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Boletim

Espaço Pethistória
Espaço Pethistória
Espaço PethistóriaUFCG - Universidade Federal de Campina Grande

Boletim

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HISTORIANDO NO CAMPUS
Boletim Informativo do Programa de Educação Tutorial do curso de História
da Universidade Federal de Campina Grande
Nesta edição
 Recepção dos calouros.
 PET e Poesia.
 Nota: Curso de Extensão
“História e marxismos.”
 Entrevista com Elton
John da Silva Farias.
 Momento Filme:
“Batismo de sangue”
 Protestos e Humor.
 Grupos de estudo da
UAHIS.
 Nilda Câmara abre gru-
po sobre Filosofia da
Diferença na UFCG
 Eventos acadêmicos
Atividades realizadas no
mês de junho:
Recepção dos calouros
No dia 03 de junho foi realizada a
“Recepção aos Calouros”. A ati-
vidade teve como finalidade pro-
mover um contato institucional e
afetivo do recém-ingresso com a
Universidade, permitindo a intera-
ção entre bolsistas do programa
com o corpo discente e docente
da instituição. Contamos ainda
com a presença das professoras Pávula Maria e Silêde Leila Cavalcante, ambas da
Unidade Acadêmica de História da UFCG. Aproveitamos o espaço para agradecê-
las pela presença e apoio, bem como aos calouros por terem participado de forma
interativa da atividade promovida pelo PET-História e reafirmamos a disposição do
grupo para qualquer apoio aos ingressantes. Além da recepção, o grupo PET dispo-
nibilizou horários de atendimento para auxiliar os ingressantes na realização de traba-
lhos acadêmicos.
Ano I — Nº 6 — Junho de 2013
Fique ligado! Eventos para participar:
Mostra Científica do 3º Salão Nacional de Divulgação Científica - RECIFE.
Mais informações no site: http://www.anpg.org.br/gera_noticia.php?codigo=1748&tipo=1
Encontro Nacional de Pesquisadores do Ensino de História – SERGIPE.
Mais informações no site: http://www.xenpeh.com.br/
PET e Poesia
“A verdade Dividida”
A porta da verdade estava aberta
mas só deixava passar
meia pessoa de cada vez.
Assim não era possível atingir toda a
verdade,
porque a meia pessoa que entrava
só conseguia o perfil de meia ver-
dade.
E sua segunda metade
voltava igualmente com meio perfil.
E os meios perfis não coincidiam.
Arrebentaram a porta. Derrubaram
a porta.
Chegaram ao lugar luminoso
onde a verdade esplendia os seus
fogos.
Era dividida em duas metades
diferentes uma da outra.
Chegou-se a discutir qual a metade
mais bela.
Nenhuma das duas era perfeita-
mente bela.
E era preciso optar. Cada um optou
conforme seu capricho, sua ilusão,
sua miopia.
Carlos Drummond de Andrade. In:
Contos Plausíveis.
2
Prof. Dr Gervácio Batista Aranha coordena curso de extensão “História e Marxismos” na UFCG
Entre os dias 13/03 e 05/06 ocorreu o curso de Extensão “História e Marxismos” promovido
pelo grupo de Estudos Teoria e a História da Historiografia da Unidade Acadêmica de His-
tória da UFCG (UAHIS-UFCG). Em dez encontros foram discutidas várias vertentes do mar-
xismo e suas influências e contribuições para a historiografia. Vários professores da UAHIS e
professores convidados de outras unidades enriqueceram o debate. O curso contou com
um grande número de inscritos entre eles, alunos da UFCG, UEPB, entre outros. Para tanto
conversamos com um dos membros do grupo de estudos, Ms. Elton John da Silva Farias,
para sabermos mais sobre objetivos e finalidades do curso de extensão.
Confira...
1 - Qual o principal objetivo do Grupo de Estudos em Teoria e História da Historiografia rea-
lizar um curso com a temática “História e Marxismos”?
