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14embora lentamente, um pensamento estruturado dentro da cultura digital e do fazerpedagógico e contribuindo de forma favo...
15construção do conhecimento, preparando-o para conviver numa sociedade que acada dia torna-se mais equiparada pela tecnol...
16Sabe-se que essa pesquisa é de relevância, bem como o investimento àcapacitação e qualificação dos educadores, uma vez q...
17MORATO, P., & SANTOS, S. Comportamento Adaptativo. Coleção EducaçãoEspecial. Porto: Porto Editora, 2002.TRIVIÑOS, August...
18APÊNDICESAPÊNDICE A – TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDOPelo presente termo de consentimento, declaro que fui in...
19sendo desenvolvida sob a orientação da Professora Drª. Reinilda de FátimaBerguenmayer Minuzzi, que poderão ser contatada...
20APÊNDICE B – QUESTIONÁRIOPrezado (a) Participante:Por meio desta, solicito sua colaboração para a aplicação do presente ...
21Dados do Entrevistado (a)Formação:Tempo de atuação:Possui formação/ capacitação na área das TIC:Dados da EscolaIdentific...
223- Você sente-se preparado para o trabalho com a diversidade e inclusão decrianças com necessidades educativas especiais...
238- Como você avalia a aprendizagem de seus alunos nas atividades desenvolvidasno Laboratório de Informática? De que mane...
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  1. 1. 1Polo: Agudo – RSProfessor Orientador: Profª. Drª. Reinilda de Fátima Berguenmayer Minuzzi30 de Novembro de 2012Contribuições das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) no Processo deEnsino e Aprendizagem de uma criança com hidrocefalia a partirda percepção docenteSome contributions of Information and Communication Technologies (ICT) for theteaching and learning process of a hydrocephalus child from a teacher’s point of view.Janaína da Silva AntunesGraduada em Pedagogia - Habilitação Educação Infantil - UNIFRAPós Graduada em Psicopedagogia - UNIFRAResumoAtualmente, o cotidiano do espaço pedagógico e a diversidade de relações existentes diariamente noambiente escolar oferecem uma gama de questionamentos que suscitam temáticas deaprofundamento teórico, os quais levantam indagações e desafios que, aos poucos, devido ainteresses em aprofundá-los, vão se descortinando. Percebe-se um grande avanço em diversas áreasda tecnologia, demonstrando que a cada dia cresce a acessibilidade desse recurso pelas pessoas,tornando-se um meio primordial e eficaz para a comunicação e informação e, assim, impulsionando ainclusão de crianças portadoras de necessidades educativas especiais nas escolas regulares. Esteartigo versa nos resultados da busca de sustentação teórica e dos subsídios de inquietações queinvestigaram as contribuições que as Tecnologias de Informação e Comunicação agregam aoprocesso de ensino aprendizagem de uma criança com hidrocefalia através da percepção docente, afim de contribuir para o aprimoramento desse processo. O trabalho foi desenvolvido através de umapesquisa realizada por meio de registros diários observados no Laboratório de Informática de umaEscola de Ensino Fundamental da cidade de Santa Maria/RS e através de um questionário, cujacoleta de dados foi realizada junto ao docente responsável pela prática desenvolvida no Laboratóriode Informática dessa escola. Após o desenvolvimento da pesquisa, observou-se que, tendo em vistao avançado crescimento das TIC cotidianamente e no âmbito escolar especialmente, o tema emestudo precisa ser aprofundado buscando um maior entendimento teórico e sucessivamente práticopara que se garantam melhores condições de acesso aos alunos com necessidades educativas
  2. 2. 2especiais em classes regulares e também, ressignificando a prática docente a partir de umacapacitação que contemple o uso e domínio das tecnologias.Palavras-chave: Tecnologias de Informação e Comunicação; Ensino e aprendizagem; Inclusão.AbstractCurrently, the daily pedagogical space and diversity of relationships in daily school environment, offera range of questions that raise issues of theoretical development, which raises questions andchallenges that slowly, due to interest in them will deepen unfolding. It is noticed a great improvementin many areas of technology, demonstrating that each day grows accessibility of this resource bypeople becoming a primary means for communication and effective information and, driving theinclusion of children with special educational needs in schools regular. This article focuses on thesearch results of theoretical support and subsidies of concerns that investigated the contribution thatInformation and Communication Technologies to add teaching-learning process of a child withhydrocephalus awareness through teaching, in order to contribute to the improvement of process. Thestudy was conducted through a survey of observational nature through observations conducted at theLaboratory of Informatics of an Elementary School in Santa Maria / RS and through a questionnaire,which data collection was performed by the teacher responsible practice developed by the Laboratoryof Informatics of the school. After the development of the research, it was observed that in view of theadvanced growth of ICT in the school daily and especially the topic in depth study needs to be seekinga greater theoretical understanding and practical successively so that it is ensured with greater accessconditions students with special needs in regular classes and also redefines the teaching practice froma training that addresses the use and mastery of technology.Key words: Information Technology and Communication, Teaching and learning Inclusion.1. INTRODUÇÃOInúmeras são as questões relacionadas ao uso das Tecnologias deInformação e Comunicação (TIC) na educação. A escola aliada a esse processotorna-se agente de inserção de muitas crianças portadoras de necessidadeseducativas especiais ao mundo letrado e também digital.Nesse contexto de possíveis mudanças que ocorrem atualmente nasociedade, exige-se fundamentalmente um profissional preparado e aberto aosnovos desafios propostos pelas descobertas e inovações tecnológicas, a partir deuma proposta de ensino que venha suprir as necessidades dessa perspectiva e umaluno que adquira conhecimento, habilidades e competências em diferentes modos,e que em função dessas exigências adquira uma maior capacidade de aprenderagregada a conhecimentos prévios já existentes, promovendo uma prática inclusivacomprometida com tal formação.Na crença de que este pensamento deveria ser estabelecido comocomprometimento de todos enquanto cidadãos e profissionais da área da educação
