODU- ÇÃO de QUATRO matérias diferen- tes: UM nível de Introdução de entre JOGOS ou JOGOS DESPORTI- VOS COLETIVOS; UM nível Introdu- ção de GINÁSTICA num dos seguintes subdomínios: Ginástica no Solo, Ginástica de Aparelhos; DOIS níveis Introdução de entre as seguintes matérias; ATLETISMO; PA- TINAGEM; DANÇA (Dança, Danças Tradicionais; Dança Aeróbica) Observação/Registo - Exercícios critério - Situações de jogo formal, sequências gímnicas, coreogra- fias, percursos de ha- bilidades CONHECIMENTOS O aluno identifica as capacidades físicas: Resistência, Força, Veloci- dade, Flexibilidade, Agilidade e Coordenação (Geral), de acordo com as características do esforço realizado, interpretando as princi- pais adaptações do funcionamen- to do seu organismo durante a atividade física. Observação/Registo Trabalhos grupo Questionários Relatórios de aula NOTA: Para as presentes Metas considera-se que um aluno cumpre um nível (I, E ou A) no domínio Atividades Físicas quando o seu desempenho, conhecimentos e atitudes representam a totalidade do nível considerado. De acordo com a filosofia destas metas, é completamente contra- indicado, em critérios de classificação, o fracionamento dos domínios (motor, cognitivo e afetivo) ou a atribuição de percentagens aos domínios de avaliação.(Organização Curricular e Programas de Educação Física - página 49 – Ministério da Educação) 2ºCICLO
  68. 68. CRITÉRIOS DEAVALIAÇÃO |68 Critérios de Avaliação Educação Física O Departamento de Educação Física definiu as seguintes condições de sucesso e de classificação dos alunos nesta área disciplinar, para os dois anos de escolaridade do 2º ciclo: 5º ANO 6º ANO Atividades Físicas Aptidão Física Atividades Físicas Aptidão Física Conhecimentos Nível1 Falta de Assiduidade Não cumpre tarefas - Recusa em participar Falta de Assiduidade Não cumpre tarefas - Recusa em participar Nível2 2 Níveis Introdução Resistência-1teste(VaieVem–“ShutleRun”)naZSAF ForçaMédia-1teste–(Abdominais)naZSAF 3 Níveis Introdução Resistência-1teste(VaieVem–“ShutleRun”)naZSAF ForçaMédia-1teste–(Abdominais)naZSAF OalunodemonstraosconhecimentosinscritosnoPlanodeEF: EfeitosdaAtividadeFísicasobreoorganismo Nível3 3 Níveis Introdução (1 JDC, 2 de Subdomí- nios diferentes) 4 Níveis Introdução (1 JDC, 1 GIN, 2 de Subdomínios dife- rentes) Nível4 4 Níveis Introdução (1 JDC, 3 de Subdomí- nios diferentes) ou (2 JDC e 2 de Subdo- mínios diferentes) 5 Níveis Introdução (1JDC, 1GIN e 3 de Subdomínios dife- rentes) ou 2 JDC, 1 GIN e 2 Subdomínios dife- rentes Nível5 5 Níveis Introdução (2 JDC, 3 Subdomínios diferentes) ou (3 JDC e 2 de Subdo- mínios diferentes) 6 Níveis Introdução (2 JDC, 1GIN e 3 de Subdomínios diferen- tes) ou 2 JDC, 2 GIN e 2 de Subdomínios diferen- tes Legenda: ZSAF =Zona Saudável de Aptidão Física; GIN=Ginástica; JDC=Jogos Desportivos Coletivos 2ºCICLO
  69. 69. CRITÉRIOS DEAVALIAÇÃO |69 Critérios de Avaliação Educação Física Avaliação dos Alunos com Atestado Médico Permanente Domínios MetasdeAprendizagem Instrumentosde Avaliação CONHECIMENTOS O aluno: Identifica as capacidades físicas: Resistência, Força, Velocidade, Fle- xibilidade, Agilidade e Coordena- ção (Geral), de acordo com as características do esforço realizado, interpretando as principais adapta- ções do funcionamento do seu or- ganismo durante a atividade física. Conhece os objetivos das matérias, a função e o modo de execução das principais ações técnico-táticas e as suas regras, referentes ao nível Introdução dos Programas Nacio- nais de Educação Física É assíduo e pontual Cumpre as regras de segurança no manuseamento do material Relaciona-se com cordialidade e respeito para com os companheiros e professor Coopera nas situações de aprendi- zagem e de organização da aula Observação direta Trabalhos individuais e de grupo Arbitragens Questionários Relatórios de aula 2ºCICLO
