Tratado de história eclesiástica - volume 1

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Tratado de história eclesiástica - volume 1

  1. 1. Tratado De História Eclesiástica Padre Rivaux Volume 1 DIRETOR DO SEMINÁRIO MAIOR DE GRENOBLE Traduzido da sexta edição consideravelmente aumentada e continuada até 1876 Por FRANCISCO LUIZ DE SEABRA BACHAREL EM DIREITO PELA UNIVERSIDADE DE COIMBRA, CAVA- LEIRO DA ORDEM DE CRISTO E PÁROCO DE CACIA 1ª edição 2011 Brasília-DF
  2. 2. © 2011 Editora Pinuswww.editorapinus.com.brTodos os direitos reservados.Título Original:Cours d’histoire Ecclésiastique à l’usage des grands séminaires.Tradução:Padre Francisco Luiz de SeabraRevisão:Cláudia Helena Carvalho (do início até o quinto século) eTelma Iara Mazzocato (do sexto século até o m).Capa e diagramação:Yara Borghi CampiImagens da capa:Leonardo Barbosa e Cristiano Galbiati / SXC Tratado de história eclesiástica / Pelo Padre Rivaux; traduzido da sexta edição consideravelmente aumentada e continuada até 1876 por Francisco Luiz de SEABRA. – Brasília : Editora Pinus, 2011. 2 v. ISBN: 978-85-63176-05-9 1. História eclesiástica. 2. Igreja Católica – História. I. Seabra, Francisco Luiz de. II. Título. CDU 272-9
  3. 3. Índice Introdução 15 Ação de Deus na conservação da verdade religiosa, desde Adão até Moisés. Ação de Deus na conservação da verdade religiosa, desde Moisés até Jesus Cristo. Jesus Cristo. Sua missão. A Igreja católica. Sua missão. Objeto e plano deste Tratado de História. Primeira Época 25Primeiro Século .........................................................25 Lance de vista geral sobre a primeira época. Eleição de S. Matias e saída do cenáculo. S. Pedro abre a pregação evangélica e converte oito mil judeus. Vida comum e edi cante dos primeiros cristãos. Diferença entre ela e o comunismo moderno. Tremendo castigo de Ananias e de Sa ra. Furor da sinagoga contra os Apóstolos. Ordenação dos sete diáconos. Martírio de Santo Estêvão. Conversão de S. Paulo. Visita de S. Paulo a S. Pedro. S. Tiago Menor é instituído bispo de Jerusalém. Con rmação dada aos samaritanos. Simão Mago, primeiro heresiarca. Erros de Simão Mago. Apolônio de Tiana. Supostos milagres de Apolônio de Tiana. Visita pastoral de S. Pedro a Lida, a Jope e a Cesareia. Dispersão dos Apóstolos, seu símbolo, seus poderes extraordinários. O apostolado e o episcopado. Semelhança e diferença entre ambos. Diferentes missões de S. Pedro. Estabelece a sua sede em Antioquia. Relíquias de S. Tiago Maior em Compostela, na Espanha. Pregação e morte dos outros Apóstolos. Evangelho de S. Mateus. Morte de Tibério. Calígula. Fim desgraçado de Pilatos e de Herodes Antipas. Perseguição em Jerusalém. Martírio de S. Tiago Maior. Prisão de S. Pedro. Morte do rei Agripa. S. Pedro xa a sua sede em Roma. Provas deste fato. Origem dos três primeiros patriarcados. Evangelho de S. Marcos. Primeira Epístola de S. Pedro. Missão de Paulo e de Barnabé. Conversão do procônsul Sérgio Paulo. Paulo e Barnabé são tidos por deuses por causa dos seus milagres. Disputas em Antioquia sobre as observâncias legais. Concílio de Jerusalém. Norma e princípio de autoridade estabelecido no concílio de Jerusalém. Admoestação de S. Paulo a S. Pedro acerca das observâncias legais. Separação de Paulo e de Barnabé. Epístola e morte de S. Barnabé. Missões de S. Paulo com Lucas e Silas. S. Paulo em Filipos. S. Paulo em Atenas. Dionísio Areopagita. Seus escritos. S. Paulo em Corinto. Suas duas Epístolas aos tessalonicenses. Evangelho de S. Lucas. S. Paulo em Éfeso. Epístola de S. Paulo aos gálatas. Primeira Epístola de S. Paulo aos coríntios. Origem da autoridade e do poder dos bispos para decidir em matéria civil. Trabalhos, sofrimentos, milagres de S. Paulo em Éfeso. Segunda Epístola aos coríntios. Epístola de S. Paulo aos romanos. S. Paulo em Trôade. Aí celebra o domingo. S. Paulo em Mileto. S. Paulo em Jerusalém ante o conselho dos judeus. S. Paulo na presença de Félix, de Festo e de Agripa. S. Paulo enviado a Roma. Martírio de S. Tiago Menor. Epístola de S. Tiago Menor. Epístola de S. Paulo aos lipenses. Epístola de S. Paulo a Filêmon. Epístola de S. Paulo aos colossenses. Epístola de S. Paulo aos efésios. Epístola de S. Paulo aos hebreus. S. Paulo volta ao Oriente. S. Pedro e S. Paulo tornam a entrar em Roma. Nero imperador. Sua índole. Primeira perseguição no tempo de Nero. Morte de Simão Mago. Prisão de S. Pedro e de S. Paulo. Segunda Epístola de S. Pedro. Segunda Epístola de S. Paulo a Timóteo. Fundação das primeiras Igrejas das Gálias. Martírio de S. Pedro e de S. Paulo. Estado de desolação do povo judaico.
