Exposição 2011

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Exposição 2011

  1. 1. Exposição 2011 Escola Municipal General Celso de A.D. Santos “ UM OLHAR PARA ÁFRICA”
  2. 2. CÂNDIDO PORTINARI Cândido Portinari era filho de imigrantes italianos, mas nasceu no Brasil. Ele cresceu em fazendas em meio a cafezais, desde muito cedo gostava de desenhos, mesmo que fosse no chão. Portinari pintou muitas obras sobre sua infância, como brincadeiras, o circo, mas se preocupava também com a pobreza e a condição que via em sua cidade, as injustiças o incomodavam muito. Portinari, apesar de ter uma perna mais curta que a outra adorava jogar futebol, em sua infância, e quando tinha 32 anos pintou uma obra com o nome “Futebol”. Na escola chegava a trocar desenhos pelos lanches dos alunos. Portinari começou a desenhar e desenvolver suas habilidades de desenho com um senhor chamado Zé Murari, na primeira aula de desenho ele fez uma maça em papel quadriculado e Portinari deveria copiá-la e se saiu muito bem. Com apenas 11 anos copiou o retrato de Carlos Gomes, que estava estampado em um maço de cigarros. Era o primeiro retrato que fazia, quando Murari viu até se espantou, de tão perfeito o resultado. Foi quando o pai de Portinari, o Senhor Batista começou a pensar que deveria mandar seu filho para estudar arte no Rio de Janeiro e foi em 1918, quando tinha 15 anos, depois de 10 anos de estudo, começou a pintar somente do seu estilo e em 1929, Portinari recebeu um prêmio e ganhou uma viagem para Paris. Começou a pintar um pouco da cultura de lá, as pessoas,vestuários, lugares históricos, etc. Aos poucos foi redescobrindo suas raízes e voltou a pintar cenas da vida do campo e de sua infância, os trabalhadores das fazendas de café, etc. Além das pinturas fez muitos murais. Um deles se chama “Jogos Infantis” e está no Palácio da Cultura, na Cidade do Rio de Janeiro. Cândido Portinari, morreu em 1962, sua obra é variadíssima e importante. Além das pinturas, também escrevia e fazia poesias. Seus quadros tem sido muito disputados por colecionadores e admiradores da arte em todo o mundo.
  3. 3. CANDIDO PORTINARI - 1903-1918 ARTISTA BRASILEIRO
  4. 4. “ O MESTIÇO” - CÂNDIDO PORTINARI
  5. 5. TWINS SEVEN-SEVEN, 1944 Nascido na Nigéria, em 1944, a carreira de Prince Twins Seven-Seven começou no início de 1960. Ele se tornou o mais famoso representante da escola Oshogbo renomados da pintura, que está no cerne da civilização iorubá. Sua obra reflete a cosmologia ea mitologia da cultura iorubá. Embora seja o nome dado é Taiwo Olaiyi Salau, Twins Seven-Seven escolheu esse pseudônimo como uma referência ao seu nascimento: ele é o único sobrevivente de uma linha de sete pares de gêmeos. Um artista multidimensional, Príncipe Twins Seven-Seven é também reconhecido como um cantor, músico, ator, escritor e poeta. Seu trabalho tem sido mostrado em numerosas exposições em todo o mundo, nomeadamente na National de France Museu de Arte Moderna - Centro Georges Pompidou em Paris, o Houston Museu de Arte Contemporânea, o Museu de Arte Moderna de Nova York, o Museu Nacional de Arte Africano em Washington , DC e na Galeria Nacional de Arte Moderna em Lagos. Seu encontro com as artes gráficas ea pintura surgiu em 1964 quando ele conheceu um grupo de artistas conhecidos como Mbayo Mbare Grupo. Este é o local onde a Escola Oshobgo teve a sua origins.Twins Seven-Seven começou por desenhar em papel. O desenho ea gravura mantiveram uma referência constante e central em sua obra. A originalidade de sua linha vem do fato de que parece se desdobrar às cegas, sem plano, através de uma invasão progressiva de toda a superfície. Esta técnica dá suas pinturas seus detalhes extraordinários. Com exceção de algumas pinturas que representam "profano" temas, o universo de Twins Seven-Seven está profundamente enraizado no imaginário iorubá, tanto religiosas e folclóricas. Twins Seven-Seven foi nomeado Artista UNESCO para a Paz em 2005, na presença de Olusegun Obasanjo, presidente da Nigéria e presidente da União Africano. A cerimónia teve lugar no Dia da África. Este foi o "reconhecimento do seu contributo para a promoção do diálogo e da compreensão entre os povos, particularmente na África e na Diáspora Africano". Artistas da UNESCO para a paz são personalidades de renome internacional que use sua influência, carisma e prestígio para ajudar a promover a mensagem da UNESCO e programas.
  6. 6. ARTISTA AFRICANO TWINS SEVEN-SEVEN - 1944
  7. 7. “ MUSICIANS” - TWINS SEVEN-SEVEN
  8. 8. INSTRUMENTOS DE ORIGEM AFRICANA
