4º dia

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4º dia

  1. 1. ASTRONOMIA E SOLO Henrique Gomes Kelly Aguiar Santina Bordini Thais Vaine ciencias@sme.curitiba.pr.gov.br 3350-9904 Blog: ensinodecienciassme.wordpress.com
  2. 2. Astronomia Conteúdos 1º Ano - Sol como astro visível no céu durante o dia - Movimento aparente do Sol e sua importância par a vida na Terra - Cuidados com o corpo em relação ao Sol (horários de exposição e formas de proteção) - Características do dia e noite e a construção do calendário - Influência dos dias e das noites nas atividades humanas, nas plantas e nos animais (plantas e animais de hábitos noturnos e diurnos) 2º Ano - Movimento de rotação e translação - O Sol e as sombras - Dias e noites e os ritmos diários nos animais e nas plantas - Tecnologia e instrumentos utilizados para estudar o céu - O Sol como fonte de calor e luz para a vida na Terra - Saúde dos órgãos dos sentidos: cuidados com a exposição da pele ao Sol
  3. 3. Astronomia Conteúdos 3º Ano - História da Astronomia - Modelo geocêntrico e heliocêntrico - Sistema Solar - Hipóteses sobre a origem do universo - Instrumentos construídos para estudar astronomia 4º Ano - A Terra e outros astros que compõem o Sistema Solar - Estrutura da Terra: núcleo, manto e crosta terrestre, atmosfera, litosfera e hidrosfera. - Condições necessárias à vida na Terra. - Satélite natural da Terra e as Fases da Lua e a relação com algumas atividades humanas (plantio)
  4. 4. Astronomia 1º, 2º e 3º ano
  5. 5. Astronomia Questões www.oba.org.br
  6. 6. Astronomia
  7. 7. Astronomia
  8. 8. Astronomia
  9. 9. Astronomia
  10. 10. Astronomia
  11. 11. Astronomia
  12. 12. Astronomia
  13. 13. Astronomia
  14. 14. Astronomia Onde o sol nasce? a) sempre no mesmo lugar. b) sempre em locais diferentes. c) no mesmo ponto do horizonte. d) sempre no ponto cardeal leste. e) nenhuma das alternativas
  15. 15. Astronomia Onde o sol nasce? a) sempre no mesmo lugar. b) sempre em locais diferentes. c) no mesmo ponto do horizonte. d) sempre no ponto cardeal leste. e) nenhuma das alternativas
  16. 16. Astronomia 4º e 5º anos
  17. 17. Astronomia Questões www.oba.org.br
  18. 18. Astronomia
  19. 19. Astronomia
  20. 20. Astronomia
  21. 21. Astronomia
  22. 22. Astronomia
  23. 23. Astronomia
  24. 24. Astronomia
  25. 25. Astronomia
  26. 26. Astronomia
  27. 27. Astronomia MÚSICA: LINDO BALÃO AZUL http://www.youtube.com/watch?v=DKc9eO6rXxg
  28. 28. Astronomia ONDE NÓS MORAMOS NESSA IMENSIDÃO? DE ONDE VEM TUDO O QUE VOCÊ CONHECE?
  29. 29. Astronomia Como nasceu o universo? Existem mais de 50 teorias, a mais aceita é o: BIG BANG (Gamow e Lamaître)
  30. 30. Astronomia Como nasceu o universo? - Tudo o que existe no Universo estava comprimido em um único ponto muitíssimo quente e denso e não existia espaço nem tempo - O espaço e o tempo são criados - O conteúdo do ponto passa a se expandir - A temperatura cai - Começam a se formar as primeiras partículas e a matéria do universo http://prezi.com/fwfg3tgizi2d/o-surgimento-do-universo/ http://www.dipity.com/ascastagini/Teoria-do-Big-Bang/#timeline http://htwins.net/scale2/?bordercolor=white
  31. 31. Astronomia
  32. 32. Astronomia Evidências do Big Bang - Radiação Cósmica de Fundo
  33. 33. Astronomia Evidências do Big Bang - Se o universo está expandindo (desvio para o vermelho) e resfriando é certo que em algum momento no passado foi muito pequeno e quente. - A matéria é distribuída na mesma proporção por todo o cosmo, observação compatível com o modelo de uma “súbita expansão” original. HIDROGÊNIO 76% HÉLIO 24% Traços de lítio 300 000 anos após o Big Bang HIDROGÊNIO 70% HÉLIO 28% Lítio e outros elementos 2% Hoje
  34. 34. Astronomia Como é possível que o sol, uma bola de fogo, não apague no espaço, já que não tem oxigênio?
  35. 35. Astronomia Sol - O sol é nossa principal fonte de energia e é o centro gravitacional do sistema solar, mas não é uma bola de fogo. - É sim uma estrela (a mais próxima de nós), com uma distância de 150 milhões de km. - Mas qual a diferença dele para um planeta?
  36. 36. Astronomia Sol - A sua massa, que é tão grande que faz com que os átomos que o compõe sofram fusão nuclear. - Os núcleos dos átomos de hidrogênio se fundem gerando grande quantidade de energia.
  37. 37. Astronomia Sol - No centro da estrela encontra-se o Núcleo, cuja temperatura alcança os 15 milhões de graus Célsius e onde ocorre o processo de fusão nuclear por meio do qual o hidrogênio se transforma em hélio.
  38. 38. Astronomia Ventos solares - O Sol emite um fluxo contínuo de partículas ionizadas que se propagam pelo espaço em todas as direções, chamadas ventos solares.
