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especialista, mas permitem que possamos interagir adequadam...
BIBLIOGRAFIA
O primeiro Oito Páginas de... do ano fala sobre bibliografia. Começamos
pelo fim de um livro e começo da escr...
BANZHAF, Hajo. O Tarô e a viagem do herói: a chave mitológica para os Arcanos
Maiores. Tradução de Zilda Hutchinson Schild...
FERNANDES, Patrícia. Desvendando o Tarô: estudo comparado dos tarôs e do
baralho cigano. 3 ed. Rio de Janeiro: Pallas, 200...
Livro fundamental. Gosto muito da estrutura que o Sr. Kaplan usa para o livro. É um
livro relativamente pequeno, de fácil ...
O recomendável é ler as duas obras, para acompanhar a diferenciação do pensamento do
autor nos dez anos que separam uma ed...
Essa obra está na minha cabeceira desde que eu a adquiri em 2004. Não é só uma obra
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Weiser, 1978.
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Oito páginas de bibliografia

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Postagem de janeiro de 2015. Livros de minha biblioteca pessoal indicados para os iniciantes no estudo do Tarô, assim como para completar a lista de leitores mais avançados no estudo das cartas.

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Oito páginas de bibliografia

  1. 1. ito páginas. Despretensiosas, não tornam ninguém conhecedor ou especialista, mas permitem que possamos interagir adequadamente com o assunto. Quem nunca pegou, numa banca de jornal, aqueles resumões de matérias diversas? São esclarecedores para um leigo, assim como despertam naquele que pesquisa o desejo de ir um pouco mais a fundo. Durante os doze meses do ano, sempre no dia 8, teremos um texto elucidativo de algum tema da nossa prática. Evidentemente, ao final dos doze meses o plano é ter muito mais material do que ofereço agora, ou seja, essa blogagem é notadamente incompleta. Tenho certeza de que a completaremos o melhor possível juntos. Em nossas tão tradicionais Conversas Cartomânticas. Aguardo suas considerações e feedbacks. Abraços a todos e boa leitura. Emanuel J Santos Contatos com o autor: e-mail: emanueljsantos7@hotmail.com blog: www.conversascartomanticas.blogspot.com.br O Oito páginas de...
  2. 2. BIBLIOGRAFIA O primeiro Oito Páginas de... do ano fala sobre bibliografia. Começamos pelo fim de um livro e começo da escrita. Para falarmos de algo, precisamos conhecer, nos inteirar, nos aproximar daqueles que vieram antes de nós, sem, evidentemente, subestimar a prática constante, o reconhecimento, a curiosidade, os testes. Contudo, propor uma bibliografia é um risco. Evidentemente, as obras aqui citadas são referências pessoais, que me norteiam e tornam minha prática mais efetiva. Isso não referencia tais obras como as melhores, já que eu não conheço tudo o que foi dito de bom sobre a nossa prática. Embora me esforce para estar sempre atualizado sobre as publicações, algumas passam batido. Por vezes eu não tenho acesso, por vezes eu não encontro para comprar, por vezes eu realmente nem fico sabendo que foram publicadas. Feito o mea culpa, vamos à parte boa: aqui temos não só uma bibliografia sobre cartomancia, como algumas coisas sobre baralhos, também. Felizmente, eram tantas obras que essa postagem teve de ser dividida em mais de uma. É muita coisa para apresentar em apenas oito páginas! Como falaremos sobre muitos assuntos ao longo dos meses, terei a oportunidade de acrescer bibliografias específicas em cada um dos textos que acabarão por completar essa aqui também. E todas elas serão comentadas – não só citarei o livro, como, em alguns casos, explicarei o porquê dessa obra estar na lista. Divirtam-se. E, vale a ressalva: como aqui estão somente livros que eu li e possuo, que me referenciam e estão sempre por perto no caso de eu precisar tirar alguma dúvida, se conhecer alguma obra de valor para a sua prática que não está na lista, por favor contate-me para que possa acrescer na próxima postagem.