  4. 4. Presságios e prodígios pavorosos em Jerusalém. Guerra dos romanos contra os judeus. Morte de Nero. Vespasiano imperador. Supostos milagres de Vespasiano. Assédio e ruína de Jerusalém. Estado do povo judaico depois da ruína de Jerusalém. Testemunho que dá à Igreja. Primeiros hereges. Testemunhos que eles dão à Igreja. Começo do gnosticismo. Seita dos cerintianos, dos ebionitas, etc. Seita dos docites, dos nicolaítas, etc. Recurso da igreja de Corinto ao Papa S. Clemente. Resposta do Papa. Os cânones dos Apóstolos. O Livro do Pastor. Segunda perseguição no tempo de Domiciano. S. João lançado numa caldeira cheia de azeite a ferver, junto da Porta Latina. Apocalipse de S. João. Evangelho e Epístolas de S. João. Últimos anos e morte de S. João. Método de ensino dos protestantes condenado pelo de Jesus Cristo e dos Apóstolos.Segundo Século .........................................................106 Trajano, imperador. Carta de Plínio, o Moço, a Trajano. Resposta deste príncipe. Terceira perseguição durante Trajano. Martírio de S. Inácio de Antioquia. Culto prestado às relíquias de Santo Inácio. Cartas de Santo Inácio. Sua doutrina a respeito de Jesus Cristo e da hierarquia eclesiástica. Absurdo e contradição das razões alegadas pelos protestantes contra a existência de uma hierarquia e um governo verdadeiramente eclesiásticos, nos primeiros séculos. Morte de Trajano. Adriano imperador: seu caráter. Adriano continua a perseguição. Adriano reedi ca Jerusalém. Talmud dos judeus. Antonino, o Piedoso, imperador, deixa perseguir os cristãos. Novas seitas de gnósticos. Doutrina comum aos gnósticos. Identidade da doutrina da Igreja primitiva com a da Igreja atual. Con ssão dos gnósticos sobre os milagres de Jesus Cristo. Erros dos milenários. Celso, lósofo epicúrio. Primeiros padres apologistas. S. Justino e sua grande apologia. Questão da páscoa entre o Papa S. Aniceto e S. Policarpo. Morte de Antonino, o Piedoso. Marco Aurélio e o seu caráter. Quarta perseguição no tempo de Marco Aurélio. Martírio de S. Policarpo. Culto prestado às suas relíquias. Martírio de S. Justino. Outros padres apologistas. Catálogo dos livros do Antigo Testamento, por S. Militão. Milagre da legião fulminante. Outras seitas dos gnósticos. O modalismo, erro antitrinitário. Heresia dos montanistas. Os Papas Eleutério e Vítor falsamente acusados de montanismo. Martírio de S. Potino e de seus companheiros. Martírio de S. Alexandre, de S. Epípode, de S. Sinforiano, etc. Morte de Marco Aurélio. Cômodo, imperador. Questão da páscoa renovada durante o Papa S. Vítor. Supremacia do Papa na questão da páscoa. S. Irineu e seus inscritos. Fundação da escola católica de Alexandria. Clemente de Alexandria e seus inscritos. Outros escritores eclesiásticos do século II. Três versões da Sagrada Escritura. Pregação do Evangelho na Inglaterra.Terceiro Século ........................................................146 Quinta perseguição no tempo de Sétimo Severo. Mártires em Alexandria. Mártires em Cartago. Numerosos e célebres mártires nas Gálias. Tertuliano e seus escritos. Uso do sinal da cruz, da água benta, do pão bento, etc. Diversos jejuns dos primeiros cristãos. Queda de Tertuliano. Orígenes e seus escritos. Erros atribuídos a Orígenes. Outros escritores eclesiásticos do século III. Philosophumena. Importância deste escrito. Alexandre Severo imperador. Edi cação das primeiras Igrejas cristãs. Sexta perseguição no tempo de Maximino. Príncipes mártires. Filipe imperador. Numerosos missionários enviados às Gálias pelos sumos pontí ces. S. Gregório, o Taumaturgo. Escola neoplatônica ou eclética. Pretenso platonismo dos primeiros padres da Igreja. Noet e vários outros hereges. Sétima perseguição. Principais mártires. Morte de Orígenes. S. Paulo, primeiro eremita. Apostasia de vários cristãos na perseguição de Décio. Cisma dos libeláticos. Apelação dos libeláticos para Roma.
