Analisa, Mariana e Ildine

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Analisa, Mariana e Ildine

  1. 1.  Neste trabalho, vamos falar sobre os provérbios e dar a sua definição. Também vamos falar sobre as parábolas, definindo-as e mostrando algumas delas.
  2. 2. DefiniçãoO provérbio é um pensamento traduzido numa sentença,muitas vezes expresso como uma advertência, ou até comouma norma que ―deve‖ ser cumprida. Muitos provérbios,entretanto, destacam-se mais pela originalidade da suaforma ou pela maneira como foram construídos do que pelaideia que encerram em si.O objetivo de um provérbio é transmitir-nos uma verdade,fruto da observação e da experiência, de forma concisa. Empoucas palavras, condensa um pensamento, conselho ouorientação prática, registando uma significativa quantidadede conhecimento.
  3. 3. A ambição cerra o coração - Não olhamos a meiospara atingir o fim. A ambição consegue tornar-nosfrios, cegos e sem coração.A justiça tarda, mas não falha – A justiça podedemorar, mas chega sempre a qualquer hora oumomento.
  4. 4.  Barco parado não faz viagem – Uma pessoa que é preguiçosa não vai chegar longe na vida. Boa fama granjeia quem não diz mal da vida alheia – É uma pessoa que não se mete na vida dos outros .
  5. 5.  Cada macaco no seu galho – Cada pessoa na sua vida. Cada maluco com a sua mania – cada pessoa com a sua vida. Cão que ladra não morde – É uma pessoa que fala, fala, fala e não faz nada.
  6. 6. Comparação desenvolvida em pequeno conto,no qual se encerra uma verdade, umensinamento. Trata-se de uma história curta,cujos elementos são eventos e factos da vidaquotidiana. Esses acontecimentos ilustramuma verdade moral ou espiritual contida nahistória. Os escritores gregos e latinos usarama parábola, mas os seus exemplos maisperfeitos são encontrados na Bíblia.
  7. 7. A VERDADE E A PARÁBOLA Um dia, a Verdade decidiu visitar os homens, semroupas e sem adornos, tão nua como o seu próprionome. E todos os que a viam lhe viravam as costas devergonha ou de medo, e ninguém lhe dava as boasvindas. Assim, a Verdade percorria os confins da Terra,criticada, rejeitada e desprezada. Uma tarde, muito desconsolada e triste, encontrou aparábola, que passeava alegremente, trajando um belovestido e muito elegante. - Verdade, por que estás tu tão abatida? – perguntou aparábola.
  8. 8. Continuação — Porque devo ser muito feia e antipática, já queos homens me evitam tanto! — respondeu aamargurada Parábola. — Que disparate! — sorriu a Parábola. — Não épor isso que os homens te evitam . Toma. Vestealgumas das minhas roupas e vê o que acontece. Então, a Verdade pôs algumas das lindasvestes da Parábola, e, de repente, por toda parteonde passava era bem-vinda e festejada.Moral da história – Os seres humanos não gostam deencarar a Verdade sem adornos. Eles preferem – nadisfarçada.
  9. 9. O monge mordido Um monge e seus discípulos iam por uma estradae, quando passavam por uma ponte, viram umescorpião sendo arrastado pelas águas. O mongecorreu pela margem do rio, meteu-se na água etomou o bichinho na mão. Quando o trazia parafora do rio o escorpião picou-o. Devido à dor, omonge deixou-o cair novamente no rio. Foi então àmargem, pegou um ramo de árvore, voltou outravez a correr pela margem, entrou no rio, resgatou oescorpião e salvou-o. Em seguida, juntou-se aosseus discípulos na estrada. Eles haviam assistido àcena e receberam-no perplexos e penalizados.
  10. 10. Continuação — Mestre, o Senhor deve estar muito doente!Porque foi salvar esse bicho ruim e venenoso?Que se afogasse! Seria um a menos! Vejacomo ele respondeu à sua ajuda: picou a mãoque o salvava! Não merecia a sua compaixão! O monge ouviu tranquilamente oscomentários e respondeu: — Ele agiuconforme a sua natureza e eu de acordo com aminha.Moral da historia – As pessoas ajudam, mas asoutras, devido à sua natureza, não conseguemmudar a sua maneira de ser.
  11. 11. ConclusãoCom este trabalhoaprendemos que há váriostipos de provérbios eparábolas. Tambémaprendemos que cadaprovérbio tem o seusignificado e que nasparábolas há sempre umalição de moral.
  12. 12. Fim !!!

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