  3. 3. BANZHAF, Hajo. O Tarô e a viagem do herói: a chave mitológica para os Arcanos Maiores. Tradução de Zilda Hutchinson Schild Silva. São Paulo: Pensamento, 2007. BARTLETT, Sarah. A Bíblia do Tarô: o guia definitivo das tiragens e do significado dos arcanos maiores e menores. Tradução de Eddie Van Feu e Patrícia Balan. São Paulo: Pensamento, 2011. BERGMAN, Klaus. El poder del Tarot: aprenda a utilizarlo. Madrid: M. E. Editores, s/d. BERTI, Giordano. Storia dei tarocchi: verità e leggende sulle carte più misteriose del mondo. Milano: Oscar Modariori, 2007. __________. Tarô iniciático da Golden Dawn. Tradução de Carolina Carone. São Paulo: Madras, 2009. BUONFIGLIO, Monica. Tarot dos Anjos. 47 ed. São Paulo: Oficina Cultural Monica Buonfiglio Ltda., 1994. CAMARGO, Pedro. Iniciação ao Tarô. 13ed. Rio de Janeiro: Nova Era, 2011. Sem dúvidas, um dos livros mais completos e mais gostosos de ler sobre o Tarô de Marselha. Leitura fluida, tranquila e gostosa como uma conversa. CANNES, Jaime E. Tarot para a autotransformação e a cura: um guia para novas aplicações do tarot. Edição pessoal, 2009. Se tem um livro que segue o espírito de uma conversa, é esse. Delicioso de ler. CONVER, Nicolas. Antigo Tarô de Marselha. São Paulo: Pensamento, 2006. COUSTÉ, Alberto. Tarô: ou a máquina de imaginar. Tradução de Ana Cristina César. São Paulo: Global Editora, 1983. CROWLEY, A. 777. Barcelona: Humanitas, 1989. Junto com o Liber T, é o livro fundamental para o entendimento do Thoth Tarot. DEAN, Liz. The Golden Tarot. Londres: Cico Books, 2008. ETTEILLA. O Livro de Thoth: tarô de Etteilla. Tradução de Alexandre Trigo. São Paulo: Madras, 2010. Acho esse livro uma boa referência não só para o estudo do Tarô, como da cartomancia também. Aqui, as fontes ainda não haviam se distanciado.
  4. 4. FERNANDES, Patrícia. Desvendando o Tarô: estudo comparado dos tarôs e do baralho cigano. 3 ed. Rio de Janeiro: Pallas, 2003. Esse livro foi meu companheiro por anos. Até hoje o releio com carinho. Marselha, Kier e Baralho Cigano num mesmo livro, com toques iconográficos muito interessantes. GERENSTADT, Helena. O jogo iniciático da Oca: o símbolo de origem ancestral da mitologia templária. São Paulo: Madras, 2010. Um livro muito bacana, com um mapa de leitura que permite jogos interessantíssimos – e totalmente fora do controle do operador. Similar ao Tarot Game. GODO, Carlos. O Tarô de Marselha. 17 ed. São Paulo: Pensamento, 2001. HADÈS. Cartas e destino.Tradução de Licínio Martins. Lisboa: Edições 70, 1976. Esse livro fala tanto de Tarô quanto de Cartomancia Francesa. Eu o considero muito completo nesse sentido. Vale muito a pena ter na coleção. HEYSS, Johann. O Tarô de Thoth: um guia para consultar o oráculo de Aleister Crowley. Rio de Janeiro: Nova Era, 2000. Um dos meus livros favoritos. O autor acaba de publicar, pela Amazon, uma edição revisada. HUNT, Lisa. Animals Divine Tarot. Woodbury: Llewellyn, 2005. Eu sou suspeito para falar do trabalho de Lisa Hunt. A arte dela é magnífica em todos os aspectos. Como a proposta aqui é citar obras que tenho em minha coleção e biblioteca, cito só esse baralho, mas para mim, todos os trabalhos delas são recomendados. INNES, Brian. Tarot: como usar e interpretar as cartas. Tradução de Luisa Ibañez. Rio de Janeiro: Record, 1983. JANEIRO, J. Iglesias. La cabala de prediccion. 12 ed. Buenos Aires: Kier, 1984. Livro fundamental para o estudo do Tarô Egípcio Kier. JUNIOR, Ademir Barbosa. Transforme sua vida com o Tarô. São Paulo: Universo dos Livros, 2007. KAPLAN, Stuart R. Tarô clássico. 9 ed. Tradução de Maio Miranda. São Paulo: Pensamento, 1997(?).