São várias as questões em jogo. Aparentemente, a mais significativa recai sobre o
fato de a historiografia recente vive cercada por tendências que se dizem, a todo o momento, renovadas e que propõem, de ante-
mão, rever certas tradições do pensamento taxando-as simplesmente de “antiquadas” ou “ultrapassadas”. Muitos dos autores vin-
culados aos chamados “paradigmas emergentes” têm lançado esse olhar sobre o pensamento marxista, sobre os autores e as esco-
las que o acolheram e, também, sobre seus desdobramentos epistemológicos ao longo do século XX. É muito comum, inclusive, que
se atribua um uso de chavões e estereótipos vários quando se fala em marxismo, reduzindo sua utilização meramente às análises
das lutas de classe ou à dicotomia “opressores x oprimidos”, por exemplo, algo que acaba por legitimar a leitura apressada e
“vulgar” de Louis de Althusser em Os Aparelhos Ideológicos do Estado, para quem o pensa-
mento marxista não vai muito além da crítica de certa “ideologia dominante” e de sua ca-
pacidade arquitetada e estruturada de fazer com que a “classe dominante” ensine o ‘know
-how’ capitalista aos trabalhadores e aos assalariados, deixando-os à mercê dos interesses
de tal ideologia. Definitivamente, a contribuição de Marx não se resume a isso.
Tentamos relembrar aos cursistas, justamente pela diversidade dos desdobramentos
teórico-filosóficos do marxismo, a importância de pensar tal tradição do modo como se vê
já no título do curso: em seu uso plural. Diversos são os autores e escolas que fazem releituras
no sentido de enriquecer tal pensamento e suprir, parafraseando Edward P. Thompson, em A
Miséria da Teoria, os assim chamados “silêncios de Marx”. Dentre tais autores e escolas po-
demos citar, a título de exemplo, o filósofo Antonio Gramsci, o historiador Eric Hobsbawm, a
Escola de Frankfurt, os Estudos Culturais Ingleses, a Micro-História Italiana, a francesa Escola
dos Annales, etc., alguns inclusive pouco conhecidos e/ou compreendidos entre os/as histo-
riadores/as de ofício. De tal modo – mesmo levando em consideração as ponderações necessárias para que a utilização do pensa-
mento marxista nos dias de hoje, especialmente no tocante à escrita da História, possa enriqueça a pesquisa, tornando-a um instru-
mento democrático que incite ao diálogo múltiplo e interdisciplinar – torna-se indispensável aos/às historiadores/as conhecer o pen-
samento marxista e a recepção feita por parte de tantas outras tradições para que a formação deste/a profissional se aprimore. Foi
isso o que o curso e seus palestrantes tentaram fazer.
Quais os diálogos possíveis foram alcançados e qual a importância para a academia realizar um curso de extensão?
Quanto ao primeiro aspecto, creio que o mais importante foi a possibilidade de demonstrar aos cursistas que os historiadores preci-
sam aprender, ainda que relutem, a estabelecer maiores e mais fulgentes diálogos com autores que aparentemente não fazem
parte de uma, por assim dizer, “historiografia tout court”; ou seja, estabelecer conexões com autores que não são convencional-
mente utilizados para pensar questões de teoria e epistemologia históricas, a exemplo de Antonio Gramsci (filósofo), de Richard
Hoggart e Raymond Williams (sociólogos vinculados aos Estudos Culturais), dos vários filósofos e sociólogos da Escola de Frankfurt,
entre outros. Os historiadores precisam estar atentos ao fato de que não só os seus pares, além dos filósofos da História mais conven-
cionais (neste caso, citamos os exemplos do próprio Karl Marx, de Michel Foucault, de Paul Ricoeur ou de Michel de Certeau), tra-
zem contribuições relevantes e significativas para pensar o métier do historiador ou as questões relativas ao histórico e ao fazer histo-
riográfico. Nossa meta foi trazer à tona, portanto, e ao longo do curso, aquilo que de mais contributivo cada um dos autores estuda-
dos pode oferecer à produção historiográfica, ainda que se aparem as devidas arestas e que se façam os necessários acertos de
contas para que tais diálogos enriqueçam e ajudem a historiografia a sedimentar com maior ênfase e êxito a tão famigerada
(ainda que deveras importante) necessidade de renovação no seio da História.
