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                                         Introduçao




       Os espaços do parque pouco existem nas instituições de educação, e os tinha suas funções
e objetivos possuem conotações diferentes em função da evolução das propostas pedagógicas e
do lugar que a brincadeira ocupa no desenvolvimento da criança. Durante muito tempo, a
brincadeira no parque esteve associada à necessidade da criança de extravasar energias contidas
na sala de aula ou desencadear do trabalho pedagógico. A utilização do espaço externo acontecia
à margem do processo educacional, por isso não exigia um planejamento de ações, mas apenas o
controle da segurança e da disciplina.

       Entendemos que a brincadeira é um componente socialmente construído, que ajuda a
criança a entender a si mesma e ao universo cultural em que está inserida, este novo olhar sobre
o brincar mostra a importância de planejarmos ambientes lúdicos adequados às necessidades e
interesses da criança.

       Analisar e planejar intervenções no uso dos equipamentos, elementos naturais e
brinquedos do parque possibilitam que a estruturação do ambiente esteja conectada aos objetivos
gerais da instituição e dos diferentes eixos de trabalho da educação. Para tanto o ideal é que o
planejamento do parque envolva tomadas de decisões tendo em vista diferentes caminhos. Neste
sentido propomos construir um parque em um espaço repleto de estímulos para brincadeiras,
desafios de movimento e descobertas sensoriais.
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                                               Objetivos:



 Criar diferentes situações de aprendizagem nas quais as crianças possam se divertir, brincar,
   falar, representar as diferentes brincadeiras;
 Compartilhar informações sobre as brincadeiras;
 Conhecer as regras de algumas brincadeiras;
 Definir as possibilidades de brincadeiras, projeto e seqüências de atividades ao longo do ano;
 Estimular a criança a brincar, oferecendo-lhe um espaço adequado.
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      A importância do brincar para o desenvolvimento e a aprendizagem




       A chegada ao mundo é o primeiro desafio à criança. As descobertas diárias e a forma
como ela lidará através dessa relação com o meio são fatores fundamentais, os quais
influenciarão no seu comportamento.

       A brincadeira é a ponte que possibilita às crianças a ligação do real com o imaginário,
ampliando e a aproximando o seu contato com o ambiente. Ao brincar, a crianças aprendem e
ainda conseguem se apropriar de situações da vida cotidiana, criando, recriando, reinventado e
transformando a realidade.

       Vigostky (1984) citado por Rego(2004) revela a importância do brincar como um meio,
um caminho que aproxima a criança ao mundo:

       "(...) A brincadeira é uma atividade humana ora qual as crianças são introduzidas
constituindo-se em um modo de assimilar e recriar a experiência sócio-cultural dos adultos".

       Brincar é uma necessidade da criança, uma forma de interagir com o meio social. Por
meio da brincadeira a criança vai se constituindo como sujeito, (WAJSKOP,2007:28). Através
da brincadeira a criança é capaz de modificar a realidade e dar-lhe um novo sentido passando a
adquirir um novo significado.

       As coisas podem representar outras diferentes do que elas realmente são. Garantir esse
espaço à criança é necessário a fim de que a mesma possa ampliar seus caminhos e o campo das
descobertas.

       Segundo Vygotsky (REGO,2004), a brincadeira passa por três etapas: imaginação,
imitação e a regra. Toda situação imaginária traz em si regras de comportamento, ao
desempenhar papéis sócias, como: vendedor, professor, médico, no qual a criança através da
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imitação se esforça para se aproximar de tal papel. Esse esforço permite que a mesma atue em
um nível superior ao que se encontra.

       Ao brincar a criança vê-se maior do que já é, salta da zona de desenvolvimento real para a
proximal, compreendem e resolvem problemas, levantam hipóteses, vivenciam papéis,
confrontam opiniões contrárias as suas, vivenciam conflitos, aprendem a cooperar, resolver,
solucionar, compartilhar, compreender regras e criar outras.

       O ato de brincar tem sido sempre uma marca fundamental para vivenciar a infância.
Nessa etapa da vida humana é importante que as crianças tenham a oportunidade de vivenciar
brincadeiras, faz-de-conta e situações lúdicas. Quando a criança não as vivenciam, a sensação é a
de que existiram lacunas no desenvolvimento humano. A brincadeira é o modo através do qual a
criança tem a possibilidade de se desenvolver socialmente, cognitivamente e culturalmente.