  5. 5. Livro fundamental. Gosto muito da estrutura que o Sr. Kaplan usa para o livro. É um livro relativamente pequeno, de fácil leitura e razoavelmente completo. Um bom início, certamente. KASTRUP, Adriana & ADIB, Luciana. A vida pelo Tarot. Rio de Janeiro: Rocco, 2004. Eu tive a oportunidade de conhecer a autora no II Fórum Nacional de Tarô. É um daqueles casos em que o texto brilhante corresponde a uma pessoa brilhante. MARTEAU, Paul. O tarô de Marselha: tradição e simbolismo. Tradução de Julieta Leite. Rio de Janeiro: Objetiva, 1991. Esse livro tem significados muito específicos, que fogem àqueles hoje tomados por tradicionais porque esses últimos são oriundos e popularizados pelos textos da Golden Dawn. Vale a pena ser lido por seu acuro na descrição iconográfica. MATTERS, S. L. McGregor. O Tarot: um pequeno tratado sobre a leitura das cartas. Tradução de Anna Maria Dalle Luche. São Paulo, Madras, 2003. Livro histórico. E, da mesma forma que o livro do Paul Marteau, possui referências particularizadas. NAIFF, Nei. Curso completo de Tarô. Rio de Janeiro: BestBolso, 2008. Ganhou o prêmio de recordista de vendas em 2011. Um baralho acessível, uma metodologia que agrada a muitos aqui no Brasil. Vale a pena ser lido – sabendo que, ao fim e ao cabo, temos que ler a trilogia para termos informações mais amplas. Seria a versão resumida da Trilogia. __________. Tarô, ocultismo e modernidade. 3 ed. São Paulo: Elevação, 2002. __________. Tarô, oráculo e terapia. São Paulo: Elevação, 2003. __________. Tarô, simbologia e ocultismo. Rio de Janeiro, Nova Era, 2012. __________. Tarô, vida e destino. Rio de Janeiro: Best-Seller, 2013. Pois bem, eu tenho o volume I e o volume III da primeira edição da trilogia, e os volumes I e II da segunda trilogia. Não li nem o volume II da primeira – que está esgotado – nem o volume III da segunda – ao qual ainda não tive acesso.
  6. 6. O recomendável é ler as duas obras, para acompanhar a diferenciação do pensamento do autor nos dez anos que separam uma edição da outra. Como esse processo é mais difícil e complicado já que a primeira edição está esgotada, leia a segunda edição tranquilo. Essa trilogia é a compilação do pensamento sobre Tarô em voga nas décadas de 80 e 90, associadas a uma metodologia de leitura das cartas específica. NICHOLS, Sallie. Jung e o Tarô: uma jornada arquetípica. Tradução de Octavio Mendes Cajado. São Paulo: Cultrix, 2000. MANN, A. T. Elementos do Tarô. Tradução de Ângela Perez de Sá. Rio de Janeiro: Ediouro, 1995. MEBES, G.O. Os Arcanos Maiores do Tarô. Tradução de Marta Pécer. São Paulo: Pensamento, 2010. A esse livro segue-se Os Arcanos Menores do Tarô, que ainda não li. Livro bem hermético, mais voltado para a reflexão que para a prática do Tarô. NOBLE, Vicki. Mãe Paz: um caminho para a Deusa através do Tarô. Tradução de Dalton Medeiros de Alencar. Rio de Janeiro: Record: Nova Era, 1998. Embora seja o companion do baralho de Tarô Motherpeace, é um livro gostoso de ler até mesmo fora do contexto para o qual foi produzido. Um olhar xamânico/pagão sobre as cartas do Tarô. OSHO. O tarô Zen, de Osho: o jogo transcendental do Zen. Tradução de Paulo Rebouças. São Paulo: Cultrix, 2006. PAPUS. Tarô dos Boêmios. 3 ed. Tradução de Norberto de Paula Lima. São Paulo: Ícone, 1992. PEDROSA, Igor. Tarô: a história e a magia. Rio de Janeiro: Léo Christiano editorial ltda, 2005. PLACE, Robert M. Tarô dos santos. Tradução de Claudia Lage. Rio de Janeiro: Ediouro, 2003. Mesmo caso da Lisa Hunt. Esse livro, que é o único que tenho até o momento e ao que parece está esgotado no Brasil, me apresentou o trabalho deste que é um dos maiores artistas e pesquisadores de Tarô do mundo. Recomendo toda a obra. PRAMAD, Veet. Curso de Tarô e seu uso terapêutico. São Paulo: Madras, 2004.