Já para a academia, em especial no contexto da Universidade Federal de Campina Grande, a realização de um curso de
extensão como este é a possibilidade efetiva de estabelecer maiores diálogos entre os diversos segmentos que compõem o curso
de História campus I desta instituição (desde graduandos e graduados a mestrandos, mestres e doutores), além de profissionais e
pesquisadores de áreas afins tanto da UFCG quanto das instituições próximas (UEPB, FURNE, etc.). A possibilidade de construir essas
relações, mesmo que no breve período de um curso de extensão, sugere o quão significativa e importante é a troca de saberes,
levando-se em consideração a metodologia utilizada pelo curso ao reservar um espaço de cada encontro, geralmente por uma
hora, para um debate acerca dos temas propostos de modo que os cursistas tivessem a oportunidade de expressar suas opiniões e/
ou sanar suas dúvidas acerca do que estava sendo exposto. De tal modo, buscou-se alcançar o objetivo primeiro do próprio Grupo
de Estudos em Teoria e História da Historiografia da UFCG: abraçar temas de Teoria da História, possibilitando o aprofundamento de
questões e problemas pouco discutidos e/ou pouco aprofundados no âmbito da epistemologia histórica por parte dos pesquisado-
res locais, alcançando o maior número possível de interessados na comunidade historiadora da UFCG (seja ela de graduação ou
pós-graduação) e de instituições circunvizinhas.
3
Momento Filme
Batismo de Sangue (2007, Dir. Helvécio Ratton)
Janaína dos Santos Maia
“Batismo de Sangue” é uma produção cinematográfica brasileira dirigida pelo cineasta Helvécio Ratton. Filmado no ano de 2006 e lan-
çado no ano de 2007, Batismo de sangue é uma adaptação do livro de memórias homônimo escrito pelo Frei Tito no ano de 1983, vencedor do
prêmio Jabuti do ano de 1985.
A obra é adaptada ao contexto social e político do Brasil da década de 1960, período em que os militares destituíram do poder o então
presidente da república João Goulart, e instituíram o regime ditatorial comandado pelo militar Arthur da Costa e Silva, que institui no ano de 1968
o Ato Institucional número 5(AI-5) cassando, imediatamente, os direitos políticos dos governadores, senadores e deputados coincidindo também
com o fechamento por tempo indeterminado do Congresso Nacional. Desta forma, qualquer tipo de manifestação pública contra este tipo de
atitude autoritária era duramente reprimida por aqueles que estavam do lado do novo poder instituído, pelo
fato deste ter sido o momento em que os direitos democráticos do cidadão brasileiro também foram cassa-
dos.
Inconformados com a situação do Brasil nesta época, o grupo dos frades Tito, Betto, Oswaldo Fernan-
do e Ivo, resolveram apoiar junto com aqueles que lutavam pelos seus direitos políticos de forma clandestina,
os ideais propostos pela Ação Libertadora Nacional (ALN) que tinha como objetivo principal tirar de forma
efetiva os militares do poder.
Num golpe de azar, no momento em que frei Ivo e Fernando marcavam um encontro com o líder da
ALN, Carlos Marighella no Rio de Janeiro, estes acabaram tendo a sua conversa interceptada pelas forças
policias do DOPS (Departamento de Ordem Política e Social), que os prenderam no momento em que estes
chegaram ao seu destino. A partir deste momento o que se vê no filme é o retrato próximo dos horrores que
foram vividos por aqueles que foram interrogados de forma cruel e desumana nos ditos porões da ditadura.
Sendo coagidos a falarem o paradeiro do líder da ALN, os dois frades acabam revelando ao delegado Sérgio
Paranhos Fleury, conhecido como o “Papa”, o paradeiro do líder revolucionário Carlos Marighella, que acaba
sendo atraído para uma emboscada tramada pelo DOPS, e é assassinado a tiros por estes policiais. Após o
assassinado de Carlos Marighella, os quatro frades são presos e passam a sofrer os mais diversos tipos de tortu-
ra na prisão, entre eles frei Tito, que acaba levando o trauma destas torturas ao longo de toda a sua vida, e
mesmo tendo sido exilado no Chile não consegue esquecer os horrores que presenciou e viveu no Brasil do
período da ditadura, o que o faz, num ato de desespero cometer suicídio.
Batismo de Sangue pode ser, sem sombra de duvidas, considerado como filme de referência quando o assunto for o período da ditadu-
ra no Brasil. Pois, as cenas de torturas contidas nestes, nos traz desconforto e nos faz ter uma noção aproximada do que realmente foi vivido na
década de 60 no Brasil, e dos horrores trazidos pelo monstro da ditadura.