  3. 3. 3e no encontro de um entendimento sobre o tema em questão, o artigo versa nosresultados da busca de sustentação teórica e dos subsídios de inquietações queinvestigaram as contribuições que as Tecnologias de Informação e Comunicaçãopodem agregar ao processo de ensino aprendizagem de uma criança comhidrocefalia a partir de uma pesquisa realizada no Laboratório de Informática de umaescola de Ensino Fundamental da cidade de Santa Maria / RS e através de umquestionário, cuja coleta de dados foi realizada junto ao docente responsável pelaprática desenvolvida nesse Laboratório a fim de contribuir para o embasamentoteórico desse estudo e à prática do educador.Para tanto, acredita-se que não há como romper as relações estabelecidaspela formação profissional para que se tenham repercussões positivas no cotidianoescolar tornando-se agente transformador, uma vez que educador e educando,caminham com os avanços que a sociedade impõe hoje em dia.Por acreditar que as tecnologias apontam essa mudança significativa naeducação, acredita-se que o tema a ser descortinado tenha grande importância, umavez que envolve as Tecnologias de Comunicação e Informação, como agente deressignificação da prática docente e uma melhoria na promoção da prática inclusiva.2. TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO: UM BREVE RELATODESSE AVANÇOO cotidiano aponta a diversidade como um dos grandes desafios emergentese promotores de igualdade e de oportunidades no meio social e educacional. Nessecontexto é inevitável desconsiderar os fatores benéficos que as Tecnologias deInformação e Comunicação acrescentam ao dia-a-dia e, essencialmente, ao âmbitoeducacional com o intuito de desenvolver habilidades e competências acerca dossujeitos envolvidos.Miranda (2001, p. 42) traz em seus relatos denominações de nomenclaturasque se referem às investigações e teorias que estão destinadas às Tecnologias deInformação e Comunicação, onde entre elas podemos citar os termos mais usados:Tecnologias Aplicadas à Educação, Tecnologias Educativas, Novas Tecnologias daInformação entre outras. Porém, esse estudo será referenciado em torno do termoTecnologias de Informação e Comunicação onde a ele aliam-se os propósitos no
  4. 4. 4âmbito educacional como promotores de avanços no processo de ensino eaprendizagem.Nesse contexto, as Tecnologias de Informação e Comunicação, tornam-seviés de investigação, buscando estabelecer uma relação ativa com a educaçãoatravés do entendimento e da proposta de novos desafios uma vez que Mesquita(2001, p.32) traz em suas escritas que:Uma sociedade em constante mudança coloca um permanente desafio aosistema educativo. As tecnologias de informação e comunicação (TIC) sãoum dos fatores mais salientes dessa mudança acelerada, a que estesistema educativo tem de ser capaz de responder rapidamente, antecipar emesmo promover.Numa sociedade em crescente transformação não há como não relevar asinfluências que as Tecnologias de Informação e Comunicação exercem, sendoinstrumento de oportunidades, trazendo novos cenários para que se torne possível apromoção dos diretos de igualdade, acessibilidade e respeito pela diversidade.É nessa perspectiva que tais avanços na área das tecnologias têmproporcionado a busca da igualdade e de oportunidades para todos, através deestratégias que oportunizem o acesso às ferramentas de informação e comunicação,como o uso do computador, ressignificando a prática pedagógica nas escolas.Brandão (1994, p. 23) ressalta que enquanto um instrumento auxiliar, ocomputador, busca auxiliar nas atividades de ensino buscando significado aaprendizagem de conceitos já adquiridos pelos alunos e trazendo novas maneirasde repensar o papel do educador no processo de ensino e aprendizagem que estáinserido, sendo também um agente mediador de transformações.As Tecnologias de Informação e Comunicação trazem em seu contextoferramentas e recursos que complementam e impulsionam o processo de ensino eaprendizagem sendo agente transformador, facilitador e estimulador de troca deexperiências tornando-se assim viável a comunicação entre pessoas de diversasrealidades exigindo um profissional qualificado e preparado para mediar essasferramentas e recursos, objetivando uma melhor qualidade no processo de ensino eaprendizagem.Segundo Moran (1995, p. 06) em relação a essa qualificação:As tecnologias de comunicação não substituem o professor, mas modificamalgumas das suas funções. O professor se transforma agora no estimuladorda curiosidade; o aluno por querer conhecer, por pesquisar, por buscar a
  5. 5. 5informação mais relevante. Num segundo momento, coordena o processode apresentação dos resultados pelos alunos.Quando falamos no uso de tecnologias no âmbito educacional faz-senecessário contextualizarmos e caracterizarmos esse termo.Conforme Brandão (1994, p.13) independente do tipo de tecnologia e com asferramentas e recursos disponíveis, pode-se ampliar os conhecimentos melhorandoa qualidade de vida ou bem estar dos envolvidos no processo de ensino eaprendizagem, para que assim possamos atender as necessidades acerca dasinúmeras demandas, como o caso dos alunos portadores de necessidadeseducativas especiais tornando-os sujeitos receptivos e flexíveis aos desafiosimpostos por tal prática.Nesse cenário, as Tecnologias de Informação e Comunicação, buscamdesenvolver de um modo geral, quando incorporadas à prática educativa, sujeitosaptos à aceitações e a adaptação dessa realidade que busca constantemente umaressignificação do fazer pedagógico, onde além do seu papel, tornam-se agente detransformação.3. INCLUSÃO E HIDROCEFALIA: CONSIDERAÇÕES NECESSÁRIASBuscar entendimento e compreensão das diferenças existentes na sociedadetorna-se tema relevante que agrega valores aos conhecimentos já