  5. 5. Cisma e heresia dos novacianos. Novaciano, primeiro anti-Papa. S. Cipriano e seus escritos. Origem e natureza da penitência pública. Decreto do concílio de Cartago a respeito do batismo das crianças. Questão do batismo dos hereges. Pendência de S. Cipriano com o Papa a respeito do batismo dos hereges. Falsas acusações dos protestantes contra o Papa S. Estêvão e a infalibilidade dos Papas. Invasão dos bárbaros no império romano. Oitava perseguição no reinado de Valeriano. Martírio do diácono S. Lourenço. Martírio de S. Cipriano. Numerosos mártires na África, na Espanha, nas Gálias, etc. Martírio de S. Cirilo em Cesareia da Capadócia. S. Félix de Nola. Terrível m do imperador Valeriano. Aurélio imperador. Heresias de Sabélio e de Paulo de Samósata. Notável sentença do imperador Aureliano a respeito de Paulo de Samósata. Heresia dos maniqueus. Duração do maniqueísmo e sua a nidade com as sociedades secretas. Nova perseguição no reinado de Aureliano. Principais mártires. Diocleciano e Maximiano Hércules, imperadores. Máximo Galério e Constâncio Cloro, Césares. Grande número de mártires. Martírio da legião tebana.Quarto Século ..........................................................203 Décima perseguição durante Diocleciano. In nidade de mártires em todos os lugares. Martírio do Papa S. Marcelino. O conceito que se deve formar a respeito da sua queda. Castigo e morte dos tiranos. Constantino marcha contra Maxêncio. Aparecimento da cruz a Constantino. Certeza deste prodígio. Vitória de Constantino sobre Maxêncio. Ele dá a paz à Igreja. Ação divina no estabelecimento da Igreja. Segunda Época 217 ÉPOCA DAS GRANDES HERESIAS Re exões sobre o novo estado da Igreja no século IV. Progresso de que é suscetível a verdade católica. Admirável economia da Providência nas diferentes situações da Igreja. Últimos anos de Maximino. Perseguição e numerosos mártires. Morte de Maximino. Perseguição de Licínio no Oriente. Sua morte. Leis de Constantino a favor da religião cristã. Imunidades eclesiásticas. Donativos feitos às Igrejas. Palácio de Latrão concedido aos Papas. Arnóbio e seus escritos. Lactâncio e seus escritos. Eusébio de Cesareia e seus escritos. Cisma dos donatistas. Concílios de Latrão e de Arles contra os donatistas. Excessos dos donatistas circunceliões. Cânones disciplinares dos concílios de Arles, de Ancira e de Neocesareia. Começo da vida monástica: S. Antônio, S. Pácomo e S. Hilarião, etc. Modo de viver dos frades. Numerosos milagres dos padres do deserto. Utilidade dos conventos. Ário. Sua heresia e suas intrigas. Ponto de partida e fundamento do arianismo. Eusébio de Nicomédia, fautor do arianismo. Concílio de Niceia, primeiro ecumênico. Os legados do Papa presidem o concílio de Niceia. Conferências particulares com os arianos. Sessão pública e solene do concílio de Niceia, estando presente Constantino. De nição dogmática do concílio de Niceia. A palavra consubstancial. Cânones do concílio de Niceia sobre a páscoa, o celibato, o primado de Roma, etc. Cânones do concílio de Niceia concernentes à hierarquia eclesiástica, ao batismo dos hereges, etc. Carta sinodal do concílio de Niceia. Aprovação e con rmação pelo Papa S. Silvestre. Festa do imperador Constantino e partida dos bispos. S. Atanásio, patriarca de Alexandria. Constantino manda edi car um grande número de igrejas. Invenção da verdadeira cruz por Santa Helena. Fundação de Constantinopla. Conversão dos godos e abissínios. Constantino, enganado, favorece os arianos. Ódio e calúnias dos arianos contra S. Atanásio.
  6. 6. Conciliábulo de Tiro contra Atanásio. Primeiro exílio de S. Atanásio. Morte deÁrio. Morte de Constantino. O imperador Constâncio protege o arianismo. Oimperador Constantino, o Moço, restabelece S. Atanásio na sua Igreja. Concíliosde Antioquia e de Alexandria por causa de S. Atanásio. Cânones do concílio deAntioquia. Segundo exílio de S. Atanásio. Excessos dos arianos em Alexandria.Zelo de Santo Antônio em defesa dos católicos. Sentença do Papa S. Júlio afavor de S. Atanásio e de vários bispos do Oriente, depostos pelos arianos. Açãoe suprema autoridade dos Papas sobre as igrejas do Oriente e do Ocidente. Cruelperseguição de Sapor, rei da Pérsia. Principais mártires. Concílio de Sárdica.Cânones do concílio de Sárdica. Direito de apelação para Roma con rmadopelos cânones de Sárdica. Primado do Papa falsamente atribuído aos cânones deSárdica. Conciliábulo ariano em Filipópolis na Trácia. O imperador Constânciopede uma igreja de Alexandria para os arianos. Hábil recusa de S. Atanásio. Fimdo segundo exílio de S. Atanásio. Constâncio, único senhor do império, apoia oarianismo com todas as suas forças. Conciliábulos de Arles e de Milão. Exílio doPapa Libério. Últimos anos de Ósio. Sua morte. Terceiro exílio de S. Atanásio.S. Hilário de Poitiers. Seu exílio. Variações e decadência do arianismo. Trêsdiferentes fórmulas de fé redigidas em Sirmium pelos arianos. Fim do exílio doPapa Libério. O que se deve pensar a respeito da culpa do Papa Libério. Divisão dosarianos. Arianos puros: seus chefes. Seita dos semiarianos. Concílio de Selêucia.Concílio