Outra reflexão que pode ser trazida, para os telespectadores do filme, seria a do descaso com a vida humana, já que sabemos que no
período ditatorial muitos brasileiros foram mortos nas salas de torturas, sem contar aqueles que, supostamente, até hoje estão desaparecidos.
Sendo assim, percebemos que o ser humano, enquanto aquele que tinha sentimentos de tristeza, dor e medo, foi totalmente ignorado em detri-
mento de meras informações políticas, exemplo disto pode ser o do já citado Frei Tito, que por ter sofrido com as pressões da tortura, não conse-
guiu se recuperar dos horrores da ditadura, que trouxe sequelas permanentes para a sua vida.
Disponível em: http://www.youtube.com/watch?v=YPaycJ8ij3s. Acesso em 27/06/2013.
Protestos
& Humor
Fonte:
Por Moésio Fiúza na Tribuna do Ceará. Fonte:
http://www.tribunadoceara.com.br/noticias/
charge/ . Acesso: 26/06/2013 15: 56 hs.
Fonte: O cartunista Gomez para Noticias uol. Fontes:http://noticias.uol.com.br/
album/2013/06/18/protestos-pelo-brasil-viram-charges.htm Acesso: 26/ 06/2013
15: 52 horas.
Oficina de leitura
em
Teoria da História
Entre os meses de maio de junho o PET História da UFCG iniciou mais
um ciclo de leitura, que consistiu na discussão do livro “A Invenção do Cotidia-
no I - Artes de fazer”, de Michel de Certeau. Durante este período, houve uma
conversa coletiva sobre os conceitos e análises trazidos pelo autor da obra,
que envolve questões relacionadas ao “Cotidiano” e ao “Homem Ordinário”.
Sendo o livro dividido em cinco partes, a cada semana nos propomos a discutir
uma das partes por vez. O resultado desta atividade foi considerado satisfató-
rio, pois o enriquecimento intelectual daqueles que se debruçaram sobre a
leitura do texto, e também o exercício da coletividade no momento em que o
ponto de vista de cada participante do ciclo era ouvido, nos deu o incentivo
de continuar com nossa atividade, que será retomada no dia 09 de julho com
a “Invenção do Cotidiano II - Morar, cozinhar”. Desde já, sinta-se convidado/a
para fazer parte desta discussão, e também para fortalecer este ciclo.
Profa Nilda Câmara Araújo lança grupo de es-
tudos e pesquisas sobre “Filosofia da Diferen-
ça” na UFCG
No dia 14 de junho fo-
ram iniciados os traba-
lhos do grupo de estu-
dos e pesquisas
“Filosofos da Diferen-
ça”, coordenado pela
Profa. Dra. Eronides
Camara Araujo.
O primeiro encontro do
grupo contou com a
participação de estu-
dantes da graduação
e pós-graduação em
História da UFCG, bem
como de profissionais
da área de História e
Educação.
O objetivo do grupo é contribuir para o desenvol-
vimento de pesquisas no campo da História a partir
das contribuições teórico-metodológicas propiciadas
pela perspectiva pós-estruturalista.
Inicialmente o grupo dedicará encontros que te-
matizarão o pensamento do filósofo francês Michel
Foucault, mas também serão privilegiadas leituras e
discussões sobre Gilles Deleuze, Félix Guattari, dentre
outros pensadores.
O grupo contará ainda com as participações das
professoras Regina Coelli Gomes do Nascimento e
Silêde Leila Oliveira Cavalcanti, docentes da gradua-
ção e do mestrado em História da UFCG.
