Ulcera De Pressao

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Ulcera De Pressao

  1. 1. ATUALIZAÇÃO EM CURATIVOS Enf PAULO SERGIO ARTUZO Ac Enf LEANDRO MACHADO
  2. 2. ANATOMIA DA PELE A pele é constituída de duas camadas principais – a epiderme e a derme. Cada uma delas é composta de tipos de tecidos diferente e tem funções distintas
  3. 3. A epiderme, a camada mais externa da pele, e fina e avascular; e costuma regenerar-se em 4 a 6 semanas. Suas funções básicas são manter a integridade da pele e atuar como barreira física. Constituída por várias camadas de células, a epiderme contém cinco subcamadas – o estrato córneo, mais externo; o estrato lúcido; o estrato granuloso; o estrato espinhoso, e a camada mais interna, o estrato germinativo, ou camada de células basais. O estrato germinativo liga a epiderme a segunda e mais espessa das camadas da pele, a derme.
  4. 4. A função da derme é oferecer resistência, suporte, sangue e oxigênio à pele. Essa camada contém vasos sanguíneos, folículos pilosos, vasos linfáticos, glândulas sebáceas e glândulas sudoríparas. A derme é composta de fibroblastos, colágeno e fibras elásticas. Os fibroblastos são responsáveis pela formação de colágeno, substância matricial, e proteínas de elastina. O colágeno dá resistência à pele e a elastina é responsável pelo rechaço cutâneo. Espessos feixes de colágeno ligam a derme ao tecido subcutâneo e às estruturas de suporte subjacentes, como fáscia, músculo e ossos.
  5. 5. O tecido subcutâneo é composto pelos tecidos adiposo e conjuntivo, além de grandes vasos sanguíneos, nervos e vasos linfáticos. A espessura da epiderme, da derme e subcutâneo variam entre diferentes pessoas e partes do corpo.
  6. 6. ANATOMIA DA PELE
  7. 7. FISIOLOGIA DA PELE A pele é o maior órgão do corpo humano, constituindo cerca de 10% do peso corporal. Está constantemente exposta a agressões físicas, químicas e mecânicas, que podem ter conseqüências físicas permanentes ou não.
  8. 8. As seis funções da pele são: Proteção: a pele atua como barreira física contra microrganismos e outras substâncias estranhas, protegendo contra infecções e perda excessiva de líquidos. Sensibilidade: as terminações nervosas da pele permitem que a pessoa sinta dor, pressão, calor e frio. Termorregulação: a pele ajuda a regular a temperatura corporal mediante vasoconstrição, vasodilatação e sudorese.
  9. 9. Excreção: a pele ajuda na termorregulação, mediante a excreção de resíduos, como eletrólitos e água. Metabolismo: a síntese de vitamina D na pele exposta à luz solar, por exemplo, ativa o metabolismo de cálcio e fosfato, minerais que desempenham um papel importante na formação óssea. Imagem Corporal: a pele detalha a nossa aparência, identificando de modo único cada indivíduo.
  10. 10. ASPECTOS PSICOLÓGICOS Mantendo a metodologia de atendimento holístico do assistido não devemos pensar simplesmente em sua lesão cutânea, mas sim nele como um todo... Integrando corpo e alma! Sabemos que a manifestação da ferida pode ter várias origens, podendo inclusive denotar o nível de desenvolvimento de uma população.
  11. 11. ASPECTOS PSICOLÓGICOS A ferida é um problema sócio-econômico e educacional, pois para a cicatrização das lesões são importantes a boa nutrição, assiduidade corporal e higiene da área afetada. Na condição de miséria e fome, que grande parte da população mundial está sujeita, o “viver da doença” passa a ser um aspecto comum. Devemos aprender a valorizar os aspectos psicológicos do portador de feridas, a salientar mais uma vez a importância da abordagem interdisciplinar , necessitando em muitos casos da intervenção do psicólogo.
  12. 12. CLASSIFICAÇÃO DAS FERIDAS Quanto ao diagnóstico etiológico : Define a origem da doença que propiciou o aparecimento da lesão cutânea.