       "Brincar é uma das atividades fundamentais para o desenvolvimento da identidade e da
autonomia. (...) Nas brincadeiras as crianças podem desenvolver algumas capacidades
importantes, tais como a atenção, a imitação, a memória, a imaginação. Amadurecem, também,
algumas capacidades de socialização, por meio da interação e da utilização e experimentação de
regras e papéis sociais." (RCNEI,1998:22)

       O brincar é mais do que uma distração, é uma linguagem na qual a criança revela uma
forma de pensamento. Através da brincadeira a criança situa-se no espaço em que vive, constrói
a idéia de si e do outro, experimenta, fala, age, interpreta, interage, enfim desenvolve habilidades
essenciais para uma melhor compreensão do mundo.

       Quando há interesse, o aprendizado ocorre. Considerar o grau de interesse das crianças
por determinados assuntos é uma forma de perceber a sua realidade como uma possibilidade de
articular suas vivências com a aprendizagem.

       A maneira como a criança brinca e desenha reflete de maneira implícita na forma como
esta lida com a realidade. Ao mesmo tempo em que se diverte, constrói laços de amizade,
compartilha o funcionamento de um grupo, aprende a respeitar limites e a ceder para que o outro
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também se satisfaça. É um processo constante de construção da consciência de si mesmo e do
outro (Oliveira, Vera Barros, 1992). Brincar é estar junto com outro, sentir seu olhar, gestos e
feições, o brincar aproxima e une as pessoas.(ESTEVES, 1956 ; LEITE, 1961).

           Para as crianças que ainda não conseguem expressar-se oralmente, o brincar serve como
uma alternativa para realizar a sua leitura do mundo. O envolvimento com as artes, a utilização
do corpo é bastante utilizada como recurso para possibilitar a expressão: movimentos, gestos,
entre outras formas fazem parte dessa descoberta, conforme (ESTEVES, 1956 ; LEITE, 1961):"
Temos na arte-educação, vários significados que constituem uma forma especial de linguagem.
Formas de ser da criatura humana que dificilmente são verbalizadas ou expressas pelas palavras,
podem ser expressas, através do desenho, da pintura, da escultura, da música, da dança e do
teatro."

           O brinquedo e o brincar são indispensáveis para a formação da estrutura e repertório
mental, em que a criança utiliza-se deste meio para descobrir, mudar, repetir, construir ou até
mesmo rejeitar sua realidade, no qual aos poucos evolui numa forma cada vez mais abstrata,
organizada e significativa.

Conforme (OLIVEIRA, 1992), quanto mais a criança interage com a realidade externa, mais ela
tem necessidade de uma organização interna, ágil e coerente, a fim de arquivar suas experiências
e utilizá-las de modo adequado.

           Desta forma com a ampliação da realidade externa, mais se faz necessário que seja
ampliado sua realidade interna para que a estruturação mental se desenvolva com conexões
internas ágeis e funcionais.

           Segundo Moyles (2002), brincar pode ser visto tanto como processo quanto como modo.
Como modo, é interno, afetivo e natural. Como processo pode ser manifestado externamente pela
criança ou pelo adulto. Configuram: brincar livre (modo) e o dirigido (processo).

           O brincar torna-se dirigido quando o professor utiliza-se da mediação nas inter-relações e
na forma do brincar. Tal intervenção proporciona as crianças uma gama de novas possibilidades
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de explorar o brinquedo, assim como amplia o repertório conceitual e mental, como um todo. O
brincar dirigido, dá a possibilidade de ampliar capacidades e proporcionar avanços para a
aprendizagem e desenvolvimento do sujeito.

       "Por meio do brincar dirigido as crianças têm uma outra dimensão e uma nova variedade
de possibilidades estendendo-se a um relativo domínio dentro daquela área ou atividade.
(MOYLES,2002:33)

       O brincar livre seria a exploração inicial das crianças sobre o ambiente e objetos que
estão disponíveis. Neste momento as crianças em conjunto (ou não) organizam como, onde e
quem irá brincar, a partir daí se divertem da forma que definirem.

