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1.3 Anular todas as fontes de despesa detectadas no controlo de custos que       não beneficiam directa ou indirectamente ...
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4.2 Criar condições necessárias para seja instalado um Posto de INEM no Corpo       de Bombeiros (3 Projectos, ponto 3.3)....
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Associamo-nos:Servir as Pessoas, as Populações, as Comunidades, é o principal objectivo destaAssociação,   porque   como  ...
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LISTA A - BOMBEIROS AZAMBUJA 2012

  1. 1. ASSOCIAÇÃO HUMANITÁRIA DOS BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS DE AZAMBUJA 80 A NOS AO SERVIÇO DAS POPULAÇÕES PROGRAMA DE ACÇÃO PARA O TRIÉNIO 2012/2014ÁREA DE ACTUAÇÃO PRÓPRIA NAS FREGUESIAS DE: Página 1/11
  2. 2. Lista candidata aos Órgãos Sociais da Associação dos Bombeiros Voluntários de Azambuja para o triénio 2012-2014 “Uma Associação ao serviço das pessoas, das comunidades, com Voluntariado por Vocação, com Profissionalismo na Acção” ASSEMBLEIA GERALPresidente António José Mateus de Matos sócio nº 3328Vice Presid. António João Leal Pereira sócio nº 503Secretária Maria João Ferreira Simão sócia nº 2570Secretário Leandro Manuel Pereira Nascimento sócio nº 3106 DIRECÇÃOPresidente Cláudio André Serrano Horta Salema sócio nº 3060Vice Presid. Maria Fátima B. M. Novo R. Leitão sócia nº 2297Vice Presid. Silvino José Lúcio sócio nº 2658Tesoureiro José Armando Carmo Fernandes sócio nº 1571Secretária Maria da Conceição P. Maurício M. Sousa sócia nº 3797Vogal Susana Maria Oliveira Rodrigues sócio nº 1783Vogal Paulo Jorge Lopes Canilho sócia nº 2637Suplente Carlos Manuel Fernandes Gote sócio nº 3793Suplente Manuel Jesus Geada sócio nº 402 CONSELHO FISCALPresidente Maria Inês Graça Louro sócia nº 2929Vice Presid. Marçal Manuel Castanho Pereira sócio nº 3045Sec. Relator Manuel Teixeira Campo Fastio sócio nº 2315Suplente Elisabeta Maria Serrano Pereira Horta sócia nº 3124Suplente Aida Isabel Mateus S. Escudero sócia nº 2975 CONSELHO DISCIPLINARPresidente Assembleia Geral António José Mateus de Matos sócio nº 3328Presidente da Direcção Cláudio André S. Horta Salema sócio nº 3060Presidente Conselho Fiscal Maria Inês Graça Louro sócia nº 2929 Página 2/11
  3. 3. A) Razões de uma Candidatura1. A ligação das pessoas à causa pública é cada vez menor, estamos a atravessar uma encruzilhada sem precedentes, os aspectos económicos estão no seu expoente máximo, as famílias obrigatoriamente estão atentas e preocupadas com o seu futuro, que será por sua vez o futuro de todos os portugueses… Nós também temos essas preocupações, mas pensamos que existe um conjunto de estruturas que não podem ficar ao abandono, ao desleixo, ao sabor da maré… Quando as Instituições passam por dificuldades extremas, devem surgir Homens capazes de dar as mãos e superar as dificuldades. É por isso que nos candidatamos à direcção da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Azambuja. O dever e o espirito de missão são dois valores que caracterizam os nossos princípios… “não precisámos de Homens provençais, mas precisamos de Instituições capazes e solidas, e o mais importante, que funcionem” in Dr. Jorge Sampaio.2. Acreditar nas pessoas é simplesmente um factor de confiança. Foi com esta atitude que decidimos constituir esta equipa de trabalho e colocar ao serviço das pessoas um projecto ambicioso, mas possível. Existem inúmeras causas em que se pode ser útil, “Vida por Vida” é uma causa que só vale a pena, assumindo compromissos com as Populações em estreita ligação com o seu Corpo de Bombeiros.3. O projecto é colocar o Corpo de Bombeiros como modelo. Irá dar muito trabalho, será necessário muito tempo, dedicação exclusiva… mas tudo vale a pena, quando falamos de servir pessoas.4. Financiamentos? Uma grande