  39. 39. Astronomia http://www.magnusdomini.com.br/fundamental2/projetos/astronomia/o_mago.pdf
  40. 40. Astronomia http://www.ideiacriativa.org/2010/12/texto-infantil-producao-textual.html
  41. 41. Astronomia http://www.ideiacriativa.org/2010/12/texto-infantil-producao-textual.html
  42. 42. Astronomia Sol: fonte de luz e calor
  43. 43. Astronomia Sol: fonte de luz e calor
  44. 44. Astronomia
  45. 45. Astronomia
  46. 46. Astronomia
  47. 47. Astronomia Sistema Solar - Atualmente com 8 planetas - Jogo: http://www.cambito.com.br/games /solar.htm
  48. 48. Astronomia http://www.solarsystemscope.com/
  49. 49. Astronomia Planetas - É o menor planeta , mas é o mais próximo do sol (58 Milhões de km) - O seu lado voltado para o sol é muito quente (430ºC) e o lado que fica na sombra é muito frio (-170ºC) - Sua superfície é constituída de rochas e metais - Não existe qualquer possibilidade de vida neste planeta da forma como conhecemos - Demora 87 dias para girar em torno do sol e o seu dia corresponde a 59 dias terrestre MERCÚRIO
  50. 50. Astronomia Planetas - Durante muito tempo pensou na possibilidade de vida neste planeta. - A atmosfera é composta de 95% de gás carbônico. - Possui grandes planícies e montanhas (monte olimpo) - Suas temperaturas oscilam entre mínimas de – 100ºC e máximas de 30ºC - Entre ele e Júpiter há presença de um cinturão de rochas metálicas - Sua translação equivale a 686,98 dias terrestres, e a rotação dura 24 horas e 37 minutos - Possui duas luas: Fobos e Deimos MARTE
  51. 51. Astronomia Expedição à Marte. É possível?
  52. 52. Astronomia Planetas - Segundo maior planeta, muito parecido com júpiter - Sua temperatura média gira em torno de – 125ºc - Apresenta em sua volta um conjunto de sete anéis formados por gelo, poeira e rochas (visíveis com lunetas) - Um ano corresponde a 30 anos terrestres e um dia corresponde a 10 horas. - Em seu redor orbitam 31 satélites. - Foi o primeiro a ser descrito. SATURNO
  53. 53. Astronomia Planetas - É conhecido como Estrela Dalva. - Sua superfície apresenta temperatura de 460ºC. - É o planeta mais quente do - sistema solar - Um ano = 244 dias e 17 horas - Um dia = 243 dias terrestres - Ele gira ao contrário dos outros planetas VÊNUS
  54. 54. Astronomia Planetas - Superfície formada por rochas e gelo. - Sua atmosfera apresenta hidrogênio, hélio e metano. - A temperatura está entre e – 153ºC e – 193ºC - Um ano corresponde a 165 anos terrestres e um dia corresponde a 16 horas. NETUNO
  55. 55. Astronomia Planetas - É o maior planeta (cabem cerca de 11 Terras). - Apresenta faixas coloridas dispostas paralelamente em relação ao seu equador. - Um ano corresponde a 12 anos terrestres, e um dia corresponde a 10 horas. - A temperatura média é de – 150ºC. - É o primeiro dos planetas gasosos. JÚPITER
  56. 56. Astronomia Planetas - Acredita-se que sua cor azul-esverdeada deva-se à sua atmosfera de hidrogênio, hélio e um pouco de metano. - Sua translação é 84 anos e 4 dias terrestres, e a rotação de 12 horas e 14 minutos. - Temperatura aproximadamente de -216ºC. - Possui 21 satélites e 10 anéis. URANO
  57. 57. Astronomia Planetas TERRA
  58. 58. Astronomia Sistema Solar - Comparação
  59. 59. Astronomia Super trunfo do Sistema Solar http://www.cienciamao.usp.br/tudo/exibir.php?midia=aas&cod=_sistemasolarsupertrunfod
  60. 60. Astronomia Planetas anões - Para ser um planeta, o mesmo tem que: - Orbitar o sol. - Ser dominante em sua órbita e tê-la desimpedida - Massa suficiente para manter seu equilíbrio
  61. 61. Astronomia Portanto...
  62. 62. Astronomia Terra
  63. 63. Astronomia Terra - A Terra possui formato esférico achatado nos polos, sendo a sua forma denominada de Geoide. - Gira em torno de si mesma, em torno de um eixo inclinado.
  64. 64. Astronomia Terra - Gases principais: nitrogênio (78%), oxigênio (21%), vapor d’água (1%). - Temperatura relativamente baixa, permite a ocorrência de água no estado líquido e vapor da água. - Condições únicas que favorecem a ocorrência e a estabilidade de Vida.
  65. 65. Astronomia
  66. 66. Astronomia
  67. 67. Astronomia http://ambienteeecologia.blogspot.com.br/2011/06/atmosfera-terrestre.html
  68. 68. Astronomia http://noticias.terra.com.br/ciencia/pesquisa/reversao-do-campo-magnetico-esta- atrasada-e-preocupa-cientistas,37995b6db16da310VgnCLD200000bbcceb0aRCRD.html
  69. 69. Astronomia Terra – erros conceituais - Normalmente os alunos possuem várias informações que aceitam como verdadeiras, mas que, na realidade, não fazem sentido para eles. - Por exemplo, é comum os alunos saberem que a Terra é redonda. No entanto, não concebem como é possível alguém viver “de cabeça para baixo”. - Costumam diferenciar o Sol das demais estrelas Scarinci & Pacca. Um curso de astronomia e as pré-concepcõeses dos alunos, 2006 Livro: “Confuso Horário” – Claudio Martins
  70. 70. Astronomia Pré-concepções sobre o dia e a noite...
