Project EMF-SP Flávio Eitor Barbieri Coordenador Workshop IV 27 de novembro de 2008
PROGRAMA <ul><li>“ Pesquisas do Projeto EMF-SP sobre exposição a campos elétricos e magnéticos de 60 Hz e efeitos à saúde”...
Desafio Capacitação de multiplicadores em comunicação e gestão de questões sobre exposição a 60 Hz, visando facilitar o di...
ESTABELECER DIÁLOGO EMF Project Promotional Brochure
Projeto EMF-SP EXPOSIÇÃO A CAMPOS ELETRICOS E  MAGNÉTICOS (EMF) DE 60 HZ Flávio Eitor Barbieri Coordenador Workshop lV 27/...
INCERTEZAS <ul><li>Existe risco de câncer, ou de outras doenças, provocadas pelas linhas de transmissão? </li></ul><ul><li...
CENÁRIO POSSÍVEL
ESPECTRO DE FREQÜÊNCIAS 16 Hz 50 Hz  Alimentação 60 Hz  CA 30 kHz Ondas Longas 300 kHz Ondas Médias 3 MHz Ondas Curtas 27 ...
EXPOSIÇÃO  ELF - 60HZ
ESPECTRO DE PESQUISAS <ul><li>Neurocomportamental </li></ul><ul><li>Neuroendócrina </li></ul><ul><li>Neurodegenerativa </l...
TIPOS DE PESQUISA <ul><li>Pessoas (epidemiologia & laboratório)‏ </li></ul><ul><li>Animais (genética e vida integral)  </l...
LIMITES ICNIRP <ul><li>O ICNIRP estabelece limites preventivos de exposição a ELF com base em  correntes induzidas no corp...
LIMITES ADOTADOS POR   WHO/ICNIRP TIPO DE EXPOSIÇÃO NÍVEIS DE CAMPO (60 HZ)‏ Campo elétrico KV/m Campo magnético μT Ocupac...
LINHAS DE ENERGIA SP E LIMITES ICNIRP
RISCOS (cérebro e leucemia)‏
LEUCEMIA INFANTIL E CAMPOS MAGNÉTICOS
AGENTES CLASSIFICADOS PELO IARC Carcinogênico para humanos (75)‏ (normalmente baseado em forte evidência de carcinogenicid...
RECOMENDAÇÕES <ul><li>Conforme a OMS, especificamente  quanto aos limites ICNIRP, as evidências científicas de possíveis e...
PROJETO EMF-SP
OPORTUNIDADE DO PROJETO <ul><li>Limites de segurança suficientemente altos recomendados por ICNIRP/WHO, baseados em evidên...
  MISSÃO DO PROJETO EMF-SP <ul><li>Fornecer informações de EMF relevantes para São Paulo e Brasil. </li></ul><ul><li>Desen...
OBJETIVOS <ul><li>Estudos epidemiológicos sobre efeitos da exposição pública e ocupacional a campos eletromagnéticos em 60...
PRINCÍPIOS <ul><li>Metodologia rigorosa </li></ul><ul><ul><li>Minimização de “bias” </li></ul></ul><ul><ul><li>Potência su...
ORGANIZAÇÃO Assessoria científica internacional Comunidade científica Divulgação <ul><li>Políticas públicas </li></ul><ul>...
PARTICIPAÇÃO <ul><li>WHO </li></ul><ul><li>ICNIRP </li></ul><ul><li>Ministério da Saúde </li></ul><ul><li>Ministério de Mi...
PLANO GERAL
PESQUISAS <ul><ul><li>Leucemia infantil </li></ul></ul><ul><ul><li>Doenças em adultos: leucemia, câncer cerebral e ALS </l...
DESAFIOS <ul><li>Obtenção de dados </li></ul><ul><ul><li>Disponibilidade difícil em geral, e em especial de incidência </l...
LPC <ul><li>EMF – LEUCEMIA INFANTIL </li></ul><ul><li>Epidemiológico caso / controle </li></ul><ul><li>Responsável:  </li>...
MODELO casa FSPUSP hospital SEADE
LPD <ul><li>EMF – CANCER EM ADULTOS </li></ul><ul><li>Epidemiológico ecológico </li></ul><ul><li>Responsável: </li></ul><u...
MODELO Cálculos teóricos  LPH FMUSP PROAIN SEADE
LPE <ul><li>EMF – ACIDENTES DE TRABALHO </li></ul><ul><li>Epidemiológico ocupacional </li></ul><ul><li>Coorte prospectivo ...