  13. 13. CLASSIFICAÇÃO DAS FERIDAS Quanto à causa : Define o mecanismo de ação, por exemplo: traumáticas, cirúrgicas, patológicas etc.
  14. 15. CLASSIFICAÇÃO DAS FERIDAS Quanto à morfologia : Descreve a localização, número, dimensão e profundidade.
  15. 17. CLASSIFICAÇÃO DAS FERIDAS Quanto ao grau de contaminação : limpa, contaminada ou infectada.
  16. 19. CLASSIFICAÇÃO DAS FERIDAS Quanto à fase cicatricial : Define as três etapas: inflamatória, proliferativa e maturação.
  17. 20. CLASSIFICAÇÃO DAS FERIDAS Quanto à característica do exsudato : Descreve a sua presença ou ausência, aspecto, coloração e odor.
  18. 22. CLASSIFICAÇÃO DAS FERIDAS Quanto à característica do leito da ferida: Necrótico, fibrinoso, necrótico-fibrinoso, granulação e epitelização.
  19. 24. CLASSIFICAÇÃO DAS FERIDAS Quanto à cultura da secreção : Define o agente etiológico e a antibioticoterapia específica.
  20. 26. CLASSIFICAÇÃO DAS FERIDAS Quanto à evolução da ferida : Aguda ou crônica.
  21. 27. CLASSIFICAÇÃO DAS FERIDAS Quanto ao tipo de cicatrização : Primária, secundária ou primária tardia.
  22. 28. CLASSIFICAÇÃO DAS FERIDAS Segundo a Cor: Vermelha : indica tecido de granulação saudável e limpo. Quando uma ferida começa a cicatrizar, cobre seu leito uma camada de tecido de granulação róseo-pálido, que posteriormente torna-se vermelho-vivo.
  23. 30. CLASSIFICAÇÃO DAS FERIDAS Segundo a Cor : Amarelo : indica a presença de exsudato ou secreção e a necessidade de limpeza da ferida. O exsudato pode ser amarelo-claro, amarelo-cremoso, amarelo-esverdeado ou bege.
  24. 32. CLASSIFICAÇÃO DAS FERIDAS Segundo a Cor : Preta : indica a presença de necrose. O tecido necrótico torna mais lenta a cicatrização e proporciona um local para proliferação de microrganismos.
  25. 34. ESTADIAMENTO E DOCUMENTAÇÃO DAS ÚLCERAS DE PRESSÃO Estagio 1 Uma úlcera de pressão em estágio 1 é uma alteração observável relacionada com pressão na pele íntegra, cujos indicadores comparativos à área adjacente ou oposta do corpo podem incluir mudanças em um ou mais das seguintes condições: Temperatura da pele (aquecimento ou resfriamento) e/ou sensibilidade (dor, prurido). A úlcera manifesta-se como uma área definida de hiperemia persistente na pele pouco pigmentada, ao passo que, em peles mais escuras, a úlcera pode manifestar-se como tonalidades persistentes de vermelho, azul ou púrpura. Documente e descreva somente comprimento e largura. Não é possível descrever a profundidade, pois a epiderme está íntegra, embora o tecido abaixo dela possa estar lesado. A avaliação das úlceras de pressão em estágio 1 pode ser difícil nos pacientes com pele mais escura.
  26. 36. ESTADIAMENTO E DOCUMENTAÇÃO DAS ÚLCERAS DE PRESSÃO Estágio 2 Perda cutânea de espessura parcial envolvendo epiderme ou derme. A úlcera é superficial e manifesta-se clinicamente por abrasão, flictema ou cratera rasa. Documente e descreva comprimento, largura e profundidade. Todas as úlceras de pressão em estágio 2 têm profundidade, pois a ferida já penetrou a epiderme. Nas úlceras de pressão superficiais, a profundidade pode ser descrita com inferior a 0,1 cm. Qualquer profundidade igual ou maior do que 0,1 cm deve ser medida com precisão, com ajuda de algum dispositivo para esse fim.