  71. 71. Astronomia Por exemplo, é possível que, ao explicar que a Terra possui atmosfera, ao pedir um desenho você receba algo assim:
  72. 72. Astronomia Por exemplo, é possível que, ao explicar que a Terra possui atmosfera, ao pedir um desenho você receba algo assim:
  73. 73. Astronomia Por exemplo, é possível que, ao explicar que a Terra possui atmosfera, ao pedir um desenho você receba algo assim:
  74. 74. Astronomia Terra – erros conceituais - A figura anterior teria sido rejeitada pelo fato de - nós não vivermos nos polos. - Ainda há o problema de se aproximar das bordas e - Cair. Talvez a solução seja uma terra redonda, mas - não esférica.
  75. 75. Astronomia
  76. 76. Astronomia Os movimentos da Terra - Rotação: O planeta realiza uma volta em torno do seu próprio eixo, ocorrendo de Oeste para Leste durando cerca de 24 horas aproximadamente. Esse movimento é o responsável pelo ciclo dos dias e das noites.
  77. 77. Astronomia Os movimentos da Terra - Rotação: O planeta realiza uma volta em torno do seu próprio eixo, ocorrendo de Oeste para Leste durando cerca de 24 horas aproximadamente. Esse movimento é o responsável pelo ciclo dos dias e das noites.
  78. 78. Astronomia Os movimentos da Terra - Translação: Movimento que a Terra realiza em torno do Sol. Esse movimento completo dura 365 dias 5 horas e 48 minutos, sendo responsável pelas estações do ano.
  79. 79. Astronomia Os movimentos da Terra
  80. 80. Astronomia Onde o sol nasce? - Existe uma grande faixa no horizonte onde o Sol pode surgir. Ela corresponde ao Hemisfério Leste. O sol só nasce no ponto cardeal leste nos equinócios.
  81. 81. Astronomia Onde o sol nasce? - Algumas datas são especiais, porque nelas o Sol passa por uma extremidade ou pelo centro exato da faixa. Dizemos que ocorre um solstício quando o Sol nasce numa das extremidades daquela faixa e um equinócio quando o Sol nasce no centro dela.
  82. 82. Astronomia Onde o sol nasce? - Essas posições do Sol têm tudo a ver com as estações do ano, porque os solstícios acontecem quando o Sol está passando sobre um trópico (Câncer ou Capricórnio) e os equinócios quando ele está passando sobre a Linha do Equador. Univ. de Nebrasca: http://astro.unl.edu/naap/motion3/animations/sunmotions.swf
  83. 83. Astronomia Orientação pelo sol - Pode-se ter exatidão usando a posição do sol para achar o Leste usando-se uma dica muito simples: basta olhar para o Sol quando ele estiver no centro da faixa, no início do outono ou no início da primavera. Apenas nesses dois dias haverá exatidão. De outra forma, o desvio pode ser grande. - Pode-se ter exatidão usando a posição do sol para achar a linha norte-sul em qualquer época do ano. Para isso, deve-se traçar uma sombra de qualquer tamanho pela manhã e uma de igual tamanho a tarde.
  84. 84. Astronomia Orientação pelo sol - A linha norte-sul será dada pela reta que corta o ângulo formado ao meio.
  85. 85. Astronomia
  86. 86. Astronomia
  87. 87. Astronomia
  88. 88. Astronomia Atividade 1. Leia o poema a seguir e complete com as palavras dia e noite: noite e dia Todo ___, toda _____, A _____ encontra o ___, O ___ encontra a _____. Sabem que estão chegando, Que já é hora da despedida. Na alvorada, no entardecer, Tocam-se num lusco-fusco E despedem-se: – Bom-dia, _____! – boa noite, ___! Eles não podem conviver, Não há jeito. Quando um chega, Sabe o que acontece? O outro desaparece! Sian, Roberto Ângelo. Algumas histórias do céu. São Paulo: Paulus, 1999.
  89. 89. Astronomia Atividade 2. Agora, com base no poema, responda: • Por que o poema diz que o dia e a noite não podem conviver? • O que surge na alvorada, o dia ou a noite? • E no entardecer? 3. Sugestão de livro: http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=29010
  90. 90. Astronomia
  91. 91. Astronomia Experimentação Entendendo melhor como acontecem os dias e as noites - Explique aos alunos como é um globo terrestre. - Providencie uma lanterna para o experimento. - Insira uma foto de um globo terrestre. - Localize, no globo terrestre, onde está o brasil e faça uma marca, colando uma bolinha de massa de modelar sobre esse lugar. - Use uma lanterna como fonte de luz, para representar o sol. - Apague as luzes e escureça um pouco a sala. - Ilumine, com a lanterna, o globo terrestre, fazendo-o girar em torno de si mesmo, da esquerda para a direita.
  92. 92. Astronomia Experimentação - Oriente os alunos para que girem a Terra em torno de seu próprio eixo. É importante manter o eixo sempre inclinado na mesma direção. - Peça aos alunos que observem quando é dia e quando é noite no lugar em que estão. - Solicite a eles que registrem, por meio de um desenho, suas observações. - Eles deverão fazer dois desenhos: um deles representará o dia no lugar em que estão, isto é, o Sol estará iluminando essa metade da Terra. - O outro representará a noite, momento em que o Sol estará iluminando a outra metade do globo terrestre.