MODELO FCM Unicamp matriz de  exposição ocupacional concessionárias acidentes percepção de risco
LPF <ul><li>EMF – PERCEPÇÃO DE RISCO </li></ul><ul><li>Pesquisa psicológica </li></ul><ul><li>Responsável: </li></ul><ul><...
MODELO local FP-PUC BD Sistema energia
LPH <ul><li>EMF – CAMPOS URBANOS </li></ul><ul><li>Cálculos teóricos de campos </li></ul><ul><li>Responsável: </li></ul><u...
MODELO Cálculos teóricos  USP IPT concessionárias
Benefícios do Projeto <ul><li>Desenvolvimento de ampla capacitação na área de pesquisa em EMF, consolidada através de abor...
www.emf-sp.com.br
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  • Flávio Eitor Barbieri EMF-SP Project - ABRICEM
  • Release do Projeto EMF-SP

    1. 1. Project EMF-SP Flávio Eitor Barbieri Coordenador Workshop IV 27 de novembro de 2008
    2. 2. PROGRAMA <ul><li>“ Pesquisas do Projeto EMF-SP sobre exposição a campos elétricos e magnéticos de 60 Hz e efeitos à saúde” </li></ul><ul><li>Programa: </li></ul><ul><li>13:30 - Recepção </li></ul><ul><li>13:45 - Apresentação geral do Projeto (Flávio)‏ </li></ul><ul><li>Pesquisas sobre exposição a 60 Hz e sua relação com: </li></ul><ul><ul><li>14:15 - Leucemia infantil (Victor)‏ </li></ul></ul><ul><ul><li>14:45 - Doenças em adultos (Nelson)‏ </li></ul></ul><ul><li>15:15 - Coffee break </li></ul><ul><ul><li>15:30 - Acidentes de trabalho (Ricardo)‏ </li></ul></ul><ul><ul><li>16:00 - Percepção de risco (Marilda)‏ </li></ul></ul><ul><ul><li>16:30 - Perfis de exposição (Mário)‏ </li></ul></ul><ul><li>17:00 - Debates e encerramento </li></ul>
    3. 3. Desafio Capacitação de multiplicadores em comunicação e gestão de questões sobre exposição a 60 Hz, visando facilitar o diálogo com a população em geral e com órgãos públicos. Objetivo Transferir alguns conhecimentos que vêm sendo gerados pelo Projeto EMF-SP, e de uma forma acessível aos colaboradores das empresas para que possam divulgá-los adequadamente, sempre que oportuno, durante sua atuação dentro e fora da Empresa. Workshop IV
    4. 4. ESTABELECER DIÁLOGO EMF Project Promotional Brochure
    5. 5. Projeto EMF-SP EXPOSIÇÃO A CAMPOS ELETRICOS E MAGNÉTICOS (EMF) DE 60 HZ Flávio Eitor Barbieri Coordenador Workshop lV 27/11/08
    6. 6. INCERTEZAS <ul><li>Existe risco de câncer, ou de outras doenças, provocadas pelas linhas de transmissão? </li></ul><ul><li>Qual a distância segura para morar afastado das linhas de transmissão? </li></ul><ul><li>A legislação prevê uma faixa de segurança mínima, além da faixa de servidão das linhas? </li></ul>
    7. 7. CENÁRIO POSSÍVEL
    8. 8. ESPECTRO DE FREQÜÊNCIAS 16 Hz 50 Hz Alimentação 60 Hz CA 30 kHz Ondas Longas 300 kHz Ondas Médias 3 MHz Ondas Curtas 27 MHz 30 MHz VSW / VHF 300 MHz 433 MHz UHF 2,45 GHz 3 GHz Ondas Centimétricas (EHF)‏ 30 GHz Ondas Milimétricas 300 GHz (SHF)‏ Ondas de Rádio Televisão Indústria e Medicina Celular Microondas Rádio Satélite
    9. 9. EXPOSIÇÃO ELF - 60HZ
    10. 10. ESPECTRO DE PESQUISAS <ul><li>Neurocomportamental </li></ul><ul><li>Neuroendócrina </li></ul><ul><li>Neurodegenerativa </li></ul><ul><li>Cardiovascular </li></ul><ul><li>Imunologia e hematologia </li></ul><ul><li>Reprodução e desenvolvimento </li></ul><ul><li>Câncer </li></ul><ul><li>Biofísica </li></ul><ul><li>Dosimetria </li></ul>
    11. 11. TIPOS DE PESQUISA <ul><li>Pessoas (epidemiologia & laboratório)‏ </li></ul><ul><li>Animais (genética e vida integral) </li></ul><ul><li>In vitro (celular)‏ </li></ul><ul><li>Biológica (mecanismos)‏ </li></ul><ul><li>Engenharia (simulação & medições)‏ </li></ul>
    12. 12. LIMITES ICNIRP <ul><li>O ICNIRP estabelece limites preventivos de exposição a ELF com base em correntes induzidas no corpo humano dentro da faixa normal de compensação fisiológica do corpo, considerando que não há efeito prejudicial à saúde cientificamente sustentável abaixo destes limites. </li></ul>