de Rimini. Apreciação dos atos do concílio de Rimini. Exageração noque disseram a respeito da defecção dos bispos depois do concílio de Rimini.Regresso de Santo Hilário às Gálias. Primeiro concílio de Paris. Morte doimperador Constâncio. Causas dos progressos do arianismo. Juliano, o Apóstata,imperador. Gênero de perseguição empregado por Juliano contra a Igreja. Fimdo terceiro exílio de S. Atanásio. Trabalhos literários dos dois Apolinários e deS. Efrem. Juliano começa a empregar a violência contra os cristãos. Quartoexílio de S. Atanásio. O imperador Juliano obrigado a render homenagem aocristianismo. Atrocidades do imperador Juliano contra os cristãos. Sacrilégio epunição do conde Julião, tio do imperador. Escritos de Juliano contra os cristãos.O imperador Juliano tenta reedi car o templo de Jerusalém. Morte de Juliano,o Apóstata. Joviano, imperador. S. Atanásio regressa à sua igreja. Valentinianoe Valente, imperadores. O imperador Valente protege o arianismo. Morte de S.Hilário. Seus escritos. Morte de S. Atanásio. Seus escritos. Começos de S. Basílioe S. Gregório. S. Basílio funda mosteiros e dá-lhes regras. S. Basílio arcebispode Cesareia. S. Basílio perante o prefeito Modesto. O imperador Valente tremediante de S. Basílio. Contenda entre S. Basílio e Antimo a respeito da jurisdiçãoeclesiástica. Escritos de S. Basílio. Autoridade da tradição. Diversas classesde penitentes públicos. Testemunho de S. Basílio a favor da presença real epermanente de Jesus Cristo na Eucaristia. Testemunho de S. Basílio em apoio dacon ssão. Morte de S. Basílio. Começos de S. Ambrósio. S. Ambrósio arcebispode Milão. Começos de S. Jerônimo. Desunião na Igreja de Antioquia. S. Jerônimoconsulta o Papa S. Dâmaso a respeito da desunião na Igreja de Antioquia. S.Jerônimo durante a sua estada em Roma. S. Jerônimo xa a sua morada emBelém. Começos de Santo Agostinho. Conversão e batismo de Santo Agostinho,em Milão. Santo Agostinho perde sua mãe. Santo Agostinho é promovido aosacerdócio e depois à sé de Hipona. Multidões de doutores de segunda ordem noséculo IV. S. Martinho de Tours. S. Paciano de Barcelona. Dídimo, de Alexandria.S. Cirilo de Jerusalém. Seus escritos. S. Gregório de Nissa. Seus escritos. SantoEusébio de Verceil. Sua morte. S. Efrem. Seus escritos. Sua morte. S. Optato.Seus escritos. Sua morte. S. Anfíloco de Icônio. Sua morte. S. Epifânio, bispo deSalamina. Seus escritos. S. Paulino de Nola. Seus escritos. S. Gaudêncio, bispode Bréscia. Sulpício Severo. Seus escritos. Sua morte. Ru no. Seus escritos.Gênio dos padres do século IV; sua submissão à Igreja. Lúcifer de Cagliari. Seusescritos. Seu cisma. Sua morte. Apolinário, o Moço. Seus erros. Sua morte.
  7. 7. O Papa S. Dâmaso. Decretal do Papa S. Sirício. Graciano I imperador. Leis do imperador Graciano a favor da religião. Teodósio, o Grande, imperador. Virtudes do imperador Teodósio. Morticínio em Tessalônica. Firmeza de S. Ambrósio. Admirável arrependimento de Teodósio. Leis do imperador Teodósio a favor da religião. Heresia dos macedônios. Segundo concílio ecumênico, celebrado em Constantinopla. Eleição de Nectário. Recurso a Roma. Cânones disciplinares do concílio de Constantinopla. Multidão de concílios particulares no IV século. Cânones disciplinares do concílio de Laodiceia. Concílios de Turim e de Toledo. Cânones disciplinares de três concílios de Cartago. Supressão do penitenciário em Constantinopla e no Oriente. Assassinato do imperador Graciano. Máximo usurpador. Erros dos priscilianistas. Erros de Fotino. Erros de Aério, de Helvídio e de Joviniano. Erros de Vigilâncio. Morte de S. Gregório de Nazianzo. Seus escritos. Doutrina da Igreja e dos doutores do IV século a respeito do culto dos santos. Morte dos imperadores Valentiniano e Teodósio. Morte de S. Ambrósio. Escritos de S. Ambrósio. Estado orescente da vida monástica. Oração, trabalhos e esmolas dos monges. Solitários extraordinários. Efeitos salutares do heroísmo monástico sobre a sociedade no século IV. Começos de S. João Crisóstomo. S. João Crisóstomo arcebispo de Constantinopla.Quinto Século...........................................................375 Zelo de S. João Crisóstomo na reforma dos abusos. Perseguição contra S. João Crisóstomo. Conciliábulo do subúrbio da Calcedônia. Condenação e primeiro exílio de S. João Crisóstomo. Segundo exílio de S. João Crisóstomo. Decisão do Papa Inocêncio I a favor de S. João Crisóstomo. Escritos de S. João Crisóstomo. Morte de Arcádio. Teodósio, o Moço, imperador do Oriente. Tomada de Roma por Alarico. Decadência do império do Ocidente. Calúnias contra o cristianismo por causa da decadência do império romano. Tratado da Cidade de Deus por Santo Agostinho. Célebre conferência em Cartago contra os donatistas. Generosidade de Santo Agostinho e dos bispos da África. Heresia dos pelagianos. Concílios de Cartago, de Dióspolis e de Mileve contra os erros de Pelágio. Sentença do Papa Inocêncio I contra os pelagianos. Autoridade da sentença de Inocêncio. Cartas do Papa Inocêncio I a Decêncio, bispo de Ombria, ao clero da Espanha, ao bispo de Ruão etc. Mentiras de