  70. 70. CRITÉRIOS DEAVALIAÇÃO |70 Critérios de Avaliação Educação Moral e Religiosa Católica Domínios Metas de Aprendizagem Instrumentos de Avaliação % COGNITIVO60% RELIGIÃOEEXPERIÊNCIA RELIGIOSA A. Compreender o que são o fenó- meno religioso e a experiência religi- osa. B. Construir uma chave de leitura religiosa da pessoa, vida e da histó- ria. C. Identificar o núcleo central das várias tradições religiosas. D. Promover o diálogo inter-religioso como suporte para a construção da paz e a colaboração entre os povos. Provas orais Fichas de trabalho 30% Trabalhos individu- ais Trabalhos de gru- po Registos/Grelhas de observação 30% CULTURACRISTÃEVISÃOCRISTÃDAVIDA E. Identificar o núcleo central do cris- tianismo e do catolicismo. F. Conhecer a mensagem e culturas bíblicas. G. Identificar os valores evangélicos. H. Articular uma perspetiva sobre as principais propostas doutrinais da Igreja Católica. I. Conhecer o percurso da Igreja no tempo e o seu contributo para a construção da sociedade. J. Descobrir a simbólica cristã. L. Reconhecer exemplo relevantes do património artístico criados com fundamento religioso. M. Estabelecer um diálogo entre a cultura e a fé. ÉTICAEMORAL O. Reconhecer a proposta do agir ético cristão em situações vitais do quotidiano. P. Promover o bem co- mum e o cuidado do outro. Q. Amadurecer a sua responsabili- dade perante a pessoa, a comuni- dade e o mundo. R. Identificar o fundamento religioso da moral cristã. S. Reconhecer, à luz de mensagem cristã, a dignidade da pessoa huma- na. 2ºCICLO
  71. 71. CRITÉRIOS DEAVALIAÇÃO |71 Critérios de Avaliação Educação Moral e Religiosa Católica Domínios Metas de Aprendizagem Instrumentos de Avaliação % ATITUDINAL40% Participação 10% Intervém de forma oportuna. Participa ativamente e/ou quando solicitado. Colabora nas atividades pro- postas ou da iniciativa do gru- po. Registos/Grelhas de observação direta (participação; auto- nomia; sociabilida- de; responsabilidade) Autonomia 10% Realiza tarefas individualmen- te. Ultrapassa dificuldades sem a ajuda contínua de outras pes- soas. Reflete e toma decisões. Sociabilidade 10% Respeita as regras de funcio- namento da sala de aula. Relaciona-se com os outros sem causar situações de con- flito. Respeita as opiniões dos ou- tros. Responsabili- dade 10% É assíduo e pontual. Traz os materiais necessários. Cumpre os prazos estabeleci- dos. Realiza os trabalhos solicita- dos. Demonstra atenção e empe- nho. 2ºCICLO
  72. 72. CRITÉRIOS DEAVALIAÇÃO |72 Critérios de Avaliação Desenvolvimento Pessoal e Social Domínios MetasdeAprendizagem Instrumentosde Avaliação % COGNITIVO60% “EU” Conhece-se a si próprio. Partilha ideias e sentimentos. Registos/Grelhas de ob- servação (aquisição de conhecimentos) 20% Trabalho Individual 20% Diálogos/debates (Gre- lhas de observação). 20% “EUEOSOUTROS” Desenvolve sentimentos positivos. Ganha autoconfiança e auto estima. Conhece melhor os outros. Respeita as ideias e os sentimentos dos outros. Participa em diálogos/debates. Registos/Grelhas de ob- servação (aquisição de conhecimentos) 15% Trabalho Individual 15% Diálogos/debates (Gre- lhas de observação). 15% Trabalho de Grupo 15% 2ºCICLO
