Workshop de Producao Cientifica para Equipes do SIBiUSP - 2ª parte

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10h05 – 10h30 | Prospecção da Produção Científica da USP
Esta sessão discutirá potencialidades e limites das principais ferramentas e sites de ​busca para a obtenção de dados sobre a produção intelectual da Universidade.
10h30 – 11h30 | Registro e Tratamento da Informação Científica: Evidências e Convergências
Sessão dedicada à apresentação dos principais acertos e erros de cadastramento da produção científica. Foco em boas práticas e diretrizes de trabalho, com base na convergência semântica e interoperabilidade de sistemas.

​11h30 – 12h30​ | Análise Bibliométrica da Produção Científica
Nesta sessão serão apresentadas informações sobre rankings, recursos e ferramentas de suporte à análise bibliométrica da produção científica. Também serão compartilhadas experiências e estudos de caso, além de relatórios baseados em métricas e indicadores.

12h30 – 12h50 | Disseminação e Preservação da Produção USP
​Serão apresentadas sugestões de disseminação com base nas mídias sociais. A sessão finaliza com orientações sobre a preservação digital de documentos.

12h50 – 13h00 | ENCERRAMENTO
Perguntas e Observações Finais.

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Workshop de Producao Cientifica para Equipes do SIBiUSP - 2ª parte

  1. 1. Departamento Técnico Sistema Integrado de Bibliotecas Universidade de São Paulo Auditório da EEFE/USP 28 de junho de 2016 Workshop de Produção Científica para Equipes do SIBiUSP
  2. 2. Panorama da Produção Científica no Brasil: Tendências e Desafios
  3. 3. Produção científica brasileira
  4. 4. Características brasileiras  Produção científica sempre esteve / está atrelada aos programas de pós-graduação  Foco na produtividade e não nas citações  Esforço para a melhoria da qualidade e internacionalização  Escrita científica em inglês ainda é barreira  Registro da produção científica brasileira é descentralizada e apresenta grandes lacunas  Repositórios institucionais estão alterando esse cenário  Bases de dados Web of Science e Scopus são consideradas referência, mesmo sendo incompletas
  5. 5. Evolução do registro e controle da produção científica no Brasil
  6. 6. Antecedentes  Século II – Galeno – médico grego fez uma lista de seus trabalhos para que não fossem confundidos com trabalhos de outros autores.  1545 e 1565 - Biblioteca Universalis.  1810 – “Plano para uma Bibliografia Universal” – Martin Schereltinger  Séc. XIX e XX - Expectativas de registro e controle mundial da produção bibliográfica aumentaram.  Pós II Guerra Mundial – Aumento da importância da ciência e da tecnologia. Condições tecnológicas mais propícias. Informação estratégica.  1954 – Grupos internacionais de estudo dos princípios da catalogação  1958 – Criação do Institute of Science  1960 - No início de 1960, Eugene Garfield e Associados desenvolveram dois projetos-piloto que testaram a viabilidade e a eficiência da indexação de citação. Fundam também o Institute for Scientific Information (ISI)  1960 - ISBN-International Standard Book Number
  7. 7. Antecedentes (cont.)  1961 – Início da cooperação internacional no âmbito bibliográfico e de catalogação  1969 – Normas internacionais de descrição bibliográfica  1972 - ISSN-International Standard Serial Number  1973 – Controle e permuta de informações bibliográficas em âmbito internacional/universal (CBU) – idealizado pela IFLA e adotado pela UNESCO.  1976 – UNISIST (Sistema Internacional de Informação Científica e Tecnológica) NATIS (Sistemas Nacionais de Informação).  Déc. 1980 – UNESCO apoia Agências Bibliográficas Nacionais (ABN).
  8. 8. Controle Bibliográfico no Brasil  BIBLIOTECA NACIONAL  Depósito legal: exigência, definida por lei, de se efetuar a entrega a um órgão público (Biblioteca Nacional) de um ou mais exemplares de toda publicação editada no país. Brasil: Decreto 1.825, de 20 dezembro 1907  IBBD-INSTITUTO BRASILEIRO DE BIBLIOGRAFIA E DOCUMENTAÇÃO (1954-1980)  Controle e divulgação da produção bibliográfica brasileira nas áreas especializadas: "Bibliografia Brasileira de Botânica", "Bibliografia Brasileira de Ciências Sociais", "Bibliografia Brasileira de Direito", "Bibliografia Brasileira de Documentação", "Bibliografia Brasileira de Física", "Bibliografia Brasileira de Matemática", "Bibliografia Brasileira de Medicina", etc.  IBICT-INSTITUTO BRASILEIRO DE INFORMAÇÃO EM CIÊNCIA E TECNOLOGIA (1981- ) http://www.ibict.br  Descentralização do controle da produção bibliográfica nacional especializada. Responde pela manutenção de bases de dados bibliográficos, que têm como produtos: "Bibliografia Brasileira de Ciência da Informação", "Bibliografia Brasileira de Política, Ciência e Tecnologia"
  9. 9. Situação na década de 80  Em 1984, Caldeira alertava para a importância de contribuição institucional no que se refere ao controle, registro e divulgação da informação gerada por cientistas, pesquisadores, professores e estudiosos do Brasil, ao mesmo tempo em que entende que as instituições devem assegurar em suas bibliotecas a disponibilidade da respectiva documentação.  Uma das dificuldades encontradas para o controle de publicações era a organização de uma tipologia conveniente e aplicável às diversas áreas do conhecimento.  Em 1987, no painel "Divulgação da produção científica e cultural das Instituições de Ensino Superior", constante da programação do "5º Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias", realizado em Porto Alegre, motivou a criação de um Grupo de Trabalho constituído para realizar estudos sobre a organização e o controle da produção nas instituições brasileiras de ensino superior.