questão! Será que já foram esgotadas todas as formas economicamente viáveis a uma estabilidade financeira que a Associação precisa? Não certamente! A Associação é uma instituição de direito privado, não necessita de se dedicar exclusivamente às valências que tem para ser viável… utilizar outras formas que garantam a sustentabilidade económica da sua principal actividade que é o socorro, é certamente o caminho. Estamos a assistir a uma redução de recursos financeiros sem precedentes no Poder Central, no Poder Local, nas empresas… logo estas centenas de Corpos de Bombeiros que existem por esse país fora são os primeiros a sentir as dificuldades. Pensamos que não foram esgotadas todas as formas de financiamento da operacionalidade dos Corpos de Bombeiros. Não nos referimos só ao recurso ao crédito, que é importante para engrenagem de alguns projectos. Contudo estes precisam de ser auto sustentáveis e adequados às necessidades/dimensões quer da estrutura quer da (s) comunidade (s) que servem. Necessariamente o que importa é ter em conta o factor crescimento/desenvolvimento. Não nos esqueçamos que a subsidiação a que estávamos habituados tem os dias contados…5. O passado é reservado ao capítulo da História… será importante neste momento convergir esforços, ideias, recursos, estabilidade, transparência e Página 3/11
  4. 4. rigor e muito mas muito trabalho para que possamos salvar a Associação e os seus postos de trabalho.6. O nosso modo próprio de estar na sociedade é alicerçado por convicções de formação que comprometem, desafiam e incentivam à participação na vida da comunidade, à intervenção cívica, no sentido da defesa ética de serviço público e de valores básicos e fundamentais.7. Em último lugar queremos que o principal protagonista desta candidatura seja a Associação, com os seus valores, a sua História. Numa palavra as Pessoas.B) Valores/Princípios1. São as regras básicas de referência que entendemos que devem orientar a actuação de todos nesta Associação. 1.1 Respeito 1.2 Integridade 1.3 Eficiência 1.4 Excelência 1.5 Qualidade 1.6 SolidariedadeC) Plano Estratégico:1. Gestão Corrente2. Recursos Humanos3. Projectos4. Organização Operacional5. Acção Cultural6. Parcerias7. Articulação de Orgãos Institucionais8. Direcção-Comando-Corpo Activo1. Gestão Corrente 1.1 Para um equilíbrio financeiro será certamente necessário renegociar contratos, avenças, e todas as formas de pagamento a que Associação está comprometida. O saneamento financeiro que terá de ser efectuado para um rigoroso controlo de custos mas que não comprometa a administração e operacionalidade do Corpo de Bombeiros. 1.2 Existe a necessidade de reformular todas as formas de pagamento internas/externas e adequá-las a uma lógica sustentável, acordando com as partes envolvidas outras formas de benefício economicamente viáveis para a sustentabilidade da Associação. Página 4/11
  5. 5. 1.3 Anular todas as fontes de despesa detectadas no controlo de custos que não beneficiam directa ou indirectamente a Associação. 1.4 Colocar ao dispor da Associação mecanismos mais eficazes no controlo de custos e na absorção da receita. 1.5 Criar protocolos internos de actuação no controlo de despesa, simplificar e descentralizar o modo de actuação nas adjudicações com objectivo de colocar o melhor produto ao serviço no menor prazo possível. 1.6 Reorganizar o modelo de gestão e controlo do parque de veículos do Corpo de Bombeiros. 1.7 Estudar e implementar regras de adjudicações com base em estudos de mercado, com base qualidade Vs preço. 1.8 Colocar ao serviço da Associação novas ferramentas que facilitem os movimentos bancários. 1.9 Piquetes dos voluntários (ponto 1.2). 1.10 Respeitar e cumprir todos os compromissos anteriormente assumidos em benefício da Associação. 1.11 Sempre que necessário adoptar novas formas de gestão para a sustentabilidade e beneficio da Associação, respeitando de forma integral a legislação em vigor. 