  27. 38. ESTADIAMENTO E DOCUMENTAÇÃO DAS ÚLCERAS DE PRESSÃO Estágio 3 Perda cutânea de espessura total envolvendo lesão ou necrose do tecido subcutâneo, que pode se estender até a fáscia subjacente, sem atravessá-la. A úlcera manifesta-se clinicamente como uma cratera profunda, com ou sem comprometimento subjacente do tecido adjacente. Documente e descreva comprimento, largura e profundidade, além da presença de formação de túneis, se houver. Quando existe tecido necrótico, não é possível realizar um estadiamento exato da úlcera de pressão até a descamação ou a úlcera ter sido desbridada e a base da ferida tornar-se visível.
  28. 40. ESTADIAMENTO E DOCUMENTAÇÃO DAS ÚLCERAS DE PRESSÃO Estágio 4 Perda cutânea de espessura total com destruição extensa, necrose tecidual ou lesão muscular, óssea ou das estruturas de suporte ( por ex.: tendão ou cápsula articular). A formação de túneis ou de tratos fistulosos também pode estar associada à úlcera de pressão em estágio 4. Documente e descreva comprimento, largura e profundidade, bem como a presença de formação de túneis (se houver) e as estruturas de suporte subjacentes visíveis (fáscia, músculo e osso). Se houver tecido necrótico, o estadiamento exato da úlcera de pressão só será possível, quando a descamação ou a úlcera tiverem sido desbridadas e a base da ferida tornar-se visível.
  29. 42. FASES CICATRICIAIS A reparação tecidual ocorre em três fases distintas, complexas, dinâmicas e sobrepostas. A liberação de mediadores ocorre em cascata, atraindo estruturas à periferia da região traumatizada. O conhecimento das fases evolutivas do processo fisiológico cicatricial é fundamental para o tratamento adequado da ferida.
  30. 43. FASES CICATRICIAIS Fase Inflamatória ou Exsudativa : Sua duração é de aproximadamente 48 a 72 horas. Caracteriza-se pelo aparecimento dos sinais prodrômicos da inflamação: dor, calor, rubor e edema. Mediadores químicos provocam vasodilatação, aumentam a permeabilidade dos vasos e favorecem a quimiotaxia dos leucócitos - neutrófilos combatem os agentes invasores e macrófagos realizam a fagocitose.
  31. 44. FASES CICATRICIAIS Fase Proliferativa , Tem a duração de 12 a 14 dias. Ocorrem neo-angiogênese, produção de colágenos jovens pelos fibroblastos e intensa migração celular, principalmente queratinócitos, promovendo a epitelização. A cicatriz possui aspecto avermelhado.
  32. 45. FASES CICATRICIAIS Fase de Maturação ou Remodelação : A terceira etapa pode durar de meses a anos. Ocorre reorganização do colágeno, que adquire maior força tênsil e empalidece. A cicatriz assume a coloração semelhante à pele adjacente.
  33. 46. <ul><li>FORMAS DE CICATRIZAÇÃO </li></ul><ul><ul><li>Cicatrização Primária: </li></ul></ul><ul><ul><li>Advém da sutura por planos anatômicos. Na cicatrização primária não há perda tecidual.  </li></ul></ul><ul><ul><li>Pode ocorrer complicações como isquemia peri-sutura em decorrência de técnica inadequada, presença de corpo estranho, coleção de líquidos, hematomas e infecção superficial. Esses fatores poderão evoluir à deiscência de sutura cirúrgica. </li></ul></ul>
  34. 47. <ul><li>FORMAS DE CICATRIZAÇÃO </li></ul><ul><ul><li>Cicatrização Secundária: </li></ul></ul><ul><ul><li>Quando a evolução cicatricial da </li></ul></ul><ul><ul><li>ferida é espontânea chama-se </li></ul></ul><ul><ul><li>secundária. </li></ul></ul>
  35. 48. <ul><li>FORMAS DE CICATRIZAÇÃO </li></ul><ul><ul><li>Cicatrização Primária Tardia </li></ul></ul><ul><ul><li>Às vezes, para acelerar o processo de cicatrização secundária pode-se realizar aproximação das bordas da ferida com pontos de sutura simples. Tal procedimento é denominado cicatrização primária tardia. </li></ul></ul><ul><ul><li>Fisiologicamente, o mecanismo de cicatrização é o mesmo, variando na duração do processo e nos resultados estético-funcional, que são melhores na cicatrização primária. </li></ul></ul>
  36. 49. FATORES QUE INTERFEREM NA CICATRIZAÇÃO Fatores Locais São fatores ligados à ferida , que podem interferir no processo cicatricial , tais como: - dimensão e profundidade da lesão, - grau de contaminação, - presença de secreções, hematoma e corpo estranho, - necrose tecidual e - infecção local.