  10. 10. Relatório final do Grupo de Trabalho sobre divulgação da produção científica e cultural das IES - 1987
  11. 11. Situação na década de 80 (cont.)  TARGINO, M.G.; CALDEIRA, P. T. Análise de uma produção científica de uma instituição de ensino superior: o caso da Universidade Federal do Piauí. Ci. Inf., Brasília, v. 17 n. 1, p. 15-25, jan./jun. 1988. Disponível em: http://revista.ibict.br/ciinf/article/download/295/295  Somente nos Anos 90 – estruturação de um sistema integrado, articulado e mais amplo de estatísticas e indicadores em CT&I
  12. 12. Há produção científica no Brasil? 1986
  13. 13. Segundo C.M.Castro (1986)...  “Produzir pesquisa é uma coisa, publicar é outra.”  “A ideia de avaliar a produção científica pelo contagem de publicações é algo que ainda encontra fortes resistências na comunidade acadêmica.”  Três tipos de publicações: livros, artigos e comunicações  Áreas de conhecimento produzem diferentemente  Base de Dados mais conhecida: Institute for Scientific Information (ISI)  Apenas 4 periódicos brasileiros estavam indexados no ISI  Apenas 10% da produção brasileira estava indexada no ISI  “Pode se mesmo dizer que o ISI só capta unicamente nossa ciência de exportação”  85% da produção brasileira está nos Arquivos Capes, sem muito controle de qualidade.  Citando Narin, 1976, Castro afirma que:  1962 – havia aproximadamente 35 mil periódicos no mundo  1967 - havia 127 mil pesquisadores no mundo  1973 – havia 353 mil artigos indexados no ISI  Um cientista médio publica três trabalhos em toda a sua vida profissional  A produtividade máxima de um cientista é atingida entre os 30 e 35 anos
  14. 14. Segundo C.M.Castro (1986)...
  15. 15. Segundo C.M.Castro (1986)...
  16. 16. Produção USP e o papel do SIBi
  17. 17. História do SIBiUSP  Criação  Resolução nº 2226, de 08 de Julho de 1981  Implantação  Resolução nº 2294, de 08 de Outubro de 1981  Funcionamento  Portaria GR nº 1790, de 03 de Maio de 1985
  18. 18. Produção USP - Regulamentações  Resolução nº 2858 de 1º de fevereiro de 1985  Estabelece diretrizes e procedimentos para promover e assegurar a coleta da produção intelectual gerada nas Unidades da USP e a posterior transferência da informação à Coordenação do SIBI.  Resolução nº 3716, de 03 de Agosto de 1990  Estabelece a competência ao Conselho Supervisor do SIBI para baixar normas para a coleta de informações bibliográficas referentes à produção intelectual gerada na USP, tornando sem efeito a Resolução 2.858/85  Resolução nº 4221, de 17 de novembro de 1995  Atualiza diretrizes e procedimentos para promover e assegurar o controle bibliográfico da produção intelectual gerada nas Unidades USP e pelos Programas Conjuntos de Pós-Graduação, bem como a sua disseminação para a comunidade.  Resolução nº 6444, de 22 de outubro de 2012  Dispõe sobre diretrizes e procedimentos para promover e assegurar a coleta, tratamento e preservação da produção intelectual gerada nas Unidades USP e pelos Programas Conjuntos de Pós-Graduação, bem omo sua disseminação e acessibilidade para a comunidade.
  19. 19. Diagnóstico das Bibliotecas em 1980  76 Bibliotecas na USP  Acesso às estantes - livre: 52 bibliotecas / Fechado: 24 bibliotecas  Diagnóstico geral: Diversidade de catálogos, não há padronização de processamento técnico e ausência de racionalização no uso de equipamentos, falta de planejamento de serviços. Das 76, apenas 12 possuem Serviço de Referência. Usuário USP como um todo não tem direito a empréstimo direto em 43 bibliotecas (56,6% do total)  Registro e Controle da Produção intelectual da USP  47 bibliotecas registram e armazenam as teses de suas Unidades  24 bibliotecas (31,5%) mantêm cadastros referentes ao controle da produção bibliográfica do corpo docente  Apenas 9 bibliotecas (11,8%) registram as pesquisas em andamento  Diagnóstico: “Esta situação evidencia que ainda não há controle efetivo dessa produção.”
  20. 20. 1980 -Diagnóstico das Bibliotecas da USP
  21. 21. Registro da Produção USP anos 80  Na Universidade de São Paulo, uma primeira tentativa de trabalho global para o cadastramento da produção técnico-científica e artística foi verificada em 1976, mas não houve continuidade imediata.  OBRAS do corpo docente da Universidade de São Paulo trabalhos publicados : levantamento experimental: 1975-1976. São Paulo: Codac, 1980. 379 p.  Algumas faculdades e institutos já vinham, através de suas bibliotecas, realizando individualmente o controle de sua produção bibliográfica:  Faculdades de Ciências Farmacêuticas; Medicina Veterinária e Zootecnia; Odontologia; Odontologia de Bauru; Saúde Pública. Institutos de: Ciências Matemáticas de São Carlos; Física e Química de São Carlos; e Química em São Paulo.  Faculdade de Odontologia e a Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia – eram responsáveis também pela elaboração de bibliografias nacionais de suas respectivas áreas.  No âmbito de Humanidades, a Escola de Comunicações e Artes participava da organização de bibliografias nacionais de arte-educação, comunicação e dramaturgia.
  22. 22. Registro da Produção USP anos 80 (cont.)  Uma segunda tentativa de controle bibliográfico da produção da USP sob o enfoque sistêmico ocorreu a partir de 1982, inicialmente com a divulgação dos trabalhos no Boletim mensal SIBi Informa (1983-).  SIBI INFORMA. São Paulo, DT/SIBI, v. 1, n. 1, 1983. Mensal. Grátis. Caixa Postal 8191, São Paulo.  1986 – 1996 - Catálogo da produção técnico-cientifica e artística do corpo docente e pesquisadores da USP.  1997 - Catálogo da produção técnico-científica e artística do corpo docente / pesquisadores e teses da USP – recurso eletrônico.
  23. 23. PASQUARELLI, Maria Luiza Rigo et al. Controle, organização e divulgação da produção técnico-científica e artística da USP: enfoque metodológico. Revista de Biblioteconomia de Brasília, v.17, n.2, 1989. Disponível em: <http://www.brapci.ufpr.br/bra pci/index.php/article/view/000 0001751/4cae59a4079a74811e 587dac2b5df93b> Acesso em: 23 junho 2016. Apresentado originalmente no Seminário Sobre Publicações Oficiais Brasileiras, Brasília -Distrito Federal, 1987.