  7. 7. Essa obra está na minha cabeceira desde que eu a adquiri em 2004. Não é só uma obra descritiva; é uma obra reflexiva em cima de anos de prática constante. REED, Ellen Cannon. O Tarô das Bruxas. Tradução de Eudes Lucani. São Paulo: Pensamento, 2004. Confesso que eu me decepcionei com esse livro e baralho. Quando li A Cabala das Feiticeiras, minha vida mudou. Acho que fui com muita sede ao pote nesse livro. RILEY, Jana. Tarô: dicionário e compêndio. Tradução de Maria de Lourdes Duarte Sette. Rio de Janeiro, Jorge Zahar, 2000. Esse livro é uma compilação das informações sobre quinze baralhos de Tarô diferentes. É muito interessante para entendermos quantas visões são possíveis de um mesmo Arcano. SHARMAN-BURKE, Juliet & GREENE, Liz. O Tarô mitológico: uma nova abordagem para a leitura do tarô. 27 ed. Tradução de Anna Maria Dalle Luche São Paulo: Arx, 2003. __________ O Tarô Mitológico. Tradução de Fúlvio Lubisco. São Paulo: Madras, 2014. Esse livro já teve diversas edições no Brasil. Não à toa: é uma das melhores obras publicadas no país na década de noventa. Já foi publicado pela Siciliano – cuja edição ainda não possuo – pela Arx e atualmente é publicado pela Madras. De todos os livros “didáticos” acompanhados de baralhos, sem dúvidas foi o melhor para mim em meu começo na divinação. Foi desenvolvida uma nova edição, que ainda não está traduzida; contudo, as ilustrações de Tricia Nevell são imbatíveis. STEINER-GERINGER, Mary. O tarô e o autoconhecimento. Tradução de Zilda Hutchinson Schild. São Paulo: Pensamento, 1990. VÁRIOS AUTORES. Tarô adivinhatório. São Paulo: Editora Pensamento, s/d. Eu tenho algumas edições desse livro que é sem dúvida alguma um dos mais reeditados pela Editora Pensamento, ao lado do Almanaque do Pensamento. Nesse livro temos uma compilação de práticas de cartomancia associadas a todo um conteúdo esotérico cabalista que nos atestam como era o pensamento sobre o Tarô entre o final do século XIX e o começo do século XX. Notadamente inspirado em Papus.
  8. 8. WANG, Robert. An introduction to the Golden Dawn Tarot. York Beach: Samuel Weiser, 1978. Esse livro é o companion do Golden Dawn Tarot, desenvolvido pelo mesmo autor. É um livro interessante não só para quem se encante com esse baralho, como sobretudo para quem queira entender as matrizes simbólicas que deram origem a iconografia do Thoth Tarot de Aleister Crowley e Frieda Harris. Vale a pena também comparar com o Tarô Iniciático da Golden Dawn, citado anteriormente. WAITE, Arthur Edward. The pictorial key of the Tarot. U.S. Games Systems, 2009. __________. Tarô: a sorte pelas cartas. Tradução de David Jardim Júnior. Ediouro: s/d. __________. O tarô ilustrado de Waite. Tradução de Cleyde Helena Monteiro Steigleder. Porto Alegre: Kuarup, 1999. Coloquei as três edições que possuo por um motivo simples: eu gosto de comparar edições e traduções, como parte do meu trabalho descritivo e interpretativo. Muitos são os livros que se debruçam sobre as imagens evocativas desse baralho. Contudo, esse é o livro que deu origem ao baralho, logo deve ser lido primeiro. Com o entendimento do olhar do autor, qualquer viagem simbólica torna-se mais segura.

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