  73. 73. CRITÉRIOS DEAVALIAÇÃO |73 Critérios de Avaliação Desenvolvimento Pessoal e Social Domínios MetasdeAprendizagem Instrumentosde Avaliação % COGNITIVO60% “EUEOMEIO” Desenvolve a autossuficiência e a autonomia. Conhece a comunidade e o meio local. Conhece os problemas do meio lo- cal. Registos/Grelhas de ob- servação (aquisição de conhecimentos) 15% Trabalho Individual 15% Diálogos/debates (Gre- lhas de observação). 15% Trabalho de Grupo 15% “EUEOSONHO Desenvolve a autossuficiência, a au- toconfiança e a autonomia. Desenvolve a imaginação. Identifica comportamentos reais e imaginários. Registos/Grelhas de ob- servação (aquisição de conhecimentos) 20% Trabalho Individual 20% Diálogos/debates (Gre- lhas de observação). 20% 2ºCICLO
  74. 74. CRITÉRIOS DEAVALIAÇÃO |74 Critérios de Avaliação Desenvolvimento Pessoal e Social Domínios MetasdeAprendizagem Instrumentosde Ava- liação % ATITUDINAL40% Participação Intervém de forma oportuna. Participa ativamente e/ou quando solicitado. Colabora nas atividades propostas ou da iniciativa do grupo. Registos/Grelhas de observação direta (participação; autonomia; soci- abilidade; res- ponsabilidade) 10 Autonomia Realiza tarefas individualmente. Ultrapassa dificuldades sem a ajuda contínua de outras pessoas. Reflete e toma decisões. 10 Comportamento Respeita as regras de funcionamen- to da sala de aula. Utiliza uma linguagem adequada à sala de aula. Relaciona-se com os outros sem causar situações de conflito. Respeita as opiniões dos outros. 10 Responsabilidade É assíduo e pontual. Traz os materiais necessários. Cumpre os prazos estabelecidos. Realiza os trabalhos solicitados. Demonstra atenção e empenho. Esforça-se por superar as suas difi- culdades. 10 2ºCICLO
  75. 75. CRITÉRIOS DEAVALIAÇÃO |75 Critérios de Avaliação Formação Pessoal e Social / Cidadania Domínios MetasdeAprendizagem Instrumentosde Avaliação % COGNITIVO40% APessoacomoAgenteÉtico-Moral;EducaçãoparaosDireitosHumanos;EducaçãoparaaSaúde;Educação Ambiental;EducaçãoparaaSegurança;EducaçãoparaoConsumo;EducaçãoparaaSociedadedeInfor- mação;Educaçãoparao;Empreendedorismo Comunicação Assertiva Adota formas de comunicação asser- tiva. Gere emoções. Empenha-se na defesa dos direitos humanos. Envolve-se na preservação dos recur- sos naturais. Desenvolve hábitos promotores de saúde. Age contra a discriminação e a injusti- ça. Desenvolve formas de consumo res- ponsável e sustentável. Resolução Criteriosa de Problemas Resolve situações de conflito de forma não violenta. Desenvolve atitudes de prevenção e de autoproteção. Respeita as regras de convivência na escola e na sociedade. Análise ética da ação individual e coletiva, como apoio à adoção de critérios de ação Assume um espírito crítico, criativo e de abertura à mudança. Conhece e aceita a sua individuali- dade como pessoa. Assume atitudes de compreensão e de respeito pelas diferenças que ca- racterizam a sociedade humana e pelas suas expressões. Conceção e operacionalização de projetos Concebe e operacionaliza projetos, no âmbito dos Projetos Curriculares de Turma. Coopera e age de forma solidária com os outros. Concebe e concretiza projetos no âmbito do empreendedorismo social. Registos/ Grelhas de observação (aquisição de conhecimen- tos) Trabalho de pesquisa 10 Trabalho Individual 15 2ºCICLO

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