IMPACTOS INTER-REGIONAIS DA CRISE DO BRASIL: O CASO DO PARANÁ Enio José Verri Maringá, 25/09/2009
<ul><li>Tópicos de Análise </li></ul><ul><ul><li>->  Cenário Mundial </li></ul></ul><ul><ul><li>->  Cenário Brasileiro </l...
A CRISE NO PARANÁ <ul><li>INTRODUÇÃO </li></ul><ul><li>OS EFEITOS DA POLÍTICA MACROECONÔMICA NO PR; </li></ul><ul><li>AS P...
Junho/2009 Renda Agrícola segundo Estados Selecionados  R$ milhões* Estados  2007 2008 2009 Variação (%) 2009/08 São Paulo...
Indústria Paranaense Indicadores Conjunturais da Indústria - Resultados Regionais - Maio/2009 Locais Taxa de Variação (%) ...
Variação  volume vendas comércio varejista ajuste sazonal, por UF  2009 Unidade da Federação Variação mês/mês anterior dez...
EXPORTAÇÕES PRINCIPAIS PRODUTOS 01-06/2009  2008-2009 (U$ milhões) Produto 1 o  semestre de 2008 1 o  semestre de 2009 Var...
EVOLUÇÃO DOS EMPREGOS NO PARANÁ <ul><li>2005:  </li></ul><ul><li>2005: 72.374 </li></ul><ul><li>2006: 86.396  </li></ul><u...
 
Conclusões <ul><li>A recessão acabou, mas a crise ainda não, embora as perspectivas de saída sejam bem melhores do que há ...
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Impactos inter-regionais da crise do Brasil