Celéstio e de Pelágio ao Papa Zózimo. Sentença do Papa Zózimo contra os pelagianos. O Papa Zózimo falsamente acusado de pelagianismo. Erros dos semipelagianos. Condenação do semipelagianismo. Escritos de S. Jerônimo. Sua morte. A Vulgata. Sua autenticidade. Escritos de Santo Agostinho. Sua morte. Tratados de Santo Agostinho a favor da graça e do livre-arbítrio. Tratados de Santo Agostinho contra os donatistas e os maniqueus. Cartas e sermões de Santo Agostinho. Caracteres dos escritos de Santo Agostinho. Livro das Retratações e das Con ssões. Regra de Santo Agostinho. Veneração de todos os séculos para com as relíquias de Santo Agostinho. Grande número de santos bispos nas Gálias. Multidão de mosteiros nas Gálias. Heresia de Nestório. Sentença do Papa S. Celestino contra Nestório. Terceiro concílio ecumênico em Éfeso. Decreto do concílio de Éfeso contra Nestório. O decreto do concílio de Éfeso con rmado pelo Papa. Triste m de Nestório. S. Cirilo, patriarca de Alexandria. Sua morte. Seus escritos. Santo Hilário de Arles. Seus escritos. S. Próspero de Aquitânia. Seus escritos. S. Vicente de Lerins. Seus escritos. Sua morte. S. Sidônio Apolinário. Suas virtudes. Seus escritos. Sua morte. João Cassiano. Seus escritos. Sua morte. Paulo Orósio. Seus escritos. Prudêncio. Seus escritos. S. Pedro Crisólogo, arcebispo de Ravena. S. Isidoro de Peluso. Sua morte. S. Euquério, arcebispo de Leão. Seus escritos. Teodoreto, bispo de Ciro. Seus escritos. Sócrates, Sozomeno, Filostorgo, historiadores eclesiásticos. Claudiano Mamerto. Seus escritos. Sua morte. S. Mamerto, arcebispo de Viena, institui as
  8. 8. Rogações. Sua morte. Salviano. Seus escritos. Sua morte. Heresia de Eutiques. Suas intrigas. Eutiques, deposto por seu arcebispo S. Flaviano, apela para o Papa. Conciliábulo ou Latrocínio de Éfeso. S. Leão Magno, Papa. Recurso para o Papa S. Leão contra o Latrocínio de Éfeso. Quarto concílio ecumênico na Calcedônia. Decreto do concílio da Calcedônia sobre a fé. Fé de todos os séculos em Jesus Cristo, Homem-Deus. A Igreja de Jerusalém é erigida em patriarcado no concílio da Calcedônia. Teodoreto de Ciro e Ibas de Edessa condenam Nestório, seu antigo amigo. Cânones disciplinares do concílio da Calcedônia. Cânones disciplinares de vários concílios particulares. Testemunho prestado à antiguidade de nossos dogmas pelos últimos nestorianos e eutiquianos. Zelo, trabalhos e escritos do Papa S. Leão. Desmembramento do império romano pelos bárbaros. Os vândalos, senhores da África, aí perseguem os católicos. Átila, agelo de Deus, é detido pelo Papa S. Leão. Tomada de Roma por Genserico, rei dos vândalos. Queda e m do império do Ocidente. Doutrina da Igreja dos cinco primeiros séculos conforme a da Igreja atual. Forma da antiga hierarquia eclesiástica. Origem dos cinco patriarcados. Poder supremo de Roma sobre os patriarcados. Relações entre a antiga e a nova hierarquia da Igreja. Diversos modos de eleger os bispos que se tem seguido na Igreja. Instituição canônica dos bispos. Tábua cronológica dos Papas, dos imperadores, dos principais concílios, escritores eclesiásticos e sectários. TERCEIRA ÉPOCA 441 Ação santa e civilizadora da Igreja durante esta época. Consequências naturais e lógicas desta ação da Igreja. Começo dos reinos modernos. Clóvis, rei dos francos. Seu batismo e conversão do seu povo. O Papa S. Anastácio II felicita Clóvis pela sua conversão. Reino dos ostrogodos em Itália. Reinado de Teodorico. O Papa S. Gelásio. Erro sobre a Eucaristia falsamente atribuído ao Papa S. Gelásio. Conformidade entre a liturgia de S. Gelásio e a liturgia atual. Sentença de Teodorico, rei dos ostrogodos, sobre a eleição do Papa Símaco. Últimos anos e triste m de Teodorico. Sorte de Roma no meio das revoluções políticas da Itália.Sexto Século .............................................................451 Conquistas dos francos. Morte de Clóvis. Vários santos na corte dos reis de França. Multidão de santos bispos nas Gálias. Numerosos concílios nas Gálias. Sua salutar in uência. Sua salutar in uência. Escolas episcopais, arquipresbiteriais e paroquiais nas Gálias. Escolas monásticas. S. Bento, fundador da ordem dos beneditinos. Regra de S. Bento. Sua sabedoria e salutar in uência. Os beneditinos agricultores e os beneditinos sábios. Triste estado da Igreja no Oriente. Justiniano I, imperador. Seu código. In uência do cristianismo sobre a legislação romana. Questão dos Três capítulos. Excessos dos eutiquianos acéfalos. Eleição do Papa Vigílio. Acusações contra este Papa. Exageração das acusações contra Vigílio. Sábio procedimento do Papa Vigílio na questão dos Três capítulos. Quinto concílio ecumênico em Constantinopla. Questão do origenismo no quinto concílio ecumênico. Perfeito acordo entre o quarto e o quinto concílio ecumênico sobre a questão dos Três capítulos. Morte do Papa Vigílio. Milagre operado em Constantinopla pela Eucaristia. Cânones disciplinares e vários concílios particulares. Justa proibição dos casamentos entre parentes. Calúnia contra um concílio de Macon, a respeito da alma das mulheres. Multidão de santos doutores. S. Enódio, bispo de Pavia. Seus escritos. S. Avito, bispo de