  93. 93. Astronomia Construindo um modelo de sistema solar em sala de aula. NASA
  94. 94. Astronomia Construindo um modelo de sistema solar em sala de aula. NASA
  95. 95. Astronomia Macro modelo de sistema solar - Use as tiras de papel alumínio para construir as bolinhas que representarão Plutão e os chamados planetas internos – Mercúrio, Vênus, Terra e Marte. - Com o papel ofício, faça o Sol e os chamados gigantes gasosos: Júpiter, Saturno, Urano e Netuno. - Fixe o modelo do Sol no ponto zero, que você deve marcar no espaço destinado ao experimento e, em seguida, distribua os planetas em linha reta, de acordo com as distâncias (em metros), indicadas no item a seguir. Astro Diâmetro Distância do Sol Sol 80 mm 0 m (0 cm) Mercúrio 0,5 mm 3 m (3 cm) Vênus 1 mm 6 m (6 cm) Terra 1 mm 8 m (8 cm) Marte 0,5 mm 12 m (12 cm) Júpiter 8 mm 42 m (42 cm) Saturno 7 mm 78 m (78 cm) Urano 3 mm 156 m (156 cm) Netuno 3 mm 245 m (245 cm)
  96. 96. Astronomia Comparação de volumes entre Lua e Terra Materiais - 1 papel cartão azul - 1 rolo de papel alumínio; 1 compasso - 10 folhas de jornal - 1 caneta hidrocor preta - 1 régua
  97. 97. Astronomia Comparação de volumes entre Lua e Terra Procedimento - Abra o compasso em 7,5 cm para que a Terra tenha um disco de 15 cm de diâmetro. - Faça outro círculo com o compasso aberto 2,05 cm, para que a Lua tenha diâmetro de 4,1 cm.
  98. 98. Astronomia Comparação de volumes entre Lua e Terra Procedimento - Tendo como base os tamanhos desenhados, basta fazer bolinhas com jornal velho e/ou papel alumínio. Sabendo que o diâmetro da Terra é 12.756 Km e que o da Lua é de 3.476 km, a comparação fica, proporcionalmente em escala (Adaptado de pontociencia.org.br)
  99. 99. Astronomia VÍDEO: KIKA DE ONDE VEM O DIA E A NOITE?
  100. 100. Astronomia Fases da Lua
  101. 101. Astronomia Fases da Lua Lua nova Quarto crescente Lua cheia Quarto minguante Lua nova
  102. 102. Astronomia Fases da Lua
  103. 103. Astronomia De dia?
  104. 104. Astronomia http://super.abril.com.br/universo/quando-lua-visivel-durante-dia-488045.shtml
  105. 105. Astronomia http://mundoestranho.abril.com.br/materia/lua-visivel?conteudo-relacionado
  106. 106. Astronomia Marés
  107. 107. Astronomia
  108. 108. Astronomia http://mundoestranho.abril.com.br/materia/como-as-fases-da-lua-influenciam-as-mares
  109. 109. Astronomia Marés - Os movimentos periódicos de elevação e abaixamento da superfície dos oceanos, mares e lagos são provocados pela força gravitacional da Lua e, em menor proporção, do Sol sobre a Terra. Nas fases de Lua Nova e de, Lua Cheia a maré alta é muito alta e a maré baixa é muito baixa. Na Crescente e na Minguante, a maré alta não é tão alta e a maré baixa também não é tão baixa.
  110. 110. Astronomia Estrutura da Terra - atividades
  111. 111. Astronomia Eclipse - Ocorre quando um astro entra em alinhamento com outro. - Pode ser eclipse lunar ou solar.
  112. 112. Astronomia Eclipse Umbra: região da sombra que não recebe luz de nenhum ponto da fonte. Penumbra: região da sombra que recebe luz de alguns pontos da fonte
  113. 113. Astronomia Eclipse
  114. 114. Astronomia Eclipse Criciúma, 1994. Fonte: http://astro.if.ufrgs.br/eclipses/eclipse.htm
  115. 115. Astronomia Eclipse
  116. 116. Astronomia Eclipse
  117. 117. Astronomia Eclipse
  118. 118. Astronomia Stellarium - http://www.stellarium.org
  119. 119. Astronomia Nebulosas - São regiões de formação de estrelas ou parte do seu processo de “morte”. - Em algumas, estrelas se formam a partir de nuvens de gás e poeira e uma vez que algumas estrelas tenham se formado dentro da nuvem, a luz delas a ilumina, tornando-a visível para nós. - Essas regiões de formação estelar são locais de nebulosas de emissão, como Orion.
  120. 120. Astronomia
  121. 121. Astronomia
  122. 122. Astronomia Asteroides - Parte dos resíduos rochosos de menores dimensões do sistema solar primitivo deu origem a um cinturão ("o cinturão de asteroides") localizado entre as órbitas de Marte e Júpiter. - Calcula-se que a massa total dos asteroides do cinturão é equivalente a aproximadamente a milésima parte da massa da Terra.
  123. 123. Astronomia
  124. 124. Astronomia
  125. 125. Astronomia
  126. 126. Astronomia Meteoros
  127. 127. Astronomia Meteoros - Meteoroides são fragmentos de matéria com tamanho maior do que uma molécula e menor do que um asteroide. - Ao entrarem na atmosfera terrestre se aquecem produzindo um fenômeno luminoso chamado meteoro. - Ao atingir a superfície, recebem o nome de meteoritos.