  1. 1. IMPACTOS INTER-REGIONAIS DA CRISE DO BRASIL: O CASO DO PARANÁ Enio José Verri Maringá, 25/09/2009
  2. 2. <ul><li>Tópicos de Análise </li></ul><ul><ul><li>-> Cenário Mundial </li></ul></ul><ul><ul><li>-> Cenário Brasileiro </li></ul></ul><ul><ul><li>-> Enfoque Paranaense </li></ul></ul><ul><ul><li>-> Conclusão </li></ul></ul>
  3. 3. A CRISE NO PARANÁ <ul><li>INTRODUÇÃO </li></ul><ul><li>OS EFEITOS DA POLÍTICA MACROECONÔMICA NO PR; </li></ul><ul><li>AS POLÍTICAS ECONÔMICAS PARANAENSES: </li></ul><ul><ul><li>Isenção ICMS; </li></ul></ul><ul><ul><li>Mini-reforma Tributária; </li></ul></ul><ul><ul><li>Trator Solidário; </li></ul></ul><ul><ul><li>Programa de Irrigação; </li></ul></ul><ul><ul><li>Baixo preço de Energia Elétrica; </li></ul></ul><ul><ul><li>30 % em educação entre outras . </li></ul></ul>
  4. 4. Junho/2009 Renda Agrícola segundo Estados Selecionados R$ milhões* Estados 2007 2008 2009 Variação (%) 2009/08 São Paulo 26.157,4 26.277 25.971,7 -1,2 Paraná 18.176,2 21.676,7 17.967,6 -17,1 Santa Catarina 2.943,7 3.649 3.762,5 3,1 Rio Grande Sul 16.558,2 16.747 16.863,2 0,7 Mato Grosso Sul 3.998,1 5.091,3 3.824,0 -24,9 Mato Grosso 14.375,3 21.912,6 19.417,6 -11,4 Goiás 7.996,0 11.855,4 11.955,9 0,8 BRASIL 140.391,6 160.876,7 154.689,8 -3,8 Fonte: IBGE -Levantamento Sistemático da Produção Agrícola - LSPA, junho/2009; FGV - Preços Recebidos pelos Produtores média anual para os anos fechados, e para 2009 preços de janeiro; Para o café utilizou-se o preço do Cepea/Esalq/USP referente ao café arábica tipo 6, bebida dura para melhor. Elaboração AGE/MAPA * Valores deflacionados pelo IGP-DI da FGV -junho/2009
  5. 5. Indústria Paranaense Indicadores Conjunturais da Indústria - Resultados Regionais - Maio/2009 Locais Taxa de Variação (%) Mês/Mês Mensal Acum. Jan-Maio Acumulado 12 mes Amazonas 11,7 -9,5 -17,8 -6,8 Pará -5,6 - 14,1 -8,3 -0,2 Região Nordeste 1,8 -11,1 -10,9 -5,2 Ceará -4,3 -6,3 -6,3 -1,1 Pernambuco 0 -7,1 -9,7 -3,3 Bahia 7,5 -12,3 -12,5 -5,2 Minas Gerais 1,4 -20 -22,8 -10,4 Espírito Santo -0,6 -29 -30,1 -13,7 Rio de Janeiro 0,6 -5,9 -8,7 -2,9 São Paulo 2,4 -11,6 -14,6 -4,5 Paraná -4,1 -11,9 -3,7 2,5 Santa Catarina 0,6 -10,4 -14,1 -7,2 Rio Grande do Sul 0,6 -8,1 -14,6 -5,7 Goiás -1,2 -4,8 -5,9 1,8 Brasil 1,3 -11,3 -13,9 -5,1 FONTE: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Indústria
  6. 6. Variação volume vendas comércio varejista ajuste sazonal, por UF 2009 Unidade da Federação Variação mês/mês anterior dez/08 jan/09 fev/09 mar/09 abr/09 mai/09 Brasil -0,5 1,8 1,9 -0,5 -0,2 0,8 Amazonas -0,2 6,4 -3,2 2,1 0,4 -0,7 Pará -3,3 6,2 1,6 -1,4 -0,1 0,5 Maranhão -7,5 12,2 4,3 -6,8 2,3 0,4 Ceará -1,9 3,3 1,3 2,1 -0,4 2,5 Pernambuco -4,3 6,0 0,1 0,8 1,4 1,1 Bahia -2,6 -0,2 1,2 1,0 -0,4 4,0 Minas Gerais -0,9 2,5 1,0 -0,1 -0,4 0,3 Espirito Santo -3,1 2,3 0,1 -1,5 0,4 1,1 Rio de Janeiro 1,2 6,2 -3,2 -0,7 -1,1 0,1 São Paulo 0,2 1,1 2,0 -0,8 0,6 0,3 Paraná 0,3 0,7 0,1 0,2 0,3 1,3 Santa Catarina 1,6 0,6 2,1 1,3 -2,1 1,0 Rio Grande do Sul -4,5 3,3 -0,2 0,4 1,5 1,9 Mato Grosso do Sul 1,0 8,7 -9,3 0,6 -1,4 2,4 Mato Grosso -0,9 2,8 -0,4 -1,0 0,7 0,5 Goiás 0,5 1,1 0,8 2,9 -1,7 0,9
  7. 7. EXPORTAÇÕES PRINCIPAIS PRODUTOS 01-06/2009 2008-2009 (U$ milhões) Produto 1 o semestre de 2008 1 o semestre de 2009 Var % Soja em grão 1096,3 1395,9 27,3 Carne de frango &quot;in natura&quot; 706,0 573,9 -18,7 Farelo de soja 696,4 572,4 -17,8 Automóveis 544,3 314,9 -42,1 Açúcar bruto 202,5 264,8 30,8 Cereais 290,5 211,7 -27,1 Óleo de soja bruto 336,9 164,5 -51,2 Papel 241,7 157,0 -35,0 Madeira compensada ou contraplacada 226,7 105,5 -53,5 Café solúvel 111,2 89,0 -20,0 Demais carnes 120,1 88,8 -26,1 Autopeças 120,0 87,5 -27,1 Óleos e combustíveis para consumo de bordo 135,6 83,0 -38,8 Motores para veículos 194,5 71,4 -63,3 Tratores 163,2 67,4 -58,7 Demais madeiras e manufaturas de madeira 87,3 58,8 -32,6 Compressores e bombas 99,5 53,6 -46,2 Óleo de soja refinado 231,7 47,5 -79,5 Madeira serrada 70,3 44,6 -36,5 Adubos e fertilizantes 81,5 44,5 -45,4 Outros produtos 1889,5 1268,5 -32,9 TOTAL 7645,7 5765,1 -24,6 FONTE: MDIC-SECEX    
  8. 8. EVOLUÇÃO DOS EMPREGOS NO PARANÁ <ul><li>2005: </li></ul><ul><li>2005: 72.374 </li></ul><ul><li>2006: 86.396 </li></ul><ul><li>2007: 122.361 </li></ul><ul><li>2008: 110.903 </li></ul><ul><li>2009: 61.870 </li></ul><ul><li>Fonte: Caged/MTE </li></ul>61.870 110.903 TOTAL - 49.822 DEZ <ul><li>172 </li></ul>NOV 6.001 OUT 17.404 SET 14.437 14.695 AGO 6.922 13.635 JUL 5.964 13.944 JUN 11.682 16.739 MAI 7.937 26.347 ABR 10.842 25.085 MAR 2.494 14.730 FEV 1.592 12.317 JAN 2009 2008 MESES
  9. 10. Conclusões <ul><li>A recessão acabou, mas a crise ainda não, embora as perspectivas de saída sejam bem melhores do que há 2 meses atrás. </li></ul><ul><li>A saída da crise da economia brasileira implica </li></ul><ul><ul><li>na retomada da expansão do mercado internacional e, portanto, da demanda externa e das exportações, na retomada firme da Taxa de Investimento . </li></ul></ul><ul><li>Quanto mais condições houver para fazer frente à valorização do Real e intensificar os investimentos públicos , resguardada a responsabilidade fiscal , mais rápida será essa saída. </li></ul>

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