existentesproporcionando um maior interesse sobre o assunto em questão ao mesmo tempoem que, enquanto profissionais da área de educação podemos estar sensibilizadose contribuindo para uma melhor inclusão de sujeitos com necessidades educativasespeciais na sociedade e no âmbito escolar, promovendo melhoria nas condições deacolhimento dessa demanda, respeitando as necessidades, capacidades e tambémfragilidades, aliados a um contexto que possa constantemente instigar a reflexãocrítica do trabalho que está sendo desenvolvido.Para melhor embasar esse artigo torna-se pertinente, inicialmente, fazer umresgate histórico da evolução da educação especial, apresentando resumidamentecomo as pessoas foram sendo vistas historicamente.Genericamente falando, pode-se dizer que a pessoa com deficiência é a queapresenta, em comparação com a maioria das pessoas, significativas diferençasfísicas, sensoriais ou intelectuais, decorrentes de fatores inatos e/ ou adquiridos, de
  6. 6. 6caráter permanente e que transportam dificuldades na sua interação com o meio ouambiente que as rodeia, físico e social.Morato e Santos (2002, p. 27) apontam a hidrocefalia como sendo:(... ) limitações substanciais no funcionamento atual. É caracterizada por umfuncionamento intelectual significativamente abaixo da média associado alimitações relativas a duas ou mais das seguintes áreas do comportamentoadaptativo: comunicação, autonomia, atividades domésticas, socialização,autonomia na comunidade, responsabilidade, saúde e segurança,habilidades acadêmicas, lazer e trabalho.Nesse entendimento, com o passar do tempo, a sociedade foi ressignificandoa maneira de encarar e lidar com as pessoas com deficiência.Assim, o acentuado avanço na área da informática tem proporcionadoinúmeros benefícios ao cotidiano da sociedade essencialmente no que tange aeducação, pois, acredita-se que os indivíduos adquiram conhecimento, habilidades ecompetências em diferentes modos, e que em função dessas exigências eintegrados nesse processo adquiram uma maior capacidade de aprender agregadaa conhecimentos prévios já existentes.Nesse contexto, o ambiente educacional ajusta-se na tentativa de suprirnecessidades e exigências individuais viabilizando a eficácia do processo deinclusão, sendo assim, é necessário fazermos um breve histórico do processo deeducação inclusiva, uma vez que esse tema também subsidiará essa pesquisa.Mesquita (2001) expõe em sua escrita que a educação especial,historicamente teve seu início no século XVI, onde profissionais das áreas deeducação e médica, ao contrário dos princípios da época, apostaram em indivíduoscom necessidades especiais que até então eram segregados, oportunizando aesses sujeitos condições que almejavam uma sociedade para todos.No final do século XIX, o que até então estava sendo almejado sofreu umdeclínio e, todos os esforços relacionados à Inclusão foram institucionalizados e osindivíduos tratados em locais como asilos e manicômios. Somente no século XX,práticas voltam a apostar em uma educação para todos, assim, investem empropostas e métodos de ensino voltados ao viés da educação, onde há a inclusão decrianças e adolescentes com necessidades educativas especiais em salas de aulade ensino regular.Palhares (2002), afirma que a Declaração de Salamanca, foi de extremaimportância, pois a partir dela metas primordiais foram estabelecidas objetivando
  7. 7. 7melhorias para o ensino através da discussão de teorias e práticas quefundamentaram diretrizes e princípios, uniformizando o ensino de qualidade paratodos.Estudar a Inclusão torna-se pertinente ao tema pesquisado, uma vez que aLei de Diretrizes e Bases 9.394/96 (BRASIL, 1996) dispõe que todos os alunos comnecessidades especiais devem ser atendidos, ou incluídos, nas classes regulares doensino comum.Mantoan (2003) contempla em suas escritas que a inclusão escolar necessitaser vista e entendida como uma realidade e assim incorporada ao contextoeducacional de forma que venha agregar conhecimentos, habilidades ecompetências em diferentes modos, e que em função dessas exigências adquirauma maior capacidade de aprende, promovendo uma prática pedagógicacomprometida com a acessibilidade de crianças portadoras de necessidadeseducativas especiais.Assim, nesse contexto atual e de diversidade, a escola torna-se agentepromotor de igualdade de oportunidades educativas onde o todo, elemento deheterogeneidade, abre um leque de possibilidades que podem e devem sertrabalhadas na prática educativa.Dentre as necessidades educativas especiais, a hidrocefalia, patologia deinúmeras potencialidades e fragilidades torna-se instigante tema de estudos. Assimé preciso contextualizá-la para que possamos entender suas características.Para Zieguel (1985), a hidrocefalia é usada enquanto terminologia médicadesde a Antiguidade, onde ficou conhecida como uma deformação craniana aquosa,daí o significado popularmente conhecido como “água na cabeça”, a qualprimeiramente não se sabia o local certo, ser era no cérebro ou no envoltório ósseo.Esse líquido, por alguma causa, não circula com normalidade na massa encefálica,assim passa a aumentar o tamanho da caixa craniana, trazendo limitações motorase cognitivas que devem ser estimuladas e trabalhadas ao longo da vida do sujeito.Acredita-se que essa pesquisa venha auxiliar de maneira positiva ao processode ensino e aprendizagem permitindo que esse aluno desenvolva suas habilidades ecompetências e que através do uso de ferramentas advindas das Tecnologias deComunicação e Informação o seu processo de ensino e aprendizagem possa estarcontemplando o processo de inclusão no contexto da escola regular. Mantoan (2000,p. 02) comenta:
  8. 8. 8Para se tornar inclusivas, acessíveis a todos os seus alunos, as escolasprecisam se organizar como sistemas abertos, em função das trocas entreseus elementos e com aqueles que lhe são extremos. Os professoresprecisam dotar as salas de aula e os demais espaços pedagógicos derecursos variados, propiciando atividades flexíveis, abragentes em seusobjetivos e conteúdos, nas quais os alunos se encaixam, segundo seusinteresses, inclinações e habilidades.Nessa forma de pensar, enquanto profissionais da área da educação,passamos a acreditar numa escola inclusiva onde possa ser constantementerepensada a prática educativa também, através das ferramentas das Tecnologias deInformação e Comunicação, contemplando a criança através de sua especificidade,onde a escola passa a ter o seu verdadeiro sentido, de estar a serviço de todos epara todos.4. CONTRIBUIÇÕES DAS TIC PARA O PROCESSO DE ENSINOAPRENDIZAGEM DE CRIANÇAS COM HIDROCEFALIAA evolução e expansão das Tecnologias de Informação e Comunicaçãoagregam mudanças repercutidas na Sociedade e desse modo impondo desafios eestratégias a serem trabalhadas com a heterogeneidade, que gradativamente irãoressignificar a prática docente, partindo de um espaço que além de regular, torna-sepromotor de uma prática considerada inclusiva, como Mantoan (2000, p.58) expõe:(...) em uma palavra, precisamos somar competências, produzir tecnologia,aplicá-la à educação, à reabilitação, mas com propósitos muito bemdefinidos e a partir de princípios que recusam toda e qualquer forma deexclusão social e toda e qualquer atitude que discrimine e segregue aspessoas, mesmo em se tratando das situações cruciais de apoio às suasnecessidades.Partindo dessa concepção, compreende-se a necessidade de uma maioradaptação das práticas sociais, tendo em vista que gradativamente as Tecnologiasde Informação e Comunicação buscam um lugar de ascensão e de valia contribuindoenquanto recurso educacional, essencialmente a alunos com necessidadeseducativas especiais, torna-se uma ferramenta de contribuição e instrumentocolaborativo na prática educacional e social, promovendo uma escola para todos.Dentre as inúmeras possibilidades oferecidas pelas TIC, enquanto promotorade inclusão, podemos ressaltar a interação de crianças portadoras de necessidadeseducativas nesse caso os portadores de hidrocefalia.
  9. 9. 9Essas crianças apresentam limitações próprias da deficiência que fragilizamos aspectos motores, auditivos, visual e cognitivo e nesse cenário as Tecnologias deInformação e Comunicação agregam valores satisfatórios a sua realidade bem comoo possível desenvolvimento de competências e habilidades a esses sujeitos,minimizando os impactos trazidos por essa patologia.Acredita-se que a evolução da tecnologia, tanto na área clínica quanto noâmbito escolar possa oportunizar técnicas e recursos tecnológicos que possam estarintervindo junto a esses sujeitos desenvolvendo potencialidades e agindo comopromotor de melhorias nos possíveis déficits advindos desse contexto,desenvolvendo com sua prática, autonomia, motivação, criatividade e outrosatributos que possibilitam o desenvolvimento e adequação dos interesses dosalunos, estabelecendo e respeitando ritmos próprios de aprendizagem.Mantoan (2000), elucida algumas vantagens relacionadas ao uso dastecnologias para crianças com necessidades educativas especiais, ao qualreferencia a flexibilização de outros recursos que possam estar sendo somados aodesenvolvimento dessas crianças, possibilitando a superação das dificuldades dosque têm.Inúmeras são as contribuições que as Tecnologias de Informação eComunicação trazem a prática pedagógica sendo de importância para o processo deensino e aprendizagem possibilitando a integração de diferentes saberes. Nessaperspectiva, Mantoan (2003) relembra a convicção de que a escola deve prepararpara o futuro e se, por parte das crianças houver a valorização, o convívio e oentendimento de estar com o diferente no contexto educacional, teremos adultosque serão receptivos a valorização de políticas de inclusão.5. METODOLOGIAPartindo do entendimento de que as Tecnologias de Informação eComunicação agregam relevante importância ao processo de ensino eaprendizagem de crianças com necessidades educativas especiais e, que alémdesse âmbito o comprometimento com esses sujeitos é também de relevância socialuma vez que se almeja uma perspectiva ao qual o aluno adquira conhecimento,habilidades e competências em diferentes modos, e que em função dessedesenvolvimento adquira uma maior capacidade de aprender agregada a
  10. 10. 10conhecimentos prévios já existentes, promovendo uma prática inclusivacomprometida com tal formação.Deste modo o referido artigo advém da problemática em torno da seguintequestão: Quais as contribuições das Tecnologias de Comunicação e Informação(TIC) no Processo de Ensino e Aprendizagem de uma criança com hidrocefalia apartir da percepção docente?Sendo assim, com o intuito de embasar essa investigação, optou-se por umametodologia de abordagem qualitativa onde, primeiramente realizou-se umapesquisa bibliográfica, que, segundo Gil (2002, p.44) “é desenvolvida com material jáelaborado constituído principalmente de livros e artigos científicos”; com base emliteraturas pertinentes ao tema em questão.Posteriormente desenvolveu-se uma pesquisa de campo, que teve comoobjetivo coletar dados sobre um determinado meio, procurando entender com maiorprofundidade o tema em estudo, apresentando flexibilidade, podendo assimfavorecer a reformulação dos objetivos no decorrer da pesquisa, a partir de umcontato direto com a situação de estudo. Segundo Gil (2002, p.53), “este tipo depesquisa, possibilita ao pesquisador uma maior participação, tornando tambémmaior a probabilidade dos sujeitos oferecerem respostas mais confiáveis”.A pesquisa de campo foi desenvolvida por meio de observações realizadas noLaboratório de Informática de uma escola de Ensino Fundamental da cidade deSanta Maria/RS e através de um questionário, cuja coleta de dados foi realizadajunto ao docente responsável pela prática desenvolvida no Laboratório deinformática dessa escola.Quanto ao tratamento dos dados coletados foram tomados alguns cuidados,seguindo princípios éticos, sendo essas questões relevantes para desenvolver esseestudo, visando não correr o risco de invalidar a pesquisa, como o consentimentodos indivíduos (APÊNDICE A), de estarem cientes de que se trata de uma pesquisacientífica, assegurando o sigilo e o anonimato aos sujeitos.A coleta de dados foi realizada por meio de um questionário semi-aberto(APÊNDICE B), oportunizando ao respondente, escolher sua resposta ouacrescentar alternativa a partir do seu ponto de vista e discorrer de questões quandoinstigado.