1.12 Estudar a actualização do valor das quotas e jóias pagas pelos associados, tendo em conta os rendimentos das pessoas com dificuldades. 1.13 Estudar a criação de prestação de serviços com os equipamentos disponíveis no Corpo de Bombeiros, com a devida diferenciação do sócio e não sócio. 1.14 Estudar o valor de referência para a prevenção de eventos culturais e desportivos e respectivos custos derivados de gastos operacionais. 1.15 Rentabilizar as instalações actuais.2. Recursos Humanos 2.1 Apostar nos valores da disciplina, respeito e profissionalismo de todos os intervenientes. 2.2 Aposta efectiva na formação do Corpo de Bombeiros. 2.3 Estudar/Planear/Ajustar horários de trabalho de acordo com o serviço existente, de mútuo acordo entre o empregador e o empregado. Página 5/11
  6. 6. 2.4 Valorização das carreiras profissionais, como Bombeiros Profissionais e não como Bombeiros do Protocolo ou outros títulos. 2.5 Estudo de novas formas de motivação e compensação, no que diz respeito à assiduidade, produção, mérito e saúde dos funcionários sem prejudicar o saneamento financeiro da Associação. 2.6 Requalificar a vertente profissional dos operacionais envolvidos no socorro das populações apetrechando-os com novas ferramentas pedagógicas no exercício das suas funções, equilibrando com as ambições da Associação para novos projectos (3 Projectos, ponto 3.3). 2.7 Estabelecer um diálogo frutuoso entre a entidade empregadora e os funcionários para a melhoria e dignidade das condições profissionais. 2.8 Missão “Voluntariado” (Imagem/Comunicação/Modernização). Criar uma imagem de marca “bastante expressiva” no sentido de estimular condições a uma integração de novas escolas (3.8 Projecto de Recrutamento/ Modelos de Organização Interna).3. Projectos 3.1 Apostar na formação externa de entidades públicas e privadas, dispondo de meios e mecanismos adequados. 3.1.1 Criação de um sistema formação enraízado na estrutura da Associação devidamente certificado. 3.1.2 Dispor de conteúdos pedagógicos adequados à realidade da nossa Área de Actuação Própria (AAP). 3.1.3 Criação de bolsa de formadores interna/externa. 3.1.4 Praticar políticas de marketing para a divulgação desta actividade. 3.1.5 Criação de uma equipa de proximidade, que possa levar a marca “Bombeiros” ao contacto com as pessoas, protocolando com entidades privadas de gestão de condomínios, pequenas noções básicas de actuação em caso de emergência, divulgando também a politica do socorro e o funcionamento deste, no nosso contexto, adquirindo uma maior proximidade e visibilidade nas populações da nossa AAP, propondo-os como associados desta Associação. 3.1.6 Criação de equipa para acompanhamento e monitorização das condições de segurança em entidades públicas ou privadas. 3.2 Estudo/Implementação do projecto “T-Care” ou “Help Phone” para assistência aos séniores ou pessoas com mobilidade reduzida. Página 6/11
  7. 7. 3.2.1 Discussão com as entidades públicas e privadas, fundamentalmente com as IPSS´s do concelho de Azambuja para a implementação deste novo mecanismo de alerta para situações de emergência, combatendo o isolamento das pessoas mais fragilizadas da nossa comunidade. 3.2.2 Criação de parcerias com as autarquias locais para a referenciação de casos que merecem de certa forma vigilância das devidas entidades.3.3 Estudo/implementação de posto de ambulância do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), aproveitando os recursos à disposição do Corpo de Bombeiros para sua actuação de forma diferenciada (2 Recursos Humanos, ponto 2.6).3.4 Equacionar novas formas de receita, na vertente privada da Associação, podendo estudar/protocolar com a Câmara Municipal de Azambuja o transporte escolar.3.5 Propor à Câmara Municipal de Azambuja que parte das receitas das futuras infra-estruturas de ordenamento