  128. 128. Astronomia Meteoritos - Fragmentos de matéria sólida provenientes do espaço - A maioria é destruída em contato com a atmosfera - Também chamados de estrelas cadentes - Análises químicas sugerem a sua origem relacionada a Lua e a Marte
  129. 129. Astronomia Atividade: caça de meteoritos Materiais: - Pedaço de papel ou pano branco - Imã - Lupa Procedimento: - Coloque um pano branco debaixo de uma calha que traz a água da chuva. - Colete as rochas que vierem carregadas pela chuva. - Use um ímã para coletar os micrometeoritos. 99% deles são atraídos por um imã potente. - Com a lupa é possível examinar os grãos coletados desta forma, e você vai encontrar outros tipos de meteoritos. http://www.hometrainingtools.com/collect-meteorites/a/1437/
  130. 130. Astronomia Meteorito Hoba (60 Toneladas) Pedra de Bendegó – BA
  131. 131. Diâmetro no impacto (metros) Massa (x109kg) Recorrência (anos) Consequências < 50 < 10 < 1 Meteoros que atingem o cimo da atmosfera, embora a maior parte da massa não atinja o solo, desintegrando-se em fragmentos que na sua maioria são vaporizados. 75 10 -100 1000 Os ferrosos fazem crateras como a Meteor Crater (Arizona); os rochosos produzem rastos de fogo como Tunguska; os impactos sobre o solo podem destruir áreas do tamanho de uma cidade. 160 100 -1000 5000 Os impactos no solo destroem a área de uma grande zona urbana como Nova Iorque ou Tóquio. 350 Entre 1000 e 10000 15000 Impactos em terra destroem áreas do tamanho de uma província (Beira Alta); O impacto no mar produz tsunamis pequenos. 700 Entre 10000 e 100000 63000 O impacto em terra destrói áreas do tamanho de um país pequeno (Portugal); o impacto no oceano faz grandes tsunamis. 1700 Entre 100000 e 1000000 250000 O impacto em terra destrói áreas do tamanho de um país médio (França); o impacto no oceano faz tsunamis gigantescos. Pode provocar extinções maciças Astronomia
  132. 132. Astronomia A cratera de Kaali (Estônia) foi criada por um meteorito que se partiu em pedaços e formou oito crateras próximas A maior cratera tem cerca de 110 metros de largura e 22 metros de profundidade.
  133. 133. Astronomia Cratera de Barringer – Arizona (1200 m de diâmetro por 170 de profundidade Cratera de Pingualuit - Canadá (3,44 km de diâmetro e 400 metros (1.300 pés) de profundidade. O lago no fundo da cratera tem uma profundidade de 270 metros
  134. 134. Astronomia Cometas - Um cometa é o corpo menor do sistema solar, semelhante a um asteroide, mas composto principalmente por gelo e poeira. - É formado por um núcleo e por uma cabeleira que aumenta o brilho ao se aproximar do sol.
  135. 135. Astronomia Galáxia - Todas as estrelas visíveis a olho nu estão localizadas em nossa galáxia, a Via Láctea. - A Via Láctea é um sistema de aproximadamente 100 bilhões de estrelas, juntamente com uma grande quantidade de matéria interestelar. - A galáxia possui a forma de um disco achatado, envolvida por um halo fraco e redondo. - A gravidade evita que as estrelas se dispersem e os movimentos delas evitam o colapso do sistema
  136. 136. Astronomia
  137. 137. Astronomia
  138. 138. Astronomia - Visitas: - Planetário do Colégio Estadual do Paraná - Observatório Astronômico do CEP (Campo Magro) - Arena Digital FTD PUC-PR
  139. 139. Solo
  140. 140. Solo
  141. 141. Solo
  142. 142. Solo
  143. 143. Estrutura da Terra - massinha Solo
  144. 144. Sugestão de livros Solo
  145. 145. Correntes de convecção http://www.youtube.com/watch?v=23CmMHSsrHQ Solo
  146. 146. Correntes de convecção http://www.youtube.com/watch?v=YsHfxb7tKe4 Solo
  147. 147. Solo Conteúdos 1º Ano - Aspectos positivos e negativos da ação humana que provoca transformações no ambiente. - Noções de preservação do ambiente próximo do estudante: separação de materiais recicláveis e não recicláveis. 2º Ano - Ação transformadora do ser humano e a preservação dos diferentes ambientes brasileiros. - Materiais que o ser humano lança no ambiente: lixo e dejetos, poluentes do ar, da água e do solo. - Ambiente urbano (características e as transformações provocadas pelo ser humano). - Consumo sustentável, separação de materiais recicláveis e não recicláveis (orgânicos, lâmpadas, isopor, fraldas descartáveis e absorventes, pilhas e baterias). - Recursos naturais utilizados na produção de objetos levando em conta suas propriedades e noções sobre o desenvolvimento sustentável (barro, madeira reflorestada, reciclagem do papel, do plástico e dos metais).
  148. 148. Solo Conteúdos 3º Ano - Biodiversidade nos ecossistemas terrestres e biomas brasileiros (cerrado, floresta amazônica, floresta atlântica, caatinga, campos sulinos, biomas costeiros e pantanal). - Condições necessárias para a germinação das sementes e crescimento das plantas. - Higiene da alimentação como fator de prevenção de doenças (verminoses). 4º Ano - Formação e composição do solo - Características e propriedade do solo em diferentes ambientes terrestres - Aproveitamento do solo e das rochas - A ação humana sobre o solo urbano: lixo e impermeabilização - Poluição e contaminação do solo e as doenças relacionadas ao solo (verminoses do sistema digestório) - Práticas de preservação e desgaste do solo (queimadas, erosão, desertificação, fertilidade, etc) - Destino dado ao lixo nas cidades: aterro sanitário e lixões, usinas de separação - Relação entre lixo e consumo sustentável - Uso de fertilizantes, inseticidas e agrotóxicos na agricultura e a saúde humana.
