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Kleber de Oliveira da Silva 
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A oferta de cursos superiores públicos em Turismo e áreas afins em relação aos 65 destinos indutores do Turismo no Brasil

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Artigo apresentado por Kleber de Oliveira e Grislayne Guedes no 11º Seminário da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Turismo em 26/09/2014 na Universidade do Estado do Ceará na cidade de Fortaleza.

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A oferta de cursos superiores públicos em Turismo e áreas afins em relação aos 65 destinos indutores do Turismo no Brasil

  1. 1. A OFERTA DE CURSOS SUPERIORES PÚBLICOS EM TURISMO E ÁREAS AFINS EM RELAÇÃO AOS 65 DESTINOS INDUTORES DO TURISMO NO BRASIL Kleber de Oliveira da Silva Mestre em Turismo e Hotelaria - UNIVALI Grislayne Guedes Lopes da Silva Mestranda em Turismo - USP
  2. 2. Estrutura da apresentação 1. Introdução 2. Referencial Teórico 1. Importância da qualificação em Turismo e áreas afins 2. Educação em Turismo e áreas afins 3. 65 destinos indutores do Turismo no Brasil 3. Metodologia 4. Apresentação e análise dos dados 1. Regiões: Norte, Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul 5. Considerações Finais 6. Referências
  3. 3. Introdução: contexto do tema Turismo e áárreeaass aaffiinnss Hotelaria Eventos Gastronomia Diretrizes Curriculares dos cursos de Turismo e Hotelaria Lazer Catálogo Nacional de Cursos Superiores de Tecnologia -2010
  4. 4. Introdução: contexto do tema Lei de Diretrizes Básicas da Educação (Brasil, 1996) 3 Graduações • Licenciatura • Bacharelado • Tecnologia - Público - Privado - Presencial - Distância
  5. 5. Introdução: contexto do tema “no mercado da educação em Turismo e Hotelaria no Brasil não se tem um diagnóstico claro da situação atual (onde se está), e nem de tendências e perspectivas futuras (para onde se está indo)” (Mota, 2003, p.124) Poucos avanços ocorreram sobre o assunto! “para onde ou até onde seria desejável se caminhar[na educação superior em turismo e áreas afins]” (Mota & Anjos, 2012, p. 61)
  6. 6. Introdução: Objetivo do estudo Analisar a oferta de cursos superiores públicos em turismo e áreas afins nos 65 destinos indutores definidos pelo Ministério do Turismo
  7. 7. Referencial Teórico: Importância da qualificação da mão de obra no turismo e áreas afins Complexidade da atividade turística e constante mudança no setor. (Trigo, 1998; Ansarah, 2002; Rejowski e Carneiro, 2003) Foco no conhecimento especializado para execução de tarefas específicas Foco na formação social e desenvolvimento de competências e habilidades QUALIDADE DOS SERVIÇOS Evitar improvisações e esquemas amadorísticos (Ruschmann & Tomelin, 2013)
  8. 8. Referencial Teórico: Educação em turismo e áreas afins no Brasil História recente, primeiros História recente, primeiros ccuurrssooss nnaa ddééccaaddaa ddee 7700 Cursos: - Turismo - Hotelaria - Gastronomia - Eventos - Lazer Grau Acadêmico: - Cursos livres - Técnicos - Graduação - Especialização - Mestrado e Doutorado
  9. 9. Referencial Teórico: 65 destinos indutores do turismo no Brasil O setor do turismo no Brasil expandiu-se e modificou-se O setor do turismo no Brasil expandiu-se e modificou-se nas últimas décadas. nas últimas décadas. Ministério do Turismo (Implantação em 2003) Plano Nacional de Turismo 2004 Programa de Regionalização do Turismo (política pública estruturante) Definição de 65 destinos prioritários para o desenvolvimento do turismo no Brasil.
  10. 10. Metodologia Estudo exploratório e descritivo Contou com 3 Etapas: 1º Pesquisa Bibliográfica; 2º Pesquisa Documental; 3º Análise de dados coletados em fontes secundárias. Cursos superiores: bacharelado e tecnologia. Instituições públicas: federal, estadual e municipal. Nos 65 destinos indutores e cidades limítrofes