  24. 24. Registro da Produção USP em 1985  Fluxo de trabalho  Bibliotecas eram responsáveis pela coleta, reunião e normalização das referências no formato de saída de Lista de Referências dos trabalhos produzidos por docentes e pesquisadores da USP. Fichas catalográficas da produção eram intercaladas nos fichários  Remessa das listas de referências para o Departamento Técnico  Equipe do DT preenchia os formulários e os entregava à equipe do CCE  Centro de Computação Eletrônica (CCE/USP) fazia o processamento dos dados e os armazenava em disco magnético de 400 MB, exclusivo, a partir do programa de computador desenvolvido pelo próprio CCE. Para a entrada de dados em computador eram utilizados os equipamentos Bourroughs B6930 e Unisys A-10.
  25. 25. Registro da Produção USP em 1985 (cont.)  Entrada de dados: identificação, dos trabalhos, tipos de documentos, nacionalidade da publicação, autoria. para identificação dos autores, foi utilizada a listagem oficial da USP, fornecida pelo CCE. Dessa maneira, foi possível obter, além da própria identificação, os dados referentes à categoria funcional, regime de trabalho, departamento e unidade universitária. Software desenvolvido "in house“.  Saídas: Catálogo Índice de autor (por unidade universitária a que os autores dos trabalhos estão vinculados, numa sequência única em ordem alfabética), índice KWIC (Key Word in Context) organizado pelas palavras-chave extraídas dos títulos dos trabalhos indexados.  Tipologias: seis categorias de trabalhos.  Auxílio de Agências de Fomento: Foram obtidos auxílios da FINEP (convênio nº 43.85.0596.00) para pessoal (bibliotecários e auxiliares) e material de consumo, e da FAPESP (proc. 85/0542-6), para alocação de disco magnético de 404 MB.  Equipes: Organização de força-tarefa para reforço da armazenagem "in batch"
  26. 26. Registro da Produção USP em 1986  A partir de sugestões recebidas do próprio Corpo Docente e, estando o programa de computador devidamente ajustado, foi possível obter uma distribuição mais específica, por categorias de publicações, em cada unidade universitária.  Três áreas de conhecimento: Ciências Exatas e Tecnologia, Ciências Biológicas e Ciências Humanas.  Tipologias: dez categorias de trabalhos  Artigos de periódicos especializados  Artigos publicados em jornais de circulação ampla  Resenhas de publicações  Livros  Traduções  Trabalhos de evento constantes em publicações  Trabalhos de eventos sem dados de publicação  Produção artística e/ou materiais audio-visuais  Relatórios técnicos  Patentes
  27. 27. Registro e análise da Produção USP em 1986 (cont.)  Recuperação onIine por meio de terminais instalados nas bibliotecas, por nome de autores, títulos ou partes do título, data de publicação, assunto, tipo de trabalho, departamento e unidade universitária.  1987 – Anuário Estatístico da USP começa a ser publicado já com sete tabelas e quatro gráficos sobre a produção intelectual dos docentes e pesquisadores. Fornecedor de dados: SIBiUSP.  Análise de dados - Oito Tabelas propostas  Nº total de trabalhos indexados  Nº de participações de autores  Distribuição de autores pelas unidades e nacionalidade dos trabalhos  Dados de participação dos autores nos trabalhos publicados  Distribuição dos autores por tipo de trabalho e nacionalidade das publicações  Distribuição dos autores por unidade universitária e regime de trabalho  Nº de trabalhos indexados por unidade universitária a que os autores estão vinculados  Distribuição de autores por unidade universitária e grau atingido na carreira docente  UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. Sistema Integrado de Bibliotecas. Departamento Técnico. Produção técnico-científica e artística do corpo docente e pesquisadores da Universidade de São Paulo. São Paulo, SIBI/USP, 1987 (SIBI - Série manual de procedimentos, 6).
  28. 28. Catalogação  Representação descritiva:  Formato IBICT e representação descritiva pelo AACR2  A normalização de entradas de autores individuais vem sendo feita com base no trabalho da Biblioteca do Congresso, em Washington, D. C.  1987 – Anuário Estatístico da USP começa a ser publicado já com sete tabelas e quatro gráficos sobre a produção intelectual dos docentes e pesquisadores  Representação temática:  Lista de cabeçalhos de assunto desenvolvida pelos bibliotecários de cada Unidade, que contam com a assessoria de especialistas nas diversas áreas.  Essa lista originou-se da Classificação de Áreas do Conhecimento do CNPq , vigente em 1983.  Numa etapa inicial foram reunidas cerca de 8 000 entradas referentes às especialidades dos acervos das bibliotecas
  29. 29. Diagnóstico das Bibliotecas em 1989  38 bibliotecas componentes do Sistema  Acervo constituído de 2.571.192 itens bibliográficos, sendo:  1.115.807 livros  1.015.807 volumes/fascículos de periódicos  54.867 teses  384.654 outros materiais (mapas, fitas magnéticas, dispositivos, filmes, discos, entre outros)  Usuários potenciais: 61.548  Distribuição geográfica das bibliotecas: 70% delas se encontram na cidade de São Paulo e 30% no interior do estado  Recursos humanos:  1981: 180 bibliotecários e 386 auxiliares (implantação do Sistema)  1989: 300 bibliotecários e 405 auxiliares Fonte: Pasquareli, Imperatriz, Krzyanowski, 1989
  30. 30. Fonte: Pasquareli, Imperatriz, Krzyanowski, 1989
  31. 31. Destaque para o papel das bibliotecas “É necessário lembrar que, para o desenvolvimento do cadastramento automatizado da informação na Universidade, é preponderante a participação ativa das bibliotecas que compõem o Sistema, Essa participação consiste principalmente no cadastramento das informações e na organização da lista de assuntos, sob a coordenação do Departamento Técnico do SIBI.” (PASQUARELLI; IMPERATRIZ; KRZYZANOWSKI, 1989, p. 60)
  32. 32. Bibliotecas da USP 1991 Fonte: Pasquarelli, Imperatriz, Rosetto, 1991 Relato de experiência aceito para publicação em 29 de julho de 1991.
  33. 33. Fonte: Pasquarelli, Imperatriz, Rosetto, 1991. Sistema de Bibliotecas da USP 1991 [cont.]