  149. 149. Solo Rochas e minerais Minerais - Os minerais são substâncias encontradas na natureza, formados por uma composição química equilibrada, resultante de milhões de processos inorgânicos (ação do calor, pressão, etc.). - Os minerais são, em sua maioria, sólidos, como feldspato, mica, quartzo, mas há alguns líquidos, como o mercúrio. Rochas - As rochas são formadas por dois ou mais minerais agrupados. - Existem três classificações para as rochas, de acordo com a sua formação: magmáticas ou ígneas, sedimentares e metamórficas. Magmática Metamórfica Sedimentar Granito Gnaisse Arenitos Basalto Quartzito Argilitos Diabásio Xistos Calcários
  150. 150. Solo Rochas magmáticas - São formadas pelo magma solidificado, expelido pelos vulcões. Rochas magmáticas intrusivas - São formadas pelo magma que se solidificou em grandes profundidades. Exemplo: granito.
  151. 151. Solo Rochas magmáticas extrusivas - São formadas pelo magma que se solidificou na superfície. Exemplo: basalto.
  152. 152. Solo Rochas sedimentares - São formadas através da sedimentação de partículas de outras rochas existentes e/ou de materiais orgânicos. - Exemplos: arenito, calcário, carvão mineral, etc.
  153. 153. Solo Rochas metamórficas - São rochas que sofreram alterações na sua estrutura em decorrência de altas pressões e temperaturas. - Exemplos: mármore, quartzito, etc.
  154. 154. Solo Ciclo das rochas
  155. 155. Solo Ciclo das rochas
  156. 156. Solo Solo
  157. 157. Solo Quando crescer vou ser... PEDÓLOGO! Esse profissional identifica os tipos de solo e a melhor forma de usá-los Se a sua primeira reação ao ler esse título foi olhar para os pés, você definitivamente precisa saber mais sobre o pedólogo! Mas não fique triste, até que você chegou perto! Basta olhar abaixo dos pés para saber exatamente o que esse profissional estuda... Os solos! (...) Vamos imaginar por um momento que fazemos parte de uma expedição de minhocas a viajar pelas diferentes terras do Brasil. Ao longo de nosso passeio turístico, visitamos ambientes para agradar a todos os gostos: solos arenosos ou argilosos, secos ou úmidos, claros ou escuros, rasos ou profundos, férteis ou não... Cada lugar de um jeito. Começamos a ficar confusos com tanta informação. Afinal, como podemos reconhecer os diferentes tipos de solos e saber o que plantar neles, ou para que servem? Eis que surge a brilhante ideia de convidar um pedólogo para ser guia turístico. Nosso amigo concorda e chega disposto a esclarecer todas as dúvidas.
  158. 158. Solo Quando crescer vou ser... PEDÓLOGO! "Para que serve esse tipo de solo?", pergunta uma minhoca curiosa. Para responder, o pedólogo começa a analisar tudo ao seu redor, coletando amostras de terra e fazendo desenhos das diferentes camadas do solo. Depois de um tempo debruçado sobre suas anotações, dá seu diagnóstico: "Levando em consideração as características físicas, químicas, minerais e biológicas do solo, bem como sua permeabilidade, textura e grau de retenção de água, eu diria que este é um Latossolo, perfeito para o cultivo de soja! Mas ainda preciso analisar essas amostras em laboratório para ter uma resposta definitiva”. Bem, é claro que nunca vamos conseguir nos passar por minhocas turistas, e, mesmo que fosse possível, seria dificílimo convencer um pedólogo a nos acompanhar – eles são muito ocupados, pois existem em número pequeno e o Brasil é um país muito grande! Mas, na vida real, têm essas funções: identificar os diferentes tipos de solo e determinar a melhor maneira de usá-los. Mas o pedólogo não dá seu diagnóstico de uma hora para a outra, como fez com a minhoca. Antes de fazer qualquer afirmação, ele realiza diversas pesquisas.
  159. 159. Solo Quando crescer vou ser... PEDÓLOGO! O primeiro passo é sair a campo para, depois de observar relevo, vegetação e drenagem da região, perfurar o solo e verificar suas características. Em seguida, as amostras de terra vão para um laboratório, onde se estuda sua constituição. Reunindo esses dados, o pedólogo classifica os solos e elabora mapas apontando suas condições, bem como sua aptidão para diferentes formas de uso. Ele indica ainda o tipo de tratamento que o solo precisa e as tecnologias mais adequadas para explorá-lo. A pedologia tem, assim, um aspecto muito prático e útil. Para o pedólogo Antônio Ramalho Filho, do Centro Nacional de Pesquisa de Solos da Empresa Brasileira de Pesquisa Agrícola (Embrapa Solos), o mais legal é poder avaliar a aptidão das terras e descobrir como corrigir problemas no solo. Ele explica que isso tudo é feito reunindo conhecimentos de várias áreas: "O pedólogo viaja muito, conhece diferentes ambientes e, para analisar os solos, compara fatores como clima, geologia, vegetação e relevo”.
  160. 160. Solo Quando crescer vou ser... PEDÓLOGO! Quem quiser ser pedólogo deve primeiro cursar Agronomia ou similares na faculdade, onde estudará Química, Biologia e Cartografia (para elaborar mapas), entre outras disciplinas. Segundo Ramalho, é importante que o pedólogo dê dicas que possam ser postas em prática pelo agricultor. Ele garante que a profissão é muito bonita: "Além de trabalhar muito próximo da natureza, podemos entender como e por que as plantas se desenvolvem“. É a oportunidade de realmente conhecer o chão onde pisamos! Ciência Hoje das Crianças 121, janeiro/fevereiro 2002 Júlia Dias Carneiro Ciência Hoje/RJ
  161. 161. Solo O que é o solo? - Também chamado de terra, é um dos componentes do ecossistema que tem grande importância na manutenção da vida no planeta Terra, assim como o ar e a água. - É do solo que retiramos a maioria dos alimentos que consumimos e é também sobre ele que construímos nossa moradia. Como se origina o solo? - A crosta terrestre é uma fina camada que cobre a superfície da Terra. Ela é constituída por vários tipos de rochas. São essas rochas que, mesmo sendo duras, dão origem ao solo da Terra. Fatores que participam da formação do solo - Fatores ambientais: rocha, relevo, tempo cronológico, clima (temperatura e umidade) - Fatores biológicos: seres vivos que participam do processo (bactérias, fungos, artrópodes, anelídeos, moluscos, etc.)