       Por meio do brincar livre, exploratório, as crianças aprendem alguma coisa sobre
situações, pessoas, atitudes e respostas, materiais, propriedades, texturas, estruturas, atributos
visuais, auditivos e cinestésicos. (MOYLES,2002:33)

       Estas duas formas de brincar podem ser utilizadas em conjunto. No primeiro momento o
professor pode aproveitar o brincar livre para identificar preferências e formas de se organizarem
e utilizar estes dados para planejar atividades futuras. Depois de um certo tempo ele poderá
orientar estas brincadeiras, sem desconsiderar o "jeito" das crianças, em concordância com
Moyles (2002), canalizar a exploração e a aprendizagem do brincar levando as crianças a um
estágio mais avançado de entendimento.
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Cronograma Financeiro                  Produto                   Valor unitário
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                                       Playground                          1.071,00
                                       Brinquedolandia                     4.080,00
                                       Gira-gira                           1.150,00
                                       Cesta de basquete                     584,00
                                       Trave de gol                          441,00
                                       Gangorra                              751,00
                                       Cama elástica                       1.659,00
                                       Adequação do espaço                 2.000,00
                                       Total de gastos                    12.730,00

                    994,00




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1.659,00                           R$: 1.150,00
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                                           Conclusão

       É importante que a criança sinta e vivencie o espaço escolar como um ambiente prazeroso
em que a aprendizagem deve ocorrer sem precisar estar desvinculada do prazer, da fantasia e da
ludicidade. E o espaça onde surgem novas idéias, novas formas de ver o mundo, possibilitando à
criança descobertas e o enfrentamento à novos desafios. Passando a identificar novos
significados e aprendendo a respeitar o outro.

       A brincadeira deve ser uma espaço para promoção de avanços. (REGO,2004:10). O
professor pode aproveitar o prazer que decorre das brincadeiras para articular com o aprendizado
das áreas do conhecimento tornando a aprendizagem um momento prazeroso e não cansativo. O
modo como o professor envolve a turma pode caracterizar uma relação de prazer para a criança
pelo que se aprende na escola.

       Contudo não devemos esquecer e por meio da brincadeira a criança constrói normas de
organização, respeito, compreensão, onde a criança aprende a viver em grupo respeitando o
espaço do próximo, desenvolvendo o físico, o emocional, cognitivo e social. Por isso é de suma
importância valorizar a ludicidade na sala de aula e trabalhar através de brincadeira valores
importantíssimos para o convívio em sociedade.
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                                                    REFERÊNCIAS


BRASIL,MEC. Referencial Curricular para a Educação Infantil. Volume 2. 1998, BRASILIA


MALUF, Ângela Cristina Munhoz.Brincar : prazer e aprendizado. 5ª edição, Ed.Vozes, Petrópolis,Rio de Janeiro:2007


KAMII, Constance. Reinventando a aritmética: implicações da teoria de Piaget, Ed. PAPIRUS, Campinas-SP


REGO, Teresa Cristina> Vygotsky : uma perspectiva histórico-cultural da educação. Ed. Vozes, Petrópolis,RJ, 1995