  9. 9. Viena. Seus escritos. Boécio. Seus escritos. S. Fulgênio, bispo. Seus escritos. S. Dionísio, o Pequeno. Seus escritos. Sua morte. Arator, subdiácono de Roma. Ferrand e Liberato, diáconos de Cartago. Seus escritos. Evagro, o Escolástico. Seus escritos. S. Cesário de Arles. Seus escritos. Cassiodoro. Seus escritos. S. Gregório de Tours. Seus escritos. S. Fortunato de Poitiers. Seus escritos. S. João Clímaco. Seus escritos. S. Gregório Magno, Papa. Zelo e rmeza de S. Gregório Magno. S. Gregório Magno toma o título de Servo dos servos de Deus. Diversos escritos de S. Gregório Magno. Liturgia romana no tempo de S. Gregório Magno. Conversão dos ingleses. Fundação dos bispados de Cantuária e de Rochester. Conversão dos lombardos. Conversão dos visigodos arianos de Espanha. S. Isidoro de Sevilha. Seus escritos. Liturgia moçarábica. Grande número de santos na nobreza, no episcopado e nas odens monásticas. Multidão de célebres abadias nas Gálias. S. Columbano. Sua regra.Sétimo Século ...........................................................489 Triste estado do império do Oriente. Vitória dos persas. Tomada de Jerusalém. O imperador Heráclio recobra dos persas a verdadeira cruz. Maomé. Alcorão. Doutrina de Maomé. Conquistas de Maomé. Sua morte. Sucessores de Maomé. Estado do seu império. Divisão do maometismo. Suas contradições. Heresias dos monotelistas. Sexto concílio ecumênico em Constantinopla. Condenação o monotelismo. Concílio quini-sexto. Concílios particulares durante o século VII. Poder dos Papas e dos bispos nos negócios temporais, no século VII. Multidão de escolas eclesiásticas no século VII. Santos e sábios bispos, etc., durante o século VII. S. João, o Esmoler, patriarca de Alexandria. S. Leger, bispo de Autun. Calúnias contra este santo.Oitavo Século ...........................................................503 Invasão dos sarracenos em Espanha. Fim do reino dos visigodos. Origem do reino das Astúrias. Invasão dos sarracenos nas Gálias. Vitória de Carlos Martel. Exaltação de Pepino ao trono de França. Resposta do Papa Zacarias a respeito da exaltação de Pepino, o Breve, ao trono. Estabelecimento do óbolo de S. Pedro em Inglaterra. O venerável Beda. Seus escritos. Conversão da Holanda. Conversão da Alemanha. S. Bonifácio, arcebispo de Mogúncia. S. Bonifácio falsamente acusado de ter feito condenar Virgílio por ter ensinado que havia antípodas. Ação de Roma na conversão da Alemanha. Utilidade e vantagens do poder temporal dos Papas. Origem do poder temporal dos Papas. Ação da Providência na sua formação. Sábio procedimento dos Papas enquanto os imperadores do Oriente maltratam ou abandonam Roma. Ação da França na formação do poder temporal dos Papas. Duração e conservação providencial do reino temporal dos Papas. Economia divina nas diferentes idades da Igreja. Heresia dos iconoclastas. Conciliábulo no tempo de Constantino Coprônimo contra as imagens. S. Germano, patriarca de Constantinopla, defende as santas imagens. S. João Damasceno. Seus escritos. Martírio de Santo Estêvão, abade do monte S. Auxêncio. Sétimo concílio ecumênico em Niceia. Carlos Magno. Sua fé. Suas vitórias. Carlos Magno con rma a doação de Pepino à Santa Sé. Carlos Magno, coroado imperador do Ocidente. Zelo de Carlos Magno pela religião e pelas ciências. Alcuin. Seus escritos. Capitulares de Carlos Magno. Perfeito acordo dos dois poderes, civil e religioso. Decretais de Isidoro Mercator. Calúnias e asserções errôneas a respeito das falsas decretais. Recapitulação dos serviços prestados pela Igreja à sociedade europeia durante esta época. Constituição cristã da sociedade nesta época.
  10. 10. Quarta Época 531Nono Século ............................................................531 Duração da idade média. O que devemos pensar a respeito da barbaria da idade media. O que devemos pensar a respeito da ignorância da idade média. O que devemos pensar a respeito da superstição da idade média. Últimos anos de Carlos Magno. Carlos Magno associa ao império a seu lho Luiz. Morte de Carlos Magno. Reinado de Luiz, o Clemente. Ordenança de Luis, o Clemente, sobre a liberdade das eleições do clero. Guerras dos lhos de Luiz, o Clemente. Tratado de Verdun. Sacrilégio e castigo do rei Lotário. Guerras contínuas entre os descendentes de Carlos Magno. Invasão e devastações dos normandos em França. Provas chamadas juízos de Deus. Abuso a respeito das sagradas relíquias. Zelo da Igreja contra este abuso. Escritores célebres do século IX. Tratado de Paschaso Radbert e de Ratramno sobre a Eucaristia. Anastácio, o Bibliotecário, e o Liber ponti calis. Hincmar de Reims. Seus trabalhos e escritos. O monge Gotescalc, herege. Scoto Erigene. Seus erros. Concílios particulares no IX século. Perseguição e numerosos mártires em Espanha. Conversão dos dinamarqueses e dos suecos. Conversão dos búlgaros. Princípio da conversão dos russos. Estado cada vez mais triste da Igreja do Oriente, durante o século IX. Mártires no Oriente. Sua apelação para Roma. Fócio. Suas mentiras, seus crimes, seu cisma. Prudência