  11. 11. 11O questionário semiaberto continha dez questões que oportunizaram orespondente expressar seu entendimento, possibilitando conhecer a sua percepçãofrente ao tema em estudo.O método de análise adotado para interpretação dos resultados foi à análisede conteúdo, que Triviños (apud BARDIN, 1987, p.160) caracteriza como:Um meio para estudar as “comunicações” entre os homens, colocandoênfase no conteúdo “das mensagens”. Isto é limita o âmbito do método,privilegiando, mas não excluem outros meios de comunicação, as formas delinguagem escrita e oral. Verdadeiramente, a intenção é usar o método deanalise de conteúdo nas mensagens escritas, porque podemos voltar todasas vezes que desejarmos.Pode-se dizer que, por meio da análise de conteúdo, é possível organizar e refletirsobre os dados contidos nas comunicações, constituindo-se numa importante ferramentapara pesquisas de um modo geral.6. RESULTADOS E DISCUSSÕESInicialmente faz-se necessário contextualizar o âmbito pesquisado a fim dedarmos subsídios para o desenrolar desse referencial. As observações foramrealizadas no Laboratório de Informática de uma escola de Ensino Fundamental dacidade de Santa Maria / RS no período de 10 de Setembro a 23 de Outubro de 2012,nas terças – feiras no horário das 14h às 14h e 45 min e através de um questionário,cuja coleta de dados foi realizada junto ao docente responsável pela práticadesenvolvida nesse Laboratório, o qual é licenciada em Pedagogia, atuante emclasse regular durante 23 anos, pós graduada em Gestão Escolar, sendo que há 02anos está responsável pelo Laboratório de Informática da Instituição.Já as observações realizadas tiveram como foco uma turma de 3º ano doensino fundamental, constituída de 28 alunos sendo que nesse número 01 aluno éportador de necessidades educativas especiais, sendo ela a hidrocefalia.Acredita-se que essas informações sejam relevantes e contribuam para oembasamento desse estudo, pois, nas atividades observadas no Laboratório deInformática e pela dinâmica apresentada foi possível verificar que a escola torna-seum espaço de acesso ao conhecimento e um dos lugares que vai proporcionarcondições aos portadores de necessidades educativas especiais para que os torneagentes transformadores, conferindo-os oportunidades para uma melhor adaptaçãoà Sociedade (MANTOAN, 2003).
  12. 12. 12Assim, o ambiente observado, busca diariamente estabelecer ações para quea escola possa ser um espaço onde todos tenham os mesmos direitos e deveres,tratando a questão que envolve a diversidade como um viés capaz de garantir atodos os envolvidos nesse contexto papel ativo e determinante.Nesse cenário, visualizou-se que constantemente a prática pedagógica deveser revista, uma vez que o processo de inclusão propõe essa dinâmica à medida quesão propostas mudanças de paradigmas, onde se parte de um modelo único deeducação para uma proposta onde a ressignificação torna-se constante aliada doeducador para efetivar a política de educação.Assim, o docente precisa criar condições para construir conhecimentos sobreas técnicas computacionais, entendendo e dominando essa área para que possaintegrar a sua prática pedagógica, superando barreiras que vão de ordemadministrativas à pedagógicas, voltando-se aos interesses de cada aluno e suasparticularidades (VALENTE, 1991).É pertinente salientar que frente ao desafio proposto pela inclusão, asobservações e os dados coletados pela entrevistada, entende-se que a formaçãocontinuada e a qualificação relacionada ao tema fazem-se necessárias,principalmente quando falamos em Tecnologias da Informação e Comunicação, indoalém do domínio e manuseio da máquina e sim, através de conhecimentos teóricose práticos e da ressignificação diária do fazer pedagógico, unindo competências quedesenvolvam antes de qualquer ato as capacidades e habilidades do educador noseu próprio fazer docente.Em um apanhado do questionário respondido pela educadora regente desseLaboratório foi possível observar que embora o uso das Tecnologias de Informaçãoe Comunicação seja contemplado no Projeto Pedagógico da escola, a educadorautiliza os recursos das TIC através de projetos, facilitando a sua interface com outrasáreas de saberes de forma lúdica e criativa. Também no questionário, foi possívelobservar que há uma preocupação no uso desse Laboratório em desenvolverhabilidades e competências aos seus alunos respeitando o ritmo próprio de cadaum, tornando-se agente facilitador do processo de ensino e aprendizagem.As respostas da educadora apontam que a mesma sente-se despreparadapara a efetivação da prática pedagógica uma vez que relata que os cursos querealizou trazem somente informações básicas que acabam por ser insuficientes,pois, ajudaram apenas no domínio técnico dos comandos do computador.