    13. 13. LIMITES ADOTADOS POR WHO/ICNIRP TIPO DE EXPOSIÇÃO NÍVEIS DE CAMPO (60 HZ)‏ Campo elétrico KV/m Campo magnético μT Ocupacional 8,33 416,6 Público em geral 4,17 83,3
    14. 14. LINHAS DE ENERGIA SP E LIMITES ICNIRP
    15. 15. RISCOS (cérebro e leucemia)‏
    16. 16. LEUCEMIA INFANTIL E CAMPOS MAGNÉTICOS
    17. 17. AGENTES CLASSIFICADOS PELO IARC Carcinogênico para humanos (75)‏ (normalmente baseado em forte evidência de carcinogenicidade em humanos)‏ Provavelmente carcinogênico para humanos (59)‏ (normalmente baseado em forte evidência de carcinogenicidade em animais)‏ Possivelmente carcinogênico para humanos (225)‏ (normalmente baseado em evidências em humanos que são consideradas aceitáveis, mas que por outras razões não puderam ser canceladas)‏ Asbesto Bebidas Alcoólicas Benzina Gás de Mostarda Gás Radon Radiação Solar Tabaco (fumado ou não)‏ Raios-X- e Gama Creosotos Saída de motor Diesel Formaldeído Bifenil Policlorado (PCBs)‏ Café Campos magnéticos ELF Saída de motor a Gasolina Lã de Vidro Vegetais em conserva Estireno Exemplos de Agentes Classificação IARC
    18. 18. RECOMENDAÇÕES <ul><li>Conforme a OMS, especificamente quanto aos limites ICNIRP, as evidências científicas de possíveis efeitos à saúde, relacionados à exposição de longo prazo e baixos níveis, são insuficientes para justificar o abaixamento de tais limites. </li></ul><ul><li>Apesar disso a OMS, dada à classificação dos campos magnéticos como ainda possivelmente carcinogênicos (IARC), recomenda como necessário o aprofundamento das pesquisas. </li></ul>
    19. 19. PROJETO EMF-SP
    20. 20. OPORTUNIDADE DO PROJETO <ul><li>Limites de segurança suficientemente altos recomendados por ICNIRP/WHO, baseados em evidências estáveis </li></ul><ul><li>Existência de centenas de estudos centrados em níveis baixos de ELF, com evidências não conclusivas </li></ul><ul><li>Países adotando limites muito abaixo dos recomendados </li></ul><ul><li>Poucas pesquisas no Brasil e com metodologias questionáveis </li></ul><ul><li>Sociedade brasileira confusa sobre evidências científicas aplicáveis ao nosso contexto </li></ul><ul><li>Medidas de precaução propostas sem análise de custo/benefício </li></ul><ul><li>Capacitação científica nacional insuficiente </li></ul>
    21. 21. MISSÃO DO PROJETO EMF-SP <ul><li>Fornecer informações de EMF relevantes para São Paulo e Brasil. </li></ul><ul><li>Desenvolver capacitação de pesquisa nessa área. </li></ul><ul><li>Contribuir para o banco de dados internacional. </li></ul>
    22. 22. OBJETIVOS <ul><li>Estudos epidemiológicos sobre efeitos da exposição pública e ocupacional a campos eletromagnéticos em 60 Hz (linhas e subestações de transmissão)‏ </li></ul><ul><li>Estudos de percepção de risco a EMF </li></ul><ul><li>Informações sobre o nível de exposição a EMF no Brasil </li></ul>
    23. 23. PRINCÍPIOS <ul><li>Metodologia rigorosa </li></ul><ul><ul><li>Minimização de “bias” </li></ul></ul><ul><ul><li>Potência suficiente </li></ul></ul><ul><ul><li>Qualidade de avaliação de exposição </li></ul></ul><ul><li>Contribuição para o banco de dados internacional </li></ul><ul><li>Relevância para políticas de EMF no Brasil </li></ul><ul><li>Abertura à participação </li></ul><ul><li>Independência dos resultados </li></ul>
    24. 24. ORGANIZAÇÃO Assessoria científica internacional Comunidade científica Divulgação <ul><li>Políticas públicas </li></ul><ul><li>Instituições técnicas </li></ul><ul><li>Sociedade civil </li></ul><ul><li>Órgãos reguladores </li></ul><ul><li>Setor privado </li></ul>Linhas do projeto Recursos de P&D Coordenação geral