  37. 50. <ul><li>FATORES QUE INTERFEREM NA CICATRIZAÇÃO </li></ul><ul><li>Fatores Sistêmicos </li></ul><ul><li>Faixa etária: A idade avançada diminui a resposta inflamatória. </li></ul><ul><li>Estado Nutricional: O estado nutricional interfere em todas as fases da cicatrização. A hipoproteinemia diminui a resposta imunológica, síntese de colágeno e função fagocítica. </li></ul>
  38. 51. FATORES QUE INTERFEREM NA CICATRIZAÇÃO Doenças Crônicas: Enfermidades metabólicas sistêmicas podem interferir no processo cicatricial. Terapia Medicamentosa Associada: A associação medicamentosa pode interferir no processo cicatricial, como, por exemplo: - antiinflamatórios, - antibióticos, - esteróides e - agentes quimioterápicos.
  39. 52. FATORES QUE INTERFEREM NA CICATRIZAÇÃO Tratamento Tópico Inadequado A utilização de sabão tensoativo na lesão cutânea aberta pode ter ação citolítica, afetando a permeabilidade da membrana. A utilização de soluções anti-sépticas também podem ter ação citolítica. Quanto maior for à concentração do produto maior será a sua citotoxidade, afetando o processo cicatricial. Essa solução em contato com secreções da ferida tem a sua ação comprometida.
  40. 53. ASPECTOS ÉTICOS NO TRATAMENTO DE FERIDAS IMPERÍCIA É execução de uma função sem a plena capacidade para tal. E cometer um erro por falta de conhecimento ou habilidade, como, por exemplo, um acadêmico ou profissional não habilitado que realiza o procedimento do curativo de forma inadequada.
  41. 54. ASPECTOS ÉTICOS NO TRATAMENTO DE FERIDAS IMPRUDÊNCIA É o erro cometido com conhecimento das regras, porém não executado com as cautelas exigidas no tratamento da ferida. Por exemplo, o profissional preparado insistisse em realizar um curativo sem o diagnóstico ou material adequado, ou caso o acadêmico, desacompanhado de seu instrutor, executasse o curativo sem a plena convicção do diagnóstico e, ainda, sem solicitar auxílio.  
  42. 55. ASPECTOS ÉTICOS NO TRATAMENTO DE FERIDAS NEGLIGÊNCIA Não obstante todas essas condutas tenham de ser evitadas, a negligência é considerada, no âmbito ético-profissional, a mais grave dos três. É o erro cometido com consciência de como deve ser feito o tratamento da ferida e sem a existência de algum fator de impedimento, porém, por mero desleixo, menosprezo ou indolência, não é realizado adequadamente.
  43. 56. CONTROVÉRSIAS NO TRATAMENTO  DE FERIDAS CURATIVO SECO X CURATIVO ÚMIDO O curativo úmido: - protege as terminações nervosas superficiais, reduzindo a dor, - acelera o processo cicatricial, - previne a desidratação tecidual e a morte celular, - promove necrólise e fibrinólise. O curativo seco é recomendado em feridas cirúrgicas limpas, com sutura direta. A troca é, geralmente, diária, até a retirada dos pontos.
  44. 57. CONTROVÉRSIAS NO TRATAMENTO  DE FERIDAS LIMPEZA SOLUÇÃO FISIOLÓGICA X LIMPEZA MECÂNICA A limpeza com solução fisiológica a 0,9% é indicada para hidratar a ferida e acelera a cicatrização, evitando o traumatismo direto da ferida. A limpeza mecânica provoca traumatismo do tecido em cicatrização, retardando o processo.