SPIGOLON, Raquel. A importância do lúdico no aprendizado- Campinas,SP:2006

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Projeto parque na Escola

  • 1. ESTADO DE MATO GROSSO SECRETARIA DO ESTADO DE EDUCAÇÃO ASSESSORIA PEDAGÓGICA DE BARRA DO GARÇAS – MT ESCOLA ESTADUAL SENADOR FILINTO MULLER Barra do Garças - MT
  • 2. ESTADO DE MATO GROSSO SECRETARIA DO ESTADO DE EDUCAÇÃO ASSESSORIA PEDAGÓGICA DE BARRA DO GARÇAS – MT ESCOLA ESTADUAL SENADOR FILINTO MULLER Introduçao Os espaços do parque pouco existem nas instituições de educação, e os tinha suas funções e objetivos possuem conotações diferentes em função da evolução das propostas pedagógicas e do lugar que a brincadeira ocupa no desenvolvimento da criança. Durante muito tempo, a brincadeira no parque esteve associada à necessidade da criança de extravasar energias contidas na sala de aula ou desencadear do trabalho pedagógico. A utilização do espaço externo acontecia à margem do processo educacional, por isso não exigia um planejamento de ações, mas apenas o controle da segurança e da disciplina. Entendemos que a brincadeira é um componente socialmente construído, que ajuda a criança a entender a si mesma e ao universo cultural em que está inserida, este novo olhar sobre o brincar mostra a importância de planejarmos ambientes lúdicos adequados às necessidades e interesses da criança. Analisar e planejar intervenções no uso dos equipamentos, elementos naturais e brinquedos do parque possibilitam que a estruturação do ambiente esteja conectada aos objetivos gerais da instituição e dos diferentes eixos de trabalho da educação. Para tanto o ideal é que o planejamento do parque envolva tomadas de decisões tendo em vista diferentes caminhos. Neste sentido propomos construir um parque em um espaço repleto de estímulos para brincadeiras, desafios de movimento e descobertas sensoriais.
  • 3. ESTADO DE MATO GROSSO SECRETARIA DO ESTADO DE EDUCAÇÃO ASSESSORIA PEDAGÓGICA DE BARRA DO GARÇAS – MT ESCOLA ESTADUAL SENADOR FILINTO MULLER Objetivos:  Criar diferentes situações de aprendizagem nas quais as crianças possam se divertir, brincar, falar, representar as diferentes brincadeiras;  Compartilhar informações sobre as brincadeiras;  Conhecer as regras de algumas brincadeiras;  Definir as possibilidades de brincadeiras, projeto e seqüências de atividades ao longo do ano;  Estimular a criança a brincar, oferecendo-lhe um espaço adequado.
  • 4. ESTADO DE MATO GROSSO SECRETARIA DO ESTADO DE EDUCAÇÃO ASSESSORIA PEDAGÓGICA DE BARRA DO GARÇAS – MT ESCOLA ESTADUAL SENADOR FILINTO MULLER A importância do brincar para o desenvolvimento e a aprendizagem A chegada ao mundo é o primeiro desafio à criança. As descobertas diárias e a forma como ela lidará através dessa relação com o meio são fatores fundamentais, os quais influenciarão no seu comportamento. A brincadeira é a ponte que possibilita às crianças a ligação do real com o imaginário, ampliando e a aproximando o seu contato com o ambiente. Ao brincar, a crianças aprendem e ainda conseguem se apropriar de situações da vida cotidiana, criando, recriando, reinventado e transformando a realidade. Vigostky (1984) citado por Rego(2004) revela a importância do brincar como um meio, um caminho que aproxima a criança ao mundo: "(...) A brincadeira é uma atividade humana ora qual as crianças são introduzidas constituindo-se em um modo de assimilar e recriar a experiência sócio-cultural dos adultos". Brincar é uma necessidade da criança, uma forma de interagir com o meio social. Por meio da brincadeira a criança vai se constituindo como sujeito, (WAJSKOP,2007:28). Através da brincadeira a criança é capaz de modificar a realidade e dar-lhe um novo sentido passando a adquirir um novo significado. As coisas podem representar outras diferentes do que elas realmente são. Garantir esse espaço à criança é necessário a fim de que a mesma possa ampliar seus caminhos e o campo das descobertas. Segundo Vygotsky (REGO,2004), a brincadeira passa por três etapas: imaginação, imitação e a regra. Toda situação imaginária traz em si regras de comportamento, ao desempenhar papéis sócias, como: vendedor, professor, médico, no qual a criança através da