Equipe PET História-UFCG
Tutora
Profa. Dra. Regina Coelli Gomes Nascimento
Petianos
Alexandro dos Santos
Elson da Silva P. Brasil
Emanoela de L. Maracajá
Janaína dos Santos Maia
Janaína Leandro Ferreira
Jaqueline Leandro Ferreira
Jonathan Vilar dos S. Leite
José dos Santos Costa Júnior
Paula Sonály Nascimento Lima
Priscila Gusmão Andrade
Raquel Silva Maciel
Ronyone de A. Jeronimo
Silvanio de Souza Batista
Conselho revisor
Silvia Tavares
Contato:
Av. Aprígio Veloso, 882- Bodocongó
CEP: 58109-970- Campina Grande – PB
Edifício do Centro de Humanidades Sala 503 -
E-mail: pethistoriaufcg@gmail.com
Facebook: Espaço PET História UFCG
Site: http://www.ufcg.edu.br/~historia/pet/
4
PET História irá promover, em julho, um minicurso sobre História e Literatura com a
participação dos professores Gervácio Batista Aranha e José Benjamin Montenegro
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  • 1. HISTORIANDO NO CAMPUS Boletim Informativo do Programa de Educação Tutorial do curso de História da Universidade Federal de Campina Grande Nesta edição  Recepção dos calouros.  PET e Poesia.  Nota: Curso de Extensão “História e marxismos.”  Entrevista com Elton John da Silva Farias.  Momento Filme: “Batismo de sangue”  Protestos e Humor.  Grupos de estudo da UAHIS.  Nilda Câmara abre gru- po sobre Filosofia da Diferença na UFCG  Eventos acadêmicos Atividades realizadas no mês de junho: Recepção dos calouros No dia 03 de junho foi realizada a “Recepção aos Calouros”. A ati- vidade teve como finalidade pro- mover um contato institucional e afetivo do recém-ingresso com a Universidade, permitindo a intera- ção entre bolsistas do programa com o corpo discente e docente da instituição. Contamos ainda com a presença das professoras Pávula Maria e Silêde Leila Cavalcante, ambas da Unidade Acadêmica de História da UFCG. Aproveitamos o espaço para agradecê- las pela presença e apoio, bem como aos calouros por terem participado de forma interativa da atividade promovida pelo PET-História e reafirmamos a disposição do grupo para qualquer apoio aos ingressantes. Além da recepção, o grupo PET dispo- nibilizou horários de atendimento para auxiliar os ingressantes na realização de traba- lhos acadêmicos. Ano I — Nº 6 — Junho de 2013 Fique ligado! Eventos para participar: Mostra Científica do 3º Salão Nacional de Divulgação Científica - RECIFE. Mais informações no site: http://www.anpg.org.br/gera_noticia.php?codigo=1748&tipo=1 Encontro Nacional de Pesquisadores do Ensino de História – SERGIPE. Mais informações no site: http://www.xenpeh.com.br/ PET e Poesia “A verdade Dividida” A porta da verdade estava aberta mas só deixava passar meia pessoa de cada vez. Assim não era possível atingir toda a verdade, porque a meia pessoa que entrava só conseguia o perfil de meia ver- dade. E sua segunda metade voltava igualmente com meio perfil. E os meios perfis não coincidiam. Arrebentaram a porta. Derrubaram a porta. Chegaram ao lugar luminoso onde a verdade esplendia os seus fogos. Era dividida em duas metades diferentes uma da outra. Chegou-se a discutir qual a metade mais bela. Nenhuma das duas era perfeita- mente bela. E era preciso optar. Cada um optou conforme seu capricho, sua ilusão, sua miopia. Carlos Drummond de Andrade. In: Contos Plausíveis.
  • 2. 2 Prof. Dr Gervácio Batista Aranha coordena curso de extensão “História e Marxismos” na UFCG Entre os dias 13/03 e 05/06 ocorreu o curso de Extensão “História e Marxismos” promovido pelo grupo de Estudos Teoria e a História da Historiografia da Unidade Acadêmica de His- tória da UFCG (UAHIS-UFCG). Em dez encontros foram discutidas várias vertentes do mar- xismo e suas influências e contribuições para a historiografia. Vários professores da UAHIS e professores convidados de outras unidades enriqueceram o debate. O curso contou com um grande número de inscritos entre eles, alunos da UFCG, UEPB, entre outros. Para tanto conversamos com um dos membros do grupo de estudos, Ms. Elton John da Silva Farias, para sabermos mais sobre objetivos e finalidades do curso de extensão. Confira... 1 - Qual o principal objetivo do Grupo de Estudos em Teoria e História da Historiografia rea- lizar um curso com a temática “História e Marxismos”? São várias as questões em jogo. Aparentemente, a mais significativa recai sobre o fato de a historiografia recente vive cercada por tendências que se dizem, a todo o momento, renovadas e que propõem, de ante- mão, rever certas tradições do pensamento taxando-as simplesmente de “antiquadas” ou “ultrapassadas”. Muitos dos autores vin- culados aos chamados “paradigmas emergentes” têm lançado esse olhar sobre o pensamento marxista, sobre os autores e as esco- las que o acolheram e, também, sobre seus desdobramentos epistemológicos ao longo do século XX. É muito comum, inclusive, que se atribua um uso de chavões e estereótipos vários quando se fala em marxismo, reduzindo sua utilização meramente às