  34. 34. Automação das Bibliotecas  1991  Transferência para hardware Unisys  Armazenagem e recuperação descentralizada de dados (online)  1993  Ampliação de acesso via Internet  1994  Projeto de Modernização do SIBi – Automação  Regulamentação do Banco DEDALUS (Portaria GR-2922)  Aquisição de software integrado comercialmente disponível – ALEPH  Aquisição de hardware exclusivo para o gerenciamento e recuperação de informações (servidores, microcomputadores Pentium, impressoras)  Aquisição de portões magnéticos de segurança  Treinamento de pessoal
  35. 35. Automação das Bibliotecas (cont.)  1995  Projeto de Conversão Retrospectiva dos Registros Bibliográficos USP  Formato bibliográfico: MARC completo  Estudos de compatibilização do software USP para intercâmbio de dados, utilizando a norma ISO 2709  1996  Projeto de Catalogação On-line para as Bibliotecas da USP  Utilização do Sistema PRISM-OCLC  1997  Implantação do Projeto de Modernização do SIBi – Automação  Migração dos dados do Banco DEDALUS para o novo software ALEPH  Adaptação ("customização") de telas, parâmetros, preparo de manuais técnicos  Treinamento de pessoal  Bibliotecas cadastravam e DT alterava e removia registros no Aleph
  36. 36. Fonte: Krzyanowski, et al., 1997 A SIBiNet (Rede de serviços do SIBi/USP) interliga as redes locais das bibliotecas da USP para o acesso ao Banco DEDALUS, aos serviços automatizados e a outras bases de dados em CD-ROM, instaladas em "torres". Está integrada à USPNet (Rede da USP) que, por sua vez, está conectada à Internet. Assim, os usuários da SIBiNet poderão ter acesso aos vários serviços bibliotecários disponíveis pela Internet, como também os usuários de instituições externas à USP, que poderão ter acesso aos serviços da SIBiNet pela mesma rede.
  37. 37. Produção USP  Tipologias  1985 – Tipologias: 6 categorias  1986 – Tipologias: 10 categorias  1990 – Tipologias: 21 categorias  1996 – Tipologias: 34 categorias  2016 – Tipologias: 42 categorias  Fluxo de trabalho  1997 – Bibliotecas coletam e cadastram itens no Dedalus e DT altera e/ou remove itens  2011 –Bibliotecas coletam, cadastram, alteram e removem itens de produção no Dedalus  2012 – Lançamento da Biblioteca Digital da Produção Intelectual da USP (BDPI)
  38. 38. Atualizado em 20/04/2016
  39. 39. Atualizado em 20/04/2016
  40. 40. Perspectivas e Tendências em Bibliotecas
  41. 41. Tendências em Biblioteca  Apoio ao pesquisador na publicação científica  Prospecção, busca, acesso à informação e reuso de dados  Auxílio na busca por oportunidades de financiamento  Orientação para estruturar, organizar, descrever e disponibilizar dados de pesquisa. Esclarecimentos sobre políticas editoriais e disponibilidade de dados  Prevenção do plágio e integridade em pesquisa  Suporte à publicação: prospecção de revistas, formatação, padronização, submissão  Identificação, registro, preservação e difusão da produção  Indicadores e análises bibliométricas para o pesquisador  Treinamentos, oficinas, e-learning
  42. 42. Tendências em Biblioteca (cont.)  Apoio à produção da universidade  Integração de Sistemas de Informação  Repositórios, Catálogos, Bases corporativas, Bases de Dados Internacionais - APIs  Identificação, validação, qualidade de dados e informações  Gestão da memória e preservação digital  Prospecção, análise e divulgação  Desempenho de pesquisa  Parceiros, colaborações  Rankings universitários  Tendências mundiais de pesquisa
  43. 43. Tendências em Biblioteca  Gestão de dados de pesquisa  Recuperação e registro de dados de pesquisa  Identificação, descrição (metadados) e acompanhamento  Integração de Sistemas de Informação  Repositórios de Dados, Data Centers, Bases de Dados Internacionais - APIs  Repositório de dados de pesquisa  Curadoria de dados  Gestão de licenças e direitos autorais  Documentação e Formatos  Backups  Arquivamento e preservação digital  Compartilhamento
  44. 44. Prospecção da Produção Científica da USP
  45. 45. Prospecção Base de Dados Período Nº de documentos Limitações Web of Science 1945-2016 159.989 • Cobertura seletiva • Lista indexada • 12.000 títulos Scopus 1978-2016 165.277 • Cobertura compreensiva • Lista indexada • 21.500 títulos CrossRef/DOI indeterminado Indeterminado • Cobertura extensiva • Ausência de filtros e metadados Google Scholar indeterminado 1.270.000 • Cobertura extensiva
  46. 46. Prospecção Base de Dados Período Nº de documentos Limitações Currículo Lattes 2010-2016 72.793 • Informações declaradas. • Imprecisão de afiliações/datas. • Homônimos. • 19% não atualiza. Sucupira 2012-2016 Difícil de determinar • Informações declaradas. • Produção vinculada aos Programas de Pós-Graduação. WeR_USP 1996-2016 893.623 • Imprecisão autoria/data x produções. Dedalus 2010-2016 53.912 • Erros de cadastramento • Limite: 42 autores • Falta de padronização em afiliações externas • Imprecisão INT ou NAC • Falta de identificadores
  47. 47. Sucupira
  48. 48. WeR_USP
  49. 49. Interface para geração de relatórios
  50. 50. Registro e Tratamento da Informação Científica: Evidências e Convergências
  51. 51. Foco na Qualidade do Dado  Padronização – Banco de Autoridades  Recuperação  Confiabilidade  Os erros mais comuns são detectados e podem ser corrigidos facilmente.  Erros não detectáveis é que são o maior problema.  Ex. Erro de identificação de autor – homônimo.  Uso de identificadores únicos – ORCID - DOI  Desambiguação  Interoperabilidade
  52. 52. Interface para geração de relatórios http://bdpife3.sibi.usp.br/
  53. 53. Breve Descrição  Versão piloto  Interface de visualização e geração de relatórios  Fonte de dados: Dedalus  Base 03 – Teses e Dissertações  Base 04 – Produção USP  Saídas – Relatórios - Gráficos  Unidade  Departamento  Pesquisador  Colaborações  Listagem de itens normalizados em APA, ABNT, etc  Exportação de arquivos CSV  Exportação de gráfico – figura
  54. 54. Ex. ICMC
  55. 55. Facetas  Base  Tipo de material  Unidade USP  Departamento  Autores  Ano de publicação  Assuntos (Vocabulário Controlado)  Idioma  Obra no todo  Nome do evento  País de publicação  Autores USP  Número USP  Número USP / Unidade  Internacionalização  Tipo de Tese  Agência de fomento  Indexado em  ISSN  Área de concentração  Fator de impacto  Grupo de pesquisa  País dos autores externos à USP  Colaboração - Internacionalizaçã o  Colaboração – Instituição  Data de Registro  Filtros  Limitar por data  Gerar Relatório