  • 5. ESTADO DE MATO GROSSO SECRETARIA DO ESTADO DE EDUCAÇÃO ASSESSORIA PEDAGÓGICA DE BARRA DO GARÇAS – MT ESCOLA ESTADUAL SENADOR FILINTO MULLER imitação se esforça para se aproximar de tal papel. Esse esforço permite que a mesma atue em um nível superior ao que se encontra. Ao brincar a criança vê-se maior do que já é, salta da zona de desenvolvimento real para a proximal, compreendem e resolvem problemas, levantam hipóteses, vivenciam papéis, confrontam opiniões contrárias as suas, vivenciam conflitos, aprendem a cooperar, resolver, solucionar, compartilhar, compreender regras e criar outras. O ato de brincar tem sido sempre uma marca fundamental para vivenciar a infância. Nessa etapa da vida humana é importante que as crianças tenham a oportunidade de vivenciar brincadeiras, faz-de-conta e situações lúdicas. Quando a criança não as vivenciam, a sensação é a de que existiram lacunas no desenvolvimento humano. A brincadeira é o modo através do qual a criança tem a possibilidade de se desenvolver socialmente, cognitivamente e culturalmente. "Brincar é uma das atividades fundamentais para o desenvolvimento da identidade e da autonomia. (...) Nas brincadeiras as crianças podem desenvolver algumas capacidades importantes, tais como a atenção, a imitação, a memória, a imaginação. Amadurecem, também, algumas capacidades de socialização, por meio da interação e da utilização e experimentação de regras e papéis sociais." (RCNEI,1998:22) O brincar é mais do que uma distração, é uma linguagem na qual a criança revela uma forma de pensamento. Através da brincadeira a criança situa-se no espaço em que vive, constrói a idéia de si e do outro, experimenta, fala, age, interpreta, interage, enfim desenvolve habilidades essenciais para uma melhor compreensão do mundo. Quando há interesse, o aprendizado ocorre. Considerar o grau de interesse das crianças por determinados assuntos é uma forma de perceber a sua realidade como uma possibilidade de articular suas vivências com a aprendizagem. A maneira como a criança brinca e desenha reflete de maneira implícita na forma como esta lida com a realidade. Ao mesmo tempo em que se diverte, constrói laços de amizade, compartilha o funcionamento de um grupo, aprende a respeitar limites e a ceder para que o outro
  • 6. ESTADO DE MATO GROSSO SECRETARIA DO ESTADO DE EDUCAÇÃO ASSESSORIA PEDAGÓGICA DE BARRA DO GARÇAS – MT ESCOLA ESTADUAL SENADOR FILINTO MULLER também se satisfaça. É um processo constante de construção da consciência de si mesmo e do outro (Oliveira, Vera Barros, 1992). Brincar é estar junto com outro, sentir seu olhar, gestos e feições, o brincar aproxima e une as pessoas.(ESTEVES, 1956 ; LEITE, 1961). Para as crianças que ainda não conseguem expressar-se oralmente, o brincar serve como uma alternativa para realizar a sua leitura do mundo. O envolvimento com as artes, a utilização do corpo é bastante utilizada como recurso para possibilitar a expressão: movimentos, gestos, entre outras formas fazem parte dessa descoberta, conforme (ESTEVES, 1956 ; LEITE, 1961):" Temos na arte-educação, vários significados que constituem uma forma especial de linguagem. Formas de ser da criatura humana que dificilmente são verbalizadas ou expressas pelas palavras, podem ser expressas, através do desenho, da pintura, da escultura, da música, da dança e do teatro." O brinquedo e o brincar são indispensáveis para a formação da estrutura e repertório mental, em que a criança utiliza-se deste meio para descobrir, mudar, repetir, construir ou até mesmo rejeitar sua realidade, no qual aos poucos evolui numa forma cada vez mais abstrata, organizada e significativa. Conforme (OLIVEIRA, 1992), quanto mais a criança interage com a realidade externa, mais ela tem necessidade de uma organização interna, ágil e coerente, a fim de arquivar suas experiências e utilizá-las de modo adequado. Desta forma com a ampliação da realidade externa, mais se faz necessário que seja ampliado sua realidade interna para que a estruturação mental se desenvolva com conexões internas ágeis e funcionais. Segundo Moyles (2002), brincar pode ser visto tanto como processo quanto como modo. Como modo, é interno, afetivo e natural. Como processo pode ser manifestado externamente pela criança ou pelo adulto. Configuram: brincar livre (modo) e o dirigido (processo). O brincar torna-se dirigido quando o professor utiliza-se da mediação nas inter-relações e na forma do brincar. Tal intervenção proporciona as crianças uma gama de novas possibilidades