análises das lutas de classe ou à dicotomia “opressores x oprimidos”, por exemplo, algo que acaba por legitimar a leitura apressada e “vulgar” de Louis de Althusser em Os Aparelhos Ideológicos do Estado, para quem o pensa- mento marxista não vai muito além da crítica de certa “ideologia dominante” e de sua ca- pacidade arquitetada e estruturada de fazer com que a “classe dominante” ensine o ‘know -how’ capitalista aos trabalhadores e aos assalariados, deixando-os à mercê dos interesses de tal ideologia. Definitivamente, a contribuição de Marx não se resume a isso. Tentamos relembrar aos cursistas, justamente pela diversidade dos desdobramentos teórico-filosóficos do marxismo, a importância de pensar tal tradição do modo como se vê já no título do curso: em seu uso plural. Diversos são os autores e escolas que fazem releituras no sentido de enriquecer tal pensamento e suprir, parafraseando Edward P. Thompson, em A Miséria da Teoria, os assim chamados “silêncios de Marx”. Dentre tais autores e escolas po- demos citar, a título de exemplo, o filósofo Antonio Gramsci, o historiador Eric Hobsbawm, a Escola de Frankfurt, os Estudos Culturais Ingleses, a Micro-História Italiana, a francesa Escola dos Annales, etc., alguns inclusive pouco conhecidos e/ou compreendidos entre os/as histo- riadores/as de ofício. De tal modo – mesmo levando em consideração as ponderações necessárias para que a utilização do pensa- mento marxista nos dias de hoje, especialmente no tocante à escrita da História, possa enriqueça a pesquisa, tornando-a um instru- mento democrático que incite ao diálogo múltiplo e interdisciplinar – torna-se indispensável aos/às historiadores/as conhecer o pen- samento marxista e a recepção feita por parte de tantas outras tradições para que a formação deste/a profissional se aprimore. Foi isso o que o curso e seus palestrantes tentaram fazer. Quais os diálogos possíveis foram alcançados e qual a importância para a academia realizar um curso de extensão? Quanto ao primeiro aspecto, creio que o mais importante foi a possibilidade de demonstrar aos cursistas que os historiadores preci- sam aprender, ainda que relutem, a estabelecer maiores e mais fulgentes diálogos com autores que aparentemente não fazem parte de uma, por assim dizer, “historiografia tout court”; ou seja, estabelecer conexões com autores que não são convencional- mente utilizados para pensar questões de teoria e epistemologia históricas, a exemplo de Antonio Gramsci (filósofo), de Richard Hoggart e Raymond Williams (sociólogos vinculados aos Estudos Culturais), dos vários filósofos e sociólogos da Escola de Frankfurt, entre outros. Os historiadores precisam estar atentos ao fato de que não só os seus pares, além dos filósofos da História mais conven- cionais (neste caso, citamos os exemplos do próprio Karl Marx, de Michel Foucault, de Paul Ricoeur ou de Michel de Certeau), tra- zem contribuições relevantes e significativas para pensar o métier do historiador ou as questões relativas ao histórico e ao fazer histo- riográfico. Nossa meta foi trazer à tona, portanto, e ao longo do curso, aquilo que de mais contributivo cada um dos autores estuda- dos pode oferecer à produção historiográfica, ainda que se aparem as devidas arestas e que se façam os necessários acertos de contas para que tais diálogos enriqueçam e ajudem a historiografia a sedimentar com maior ênfase e êxito a tão famigerada (ainda que deveras importante) necessidade de renovação no seio da História. Já para a academia, em especial no contexto da Universidade Federal de Campina Grande, a realização de um curso de extensão como este é a possibilidade efetiva de estabelecer maiores diálogos entre os diversos segmentos que compõem o curso de História campus I desta instituição (desde graduandos e graduados a mestrandos, mestres e doutores), além de profissionais e pesquisadores de áreas afins tanto da UFCG quanto das instituições próximas (UEPB, FURNE, etc.). A possibilidade de construir essas relações, mesmo que no breve período de um curso de extensão, sugere o quão significativa e importante é a troca de saberes, levando-se em consideração a metodologia utilizada pelo curso ao reservar um espaço de cada encontro, geralmente por uma hora, para um debate acerca dos temas propostos de modo que os cursistas tivessem a oportunidade de expressar suas opiniões e/ ou sanar suas dúvidas acerca do que estava sendo exposto. De tal modo, buscou-se alcançar o objetivo primeiro do próprio Grupo de Estudos em Teoria e História da Historiografia da UFCG: abraçar temas de Teoria da História, possibilitando o aprofundamento de questões e problemas pouco discutidos e/ou pouco aprofundados no âmbito da epistemologia histórica por parte dos pesquisado- res locais, alcançando o maior número possível de interessados na comunidade historiadora da UFCG (seja ela de graduação ou pós-graduação) e de instituições circunvizinhas.