  56. 56. Busca Avançada
  57. 57. Informações do Item  Localização de Exemplares  Status - Disponibilidade  Citações – Scopus  Citações - Altmetrics
  58. 58. Exemplo de Relatório
  59. 59. Exemplo de Gráfico
  60. 60. Comparação de Arquivos - Lattes http://bdpife3.sibi.usp.br/comparar_lattes.php
  61. 61. Comparação de Arquivos - WoS http://bdpife3.sibi.usp.br/comparar_wos.php
  62. 62. Comparação de Arquivos – WeR_USP http://bdpife3.sibi.usp.br/comparar_registros.php
  63. 63. Framework de Catalogação http://bdpife2.sibi.usp.br/framework_catalogacao/
  64. 64. Interface de geração de Gráficos http://bdpife3.sibi.usp.br:5601
  65. 65. Análise Bibliométrica da Produção Científica
  66. 66. Origem dos estudos métricos  Positivismo e as filosofias funcionalistas  Ascensão de uma cultura de citação na ciência  Formalização da estrutura matemática dos processos de informação (leis bibliométricas)  Importância dos indicadores de Ciência e Tecnologia no pós-2ª.guerra
  67. 67. Evolução histórica da Bibliometria  1917 - Primeira aplicação por Cole e Eales  1926 - Lei de Lotka  1927 - Gross & Gross: medida de impacto de revista  1934 - Lei de Bradford  1949 - Lei de Zipf  1955 - Garfield publica artigo sobre Índice de Citação  Déc. 60 - Criação do termo Bibliometria por Pritchard Uso para análise da ciência por Price Science Citation Index  Déc. 70 - Informática, bases de dados, novas técnicas Demanda de indicadores de C&T  Déc. 80 - Recuperação de informação, mapeamento, modelagem. Subsídio à Política Científica
  68. 68. Bibliometria no Brasil 1972-1983 Fonte: ALVARADO, 1984 apud MUGNAINI, 2012
  69. 69. Estudo de Alvarado: Bibliometria no Brasil  Tomou como fonte de informação alguns catálogos da área de Ciência da Informação, no período de 1972 a 1983 (teses e artigos);  Identificou o Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT) como centro difusor que marcou:  um indício de institucionalização;  a formação de recursos humanos, identificando Tefko Saracevic como o impulsor da abordagem no país. Fonte: ALVARADO, 1984 apud MUGNAINI, 2012
  70. 70. Relação entre os estudos métricos Relacionamentos dos subcampos dos estudos métricos da informação Fonte: Gouveia, 2013, p. 221
  71. 71. Estudos métricos  Bibliometria: “Aplicação da matemática e métodos estatísticos em livros e outras mídias de comunicação” (Pritchard, 1969, p. 349). É a área original de estudo que abrange livros e publicações em geral. O termo “bibliometria” foi proposto pela primeira vez por Otlet em 1934 (Rousseau, 2014).  Cientometria: “Métodos quantitativos da pesquisa sobre o desenvolvimento da ciência como um processo informacional” (Nalimov e Mulcjenko, 1971, p. 2). Este campo concentra-se especificamente sobre a ciência (e as ciências sociais e humanas).  Informetria: “Estudo da aplicação de métodos matemáticos para os objetos da ciência da informação” (Nacke, 1979, p. 220). Talvez o campo mais geral que abrange todos os tipos de informações, independentemente da forma ou de origem (Egghe; Rousseau, 1988). Fonte: MINGERS; LEYDERSDORFF, 2015.
  72. 72. O termo “Bibliometria”  O termo “Bibliometria” foi utilizado por Pritchard em 1969 descrevendo os estudos que buscam quantificar o processo da comunicação escrita, sendo-lhe frequentemente atribuído o pioneirismo na introdução do termo.  Porém Edson Nery da Fonseca (1973) lembra que essa atribuição desconsidera Paul Otlet – que realmente teria criado o termo décadas antes, em 1934, em sua obra Traité de documentation: le livre sur le livre, onde aparece o termo Bibliométrie, equivalente francês para Bibliometria.  Vanti (2002) pontua que, na verdade, Pritchard popularizou o termo Bibliometria, ao sugerir que substituísse a expressão “bibliografia estatística”, cunhada por Hulme em 1923 e entendida como um conjunto de métodos e técnicas quantitativos objetivando a gestão de bibliotecas.
  73. 73. Bibliometria É a análise quantitativa da literatura de pesquisa, com base em citações e pode ser usada para avaliar o impacto sobre a comunidade acadêmica de um trabalho de pesquisa, um pesquisador individual, um grupo de pesquisa ou instituição, ou ainda uma revista.
  74. 74. Usos da Bibliometria • Demonstrar o impacto de sua pesquisa, de seu grupo de pesquisa ou de sua instituição. • Demonstrar o retorno dos investimentos realizados em pesquisa por agências de fomento, governo, empresas e a própria instituição. • Identificar áreas de pesquisa fortes, distintivas ou emergentes visando planejar futuras prioridades de pesquisa para uma instituição, grupo ou pesquisador. • Identificar os principais pesquisadores em uma área de conhecimento ou disciplina, a fim de: • localizar potenciais colaboradores ou concorrentes • aprender mais sobre uma área de conhecimento ou assunto • Identificar revistas de alto desempenho em uma área ou assunto, a fim de: • decidir onde publicar • aprender mais sobre uma área de conhecimento ou assunto • identificar áreas de investigação emergentes
  75. 75. Bibliometria e Qualidade I Bibliometria não mede qualidade  Embora a bibliometria não possa ser usada para medir a qualidade da pesquisa, pode ser útil para compreender seu impacto e alcance. Interpretação de dados  A bibliometria não é infalível e pode levar a interpretações equivocadas se os dados forem analisados de forma superficial e utilizados fora do contexto. É importante colocar os dados no contexto usando uma combinação de métricas e outras informações qualitativas.
  76. 76. Bibliometria e Qualidade II Significado das citações  Um grande número de citações não significa automaticamente que uma obra é de alta qualidade. Um trabalho pode ser fortemente citado por outros autores para refutar uma pesquisa. Citações requerem tempo  Há um intervalo de tempo entre a publicação e a citação de um artigo ou trabalho científico. Normalmente, somente após três a quatro anos após a publicação, o número de citações alcança desempenho máximo.