  • 7. ESTADO DE MATO GROSSO SECRETARIA DO ESTADO DE EDUCAÇÃO ASSESSORIA PEDAGÓGICA DE BARRA DO GARÇAS – MT ESCOLA ESTADUAL SENADOR FILINTO MULLER de explorar o brinquedo, assim como amplia o repertório conceitual e mental, como um todo. O brincar dirigido, dá a possibilidade de ampliar capacidades e proporcionar avanços para a aprendizagem e desenvolvimento do sujeito. "Por meio do brincar dirigido as crianças têm uma outra dimensão e uma nova variedade de possibilidades estendendo-se a um relativo domínio dentro daquela área ou atividade. (MOYLES,2002:33) O brincar livre seria a exploração inicial das crianças sobre o ambiente e objetos que estão disponíveis. Neste momento as crianças em conjunto (ou não) organizam como, onde e quem irá brincar, a partir daí se divertem da forma que definirem. Por meio do brincar livre, exploratório, as crianças aprendem alguma coisa sobre situações, pessoas, atitudes e respostas, materiais, propriedades, texturas, estruturas, atributos visuais, auditivos e cinestésicos. (MOYLES,2002:33) Estas duas formas de brincar podem ser utilizadas em conjunto. No primeiro momento o professor pode aproveitar o brincar livre para identificar preferências e formas de se organizarem e utilizar estes dados para planejar atividades futuras. Depois de um certo tempo ele poderá orientar estas brincadeiras, sem desconsiderar o "jeito" das crianças, em concordância com Moyles (2002), canalizar a exploração e a aprendizagem do brincar levando as crianças a um estágio mais avançado de entendimento.
  • 8. ESTADO DE MATO GROSSO SECRETARIA DO ESTADO DE EDUCAÇÃO ASSESSORIA PEDAGÓGICA DE BARRA DO GARÇAS – MT ESCOLA ESTADUAL SENADOR FILINTO MULLER Cronograma Financeiro Produto Valor unitário Escorregador 994,00 Playground 1.071,00 Brinquedolandia 4.080,00 Gira-gira 1.150,00 Cesta de basquete 584,00 Trave de gol 441,00 Gangorra 751,00 Cama elástica 1.659,00 Adequação do espaço 2.000,00 Total de gastos 12.730,00 994,00 1.071,00 4.080,00
  • 9. ESTADO DE MATO GROSSO SECRETARIA DO ESTADO DE EDUCAÇÃO ASSESSORIA PEDAGÓGICA DE BARRA DO GARÇAS – MT ESCOLA ESTADUAL SENADOR FILINTO MULLER 584,00 441,00 751,00 1.659,00 R$: 1.150,00
  • 10. ESTADO DE MATO GROSSO SECRETARIA DO ESTADO DE EDUCAÇÃO ASSESSORIA PEDAGÓGICA DE BARRA DO GARÇAS – MT ESCOLA ESTADUAL SENADOR FILINTO MULLER Conclusão É importante que a criança sinta e vivencie o espaço escolar como um ambiente prazeroso em que a aprendizagem deve ocorrer sem precisar estar desvinculada do prazer, da fantasia e da ludicidade. E o espaça onde surgem novas idéias, novas formas de ver o mundo, possibilitando à criança descobertas e o enfrentamento à novos desafios. Passando a identificar novos significados e aprendendo a respeitar o outro. A brincadeira deve ser uma espaço para promoção de avanços. (REGO,2004:10). O professor pode aproveitar o prazer que decorre das brincadeiras para articular com o aprendizado das áreas do conhecimento tornando a aprendizagem um momento prazeroso e não cansativo. O modo como o professor envolve a turma pode caracterizar uma relação de prazer para a criança pelo que se aprende na escola. Contudo não devemos esquecer e por meio da brincadeira a criança constrói normas de organização, respeito, compreensão, onde a criança aprende a viver em grupo respeitando o espaço do próximo, desenvolvendo o físico, o emocional, cognitivo e social. Por isso é de suma importância valorizar a ludicidade na sala de aula e trabalhar através de brincadeira valores importantíssimos para o convívio em sociedade.
  • 11. ESTADO DE MATO GROSSO SECRETARIA DO ESTADO DE EDUCAÇÃO ASSESSORIA PEDAGÓGICA DE BARRA DO GARÇAS – MT ESCOLA ESTADUAL SENADOR FILINTO MULLER REFERÊNCIAS BRASIL,MEC. Referencial Curricular para a Educação Infantil. Volume 2. 1998, BRASILIA MALUF, Ângela Cristina Munhoz.Brincar : prazer e aprendizado. 5ª edição, Ed.Vozes, Petrópolis,Rio de Janeiro:2007 KAMII, Constance. Reinventando a aritmética: implicações da teoria de Piaget, Ed. PAPIRUS, Campinas-SP REGO, Teresa Cristina> Vygotsky : uma perspectiva histórico-cultural da educação. Ed. Vozes, Petrópolis,RJ, 1995 SPIGOLON, Raquel. A importância do lúdico no aprendizado- Campinas,SP:2006