  • 3. 3 Momento Filme Batismo de Sangue (2007, Dir. Helvécio Ratton) Janaína dos Santos Maia “Batismo de Sangue” é uma produção cinematográfica brasileira dirigida pelo cineasta Helvécio Ratton. Filmado no ano de 2006 e lan- çado no ano de 2007, Batismo de sangue é uma adaptação do livro de memórias homônimo escrito pelo Frei Tito no ano de 1983, vencedor do prêmio Jabuti do ano de 1985. A obra é adaptada ao contexto social e político do Brasil da década de 1960, período em que os militares destituíram do poder o então presidente da república João Goulart, e instituíram o regime ditatorial comandado pelo militar Arthur da Costa e Silva, que institui no ano de 1968 o Ato Institucional número 5(AI-5) cassando, imediatamente, os direitos políticos dos governadores, senadores e deputados coincidindo também com o fechamento por tempo indeterminado do Congresso Nacional. Desta forma, qualquer tipo de manifestação pública contra este tipo de atitude autoritária era duramente reprimida por aqueles que estavam do lado do novo poder instituído, pelo fato deste ter sido o momento em que os direitos democráticos do cidadão brasileiro também foram cassa- dos. Inconformados com a situação do Brasil nesta época, o grupo dos frades Tito, Betto, Oswaldo Fernan- do e Ivo, resolveram apoiar junto com aqueles que lutavam pelos seus direitos políticos de forma clandestina, os ideais propostos pela Ação Libertadora Nacional (ALN) que tinha como objetivo principal tirar de forma efetiva os militares do poder. Num golpe de azar, no momento em que frei Ivo e Fernando marcavam um encontro com o líder da ALN, Carlos Marighella no Rio de Janeiro, estes acabaram tendo a sua conversa interceptada pelas forças policias do DOPS (Departamento de Ordem Política e Social), que os prenderam no momento em que estes chegaram ao seu destino. A partir deste momento o que se vê no filme é o retrato próximo dos horrores que foram vividos por aqueles que foram interrogados de forma cruel e desumana nos ditos porões da ditadura. Sendo coagidos a falarem o paradeiro do líder da ALN, os dois frades acabam revelando ao delegado Sérgio Paranhos Fleury, conhecido como o “Papa”, o paradeiro do líder revolucionário Carlos Marighella, que acaba sendo atraído para uma emboscada tramada pelo DOPS, e é assassinado a tiros por estes policiais. Após o assassinado de Carlos Marighella, os quatro frades são presos e passam a sofrer os mais diversos tipos de tortu- ra na prisão, entre eles frei Tito, que acaba levando o trauma destas torturas ao longo de toda a sua vida, e mesmo tendo sido exilado no Chile não consegue esquecer os horrores que presenciou e viveu no Brasil do período da ditadura, o que o faz, num ato de desespero cometer suicídio. Batismo de Sangue pode ser, sem sombra de duvidas, considerado como filme de referência quando o assunto for o período da ditadu- ra no Brasil. Pois, as cenas de torturas contidas nestes, nos traz desconforto e nos faz ter uma noção aproximada do que realmente foi vivido na década de 60 no Brasil, e dos horrores trazidos pelo monstro da ditadura. Outra reflexão que pode ser trazida, para os telespectadores do filme, seria a do descaso com a vida humana, já que sabemos que no período ditatorial muitos brasileiros foram mortos nas salas de torturas, sem contar aqueles que, supostamente, até hoje estão desaparecidos. Sendo assim, percebemos que o ser humano, enquanto aquele que tinha sentimentos de tristeza, dor e medo, foi totalmente ignorado em detri- mento de meras informações políticas, exemplo disto pode ser o do já citado Frei Tito, que por ter sofrido com as pressões da tortura, não conse- guiu se recuperar dos horrores da ditadura, que trouxe sequelas permanentes para a sua vida. Disponível em: http://www.youtube.com/watch?v=YPaycJ8ij3s. Acesso em 27/06/2013. Protestos & Humor Fonte: Por Moésio Fiúza na Tribuna do Ceará. Fonte: http://www.tribunadoceara.com.br/noticias/ charge/ . Acesso: 26/06/2013 15: 56 hs. Fonte: O cartunista Gomez para Noticias uol. Fontes:http://noticias.uol.com.br/ album/2013/06/18/protestos-pelo-brasil-viram-charges.htm Acesso: 26/ 06/2013 15: 52 horas.