  13. 13. 13No que tange o âmbito da inclusão, a mesma refere-se na questão 7, doApêndice B, que:Entendo que o processo de inclusão é um grande desafio pessoal e emminha prática, porém traz obstáculos que devo trabalhar todos os dias, umavez que o aluno incluso em minha turma apresenta uma necessidadeespecial que quase não há teoria para me auxiliar.Assim é visível que o fenômeno de inclusão existe, porém é necessário quealém de qualificação contínua, a formação inicial também é necessária e requergrande base para a atuação nessa área de avanços tecnológicos e de comunicaçãoaliadas as competências e habilidades que resultam na prática inclusiva.A partir do observado e das questões respondidas pela educadora, emrelação as possíveis contribuições que as Tecnologias de Educação e Informaçãopodem estar trazendo ao processo de ensino e aprendizagem desse aluno incluso éviável pontuar; que tendo em vista o engajamento das TIC com uma educação dequalidade, agrega-se valores a prática pedagógica quando as aulas no Laboratóriode Informática possam estar sendo elaboradas sob um olhar lúdico, prazeroso ereflexivo, trazendo um leque de possibilidades que podem desafiar experiências eaprendizagens de uma maneira espontânea e positiva, onde o educador torna-semediador desse processo. Nesse sentido a entrevistada descreve, quando respondea questão 8, do Apêndice B que:Vejo que ele se sente bem a vontade no laboratório, realiza as atividadesque proponho, um pouco devagar, mas faz, brinca e conversa com oscoleguinhas. O computador acaba sendo um meio fácil que ajuda noaprendizado no laboratório e em outras situações que poderão surgir atémesmo na sala de aula.Dentre as habilidades e competências desenvolvidas pela turma, quepossibilitam o processo de ensino e aprendizagem desse aluno incluso, portador dehidrocefalia, instigados pela prática pedagógica observada, salienta-se o avanço,dentro de seu ritmo próprio, obedecendo suas fragilidades e promovendo maiorespotencialidades como por exemplo ao manusear o mouse o que traz benefícios aoseu desenvolvimento motor, ao gosto por querer desenvolver atividades com ainteração com jogos, a percepção de letras, números e códigos desenvolvendo suashabilidades para a escrita e leitura, o uso de mídias para assistir um filme, escutaruma música, realizar desenhos, navegar na internet, demonstrando acima de tudo,
  14. 14. 14embora lentamente, um pensamento estruturado dentro da cultura digital e do fazerpedagógico e contribuindo de forma favorável a socialização e a inclusão.Para Valente (1991, p. 13), os recursos que as tecnologias oferecem tornam-se facilitadores e promotores de mudanças que vão desde o contexto escolar até asrelações estabelecidas pelo dia-a-dia, pois, conforme vão sendo descobertas essastecnologias, vão sendo descobertas, também, maneiras de utilizá-las,proporcionando a troca de experiências e novos saberes.Nas respostas trazidas pela educadora evidencia-se que há uma buscaconstante pelo desenvolvimento de potencialidades relacionadas ao processo deensino e aprendizagem do aluno incluso, porém a mesma acredita que o muito quefaz ainda é pouco, tendo em vista a dimensão que o processo de inclusão requer.Quando indagada a responder sobre as possibilidades das Tecnologias deInformação e Comunicação estarem contribuindo para o processo de ensino eaprendizagem de seu aluno com hidrocefalia, refere que as atividades, conteúdos eações que busca realizar, desenvolvem potencialidades que contribuem mais para odesenvolvimento motor do que cognitivo de seu aluno e que necessitaria demotivação e capacitação constante para assim atingir os pressupostos que ainclusão e a prática pedagógica propõem. Isso fica evidente quando coloca, naquestão 9 do Apêndice B que:(...) faço o que posso, vejo que é pouco, aliás, muito pouco. Falta umpreparo maior e um investimento apropriado nessa área como umainfraestrutura melhorada e uma melhor remuneração. Eu cumpro com o quea escola pede, mas a maneira como estou fazendo penso que pode sermelhorada, pois hoje acabo privilegiando somente o lado motor dessealuno.Finalizando, acredita-se serem favoráveis e desafiantes as contribuições dasTecnologias de Informação e Comunicação, quanto ao processo de ensino eaprendizagem de uma criança com hidrocefalia a partir de uma ressignificação dofazer pedagógico e da capacitação contínua dos profissionais engajados nessacausa, comprometidos com uma educação de qualidade e mediadores do processode construção do conhecimento, oferecendo possibilidades de interação ecomunicação a todos os seus educandos.Almeja-se um profissional crítico e que tenha o seu respaldo diário, napesquisa, na ação e na reflexão como fatores relevantes de crescimento pessoal etambém voltado ao desenvolvimento de possibilidades para o educando na
