Webinar Entendendo os indicadores de desempenho da manutenção

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Conheça a o Engeman® e facilite a rotina e manutenção da sua empresa.
Todas as pessoas envolvidas com o universo da manutenção ouvem falar de KPIs, indicadores de desempenho da manutenção... Sabem que são importantes, relevantes para a rotina gerencial, mas de que jeito? Entenda como fazer as leituras certas desses dados para melhorar os resultados da sua empresa. Neste Webinar vamos conversar sobre esses indicadores funcionarem como parâmetros do desenvolvimento do seu trabalho e desempenho da sua equipe e máquinas.
:: Consultor: Maxwell Souza - Analista de Negócios Engeman®

:: Você vai precisar de: Internet banda larga. Acesso liberado ao domínio eventials.com para participar do evento, bem como para o recebimento de e-mails enviados por esse site.

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Webinar Entendendo os indicadores de desempenho da manutenção

  1. 1. O que são os KPIs: • KPI (em inglês, KeyPerformance Indicators, Indicadores de Performance na tradução); • Os KPIs podem mensurar diferentes performances; • é preciso atenção aos KPIs que são realmente úteis.
  2. 2. Como saber se é útil ou não? • Primeiro precisamos considerar o contexto em que será aplicado, isso dirá muito sobre o KPI. • Em conjunto podemos utilizar o método SMART: • Specific – Específico: Escolha KPIs simples e específicos para evitar equívocos posteriores. • Measurable – Mensurável: Os KPIs devem ser comparáveis e quantificáveis com objetivos específicos. De preferência, o KPI deve ser expresso em números. • Attainable – Atingível: A meta deve refletir a capacidade da organização, podendo ser agressiva, mas não deve ser impossível. • Realistic – Realista: A meta deve ser realista com as condições atuais e não com as condições desejáveis. • Timely – Em tempo: Deve ser definido um tempo para que as metas possam ser atingidas.
  3. 3. Quais são os principais aplicados à manutenção? • Disponibilidade; • Custo da Manutenção; • MTBF; • MTTR; • Confiabilidade.
  4. 4. Mas para que servem? • Disponibilidade: • Representa a probabilidade de em um dado momento um equipamento estar disponível. • Garantir o atendimento das metas de produção. • Pautar e justificar o acompanhamento dos outros indicadores.
  5. 5. Mas para que servem? • Custo da Manutenção: • Um dos principais indicadores da atividade de manutenção. • Normalmente é a somatória básica de recursos materiais, sobressalentes e mão de obra, os chamados custos de intervenção. • Em um processo de manutenção mais apurado, poderá tratar também dos custos de oportunidade, perdas produtivas e custos próprios.
  6. 6. Mas para que servem? • MTBF (Mean Time Between Failure) - Tempo médio entre falhas: • Representar o tempo médio entre a ocorrência de uma falha e a próxima. • Representar também o tempo de funcionamento diante das necessidades de produção até a próxima falha. • Nortear a redução produtiva preventiva. • Traçar planos de manutenção Corretivos Planejados e/ou Preventivos, a partir da análise das falhas; • Nortear a programação de Periódicas e Manutenções baseadas em limites.
  7. 7. Mas para que servem? • MTTR (Mean Time To Repair) - Tempo médio para reparo: • Apontar o tempo que a equipe de manutenção demanda para reparar a falha. • Compreender todas as ações envolvidas no reparo, sejam elas da equipe de compras, de laboratório ou qualquer outra equipe de trabalho. • Nortear os Lead Times e Estoques Mínimos de peças de reposição. • Nortear o planejamento de mão de obra nas execuções programadas. • Estimar custos de Interferência Produtiva nas manutenções programadas ou eventuais de acordo com os modos de falha.
  8. 8. Mas para que servem? • Confiabilidade: • Representar a probabilidade de funcionamento correto, em condições normais, durante um determinado período de tempo. • Representar a probabilidade de estar em condições de trabalho após um determinado período de funcionamento. • Dar grau de certeza para as metas de disponibilidade. • Dar grau de certeza para os planejamentos de manutenção. • Auxiliar o gestor a trabalhar folgas de planejamento para o caso de manutenções emergenciais.
  9. 9. Para finalizar: dicas importantes! • Apesar de ser possível fazer esses indicadores sem um software de manutenção, não é viável. É fundamental que os dados sejam padronizados e que, consultá-los, ocorra de forma transparente, e em tempo hábil para que se tome decisões rápidas. • Pensando na integração com softwares de automação industrial, pode-se ter em mãos variáveis como volume de produção e aumentar ainda mais o potencial de planejamento da manutenção.
  10. 10. Agradecemos a sua atenção! Contatos: Marketing: marketing@engecompany.com.br Site: www.engeman.com.br / Tel: (37) 3249-2700

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