  11. 11. Metodologia Consulta no dia 15 de maio de 2014 Portal E-MEC (www.emec.mec.gov.br) Procedimento de coleta de dados: - Consulta avançada (possibilidade de uso de filtros) Nomenclatura de cursos: - Turismo; - Hotelaria; - Gastronomia; - Eventos; - Gestão desportiva e do lazer; - Gestão de turismo; - Turismo e hotelaria.
  12. 12. Metodologia Critérios da pesquisa: - Cursos "em atividade" - Total de cursos em atividades na localidade (diferentes campi) Informações sobre cada cursos foram tabulados no Microsoft Excel 2010 - Nome do curso - Instituição de Ensino Superior - Modalidade (presencial) - Grau (bacharelado e tecnológico) - Estado e cidade
  13. 13. Apresentação dos dados: Geral Participação do total de cursos de bacharelado e tecnológico de turismo e áreas afins nos 65 destinos indutores do Turismo no Brasil Fonte: Elaboração dos autores (2014)
  14. 14. Apresentação dos dados: Geral Destinos indutores e regiões em relação ao número de cursos Norte (11), Nordeste (23), Centro-Oeste (10), Sudeste (12) e Sul (9) Fonte: Elaboração dos autores (2014)
  15. 15. Apresentação dos dados: Norte Mapa de distribuição de cursos superiores de turismo e áreas afins nos destinos indutores do turismo na região Norte
  16. 16. Apresentação dos dados: Nordeste Mapa de distribuição de cursos superiores de turismo e áreas afins nos destinos indutores do turismo na região Nordeste
  17. 17. Apresentação dos dados: Centro-Oeste Mapa de distribuição de cursos superiores de turismo e áreas afins nos destinos indutores do turismo na região Centro-Oeste
  18. 18. Apresentação dos dados: Sudeste Mapa de distribuição de cursos superiores de turismo e áreas afins nos destinos indutores do turismo na região Sudeste
  19. 19. Apresentação dos dados: Sul Mapa de distribuição de cursos superiores de turismo e áreas afins nos destinos indutores do turismo na região Sul
  20. 20. Principais considerações •O foco do trabalho são os cursos superiores em turismo e áreas afins. •É desigual a oferta de cursos superiores públicos em turismo e áreas afins entre os 65 destinos indutores do turismo nas 27 unidades da federação. •5 Estados não contam com a oferta de cursos em seus destinos indutores: Espírito Santo, Mato Grosso, Rondônia, Acre e Macapá. •4 destinos concentram maior quantidade de cursos: São Paulo, Fortaleza, Recife e Rio de Janeiro. •Apenas Fortaleza apresenta a maior diversidade de áreas de formação. Obs: O Mtur está desenvolvendo as diretrizes para a qualificação no setor.
  21. 21. Referências Ansarah, M. G. dos R. (2002). Formação e capacitação do profissional em turismo e hotelaria. São Paulo: Aleph. Brasil. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional no 9394/96 (1996). Mota, K. C. N. (2003). Concepção de um planejamento sustentável da educação superior em turismo e hotelaria no Brasil. Revista Turismo Em Análise, 14(2), 103–126. Mota, K. C. N., & Anjos, F. A. dos. (2012). Educação superior em turismo no Brasil : Análise da oferta de cursos superiores no Nordeste brasileiro pelos institutos federais. Revista Brasileira de Pesquisa Em Turismo, 6(1), 48–63. Rejowski, M., & Carneiro, J. B. (2003). Formação e capacitação de recursos humanos em turismo. In Turismo contemporâneo: desenvolvimento, estratégia e gestão. São Paulo: Atlas. Ruschmann, D. V. de meene, & Tomelin, C. A. (2013). Turismo, ensino e práticas interdisciplinares. Barueri: Manole. Trigo, L. G. (1998). A sociedade pós-industrial e o profissional em turismo. Campinas: Papirus.
  22. 22. OBRIGADO! Kleber de Oliveira da Silva E-mail: kleber.silva1@hotmail.com Grislayne Guedes Lopes da Silva E-mail: gris-guedes@uol.com.br

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