  15. 15. 15construção do conhecimento, preparando-o para conviver numa sociedade que acada dia torna-se mais equiparada pela tecnologia. Assim, as palavras de Coscarelli(2006, p. 25), tornam-se pertinente quando diz que o “valor da tecnologia não estánela em si mesma, mas depende do uso que dela fazemos”.7. CONSIDERAÇÕES FINAISComo profissionais da área da educação, é intrínseco e essencial preocupar-se constantemente em buscar um maior entendimento, compreensão e reflexão dasdiferenças existentes na sociedade, agregando valores aos conhecimentos econceitos já adquiridos, contribuindo para uma melhor inclusão de sujeitos comnecessidades educativas especiais, auxiliando na promoção e melhoria dascondições de acolhimento dessa demanda.Assim considerando o avançado crescimento das Tecnologias de Informaçãoe Comunicação no cotidiano e também no âmbito escolar enfatizo a importância dautilização dos recursos e ferramentas aliados ao fazer pedagógico comocomplemento ao processo de ensino e aprendizagem, possibilitando a aquisição denovos conceitos e ressignificações por parte do aluno e do educador, por um viésonde a escola torna-se parceira essencial ao processo de democratização epromotora de ações reflexivas e cidadãs, uma vez que a diversidade eheterogeneidade são desafios considerados emergentes e, a inclusão torna-se reale pertinente agregada a essas tecnologias.Entende-se que as Tecnologias de Informação e Comunicação trazem umleque de novos horizontes e possibilidades de interação entre as pessoas.Assim, acredita-se ter contribuído na ampliação dos conhecimentos acerca douso das Tecnologias de Informação e Comunicação em âmbito escolar com o intuitode aprofundar diálogos e questões que tangem as tecnologias indo de encontro anovos horizontes que desencadeiam os processos de ensino e aprendizagemdesenvolvendo em sua prática, autonomia, motivação, criatividade e outros atributosque possibilitam o desenvolvimento e adequação dos interesses dos alunos,estabelecendo e respeitando ritmos próprios de aprendizagem e oportunizando aoeducador um leque flexível de possibilidades e estratégias que fomentem a práticapedagógica.
  16. 16. 16Sabe-se que essa pesquisa é de relevância, bem como o investimento àcapacitação e qualificação dos educadores, uma vez que enquanto profissionaisvoltados e comprometidos com a promoção de ações reflexivas e cidadãs deve-secontemplar a diversidade e a heterogeneidade, considerando-os desafiosemergentes de nosso cotidiano e, assim tornando a inclusão de portadores denecessidades educativas especiais, real e pertinente agregada à importância dosrecursos que as Tecnologias de Comunicação e Informação dispõem a serviço daeducação.REFERÊNCIASBRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei nº. 9394/96.Brasília: Câmara dos Deputados; 1996.BRANDÃO, E.J.R. Informática e Educação: uma difícil aliança. Passo Fundo:UPF, 1994.COSCARELLI, Carla Viana. Novas tecnologias, novos textos, novas formas depensar. 3.ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2006.GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 4 ed. São Paulo: Atlas,2002.MANTOAN, Maria Teresa Eglér. Texto publicado em Espaço: Informativo técnico -cientifico do INES, nº. 13 (janeiro-junho 2000), Rio de Janeiro: INES, 2000.MANTOAN, Maria Tereza Eglér. Inclusão escolar: O que é? Por quê? São Paulo:Moderna; 2003.MARINS, S.C. e PALHARES, M.S. Escola inclusiva. São Carlos: EDUFCAR, 2002.MESQUITA, H. (2001). Educação especial em Portugal no último quarto doSéculo XX. Dissertação de Doutoramento, Universidad de Salamanca, Faculdad deEducación, Salamanca.MIRANDA, J.R.; CARMO, A.A. Metas e estratégias de ações poítico-pedagógicasvoltadas para a inclusão do aluno com necessidades educacionais especiaisnas aulas de educação física do sistema regular de ensino. Revista daSOBAMA, Rio Claro, v.6, n.1, p.47-49, dez. 2001.MORAN, José Manuel. Internet no ensino. Comunicação e Educação. São Paulo:Companhia das Letras, 1995.
  17. 17. 17MORATO, P., & SANTOS, S. Comportamento Adaptativo. Coleção EducaçãoEspecial. Porto: Porto Editora, 2002.TRIVIÑOS, Augusto N. S. Introdução à pesquisa em ciências sociais: a pesquisaqualitativa em ciências sociais. São Paulo: Atlas, 1987.UNESCO. Declaração de Salamanca e Linhas de Ação sobre NecessidadesEducativas Especiais. Brasília: Corde, 1994.VALENTE, José Armando (org). Liberando a mente: computadores na educaçãoespecial. Campinas: UNICAMP, 1991.ZIEGUEL, E.E. Enfermagem obstétrica. 8, ed. Rio de Janeiro: Ed. Guanabara,1985.Nome do autor: Janaína da Silva Antunes – janatutora@hotmail.comNome do orientador: Profª. Drª. Reinilda de Fátima Berguenmayer Minuzzi –reinilda.minuzzi@gmail.com
  18. 18. 18APÊNDICESAPÊNDICE A – TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDOPelo presente termo de consentimento, declaro que fui informado (a) de formaclara, das justificativas, dos objetivos e dos procedimentos da pesquisa INTITULADA“Contribuições das Tecnologias de Comunicação e Informação (TIC) no Processo deEnsino e Aprendizagem de uma criança com hidrocefalia a partir da percepçãodocente”.Objetivos da pesquisa: Geral: Investigar as possíveis contribuições dasTecnologias de Informação e Comunicação no processo de ensino aprendizagem deuma criança com hidrocefalia. Objetivos Específicos: Identificar as possíveispotencialidades de aprendizagem de uma criança com hidrocefalia; Verificar asferramentas e recursos das TIC adotadas na prática educativa inclusiva a fim decontribuir para esse processo acerca da visão do educador.A coleta de dados será por meio de questionário semi-aberto, oportunizandoao respondente, escolher sua resposta ou acrescentar alternativa a partir do seuponto de vista. Segundo Gil (2002), o questionário é um instrumento que se constróia partir de perguntas sem a presença do entrevistador.A pesquisa observará também a sua adequação no que diz respeito aosprincípios científicos que a justifiquem e com possibilidades concretas de respondera incertezas, prevalecendo sempre às probabilidades dos benefícios esperadossobre os