  9. 9. SIMBOLOGIA ADINKRA Entre as manifestações culturais da nação Ashanti, destaca-se o estampado adinkra. Encontra-se também no povo Gyaman, da Costa do Marfim. Adinkra são símbolos que representam provérbios e aforismos. É uma linguagem de ideogramas impressos, em padrões repetidos, sobre um tecido de algodão. Considerado como um objeto de arte, o adinkra (adeus, em twi) constitui um código do conhecimento referente às crenças e à historia deste povo. A escrita de símbolos adinkra reflete um sistema de valores humanos universais: Família, integridade, tolerância, harmonia e determinação, entre outros. Existem centenas de símbolos e a maioria deles é de origem ancestral, sendo transmitidos de geração em geração. Muitos representam virtudes, sagas populares, provérbios ou eventos históricos. Os ganeses geralmente escolhem suas roupas para usar segundo o significado das cores e dos símbolos estampados nelas. A estampa e a cor expressam sentimentos de ocasiões específicas como festas de funerais, festivais tradicionais, ritos de iniciação como o da puberdade, casamentos, durbars etc. Alegria está relacionada a cores alegres e ao branco, enquanto que para funerais e luto predominam as cores como azul e vermelho escuros, marrom ou preto. Quando as pessoas vestem vermelho escuro ou marrom, isso significa que recém perderam um parente próximo. A cor preta ou azul escuro demonstra a dor prolongada pela perda de uma pessoa amada como os pais, filhos ou companheiro. Adinkra significa adeus. Originalmente esses símbolos eram usados para enfeitar o vestuário destinado às cerimônias fúnebres. Os desenhos eram feitos recortando-se os símbolos em cacos de cabaça, para usá-los como carimbos sobre os tecidos. Posteriormente, os tecidos Adinkra passaram a ser usados por líderes espirituais em cerimônias e rituais. Evitava-se usá-los no dia a dia, também pelo fato de que a tinta desbotava ao lavar. No séc 17 foi introduzida no Imperio Ashanti (Akan) e diziam que um homem Ota Kraban foi a Gyman,reino vizinho e trouxe o primeiro tear. A partir de então designou-se como tarefa masculina a urdidura e a estamparia (hoje isso mudou,a estamparia também é feita por mulheres, mas o tear continua sendo masculino)
  10. 10. SIMBOLOGIA ADINKRA – SÍMBOLOS AFRICANOS
  11. 11. PINTURA EM TECIDOS COM OS SÍMBOLOS ADINKRA
  12. 12. <ul><ul><ul><li>A GEOMETRIA NDEBELE </li></ul></ul></ul>. A tribo Ndebele é uma das menores da África do Sul. Mas intensa o suficiente para revelar uma das manifestações artísticas de maior destaque de todo o continente africano. A Arte sempre foi uma característica importante de identificação do povo Ndebele. Além de seu apelo estético, que tem um significado cultural que serve para reforçar sua distinta identidade. Os artistas Ndebele demonstram uma fascinação com a qualidade linear de elementos em seu ambiente e esta é retratada em seus trabalhos artísticos. As pinturas são feitas à mão livre, sem esquemas anteriores, embora os desenhos sejam planejados de antemão. As características de simetria, proporção e bordas retas das decorações Ndebele são feitas sem a ajuda de réguas e esquadros, e as mulheres são as responsáveis pela pintura dos padrões coloridos e intricados nas paredes de suas casas. Os artistas contemporâneos fazem uso de uma ampla variedade de cores brilhantes (azuis, vermelhos, verdes e amarelos) em relação aos artistas tradicionais, devido à sua atual disponibilidade comercial. Porém, as cores em tons de ocre feitos de terra e diferentes tipos de argila ainda são utilizadas. Além do preto obtido com o carvão. Como a sociedade Ndebele tornou-se mais ocidentalizada, os artistas passaram a refletir a mudança de sua sociedade em suas pinturas, combinando as influências externas de sua cultura com os conceitos de design tradicional geometrizado vindo de seus antepassados. Além das pinturas, as mulheres da tribo Ndebele confeccionam peças de artesanato e uma variedade de ornamentos, feitos de miçanga, contas e cobre, com os quais se enfeitam. Cada um desses ornamentos (argolas, braçadeiras, colares e mantas) simbolizam o seu status na sociedade ou fazem parte de alguma cerimônia ritual.
  13. 13. FRANCINA NDIMANDE Nasceu na África do Sul em 13 de dezembro de 1940 &quot;Francina Ndimande é considerado como um dos nossos mais importantes artistas Ndebele tradicional. Cada artista do grupo de trabalho que cria Ndebele é muito pessoal para eles. Francina favorece formas diferentes das de seus companheiros artista Esther Mahlangu. Sua escolha da cor carrega-la para tons mais ácido e seus motivos são mais de design. Altamente estilizado elementos figurativos, como escadas, aviões, casas dupla andares, antenas de televisão, luz elétrica e as lâmpadas são normalmente encontradas em seu trabalho.Estas imagens são trazidas de volta a partir de suas visitas freqüentes à cidade e suas viagens no exterior.”
  14. 14. Bienal Francina Ndimande trabalha com filha e ajudante Princesa sul-africana pinta mural em sala da 23º Bienal Toni Pires/Folha Imagem A artista plástica sul-africana Francina Ndimande, 65, pinta mural em sala na 23ª Bienal de São Paulo
  15. 15. PINTURAS DAS MULHERES AFRICANAS - NDEBELE
  16. 16. PINTURAS DAS MULHERES AFRICANAS - NDEBELE
  17. 17. MONTAGEM DA ÁRVORE ADINKRA
  18. 20. PINTURA DOS SÍMBOLOS ADINKRA NO TECIDO
  19. 25. CARTAZES QUE REPRESENTAM A PINTURA NDEBELE
  20. 30. ÁRVORE ADINKRA

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