  162. 162. Solo
  163. 163. Solo Intemperismo químico: Climas mais úmidos, chuva Intemperismo físico: Clima árido, quente e seco
  164. 164. Solo
  165. 165. Solo
  166. 166. Solo
  167. 167. Solo Tipos de solo – de acordo com o perfil www.culturaacademica.com.br; download do livro Trilhando os solos.
  168. 168. Solo Tipos de solo – de acordo com o perfil http://marianaplorenzo.com/2010/10/15/pedologia-intemperismo-e-pedogenese/
  169. 169. Solo Material sobre solos – projeto Solo na Escola UFPR http://www.escola.agrarias.ufpr.br/
  170. 170. Solo Solo e problemas ambientais Veiculação de doenças, poluição, erosão, desertificação, etc.
  171. 171. Solo Erosão
  172. 172. Solo Erosão - Quando chove muito, o que acontece na maioria das cidades? - Será que o solo pode estar relacionado com as enchentes? - Por que no pátio da escola existem áreas que alagam e outras que ficam mais secas mesmo depois de uma forte chuva? - Por que algumas plantas desenvolvem-se apenas em algumas áreas na escola?
  173. 173. Solo Experimentos Retenção de água pelo solo (atividade baseada na experimentoteca de solos do Departamento de Solos e Engenharia Agrícola da UFPR - Yoshioka, M. H. & Lima, M. R. 2005.) Objetivo - Analisar a capacidade de infiltração e retenção da água em diferentes tipos de solo. - Caracterizar a importância da matéria orgânica na retenção de água. Questões problematizadoras - Será que a água vai se infiltrar (entrar) nas três amostras de solo ou vai permanecer parada? - Qual das amostras demorará mais tempo para a água começar a pingar e qual permanecerá pingando por mais tempo? - Qual das três amostras armazenará mais água? - As plantas, provavelmente, apresentariam melhor desenvolvimento em qual das amostras?
  174. 174. Solo
  175. 175. Solo
  176. 176. Solo
  177. 177. Solo Experimentos Retenção de água pelo solo (atividade baseada na experimentoteca de solos do Departamento de Solos e Engenharia Agrícola da UFPR - Yoshioka, M. H. & Lima, M. R. 2005.) Essa atividade permite investigar as relações entre a água e o solo, demonstrado neste experimento através da infiltração e capacidade de armazenamento de água nas diferentes amostras, bem como a importância deste armazenamento para às plantas, e também poderia se trabalhar com os ciclos da água. Os alunos identificariam a amostra com maior capacidade de retenção de água, consequentemente armazenamento para o uso das plantas e microrganismos do solo através de comparações e discussões.
  178. 178. Solo Experimentos Retenção de água pelo solo (atividade baseada na experimentoteca de solos do Departamento de Solos e Engenharia Agrícola da UFPR - Yoshioka, M. H. & Lima, M. R. 2005.) Essa atividade permite investigar as relações entre a água e o solo, demonstrado neste experimento através da infiltração e capacidade de armazenamento de água nas diferentes amostras, bem como a importância deste armazenamento para às plantas, e também poderia se trabalhar com os ciclos da água. Os alunos identificariam a amostra com maior capacidade de retenção de água, conseqüentemente armazenamento para o uso das plantas e microorganismos do solo através de comparações e discussões.
  179. 179. Solo
  180. 180. Solo Experimentos Retenção de água pelo solo (atividade baseada na experimentoteca de solos do Departamento de Solos e Engenharia Agrícola da UFPR - Yoshioka, M. H. & Lima, M. R. 2005.) Questões problematizadoras pós-experimento sobre a retenção da água pelo solo Caso chovesse muito em sua escola, qual área ficaria mais inundada: aquela com árvores e grama ou a outra com pouca vegetação, muita areia e com erosão? (observação no local) Considerando as imagens que observamos das enchentes e o experimento sobre solos, o que podemos dizer sobre a impermeabilização do solo na maioria das nossas casas?
  181. 181. Solo
  182. 182. Solo
  183. 183. Solo Projeto Solo na Escola Universidade Federal do Paraná Setor de Ciências Agrárias Departamento de Solos e Engenharia Agrícola Rua dos Funcionários, 1540 - Cabral 80035-050 - Curitiba - PR Fone: (41)3350-5649 E-mail: solonaescola@ufpr.br
  184. 184. Solo Experimentos Erosão hídrica (http://solonaescola.blogspot.com.br/2011/11/experimentos-6.html) Objetivos Demonstrar como ocorre a erosão hídrica do solo, enfatizando a importância da cobertura vegetal, mostrando em 3 situações diferentes como se dá a ação da água da chuva no desprendimento de partículas e erosão do solo. Temas/Conteúdos (palavras chave): Erosão- chuva – cobertura do solo – mata ciliar. É possível estabelecer relações dessa temática com a mata ciliar, ressaltando a importância da mesma para a manutenção dos cursos d’água que protege.