  77. 77. Limites da Bibliometria Variação por disciplina  A Bibliometria centra-se predominantemente nas citações dos artigos de revistas científicas, mas algumas disciplinas, tais como as artes, ciências humanas e sociais publicam pesquisas em diferentes tipos de publicação.  Áreas de pesquisa publicam em taxas diferentes Por exemplo, na área da biomedicina, há uma cultura muito mais forte de publicar em revistas citando o trabalho de pares do que em engenharia, que faz mais uso de documentos de conferências. Variação de banco de dados  As bases de dados que disponibilizam dados de citações não cobrem todas as áreas de pesquisa e não indexam todas as publicações. Por exemplo, anais de congressos ou relatórios estão muitas vezes mal representados nas bases de dados. Os resultados podem variar dependendo do banco de dados que você usa, por isso não realize suas pesquisas em apenas um banco de dados. Discrepâncias e autocitações  No que se refere às citações, podem ocorrer discrepâncias e artificialismos. As pessoas podem inapropriadamente citar o seu próprio trabalho, ou o trabalho de seus colegas, ou artigos de revistas nas quais publicam ou são editores. Uma série de ferramentas bibliométricas permite excluir autocitações.
  78. 78. Limites da Bibliometria (cont.)  Pesquisadores mais experientes têm uma vantagem sobre os investigadores em início de carreira pois eles vão produzindo mais publicações ao longo de um período de tempo e assim terá mais citações.  Artigos publicados no idioma inglês tendem a ser mais citados que aqueles publicados em outros idiomas.  Revistas novas, ainda que sejam qualificadas, perdem pontos em função do tempo necessário para serem citadas.  Ambiguidade de autoria. Nem sempre é possível diferenciar de forma confiável um pesquisador de outro, pela simples razão de compartilharem o mesmo sobrenome e as iniciais, o que significa que contagens de citações pode ser infladas ou diminuídas. A utilização de identificadores únicos de pesquisador pode minimizar esses problemas.
  79. 79. Ferramentas de Métricas  Incites – Web of Science  SciVal – Scopus  Google Scholar citations  Eigenfactor  JournalMetrics.com  Journalindicators.com  ScimagoJR.com  Publish or Perish  VantagePoint  MS Access & MS Excel
  80. 80. Indicadores e Métricas
  81. 81. Indicadores e Métricas  Produção científica (scholarly outputs) Número total de publicações em dado período. Mede o volume, a produtividade de uma entidade: quantas publicações esta entidade ou pesquisador tem indexadas no Scopus ou no Web of Science? (Affiliation profile /Author profile).  Produção científica por área de conhecimento (scholarly outputs) Número total de publicações em dado período por área de conhecimento ou disciplina.  Contagem de citações (citation count) Indica quantas citações as publicações de uma entidade ou pesquisador recebeu em dado período cumulativamente.  Citações por publicação (citation per publication) Número de citações recebidas por artigo/trabalho publicado. Indica o impacto médio de citação de cada uma das publicações da entidade: quantas citações as publicações de uma entidade recebeu, em média?
  82. 82. Indicadores e Métricas  Contagem de periódicos (journal count) Indica a diversidade do portfólio de publicações de uma entidade: em quantos periódicos distintos indexados no Scopus ou Web of Science as publicações dessa entidade apareceram?  Contagem de periódicos por categoria (journal count by category) Indica a diversidade disciplinar do portfólio de uma entidade, ou seja, em quantas categorias distintas de periódicos as publicações dessa entidade apareceram?  Número de países citantes (citing countries) Indica a visibilidade geográfica das publicações de uma entidade: a partir de quantos países distintos as publicações dessa entidade receberam citações?  Colaboração (collaboration) Indica a extensão das publicações de uma entidade produzidas em co- autoria internacional, nacional ou institucional, e autoria única. Inclui colaboração acadêmico-acadêmica, acadêmico-corporativa, acadêmico- governamental e acadêmico-médico.  % de Internacionalização (% internacionalization)
  83. 83. Indicadores e Métricas  Impacto das colaborações (collaboration impact) Indica o impacto de citação de uma entidade a partir das publicações produzidas em colaborações de diferentes origens geográficas: quantas citações de publicações em co-autoria a entidade recebeu em nível internacional, nacional, ou institucionalmente? Autorias únicas também são contabilizadas.  Impacto das colaboração acadêmico-corporativas (academic-corporate collaboration Impact) Indica o impacto de citação de publicações de uma entidade com ou sem colaboração tanto acadêmica e corporativa.  Impacto econômico (economic impact) Indica o número de patentes que citaram publicações de uma entidade, isto é, referências de publicações citadas em patentes de dos cinco maiores escritórios de patentes do mundo.
  84. 84. Indicadores e Métricas  Índice H (h-index) Indica um equilíbrio entre a produtividade (produção científica) e impacto de citação (contagem de citações) de publicações de uma entidade ou pesquisador. Tem sido utilizado também para revistas. Por exemplo, um índice h de 12 indica que, no conjunto de dados, 12 artigos foram citados pelo menos 12 vezes cada.  Impacto de citação ponderada por campo (Field-weighted citation impact) Indica como o número de citações recebidas por publicações de uma entidade se compara com o número médio de citações recebidas por todas as outras publicações similares no universo de dados: como fazer para que as citações recebidas por publicações dessa entidade sem comparem à média mundial?  Produção no top percentis (outputs in the top percentiles) Indica o grau em que publicações de uma entidade estão presentes nos percentis mais citados de um universo de dados: quantas publicações estão no topo de 1%, 5%, 10% ou 25% das publicações mais citadas?
  85. 85. Indicadores e Métricas  Fator de impacto (Impact Factor) Mede quantas vezes um artigo foi citado em relação ao total de artigos publicados em uma revista em um período de dois anos, no ano em curso.  Fator de impacto em 5 anos (5-year journal Impact Factor) É o número médio de vezes que os artigos de uma revista publicada nos últimos cinco anos têm sido citados no ano de JCR. É calculado dividindo o número de citações no ano JCR pelo número total de artigos publicados nos cinco anos anteriores.  Revistas mais citadas por categoria (most frequently cited journals in a field)  Revistas de maior impacto em um campo de conhecimento (highest impact journals in a field)  Autocitação em revistas (journal "self citations“)  Eigenfactor Medida da probabilidade de um periódico ser utilizado, reflete a frequência com que um pesquisador acessa o conteúdo do periódico.  Índice de Imediaticidade Mensura o quão imediatamente um artigo de uma revista é citado logo após ter sido publicado.