do estacionamento automóvel da vila de Azambuja, possam financiar as Associações de Bombeiros do Concelho na medida das suas necessidades.3.6 Estudar/implementar uma bolsa de aluguer de equipamentos básicos (ajudas técnicas) para pessoas com mobilidade reduzida (camas articuladas, cadeiras de rodas, etc.), a preços diferenciados de sócios e não sócios de forma a serem comportáveis a pessoas com fracos rendimentos, sendo o investimento abatido de forma gradual. Esta acção será implementada em articulação com as IPSS´s.3.7 Criação de uma plataforma electrónica para serviço interno e externo, colocando à disposição do Corpo de Bombeiros uma ferramenta de consulta à distância (escalas, trocas/dispensas de serviços, comunicações, ordens de serviço, correio electrónico, regulamentos, etc.)3.8 Projecto de Recrutamento/ Modelos de Organização Interna. 3.8.1 Criação de cursos de formação nos Agrupamentos escolares da AAP, com protocolo de colaboração entre os respectivos agrupamentos. 3.8.1.1 Estudar a implementação de grupos de boas práticas nas escolas. 3.8.1.2 Actividades operacionais nos Estabelecimentos de Ensino de uma forma estruturada e planeada, cumprindo as directivas do Ministério da Educação. Página 7/11
  8. 8. 3.8.2 Promoção do dia do “Quartel Aberto”, nas diversas freguesias da AAP, promovendo rastreios para a promoção da saúde e privilegiando um contacto directo com as populações, se possível em períodos festivos. 3.8.3 Propaganda promocional em outdoors sobre a actividade “radical” dos Bombeiros, em períodos destinados ao recrutamento. 3.8.4 Estudar a promoção de escolas de formação entre as Associações de Bombeiros do “Triângulo” (Azambuja, Alcoentre e Alenquer). 3.8.5 Promover o contacto entre antigos bombeiros e a população mais juvenil na actividade de promoção da marca “Bombeiros” e na óptica intergeracional. 3.9 Estudar e adoptar os mecanismos necessários para o projecto da construção no novo Quartel de Bombeiros. 3.10 Criação de um novo regulamento honorífico da Associação. 3.11 Promover o estudo/investigação da História dos 80 Anos de vida da Associação. 3.12 Estudar com a Cruz Vermelha Portuguesa – Delegação de Aveiras de Cima (CVPAV)/Câmara Municipal de Azambuja (CMA)/Junta de Freguesia de Aveiras de Cima(JFAV)/Centro Distrital de Operações de Socorro – Lisboa (CDOS) uma parceria com a CVPAV e Bombeiros de Azambuja para possível instalação no novo quartel da CVPAV de uma secção de serviço de incêndio, unicamente, não duplicando valências já existentes na Freguesia de Aveiras de Cima, colmatando uma falha existente, para um socorro imediato às populações. 3.13 Promover a discussão em conjunto com as Autarquias/Autoridades/IPSS´s a temática “Azambuja ao Encontro dos Séniores”, no sentido de promover um combate ao isolamento das pessoas mais fragilizadas da nossa comunidade.4. Organização OperacionalNota Introdutória: A organização de toda a estrutura operacional é da inteiraresponsabilidade do Comando do Corpo de Bombeiros, sendo que, a Direcçãomonitorizará os parâmetros de bom funcionamento da Instituição. Entre outrosaspectos, dar-se-á atenção a: 4.1 O transporte de doentes não urgentes irá ser objecto de estudo, tendo em conta os custos de produção inerentes à actividade. Página 8/11
  9. 9. 4.2 Criar condições necessárias para seja instalado um Posto de INEM no Corpo de Bombeiros (3 Projectos, ponto 3.3). 4.3 Activar protocolo de formação com o Regimento de Sapadores Bombeiros de Lisboa. 4.4 Reactivar a secção de mergulho com pessoal devidamente qualificado. 4.5 Estudar a conversão/transformação de veículos de socorro, com veículos existentes na Corpo de Bombeiros.5. Acção Cultural 5.1 Colaborar e apoiar todas as manifestações do âmbito cultural e desportivo promovido pelo Corpo de Bombeiros 5.2 Apoiar e dignificar o papel da Fanfarra no seio do Corpo de Bombeiros. 