  • 4. Oficina de leitura em Teoria da História Entre os meses de maio de junho o PET História da UFCG iniciou mais um ciclo de leitura, que consistiu na discussão do livro “A Invenção do Cotidia- no I - Artes de fazer”, de Michel de Certeau. Durante este período, houve uma conversa coletiva sobre os conceitos e análises trazidos pelo autor da obra, que envolve questões relacionadas ao “Cotidiano” e ao “Homem Ordinário”. Sendo o livro dividido em cinco partes, a cada semana nos propomos a discutir uma das partes por vez. O resultado desta atividade foi considerado satisfató- rio, pois o enriquecimento intelectual daqueles que se debruçaram sobre a leitura do texto, e também o exercício da coletividade no momento em que o ponto de vista de cada participante do ciclo era ouvido, nos deu o incentivo de continuar com nossa atividade, que será retomada no dia 09 de julho com a “Invenção do Cotidiano II - Morar, cozinhar”. Desde já, sinta-se convidado/a para fazer parte desta discussão, e também para fortalecer este ciclo. Profa Nilda Câmara Araújo lança grupo de es- tudos e pesquisas sobre “Filosofia da Diferen- ça” na UFCG No dia 14 de junho fo- ram iniciados os traba- lhos do grupo de estu- dos e pesquisas “Filosofos da Diferen- ça”, coordenado pela Profa. Dra. Eronides Camara Araujo. O primeiro encontro do grupo contou com a participação de estu- dantes da graduação e pós-graduação em História da UFCG, bem como de profissionais da área de História e Educação. O objetivo do grupo é contribuir para o desenvol- vimento de pesquisas no campo da História a partir das contribuições teórico-metodológicas propiciadas pela perspectiva pós-estruturalista. Inicialmente o grupo dedicará encontros que te- matizarão o pensamento do filósofo francês Michel Foucault, mas também serão privilegiadas leituras e discussões sobre Gilles Deleuze, Félix Guattari, dentre outros pensadores. O grupo contará ainda com as participações das professoras Regina Coelli Gomes do Nascimento e Silêde Leila Oliveira Cavalcanti, docentes da gradua- ção e do mestrado em História da UFCG. Equipe PET História-UFCG Tutora Profa. Dra. Regina Coelli Gomes Nascimento Petianos Alexandro dos Santos Elson da Silva P. Brasil Emanoela de L. Maracajá Janaína dos Santos Maia Janaína Leandro Ferreira Jaqueline Leandro Ferreira Jonathan Vilar dos S. Leite José dos Santos Costa Júnior Paula Sonály Nascimento Lima Priscila Gusmão Andrade Raquel Silva Maciel Ronyone de A. Jeronimo Silvanio de Souza Batista Conselho revisor Silvia Tavares Contato: Av. Aprígio Veloso, 882- Bodocongó CEP: 58109-970- Campina Grande – PB Edifício do Centro de Humanidades Sala 503 - E-mail: pethistoriaufcg@gmail.com Facebook: Espaço PET História UFCG Site: http://www.ufcg.edu.br/~historia/pet/ 4 PET História irá promover, em julho, um minicurso sobre História e Literatura com a participação dos professores Gervácio Batista Aranha e José Benjamin Montenegro