  86. 86. Indicadores e Métricas  Pontuação de influência do artigo (Article Influence Score) Mede a importância relativa de uma revista a partir do número de artigos que aparecem no JCR. Uma pontuação superior a 1,00 indica que cada artigo publicado na revista tem influência acima da média. Uma pontuação inferior a 1,00 indica que cada artigo publicado na revista tem influência abaixo da média.  Meia vida (Half-Life) Mede quantos anos depois um artigo de uma revista ainda é citado.  SNIP – Source Normalized Impact per Paper Impacto por documento com normalização de fontes – número total de citações referente a uma área de pesquisa.  SJR – SCImago Journal Rank Métrica de prestígio baseada na reputação do periódico, o que resulta em maior valor da citação.  IPP – The Impact per Publication Mede as citações por artigo publicado em uma revista no período de 3 anos.
  87. 87. Indicadores e Métricas  Indicador de desempenho agregado (aggregate performance indicator) O indicador de desempenho agregado mede o impacto de uma instituição ou do país em relação a uma taxa de citação esperado para a instituição ou país. O indicador é normalizado para as diferenças nas taxas de campo de citação, bem como diferenças de tamanho entre entidades e períodos de tempo.  Citações esperadas por categoria (category expected citations) Número médio de citações recebidas por artigos de um mesmo tipo publicado em revistas de mesma categoria (área de conhecimento) e data. Se um periódico é atribuído a mais de uma categoria, utiliza-se a média das categorias.  Contagem de visualizações (view count)  Visualizações por publicação (views per publication)  Impacto normalizado pelo campo de conhecimento das visualizações (field- weighted views impact)
  88. 88. Indicadores e Métricas  Produção relativa ao país/território (output relative to country/territory) Produção em áreas específicas em relação ao impacto para todo o país / território em todas as áreas  Impacto de citações relativo ao país/território (impact relative to country/territory) Impacto em áreas específicas em relação ao impacto para todo o país / território em todas as áreas (um valor superior a 1 indica que o impacto do país / região na área de motivo selecionado é melhor do que o impacto médio do Ppís /território em todas as áreas)  Impacto relativo ao mundo (impact relative to world) A percentagem de documentos que foram citados em relação ao número total de documentos citados no mundo (um valor maior do que 1 indica que o impacto é melhor do que a média para o mundo - baseline).
  89. 89. Métricas Alternativas  Altmetric  Plum Analytics  ImpactStory Analisa o impacto de um documento por meio da quantidade de compartilhamento em redes sociais, blogs dentre outros.
  90. 90. Rankings universitários  THE – Times Higher Education World Ranking  QS - Quacquarelli Symonds Ranking  Shanghai – Academic Ranking of World Universities  CWTS Leiden – Leiden Ranking
  91. 91. Análise Bibliométrica Produção USP
  92. 92. Histórico de demandas USP  2014 1. POLI/FEA – Produção científica nas IES Brasileiras 2000-2005- 2010 2. PRP – Índice H dos autores USP com menos de 40 Anos 3. PRP – Entradas Autores USP – We_R_USP  2015 4. PRP – Índice H dos autores USP 5. GR & PRP – Colaborações entre USP e Universidades América Latina para visita. 6. AUCANI – Por que a USP caiu no Ranking THE 7. Artigos publicados por docentes da USP em 4 revistas top de 2010 a 2015 8. PRPG - Inclusão de DOI nas teses e dissertações
  93. 93. Histórico de demandas USP  2016 9. PRCEU, PRG & DT – Biblioteca Digital de TCCs 10.STI – Envio de dados da Base 04 para o We_R_USP 11.AUCANI – Endogenia 12.PRP - Sugestões 13.AUCANI – Colaborações – ARWU 14.PRP & SCS – Cosméticos 15.PRP – Apoio com o We_R_USP 16.DGCD-DT/SIBi – Endogenia Revistas USP 17.FAPESP – Envio de dados da Base 04 para a Biblioteca Virtual
  94. 94. Pesquisa universitária Brasil (2000-2010) Demanda: POLI/FEA. Fonte: Web of Science 11/07/2014 / VantagePoint
  95. 95. Produção USP na Scopus (2010-2015) Demanda Aucani/USP. Fonte: SciVal 04/12/2015 (Elsevier)
  96. 96. Produção USP (2010-2015) Demanda Aucani/USP. Fonte: SciVal 04/12/2015 (Elsevier)
  97. 97. USP Colaboração internacional por áreas Demanda Aucani/USP. Fonte: SciVal 04/12/2015 (Elsevier)
  98. 98. Áreas de colaboração USP e Universidad de Chile Demanda: PRP/USP Fontes: Scimago e InCites 25/09/2015 (Thomson Reuters) Produção científica da América Latina geral e comparação entre Argentina, Brasil e Chile (1996-2014) Produção científica em colaboração USP e Universidad de Chile (1980-2015)
  99. 99. Cosméticos Demanda PRP/SCS. Fonte: Scopus 17/05/2016 (Elsevier)
  100. 100. Outras possibilidades de estudos
  101. 101. Colaboração USP e Merk (2011-2016) Fonte: SciVal (Elsevier)
  102. 102. Tendências em odontologia (2011-2016) Fonte: SciVal (Elsevier)
  103. 103. Financiamento da pesquisa USP Fonte: InCites 16/06/2016 (Thomson Reuters)
  104. 104. Áreas de conhecimento: USP versus Harvard Fonte: SciVal – 16/06/2016 (Elsevier)
  105. 105. Mapa de assuntos USP - Medicina Fonte de dados: Scopus – 17/05/2016 / Software de visualização: VOSviewer
  106. 106. Disseminação e Preservação da Produção USP
  107. 107. Como disseminar a Produção USP  Acompanhar as principais publicações da sua Unidade, destacando aquelas que:  Forem publicadas em revista de alto impacto  Tenham relação com temas atuais  Tragam resultados inovadores  Como disseminar?  Montar um pequeno release (3 parágrafos) apresentando o documento e sua importância com base nos itens acima. Adicionar um parágrafo com uma citação do trabalho  Citar no corpo do texto o número do DOI do documento e, caso exista, o ORCID/Researcher ID do Autor  Encaminhar para a assessoria de imprensa da sua Unidade e para o DT/SIBi  Publicar em seu Blog ou FB-Fanpage
  108. 108. Divulgação Twitter SIBiUSP e BCRP
  109. 109. Como Preservar?  Está atualmente em teste no DT/SIBi um sistema para salvaguardar os documentos digitalizados da produção científica. O sistema utilizado chama-se “Alfresco”.  Alfresco é um sistema de gestão de conteúdos corporativos (em inglês ECM "Enterprise Content Management"), multi plataforma (Windows e Unix/Linux) de Código Aberto (Open Source), que se propõe como uma alternativa para o gerenciamento de documentos, arquivos, colaboração e conteúdos web. É desenvolvido em Java e tem como estratégia prover escalabilidade modular para o gerenciamento da documentação corporativa.