5.2.1 Estudar e propor a aprendizagem mais aperfeiçoada de estilos musicais com a colaboração do Centro Cultural Azambujense.6. ParceriasA Associação deve estar disponível e interessada em promover parcerias comentidades públicas e privadas, prestando serviços inerentes ao objectivo comumda Associação.As parcerias devem ser amplamente desenvolvidas para que ambas as partespossam desenvolver um projecto e objectivo comum, estando esta Associação aoserviço das pessoas.7. Articulação de Órgãos InstitucionaisA postura que nos levará à comunicação com os diversos órgãos institucionais,nomeadamente a tutela (MAI/ANPC), será objectiva e clara. Por dever éticopugnaremos por um modelo sustentável de financiamento das corporações debombeiros através de uma carta de risco devidamente estruturada. Não podemoscontinuar a ser o parente pobre da sociedade, podendo estar em causa aoperacionalidade do socorro a qualquer momento. Terá efectivamente de existiruma política, justa, sustentável e realista. As corporações de bombeiros nãopodem estar à mercê da subsidio-dependência, existindo a necessidade urgentede colocar em acção um plano rigoroso de financiamento, através de contratos-programa, com objectivos bem definidos, colmatando a dificuldade dasrespectivas Associações.Existe a necessidade premente de uma aproximação às autarquias locais. Podemtambém ser elas um potencial canal de comunicação entre o Corpo de Bombeiros Página 9/11
  10. 10. e a Comunidade. Deverá existir uma estreita colaboração entre instituições,tendo por base um relacionamento de entre ajuda.A boa relação com a Câmara Municipal de Azambuja irá manter-se inalterável noquadro do bom entendimento e disponibilidade para alcançar metas em conjunto,em benefício das populações que socorremos.8. Direcção-Comando-Corpo ActivoA proximidade junto da comunidade é essencial para um reconhecimento dasociedade em geral. Não podemos pois estar de forma alguma divorciados dapopulação, que terá que sentir a nossa presença, obrigatoriamente, em todas asmanifestações institucionais, sejam elas culturais, desportivas, religiosas oupolíticas. Em suma em todas as realizações da sociedade civil. A presença destainstituição com 80 anos de existência nos diversos acontecimentos terá impacto alongo prazo… as pessoas não se podem esquecer que os Bombeiros existem, aAssociação precisa da população e a polução precisa da Associação.A ligação do eixo Direcção-Comando-Corpo Activo é fundamental na engrenagemde toda esta estrutura pesada e complexa. A comunicação alinhada e orientadaentre a Direcção e Comando deverá ser uma condição fundamental para o sucessodeste programa. A Direcção não se pode sobrepor às competências do Comandono que diz respeito à técnica/operacionalidade do Corpo de Bombeiros, masdeverá existir uma relação de confiança absoluta no desempenho dos cargosassumidos.A Direcção não irá de forma alguma demitir-se das suas competências que lhe sãoconfiadas através dos estatutos, bem como dos desafios lançados pelascomunidades que servimos.Esta Direcção terá uma maior proximidade com o Corpo de Bombeiros. Só assimse conseguirá avaliar de perto os reais problemas que afectam a operacionalidadedo mesmo, suscitando as posições necessárias à correcção de eventuaisanomalias/desvios/constrangimentos.Anualmente a Direcção irá fazer um ponto de situação do “Estado da Associação”,num encontro entre a Assembleia – Geral, Conselho Fiscal, Comando e CorpoActivo. É importante existir um diálogo para que todos percebam as dificuldadesda Associação e todos em conjunto consigamos ultrapassar as barreiras colocadasno nosso caminho. Página 10/11
  11. 11. Associamo-nos:Servir as Pessoas, as Populações, as Comunidades, é o principal objectivo destaAssociação, porque como dizia o Papa João Paulo II “todos somosverdadeiramente responsáveis por todos”. Página 11/11

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