    25. 25. PARTICIPAÇÃO <ul><li>WHO </li></ul><ul><li>ICNIRP </li></ul><ul><li>Ministério da Saúde </li></ul><ul><li>Ministério de Minas e Energia </li></ul><ul><li>ANEEL </li></ul><ul><li>CEPEL </li></ul><ul><li>Eletropaulo </li></ul><ul><li>CPFL </li></ul><ul><li>Bandeirante </li></ul><ul><li>Elektro </li></ul><ul><li>Furnas </li></ul><ul><li>CTEEP </li></ul>
    26. 26. PLANO GERAL
    27. 27. PESQUISAS <ul><ul><li>Leucemia infantil </li></ul></ul><ul><ul><li>Doenças em adultos: leucemia, câncer cerebral e ALS </li></ul></ul><ul><ul><li>Exposição residencial em São Paulo </li></ul></ul><ul><ul><li>Exposição ocupacional </li></ul></ul><ul><ul><li>Percepção de risco e comunicação </li></ul></ul>
    28. 28. DESAFIOS <ul><li>Obtenção de dados </li></ul><ul><ul><li>Disponibilidade difícil em geral, e em especial de incidência </li></ul></ul><ul><li>Seleção de controles </li></ul><ul><li>Participação </li></ul><ul><li>“ Expertise” </li></ul><ul><li>Comunicação e colaboração entre epidemiologistas, psicólogos, engenheiros e pessoal de informação e comunicação. </li></ul>
    29. 29. LPC <ul><li>EMF – LEUCEMIA INFANTIL </li></ul><ul><li>Epidemiológico caso / controle </li></ul><ul><li>Responsável: </li></ul><ul><ul><li>Victor Wünsch Filho </li></ul></ul><ul><ul><li>FSPUSP - Depto Epidemiologia </li></ul></ul>
    30. 30. MODELO casa FSPUSP hospital SEADE
    31. 31. LPD <ul><li>EMF – CANCER EM ADULTOS </li></ul><ul><li>Epidemiológico ecológico </li></ul><ul><li>Responsável: </li></ul><ul><ul><li>Nelson Gouveia </li></ul></ul><ul><ul><li>FMUSP – Depto de Medicina Preventiva </li></ul></ul>
    32. 32. MODELO Cálculos teóricos LPH FMUSP PROAIN SEADE
    33. 33. LPE <ul><li>EMF – ACIDENTES DE TRABALHO </li></ul><ul><li>Epidemiológico ocupacional </li></ul><ul><li>Coorte prospectivo </li></ul><ul><li>Responsável: </li></ul><ul><ul><li>Ricardo Cordeiro </li></ul></ul><ul><ul><li>Faculdade de Ciências Médicas – UNICAMP </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Departamento de Medicina Preventiva Social </li></ul></ul></ul>
    34. 34. MODELO FCM Unicamp matriz de exposição ocupacional concessionárias acidentes percepção de risco
    35. 35. LPF <ul><li>EMF – PERCEPÇÃO DE RISCO </li></ul><ul><li>Pesquisa psicológica </li></ul><ul><li>Responsável: </li></ul><ul><ul><li>Marilda Lipp </li></ul></ul><ul><ul><li>Faculdade de Psicologia – PUC Campinas </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Centro Psicológico de Controle de Stress </li></ul></ul></ul>
    36. 36. MODELO local FP-PUC BD Sistema energia
    37. 37. LPH <ul><li>EMF – CAMPOS URBANOS </li></ul><ul><li>Cálculos teóricos de campos </li></ul><ul><li>Responsável: </li></ul><ul><ul><li>Lmag – Escola Politécnica da USP </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>José Roberto Cardoso </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>LEO – IPT </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Mário Leite Pereira Filho </li></ul></ul></ul>
    38. 38. MODELO Cálculos teóricos USP IPT concessionárias
    39. 39. Benefícios do Projeto <ul><li>Desenvolvimento de ampla capacitação na área de pesquisa em EMF, consolidada através de abordagem multidisciplinar e participação de instituições líderes. </li></ul><ul><li>Estabelecimento de competência nacional para desdobramento de outras pesquisas, bem como dialogar com a comunidade científica nacional e internacional, inclusive com autoridades e sociedade em geral. </li></ul><ul><li>Um dos resultados será a melhor caracterização da exposição típica a EMF no Brasil e América Latina, incluindo população geral e ocupacional, informação chave para desenvolvimento de políticas de gerenciamento de EMF no Brasil. </li></ul>
    40. 40. www.emf-sp.com.br
    41. 41. GRATO !

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