  110. 110. Bibliografia  2016 top trends in academic libraries: A review of the trends and issues affecting academic libraries in higher education. College & Research Libraries News, v. 77 n. 6, p.274-281, June 2016. Disponível em: <http://crln.acrl.org/content/77/6/274.full> Acesso em: 24 junho 2016.  ALVARADO, R. U. A Bibliometria no Brasil. Ciência da Informação, [S.l.], v. 13, n. 2, dec. 1984. ISSN 1518-8353. Disponível em: <http://revista.ibict.br/ciinf/article/view/200>. Acesso em: 24 june 2016. doi:http://dx.doi.org/10.18225/ci.inf..v13i2.200.  AGARWAL, A, et al. Bibliometrics: tracking research impact by selecting the appropriate metrics. Asian J Androl, v. 18, n.2, p. 296-309, 2016. Disponível em: <http://www.ajandrology.com/text.asp?2016/18/2/296/171582> DOI: http://dx.doi.org/10.4103%2F1008-682X.171582 Acesso em: 23 junho 2016.  BARRETO, Mauricio L. El desafio de evaluar el impacto de las ciencias mas alla de la bibliometria. Rev. Saúde Pública, São Paulo , v. 47, n. 4, p. 834-837, Aug. 2013 . Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034- 89102013000400834&lng=en&nrm=iso>. Acesso em: June 2016. http://dx.doi.org/10.1590/S0034-8910.2013047005073  CALDEIRA, P.T. A situação do Brasil em relação ao Controle Bibliográfico Universal. R. Esc. Bibliotecon. UFMG, Belo Horizonte, 13(2): 260-83, set. 1984. Disponível em: http://basessibi.c3sl.ufpr.br/brapci/_repositorio/2011/04/pdf_ddf6788af6_0015725.pdf Acesso em: 24 junho 2016.
  111. 111. Bibliografia (cont.)  CASTRO, C.M. Há produção científica no Brasil? In: SCHWARTZMAN, S. & CASTRO, C.M., org. - Pesquisa universitária em questão. Campinas, UNICAMP; São Paulo, Ícone/CNPq, 1986. p. 190-224. Disponível em: https://archive.org/stream/HaProducaoCientifica/claudio_producao_c#page/n1/mode/2up Acesso em: 24 junho 2016.  FONSECA, E.N. Bibliografia Estatística e Bibliometria: uma reivindicação de prioridades. Ciência da Informação, v.2, n.1, p. 5-7, 1973. Disponível em: <http://revista.ibict.br/ciinf/article/view/19> Acesso em: 23 junho 2016. DOI: http://dx.doi.org/10.18225/ci.inf..v2i1.19  GOUVEIA, F. C. Altmetria: métricas de produção científica para além das citações. Liinc em Revista, v. 9, n. 1, p. 214-227, maio 2013. Disponível em: <http://liinc.revista.ibict.br/index.php/liinc/article/view/569> Acesso em: 21 junho 2016. DOI: http://dx.doi.org/10.18617/liinc.v9i1.569  INCITES Glossary – Web of Science. Disponível em: http://incites.isiknowledge.com/common/help/h_glossary.html Acesso em: 23 junho 2016.  KRZYZANOWSKI, R. F. et al. Implementação do Banco de Dados DEDALUS, do Sistema Integrado de Bibliotecas da Universidade de São Paulo. Ci. Inf., Brasilia, v. 26, n. 2, Maio 1997. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100- 19651997000200010&lng=en&nrm=iso>. Acesso em: 24 Junho 2016. DOI: http://dx.doi.org/10.1590/S0100-19651997000200010
  112. 112. Bibliografia (cont.)  MINGERS, J.; LEYDESDORFF, L. A Review of Theory and Practice in Scientometrics. 2005 [preprint]. Disponível em: http://arxiv.org/ftp/arxiv/papers/1501/1501.05462.pdf Acesso em: 25 mar.2015. DOI: http://dx.doi.org/10.1016/j.ejor.2015.04.002  MUGNAINI, R. 40 anos de Bibliometria no Brasil: da bibliografia estatística à avaliação da produção científica nacional. In: Seminário do NAP Observatório da Inovação e Competitividade, São Paulo, IEA/USP, 2012. Disponível em: http://www.iea.usp.br/midiateca/apresentacao/mugnainibibliometria.pdf/at_downloa d/file Acesso em: 24 junho 2016.  PASQUARELLI, M.L.R.; IMPERATRIZ, M.I.C.; KRZYZANOWSKI, R. F. A informação bibliográfica automatizada na USP: uma política para sua implantação. Ciência da Informação, Brasília, v. 18, n. 1, p. 58-61, jan./jun. 1989. Disponível em: < http://revista.ibict.br/ciinf/article/view/323/323 > Acesso em: 24 junho 2016.  PASQUARELLI, M.L.R.; IMPERATRIZ, M.I.C.; ROSETTO, M. Adequação do software do banco de dados bibliográficos da USP ao formato de intercâmbio bibliográfico do IBICT. Ciência da Informação, Brasília, v. 20, n. 2, p. 233-237, jul./dez. 1991. Disponível em: < http://revista.ibict.br/ciinf/article/download/361/361> Acesso em: 24 junho 2016.  SCIVAL – Scopus metrics. 2014. Disponível em: https://www.elsevier.com/__data/assets/pdf_file/0020/53327/scival-metrics- guidebook-v1_01-february2014.pdf Acesso em: 23 junho 2016
  113. 113. OBRIGADO(A) Departamento Técnico do SIBiUSP Facebook.com/SIBiUSP atendimento@sibi.usp.br

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