e rmeza do Papa Nicolau I. Fócio excomunga o Papa e a Igreja latina. Exprobrações que faz aos latinos. Adição de Filioque. Oitavo concílio ecumênico em Constantinopla. Condenação de Fócio no oitavo concílio ecumênico. Novas intrigas de Fócio. Ele engana o Papa João VIII. Falsas acusações feitas contra o Papa João VIII. Morte de Fócio. Seus escritos. Fábula da Papisa Joanna. Origem e utilidade do colégio dos cardeais.Décimo Século..........................................................565 Mau comportamento de alguns Papas. Re exões a respeito destes escândalos. Ação da Providência no meio destas provações. Conversão dos normandos e dos polacos. Grande número de santos durante o século X. Escritores do século X. Os Papas reservam para si a instituição dos bispos. Princípio da terceira raça dos reis de França. Caridade e piedade do rei Roberto. Admirável procedimento dos franceses durante a excomunhão de seu rei.Undécimo Século .....................................................577 Construção de uma multidão de igrejas. Conversão dos húngaros. Multidão de santos reis na Europa. S. Bernardo de Menton, fundador do convento do monte S. Bernardo. S. Romualdo, fundador da ordem dos Camáldulos. S. João Gualberto, fundador do instituto de Valumbrosa. S. Bruno, fundador da ordem dos Cartuxos. S. Hugo, bispo de Grenoble. Morte de S. Bruno. Santidade dos beneditinos de Cluny. Seu respeito pela Eucaristia. Comemoração dos defuntos. S. Pedro Damião. Seus escritos. Lanfranco, arcebispo de Cantuária. Seus escritos. S. Anselmo de Cantuária. Seus escritos. Método escolástico. O Papa Silvestre II e Guido de Arezzo. Seus escritos. Progresso da civilização cristã. Bento IX, Papa. Seu mau comportamento. Simonia e incontinência dos clérigos. Luta da Igreja contra estes vícios. Causas da simonia e da incontinência. Desordens e guerras contínuas da feudalidade. Instituição da Trégua de Deus. Consumação do cisma dos gregos por
  11. 11. Miguel Cerulário. Heresia de Berengário. Desordem de Filipe I, rei de França. Desordens e crimes de Henrique IV, imperador da Alemanha. S. Gregório VII, Papa. Seu caráter. Zelo e trabalhos do Papa S. Gregório VII contra a simonia e a incontinência. Firmeza e prudência do Papa S. Gregório VII na reforma dos abusos. Repreensões do Papa S. Gregório VII a Filipe I, rei de França. Primeira sentença de excomunhão proferida por S. Gregório VII contra o imperador Henrique IV. Segunda sentença de excomunhão e de deposição proferida por S. Gregório VII contra o imperador Henrique IV. Questão sobre a deposição dos príncipes pelo Papa na idade média. Morte de S. Gregório VII. O Papa S. Gregório VII, falsamente acusado de erro sobre a Eucaristia. Primeira cruzada. Tomada de Jerusalém pelos cruzados. Começo do reino de Jerusalém.Duodécimo Século ....................................................599 Fundação da congregação do Fontevrault. Ordem de Cister. Começos de S. Bernardo. Santa família de S. Bernardo. Fundação do mosteiro de Claraval. Fundação da ordem de Prémontré. Fundação da ordem dos cavaleiros de S. João ou de Malta. Fundação da ordem dos templários. Cavaleiros de Calatrava, etc. Cavaleiros teutônicos ou de Nossa Senhora dos Alemães. Exprobrações injustas dirigidas às ordens religiosas militares. Ordem hospitaleira do Espírito Santo. Roda para os expostos. Cavaleiros hospitaleiros de S. Lázaro. Ordem da Trindade ou da Redenção dos cativos. Ordem dos religiosos pontistas ou construtores de pontes. Associações dos pedreiros e canteiros. Seus inumeráveis e úteis trabalhos. S. Ivo de Chartres. Seus escritos. Guilherme de Champeaux. Seus escritos. Hugo e Ricardo de S. Victor. Seus escritos. O beneditino Graciano. Seus escritos. Pedro de Cluny ou o Venerável. Seus escritos. Pedro Lombardo. Seus escritos. S. Tomás de Cantuária. Seus escritos. Injustiça dos inimigos da Igreja para com S. Tomás e os santos em geral. Sábios entre os árabes. Sábios entre os judeus. Progressivo desenvolvimento da liberdade civil sob a in uência do cristianismo. In uência da emancipação dos servos. Tanquelino ou Tanchelmo e Eon da Estrela. Seus erros. Abelardo. Seu talento, seus erros. Concílios de Soissons e de Sens contra Abelardo. Simpatia dos lósofos e dos livres-pensadores modernos para com Roscelino, Abelardo, etc. Falsa importância atribuída a estes so stas. Gilberto de Porrée e Arnaldo de Bréscia. Seus erros. Os hereges valdenses. Os hereges albigenses. Questão das investiduras. Sua importância. Nono concílio ecumênico no palácio de Latrão. Décimo concílio ecumênico no palácio de Latrão. Undécimo concílio ecumênico no palácio de Latrão. Segunda cruzada pregada por S. Bernardo. Triste resultado da segunda cruzada. Injustas arguições feitas a S. Bernardo. Morte de S. Bernardo. Seus escritos. Fim do reino de Jerusalém. Terceira cruzada. Eleição do Papa Inocêncio III. Santidade e divindade da Igreja no meio das desordens da idade média. Serviços prestados à sociedade pela Igreja na idade média. Recursos sobrenaturais da Igreja para bem da sociedade, na idade média. O Oriente perde-se, separando-se da Igreja na idade média.