  45. 58. CONTROVÉRSIAS NO TRATAMENTO  DE FERIDAS ANTI-SÉPTICOS EM FERIDA CUTÂNEA ABERTA Anti-sepsia com polivinilpirrolidona (PVPI) tópico  (Povidine®): Tem finalidade de prevenir a colonização. Pode ser neutralizado rapidamente na presença de matéria orgânica e tecido necrótico. É indicado na anti-sepsia da pele íntegra e mucosas, de peri-cateteres, peri-introdutores e fixadores externos. É contra-indicado em feridas abertas, pois é citolítico e retarda o processo de cicatrização. Anti-sepsia com a solução de clorexidina: Tem ação bacteriana tanto para Gram positivas como Gram negativas, porém com maior efeito nas Gram negativas. A atividade germicida mantém-se mesmo na presença de materiais orgânicos. Possui as mesmas indicações e contra-indicações do PVPI.
  46. 59. <ul><li>CURATIVO </li></ul><ul><li>FINALIDADE </li></ul><ul><ul><li>Remover o acumulo de secreções e tecido morto da ferida ou da área de incisão; </li></ul></ul><ul><ul><li>Diminuir o crescimento de microrganismo na ferida ou na área da incisão; </li></ul></ul><ul><ul><li>Promover a cicatrização da ferida. </li></ul></ul>
  47. 60. RESULTADO ESPERADO Cicatrização da ferida sem sinal de infecção.
  48. 61. <ul><li>INVESTIGAÇÃO </li></ul><ul><li>A investigação deve enfocar os seguintes tópicos: </li></ul><ul><li>A prescrição médica e/ou de enfermagem; </li></ul><ul><li>O tipo e a localização da ferida; </li></ul><ul><li>O horário da última troca; </li></ul><ul><li>Alergias do paciente. </li></ul>
  49. 62. CONSIDERAÇÕES ESPECIAIS Trocas de curativos são freqüentemente dolorosas: avaliar a necessidade relativa à dor e medicar o paciente 30 minutos antes do início do procedimento; Os pacientes geriátrico e pediátrico são freqüentemente imunodeprimidos e têm uma baixa resistência, sendo necessária uma estrita assepsia para minimizar a exposição aos microrganismos.
  50. 63. CURATIVO
  51. 64. <ul><li>PROCEDIMENTO DE ENFERMAGEM </li></ul><ul><li>MATERIAL </li></ul><ul><ul><li>Bandeja; </li></ul></ul><ul><ul><li>Material de curativo; </li></ul></ul><ul><ul><li>Cuba rim; </li></ul></ul><ul><ul><li>Fita adesiva; </li></ul></ul><ul><ul><li>Luvas de procedimento; </li></ul></ul><ul><ul><li>Solução salina de 250 ml (bolsa) ou 125 ml (frasco); </li></ul></ul><ul><ul><li>Algodão embebido em álcool 70%; </li></ul></ul><ul><ul><li>Agulha 40x12; </li></ul></ul><ul><ul><li>Pacotes de gazes; </li></ul></ul><ul><li>Saco de lixo branco; </li></ul><ul><li>Solução recomendada. </li></ul>
  52. 65. IMPLEMENTAÇÃO - Lavar as mãos e organizar o material; *Reduzir a transmissão de microrganismo. - Explicar o procedimento ao paciente e dar assistência às suas necessidades; *Diminuir a ansiedade; *Promover a cooperação. - Avaliar o nível de dor do paciente com uso de medicação e esperar que a medicação faça efeito antes de começar, quando necessário; *Diminuir o desconforto da troca de curativos.
  53. 66. IMPLEMENTAÇÃO - Colocar a mesa ao lado da cama próxima ao local em que será feito o curativo; *Facilitar o gerenciamento do campo e materiais estéreis. - Colocar o material na mesa ao lado da cama; *Promover a rápida troca de curativo. - Saco de lixo ao lado da cama; *Facilitar a eliminação do material contaminado.
