ÉticaAntiga
Ética antigaA Ética antiga foi desenvolvida, sobretudo, por Platão e Aristóteles. A Ética de Platão, como a sua política, ...
apetite; a razão que contempla e querracionalmente é a parte superior, eo apetite, relacionado com as necessidadescorporai...
Seu fim último é purificar-se ou libertar-se da matériaparacontemplar o que realmente é e sobretudo a Ideia doBem. Para al...
O indivíduo, porém, por si só não pode aproximar-se da perfeição.Portanto, "torna-se necessário o Estado ouComunidade polí...
Platão, em "A República", "constrói o Estadoideal à semelhança daalma. A cada parte desta, corresponde umaclasse especial ...
Cada classe social deve consagrar-seà sua tarefa especial e abster-se de realizar outras.De modo análogo aoque sucede na a...
Na Ética de Platão, "transparece o desprezo, característico daAntiguidade, pelo trabalho físico e, por isso, os artesãos o...
A Ética de Aristóteles (como a de Platão) é muito ligada à suafilosofiapolítica. Para Aristóteles (como para o seu Mestre)...
Para Aristóteles, o ideal da vida teórica, que se realiza napolis, "por umlado, é acessível só a uma minoria ou elite, e, ...
Alunos                   Professora   Guilherme               Amanda   Émerson   Gabriel   Henrique
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  1. 1. ÉticaAntiga
  2. 2. Ética antigaA Ética antiga foi desenvolvida, sobretudo, por Platão e Aristóteles. A Ética de Platão, como a sua política, "depende intimamente: - da suaconcepção metafísica (dualismo do mundo sensível e do mundo das ideiaspermanentes, eternas, perfeitas e imutáveis, que constituem a verdadeirarealidade e têm como cume a Ideia do Bem, divindade, artífice oudemiurgo do mundo); - da sua doutrina da alma (princípio que anima oumove o Ser humano e consta de três partes: razão, vontade ou ânimo, eapetite; a razão que contempla e quer racionalmente é a parte superior, eo apetite, relacionado com as necessidades corporais, é a inferior)".
  3. 3. apetite; a razão que contempla e querracionalmente é a parte superior, eo apetite, relacionado com as necessidadescorporais, é a inferior)".Pela razão, que é a faculdade superior e acaracterística própria do Serhumano, "a alma se eleva - mediante acontemideiasplação - ao mundo das
  4. 4. Seu fim último é purificar-se ou libertar-se da matériaparacontemplar o que realmente é e sobretudo a Ideia doBem. Para alcançaresta purificação, é preciso praticar várias virtudes, quecorrespondem acada uma das partes da alma e consistem no seufuncionamento perfeito:a virtude da razão é a prudência; a da vontade ouânimo, a fortaleza; e ado apetite, a temperança. Estas virtudes guiam ourefreiam uma parte daalma. A harmonia entre as diversas partes constitui aquarta virtude, ajustiça".
  5. 5. O indivíduo, porém, por si só não pode aproximar-se da perfeição.Portanto, "torna-se necessário o Estado ouComunidade política. O Serhumano é bom enquanto bom cidadão. A Ideiado Ser humano se realizasomente na Comunidade. A Ética desembocanecessariamente naPolítica“.
  6. 6. Platão, em "A República", "constrói o Estadoideal à semelhança daalma. A cada parte desta, corresponde umaclasse especial que deve serguiada pela respectiva virtude: à razão, aclasse dos governantes -filósofos, guiados pela prudência -; ao ânimo ouvontade, a classe dosguerreiros, defensores do Estado, guiados pelafortaleza; e ao apetite, osartesãos e os comerciantes, encarregados dostrabalhos materiais eutilitários, guiados pela temperança.
  7. 7. Cada classe social deve consagrar-seà sua tarefa especial e abster-se de realizar outras.De modo análogo aoque sucede na alma, compete à justiça socialestabelecer na cidade aharmonia indispensável entre as várias classes.E, com o fim de garantiresta harmonia social, Platão propõe a abolição dapropriedade privadapara as duas classes superiores (governantes eguerreiros)"
  8. 8. Na Ética de Platão, "transparece o desprezo, característico daAntiguidade, pelo trabalho físico e, por isso, os artesãos ocupam odegrausocial inferior e se exaltam as classes dedicadas às atividadessuperiores(a contemplação, a política e a guerra). Por outra parte, deacordo com asideias dominantes e com a realidade política e social daqueletempo, nãohá lugar algum no Estado ideal para os escravos, porquedesprovidos devirtudes morais e de direitos cívicos. Com estas limitações declasse,encontramos na Ética de Platão a estreita unidade da moral e dapolítica,dado que, para ele, o Ser humano se forma espiritualmentesomente noEstado e mediante a subordinação do indivíduo à Comunidade"
  9. 9. A Ética de Aristóteles (como a de Platão) é muito ligada à suafilosofiapolítica. Para Aristóteles (como para o seu Mestre) o Ser humanoconsegue realizar o seu fim último, que é a felicidade, somente naComunidade social e política. "O Ser humano enquanto tal só podeviverna cidade ou polis; é, por natureza, um animal político, ouseja, social.Somente os deuses ou os animais não têm necessidade daComunidadepolítica para viver; o Ser humano, entretanto, devenecessariamente viverem sociedade. Por conseguinte, não pode levar uma vida moralcomoindivíduo isolado, mas como membro da Comunidade. Por suavez, porém,a vida moral não é um fim em si mesmo, mas condição ou meiopara umavida verdadeiramente humana: a vida teórica na qual consiste afelicidade“.
  10. 10. Para Aristóteles, o ideal da vida teórica, que se realiza napolis, "por umlado, é acessível só a uma minoria ou elite, e, por outrolado, implica umaestrutura social - como a da antiga Grécia - na qual a maiorparte dapopulação - os escravos - mantém-se excluída não só davida teórica, masda vida política. Por esta razão, a verdadeira vida moral éexclusiva deuma elite que pode realizá-la - isto é, consagrar-se aprocurar a felicidadena contemplação - no âmbito de uma sociedade baseadana escravidão.Dentro desse âmbito, o Ser humano bom (o sábio) deveser, ao mesmotempo, um bom cidadão".
  11. 11. Alunos Professora  Guilherme Amanda  Émerson  Gabriel Henrique

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