riscos previsíveis, tanto individuais como coletivos.A necessidade da presente pesquisa justifica-se por entender que, ao fazeruma escolha profissional o sujeito precisa gostar conhecer e ter afinidade com aárea que pretende atuar. Assim escolha da profissão deve ser tratada comseriedade, responsabilidade e maturidade. Portanto, segundo Imbernóm (2006, p.24), “a profissão é um conceito que, no campo das ações, alude a um modoparticular de exercê-la. Não é um termo cujos limites de aplicação encontram-sedefinidos. Ele comporta as mais variadas ocupações”.Neste termo considerando-me livre e esclarecido (a), consinto em participarda pesquisa proposta, resguardando à autora do projeto a propriedade intelectual.A especializanda do Curso de Pós Graduação em Tecnologias de Informaçãoe Comunicação, responsável por este estudo, é Janaína da Silva Antunes e, está
  19. 19. 19sendo desenvolvida sob a orientação da Professora Drª. Reinilda de FátimaBerguenmayer Minuzzi, que poderão ser contatadas sempre que necessário pelostelefones: 055- 3217-1734 e 055- 8401-8963.Data: ____/____/2012.Nome do responsável: _________________________________________________Testemunhas:________________________________________________________Assinatura :__________________________________________________________Nome da pesquisadora :________________________________________________Telefone para contato__________________________________________________Assinatura___________________________________________________________
  20. 20. 20APÊNDICE B – QUESTIONÁRIOPrezado (a) Participante:Por meio desta, solicito sua colaboração para a aplicação do presente questionárioque embasará o artigo final para obtenção do título de especialista em Tecnologiasda Informação e Comunicação Aplicadas à Educação da Universidade Federal deSanta Maria referente ao desenvolvimento da pesquisa que tem como titulo“Contribuições das Tecnologias de Comunicação e Informação (TIC) no Processo deEnsino e Aprendizagem de uma criança com hidrocefalia a partir da percepçãodocente”.As informações deste questionário serão confidenciais e, serão divulgadas apenasem eventos ou publicações cientificas, não havendo identificação dos voluntários,sendo assegurado o sigilo sobre sua participação.Sem mais, desde já agradeço por sua participação para o aprendizado pessoal eaprofundamento do tema em questão.Janaína da Silva AntunesEspecializanda em Tecnologias da Informação e Comunicação Aplicadas à EducaçãoMatricula Institucional 201170398Universidade Federal de Santa MariaReinilda de Fátima Berguenmayer MinuzziProfessora Doutora e Orientadora da PesquisaCurso de Tecnologias da Informação e Comunicação Aplicadas à EducaçãoSanta Maria, setembro de 2012.
  21. 21. 21Dados do Entrevistado (a)Formação:Tempo de atuação:Possui formação/ capacitação na área das TIC:Dados da EscolaIdentificação da Escola:Dados da TurmaIdentificação da Turma:Turno de funcionamento:Nº. de alunos na turma:Dados do Laboratório de InformáticaDias e turnos de funcionamento do Laboratório:Nº. de computadores no Laboratório:1-Existe algum responsável pelo planejamento/ desenvolvimento de projetos eações que contemplem a área de Tecnologias de Comunicação e Informação emsua escola?( ) Sim( ) Não2- A utilização das TIC está contemplada no plano de ações diárias de sua turma,respeitando as individualidades e o ritmo próprio de aprendizagem de cada criança,em particular, os alunos com necessidades educativas especiais?( ) Sim( ) Não( ) Em Parte
  22. 22. 223- Você sente-se preparado para o trabalho com a diversidade e inclusão decrianças com necessidades educativas especiais em classe regular?( ) Sim( ) Não( ) Em Parte4- Você consegue desenvolver um trabalho em conjunto com o professorresponsável pela turma, focado no desenvolvimento das potencialidades eparticularidades dos alunos com necessidades educativas especiais?( ) Sim( ) Não( Em Parte5- Em sua opinião, você acredita que sua prática colabora para o desenvolvimentode seus alunos em especial das crianças com necessidades educativas especiais,oportunizando situações em que todos tenham acesso as Tecnologias deInformação e Comunicação (TIC)?_________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________6- Em sua opinião, você faz uso dos recursos e ferramentas que as Tecnologias deInformação e Comunicação (TIC) disponibilizam embasando sua prática econtribuindo para o avanço do processo de ensino e aprendizagem dos alunos, emespecial das crianças com necessidades educativas especiais?_________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________7- Em quais aspectos, em sua opinião, você acredita que esteja colaborando para aaprendizagem das crianças com necessidades educativas especiais?_________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
  23. 23. 238- Como você avalia a aprendizagem de seus alunos nas atividades desenvolvidasno Laboratório de Informática? De que maneira?_________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________9- Em sua opinião, você sente-se preparado para o trabalho com a inclusão decrianças com necessidades educativas especiais?_________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________10 – Você, em sua opinião busca formação e capacitação voltadas à área dasTecnologias de Informação e Comunicação, de que forma?_________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

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