  185. 185. Solo Experimentos Erosão hídrica (http://solonaescola.blogspot.com.br/2011/11/experimentos-6.html) Planejamento e Realização: Materiais necessários: - 3 garrafas PET de 2L. - 3 garrafas PET de 500 mL - Solo - Grama viva. - Restos vegetais mortos, serrapilheira (folhas secas, ramos, pequenos galhos). - 3 garrafas PET. - Barbante.
  186. 186. Solo Experimentos Erosão hídrica (http://solonaescola.blogspot.com.br/2011/11/experimentos-6.html) Planejamento e Realização: Montagem: - Deve-se cortar as três garrafas longitudinalmente, preservando o bocal e o tampo do fundo. - Na garrafa 1 adiciona-se o solo com a grama viva, ou seja, com cobertura vegetal. - Na garrafa 2 adiciona-se o solo com os restos vegetais mortos. - Na garrafa 3 adiciona-se somente o solo. - Utilizando um calço, incline as três garrafas. - Corte as garrafas pequenas ao meio transversalmente. - Pegue a parte que possui a tampa, faça dois furos próximos à borda onde a garrafa foi cortada, passe um barbante, de modo a fazer uma alça. - Coloque a alça pendurada na boca das garrafas grandes, para que a água seja recebida e comparada.
  187. 187. Solo Experimentos Erosão hídrica (http://solonaescola.blogspot.com.br/2011/11/experimentos-6.html) Planejamento e Realização: Realização - Derrame ao mesmo tempo sobre cada garrafa cerca de 200 mL de água ou mais. - A água será capturada nas garrafas PET e logo após, comparada. Ação/ Reflexão - Realização do experimento problematizando o tema com as questões relacionadas à dinâmica da bacia (tipo de cobertura do solo, declividade, mata ciliar, preservação do solo, etc.); - Explicar que a água escoada superficialmente carregará não somente as partículas de solo, mas também, muitos elementos não visíveis a olho nu, tais como poluentes, nutrientes, pesticidas, entre outros. - Comparar a quantidade de água presente em cada garrafa. - Comparar a cor da água coletada nos diferentes tratamentos e a quantidade de solo perdida em cada caso, já que a cor da água é influenciada pelas partículas de solo.
  188. 188. Solo
  189. 189. Solo Lixo Lixão - Forma inadequada de disposição final dos resíduos sólidos gerados pela atividade humana. - Contaminação do solo e do lençol freático, proliferação de doenças. Ilha das flores: http://www.youtube.com/watch?v=bVjhNaX57iA
  190. 190. Solo Lixo Aterro sanitário - Espaço destinado à deposição final de resíduos sólidos gerados pela atividade humana. - Não há contaminação do solo nem da água, nem proliferação de doenças.
  191. 191. Solo
  192. 192. Solo EXTRAÇÃO PRODUÇÃO DISTRIBUIÇÃOCONSUMO DESCARTE
  193. 193. Solo - Do que são feitas as coisas que usamos? - Extração: mineração - Reciclagem: qual é a importância? - Descarte, desperdício. - Consumo - Visitas: Instituto Estre Ambiental (Fazenda Rio Grande), projeto Solo na Escola (UFPR), Usina de Valorização de Recicláveis (Campo Magro) Sugestões de atividades envolvendo consumo, descarte e reciclagem: Instituto Estre Ambiental
  194. 194. Solo Atividade - Passar trechos do filme Wall-E: http://www.youtube.com/embed/m5_lIuBXKWk?version=3&rel=1&fs=1&showsearch =0&showinfo=1&iv_load_policy=1&wmode=transparent - Peça para que formem duplas e, discutindo com os colegas, respondam às seguintes perguntas: - Qual é a problemática principal do filme? - Qual é o papel do personagem principal? - Por que os personagens humanos são apresentados daquela forma? - O que você acha que acontecerá depois do final do filme? - Para você, qual foi a moral do filme? - Peça para que cada dupla apresente seus pontos de vista e discuta com os demais alunos. - Saia com os estudantes pela escola, coletando os materiais que estão nos lixos (da sala, do pátio, etc.). Os estudantes podem utilizar luvas para isso. Leve o material coletado para a sala e pergunte o que dá para ser reciclado. - Pergunte o que daria para fazer a partir da reciclagem dos materiais apontados. Se houver embalagens recicláveis sujas, comente a respeito da necessidade de serem limpas antes de irem para o descarte.
  195. 195. Solo Atividade - Pergunte se costumam separar o lixo em casa e para onde acham que vai o lixo reciclável. O que é feito nesse lugar? - Por que é importante reciclar o lixo? - Somente reciclar o lixo ajuda a preservar o meio ambiente? - Realize uma discussão a respeito do consumo. - Proponha a realização de um bazar na sala, em que os estudantes podem levar objetos que jogariam fora para trocarem com outros colegas. - Caso a escola não possua lixeiras separando o lixo orgânico do reciclável, realize a confecção junto com os estudantes, utilizando caixas ou latões reaproveitados. Proponha a realização de uma semana de conscientização para o uso das novas lixeiras e promoção do consumo consciente. O bazar pode ser estendido a toda a escola.
  196. 196. Referências Referências http://astro.if.ufrgs.br/planetas/planetas.htm http://www.solarviews.com/portug/homepage.htm http://www.astromia.com/solar/index.htm http://www.das.inpe.br http://www.cdcc.sc.usp.br/cda/ http://astro.if.ufrgs.br/ http://pt.wikipedia.org http://pt.wikipedia.org www.on.br/site_edu_dist_2006/pdf/modulo2/como_ficamos.pdf

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