  12. 12. Aprovações Aprovação de Mons. Bruillard, bispo de Grenoble Lemos o Tratado de História Eclesiástica e satisfez-nos cabalmente.Examinado quanto à substância e à forma pelos diretores de nossoseminário e composto por um deles, o padre Rivaux, professor de his-tória eclesiástica, parece-nos muito próprio para inspirar amor paracom a Igreja, cuja propagação milagrosa, cujos combates incessantese triunfos gloriosos e cuja constituição e doutrina sempre invariávelele expõe. Esta História preenche a falta que se notava nos estudosdos ordinandos e merece formar parte da biblioteca dos ministrossagrados. Será lida com aproveitamento nos colégios, nos conventose nos seminários. As mães cristãs se desvelarão em dar a ler a suas lhas; e os preceptores aos seus discípulos. Os éis aí descobrirão osólido fundamento de sua fé; os incrédulos nela encontrarão a soluçãoda maior parte das di culdades que eles objetam à religião; os nossosirmãos dissidentes verão nesta destruídas todas as suas preocupaçõescontra a Igreja Católica Romana, que consideram como tendo cessadode ser, desde há muito tempo, a Igreja primitiva, fundada por JesusCristo e estabelecida pelos Apóstolos. A con ança que temos nos diretores do nosso seminário, o conhe-cimento que nós mesmos tomamos desta importante obra e os bonsresultados que ela tem obtido levam-nos a recomendá-la com o maiorempenho. Dada em Grenoble, sob o nosso sinal e selo das nossas armas, aos7 de abril de 1853. † FILISBERTO, BISPO DE GRENOBLE. Aprovação de Mons. Ginoulhiac, bispo de Grenoble Propondo-se o padre Rivaux, diretor do nosso seminário, fazer umaterceira edição do seu Tratado de História Eclesiástica, submeteu aonosso exame as adições, as citações e os desenvolvimentos com queenriqueceu a sua importante obra. Visto a informação favorável que
  13. 13. dela nos deram, juntamos de boamente a nossa aprovação à do nosso venerando antecessor, e, como ele, recomendamos a nova edição ao clero, aos seminários, às comunidades religiosas, às casas de educação, às famílias cristãs, etc. Dada em Grenoble, aos 3 de fevereiro de 1859. † M. AQUILES, BISPO DE GRENOBLE. Aprovação do Sr. Serres, cônego, vigário-geral, camarista de Sua Santidade Pio IX Apraz-me dar um bom testemunho de louvor à História do padreRivaux. A excelente doutrina que contém e o método simples e claro comque está escrita não podem deixar de facilitar um estudo que é tãoessencial aos ministros da palavra e tão útil a todos os que amamsinceramente a Igreja romana. Folgarei, pois, de ver admitido este livro nos seminários e em todasas casas de educação onde se venera a nossa santa religião. Lião, aos 6 de outubro de 1863. SERRES, CÔNEGO, VIGÁRIO-GERAL, CAMARISTA DE SUA SANTIDADE PIO IX. Entre os muitos livros que modernamente se tem publicado e estãopublicando, de sã doutrina e reconhecida utilidade para promover ainstrução do clero e dos éis, e para corroborar a fé e rebater a im-piedade, tem lugar muito distinto o TRATADO DE HISTÓRIA ECLESIÁSTICAdo Padre Rivaux, segundo o juízo formado pela leitura dos primeirosfascículos, traduzidos pelo erudito, zeloso e infatigável pároco de Cácia,Francisco Luiz de Seabra. Os fatos são expostos com muita ordem eclareza, as fontes de onde são tiradas as provas em que se baseiam,insuspeitas e ortodoxas, e o critério com que são apreciados e julgados,muito discreto e seguro. Pelo que deferimos de boamente e requerimento que nos foi feitopara aprovar, como aprovamos o sobredito TRATADO DE HISTÓRIA ECLE-SIÁSTICA, e muito recomendamos a sua leitura no nosso bispado pelosbons frutos que há de produzir para o bem da religião e da Igreja. Paço episcopal de Coimbra, 16 de novembro de 1876. Manoel, Bispo Conde.
  14. 14. Padre Rivaux IntroduçãoA Ação de verdade é o mais precioso dom que Deus fez Deus na conservação ao homem. Mas como o homem é incapaz de da verdade religiosa, conservar por si só intacto esse rico tesouro desde Adão até Moisés.e de defendê-lo dos numerosos inimigos, que incessante-mente o atacam, a divina Providência velou sempre porele de um modo especial. A época dos patriarcas é incontestavelmente aquela emque a verdade deveu correr menos perigo sobre a terra.Desde Adão até Moisés houve apenas cinco gerações: Adãoviveu cem anos com Matusalém; Matusalém seiscentosanos com Noé e noventa e oito com Sem; Sem conviveupor muito tempo com Abraão e Isaac; Isaac foi avô de Levi,e Levi o foi de Moisés, que viveu alguns anos com ele.1Ora, não parece que a tradição das verdades santas, queAdão tinha recebido do próprio Deus, podia facilmentechegar intacta e pura até Moisés, levada entre as mãos decinco anciãos venerandos? Essa transmissão mostrava-setanto mais fácil e segura que, únicos e pací cos possui-dores de toda a terra, convivendo somente com as suasfamílias e entregues a trabalhos simples e inocentes, ospatriarcas estavam in nitamente menos expostos ao in- uxo das paixões humanas, cujo sopro violento assolahoje o mundo e procura dissipar, confundir e extinguir asverdades morais e sobrenaturais que lhes são tão opostas.1 Mem. da Academ. das inscrições, t. LXI. Ensaio sobre a indif., t. IV. Rohrbacher,Hist. da Igreja, t. I. -15-

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