  54. 67. <ul><li>IMPLEMENTAÇÃO </li></ul><ul><li>- Abrir o pacote de curativo; </li></ul><ul><li>- Abrir mais pacotes de gazes; </li></ul><ul><li>*Se o curativo for muito grande. </li></ul><ul><li>Colocar a agulha no frasco de solução salina, previamente aquecida à temperatura corporal; </li></ul><ul><li>Calçar as luvas de procedimentos; </li></ul><ul><li>- Retirar a fita adesiva, puxando em direção à ferida e remover o curativo sujo. </li></ul><ul><li>*Permite visualizar a área da ferida e do curativo e também a exposição para a limpeza. </li></ul>
  55. 68. <ul><li>IMPLEMENTAÇÃO </li></ul><ul><li>MOLHAR O CURATIVO COM SOLUÇÃO SALINA, SE ESTIVER ADERIDO Á FERIDA, ENTÃO PUXAR SUAVEMENTE; </li></ul><ul><li>Colocar o curativo no saco de lixo; </li></ul><ul><li>Colocar a cuba rim abaixo da ferida; </li></ul><ul><li>Lavar a ferida com jato de soro morno; </li></ul><ul><li>*Para fazer a limpeza da ferida sem retirar áreas já regeneradas. </li></ul>
  56. 69. <ul><li>IMPLEMENTAÇÃO </li></ul><ul><li>Pegar a pinça e fazer uma torunda de gaze; </li></ul><ul><li>Passar a gaze, em áreas que não tenha tecido de granulação, trocando a gaze sempre que necessário; </li></ul><ul><li>*Prevenir a contaminação da ferida por microrganismos. </li></ul><ul><li>- Usar medicação, pomada, óleo, recomendado pelo médico ou enfermeiro; </li></ul><ul><li>*Seguir a prescrição de enfermagem ou médica. </li></ul>
  57. 70. <ul><li>IMPLEMENTAÇÃO </li></ul><ul><li>- Colocar as gazes sobre a área da ferida ou incisão até que a área esteja completamente coberta; </li></ul><ul><li>*Prevenir a contaminação do curativo ou ferida. </li></ul><ul><li>Fixar o curativo com fita adesiva; </li></ul><ul><li>- Dispensar as luvas, os materiais e guardá-los apropriadamente; </li></ul><ul><li>*Manter o ambiente organizado. </li></ul>-
  58. 71. <ul><li>IMPLEMENTAÇÃO </li></ul><ul><li>Posicionar o paciente com conforto; </li></ul><ul><li>- Lavar as mãos; </li></ul><ul><li>*Diminuir a expansão de microrganismos. </li></ul>
  59. 72. AVALIAÇÃO Os resultados esperados foram alcançados?
  60. 73. <ul><li>DOCUMENTAÇÃO </li></ul><ul><li>Deve ser anotado no prontuário do paciente: </li></ul><ul><li>A localização e o tipo da ferida ou da incisão; </li></ul><ul><li>O estado do curativo anterior; </li></ul><ul><li>O estado da área da ferida/incisão; </li></ul><ul><li>A solução e os medicamentos aplicados na ferida; </li></ul><ul><li>As observações feitas pelo paciente; </li></ul><ul><li>A tolerância do paciente ao procedimento. </li></ul>
  61. 74. <ul><li>ALGUNS TRATAMENTOS </li></ul><ul><li>Açúcar </li></ul><ul><li>Carvão Ativado </li></ul><ul><li>Filme Transparente com </li></ul><ul><li>Hidrocolóide ou Hidrogel </li></ul><ul><li>Papaína 1% e 8% </li></ul>
  62. 75. <ul><li>ALGUNS TRATAMENTOS </li></ul><ul><li>Solução Fisiológica </li></ul><ul><li>Sulfadiazina de Prata </li></ul><ul><li>A.G.E. – Ácido Linoleico </li></ul>
  63. 76. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Atkinson L. D., Murray M. E.: Fundamentos de enfermagem: introdução ao processo de enfermagem . Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1989. Candido L.C.: Tratamento Tópico e Cirúrgico de Úlcera Neuropática – “Pé Diabético” . In : Abstract Compact Disc do IV Congresso Brasileiro de Estomaterapia e I Congresso Brasileiro de Enfermagem em Dermatologia, São Paulo (SP), 2001. Declair V.: Aplicação de Triglicérides de Cadeia Média (TCM) na Prevenção de Úlceras de Decúbito. Res.Bras.Enf , 8a :4-6, 1994-A. Smetzer S.C., Bare B.G.: Brunner & Suddarth : tratado de enfermagem médico-cirúrgica . 7.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1994.

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