Abismo Digital

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slideshow a respeito do Abismo Digital que existem no Brasil, produzido baseado no artigo de Kemly Camacho.

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Abismo Digital

  1. 2. O Abismo digital Kemly Camacho
  2. 3. <ul><li>Abismo social
  3. 4. Transferência tecnológica
  4. 5. Ano 2000 Dot Force
  5. 6. “Renovamos nosso compromisso com o princípio da inclusão: todos onde quer que estejam devem ter a possibilidade de participar, ninguém deve ficar excluído dos benefícios da sociedade da informação.” </li></ul>
  6. 7. <ul><li>Ano 2003, cria-se a UN ICT Task Force (Força-Tarefa para Tecnologias da Informação da ONU)
  7. 8. “ Nos últimos anos, como conseqüência do fato de as tecnologias da informação e da comunicação terem se convertido na coluna vertebral da economia da informação mundial e dado lugar à sociedade da informação, foi colocada mais atenção na diferença de acesso às TIC entre os países desenvolvidos e os países em desenvolvimento. Esta diferença se conhece como o “abismo digital”. Mas, quão grande é? Está crescendo ou diminuindo?” </li></ul>
  8. 9. <ul><li>Ano 2004, a UIT convoca o evento “Building digital bridges”
  9. 10. TIPOS de ABISMO DIGITAL </li><ul><li>1 – acesso: pessoas que podem ter ou não
  10. 11. 2 – uso: pessoas sabem ou não utilizar
  11. 12. 3 – qualidade de uso: diferenças entre usuários </li></ul></ul>
  12. 13. Enfoque Abismo Digital <ul><li>Infra-estrutura: conexão web
  13. 14. Capacitação: alfabetização digital
  14. 15. Recursos: novas oportunidades </li></ul>
  15. 16. Os imaginários políticos do abismo digital <ul>A diferença no acesso às tecnologias aumentará as diferenças sociais já existentes . </ul>
  16. 17. <ul><li>A ilusão da relação causa-efeito
  17. 18. Os “incluídos” na construção de uma “nova sociedade”
  18. 19. O abismo digital é resultado dos abismos sociais
  19. 20. Um só abismo digital – uma só solução
  20. 21. O abismo digital não aparece por si mesmo </li></ul>
  21. 22. <ul><li>A individualização
  22. 23. Os novos abismos digitais
  23. 24. Investimento centralizado em infra-estrutura
  24. 25. Abismo digital como negócio
  25. 26. Abismo digital – uma miragem </li></ul>
  26. 27. Perspectivas a serviço das sociedades <ul><li>possibilidades ou dificuldades que os grupos sociais têm em aproveitar coletivamente as TICs
  27. 28. estratégias para transformar a sociedade com a qual sonhamos e não da tecnologia </li></ul>
  28. 29. Acesso público à Internet Subbiah Arunachalam
  29. 30. <ul><li>A primeira rede comunitária
  30. 31. Anos 1960, O sistema Community Memory, em São Francisco, Califórnia;
  31. 32. Em 1986, o Cleveland Free-Net, de Ohio;
  32. 33. Em 1971, Raymond Tomlinson, Arpanet
  33. 34. Projeto Gutenberg, de Michael Hart </li></ul>
  34. 35. <ul><li>Em 1973, Vinton Cerf e Robert Kahn, TCP (Transmission Control Protocol), University fo Sussex e ARPANET
  35. 36. Em 1985, estabelecimento da INTERNET
  36. 37. Década de 1990, PSI e ALTERNET
  37. 38. Em 1996, termo comum INTERNET </li></ul>
  38. 39. O que é o acesso público? <ul><li>Acesso à tecnologia
  39. 40. Chat
  40. 41. Voip
  41. 42. Blogs
  42. 43. Podcasting
  43. 44. Cibercafes – Lan House
  44. 45. Tele-centros
  45. 46. wi-fi </li></ul>
  46. 47. A vasta quantidade de informações que pode ser acessada por qualquer um, em qualquer lugar e a qualquer momento, sem custo algum, pode ser chamada de informação como um bem comum.
  47. 48. Rumo ao acesso universal no mundo <ul><li>Comunicação flexível e de baixo custo
  48. 49. Instalação de telecentros de propriedade comunitária
  49. 50. Formação de um FUNDO de SOLIDARIEDADE DIGITAL
  50. 51. Desenvolvimento de Telecentros </li></ul>
  51. 52. <ul>Desenvolvimento de Telecentros </ul><ul><li>Responder as necessidades da população local
  52. 53. Apoio de ONG
  53. 54. Treinamento de instrutores
  54. 55. Software Livre
  55. 56. Infra-estrutura mínima </li></ul>
  56. 57. O bem comum e o compartilhamento de informações A estratégia do bem comum para divulgação do conhecimento científico influencia a forma como a pesquisa científica é realizada em todo o mundo.
  57. 58. <ul><li>ArXiv, Paul Ginsparg – University of Cornell, repositório Física
  58. 59. CiteSeer, Steve Lawrence – Laboratório de Pesquisa NEC, Princeton
  59. 60. Cogprint, Stevan Harnad – Southampton
  60. 61. Revistas eletrônicas </li></ul>
  61. 62. Do ciberespaço ao mundo real Declaração de Independência do Ciberespaço “ Governos do mundo industrial (...) em nome do futuro, peço a vocês do passado que nos deixem em paz. Vocês não são bem-vindos entre nós. Vocês não têm a independência que nos une. (...) Vocês não têm direito moral de nos impor regras, nem ao menos de possuir métodos de coação a que tenhamos real razão para temer. (...) O espaço cibernético não se limita a suas fronteiras.” Fevereiro de 1996 por John Perry Barlow
  62. 63. Formas de acesso público na Internet Permitir que os cidadãos do mundo utilizem as ferramentas da rede de informações e ganhem acesso às informações disponíveis, assim como para criar as suas próprias e divulgar suas habilidades. Parantir o acesso livre às informações essenciais, para que as oportunidades dadas pela Internet sejam realmente utilizadas para disseminar mundialmente o acesso de todos ao conhecimento.
  63. 64. Emir Campagnaro Sandra Aparecida Silva dos Santos

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